II Jornada de Debates sobre Ensino de Ciências e Educação Matemática I Encontro Nacional de Distúrbios de Aprendizagem na Perspectiva Multidisciplinar
“Recursos Didáticos e Tecnologias de Ensino”
Contribuições de um software educacional para o ensino de
matemática
1Contributions of educational software for teaching math _____________________________________
NEILTON FALCÃO DE MELO2
Resumo
Este trabalho é fruto de uma pesquisa sobre o uso de software educacional como suporte pedagógico na Escola Municipal Edmar José das Cruz. A maioria dos alunos tem dificuldades em matemática. Nos anos de 2010 e 2011 a escola passou a oferecer aulas de reforço, através de um software educacional, para os alunos com mais dificuldades de aprendizagem. Este artigo tem o objetivo de investigar se o uso de software educacional como suporte pedagógico contribuiu para a aprendizagem no ensino de matemática. O método utilizado foi o estudo de caso na escola, numa abordagem quantitativa. Documentos de rendimentos dos alunos também foram usados no processo. Os dados coletados apontam que o uso do software contribui para a aprendizagem, bem como a significação da pesquisa para a educação.
Palavras-chave: Dificuldades na aritmética, software educacional, suporte pedagógico.
Abstract
This research is the result of a survey on the use of educational software as a pedagogical support in the Municipal School Edmar José da Cruz. Most students have difficulties in arithmetic. In the years 2010 and 2011 the school began offering reinforcement activities guided by a tutor and done by computer through educational software for students with more learning difficulties. This research aims to investigate the use of educational software as a pedagogical support contributed to learning in teaching mathematics. The approach used was the quantitative research, taking as a method of procedure the case study. Documents of student performances were also used in the process. The data collected indicate that the use of the software contributes to learning, as well as the significance of research for education.
Keywords: Difficults in arithmetic, educational software, pedagogical support.
Introdução
A escrita e a aritmética surgiram para facilitar o processo de comunicação e interação do
1Agência financiadora: OBSERVATÓRIO DE EDUCAÇÃO/CAPES/INEP 2
Graduado em Pedagogia pela Faculdade Pio Décimo e em Letras pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Especialista em Letra Português e Linguística pela Faculdade Amadeus, Especialista em Mídias na Educação pela UFS – E-mail: [email protected]
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homem. Mesmo na Pré-História, quando não existia uma forma de escrita elaborada, ele já se comunicava por escrito através de desenhos feitos nas paredes das cavernas. Com o passar dos anos, aprender a ler, escrever e contar foi se tornado mais fácil. A construção de escolas, as leis que garantem o acesso do aluno à escola, tudo isso favoreceu a aprendizagem. O artigo 205 da Constituição Federal de 1988, por exemplo, garante a educação como direito de todos e dever do Estado e da Família, e será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Reportando de forma especial à matemática, pode-se afirmar que ela é a linguagem humana mais abstrata e que utilizamos para entender a tudo que nos cerca. È através do entendimento matemático, por exemplo, que se tornam possíveis todas as leis da Física. A metodologia adotada pela escola no processo de aprendizagem da matemática é fundamental, visto que é considerada pela maioria dos alunos como uma disciplina muito difícil de aprender.
Mesmo com acesso garantido em lei e a modernização das escolas, a criança não tem encontrado facilidade em aprender matemática. Os alunos da Escola Edmar José da Cruz, em Santa Luzia do Itanhi não fogem a essa realidade. Reconhecendo essa dificuldade o munícipio formou uma parceria e adotou um projeto de intervenção com a utilização de um software educacional como suporte pedagógico para ajudar os alunos com mais dificuldades de aprendizagem. O Projeto denominado Ensinado o Cérebro (ENSCER), passou a funcionar em seis escolas do município a partir do ano de 2010. O porquê das dificuldades em aprender matemática é uma pergunta que não se tem uma resposta pronta. A metodologia utilizada pela escola pode ser a causa principal.
Observando essa prática, despertou um interesse para investigação que se pretende neste artigo: saber se a utilização de um software educacional através de computadores tinha alguma contribuição para o ensino de matemática ou era simplesmente uma forma de diversão para os alunos.
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A pesquisa de campo e a documental foram instrumentos que deram suporte para obtenção dos resultados, visto que foram analisados os rendimentos dos alunos nos anos de 2009, 2010 e 2011 através de suas notas e informações prestadas pela escola.
1 O ser humano e a tecnologia
Não seria tão fácil apresentar todos os passos dados até nos tornarmos uma sociedade tecnológica. Não nos interessa neste momento mensurar todo o caminhar. Mas, ela esteve sempre presente em nossas vidas. Mesmo nos tempos mais remotos a tecnologia sempre nos afetou causando mudanças não apenas no que fazemos, mas também em nosso comportamento, na forma como elaboramos conhecimentos e no nosso relacionamento com o mundo.
Sobre os avanços da tecnologia Fróes (2007, p. 01), afirma que:
A tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras ferramentas, por vezes consideradas como extensões do corpo, à máquina a vapor, que mudou hábitos e instituições, ao computador que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia nos ajuda, nos completa, nos amplia... Facilitando nossas ações, nos transportando, ou mesmo nos substituindo em determinadas tarefas, os recursos tecnológicos ora nos fascinam, ora nos assustam...
Para Moran (2007), estamos caminhando para uma nova fase de convergência e
integração das mídias: Tudo começa a integrar-se com tudo, a falar com tudo e com todos. Tudo pode ser divulgado em alguma mídia. Todos podem ser produtores e consumidores de informação.
Com a presença em grande escala da tecnologia nos espaços sociais, os professores precisam dar “passos mais largos”, pois eles têm a obrigação de ajudar os alunos incentivando-os, a saber, perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes. Por outro lado os alunos avançam além dos limites legais no uso das tecnologias.
Segundo Levy (1999), uma tecnologia não é boa, nem má, mas depende do uso que se
faz dela, do contexto em que se insere logo ela precisa ser orientada por profissionais competentes.
Todos nós concordamos que quando a criança chega à escola, já passou pelos processos de educação familiar e pela mídia eletrônica em seu ambiente familiar, pois elas estão
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em constante contato com o mundo tecnológico e reconhecemos que esses recursos desempenham um papel educacional relevante. As tecnologias já fazem parte da vida da criança antes mesmo que ela chegue à escola.
Compartilhando do que afirma Borba (2001), a Informática na escola passa a ser parte
da resposta a questões ligadas à cidadania. Ainda de acordo com autor, o acesso à Informática deve ser visto como um direito e, portanto, nas escolas públicas e particulares o estudante deve poder usufruir de uma educação que no momento atual inclua, no mínimo, uma alfabetização tecnológica.
Com toda expansão da tecnologia é preciso conscientizar-se que, na essência, não são as tecnologias que mudam a sociedade, mas a sua utilização.
2 O Projeto ENSCER
O projeto Ensinado o Cérebro (ENSCER) foi criado em 1997 pelo neurocientista Armando Freitas da Rocha e o epidemiologista Eduardo Massad. Tem como responsável o Dr. Fábio Theoto Rocha. Desenvolve pesquisas sobre o desenvolvimento cognitivo de alunos da pré-escola e do ensino fundamental com especial ênfase nas deficiências ou distúrbios de aprendizagem. Utiliza o conhecimento assim adquirido para desenvolver um sistema de assessoria que engloba capacitação profissional, atendimento neuropedagógico e materiais de apoio para promoverem de maneira mais eficiente o aprendizado da criança em idade escolar. Desenvolve material de apoio como artigos, livros e cursos à distância para apoiar a capacitação dos profissionais. Desenvolve, também, material pedagógico que compreende o currículo escolar da Educação Infantil e do Ensino Fundamental diversificando-se em CDs, gibis, revistas e brinquedos educativos.
O ENSCER foi utilizado pela primeira vez na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Jundiaí, em São Paulo. Em 1997 através do estudo de mapeamento cerebral de alunos matriculados na APAE-Jundiaí – SP com base nesse estudo iniciou-se a definição de um projeto de atividades educativas elaboradas em um software que tem como objetivo auxiliar a caracterização das condições de aprendizagem dos alunos, sugerindo e fornecendo a cada instante as atividades mais
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adequadas às suas necessidades. Após o uso desse projeto na APAE-Jundiaí, o ENSCER passou a ser implantado, desde 2002, em uma escola inclusiva na cidade de Guarulhos-SP, onde foi remodelado para atender a realidade de um ambiente extremamente heterogêneo. A partir de 2003, o projeto de atividades do ENSCER passou a ser utilizado na rede municipal da cidade de Mogi das Cruzes-SP.
Em 2006, através do projeto de melhoria do ensino público da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, o ENSCER elaborou uma versão impressa do seu projeto de atividades para uso em sala de aula paralelamente ao atendimento dos alunos no laboratório de informática com o uso do software de atividades educativas. Todo esse material vem sendo desenvolvido com base no conhecimento do funcionamento cognitivo, evidenciado pelas mais recentes descobertas na área de neuro-pedagogia e testado constantemente em salas de aula, laboratórios e consultórios para se adequar a todo o momento a cada situação educacional.
3 Caracterização do município de Santa Luzia do Itanhi
Trata-se da povoação mais antiga de Sergipe e a sua fundação coincide com as primeiras tentativas de colonização do solo sergipano, pelos portugueses.
MAPA DO BRASIL E DE SERGIPE
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Em 1575 chegam à região os Padres Jesuítas Gaspar Lourenço e seu irmão de hábito João Solenio, acompanhados por alguns colonos e um grupo de soldados, aí conquistando o território apenas pelo Evangelho.
Em 1698 a aldeia foi elevada à categoria de Vila por ordem do Governador da Bahia D. João de Lencastro, com o nome de Vila Real de Santa Luzia. Entretanto, sua emancipação como município ocorreu em 1848, mediante resolução provincial de 04 de maio. Pelo Decreto Lei Estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, revogado pelo Decreto de nº 533, de 07 de dezembro de 1944, foi modificado o nome de Santa Luzia para Inajaroba. Contudo, em 1948, pela Lei Estadual nº 88 de 25 de novembro de 1948, retorna a se chamar Santa Luzia, acrescido do topônimo Itanhi que significa em tupi "rio de pedras". Itanhi era o nome que os indígenas chamavam o Rio Real.
O município engloba uma área territorial de 336,2 Km². No que se refere à sua renda per capta, visualiza-se uma concentração, sustentando-se basicamente da economia informal com ênfase na pesca artesanal e agricultura de subsistência.
De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado em 2010, Santa Luzia do Itanhi possui 12.969 habitantes. No período do censo apenas 43,38% pessoas frequentavam a escola. Do total de residentes, 42,48% já tinham frequentado a escola, mas não frequentavam mais, e 14,13% nunca tinham frequentado a escola.
Ainda de acordo com o IBGE, o nível de instrução das pessoas a partir dos10 anos de idade tem um percentual baixo. Há no município um quantitativo de 60,66% que corresponde a pessoas sem instrução e/ou ensino fundamental incompleto. Somente 10,4% da população tinham ensino fundamental completo e 5,97% possuía ensino médio completo. Apenas 0,99 da população, nível superior completo.
3.1 O Projeto ENSCER em Santa Luzia do Itanhi
O ENSCER chegou a Santa Luzia do Itanhi em 2010, através de uma parceria entre o município e o Instituto de Pesquisa em Tecnologia e Inovação (IPTI). Seis escolas do município foram contempladas com o projeto. Para serem contempladas, as escolas tiveram que preencher os pré-requisitos de localizar-se em um município com baixo índice de desenvolvimento humano e assim formalizar parceria. Em média, sessenta
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alunos de cada escola foram atendidos. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Edmar José da Cruz foi uma das contempladas com a parceria.
4 Caracterização da Escola Municipal Edmar José da Cruz
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Edmar José da Cruz foi criada pela Lei Municipal n° 218, de 06 de setembro de 1991. Está situada no Povoado Priapu, em Santa Luzia do Itanhi, Sergipe. A unidade de ensino faz parte da Rede Municipal de Ensino, estando localizada em zona rural a 8 km da sede do município.
O nome da escola é uma homenagem ao saudoso Edmar José da Cruz. Edmar era natural de Nossa Senhora das Dores, mas teve carreira profissional em Santa Luzia do Itanhi, sendo secretário de saúde, vereador do município por um mandato e delegado de polícia por vários anos.
O povoado Priapu, onde a escola está localizada, é um assentamento de reforma agrária que inicialmente abrigou noventa famílias. Antes de ser assentamento, a localidade era uma fazenda de criação de gado. Antes da criação de gado, fora um antigo engenho voltado para plantação e cultivo de cana-de-açúcar.
Com a povoação por volta dos anos 90, houve a necessidade de criação de uma unidade de ensino. A escola construída, inicialmente só atendia crianças do pré-escolar ao ensino fundamental menor. Devido à necessidade em atender os alunos que concluíam o fundamental menor e atender as comunidades que fazem parte do distrito, o nível de ensino foi ampliado para até o último ano do fundamental maior. Inclui-se nesta oferta o ensino de Educação de Jovens e Adultos do Ensino Fundamental I e II.
Para atender ao seu alunado, uma média anual de 240 alunos, a escola funciona nos turnos matutino, vespertino e noturno; possui cinco salas de aula, uma secretaria, uma
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sala para reuniões pedagógicas, uma quadra poliesportiva, uma área espaçosa para recreação, uma cantina, dois banheiros para atender os alunos e equipe de funcionários. Com relação ao corpo docente, há um quantitativo de doze professores. Apenas um professor ainda não tem nível superior. Todos possuem licenciatura plena para exercício do magistério e pertencem ao quadro efetivo. O corpo técnico administrativo é composto de um diretor, dois coordenadores pedagógicos, um secretário, dois serventes, duas merendeiras e um vigilante.
Para auxiliar no trabalho de sala de aula, na escola há cinco computadores para atendimento dos alunos na área de informática e recursos didáticos como livros, dicionários, kit de vídeo, recebimento das revistas Escola Nova, Ciências Hoje, entre outras; recebe também recursos do Projeto Dinheiro Direto na Escola e do Projeto Mais Educação.
De acordo com uma lei municipal - Lei 710, de 18 de dezembro de 2006 - que trata da gestão democrática na escola, a Escola Edmar José da Cruz possui Conselho Escolar e Eleição para Diretores. Todos os conselheiros e diretores são eleitos pelos segmentos professores, alunos, pais de alunos e servidores civis. Cada gestão tem duração de dois anos, podendo o eleito ser reconduzido por mais dois anos na função, caso seja eleito. A gestão democrática nas escolas tem sido uma luta antiga para que todas as unidades de ensino implantem essa prática. A escola Edmar já deu seus primeiros passos.
4.1 Resultados e discussões
Há muitos estudos sobre quais as melhores maneiras de se aprender. O uso de software educacional como suporte pedagógico para melhorar a aprendizagem em matemática passou a ser uma aposta do município de Santa Luzia do Itanhi. A Escola Municipal Edmar José da Cruz também apostou na ideia.
Até o ano de 2009 não existia projeto de intervenção através de software educacional para ajudar os alunos com dificuldade de aprendizagem. Nos dois anos seguintes os alunos considerados com mais dificuldades de aprendizagem em matemática e língua portuguesa foram selecionados para participarem do projeto. A seleção foi feita através dos resultados de atividades executas no próprio software.
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Os alunos que mais participaram das atividades do projeto ENSCER, passaram a se sentir mais motivados e participativos nas aulas que não eram ministradas sem a utilização do software, pois as aulas através do uso do software eram bem dinâmicas, com atividades que envolvem som, letras, números e figuras, todas bastante coloridas e com temas aproximados da sua realidade. Tudo organizado por níveis de aprendizagem que se dividem desde o nível I até o nível V e organizados sistematicamente.
Para se chegar aos resultados esperados, foi feito um comparativo com uma amostragem das notas de 50% dos alunos que participaram do projeto, em matemática, nos anos de 2009, 2010 e 2011.
Analisando os dados finais dos anos em estudo, têm-se os seguintes resultados:
GRÁFICO 1
FONTE: Atas de rendimento escolar da Escola Municipal Edmar José da Cruz
GRÁFICO 2
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GRÁFICO 3
FONTE: Atas de rendimento escolar da Escola Municipal Edmar José da Cruz
A partir das entrevistas e dos resultados obtidos e observados nesta pesquisa é possível afirmar que a metodologia adotada pela escola e pelo professor com a utilização do software contribuiu para a motivação dos alunos e a aprendizagem em matemática. Esta afirmação pode ser confirmada com os resultados obtidos pelos alunos antes e depois do uso do software educacional como suporte pedagógico.
Considerações finais
O acesso à educação está garantido em lei. Na verdade mais de uma. Está na Constituição Federal de 1998, está na LDB e outras mais. Mas isso não garante o sucesso a quem ingressa na escola.
Vários fatores podem influenciar para o sucesso ou fracasso na aprendizagem do aluno. As características da família e o ambiente onde a criança vive não é um fator determinate, mas isso pode influenciar na aprendizagem desse aluno.
Com relação à escola pesquisada, a população é formada por pessoas pobres, de baixa renda, que vive da agricultura e da pesca. Muitos pais de alunos precisam se deslocar para outros municípios e estados à procura de trabalho para o seu sustento.
A metodologia de ensino adotada pela escola e pelos professores também pode influenciar para facilicitar ou dificultar a aprendizagem.
São muitos estudos sobre o processo de aprendizagem. O que a escola precisa fazer para facilitar a aprendizagem do aluno? As respostas podem ser muitas, mas as práticas com eficácias são poucas. Um dos mecanismos sugeridos pelos estudiosos é o uso da
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tecnologia moderna como suporte pedagógico.
Este artigo de pesquisa investigou o uso de software educacional com atividades de matemática. Os resultados alcançados deram margem para responder as hipóteses levantadas.
A metodologia adotada pela escola contribui para a aprendizagem dos alunos bem como o uso de software educacional. Por isso é preciso rever como a escola tem trabalhado com seus alunos, e em consequência disso fazer uso de tecnologias modernas, como o uso de softwares educativos, computadores, e adotar metodologias compatíveis com cada realidade.
Diante dos resultados desta pesquisa é importante frisar que os objetivos foram atendidos, visto que nos permitiu saber se a metodologia e os recursos usados no processo de ensino contribuíram para o ensino de matemática. Com este trabalho foi possível conhecer a contribuição do uso de software como suporte pedagógico. E fica uma lição: É preciso estar apto a utilizar as novas tecnologias.
Referências
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