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Edital de Audiência Pública n.º 30 Como implementar?

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Edital de Audiência Pública n.º 30 Como implementar?

Vilmar Gongora

São Paulo, 09 de dezembro de 2008

I – Introdução

II – Proposta de norma - Edital n.º 30

III – Implementação em uma Instituição Financeira IV – Pontos importantes

Agenda

(2)

Gerência de Gestão do Risco de Crédito

Diretoria

de Gestão de Riscos

Gerência de Gestão do Risco de Mercado

Gerência de Gestão dos Riscos de Merc. e Liq. de Fundos de Investimentos

Gerência de Gestão do Risco Operacional

BB em grandes números (set/2008)

R$ 459 bilhões em ativos;

R$ 202 bilhões em ativos de crédito;

Patrimônio Líquido de R$ 27,9 bilhões;

Lucro acumulado até set/2008: R$ 5,9 bilhões;

Índice de Basiléia II: 13,0%.

94,9 mil funcionários;

30,1 milhões de correntistas;

15,4 mil pontos de atendimento no país;

Atuação direta em 23 países;

42 pontos de atendimento.

(3)

I – Introdução

II – Proposta de norma - Edital n.º 30

III – Implementação em uma Instituição Financeira IV – Pontos importantes

Agenda

Dimensão da exposição ao Risco de Crédito

Dimensão da exposição ao Risco de Crédito

Complexidade dos produtos e serviços Complexidade dos produtos e serviços

Natureza das operações Natureza das operações

Edital n.º 30

Implementar de forma compatível

com a ...

Implementar de forma compatível

com a ...

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito

Gerenciar os livros de tesouraria e comercial

Gerenciar os livros de tesouraria e comercial

(4)

CADOC 4050

(Consolidado Econômico- Financeiro)

CADOC 4050

(Consolidado Econômico- Financeiro)

CADOC 4040

(Conglomerado Financeiro) CADOC 4040

(Conglomerado Financeiro)

Tratamento das empresas:

Financeiras ≠ Não Financeiras Tratamento das empresas:

Financeiras ≠ Não Financeiras identificar acompanhar identificar acompanhar identificar

mensurar controlar mitigar identificar mensurar controlar mitigar

Escopo de Aplicação

Visão Societária Escopo BB

(5)

CADOC 4040

(Conglomerado Financeiro) Agências no País Dependências no Exterior Subsidiárias Financeiras

> BAMB

> BB Viena S.A.

> BB DTVM S.A.

> BB Banco de Investimentos S.A.

> Banco Popular do Brasil S.A.

> BB Leasing Company Ltd.

> BB Leasing S.A.

> BB Securities LLc

> BB Securities Ltd.

CADOC 4050

(Consolidado Econômico-Financeiro) Agências no País

Dependências no Exterior

Autorizadas/Reguladas pelo Bacen

> Ativos S.A., BB Cartões S.A., BB Consórcios e BB Corretora S.A.

Grupo Seguridade

> Brasilcap, Brasilprev, Brasilsaúde, Brasilveículos, Aliança do Brasil e SBCE Outras Participações

> Visanet, Visavale e Cibrasec Empresas Tipicamente Comerciais

> BB Turismo Ltda, Cobra S.A., Tecban S.A., Kepler Weber, Neoenergia e Itapebi

Edital n.º 30

Escopo de aplicação no Banco do Brasil

Subsidiárias não Financeiras Subsidiárias Financeiras

Edital n.º 30

Políticas e estratégias

Validação: sistemas, modelos...

Perda estimada x Perda observada Procedimentos de recuperação de

créditos

Sistemas, rotinas e procedimentos:

na visão de contraparte/tomador no nível individual e agregado

Provisões e Capital adequados Avaliação das operações:

concentração, perspectivas macroeconômicas, produtos etc.

Limites para clientes e operações Concessão e gestão do crédito Políticas e estratégias

Validação: sistemas, modelos...

Perda estimada x Perda observada Procedimentos de recuperação de

créditos

Sistemas, rotinas e procedimentos:

na visão de contraparte/tomador no nível individual e agregado

Provisões e Capital adequados Avaliação das operações:

concentração, perspectivas macroeconômicas, produtos etc.

Limites para clientes e operações Concessão e gestão do crédito

Detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualidade do crédito

Tratamento de exceções Classificação das operações

Avaliação prévia de novos produtos e mercados, observando a

adequabilidade dos controles Realização de teste de estresse Geração de relatórios gerenciais

periódicos para Administração Políticas remuneratórias adequadas Aspectos de transparência

Revisão periódica da estrutura Detecção de indícios e prevenção

da deterioração da qualidade do crédito

Tratamento de exceções Classificação das operações

Avaliação prévia de novos produtos e mercados, observando a

adequabilidade dos controles Realização de teste de estresse Geração de relatórios gerenciais

periódicos para Administração Políticas remuneratórias adequadas Aspectos de transparência

Revisão periódica da estrutura

A estrutura deve contemplar ...

(6)

Detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualidade do crédito

Inadimplência no mercado imobiliário

Menor produção de imóveis Queda na concessão

de crédito

Aumento da oferta de imóveis e redução no preço dos

mesmos

Aumento de desemprego e redução da renda familiar

Redução das importações norte-americanas EUA

BRASIL

Redução das exportações brasileiras Redução na liquidez

dos bancos

Redução na produção e receita das empresas

Aumento do risco da carteira de crédito dos bancos Aumento do desemprego e redução

da renda familiar Diminuição da concessão

de crédito

Redução do consumo

5,4%

3,8%

3,2%

5,71%

1,15%

2,66%

1,31%

4,31%

0,25%

0,04%

98 99 00 01 02 03 04 05 06 07

PIB (var. anual) IPCA (12 meses)

13,75%

11,25%

19,75%

0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0

jan/05 jul/05 jan/06 jul/06 jan/07 jul/07 jan/08 jul/08

SELIC (meta)

4,6% 4,6%4,7%5,0%

5,6%

6,1%6,4%

6,2% 6,3%

jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08

2,19(*)

1,57 2,12

1,00 1,20 1,40 1,60 1,80 2,00 2,20 2,40

jan/07 abr/07 jul/07 out/07 jan/08 abr/08 jul/08 out/08

Taxa Câmbio (R$/US$)

Evolução variáveis macroeconômicas

Edital n.º 30

(7)

Edital n.º 30

Geração de relatórios para Administração

deve ser segregada das unidades de negociação e de auditoria interna deve ser segregada das unidades de negociação e de auditoria interna

Edital n.º 30

deve compreender adequadamente os sistemas e modelos utilizados na gestão do risco de crédito

deve compreender adequadamente os sistemas e modelos utilizados na gestão do risco de crédito

pode ser uma única unidade responsável:

pelo gerenciamento do risco de crédito conglomerado financeiro e empresas integrantes;

pelas atividades de identificação do risco de crédito das empresas não-financeiras;

pelo gerenciamento do risco de crédito de sistemas cooperativos de crédito.

pode ser uma única unidade responsável:

pelo gerenciamento do risco de crédito conglomerado financeiro e empresas integrantes;

pelas atividades de identificação do risco de crédito das empresas não-financeiras;

pelo gerenciamento do risco de crédito de sistemas cooperativos de crédito.

A Unidade Responsável pelo gerenciamento...

(8)

Diretoria de Gestão de

Riscos Diretoria de Crédito

Limites de exposição por cliente e operação;

Operacionalização das estratégias de exposição por carteiras;

Metodologias de avaliação do risco de clientes e operações;

Cadastro.

Limites de exposição por cliente e operação;

Operacionalização das estratégias de exposição por carteiras;

Metodologias de avaliação do risco de clientes e operações;

Cadastro.

Gestão da carteira de crédito;

Diversificação do risco de crédito;

Mensuração do risco e do retorno da carteira;

Metodologias para a gestão da carteira;

Alocação de capital.

Gestão da carteira de crédito;

Diversificação do risco de crédito;

Mensuração do risco e do retorno da carteira;

Metodologias para a gestão da carteira;

Alocação de capital.

Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais

Cobrança e recuperação de créditos inadimplidos;

Modelos e metodologias de reestruturação de ativos;

Terceirização de cobrança;

Ajuizamento de dívidas.

Cobrança e recuperação de créditos inadimplidos;

Modelos e metodologias de reestruturação de ativos;

Terceirização de cobrança;

Ajuizamento de dívidas.

Unidades responsáveis no BB

Comitês de Gestão de Riscos

(9)

Subcomitê de Risco de Mercado

e Liquidez

Subcomitê de Risco de Crédito

Subcomitê de Risco Operacional

Diretoria de Gestão de Riscos Diretoria de Gestão de Riscos

Diretores Presidente e Vice-Presidentes

Comitê de Risco Global

Áreas envolvidas Áreas envolvidas

Comitê de Administração

Edital n.º 30

I – Introdução

II – Proposta de norma - Edital n.º 30

III – Implementação em uma Instituição Financeira

IV – Pontos importantes

Agenda

(10)

“Bancos seguros e sólidos baseiam-se primeiramente sobre uma boa administração de risco e, em segundo lugar, em um bom controle de risco”

(Lastra, Rosa Maria - Livro Banco Central e Regulação Bancária, 2000, pág. 82).

1º sem 2º sem

(*) Indicação do diretor responsável e definição da estrutura organizacional

para implementação do gerenciamento do risco de crédito

(*) Indicação do diretor responsável e definição da estrutura organizacional

para implementação do gerenciamento do risco de crédito

Implementação

2008 2009 2010

1º sem 2º sem 1º sem 2º sem

(*) definição da política institucional, dos processos, dos procedimentos e dos sistemas

necessários à sua efetiva implementação (*) definição da política institucional, dos processos, dos procedimentos e dos sistemas

necessários à sua efetiva implementação

efetiva implementaçãoda estrutura de gerenciamento de risco de crédito

efetiva implementaçãoda estrutura de gerenciamento de risco de crédito

(*) Deverão ser aprovadas pela diretoria e/ou pelo Conselho de Administração

(11)

Levantamento Análise de GAP

(aspectos quali- tativos e quanti- tativos):

-Políticas, processos, procedimentos, rotinas relacionadas a gestão do risco de crédito

- Bases de dados, sistemas (clientes e operações)

- Documentos comprobatórios - Avaliação das

responsabilidades das áreas de controle e auditoria - Estrutura organiza-

cional atual

Avaliação Há necessidade

de revisão da estrutura?

Sim! Próximos passos:

- Estimativa de esforços e recursos - Infra-estrutura:

atual x necessária - Definição de

escopo no curto médio e longo prazos;

- Foco dentro do escopo (pontos principais)

- Estimativa de prazo - Aprovação do

plano de trabalho no nível estratégico

Implementação Organização

das tarefas:

5w2h

Endereçamento de ações para as áreas responsá- veis

Estabelecimento de metas e pontos de controle

Acompanhamento e reporte:

- ajuste na condu- ção

- redimensionar Avaliação dos

trabalhos:

- Auditoria Interna - Externa (?)

Manutenção Solução de

continuidade -Sedimentação da

nova estrutura de gerenciamento de risco de crédito - Reporte, interlocu-

tores, canal, perio- dicidade, nível de detalhamento e outros

- Validação contínua das políticas, processos,

sistemas, modelos, controles e testes

Implementação

Sugestão de planejamento

I – Introdução

II – Proposta de norma - Edital n.º 30

III – Implementação em uma Instituição Financeira IV – Pontos importantes

Agenda

(12)

Patrocínio: envolvimento da alta administração;

Cultura: disseminação de conceitos e participação de todas as áreas do banco;

Ação coordenada (sinergia e convergência das ações);

Alinhamento aos requerimentos de Basiléia II;

Necessidade de base de informação: consistente, flexível, conciliável;

Administração de necessidades: prioridades, estrutura e processos;

Análise permanente: custo x benefício x regulação.

Conselho de Administração Diretoria

Conselho de Administração Diretoria

Pontos importantes

Assegurar Assegurar

Políticas remuneratórias que não incentivem comportamentos

incompatíveis com o nível de risco das políticas e estratégias Políticas remuneratórias que não

incentivem comportamentos incompatíveis com o nível de risco das políticas e estratégias

Negócios

$$$ $$$

Controle

$ $

Gerenciar conflito de interesse

Gerenciar conflito de interesse

Questões:

Responsáveis pelas análises de risco são incentivados por conta da remuneração a não “barrar” negócios arriscados?

A remuneração está orientada à quantidade/volume de operações em detrimento da qualidade do crédito?

(13)

Pontos importantes

Estimação, segundo critérios consistentes prudentes, das perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas.

Estimação, segundo critérios consistentes prudentes, das perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas.

Procedimentos para recuperação de créditos.

Análise prévia, realização e repactuação de operações sujeitas ao risco de crédito.

Procedimentos para recuperação de créditos.

Análise prévia, realização e repactuação de operações sujeitas ao risco de crédito.

Responsável

Adequada validação dos sistemas, modelos e procedimentos internos utilizados para gestão do risco de crédito.

Estabelecimento de critérios e procedimen- tos claramente definidos (...) para (...) detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualida- de de operações com base no risco de crédito.

Adequada validação dos sistemas, modelos e procedimentos internos utilizados para gestão do risco de crédito.

Estabelecimento de critérios e procedimen- tos claramente definidos (...) para (...) detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualida- de de operações com base no risco de crédito.

Seg reg açã o de 2º Nív el ? Seg reg açã o de 2º Nív el ?

Uma Unidade de Gerenciamento de Risco de Crédito

Pontos importantes

Validação

Quantitativa

Backtesting Benchmarking

Poder

discriminatório Estabilidade Calibragem

Qualitativa

Construção do modelo

Qualidade dos dados

Aplicação interna (teste de uso)

Fonte: Deutsche Bundesbank – Monthly Report – set/03

Aspectos de validação

(14)

Vilmar Gongora Gerente Executivo

Diretoria de Gestão de Riscos Gerência de Gestão do Risco de Crédito Tel (61) 3310 4300 Fax (61) 3310 2453 SBS - Ed.Sede III – 16º andar 70073-901 Brasília DF

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Referências

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