Nome/Denominação Social PROMORPEC - Agro-Pecuária, Lda. Número de Identificação de Pessoa Coletiva (NIPC) /
Número de Identificação Fiscal (NIF) 503894311
Endereço/Sede Social
Rua RUA CENTRAL
Porta N.º 13
Andar APT. 214
Codigo-Postal (xxxx-xxx) 2420-415
Freguesia BOA VISTA
Concelho Leiria
Distrito Pinhal Litoral
Endereço postal (se diferente da sede)
N.º Telefone 244720600
E-mail [email protected]
Nome José Carlos Gonçalves Silva
Endereço postal Rua Central, n.º 13 Apartado 214, 2420-415 Leiria
N.º Telefone 244720600
E-mail [email protected]
Nome / denominação social Neoamb - Gestão Ambiental,Lda Endereço postal Apartado 27 Ec Marrazes 2416-901 Leiria
N.º Telefone 244870470
N.º telemóvel 914924967
E-mail [email protected]
Nome
-Bilhete de Identidade/Cartão do cidadão
-Habilitações profissionais
-Formulário de Licenciamento
I - Identificação
Identificação do industrial/proponente/operador
Identificação do representante do industrial/Proponente/Operador (pessoa de contato)
Identificação do responsável técnico do projeto
Designação do estabelecimento/instalação/projeto PROMORPEC - Herdade da Calada
Rua Rua da Calada - Coutada Velha
Porta Andar Codigo-Postal 2130-225 Freguesia Benavente Concelho Benavente Distrito Santarém
Contatos
N.º Telefone 244720600 N.º Telemóvel E-mail [email protected]Listagem dos regimes conexos aplicáveis PCIP - PCIP- renovação;
Área coberta 12756,85
Área impermeabilizada não Coberta (parques, estradas,
etc) 55440
Área total 167250
Nº de trabalhadores 7
Nº de turnos diários em regime de funcionamento
normal 1
Nº dias laboração/semana 7
Nº dias laboração/ano 356
Períodos de paragem anual pré-estabelecidos 0 Descrição das variações ao regime de funcionamento, no caso de instalações/estabelecimentos com funcionamento sazonal
Não aplicável
Identificação/Localização do estabelecimento/instalação/projeto
Identificação dos regimes jurídicos aplicáveis
II - Memória descritiva
Área (em m2) do estabelecimento/instalação/projeto
Regime de laboração
Classificação CAE (Rev. 3)
Data de início Capacidade instalada
Em laboração desde
Laboração prevista a
partir de Valor Unidades
Primário 01460 - Suinicultura 01/04/1990 5560 Porcos
Documentos necessários para verificar conformidade com os Instrumentos de Gestão Territorial
(comprovativo de informação prévia favorável, aprovação de arquitetura) e com os instrumentos de ordenamento do espaço marítimo, quando aplicável. No caso do regime ICN pode ser apresentada a
identificação do Pedido de Informação Prévio (PIP) efetuado junto da Câmara Municipal territorialmente competente
A instalação é muito antiga, existindo licenças de obras de 1977. Não está em REN ou RAN. Tem deliberação de interesse municipal, devido ao índice máximo de utilização, ao abbrigo do Decreto-Lei n.º 165/2014.
Indicação da(s) Tipologia(s) da área de localização da
instalação/estabelecimento quanto ao uso previsto Zona Rural
Confrontações da Instalação/Estabelecimento
Norte António Manuel Moisés de Almeida
Sul António Manuel Moisés de Almeida
Este Caminho público
Oeste António Manuel Moisés de Almeida
Indicação da distância do perímetro do estabelecimento relativamente às áreas residenciais, escolas, hospitais, áreas recreativas, massas de água e outras zonas agrícolas e urbanas
A exploração está afastada da povoação de Benavente. Na envolvente imediata ocorrem aglomerados de pequena dimensão e habitações dispersas. As habitações mais próximas em relação aos pavilhões localizam-se a cerca de 400 m, a linha de água a 150.
Descrição detalhada da instalação, da natureza e da extensão das atividades a desenvolver no
estabelecimento, com indicação dos balanços de entradas/consumos e saídas/emissões, e das operações de gestão de resíduos realizados, quando aplicável
A instalação é uma exploração suinícola em ciclo fechado. A capacidade total é de 728 porcas reprodutoras e 5560 porcos de porcos de engorda, o que corresponde a 1107 CN (728 porcas x1,52 atual fator de conversão ciclo fechado)
Código Tipo Capacidade Instalada (n.º de animais) Observações A1 Porca Reprodutora 728 A2 Porco de Engorda 5560
Localização
Descrição das instalações e das atividades desenvolvidas
Q02: Instalações de Pecuária Intensiva - Capacidade Instalada
Código Designação Consumo (t/ano) Capacidade de armazenamento (t) Observações M1 Ração Adquirida a Terceiros 4704,92 120 Código Produtos ou Gamas
de Produtos Finais Unidades Quantidade Destino Observações
F1 Porco Toneladas/Ano 1185,333 Venda em Espécie
Código Nome da substância / Identificaçã o Tipo de substância / Utilização Orgânico / Inorgânico Origem do produto Capacidade de Armazenam ento Unidade Consumo anual / Produção anual Unidade Observaçõe s SUB1 Energia Eléctrica Tipos de energia utilizada na instalação Não aplicável 0.0 Tonelada equivalente de petróleo 71,7 Tonelada equivalente de petróleo SUB2 Desinfetante Matérias-primas e ou subsidiárias não perigosas Inorgânico Não aplicável 0.025 Metro cúbico 0,3 Metro cúbico
Listagem de máquinas e equipamentos a instalar (quantidade e designação)
Na instalação existem as máquinas e equipamentos essências ao normal
funcionamento, como é o caso do sistema de alimentação e abeberamento dos animais, balanças, bombas de água, necrotério, máquinas de limpeza a pressão
Explicitação do cálculo da(s) capacidade(s) instalada(s) De acordo com o valor já licenciado Lista e especificação dos processos tecnológicos
/operações unitárias envolvidos Não aplicável Diagrama descritivo/fluxograma da(s) atividade(s)
desenvolvida(s) indicando as entradas/consumos e saídas/emissões
A referida exploração pecuária destina-se à produção de suínos para abate, apresentando uma capacidade máxima para alojar cerca de 728 reprodutoras.
Apresentação das medidas preventivas previstas para a mitigação da contaminação de solos e águas
A exploração já está munida de um conjunto de Melhores Técnicas Disponíveis (MTD´s) preconizadas para este setor. Relativamente à ETAR, os tamisados são retirados periodicamente, para evitar a concentração de odores e formação de moscas e
mosquitos. As lagoas foram dimensionadas de modo a permitir a degradação da matéria orgânica dos efluentes, evitando a emissão de acentuados odores. A aplicação do efluente no solo agrícola é efetuada através das técnicas mais adequadas de aplicação dos efluentes no solo para fins agrícolas, tendo em conta as orientações e diretrizes de base constantes no Código de Boas Práticas Agrícola, por forma a assegurar condições ambientais adequadas.
Apresentação das medidas a adotar aquando da cessação da atividade, de modo a evitar a existência de passivo ambiental
Não está previsto, mesmo a longo prazo, a desactivação da instalação. Caso tal aconteça será elaborado um plano de desactivação, com instruções precisas para o desmantelamento dos equipamentos, que não sejam reaproveitados, e estruturas com a recolha de todos os materiais e produtos, de forma a minimizar os impactes ambientais provenientes da desactivação.
Q04: Instalações de Pecuária Intensiva - Produtos ou Gamas de Produtos Finais
Quadro Q07A - Memória descritiva - Matérias-primas ou subsidiárias, produtos intermédios ou finais produzidos,
combustíveis ou tipos de energia utilizados
III - Energia
Indicação dos tipos de energia consumida e produzida, explicitando os respetivos quantitativos e etapas e ou equipamentos onde são utilizados
A energia elétrica é consumida na alimentação dos sistemas automáticos de
alimentação, no sistema geral de iluminação e nos diversos equipamentos existentes na exploração.
Código Origem
Produção anual Destino/Utilização
Observações
Tipo Unidades Quantidade
Consumo próprio Vendas
Descrição % %
Sem dados encontrados.
Identificação das medidas de racionalização implementadas ou justificação fundamentada da sua não implementação
A escolha do tipo de lâmpadas a utilizar assim como o número de lâmpadas é uma medida utilizada para reduzir o consumo de energia. Rentabilizar ao máximo as
condições de iluminação natural, mantendo sempre limpas as zonas de entrada de luz, é também uma medida de racionalização energética adotada. Com o objetivo de reduzir o consumo de energia são aplicadas ações tais como: Aplicação de ventilação natural sempre que possível, o que implica uma conceção adequada do edifício e das celas; Aplicação da ventilação mecânica: optimização da conceção do sistema de ventilação de cada edifício para obter um bom controlo da temperatura e alcançar taxas mínimas no Inverno; Inspeção e limpeza das valas e dos ventiladores; Lâmpadas baixo consumo.
Em caso de impossibilidade técnica de cumprimento
desta condição, deverá ser apresentada justificação. Não aplicável
Rede Pública de abastecimento? Não Possui captações de água superficial ou subterrânea? Sim
Código da Captação Número de Processo Anexo
AC1 450.10.02.02.011543.2014.RH5
AC2 450.10.02.02.011542.2014.RH5
Quando a utilização prevista é o consumo humano e em caso de impossibilidade de ligação à rede pública de abastecimento, apresentar uma declaração da entidade gestora do sistema público de abastecimento
Anexo declaração da entidade gestora do sistema público de abastecimento em como não existe rede de abastecimento
Uma das medidas de racionalização dos consumos de água consiste na ação de sensibilização perante os funcionários para o entendimento da água como um recurso esgotável com vista a uma correta utilização e à sua poupança. Desta forma, os funcionários para minimizar os consumos de água, esforçam-se para detetar e reparar
Q14: Tipos de energia ou produtos energéticos gerados
IV - RH
Água de Abastecimento
Identificação das medidas de racionalização dos consumos de água
imediatamente fugas de água sempre que lhes for possível. Uma vez que a quantidade de água consumida pelos animais está associada às condições ambientais verificadas nas instalações, realiza-se um eficiente controlo térmico que permite minimizar as necessidades de ingestão de água. A seleção do tipo e do local de colocação dos dispositivos de fornecimento automático de água, minimiza o consumo.
Estimativa da quantidade de águas de lavagens
/efluentes pecuários produzidos (m3) 20590 Caracterização das linhas de tratamento,
dimensionamento dos órgãos, com indicação das respetivas eficiências e sistemas de monitorização
O sistema de tratamento existente nesta exploração suinícola consiste num sistema lagunagem, composto por tanque de receção, tamisador e 3 lagoas.
Em caso de reutilização ou recirculação, informação sobre a proveniência e/ou linha de tratamento, locais/ capacidade de armazenamento, etapas de processo /equipamentos onde é reutilizada ou recirculada e respetivos quantitativos anuais. Caso não sejam utilizadas medidas para redução dos consumos de água através de processo de reutilização ou recirculação, apresentação de justificação
O efluente é enviado para valorização agrícola
Rejeição de águas residuais
Efetua rejeição de águas residuais? Não Efectua descargas para um sistema público de
drenagem e tratamento de águas residuais? Não
Indicação da área do domínio público que pretende ocupar e do investimento a realizar 0
Identificação Emissões
Identificação e caracterização das fontes fixas de emissão de poluentes para o ar (chaminé), identificação das unidades/equipamentos associadas a essas fontes, regime de emissão (contínuo/esporádico).
Não existem fontes fixas
Código da fonte Código interno
Origem da emissão (unidade ou secção da instalação) Caudal médio diário (Nm3/dia) Nº de horas de funcionamento (horas/dia) Nº de dias de funcionamento (dias/ano) Regime de funcionamento
Sem dados encontrados.
Águas residuais
Ocupação do domínio hídrico público
V - Emissões
Q26: Identificação dos pontos de emissão pontuais
Código da fonte Altura acima do nível do solo (m)
Secção de saída Secção de amostragem
Caudal volúmico (m3N/h) Velocidade de saída dos gases (m/s) Temperatu ra de saída dos gases (ºC) Observaçõ es Área (m2) Forma Existência de pontos de amostrage m Existência de orifícios normalizad os Localizaçã o em altura (m)
Sem dados encontrados.
Código da fonte Nome de equipamento contribuinte Caudal horário (Nm3 /h)
Rendimento Combustível (caso aplicável)
Observações Produção de vapor/água (kg/h) Potência térmica /consumo térmico (MWth) Tipo de combustível Consumo máximo de combustível (kg/h) Teor de enxofre
Sem dados encontrados.
Demonstração da adequabilidade das alturas das chaminés face à legislação em vigor, ou parecer de conformidade da altura, emitido para o projeto em licenciamento
Não aplicável
Caraterização qualitativa e quantitativa das emissões por chaminé e sistemas de tratamento de efluentes gasosos, respetivas eficiências e valores de emissão previstos à saída do tratamento para cada poluente relevante
Não aplicável
Código da fonte Temperatura (ºC) Pressão (hPa) Teor em O2 (%) Teor de vapor de água (%)
Sem dados encontrados.
Código da fonte Parâmetros (por ponto de emissão - fonte) Concentração (mg/Nm3) Metodologia Utilizada Caudal mássico (kg /ano) VLE (mg/Nm3) VEA (mg /Nm3) Observações Valor médio expresso nas condições reais Valor médio corrigido pelo teor de O2 de referência
Sem dados encontrados.
Q27B: Unidades contribuintes
Q28A: Características das Emissões por ponto de emissão
Q28B: Emissões para o Ar - Características das Emissões por ponto de emissão
Código da fonte Parâmetros Localização da amostragem Método de Amostragem Método Analítico Frequência Intervalos de amostragem Observações Local Distância
Sem dados encontrados.
Código da fonte Parâmetros
Método de Tratamento
/Redução Eficiência (%) Observações
Sem dados encontrados.
Código da fonte Tipo de tratamento/etapa
Resíduos Gerados
Observações
Quantidade (t/ano) Código LER
Sem dados encontrados.
Identificação de fontes de emissão difusa, sua caraterização e descrição das medidas implementadas para a sua redução
As emissões difusas têm origem na Instalação e na ETAR. A instalação possui ventilação natural e artificial que vai removendo alguns componentes gasosos e evitando subidas de temperatura dentro da exploração e consequentemente a formação de mais componentes gasosos. Na nitreira os tamisados são retirados com frequência, de forma a evitar a concentração de odores e formação de moscas e mosquitos. As lagoas estão dimensionadas de modo a permitir uma fácil degradação da matéria orgânica, evitando a emissão de acentuados odores. Relativamente ao impacto no meio recetor, os odores não são sentidos devido às técnicas de remoção de chorume, controlo das temperaturas dentro da instalação.
Código da fonte Origem da emissão Parâmetros
Concentração (mg
/Nm3) Metodologia Utilizada Observações
Sem dados encontrados.
Justificação fundamentada da não implementação de medidas de redução/tratamento das emissões para a atmosfera a partir de fontes pontuais e difusas, se aplicável
Até à presente data não foi comprovada a ocorrência de perturbação em termos de odores junto de recetores sensíveis.
Identificação das origens, medidas de tratamento e controlo de odores nocivos ou incómodos gerados, se
aplicável Não aplicável
Q30: Emissões para o Ar - Tratamento/redução das emissões para a atmosfera por fontes pontuais
Q31: Emissões para o Ar - Identificação dos resíduos gerados/ Tratamento de redução de emissões para a atmosfera
por fontes pontuais
Q31A: Identificação dos pontos de emissões difusas
Código da fonte Origem da emissão Sistema de tratamento Parâmetros Concentração (mg /Nm3) Metodologia Utilizada Observações
Sem dados encontrados.
Resíduos produzidos
Identificação das etapas do processo geradoras de resíduos, com a identificação dos resíduos perigosos /não perigosos gerados
A exploração pecuária não se caracteriza por produzir grandes quantidades de resíduos. Destaca-se a produção de resíduos hospitalares decorrentes das intervenções
veterinárias e embalagens de papel e cartão.
Código
Nome da substância /
Identificação Código LER
Instalação/Processo
que lhe deu origem Quantidade gerada Unidade
RN1 Embalagens de papel e cartão 150101 - Embalagens de papel e cartão Alimentação especifica 0,8 Toneladas/ano RP1 Resíduos hospitalares 180202 - (*) Resíduos cujas recolha e eliminação estão sujeitas a requisitos específicos com vista à prevenção de infeções
Tratamento
Veterinário 0,075 Toneladas/ano
Características dos locais de armazenamento temporário e condições de acondicionamento
Os resíduos de papel e cartão são armazenados numa compartimento de um dos pavilhões, sendo o mesmo, estanque e protegido das condições meteorológicas. Os resíduos hospitalares são armazenados nos contentores próprios cedidos pelo operador licenciado respetivo. Código do parque de armazenam ento Área (m2) Vedado (Sim/Não)
Sistema de drenagem Bacia de Retenção
Total Coberta
Impermeabil
izada Aplicável Descrição Destino Aplicável Volume (m3)
PA2 10 10 10 Sim Não Não
Código do parque de armazenamento Código LER - Resíduos Armazenados Acondicionamento Observações Tipo de recipiente Material do recipiente Número de recipientes Capacidade Recipientes Unidade Recipiente 180202 - (*) Resíduos cujas recolha e eliminação
VI - Resíduos Produzidos
Q32: Resíduos produzidos na Instalação
Q33: Armazenamento temporário dos resíduos produzidos - Parques de resíduos
Código do parque de armazenamento Código LER - Resíduos Armazenados Acondicionamento Observações Tipo de recipiente Material do recipiente Número de recipientes Capacidade Recipientes Unidade Recipiente
PA2 estão sujeitas
a requisitos específicos com vista à prevenção de infeções Caixa Matéria Plástica 1 60 litros PA2 180202 - (*) Resíduos cujas recolha e eliminação estão sujeitas a requisitos específicos com vista à prevenção de infeções Caixa Matéria Plástica 1 1 litros PA2 150101 - Embalagens de papel e cartão Saco Outro (especifique nas Observações) 1 1 1 Papel
Efluentes Pecuários
Identificação das etapas do processo geradoras de efluentes pecuários (EP) e subprodutos de origem animal (SPA) com a identificação dos EP e SPA gerados
A etapa do processo geradora de EP e SPA é a Produção Animal. Todas estas etapas geram efluentes pecuários considerados também subprodutos, assim como cadáveres de animais. Na exploração são gerados efluentes pecuários e efluentes domésticos. Ambos são encaminhados para a lagoa tendo como destino a valorização agrícola. O estrume fica na nitreira - PA1. Os cadáveres estão armazenados no necrotério - PA3.
Designação Categoria de SPA Caracterizaç ão Unidade / Processo que lhe deu
origem Quantidade gerada (t /ano) Transportador Destinatário Operação efetuada dentro ou fora da instalação
Nome NIPC Nome NIPC
SPAP1 SPAP1 Cadáveres
animais processo produtivo 34440 Luís Leal e Filhos 502784431 Luís Leal e Filhos 502784431 Fora
SPAP3 SPAP3 Efluente
pecuário Pecuária 20590
o próprio e
outros 503894311
o próprio e
outros 503894311 Fora
SPAP2 SPAP2 Estrume Pecuária 695 o próprio e
outros 503894311
o próprio e
outros 503894311 Fora
Características dos locais de armazenamento temporário e condições de acondicionamento
O sistema de tratamento existente nesta exploração suinícola consiste num sistema lagunagem, composto por tanque de receção, separador de sólidos e lagoas. O estrume fica armazenado na nitreira - PA1. O efluente liquido fica armazenado nas lagoas de retenção, PA4. Relativamente aos subprodutos os cadáveres são armazenados no necrotério, PA3.
VII - Efluentes Pecuários
Q34: EP e SPA produzidos na Instalação
Código
Área (m2)
Vedado (Sim/Não)
Sistema de drenagem Bacia de Retenção
Total Coberta
Impermeabil
izada Aplicável Descrição Destino Aplicável Volume (m3)
PA1 100 100 100 Sim Sim
Encaminha as escorrências para o tanque de receção Tanque de receção Não
PA3 12 12 12 Sim Sim Necrotério UTS Não
PA4 5544 0 5544 Sim Não Não
Código do parque de armazenamento EP e SPA Armazenados Acondicionamento Observações Tipo de recipiente Material do recipiente Número de recipientes Capacidade Recipientes Unidade Recipiente PA3 Cadáveres animais Arca congeladora ou frigorífica Outro (especifique nas Observações) 1 12 m3 Necrotério PA1 Estrume Outro (especifique nas Observações) Outro (especifique nas Observações) 1 300 m3 Nitreira PA4 Efluente pecuário Lagoa Outro (especifique nas Observações) 3 15000 m3
Indicação do destino dado aos EP e SPA e quantidade
para cada destino destino dos efluentes pecuários é a valorização agrícola. Os cadáveres de animais têm como destino uma Empresa Transformadora de Subprodutos Animais.
Identificação Ruído
Identificação das etapas de processo/equipamentos geradores de ruído e vibrações e respetivo regime de emissão
O ruído resultante da atividade da exploração deve-se ao funcionamento de
equipamentos instalados quer no interior quer no exterior, principalmente ao sistema de alimentação, sistema de limpeza, separador de sólidos. Para além dos equipamentos, constituem fonte de ruído os sons (roncos ou grunhidos) emitidos pelos próprios animais. Constitui ainda uma fonte de ruído, designadamente para o exterior da exploração, a circulação veículos pesados nas operações de receção de matérias primas e subsidiárias, de receção e expedição de animais vivos e dos efluentes pecuários.
Q35A: Armazenamento temporário dos EP e SPA produzidos - Resíduos armazenados
VIII - Ruído
Código
Identificação das etapas de processo/equipamentos
geradores de ruído Regime de Emissão
Nível de Potência Sonora
(db(A)) Observações
Sem dados encontrados.
Código Alvo Códigos de fontes relevantes Alvo Distância (m) Indicadores Diferencial Medidas de Redução Observaçõ es
Lden Ln Diurno Entardecer Noturno
Sem dados encontrados.
Rubrica PCIP Descrição
Capacidade
BREF Limiar PCIP Capacidade Instalada
Unidades Valor Unidades Valor
6.6b Criação intensiva desuínos com mais de 2 000 lugares para porcos de produção (de mais de 30 kg)
n.º animais 2000.0 n.º animais 5560 BREF IRPP (criação intensiva de aves de capoeira e de suínos) BREF ICS (sistemas de refrigeração industrial) BREF EFS (emissões resultantes do armazenamento) REF ECM (efeitos económicos e conflitos ambientais) BREF ENE
Q37: Ruído: Incomodidade para o Exterior
PCIP
Rubrica PCIP Descrição
Capacidade
BREF Limiar PCIP Capacidade Instalada
Unidades Valor Unidades Valor
(eficiência energética)
Descritivos Nome do ficheiro Confidencial
Sistematização das MTDs Sistematização das MTDs.xlsx Não
Descrição da técnica implementada ou a
implementar Descrição do modo de implementação
Quantificação dos valores de emissão atingidos ou a atingir e da mais-valia ambiental da sua
utilização
Não aplicável Não aplicável Não aplicável
Relatório de Base
Informação sobre o estado de contaminação do solo e das águas subterrâneas do local de implantação da instalação/estabelecimento por substâncias perigosas relevantes
De acordo com a avaliação efetuada pode verificar-se que é inexistente o potencial de contaminação das águas subterrâneas e dos solos. Com base no exposto, considera-se que deverá ser dispensado de apresentação do Relatório de Base, de acordo com as orientações fornecidas pelas Diretrizes da Comissão Europeia, respeitante aos Relatórios Base (2014/C 136/ 03).
Explicitação das medidas adotadas para minimização
dos riscos de poluição Não aplicável
Plano de Gestão de Efluentes Pecuários (PGEP)
No caso de ser exercida a atividade de gestão de efluentes pecuários, cópia do PGEP, cópia do parecer de aprovação do PGEP emitido pela EC ou
comprovativo da sua submissão à EC
Anexo PGEP
Descritivos Nome do ficheiro Finalidade(s) Confidencial
Perímetro do estabelecimento 400 m Perímetro do estabelecimento.pdf
Indicação da distância do perímetro do estabelecimento relativamente às áreas residenciais, escolas, hospitais, áreas recreativas, massas de água e outras zonas agrícolas e urbanas
Não
Lista de BREF e categorias associadas
Q39: Outras Técnicas não descritas no BREF
Descritivos Nome do ficheiro Finalidade(s) Confidencial
Declaração impossibilidade ligação a água da rede
Declaração impossibilidade ligação. pdf
Declaração da entidade gestora do sistema
público de abastecimento Não
Plantas PDM Plantas PDM.pdf
Certidão de aprovação da localização ou outros documentos necessários para verificar conformidade com IGT. No caso do regime INC pode ser apresentada a identificação do Pedido de Informação Prévio (PIP) efetuado junto da Câmara Municipal territorialmente competente
Não
Análise aplicabilidade Relatório base Análise aplicabilidade Relatório base. pdf
Informação sobre o estado de contaminação do solo e das águas subterrâneas do local de implantação da instalação/estabelecimento por substâncias perigosas relevantes
Não
PGEP PGEP.pdf
Cópia do PGEP, cópia do parecer de aprovação do PGEP emitido pela EC ou
comprovativo da sua submissão à EC Não
Resumo Não Técnico RNT.pdf
Resumo Não Técnico