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Escola, Currículo e Sociedade

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Academic year: 2021

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Currículo: múltiplas interpretações

Material Teórico

Responsável pelo Conteúdo: Profa. Ms. Janaina Pinheiro Vece

Profa. Ms. Simone Dias da Silva Revisão Textual:

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• Currículo: diferentes abordagens, tipos e níveis

Na unidade II, vamos conhecer o caráter ideológico e cultural do currículo escolar e de sua construção que ocorre a partir de múltiplos fatores sociais. Na sequência são apresentadas algumas interpretações de currículo que se constituem em diferentes tipos, níveis e categorias. Nosso objetivo é que você execute as atividades com autonomia a partir da leitura dos textos disponibilizados, na participação no fórum de discussão, no acompanhamento da videoaula e no acesso à atividade de sistematização que é composta por questões de autocorreção. Solicite ajuda do tutor em qualquer situação. Lembre-se que o seu desempenho depende de uma rotina de estudo organizada e principalmente da sua dedicação!

·Nesta unidade o tema abordado trata das múltiplas interpretações sobre o conceito de currículo. Considerando que a compreensão conceitual demanda de crenças e concepções educacionais, observamos muitas divergências de ideias a esse respeito.

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Contextualização

Leia a charge:

Quino

Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. Trata-se de uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais.

Considerando a afirmação acima e a indignação que a personagem Mafalda expressa no desfecho de um momento de curiosidade e descoberta, percebe-se que na situação de aprendizagem ilustrada na charge a transmissão de conhecimentos representa uma concepção de ensino, o que nos remete a temática da Unidade II, as múltiplas interpretações de currículo.

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Informação

Esta unidade de estudo – Currículo: múltiplas interpretações – destaca o caráter ideológico e cultural do currículo escolar e sua construção que ocorre a partir de múltiplos fatores sociais. Na sequência apresenta algumas interpretações e abordagens de currículo que se apresentam em diferentes tipos, níveis e categorias. Ao final é apresentado um conceito de currículo escolar plural e integrado em torno das suas principais características.

Durante leitura, aproveite para registrar os aspectos que achar mais importantes e as dúvidas que surgirem.

Boa leitura!

Introdução

O currículo escolar se constitui e se institui no conflitante campo dos debates sobre o pensar e fazer, sobre o ensinar e o aprender.

O currículo é um campo permeado de ideologia, relações de poder e também é inseparável da cultura. Tanto a teoria educacional tradicional quanto a teoria crítica veem no currículo uma forma institucionalizada de transmitir a cultura de uma sociedade.

Esse encontro entre a ideologia e cultura se dá em meio a relações de poder na sociedade. Por isso, o currículo se torna um terreno propício para a transformação ou manutenção das relações de poder e, portanto, nas mudanças sociais.

Deve-se considerar ainda que o currículo se refere a uma realidade histórica, cultural e socialmente determinada, e se reflete em procedimentos didáticos e administrativos que condicionam sua prática e teorização.

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Sacristán (1998) afirma que:

O currículo é a ligação entre a cultura e a sociedade exterior à escola e à educação, entre o conhecimento e cultura herdados e a aprendizagem dos alunos; entre a teoria – ideias, suposições e aspirações – e a prática possível, dadas determinadas condições. (SACRISTÁN, 1998, p.61)

O conceito de currículo é passível de múltiplas interpretações e perspectivas já que sua construção está intimamente ligada ao sujeito em processo de aprendizagem e ao universo de conhecimento. O currículo não é como normalmente o que se pensa – uma relação de disciplinas ou uma lista de coisas a serem ensinadas -, é antes de tudo uma construção cultural e para sua eficiência e contribuição social dever ter aplicabilidade e apresentar resultados.

O currículo torna-se um conceito polissêmico pelas diferentes formas como é encarado, ao longo do tempo e de diferentes formas em função do contexto social, econômico e cultural da sociedade a que se destina.

McNeil (2001) apresenta as diferentes concepções de currículo por meio de uma classificação em quatro abordagens distintas:

I. Currículo Acadêmico

Dentre as orientações curriculares é a que possui maior tradição histórica. Sua abordagem baseia-se, principalmente, na estrutura do conhecimento, como um patrimônio cultural, transmitido às novas gerações.

As disciplinas clássicas consagradas pela ciência representam ideias e valores que resistiram ao tempo e às mudanças socioculturais.

Segundo McNeil (2001) a finalidade da educação, segundo o currículo acadêmico, é a transmissão dos conhecimentos vistos pela humanidade como algo inquestionável e principalmente como uma verdade absoluta. À escola, cabe desenvolver o raciocínio dos alunos para o uso das ideias e processos mais proveitosos ao seu progresso.

Currículo: diferentes abordagens, tipos e níveis

Foto: stockfreeimages.com

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II. Currículo Humanístico

Tem como base teórica a tendência educacional denominada Escola Nova esta abordagem defende que o currículo necessita levar em consideração a realidade dos alunos.

Para McNeil (2001), o currículo com ênfase humanística o foco se desloca do conteúdo disciplinar para o indivíduo. O aluno é visto como um ser individual, dotado de uma identidade pessoal que precisa ser descoberta, construída e ensinada. O currículo tem a função de propiciar experiências gratificantes, de modo a desenvolver sua consciência para a libertação e auto realização.

II. Currículo Tecnológico

Tem sua base na tendência tecnicista, o comportamento e o aprendizado são moldados pelo professor, o detentor do conhecimento, cabe a ele planejar, programar e controlar o processo educativo; ao aluno, agente passivo, compete absorver a eficiência técnica para atingir todos os objetivos propostos.

O currículo tecnológico, concebido fundamentalmente como método, tem como função identificar meios eficientes, programas e materiais para alcançar resultados previamente determinados. É expresso de várias formas: levantamento de necessidades, plano escolar sistêmico, instrução programada, sequências instrucionais e avaliação por desempenho.

McNeil (2001) destaca que na perspectiva tecnológica de currículo a educação consiste na transmissão de conhecimentos, comportamentos éticos, práticas sociais e habilidades que propiciem o controle social.

III. Currículo Reconstrucionista Social

Tem como concepção teórica e metodológica a tendência histórico-crítica e tem como objetivo principal a transformação social e a formação crítica do sujeito.

Para McNeil (2001) o reconstrucionismo social concebe homem e mundo de forma interativa, que a sociedade injusta e alienada pode ser transformada à medida que o sujeito por meio da reflexão e consciência crítica se assumindo como autor de seu próprio destino.

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Nesta perspectiva, a educação, é o agente social que promove mudanças. A visão social da educação e currículo consiste em provocar no indivíduo atitudes reflexivas sobre si e sobre o contexto em que está inserido, objetivando a intervenção consciente e libertadora sobre si e a realidade, de modo a alterar a ordem social.

Sintetizando

Antes, porém, de analisarmos os demais aspectos sobre o currículo, examinaremos o tema central das discussões – o currículo escolar.

Não há um consenso sobre o que é currículo, Moreira (1997 p.11) esclarece que isso ocorre por ser um conceito complexo, porém ressalta que as definições de currículo geralmente abrangem – um conhecimento escolar e experiências de aprendizagem.

No enfoque de conhecimento escolar, o currículo é o conhecimento tratado pedagógica e didaticamente pela escola e que deve ser aprendido e aplicado pelo aluno. Já no enfoque das

experiências de aprendizagem, o currículo passa a significar o conjunto de experiências a serem

vividas pelo educando sob a orientação da escola.

De modo geral, pode-se tentar enquadrar o significado de currículo escolar em duas perspectivas:

I. O currículo é identificado como um plano estruturado e organizado cuja elaboração deve seguir duas regras: a previsão e a precisão dos resultados.

II. O currículo representa um conjunto de experiências educativas, identificando-se como uma ideia em permanente construção e reformulação.

Na primeira perspectiva, o currículo é identificado como um conjunto de conteúdo a ensinar e como um plano de ação, correspondendo a um plano de estudos ou a um programa, estruturado e organizado a partir de objetivos, conteúdos e atividades. Na segunda perspectiva, o currículo assume propósitos flexíveis e refere-se ao conjunto de experiências educativas vividas pelos alunos no contexto escolar, numa proposta global do currículo ao contexto em que ele é desenvolvido, valorizando o papel do educador e educando, tendo em conta a importância de considerar suas experiências, saberes, atitudes e crenças.

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I. Currículo Formal

Este nível refere-se ao currículo estabelecido pelos sistemas de ensino, é expresso em diretrizes curriculares, objetivos e conteúdos das áreas e disciplinas. É o currículo prescrito que traz institucionalmente conjuntos de diretrizes educacionais como os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997) e o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (1998).

O currículo formal apresenta-se como o currículo vigente e transmitido aos professores na forma de guias de ensino, projetos e livros didáticos.

II. Currículo Real

É o currículo que acontece dentro da sala de aula com professores e alunos a cada dia em decorrência de um projeto pedagógico e dos planos de ensino, corresponde ao currículo operacional.

A passagem entre o que é e o que se deseja, entre o ideal e o real, a teoria e a prática, determina o currículo real.

(...) é a efetivação do que foi planejado, mesmo que nesse caminho do planejar e do executar aconteçam mudanças, intervenção da própria experiência dos professores, decorrentes dos seus valores, crenças, significados. É currículo que sai da prática dos professores, da percepção e do uso que fazem do currículo formal, assim como o que fica na percepção dos alunos. (LIBÂNEO, 2004, p. 172)

III. Currículo Oculto

É o termo utilizado para denominar as influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho dos professores.

O currículo oculto representa tudo o que os alunos aprendem diariamente em várias práticas, atitudes, comportamentos, gestos, percepções, que vigoram no meio social e escolar. O currículo é oculto porque ele não aparece no planejamento do professor, mas sim, nas relações cotidianas.

O currículo oculto é representado pelas influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho do professor proveniente da experiência cultural, dos valores e significados trazidos pelas pessoas de seu meio social e vivenciado na própria escola, ou seja, das práticas e experiências compartilhadas em escola e na sala de aula. (LIBANEO, 2004 p. 172)

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Foto: Peiqianlong

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Segundo Silva (2003), o currículo oculto é constituído por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita para aprendizagens sociais relevantes.

Assim o currículo escolar associa-se a um conjunto de esforços pedagógicos, podemos afirmar que é por intermédio do currículo que as ‘coisas’ acontecem na escola. Dai a necessidade de constantes discussões e reflexões sobre o currículo, tanto o formalmente planejado e desenvolvido quanto o currículo oculto.

De acordo com Sacristán (1998), o currículo escolar define-se a partir da atividade de diferentes profissionais da educação, com competências e características múltiplas de intervenção, dispondo de mecanismos de ação e decisão próprios. Também apresenta outra distinção que ajuda a compreender os diferentes tipos de decisões e práticas que intervém em cada nível de objetivação do currículo. Assim, este autor considera:

a. Currículo prescrito: conjunto de prescrições ou orientações gerais definidas a nível oficial;

b. Currículo apresentado: conjunto de materiais pedagógicos, tais como guias de ensino e livros didáticos, elaborado com o objetivo de traduzir para os professores o significado e os conteúdos do currículo prescrito;

c.

Currículo moldado: cada professor molda o currículo com base na sua cultura profissional, nas orientações oficiais e nos conteúdos de guias e materiais didático-pedagógicos; refere-se aos planos de ação elaborados pelos docentes.

d. Currículo em ação: concretização curricular que ocorre com a prática pedagógica em sala de aula. É o fazer pedagógico propriamente dito.

e. Currículo realizado: o que é possível e passível de ser efetivado no período letivo e que se traduz nas aprendizagens dos alunos em relação aos conhecimentos trabalhos nas instituições educativas.

f. Currículo avaliado: evidencia a relação entre currículo e as avaliações realizadas, pois trata do currículo formulado para atender as expectativas dos processos internos e externos de avaliação.

Um currículo educacional não existe fora do contexto histórico social ao qual ele se destina. A política e os mecanismos educacionais intervêm na modelação do currículo e em determinadas concepções de educação.

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Na década de 1990, a educação brasileira passou por transformações impactantes e necessárias para atender as solicitações sociais e educacionais. A promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e do Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNEI) causaram um grande movimento pela reorganização curricular do ensino no país, sendo as discussões a respeito das múltiplas concepções de currículo palco destas mudanças.

Mudanças na proposta curricular acarretam prescrições mínimas e diretrizes curriculares, isso implica regulações nos conteúdos, nas aprendizagens básicas e nas orientações pedagógicas que podem ser complementadas por uma parte diversificada para atender a heterogeneidade cultural, mas não substituídas.

O currículo prescrito impõe conteúdos mínimos na intenção de respeitar a igualdade de oportunidades de aprendizagem na rede pública e privada de ensino, mas a concretização da uma reorganização curricular dentro dos sistemas supõe condicionar o ensino, ou seja, mediar às mudanças prescritas.

Mesmo após um longo período desde a elaboração dos PCN (1997) e do RCNEI (1998), as escolas ainda buscam organizar seus planos de ensino procurando atender as prescrições e orientações desses documentos, pois tais documentos não apresentam currículos prontos para orientar as escolas e seus professores quanto ao que e como ensinar.

Além disso, pesquisas têm apontado para a enorme distância existente entre currículos prescritivos (os dos documentos oficiais) e currículos reais (os da sala de aula, que os professores realizam), como também entre a realidade vivida pelos alunos e os conteúdos que constituem os currículos escolares.

Esta distância ocorre, principalmente, pelo processo de globalização dos últimos anos e pelo avanço tecnológico. Daí, a necessidade de regulações nos currículos prescritos tendo como base as demandas sociais e os interesses e necessidades dos alunos e da comunidade escolar.

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Em Síntese

Currículo Prescrito

• Oficial.

Pense

Qual a melhor interpretação de currículo de acordo com suas concepções de ensino?

Currículo Apresentado

• Guias de ensino e livros didáticos.

Currículo Moldado

• Planos de ação dos docentes.

Currículo Ação

• Fazer pedagógico em sala de aula.

Currículo Realizado

• Aprendizagem dos alunos.

Currículo Avaliado

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Sabemos que há várias interpretações para currículo e assumindo um conceito plural e integrado, atualmente a proposta de Gaspar e Roldão (2007) torna-se mais coerente ao apresentar uma síntese em torno de quatro grandes características do conceito de currículo centrado nos:

I.

Resultados da aprendizagem – o conceito de currículo implica numa função de

medição procurando atingir fins mensuráveis, constituindo-se numa sequência de objetivos com foco nos resultados a serem obtidos;

II. Conteúdos a ensinar – currículo entendido como um conteúdo programático organizado em planos de ensino com caráter permanente;

III. Processos de aprendizagem – currículo como um projeto que se constrói e reconstrói, tendo por finalidade o desenvolvimento e a promoção de relações pessoais e sociais;

IV. Meios para aprender – o currículo entendido como um conjunto de materiais de estudo para aprendizagem, como um recurso que possibilita sua visibilidade e aplicabilidade.

Nesta perspectiva o currículo, sobretudo é um plano que resulta de um modelo explicativo para o que deve ser ensinado e aprendido, a partir de indagações como:

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em três níveis de abordagem do conceito:

Fato – currículo num formato prescritivo; Práxis – currículo que se atualiza por meio

da reflexão e práticas que o constroem e reformulam de forma interativa;

Interação – currículo que está entre o

prescrito (fato) e o vivido (práxis), mediado pelas reflexões e interações dos envolvidos no processo educativo.

Visto como uma prática, o currículo traz então, outras perspectivas diante de uma visão mais pedagógica, justamente devido ao fato de ser ele o responsável por tudo o que envolva a educação de uma forma geral.

Como destaca Sacristán (2000, p.15), “o currículo é a forma de ter acesso ao conhecimento, não podendo esgotar seu significado em algo estático, mas através das condições em que se realiza como uma forma particular de entrar em contato com a cultura.” O currículo deve ser entendido de uma forma concreta e dinâmica, que necessita de adaptações constantes para sua implementação nos espaços educativos.

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Material Complementar

Aqui você tem acesso a conteúdos complementares ao material da Unidade II. Aproveite para aprofundar e sistematizar seus conhecimentos sobre currículo.

Bom estudo!

Lembre-se, em caso de dúvida não deixe de consultar o tutor!

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No vídeo – Currículo Escolar no Brasil (14:02)

Ederson Granetto entrevista Sônia Penin, Professora da Faculdade de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino e Educação Comparada da USP, sobre currículo escolar no Brasil. Programa transmitido em 16/02/2011 pela TV Univesp.

Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=rXwTGJupORg

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Referências

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9.394, de dezembro de 1996. Brasília, 1996.

_______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

_______. CNE/CEB. Parecer 22/98, discute as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília – DF, 17/12/98. GASPAR, M.I.; ROLDÃO. M. C. Elementos de Desenvolvimento

Curricular. Lisboa: Universidade Aberta, 2007.

LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: teoria e prática. 5ª ed. Goiânia: Alternativa, 2004.

MCNEIL, J. O currículo. Tradução de José Camilo dos Santos Filho. Campinas: Editora, 2001. MOREIRA, A.F.B. (Org.). Currículo: questões atuais. Campinas: Papirus, 1997.

ROLDÃO, M. C. Diferenciação Curricular Revisitada. Conceito, Discurso e Práxis. Porto: Porto Editora, 2003.

SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise da prática? In: PÉREZ GÓMEZ, A. I.; SACRISTÁN, J. Gimeno. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre, Artmed, 1998.

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Campus Liberdade Rua Galvão Bueno, 868 CEP 01506-000

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Referências

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