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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

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Academic year: 2021

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Expectativas

Inflação

Desaquecimento e a meta Selic

Fonte: Focus BCB

Fonte: Ambima

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

Fonte: Focus BCB

Pela terceira vez consecutiva, a mediana das projeções para o crescimento da economia voltou a cair. No boletim Focus, a expectativa para o PIB contraiu-se 0,27 p.p. para 2,01% no fechamento de 2019, enquanto que para 2020 manteve-se em 2,80%. Com relação à inflação, a expectativa para o IPCA de março saltou de 0,38% para 0,46% e o de abril seguiu em 0,38%. Para 2019 espera-se inflação de 3,89% (+0,02 p.p.). Por outro lado, a inflação implícita na negociação de títulos públicos para 12 meses caiu 0,06 p.p. na semana, para 3,99% a.a.. A projeção para a taxa Selic de 2019 segue em 6,50% a.a.. A expectativa é de que feche o ano de 2020 em 7,75% ante 8,00% previsto na semana passada. Por fim, as projeções para as taxas de câmbio ao final de 2019 e 2020 são R$ 3,70 e R$ 3,75, na ordem. É provável que a meta Selic seja mantida na próxima reunião do Copom, contudo o lento processo de recuperação cíclica da atividade econômica alimentará o debate acerca de uma eventual redução ainda em 2019. De forma mais intensa do que a esperada, o Índice de atividade do Banco Central recuou 0,41% em janeiro. Desde abr/18, a variação anual do acumulado em 12 meses desacelera, encerrando em 1,00% contra 1,15% no mês anterior. Esse compasso é traduzido na terceira queda consecutiva do PIB projetado para 2019 pela pesquisa Focus (2,01%). Adicionalmente, o Indicador Antecedente Composto da FGV/Ibre e“The Conference Board” recuou 1,2% em fevereiro, sinalizando uma baixa probabilidade de aceleração do nível de atividade econômica, motivada pelo cenário externo menos favorável e pela estagnação no mercado de trabalho. As expectativas concentram-se no teor do comunicado da decisão no que se refere ao balanço de risco da inflação, em um cenário caracterizado pelo desaquecimento generalizado das economias e pelas expectativas quanto à evolução das reformas estruturais.

15/03/2019 Há 1 semana Há 4 semanas mar/19 0,46 0,38 0,34 abr/19 0,38 0,38 0,38 2019 3,89 3,87 3,87 2020 4,00 4,00 4,00 IPCA (%) Mediana - agregado 4,35% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Inflação Implícita

Em 12 meses 2,48% 2,28% 2,01% 2,58% 2,80% 2,80% 15/02/2019 08/03/2019 15/03/2019

PIB - Mediana das Projeções

Variação anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Taxa de Juros

Fonte: B3 Fonte: B3

Fonte: Anbima

A taxa de juros do swap DI prefixado de 360 dias mostrou uma queda de 0,09 p.p. na semana, totalizando 6,32% a.a.. Com a queda de 0,06 p.p. da inflação esperada para os próximos 12 meses, a taxa real de juros ex-ante passou para 2,20% a.a., após bater 2,28% a.a. na segunda-feira (11/3). Por outro lado, o diferencial das taxas de juros de um e cinco anos voltou a se reduzir (0,11 p.p. no período), fechando em 2,06% a.a..

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

6,32% 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19 a.a.

Swap DI Pré - 360

2,20% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19 a.a.

Taxa Real de Juros

Ex- ante 2,06 1,90 2,40 2,90 3,40 3,90 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Spread da Taxa de Juros

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

Câmbio

Fonte: Bloomberg

Fonte: J.P. Morgan

O dólar perdeu valor frente ao real durante a semana, com uma queda de 1,31%, encerrando cotado a R$ 3,82. O movimento foi em linha com o exterior e refletiu os renovados sinais de desaquecimento da economia norte-americana. Por lá, os dados de produção industrial e de inflação ao consumidor vieram abaixo das estimativas, provocando uma desvalorização global da moeda. O Dollar Index, que mede a variação do dólar em relação a uma cesta de moeda de países desenvolvidos, cedeu 0,73% para 96,60 pts.. Com uma alta de 0,90% na semana, o índice de moedas emergentes em relação ao dólar ficou em 63,37 pts..

*Cesta de Moedas:

Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.

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3,82 3,60 3,70 3,80 3,90 4,00 4,10 4,20 se t/1 8 o ut /18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev /19 mar/19

Real/US$

96,595 94 96 98 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Dollar Index

63,372 60 61 62 63 64 65 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Índice Emergentes*

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg Fonte: Bloomberg

Fonte: Blommberg

Aversão ao Risco

A semana foi marcada pela redução relativa da aversão ao risco diante dos sinais, que se acumulam, de desaquecimento econômico, inclusive nos EUA. O cenário corrobora a posição de ”cautela” do Fed. Neste sentido, as taxas de juros negociadas nos títulos norte-americanos voltaram a cair. O retorno do T-notes de 10 anos cedeu 0,03 p.p. na semana para 2,59% a.a.. Ademais, além da apreciação das principais moedas ante o dólar, o EMBI, que mede o spread dos retornos dos títulos soberanos de países emergentes, caiu onze pontos na semana, alcançando 393 pts. No mesmo sentido, o prêmio do CDS com vencimento de cinco anos da economia brasileira cedeu oito pontos para 156 pts. Por fim, a cotação do petróleo tipo Brent avançou 2,16% e fechou em US$ 67,16, influenciado pelos esforços da OPEP para conter o excesso de produção.

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

2,59 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3,0 3,1 3,2 3,3 ag o /18 se t/1 8 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

T-Note 10 anos

(%) 67,16 45,0 50,0 55,0 60,0 65,0 70,0 75,0 80,0 85,0 90,0 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 de z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Petróleo

Brent última cotação US$

393 360 380 400 420 440 460 480 ag o /18 se t/18 o u t/18 no v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

EMBI

Pontos-base

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

IPCA – fev/19

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou para 0,43% em fevereiro. O resultado ficou acima da mediana das projeções de mercado (0,36%), refletindo o avanço marginal nos grupos de alimentação (0,78%) e educação (3,53%). Os grupos contribuíram com 0,19 p.p. e 0,17 p.p., na ordem, com destaque para o avanço nos preços dos alimentos in natura, pressionados pelas chuvas generalizadas e quebra na safra do feijão. Nos serviços, os reajustes de início de ano letivo nas mensalidades escolares foram em média de 4,58% para os cursos regulares. Na ponta oposta, os transportes e vestuários tiveram quedas de 0,34% e 0,33%, respectivamente, com contribuições de -0,06 p.p. e -0,02 p.p. sobre o índice. Em 12 meses, o IPCA acumulou alta de 3,89%, mantendo-se abaixo da meta de inflação. Na mesma base de comparação, os preços de alimentação saltaram para 6,31% e os de serviços reduzem, paulatinamente, o seu ritmo de crescimento para 3,34%. 0,32% 0,09% 0,22% 0,40% 1,26% 0,33% -0,09% 0,48% 0,45% -0,21% 0,15% 0,32% 0,43% fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ago /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19

Variação Mensal

0,43% 0,78% 0,38% 0,20% -0,33% -0,34% 0,49% 0,18% 3,53% 0,00% Geral Alimentação e Bebidas Habitação Artigos de Residência Vestuário Transporte Saúde e Cuidados Pessoais Despesas Pessoais Educação Comunicação

Variação Mensal

Por grupo 3,89% 6,31% 3,34% -7,0% -2,0% 3,0% 8,0% 13,0% 18,0% fev/16 ago /16 fe v/17 ag o /17 fev/18 ago /18 fev/19

Variação Anual

Acumulada em 12 meses IPCA Alimentação Serviços

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: FGV Fonte: FGV

Fonte: FGV

IGP-10 – mar/19

Em março, o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) apontou inflação de 1,40% após uma alta de 0,40% no mês anterior. Na abertura, observou-se que o movimento foi alavancado pelo avanço de 1,93% do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), no qual a contribuição foi de 1,16 p.p. no total do índice. Na análise por estágios de processamento, os preços das matérias primas brutas tiveram incremento de 3,60% após subir 0,98% em fevereiro, impulsionado pelo preço das commodities. Já os bens finais saltaram de 0,49% para 1,97% influenciado, principalmente, pelo avanço dos preços dos alimentos in natura. Os demais componentes do IGP-10 mostraram menores altas marginais de 0,48% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e de 0,07% no Índice Nacional da Construção Civil (INCC). Considerando-se a inflação em 12 meses, o IGP-10 acelerou de 6,98% em fevereiro para 7,99%. Na mesma base comparativa, o IPA acumulou um crescimento de 9,95%, seguido pelo IPC com uma alta de 4,37% e o INCC com uma elevação de 4,07%.

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0,40% 0,49% -0,14% 0,98% 1,93% 1,97% 0,54% 3,60% IPA - EP BENS FINAIS BENS INTERMEDIÁRIOS MATÉRIAS PRIMAS BRUTAS

IPA EP Índices

Variação mensal mar/19 fev/19 0,40% 0,40% 0,38% 0,41% 1,40% 1,93% 0,48% 0,07% IGP-10 IPA IPC INCC

Variação Mensal

Abertura mar/19 fev/19 7,99% -4% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% mar/15 se t/15 mar/16 se t/16 mar /17 se t/17 mar/18 se t/18 mar/19

Evolução Anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE

IBC-Br – jan/19

No primeiro mês de 2019, o índice de atividade do Banco Central, o IBC-BR, apresentou queda de 0,41%, na série com ajuste sazonal, após uma elevação de 0,21% em dez/18. Com isso, a série com a variação trimestral saiu de 0,21% para 0,16% em janeiro. O resultado do mês reflete, dentre outros, as retrações da indústria (-0,80%) e de serviços (-0,33%), contudo, a alta de 0,43% no comércio varejista amenizou o movimento. A variação anual do acumulado em 12 meses do indicador apontou uma desaceleração no ritmo de crescimento, encerrando em 1,00% contra 1,15% no mês anterior. A série mantém uma tendência cadente desde que apontou seu ponto máximo em abr/18 (1,49%), na mesma base comparativa. Os resultados reforçam o entendimento de um menor crescimento do PIB em 2019.

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-0,41% 0,16% -4,0% -3,0% -2,0% -1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% mar/15 mai/15 ju l/15 se t/15 n o v/15 jan /16 mar/16 mai/16 ju l/16 se t/1 6 n o v/16 jan /17 mar/17 mai/17 ju l/17 se t/17 n o v/17 jan /18 mar/18 mai/18 ju l/18 se t/18 n o v/18 jan /19

Variação

Com ajuste sazoinal

Mensal Trimestral Fonte: IBGE 1,00% -6% -5% -4% -3% -2% -1% 0% 1% 2% jan /15 ju l/15 jan /16 ju l/16 jan /17 ju l/17 jan /18 ju l/18 jan /19

Variação Anual

Acumulado em 12 meses

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

A produção física industrial contraiu-se 0,80% em janeiro após avançar 0,23% em dezembro, na série livre de influências sazonais. No mês, as principais categorias de uso tiveram desempenhos negativos, com exceção dos bens de consumo duráveis (0,52% a.m.). Destaque para o recuo de 2,96% em bens de capital, impactado pelas contrações dos equipamentos de transporte industrial (-11,21%). Nas subcategorias de uso, os equipamentos de transporte não industrial caíram 20,43% no mês, enquanto que os bens de consumo não duráveis apresentaram baixa marginal de 6,69%. Considerando a evolução anual do acumulado em 12 meses, a produção industrial vem desacelerando, paulatinamente, seu ritmo de crescimento desde julho/18, de 3,35% a.a. para apenas 0,55% a.a.. Em jan/18 foi observado taxa de 2,77% a.a., na mesma base comparativa. Vale mencionar que o índice de difusão, ou seja, a proporção de subsetores que apresentaram elevação juntamente com o índice, ficou em 44,7%.

PIM - jan/19

0,55% -12% -10% -8% -6% -4% -2% 0% 2% 4% jan /16 ma i/16 se t/16 jan /17 m ai /17 se t/17 jan /18 m ai /18 se t/18 jan /19

Variação Anual

Acumulada em 12 meses -2,96% -0,11% -0,34% 0,52% -0,43% -0,80% Capital Intermediários Consumo Cons. Duráveis Cons. Semi e não duráveis PIM

Variação Mensal

Por categoria de uso - série com ajuste sazonal

-1,87% -0,22% 0,00%0,90% -11,00% 12,61% -0,22% -0,78% -1,90% 0,11% -0,11% 0,23% -0,80% jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 m ai /18 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Variação Mensal

Série com ajuste sazonal

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

O índice de volume dos serviços registrou uma queda marginal de 0,33% em janeiro após avançar 1,00% no mês anterior, na série livre de influências sazonais. O resultado do mês foi influenciado pelas contrações nos setores de transporte (-0,55%) e serviços de informações e comunicação (-0,21%). Já os demais grupos apresentaram altas, com destaque para o avanço de 4,79% em outros serviços. Apesar do resultado do mês, a série com a evolução anual do acumulado em 12 meses conseguiu sair do campo negativo que estava desde jun/15, encerrando o mês de janeiro com ligeiro avanço de 0,26%. Em 2018, o resultado do volume de serviços foi revisado de -0,1% para estabilidade, interrompendo, desta forma, uma sequência de três anos seguidos de queda. Vale mencionar a importância do setor de serviços no PIB, representando cerca de 70% do indicador pela ótica da oferta.

PMS - jan/19

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0,00% -0,44% -1,59% 1,05% 0,11% 1,00% 4,79% -0,55% 1,74% -0,21% 1,09% -0,33% Outros Transp., auxiliares e correio Profissionais, adm e compl. Informação e comunicação Prestados à família Geral

Variação Mensal

Por segmento – série com ajuste sazonal

jan/19 dez/18 0,26% -6% -4% -2% 0% 2% jan /16 mai/16 se t/16 jan /17 mai/17 se t/17 jan /18 mai/18 se t/18 jan /19

Crescimento Anual

Acumulado em 12 meses -1,12% -0,11% 1,02% -4,70% 6,35% -2,21% 1,58% -0,44% 0,11% 0,00% 1,00% -0,33% jan /18 fe v/18 mar/18 ab r/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Variação Mensal

Série dessazonalizada

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

O volume do comércio restrito cresceu 0,43% em janeiro contra uma queda de 2,09% no mês anterior, na série com ajuste sazonal. No período, praticamente todos os segmentos registraram expansão no volume de vendas, com exceção de artigos farmacêuticos. O resultado de janeiro foi influenciado pela forte alta das vendas de materiais para escritório (8,21%) e de outros artigos (7,24%). No mesmo sentido, o comércio ampliado, que leva em consideração veículos e materiais para construção, apresentou alta de 0,98% na margem. Ainda no mês, as receitas apresentaram altas de 0,77% no comércio restrito e 1,37% no ampliado, também na série dessazonalizada. Considerando a evolução anual acumulada em 12 meses, o comércio ampliado permanece com o maior nível de crescimento (4,73%), alavancado pelas vendas de veículos, enquanto o restrito encerrou com incremento de 2,18%. No mesmo período de 2018 registravam

expansões reais de 4,55% e 2,46%,

respectivamente.

PMC - jan/19

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

0,77% 1,37% -4,0% -3,0% -2,0% -1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% jan /18 mar/18 mai /18 jul /18 se t/18 n o v/18 jan /19

Variação Mensal - Receita

Com ajuste sazonal

Restrito Ampliado 0,51% 0,60% 0,12% 0,38% -0,53% 0,20% 8,21% 7,24% 5,70% 0,11% 0,43% 0,98% Combustíveis Supermecados Vestuário Eletrodomésticos Art. Farmacêuticos Papelaria Mat. Escritório Outros artigos Veículos Mat. Construção Com. Varejista Com. Varejista ampliado

Variação Mensal - Volume

Por segmento – série com ajuste sazonal

1,77% -5,28% -5,48% 2,46% 2,18% -2,43% -9,41% -7,53% 4,55% 4,73% 2015 2016 2017 2018 2019

Evolução das Vendas Reais

Acumulado em 12 meses – em janeiro

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: ANFAVEA Fonte: ANFAVEA

Fonte: ANFAVEA

Em fevereiro, os dados para o setor

automobilístico foram positivos. Segundo a ANFAVEA, a produção total de veículos cresceu de 201,00 mil unidades em janeiro para 260,74 mil, o que representou altas marginais de 29,72% e de 19,93% em relação a fev/18. Os destaques em fevereiro ficaram para a alta de caminhões (41,40%), ônibus (31,63%) e automóveis (31,47%). Desta forma, a produção acumulada em 12 meses alcançou 2,96 milhões de unidades, o que representa uma alta anual de 4,48%, contudo, inferior aos 22,63% a.a. observado em fev/18. Apesar da fraca expansão da atividade econômica brasileira, as vendas no mercado interno mostram crescimento no acumulado em 12 meses de 14,60% a.a., ao passo que as exportações mantêm tendência cadente (-24,56% a.a.). Assim e na mesma base comparativa, a participação das exportações na produção total de veículos recuou para 20,03% em fevereiro.

Veículos - fev/19

260,74 150 170 190 210 230 250 270 290 310 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19

Produção Mensal

Em mil unidades 2,68 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 fev/15 jun /15 o u t/15 fev/16 jun /16 o u t/16 fev/17 jun /17 o u t/17 fev/18 jun /18 o u t/18 fev/19

Vendas Internas

Acumulada em 12 meses (mil unidades)

-24,56% -40% -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% fev/15 jun /15 o u t/15 fev/16 jun /16 o u t/16 fev/17 jun /17 o u t/1 7 fev/18 jun /18 o u t/18 fev/19

Exportações

Variação anual do acumulado em 12 meses

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: CNC Fonte: CNC

Fonte: CNC

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), elaborada pela CNC, apresentou uma ligeira piora nos indicadores de fevereiro. O percentual de famílias que se consideram endividadas subiu de 60,10% em janeiro para 61,5%. Com avanço de 0,3 p.p. no mês, o percentual com dívidas em atraso ficou em 23,1%. Já os que se consideram sem condições de honrar suas dívidas saíram de 9,1% para 9,2%. Contudo, a média móvel de 12 meses (MM12M) da parcela da renda comprometida com o pagamento das dívidas segue trajetória cadente, fechando em 29,4% contra 30,0% no mesmo período de 2018. Por fim, persiste o alongamento no prazo de pagamento das dívidas, com a MM12M encerrando em 64,3 dias.

PEIC - fev/19

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

61,2% 60,1% 61,5%

24,9% 22,9% 23,1%

9,7%

9,1% 9,2%

fev/18 jan/19 fev/19

PEIC (%)

Endividadas Com atraso Sem condições

29,4% 29,0% 29,5% 30,0% 30,5% 31,0% 31,5% fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fe v/18 mai/18 ago /18 n o v/18 fev/19

Parcela da Renda Comprometida

Dentre os endividados - Total - % MM12M

12,3% 23,7% 25,5% 38,3%

Nível do Endividamento

Muito endividado

Mais ou menos endividado Pouco endividado Não tem dívidas desse tipo

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Serasa Experian

Fonte: Serasa Experian Fonte: Serasa Experian

O indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações registrou 168 pedidos de recuperações judiciais (RJ) no primeiro bimestre do ano, o que representou uma queda de 13,8% frente à igual período de 2018. Por sua vez, o montante de falências requeridas ficou em 197, um avanço de 12,6% na mesma base comparativa. No acumulado em 12 meses, o total de RJ caiu 2,6% a.a., enquanto que o das falências recuou 10,2% a.a.. As grandes empresas responderam pelo maior número de recuperações judiciais requeridas com o total acumulado de ocorrências em 12 meses crescendo a um ritmo de 6,6% a.a.. Dentre as micro e médias empresas, os pedidos recuaram a um ritmo de 0,9% a.a. e 11,7% a.a., respectivamente. Os dados ratificam a percepção de que a atividade empresarial segue impactada pela lenta retomada da economia brasileira, prevalecendo o baixo dinamismo nos negócios e as dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas, sobretudo entre os micro e pequenos empreendimentos.

Recuperações Judiciais - fev/19

-2,6% -10,2% -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18 fev/19

Recuperações e Falências

Requeridas

Acumulado no ano em 12 meses (% a.a.)

RJ Falências -0,9% -11,7% 6,6% -40% -20% 0% 20% 40% 60% fe v/17 m ai /17 ag o /17 n o v/17 fev/18 mai /18 ag o /18 n o v/18 fev/19

Recuperações Judiciais

Requeridas

Acumulado no ano em 12 meses (% a.a.)

Micro e Pequenas Médias

Grandes

Informativo Assessoria Econômica 08 a 15 de março de 2019 | www.abbc.org.br

175

195 197

168

Falências Recuperações Judiciais

Falências e Recuperações Judiciais

Requeridas

Acumuladas no 1º bimestre

(14)

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