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Academic year: 2021

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VITOR MANUEL GOMES ROQUE

[email protected] Escola Superior de Turismo e Hotelaria Instituto Politécnico da Guarda

(2)

3 Evolução HARDWARE Evolução SOFTWARE Evolução SISTEMAS DE INFORMAÇÂO

AVANÇOS TECNOLÓGICOS

+ rapidez de processamento + capacidade de armazenamento

Numa primeira fase levou a: SISTEMAS DE GESTÃO DE FICHEIROS (SGF)

EXIGÊNCIAS CRESCENTES DA ORGANIZAÇÕES

+ informações & + complexas

(3)

5

Sistemas de Gestão de Ficheiros

– automatização de algumas tarefas até aí realizadas manualmente

– os processos continuavam a ser executados da mesma forma, só que mais rapidamente

O PROBLEMA DO

backlog

Os sistemas clássicos baseados em SGF exigem um grande esforço de manutenção: cerca de 75% dos recursos tempo e esforço

Necessidade de tecnologias que permitam um rápido desenvolvimento e um baixo custo de manutenção

(4)

7 A INFORMAÇÃO é um dos recursos mais importantes numa organização

Repercussões na competitividade

A tomada de decisões é cada vez mais um processo complexo, envolvendo muita informação

mas para que a informação seja eficaz (critérios): •Actualidade •Correcção •Relevância •Disponibilidade •Legibilidade

A INFORMAÇÃO só é informação se puder ser interpretada correctamente

Os DADOS são simplesmente valores discretos que isoladamente não têm qualquer significado

DADOS

t

INFORMAÇÃO

t

= relacionados + interpretados

Envolve PROCESSAMENTO

(5)

9

Dados

– elementos ou valores discretos que,

isoladamente, não têm qualquer valor.

Informação

– é o resultado de alguma forma de

processamento sobre os dados.

Os dados podem ser vistos, simplesmente como a

matéria prima necessária a esse processamento

DOC A Guia 1 DOC A Guia 2 DOC A Guia 3 GESTÃO DE STOCKS CONTROLO DE PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE VENDAS

(6)

11 DADOS DADOS DADOS APLICAÇÃO A APLICAÇÃO C A B FICHEIRO X FICHEIRO Y FICHEIRO Z DADOS PROGRAMAS

•Múltiplos sistemas “ilha”

•Dados armazenados em vários ficheiros

•Estrutura fisica dos dados integram a lógica dos programas

•Problemas de concorrência geridos pelas aplicações

Consequências na FIABILIDADE e MANUTENÇÃO dos dados

A

B

SGBD

BD

PROGRAMAS

•Dados reunidos num único conjunto: a BASE DE DADOS

•Acesso aos dados é gerido pelo SGBD

•Na BD são armazenados os Metadados – Diccionário de Dados

(7)

13

BASE DE DADOS

Conjunto de informações que serão partilhadas

e utilizadas para diferentes objectivos e por

diferentes utilizadores. Os utilizadores não só

partilham informações, como têm também

necessidades e perspectivas diferentes dessas

informações.

Sistemas de Gestão de Base de Dados (SGBD)

– os dados são organizados num único conjunto, isto é, em vez de estarem separados por várias unidades independentes, os dados encontram-se integrados numa só unidade de armazenamento

– um SGBD proporciona aos utilizadores uma visão abstracta dos dados, i.e., o sistema esconde certos detalhes de como os dados são armazenados e guardados

(8)

15 organizado

Base de Dados Várias TABELAS

– Introdução – Alteração – Eliminação – Pesquisa

(9)

17

NIVEL CONCEPTUAL

NÍVEL FISICO

VISTA_1 VISTA_2 VISTA_n

Três níveis de abstracção de dados

NÍVEL FISICO

Armazenamento dos ficheiros em suportes informáticos e a forma como estão organizados nesses suportes.

(10)

19

NÍVEL CONCEPTUAL

Descrição dos dados armazenados e das relações entre esses dados. O número e tipo de campos em que a informação é estruturada, as relações entre os dados.

NÍVEL VISUALIZAÇÃO

Forma como os dados são apresentados aos utilizadores finais.

(11)

21

Redução da redundância

Evitar inconsistência

Partilha dos dados

Segurança

Interfaces agradáveis e fáceis de manipular

(12)

23

Apresentado por Edgar F. Cood em 1970.

É o modelo conceptual mais utilizado, no presente.

É um modelo lógico que traduz a estrutura e

relacionamento dos dados.

Os dados são representados como um conjunto de

relações.

Relação: estrutura lógica para o armazenamento de

dados relativos a uma entidade, numa base de

dados.

– É definida por um nome e composta por um número finito de atributos (colunas) e tuplos (linhas).

– Uma relação tem uma representação directa através de uma tabela.

(13)

25

TABELA RELAÇÃO

a relação ALUNO

NÚMERO NOME D_NASC ...

746 Maria Marques 01.Out.1978 ...

876 João Pereira 23.Jan.1980 ...

1234 Carlos Pires 12.Ago.1976 ...

... ... ... ...

ATRIBUTOS

TUPLOS

Numa relação a cada atributo está associado um

domínio.

Uma BD Relacional consiste num conjunto de

atributo:Corresponde ao nome da coluna, na tabela da relação. tuplo:Corresponde a uma linha, na tabela da relação.

grau: Número de atributos que compõe a relação. cardinalidade:Número de tuplos que a relação contém.

TABELA RELAÇÃO

(14)

27 TERMOS FORMAIS 1ª ALTERNATIVA 2ª ALTERNATIVA

RELAÇÃO TABELA FICHEIRO

TUPLO LINHA REGISTO

ATRIBUTO COLUNA CAMPO

RELAÇÃO – terminologia alternativa

Relação –

Esquema de uma relação

– Representa-se por: R(A1, A2, …, An) – Cada Ai tem um domínio Di = D(Ai)

Aluno(Número, Nome, DNasc) D(Número) = N

D(Nome) = {n: n é um nome próprio} D(DNasc) = {d: d é uma data válida} EXEMPLO

(15)

29

Relação

– Instância da relação

– Representa-se por: r(R)

– É um conjunto de n-tuplos r = {t1, t2, …, tm}

– cada n-tuplo t consiste numa lista ordenada de n valores t(v1, v2, …, vn), com vi Di

r(Aluno) ={(746, Maria Marques, 01.Out.1978), (876, João Pereira, 23.Jan.1980), (1234, Carlos Pires, 12.Ago.1976)}

EXEMPLO

t3

Assim r(R) D1x D2x… x Dn

Relação –

Características

– Identificador único.

– Cada célula contém um valor atómico. – Cada atributo com nome distinto.

– Os valores de um atributo pertencem a um mesmo domínio.

– Não existem tuplos duplicados. – A ordem dos tuplos é irrelevante. – A ordem dos atributos é irrelevante.

(16)

31

Conceito de

CHAVE

, numa relação

– Super-Chave – Chave Candidata – Chave Primária

NÚMERO NOME D_NASC NBI

746 Maria Marques 01.Out.1978 7724354

876 João Pereira 23.Jan.1980 8876544

1234 Carlos Pires 12.Ago.1976 7354566

... ... ... ...

ALUNO

ALUNO(Número, Nome, DNasc, NBI)

Conceito de

CHAVE ESTRANGEIRA

– Envolve no mínimo duas relações

– Estabelece um relacionamento entre relações

NÚMERO NOME D_NASC

746 Maria Marques 01.Out.1978

876 João Pereira 23.Jan.1980

1234 Carlos Pires 12.Ago.1976

... ... ... NA COD NOTA 746 SI 16 876 PT 17 1234 SI 15 ... ... ...

ALUNO(Número, Nome, DNasc)

NOTAS(NA, Cod, Nota) CHAVE ESTRANGEIRA

(17)

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REGRAS DE INTEGRIDADE

Garantir a validade dos dados na BD, para cada transacção. BD BD BD T T tempo • Integridade de Domínio • Integridade de Entidade • Integridade Referencial

Integridade de Domínio

Regras definidas pelo utilizador salário > SMN

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35

Integridade de Entidade

Os valores da chave primária  (nulo)

Integridade Referencial

A chave estrangeira ou é nula ou contém um valor que é chave primária da relação de onde foi importada

Referências

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