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Contabilidade e Planejamento Tributário

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Contabilidade e Planejamento Tributário

AULA - PIS e COFINS – MODALIDADE CUMULATIVA E NÃO CUMULATIVA

Legislação do PIS e COFINS

LC 07/1970 (PIS) - Cobrança do PIS LC 08/1970 (PASEP) - Cobrança do PASEP LC 70/1991 (COFINS) - Cobrança da COFINS

Lei 10.485/2002 - Alteração de base de cálculo do PIS e COFINS de algumas atividades.

Lei 10.637/2002 - Não-cumulatividade do PIS/PASEP Lei 10.833/2003 - Não-cumulatividade da COFINS

Lei 10.865/2004 - Institui a cobrança do PIS e COFINS sobre os produtos de importação.

CRÉDITOS DE PIS E COFINS ADMISSÍVEIS NA NÃO-CUMULATIVIDADE

De acordo com o art. 3º da Lei 10.637/2002 e 10.833/2003, a pessoa jurídica poderá descontar créditos calculados com relação a:

1. Bens adquiridos para revenda, exceto em relação às mercadorias e aos produtos adquiridos com substituição tributária ou submetidos á incidência monofásica da COFINS.

2. Bens e serviços utilizados como insumo na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes, com as vedações previstas.

3. Energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica.

4. Aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos, pagos a pessoa jurídica, utilizados nas atividades da empresa.

5. valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica, exceto de optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES.

6. Depreciação de máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado adquiridos para utilização na produção de bens destinados à venda, ou na prestação de serviços.

7. Depreciação em edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa.

8. Bens recebidos em devolução, cuja receita de venda tenha integrado faturamento do mês ou de mês anterior, e tributada pela COFINS não cumulativa.

9. Armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda, nos casos 1 e 2 acima, quando o ônus for suportado pelo vendedor.

NÃO GERA CRÉDITOS DE PIS E COFINS ADMISSÍVEIS NA NÃO- CUMULATIVIDADE

I - de mão-de-obra paga a pessoa física; e

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II - da aquisição de bens ou serviços não sujeitos ao pagamento da

contribuição, inclusive no caso de isenção, esse último quando revendidos ou utilizados como insumo em produtos ou serviços sujeitos à alíquota 0 (zero), isentos ou não alcançados pela contribuição.

Base: artigo 43 e 45 da Lei 11.196/2005, que altera a redação do inciso VI do art. 3 da Lei 10.833 e a redação do inciso VI e § 13 do art. 3 da Lei 10.637/2002.

BASE DE CÁLCULO

Modalidade Não Cumulativa (Com direito a Crédito)

A base de cálculo das contribuições é o valor do faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente da sua denominação ou classificação contábil. O total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica (art. 1º das Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003).

Modalidade Cumulativa (Sem direito a Crédito)

A base de cálculo das contribuições é o valor do faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica decorrente de sua atividade econômica principal e secundária. (Art. 1º Lei 9.718/98, alterado pelo art. 39 Lei 11.941/09)

Da base de cálculo da contribuição, serão excluídos os valores relativos (§§ 2º e 3º do art. 1º das Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003):

a) às receitas isentas da contribuição ou não alcançadas pela incidência ou sujeitas à alíquota zero;

b) às receitas não operacionais, decorrentes da venda de Ativo Permanente (atualmente Ativo Não Circulante);

c) às receitas auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;

d) às vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos;

e) às reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de novas receitas ao resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e aos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita; e

f) decorrentes de transferência onerosa, a outros contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, de créditos de ICMS originados de operações de exportação, conforme o disposto no inciso II do § 1º do art. 25 da Lei Complementar nº 87/1996 .

As reduções das alíquotas para zero:

I - Lei nº 10.865, de 2004, arts. 8º e 38, alterados pelas Leis nºs

10.925, de 2004, 11.033, de 2004, 11.196, de 2005, e 11.727, de

2008, art. 6º: importação e comercialização de livros, comercialização

de produtos hortículas, frutas e ovos etc.;

(3)

II - Lei nº 10.996, de 2004, art.2º: vendas para a Zona Franca de Manaus;

III - Decreto nº 6.426, de 2008: importação e comercialização de produtos químicos e farmacêuticos elencados;

IV - Decreto nº 5.442, de 2005: receitas financeiras auferidas por pessoas jurídicas sujeitas ao regime não-cumulativo;

V - Decreto nº 5.171, de 2004, alterado pelo Decreto nº 5.286, de 2004: importação e comercialização de peças para embarcações, papel para jornal, papeis, produtos para indústria cinematográfica, audiovisual e radiodifusão, aeronaves e suas partes e peças etc. Vide o § 12 do art. 8º da Lei nº 10.865, de 2004;

VI - Decreto nº 5.630, de 2005, e Decreto nº 6.461, de 2008:

importação e comercialização de adubos, fertilizantes, defensivos agropecuários, sementes, mudas, corretivo de solo, feijão, arroz, farinha, leite em pó etc.

VII - Lei nº 11.484, de 2007, art. 3º e Decreto nº 6.233, de 2007, IN nº 852, de 2008: receita da venda de máquinas e equipamentos adquiridos por pessoa jurídica beneficiária do PADIS e incidentes na importação de máquinas e equipamentos pela beneficiária do PADIS;

VIII - Lei nº 11.484, de 2007, art. 4º: receita da venda de eletrônicos semicondutores, mostradores de informação e projetos (design) pelas empresas beneficiárias do PADIS;

IX - Lei nº 11.484, de 2007, arts. 14 e 15 e Decreto nº 6.234, de 2007, IN nº 853, de 2008: receitas de vendas de máquinas e equipamentos adquiridos por pessoa jurídica beneficiária do PATVD e receitas de vendas de equipamentos transmissores por empresa beneficiária do PATVD;

X - Decreto nº 6.633, de 2008: veículos e embarcações novos adquiridos pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal para transporte escolar de educação básica pública;

XI - Decreto 6.426/2008: receita da venda e importação de diversos produtos químicos;

XII - Lei 11.774/2008, art. 3º: receita de venda de materiais e equipamentos, inclusive partes, peças e componentes, destinados ao emprego na construção, conservação, modernização, conversão ou reparo de embarcações registradas ou pré-registradas no Registro Especial Brasileiro;

XIII - Lei 11.774/2008, art. 3º: receita de venda de produtos classificados na posição 87.13 da NCM;

XIV - Lei 11.774/2008, art. 6º: receita de vendas de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos, destinados ao ativo imobilizado da pessoa jurídica com as atividades elencadas nos incisos I e II do art. 2º da Lei nº 11.484, de 2007 (beneficiária do PADIS);

XV - Lei nº 11.787, de 2008, art. 1º: receita de venda de trigo e

farinha de trigo.

(...)

(4)

Suspensão da exigência de PIS e COFINS sobre as receitas das vendas de bens, entre elas:

I - Lei nº 10.925, de 2004, art. 9º: produtos in natura de origem vegetal de cerealista nas condições elencadas;

II - Lei nº 10.925, de 2004, § 3º do art. 15 na redação do art. 29 da Lei nº 11.051, de 2004: produtos in natura de origem vegetal das pessoas jurídicas rurais ou cooperativas agroindustriais:

III - Lei nº 11.196, de 2005, art. 49, Decreto nº 6.127, de 2007 e IN nº 773, de 28-08-07: material de embalagem para exportação;

IV - Lei nº 11.196, de 2005, art. 48: desperdícios, resíduos ou aparas;

V - Lei nº 11.196, de 2005, art. 55 e Decreto nº 5.881, de 2006:

receita da venda ou importação de máquinas e equipamentos utilizados na fabricação de papeis para jornais ou periódicos;

VI - Lei nº 11.196, de 2005, art. 55: venda de máquinas e equipamentos utilizados na fabricação de papeis destinados à impressão de jornais ou de papeis classificados nos códigos da TIPI elencados, destinados à impressão de periódicos, será efetuada com suspensão de PIS e COFINS, quando os referidos bens forem adquiridos por pessoa jurídica industrial para incorporação ao seu ativo imobilizado, desde que observadas as condições do art. 55 e seus parágrafos;

VII - Lei nº 11.488, de 2007, art. 3º e Decretos nºs 6.144 e 6.167, de 2007: venda ou importação de máquinas e equipamentos e materiais de construção utilizados em obras de infra-estrutura (incentivo para o REIDI);

VIII - Lei n º 11.488, de 2007, art. 4º e Decretos nºs 6.144 e 6.167, de 2007: venda ou importação de serviços destinados a obras de infra- estrutura (incentivo para o REIDI);

IX - Lei nº 11.727, de 2008, art. 4º: receita de aluguel de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos para utilização em obras de infra-estrutura contratado por beneficiário do REIDI;

X - Lei nº 10.865, de 2004, art. 40, e Lei nº 11.488, de 2007, art. 31:

receitas de frete contratado nas condições elencadas;

XI - Lei nº 11.033, de 2004, art. 14 e Lei nº 11.726, de 2008, art. 1º:

venda de máquinas e outros bens para beneficiária do REPORTO ou importação por esta;

XII - Lei nº 11.727, de 2008, art. 11: venda de cana-de-açúcar para produtora de álcool no regime não-cumulativo;

XIII - Lei nº 11.732, de 2008, art. 1º: importação e aquisição de bens e

serviços por empresa autorizada a operar em ZPE;

(5)

XIV - Lei 11.774/2008, art. 2º: receita de venda de óleo combustível elencado, destinado à navegação de cabotagem e de apoio portuário e marítimo, para pessoa jurídica previamente habilitada, nos termos e condições a serem fixados pela Receita Federal;

XV - Lei 11.774/2008, art.3º: receitas de fretes, bem como as receitas auferidas pelo operador de transporte multimodal, relativas a frete contratado pela pessoa jurídica preponderantemente exportadora, no mercado interno para o transporte dentro do território nacional de matérias-primas e produtos destinados a pessoa jurídica preponderantemente exportadora;

XVI - Lei 11.774/2008, art. 5º: receita de venda, quando adquiridos pelos beneficiários do REPORTO, em relação aos bens utilizados na execução de serviços de transporte de mercadorias em ferrovias e aos trilhos e demais elementos de vias férreas, relacionados ao Poder Executivo. O art. 5º estendeu os benefícios do REPORTO.

São isentas do PIS/Pasep e da Cofins as receitas:

I – dos recursos recebidos a título de repasse, oriundos do Orçamento Geral da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, pelas empresas públicas e sociedades de economia mista;

II – da exportação de mercadorias para o exterior;

III – dos serviços prestados a pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior, cujo pagamento represente ingresso de divisas;

IV – do fornecimento de mercadorias ou serviços para uso ou consumo de bordo em embarcações e aeronaves em tráfego internacional, quando o pagamento for efetuado em moeda conversível. ( Observado que a partir de 10 de dezembro de 2002, não se aplica à hipótese de fornecimento de querosene de aviação)

V – do transporte internacional de cargas ou passageiros;

VI – auferidas pelos estaleiros navais brasileiros nas atividades de construção, conservação, modernização, conversão e reparo de embarcações pré-registradas ou registradas no Registro Especial Brasileiro (REB), instituído pela Lei n

o

9.432, de 8 de janeiro de 1997;

VII – de frete de mercadorias transportadas entre o País e o exterior pelas embarcações registradas no REB, de que trata o art. 11 da Lei n

o

9.432, de 1997;

VIII – de vendas realizadas pelo produtor-vendedor às empresas comerciais exportadoras nos termos do Decreto-Lei n

o

1.248, de 29 de novembro de 1972, e alterações posteriores, desde que destinadas ao fim específico de exportação para o exterior; e

IX – de vendas, com fim específico de exportação para o exterior, a empresas exportadoras registradas na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

X - decorrentes de comercialização de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de

embalagem, produzidos na Zona Franca de Manaus para emprego em processo de industrialização

por estabelecimentos industriais ali instalados e consoante projetos aprovados pelo Conselho de

Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

(6)

( INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 247, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2002 , Art. 46.

As receitas decorrentes da venda de energia elétrica pela Itaipu Binacional, são isentas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins a que se referem às Leis nºs 10.637, de 30 de dezembro de 2002, 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e 10.865, de 30 de abril de 2004.

São isentas da Cofins as receitas relativas às atividades próprias das seguintes entidades : I - templos de qualquer culto;

II - partidos políticos;

III - instituições de educação e de assistência social a que se refere o art. 12 da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997;

IV - instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural, científico e as associações, a que se refere o art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997;

V - sindicatos, federações e confederações;

VI - serviços sociais autônomos, criados ou autorizados por lei;

VII - conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas;

VIII - fundações de direito privado e fundações públicas instituídas ou mantidas pelo Poder Público;

IX - condomínios de proprietários de imóveis residenciais ou comerciais; e

X - a Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB e as Organizações Estaduais de Cooperativas previstas no art. 105 e seu § 1º da Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.

INCIDÊNCIA MONOFÁSICA - Os produtos sujeitos ao tratamento tributário diferenciado em relação ao PIS/PASEP e à COFINS são:

a) Gasolina, óleo diesel, gás liquefeito de petróleo, querosene de aviação e nafta petroquímica;

b) Biodiesel;

c) Álcool, inclusive para fins carburantes;

d) Veículos, máquinas, autopeças, pneus novos de borracha e câmaras-de-ar de borracha;

e) Medicamentos, produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal;

f) Bebidas frias.

Receitas sujeitas ao regime cumulativo, Independente de ser lucro real ou presumido:

Estão sujeitos ao regime cumulativo:

a) as receitas decorrentes das operações:

a.1) sujeitas à substituição tributária das contribuições;

a.2) de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, bem como dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados, no caso de pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores, no que se refere às operações;

b) as receitas decorrentes de prestação de serviços de telecomunicações;

c) as receitas decorrentes de venda de jornais e periódicos e de prestação de serviços das

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empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;

d) as receitas das pessoas jurídicas integrantes do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE) submetidas ao regime especial de tributação;

e) as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 31.10.2003:

e.1) com prazo superior a 1 ano, de administradoras de planos de consórcios de bens móveis e imóveis, regularmente autorizadas a funcionar pelo Banco Central;

e.2) com prazo superior a 1 ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços;

e.3) de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços contratados com pessoa jurídica de direito público, empresa pública, sociedade de economia mista ou suas subsidiárias, bem como os contratos posteriormente firmados decorrentes de propostas apresentadas, em processo licitatório, até aquela data;

f) as receitas decorrentes de prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário, metroviário, ferroviário e aquaviário de passageiros;

g) as receitas decorrentes de serviços:

g.1) prestados por hospital, pronto-socorro, clínica médica, odontológica, de fisioterapia e de fonoaudiologia, e laboratório de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas; e g.2) de diálise, raios X, radiodiagnóstico e radioterapia, quimioterapia e de banco de sangue;

h) as receitas decorrentes de prestação de serviços de educação infantil, ensinos fundamental e médio e educação superior;

i) as receitas decorrentes de vendas de mercadorias realizadas pelas lojas francas em aeroportos e portos para venda de mercadoria nacional ou estrangeira a passageiros de viagens internacionais, saindo do País ou em trânsito;

j) as receitas decorrentes de prestação de serviço de transporte coletivo de passageiros, efetuado por empresas regulares de linhas aéreas domésticas, e as decorrentes da prestação de serviço de transporte de pessoas por empresas de táxi aéreo;

k) as receitas auferidas por pessoas jurídicas, decorrentes da edição de periódicos e de informações neles contidas, que sejam relativas aos assinantes dos serviços públicos de telefonia;

l) as receitas decorrentes de prestação de serviços com aeronaves de uso agrícola inscritas no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB);

m) as receitas decorrentes de prestação de serviços das empresas de call center, telemarketing, tele cobrança e de tele atendimento em geral;

n) as receitas decorrentes da execução por administração, empreitada ou sub empreitada, de

obras de construção civil, até 31.12.2015 (Lei nº 11.434/2006 , art. 7º , Lei nº 11.945/2009 ,

art. 17 e Lei nº 12.375/2010 , art. 8º );

(8)

o) as receitas auferidas por parques temáticos e as decorrentes de serviços de hotelaria e de organização de feiras e eventos, conforme definido em ato conjunto dos Ministérios da Fazenda e do Turismo;

p) as receitas decorrentes da prestação de serviços postais e telegráficos prestados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Lei nº 10.925/2004 , art. 5º );

q) as receitas decorrentes de prestação de serviços públicos de concessionárias operadoras de rodovias (Lei nº 10.925/2004 , art. 5º );

r) as receitas decorrentes da prestação de serviços das agências de viagem e de viagens e turismo (Lei nº 10.925/2004 , art. 5º );

s) as receitas auferidas por empresas de serviços de informática, decorrentes das atividades de desenvolvimento de software e o seu licenciamento ou cessão de direito de uso, bem como de análise, programação, instalação, configuração, assessoria, consultoria, suporte técnico e manutenção ou atualização de software, compreendidas ainda como softwares as páginas eletrônicas (Lei nº 11.051/2004 , art. 25 );

Nota

Essa receita não alcança a comercialização, licenciamento ou cessão de direito de uso de software importado (Lei nº 10.833/2003 , art. 10 , § 2º).

t) as receitas relativas às atividades de revenda de imóveis, desmembramento ou loteamento

de terrenos, incorporação imobiliária e construção de prédio destinado à venda, quando

decorrentes de contratos de longo prazo firmados antes de 31.10.2003 (alteração introduzida

pela Lei nº 11.196/2005 , com vigência a partir de 14.10.2005).

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