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RelaçõesInternacionais2010

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(1)

PROFESSOR MS. NELSON ALONSO JR. HTTP://SITES.GOGLE.COM/SITE/NJR2010

RELAÇÕES

(2)

ementa

 Fornecer conhecimentos avançados sobre as

mudanças que tem acontecido no âmbito das

relações internacionais e que levaram governos e empresas a rever seus comportamentos em áreas de negócios para manter seus ganhos de

competitividade e fortalecer seus vínculos com parceiros e colaboradores. Preparar os

participantes para atuar na área internacional de negócios, notadamente, na área de comércio

(3)

METODOLOGIA DE ENSINO

Apresentação pelo professor dos principais

pontos do assunto a ser discutido na sala

de aula, efetiva com todos, em grupo para

responder a duas questões previamente

formuladas.

(4)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

1. SEMINÁRIOS OBRIGATÓRIOS.

2. ELABORAÇÃO E ENTREGA DE UM ARTIGO

SOBRE O SEMINARIO COM NO MAXIMO DOIS ALUNOS.

3. DEVERÁ SER ENTREGUE NO ULTIMO DIA DE

(5)

SEMINÁRIOS

As organizações não governamentais

internacionais.

A)AS PRINCIPAIS.

(6)

SEMINARIO II

(7)

SEMINÁRIO III

MEIO AMBIENTE

(8)

SEMINÁRIO IV

CHINA - e o resto do mundo - relações

internacionais.

(9)

SEMINÁRIOS V

Brasil e suas relações internacionais na

(10)

Bibliografia

 MAGNOLI, Demétrio. Relações Internacionais: Teoria

e História. São Paulo: Saraiva, 2004.

KISSINGER, Henry. Diplomacia. Rio de Janeiro:

Editora Francisco Alves, 2001.

 STRENGER, Irineu. Relações Internacionais. São

Paulo: LTR, São Paulo, 2001.

MEDEIROS, Jorge Marinho, Estudo das Relações

Internacionais, Aduaneiras, 2008.

 FELIX, Alfredo Larranaga, Introdução as Relações

Internacionais, Aduaneiras, São Paulo, 2004

(11)

Os Precursores

Autores

cuja

contribuição,

embora

anterior à formalização do estudo de

Relações Internacionais, tem “influência

indelével no estudo acadêmico das

relações internacionais”.

(12)

Tucídides (471-400 a.C.):

 História da Guerra do Peloponeso - análise e

explicação (associa o medo ao equilíbrio de poder); “o justo, nas discussões entre os homens, só prevalece quando os interesses de ambos os lados são compatíveis, e que os fortes exercem o poder e os fracos se submetem”.

Dante Alighieri (1265-1321):

De Monarchia - intenção de produzir um trabalho científico (objetivo); homem como cidadão do mundo – sociedade universal (concepção filosófica de paz, justiça e liberdade).

(13)

Nicolau Maquiavel (1469-1527):

O Príncipe - Poder, segurança, equilíbrio de poder; “abordar a verdade efetiva das coisas, e não

imaginá-las”.

Hugo Grotius (1583-1645): Direito da Guerra e da Paz –

Contratualismo internacional – “princípios gerais baseados na razão e no ‘direito

natural’”; Guerra como natural na sociedade internacional → paralelas as condições para guerra e para paz.

(14)

Karl Marx (1818-1883):

 O Capital, Manifesto do Partido Comunista

 modo de produção condiciona o

desenvolvimento da superestrutura

(instituições, direito, moral etc.).

 Outros precursores que merecem destaque por

sua contribuição: Sun Tzu, John Locke, Jean-Jacques Rousseau Jeremy Bentham, John Stuart Mill, Adam Smith, David Ricardo, entre outros.

(15)

O estudo de Relações

Internacionais no Brasil

A partir dos anos 1950/60: interpretar o Brasil;

 Temas recorrentes: desenvolvimento,

(16)

Guimarães propõe três divisões temáticas do período anterior à institucionalização do curso na academia (e ao regime militar):

1. Nacional-desenvolvimentismo: destaque para a criação

de grupos (Itatiaia) e instituições (ISEB e IBESP) voltados a pensar as principais questões brasileiras. Entre 1950 e 1964: significativa produção intelectual.

2. Nacionalismo e Política Externa: Hélio Jaguaribe, IBRI

(RBPI), Relações Brasil – Estados Unidos e Brasil – União Soviética, Operação Pan-Americana etc.

3. Política Externa Independente (PEI) → 4 pontos:

proteção dos interesses nacionais (meta: desenvolvimento); reafirmação da identidade ocidental do Brasil, mas com autonomia; cooperação, na América, procurando superar diferenças ideológicas; e não-alinhamento. Compromisso com a descolonização o desarmamento e o desenvolvimento (3 D’s).

(17)

Contribuições da academia (anos 1970):

 Temas: nova ordem internacional, PEB, Comércio,

corrida armamentista, balança de poder e segurança coletiva → órgãos independentes (Cebrap) → Tendências: dependentismo; geopolítica (estratégia e segurança), realismo (equilíbrio de poder regional). Tendência normativa e prescritiva (pouca explicação) – influência política.

(18)

Teoria x Realidade

 Teorias, de uma forma geral, são

representações da realidade.

Essas representações selecionam aspectos,

fatos e eventos a partir de critérios objetivos e buscam explicar fenômenos (sociais, no nosso caso).

 Podem ser empíricas, normativas, críticas,

(19)

O que é realidade?

Para grande parte das pessoas, realidade

é aquilo que pode ser captado pela

conjugação de nossos sentidos.

Em muitos casos, no entanto, a realidade

depende de elementos subjetivos, como

nosso entendimento sobre algo.

(20)
(21)
(22)

O problema dos atores em Relações

Internacionais

 Indivíduos

Órgãos burocráticosEstados

Organizações Inter-Governamentais (OIGs)  Organizações Não-Governamentais (ONGs)

Atores não-estatais: Igreja, grupos terroristas, empresas

(23)
(24)

O ESTADO

É A UNIDADE BÁSICA, CONSTITUTIVA

DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS.

(25)

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO

ESTADO

TERRITORIALIDADE

Este espaço geográfico a partir de sua

configura-ção e seus limites, permite o

controle de sua população, impondo-lhes

condições de comportamento e definição do

grau de autoridade perante seu territorio e

população

(26)
(27)

Estado soberano,

Eduardo Felipe P. Matias

Conferência Internacional

Instituto Ethos

(28)

28

I –

I –

Soberania

Soberania

x

x

Globalização

Globalização

contexto de surgimento da

contexto de surgimento da

sociedade civil transnacional

(29)

29

Significados da Soberania

Soberania pode ser vista de duas formas:

1.

Poder Estatal

Soberania = conjunto de poderes e

(30)
(31)

SOBERANIA

É condição fundamental para o Estado definir

sua estrutura governamentaL INTERNA.

(32)

Arraes (2004) os defensores da nova ordem

argumentam que a prevalencia da economia

neoliberal, com efeitos desagregadores ao

dissolver fronteiras políticas, não seria tão

intensa a medida do surgimento de cerca de

vinte e cinco Estados nos ultimos anos,

especialmente na antiga esfera socialista.

(33)

Estados hegemônicos e o novo

papel do Estado

HEGEMÔNICO é aquele que em função de

sua grande superioridade de poder

economico, político, armamentista em

relação a outros estados.

1.Imposição.

2.Unipolaridade militar

(34)

Unipolaridade militar

As principais preocupações dos Estados

Unidos:

1. O ressurgimento da Russia como ator

assertivo na Europa ou na Asia.

(35)

2. Uma China fortalecida militar e

economicamente.

3. Uma Europa efetivamente unificada

politicamente.

4. O surgimento de alguma hegemonia no

Oriente Médio.

(36)

Multipluralidade econômica

competitiva

-

Crise transitória dos Estados – obrigando a se adptarem as regras internacionais de regulações economicas e sociais, segundo modelos dos organismos intergovernamentais que procuram estabelecer comportamentos universais para o comércio internacional, meio ambiente, direitos humanos, etc…

(37)

OMC – protege com regras comerciais

definidas os Estados de menor poder. O

menor tem vez e voz, e para aumentar a

area de hegemonia dos grandes Estados

são, algumas vezes, beneficiados com

concessões que jamais conseguiriam com

sua atuação autonoma.

(38)

PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO

Sarfati(2005)

1. Tem ocorrido rapidas mudanças nas

fronteiras

nacio-nais,

resultando

na

constituição de unidades básicas de ordem

internacional.A soberania nacional está

ameaçada pelos mercados mundiais, pelas

empresas transnacionais e pela globalização.

(39)

2. Os Estados contemporaneos parecem ser

cada vez mais caracterizados pelo

aumento da integração e fragmentação,

como no caso da formação de blocos

(40)

3. A crescente interconexão entre os Estados

e

a

construção

de

Instituições

Internacionais vêm ameaçando a tradicional

ordem mundial constituida de unidades

estatais monocentricas e hierarquicas. A

autoridade estatal vem sendo comprometida

em áreas como segurança, regulação de

capital, meio ambiente, cultura, etc…

(41)

ATUAL

AGENDA

DAS

RELAÇÕES

INTERNACIONAIS

O fim da grande guerra segundo Cervo(2006) de modo sútil modificou a agenda Internacional, substituindo o modelo bipolar por novas preocupações:

1. Livre mercado.

2. Desregulamentação, 3. Meio ambiente,

(42)

DIREITOS HUMANOS

A “ Declaração dos Direitos Humanos” em 1948 na ONU.

1.Direitos Negativos, proteção do ser humano

individualmente.

2.Direitos Positivos, direito ao cidadão, direito ao

trabalho, educação, saúde.

(43)

MEIO AMBIENTE

Recente a preocupação, a partir da “RIO 92”, onde foram discutidos os principais problemas ambientais do planeta tais como:

1.A concentração de gás carbônico na atmosfera. 2.A crescente escassez de água potável.

3.A degradação do solo.

4.A poluição de lagos, zonas costeiras, e baías e os desmatamentos constantes, etc...

(44)

44

Significados da Soberania

2. Qualidade do Poder Estatal

Soberania = poder superlativo:

mais elevado que todos os demais

(45)

45

Soberania de direito x de fato

1) soberania = poder

poder = capacidade de impor sua vontade

efetividade = grau dessa capacidade

Poder tem de ser efetivo para ser soberano

(46)

46

Soberania de direito x de fato

2) Soberania = Supremacia e independência

= autonomia (capacidade de agir

livremente)

autoridade externa: afeta a sua

independência e a sua supremacia

Poder tem de ser autônomo para ser

(47)

47

Soberania e legitimidade

Legitimidade =

o “algo” por trás da

submissão voluntária

a uma autoridade

Hoje:

Autoridade deve se submeter às leis para

ser considerada legítima

(48)

48

Soberania e democracia

Se poder soberano sempre

dependeu da legitimidade:

Se, hoje, legitimidade=

legitimidade democrática

Poder estatal =

(49)

49

Funções do Estado

Características essenciais:

Monopólio do exercício da força

Existência de aparelho

administrativo para prestar

serviços públicos

(50)

50

Globalização – conceito

Interdependência

+ 

Aumento da interdependência:

Intensificação da

(51)

51

Globalização e o papel da

Revolução Tecnológica

Exemplo: telecomunicações

Custo – telefonema de 3

minutos entre NY e Londres:

250 dólares em 1930

3 dólares em 1990

hoje: VoIP

(52)

52

Globalização e revolução

tecnológica

Exemplo: informática

Ciberespaço:

Eliminação do tempo e da distância:

1830: carta postada na Inglaterra levava

entre 5 e 8 meses para chegar à Índia;

Hoje: e-mail

(53)

53

Efeitos da globalização

capacidade do Estado de atingir determinados

objetivos:

passa a depender de atividades

externas

liberdade do governo de adotar certas políticas:

restringida (passa a ter de levar em

(54)

54

II – O fortalecimento da

II – O fortalecimento da

sociedade civil

sociedade civil

transnacional

transnacional

e seus efeitos sobre

e seus efeitos sobre

o Estado soberano

(55)

55

Sociedade Civil

grupos

que

independem

dos

Estados, mas preocupados com

assuntos públicos

situa-se em campo intermediário

(56)

56

expressão ganhou força durante a

década de 80:

movimentos populares em luta

contra os regimes comunistas

SC refletiria a vontade popular de

forma mais genuína do que os

governos

(57)

57

ONGs

embora independam dos Estados,

defendem interesses públicos

Recentemente:

explosão em número, atividade

(58)

Os três paradigmas das Relações

Internacionais (Viotti & Kauppi)

Paradigmas ou “imagens”, para os

autores, são grandes “guarda-chuvas”

teóricos dentro dos quais situam-se as

principais teorias de RI.

(59)

Realismo

Estados são os principais atores das RIs:

atores não-estatais sempre vinculam-se ao

Estado.

Estados são a unidade básica de análise.

Estados são racionais: selecionam decisões

que maximizem sua utilidade.

A segurança nacional é o assunto mais

importante na pauta dos Estados (high

politics).

(60)

Pluralismo

 Atores não-estatais são entidades cruciais na

dinâmica internacional.

 O Estado não é unitário: decisões de PE são

resultados da interação entre burocracias, grupos de pressão, indivíduos.

 Racionalidade não é útil para as RI: resultados

inesperados gerados pela racionalidade dos atores.

(61)

AS REGRAS DO COMÉRCIO

INTERNACIONAL

GATT – OMC

(62)

-A SEGUR-ANÇ-A INTERN-ACION-AL E -A

LUTA CONTRA O TERROR

1. Os movimentos anticoloniais e de libertação nacional usam o terror como forma de reagirem contra seus opressores.

2. O terror patrocinado pelo Estado que pode ser usado por : religião, defesa de seu território.

3. Associados a atos criminosos , ao trafico de drogas, e armas,

(63)

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