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5 Aplicação dos Modelos e Resultados

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5 Aplicação dos Modelos e Resultados

Este capitulo apresenta os resultados da aplicação dos dois modelos analisados, Modelo Clássico e Estático dos Indicadores de Liquidez e Modelo Dinâmico de Michel Fleuriet. A apresentação esta segmentada por pais e o objeto do estudo, e dado o volume de cento e cinqüenta e três empresas abrangidas neste trabalho, e a aplicação dos modelos as demonstrações financeiras das organizações e, portanto não foram realizadas avaliações mais profundas de cada organização, tal como observação das notas explicativas, existência de estratégia de expansão e investimentos etc. que possam vir a alterar os indicadores aqui apresentados e a situação estrutural das organizações. O foco portanto é na avaliação dos indicadores das empresas e não nas características especificas de cada setor.

Pela Análise tradicional da contabilidade o índice de liquidez corrente demonstra a capacidade de liquidez ou pagamento da empresa. Um índice 2,0 indica que mesmo reduzindo seus ativos circulantes em 50%, a empresa ainda poderá pagar seus passivos circulantes. Quando o índice for igual a 1,0 o capital circulante líquido oi capital de giro da empresa será igual à zero. Um Índice de liquidez corrente de 1,5 mostra que para cada $ 1,00 de dívida a empresa possui $ 1,50 de ativos.

O esperado e desejável pelas empresas é que as aplicações feitas em seus ativos operacionais no contas a receber, estoques, etc., sejam financiadas também pelas fontes operacionais de recursos, tais como a conta de fornecedores, salários, impostos, etc. Contudo dificilmente as empresas atingem esta situação ótima e geralmente as aplicações realizadas no ativo operacional não são financiadas pelo passivo operacional, gerando assim uma necessidade extra de capital denominada como Necessidade de Capital de Giro (NCG). A Necessidade de Capital de Giro (Ativo Operacional – Passivo Operacional) é, portanto, a obrigação gerada pelo negócio de uma empresa de obtenção de fontes complementares de recursos para suprir essa necessidade de capital de giro.

As fontes de financiamento alocadas no passivo financeiro são por sua natureza (financeira) de alto custo e impacto nos resultados das empresas,

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como alternativa, as fontes de longo prazo do Passivo Permanente podem ser percebidas como fontes menos custosas e que podem financiar essa necessidade pelo seu volume excedente a sua razão natural de assegurar os investimentos de longo prazo. Nesta ótica o Capital de Giro (CDG) deve ser percebido como a diferença entre as fontes de recursos de longo prazo (Passivo Permanente) e os Investimentos de longo prazo (Ativo Permanente).

5.1. Empresas Argentinas

Foram analisadas cem por cento das empresas de capital aberto e com ações negociáveis em bolsa na Argentina dos setores de tecnologia e energia, estão abrangidas neste universo empresas de telecomunicações, petróleo e gás, geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, e indústria de eletrodomésticos conforme relação a seguir:

Quadro 14-Relação das empresas Argentinas analisadas

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5.1.1. Indicadores das Empresas Argentinas

Foram aplicados as demonstrações financeiras das vinte e duas empresas argentinas os conceitos apresentados para a determinação dos indicadores de situação econômico-financeiro de liquidez e do modelo dinâmico de Michel Fleuriet. Os resultados obtidos foram os seguintes:

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Quadro 15-Indicadores de Liquidez e do Modelo Dinâmico nas Empresas Argentinas

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5.2. Empresas Brasileiras

Foram analisadas cem por cento das empresas de capital aberto e com ações negociáveis em bolsa no Brasil dos setores de tecnologia e energia, estão abrangidas neste universo empresas de telecomunicações, petróleo e gás, geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, indústria de eletrodomésticos, indústria de computadores e produtos eletrônicos, empresas

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de eletricidade, empresas de software e dados, e indústrias de equipamentos aeroespaciais, conforme relação a seguir:

Quadro 16-Relação das Empresas Brasileiras

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5.2.1. Indicadores das Empresas Brasileiras

Foram aplicados as demonstrações financeiras das setenta e nove empresas brasileiras os conceitos apresentados para a determinação dos indicadores de situação econômico-financeiro de liquidez e do modelo dinâmico de Michel Fleuriet. Os resultados obtidos foram os seguintes:

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Quadro 17-Indicadores de Liquidez e do Modelo Dinâmico das Empresas Brasileiras

CDG NCG ST Corrente Geral Seca

2004 (50.00) 2.58 (52.58) 0.06 0.00 0.06 Pessima (30.39)

2005 1.93 6.33 (4.40) 1.37 0.01 1.37 Insatisfatoria 6.86

2006 13.69 47.05 (33.36) 1.40 0.07 1.40 Insatisfatoria 19.10

2007 11.72 81.50 (69.78) 1.13 0.14 1.13 Insatisfatoria 22.59

2004 (671.66) (558.45) (113.21) 0.37 0.29 0.37 Muito Ruim 434.96

2005 (861.30) (782.41) (78.90) 0.29 0.27 0.29 Muito Ruim 114.87

2006 (118.80) (124.11) 5.31 0.78 0.46 0.78 Alto Risco 375.67

de Energia S.A. 2007 (211.38) (188.26) (23.11) 0.66 0.45 0.65 Muito Ruim 346.99

2004 395.54 161.60 233.94 2.14 0.55 2.13 Solida 1,006.51

Aes Tiete S.A 2005 356.13 145.01 211.12 1.53 0.62 1.53 Solida 993.17

2006 245.76 107.07 138.69 1.36 0.59 1.36 Solida 900.80

2007 257.27 167.25 90.03 1.32 0.63 1.32 Solida 955.86

2004 - - - - - - - -

Afluente Geracao e Transm 2005 1.36 1.02 0.34 18.69 18.69 15.83 Solida 1.44

de Energ Elet 2006 4.63 5.85 (1.22) 1.13 1.21 1.12 Insatisfatoria 11.32

2007 8.71 (0.17) 8.88 1.45 1.60 1.44 Excelente 15.56

2004 (66.33) (28.01) (38.33) 0.79 0.55 0.75 Muito Ruim 6.87

Amazenia Celular S.A. 2005 (43.08) (42.19) (0.89) 0.82 0.58 0.77 Muito Ruim 122.27

2006 (222.70) (30.90) (191.80) 0.46 0.55 0.44 Muito Ruim (31.44)

2007 (50.01) 4.32 (54.33) 0.74 0.61 0.69 Pessima 141.28

2004 (155.07) 234.85 (389.93) 0.85 0.73 0.85 Pessima 2,943.76

Ampla Energia e Servicos S.A. 2005 147.46 249.92 (102.46) 1.16 0.73 1.16 Insatisfatoria 2,306.43

2006 146.20 484.04 (337.84) 1.14 0.71 1.13 Insatisfatoria 2,257.61

2007 398.66 525.04 (126.37) 1.35 0.70 1.35 Insatisfatoria 1,976.19

2004 - - - - - - - -

Ampla Investimentos e Servicos S.A. 2005 (20.95) (20.95) 0.00 0.17 0.58 0.17 Alto Risco 691.34

2006 13.52 17.14 (3.62) 1.36 0.66 1.36 Insatisfatoria 732.00

2007 42.14 12.43 29.71 1.87 0.72 1.87 Solida 698.90

2004 - - - - - - - -

Bematech Ind. e Com. 2005 - - - - - - - -

de Equip. Elet. S.A. 2006 (13.00) (16.56) 3.56 0.80 0.55 0.62 Alto Risco 8.72

2007 206.04 36.86 169.18 4.21 3.11 3.99 Solida 228.67

2004 674.98 358.10 316.88 2.31 3.18 2.31 Solida 3,478.91

Brasil Telecom Participacoes S.A. 2005 525.41 325.32 200.09 1.71 2.92 1.71 Solida 2,627.99

2006 1,247.28 257.78 989.50 3.61 4.11 3.61 Solida 1,818.51

2007 1,135.60 874.02 261.57 2.38 2.75 2.38 Solida 1,829.23

2004 994.98 1,234.36 (239.38) 1.26 0.64 1.26 Insatisfatoria 4,197.72

Brasil Telecom S.A. 2005 (54.60) 1,224.22 (1,278.82) 0.99 0.61 0.99 Pessima 3,760.13

2006 833.90 1,284.08 (450.18) 1.21 0.63 1.21 Insatisfatoria 3,970.57

2007 (64.59) 1,246.59 (1,311.18) 0.98 0.61 0.98 Pessima 4,379.49

2004 (5.23) 3.16 (8.39) 0.52 4.90 0.52 Pessima 140.07

Brasmotor SA 2005 6.30 24.01 (17.71) 1.26 4.37 1.26 Insatisfatoria 205.96

2006 23.26 56.54 (33.28) 1.46 2.76 1.46 Insatisfatoria 191.92

2007 4.57 17.23 (12.65) 1.32 7.70 1.32 Insatisfatoria 190.04

2004 46.05 148.92 (102.87) 1.13 0.65 1.11 Insatisfatoria 561.43

Cia Energ de Brasilia 2005 87.04 233.04 (146.00) 1.21 0.61 1.19 Insatisfatoria 379.89

2006 (8.81) 8.96 (17.77) 0.71 0.15 0.69 Pessima 5.19

2007 3.37 18.59 (15.22) 1.15 0.48 1.12 Insatisfatoria 11.54

2004 - - - - - - - -

Cia Est de Dist de Energia 2005 - - - - - - - -

Eletr Ceee-D 2006 (287.60) (258.95) (28.65) 0.62 0.53 0.60 Muito Ruim 754.70

2007 (204.09) (160.29) (43.80) 0.67 0.50 0.65 Muito Ruim 771.88

Aes Sul Distrib. Gaucha

Situação Aes Elpa S/A

CPL

Empresa Ano (R$ Milhões) Quociente de Liquidez

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5.3. Empresas Chilenas

Foram analisadas cem por cento das empresas de capital aberto e com ações negociáveis em bolsa no Brasil dos setores de tecnologia e energia, estão abrangidas neste universo empresas de telecomunicações, geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, empresas de eletricidade e distribuição de gás natural, conforme relação a seguir:

Quadro 18-Relação das Empresas Chilenas Analisadas

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5.3.1. Indicadores das Empresas Chilenas

Foram aplicados as demonstrações financeiras das trinta e oito empresas chilenas os conceitos apresentados para a determinação dos indicadores de situação econômico-financeiro de liquidez e do modelo dinâmico de Michel Fleuriet. Os resultados obtidos foram os seguintes:

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Quadro 19-Indicadores de Liquidez e do Modelo Dinâmico das Empresas Chilenas

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5.4. Empresas Mexicanas

Foram analisadas cem por cento das empresas de capital aberto e com ações negociáveis em bolsa no Brasil dos setores de tecnologia e energia, estão abrangidas neste universo empresas de telecomunicações, petróleo e gás, conforme relação a seguir:

Quadro 20-Relação das Empresas Mexicanas Analisadas

5.4.1. Indicadores das Empresas Mexicanas

Foram aplicados as demonstrações financeiras das quatorze empresas mexicanas os conceitos apresentados para a determinação dos indicadores de situação econômico-financeiro de liquidez e do modelo dinâmico de Michel Fleuriet. Os resultados obtidos foram os seguintes:

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Quadro 21-Indicadores de Liquidez e do Modelo Dinâmico das Empresas Mexicanas

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5.5. Avaliação dos Resultados

Visando a alocação das empresas em grupos tanto para os indicadores tradicionais de liquidez quanto para as classificações resultantes da aplicação do modelo Dinâmico de Fleuriet, determinamos como fatores de analise os pontos que seguem.

5.5.1. Quanto a Liquidez

Na classificação tradicional dos indicadores de liquidez defini-se que empresas que encontram-se com indicadores de liquidez superiores a 1.00 possuem portanto ativos suficientes para suprirem as demandas geradas pelos passivos.

Especificamente com relação ao indicador de liquidez corrente é sabido conforme já comentado anteriormente que índices iguais a 2,0 indicam que mesmo reduzindo seus ativos circulantes em cinqüenta por cento as empresas ainda poderão pagar seus passivos circulantes, sabe-se também que quando os índices forem iguais a 1,0 o capital de giro da empresa será igual à

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zero. Índices de liquidez corrente de 1,5 mostra portanto que para cada $ 1,00 de dívida a empresa possuirá $ 1,50 de ativos.

Com base nisto determinamos as seguintes premissas para a definição dos grupos de enquadramento e comparação ao modelo dinâmico de avaliação de situação econômico-financeiro:

(I) Empresas com Quocientes de Liquidez Corrente próximos de 1,0 foram determinadas como “Pouco Liquidas”

(II) Empresas com Quocientes de Liquidez Corrente próximos de 1,5 foram determinadas como “Liquidas”

(III) Empresas com Quocientes de Liquidez Corrente próximos de 2,0 foram determinadas com “Boa Liquidez”

(IV) Foram expurgados da determinação das medias os indicadores que não condiziam com os demais dos setores de cada pais e que de modo geral eram fruto do inicio das operações das empresas.

5.5.2. Quanto ao Posicionamento no Modelo Dinâmico

Conforme apresentado em capitulo anterior as empresas são classificadas no modelo Dinâmico de Fleuriet de acordo com a relação existente entre as variáveis NCG, CG e T, e são portanto classificadas por tipos de 1 a 6 e definidas como possuindo situação econômico-financeiro Excelentes, Solidas, Insatisfatórias, Alto Risco, Muito Ruim e Péssimas.

Com base nisto determinamos as seguintes premissas para a definição dos grupos de enquadramento e comparação ao modelo tradicional de avaliação de liquidez:

(I) Grupo 1 sendo composto por empresas classificadas como “Excelentes” ou

“Solidas”

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(II) Grupo 2 sendo composto por empresas classificadas como “Insatisfatórias” ou “Auto Risco”

(III) Grupo 3 sendo composto por empresas classificadas como “Muito Ruim” ou Péssima”

5.6. Comparando e Conectando os Resultados e Classificações dos Modelos

Com a determinação das premissas e grupos de enquadramento o resultado esperado para as cento e cinqüenta e três empresas dos setores de energia e tecnologia dos quatro países analisados no período de quatro anos, totalizando um universo maximo de seiscentos e doze indicadores de liquidez (quatro anos para cada uma das cento e cinqüenta e três empresas), visando provar que a avaliação das empresas pela utilização conjunta dos dois modelos apresentados seria o seguinte:

(I) A media dos Indicadores de Liquidez Corrente das empresas de cada pais seria alocada em um dos três grupos determinados (Pouco Liquidas, Liquidas e Boa Liquidez.

(II) A quantidade de ocorrências de classificações das empresas de acordo ao Modelo Dinâmico (Excelentes, Solidas, Insatisfatórias, Alto Risco, Muito Ruins e Péssimas) por pais seria alocada de acordo com os grupos definidos (Grupo 1, Grupo 2 e Grupo 3)

(III) Caso a media dos indicadores de liquidez corrente seja próxima de 1,00 é, portanto determinando que as empresas são “Pouco Liquidas” e a maioria das ocorrências de classificações de acordo com ao Modelo Dinâmico deveria encontrar-se no Grupo 3 ou de Empresas com situação econômico-financeira Muito Ruins ou Péssimas.

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(IV) Caso a media dos indicadores de liquidez corrente seja próxima de 1,50 é, portanto determinando que as empresas são “Liquidas” e a maioria das ocorrências de classificações de acordo com ao Modelo Dinâmico deveria encontrar-se no Grupo 2 ou de Empresas com situação econômico-financeira Insatisfatórias ou Alto Risco.

(V) Caso a media dos indicadores de liquidez corrente seja próxima de 2,00 é, portanto determinando que as empresas possuem “Boa Liquidez” e a maioria das ocorrências de classificações de acordo com ao Modelo Dinâmico deveria encontrar-se no Grupo 1 ou de Empresas com situação econômico-financeira Excelentes ou Solidas.

(VI) Apesar de terem sido calculados também os indicadores de liquidez geral e seca para todas as empresas, foi utilizado para efeito de comparação entre os modelos o indicador de liquidez corrente por ser o indicador mais utilizado e também por este ser menos afetado com relação ao segmento de negocio ou setor das empresas, os índices de liquidez geral e seca são diretamente influenciados pelo volume de ativos permanentes e pelo giro dos estoques.

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Apresentamos a seguir os quadros resumo dos resultados das analises comparativas com base nos fatores determinantes anteriormente expostos:

Quadro 22-Resultados Comparativos para Empresas Argentinas

A media das empresas Argentinas encontra-se com liquidez corrente de 1,13, o que as enquadra no grupo das empresas “Pouco Liquidas”

do ponto de vista da classificação pelo modelo de indicadores de liquidez.

Na segmentação de acordo com os critérios definidos para a determinação dos grupos a maioria das empresas correspondendo cinqüenta e três por cento do total se encontra no grupo 3 (Muito Ruim ou Péssima).

As resultantes dos enquadramentos nos dois modelos são compatíveis e é possível, portanto afirmar-se que o modelo proposto de avaliação conjunta de situação econômico-financeira das organizações pela utilização do modelo de Estático dos Indicadores de Liquidez e pelo Modelo Dinâmico de Michel Fleuriet funciona e é aplicável para as empresas Argentinas dos setores de Energia e Tecnologia.

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Quadro 23-Resultados Comparativos para Empresas Brasileiras

A media das empresas Brasileiras encontra-se com liquidez corrente de 1,57, o que as enquadra no grupo das empresas “Liquidas” do ponto de vista da classificação pelo modelo de indicadores de liquidez.

Na segmentação de acordo com os critérios definidos para a determinação dos grupos a maioria das empresas correspondendo trinta e oito por cento do total se encontra no grupo 2 (Insatisfatórias ou Alto Risco).

As resultantes dos enquadramentos nos dois modelos são compatíveis e é possível, portanto afirmar-se que o modelo proposto de avaliação conjunta de situação econômico-financeira das organizações pela utilização do modelo de Estático dos Indicadores de Liquidez e pelo Modelo Dinâmico de Michel Fleuriet funciona e é aplicável para as empresas Brasileiras dos setores de Energia e Tecnologia.

Quadro 24-Resultados Comparativos para Empresas Chilenas

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A media das empresas Chilenas encontra-se com liquidez corrente de 1,62, o que as enquadra no grupo das empresas “Liquidas” do ponto de vista da classificação pelo modelo de indicadores de liquidez.

Na segmentação de acordo com os critérios definidos para a determinação dos grupos a maioria das empresas correspondendo quarenta e três por cento do total se encontra no grupo 2 (Insatisfatórias ou Alto Risco).

As resultantes dos enquadramentos nos dois modelos são compatíveis e é possível, portanto afirmar-se que o modelo proposto de avaliação conjunta de situação econômico-financeira das organizações pela utilização do modelo de Estático dos Indicadores de Liquidez e pelo Modelo Dinâmico de Michel Fleuriet funciona e é aplicável para as empresas Chilenas dos setores de Energia e Tecnologia.

Quadro 25-Resultados Comparativos para Empresas Mexicanas

A media das empresas Mexicanas encontra-se com liquidez corrente de 1,89, o que as enquadra no grupo das empresas com “Boa Liquidez”

do ponto de vista da classificação pelo modelo de indicadores de liquidez.

Na segmentação de acordo com os critérios definidos para a determinação dos grupos a maioria das empresas correspondendo cinqüenta e nove por cento do total se encontra no grupo 1 (Excelentes ou Solidas).

As resultantes dos enquadramentos nos dois modelos são compatíveis e é possível, portanto afirmar-se que o modelo proposto de avaliação conjunta de situação econômico-financeira das organizações pela utilização do modelo de Estático dos Indicadores de Liquidez e pelo Modelo

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Dinâmico de Michel Fleuriet funciona e é aplicável para as empresas Mexicanas dos setores de Energia e Tecnologia.

Ficou claro, portanto que a aplicação conjunta dos dois modelos de indicares de liquidez e dinâmico nas empresas dos quatro países elegidos para este estudo apresentam resultados compatíveis e complementares para uma avaliação mais efetiva da situação estrutural das organizações.

A aplicação dos modelos conjuntamente sobre as demonstrações financeiras de empresas Brasileiras já havia sido realizada em estudos anteriores e, portanto já era esperado um resultado positivo neste estudo, principalmente pelo fato do modelo dinâmico do professor Michel Fleuriet haver sido criado especificamente para empresas da economia brasileira. Contudo a mesma aplicação e veracidade dos resultados em demonstrações financeiras de empresas de outros países não possuíam embasamento por aplicação e não era sabido se teria o mesmo resultado. Fico comprovado que também se aplica de maneira positiva as demais nações da America Latina.

Conforme comentado anteriormente o foco deste estudo era propor um modelo de analise conjunta de ambos os modelos, e os resultados obtidos pela avaliação dos indicadores das cento e cinqüenta e três empresas dos setores de tecnologia e energia da Argentina, Brasil, Chile e México comprovou a relevância do modelo dinâmico de avaliação do capital de giro.

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