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Primeiros Seres Vivos

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Academic year: 2021

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Atividades não presenciais Página 1

EEB Prof. José Arantes

Atividades Não Presenciais

Disciplina: BIOLOGIA Entrega: REGISTRO NO CADERNO Professor: CARLA QUEIROZ

Aluno: Turma: 101-102-103-104-105-107-108-109-110-111-112

Primeiros Seres Vivos

Não se sabe exatamente como eram os primeiros seres vivos. Acredita-se que eles eram microscópicos, muito parecidos com os mais simples microrganismos atuais.

A química explica como surgiram

Os cientistas, usando os conhecimentos da Química, o estudo dos vulcões e experimentos realizados em laboratórios, sugerem que os primeiros seres vivos surgiram em nosso planeta há cerca de 3,5 bilhões de anos, a partir de reações químicas ocorridas entre os gases que formavam a atmosfera primitiva, que era muito diferente da atual.

Foi em torno de 1920 que dois cientistas, o russo Aleksander Ivanovich Oparin (1894-1980) e o inglês John B. S. Haldane (1892-1964), lançaram uma hipótese para explicar a origem da vida.

Para eles, a atmosfera primitiva era composta dos seguintes gases: metano, amônia, hidrogênio e vapor d’água. Com a energia das descargas elétricas durante as tempestades e também da radiação ultravioleta proveniente do Sol (naquele tempo não havia ainda a camada de ozônio), os gases foram se combinando e originando substancias novas, inclusive substancias orgânicas que são encontradas no corpo dos seres vivos (açúcares e aminoácidos). Com a água da chuva, essas substancias caiam na crosta terrestre e eram arrastadas para os oceanos.

Nos oceanos, essas moléculas orgânicas foram se agrupando e formando aglomerados moleculares que ficaram conhecidos como coacervados.

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Atividades não presenciais Página 2 Esses coacervados conseguiam absorver e trocar substâncias com o meio externo. Mais tarde, adquiriram a capacidade de fazer cópias de si mesmos. Nesse momento, teriam surgido os primeiros seres vivos, que, apesar de primitivos, eram capazes de se reproduzir, dando origem a outros seres vivos.

Os coacervados eram formados por aglomerados de proteínas.

Ao longo de todo esse tempo, eles foram se modificando, evoluindo e originando a imensa variedade de espécies, inclusive o homem. A biodiversidade do planeta é sua maior riqueza.

Como eram os primeiros seres vivos

Os cientistas acreditam que esses seres vivos, a princípio, eram heterótrofos e se alimentavam das substâncias orgânicas que havia em abundância nos oceanos primitivos. Com isso, eles obtinham a energia necessária para os seus processos vitais, cresciam e se reproduziam.

Passados milhões de anos, a quantidade desses seres vivos aumentou muito, novas espécies foram surgindo e o estoque de alimento disponível tornou-se escasso para todos.

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Atividades não presenciais Página 3 É provável que tenham surgido, por evolução, os seres autótrofos, isto é, capazes de produzir seus próprios alimentos utilizando a energia solar e substâncias simples como gás carbônico e água (fotossintetizantes) e, com isso, foram liberando oxigênio para a atmosfera.

Por meio dessa atividade, o oxigênio foi se acumulando na atmosfera, tornando-a mais semelhante à atual. Desde o surgimento desses primeiros seres vivos, modificações têm originado diferentes espécies. Algumas delas existem até hoje; outras, já́ extintas, só́ foram conhecidas por meio de fósseis.

Tudo isso, descrito assim, de forma tão rápida, parece simples. Mas não podemos esquecer que a Terra tem 4,6 bilhões de anos e que os fósseis mais antigos são encontrados em rochas com cerca de 3,5 bilhões de anos. Isso quer dizer que a formação do primeiro ser vivo pode ter levado anos!

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Atividades não presenciais Página 4

EEB Prof. José Arantes

Atividades Não Presenciais

Disciplina: BIOLOGIA

Entrega: Professor: CARLA QUEIROZ

Aluno: Turma: 101 - 102 - 103 - 104 - 105 – 107-108-109-110-111-112

Teorias sobre a Origem da Vida

A Origem da Vida ainda é uma das maiores dúvidas da humanidade. Entenda as principais teorias que tentam explicar como tudo aconteceu.

Ao longo da história do ser humano um dos maiores e constantes questionamentos é “De onde nós viemos?”. Esta pergunta nunca respondida gerou muitas intrigas, mortes, raciocínios diversos. Teorias Científicas e Versões Religiosas que tentam explicar a origem da vida na Terra (e mesmo do Universo).

Deus

criou o Universo? Ou, por outro lado, foram as condições ‘do ambiente’ que geraram a ‘explosão inicial’ do Big Bang, surgindo daí o Universo?

Na disputa entre as teorias para a Origem da Vida quem se destacou no campo da Ciência foi Charles Darwin e seus seguidores com a Teoria da Evolução das Espécies

Há quem discorde de Darwin e que ‘jure’ até hoje que ‘o homem não veio do macaco’. Mas, o fato é que a ciência mudou desde as observações e anotações de Darwin na viagem que fez no veleiro Beagle (imagem acima).

Perceba na imagem como na origem os embriões são muito semelhantes. A diferenciação ocorre ao longo do processo. .

As Disputas Religiosas e Cientificas:

Pensamentos e estudos continuam sendo realizados e muito discutidos a fim de suprir a curiosidade humana. Inicialmente, as ideias que guiam as teorias sobre origem da vida eram fundamentalmente filosóficas e religiosas.

Com o desenvolvimento das ciências (física, química, biologia), o pensamento científico acabou ocupando uma grande porção na fundamentação dessas hipóteses e teorias. A seguir serão abordadas teorias e hipóteses importantes para a compreensão desse assunto.

Teoria Criacionista – A Versão Religiosa

O Criacionismo

é uma corrente que afirma todos os seres vivos terem sido criados individualmente por uma entidade divina (Adão e Eva). Pelo Criacionismo, Deus fez o homem, como reportado na Bíblia.

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Atividades não presenciais Página 5 • Segundo esse pensamento, todos os seres vivos são imutáveis e são iguais desde o momento de sua

criação

(antievolucionista

).

• Essa é a primeira ideia sobre origem da vida, aceita até hoje por milhares de

fiéis.

Teoria Cosmogênica (Panspermia Cósmica)

• Essa teoria sugere que os seres vivos tenham surgido não na Terra, mas em outros planetas. • Formas de resistência dos seres, como esporos, chegaram a Terra através de meteoritos.

• Essa teoria não é muito esclarecedora porque não explica como a vida surgiu nesse outro planeta.

Teorias da Abiogênese

• Chamada também de Geração Espontânea, ela afirma que ser vivo pode surgir de matéria bruta (não viva).

• Filósofos, como Demócrito e Aristóteles, acreditavam que rãs e crocodilos brotam do lodo dos pântanos, e vermes e moscas brotavam do lixo.

• Aristóteles afirmava que havia um princípio ativo, ou força vital, que permitia à matéria bruta gerar vida, espontaneamente.

• Baptista von Helmont, no século XIX, prescreveu receita para produzir camundongos envolvendo camisa suja com suor e trigo em um canto calmo e escuro por 21 dias.

Teorias da Biogênese

• Essa teoria afirma que ser vivo só surge de outro ser vivo preexistente.

• Redi, em 1668, foi um dos primeiros a contestar a abiogênese. Em seu experimento, havia dois frascos com um pedaço de carne, porém, um estava fechado com gaze e o outro estava aberto. No frasco mantido aberto apareciam larvas, já no frasco fechado não apareciam larvas. Ele sugeriu que eram as moscas, em contato com a carne, que geravam larvas.

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Atividades não presenciais Página 6 • Pasteur, em 1862, fez um experimento em que a biogênese foi descartada. Sua experiência foi colocar caldo de carne dentro de um franco com um gargalo longo retorcido, chamado pescoço de cisne, e em seguida ferver esse caldo.

Embora o ar circulasse pelo gargalo, suas impurezas eram retidas no mesmo. Após a fervura não ocorreu a formação de nenhum tipo de organismo.

Em seguida, o gargalo foi quebrado, permitindo a entrada do ar com todas as suas partículas, o que acarretou na formação de vida microscópica. Isso confirmou que ser vivo só surge de outro preexistente em virtude da existência de organismos microscópicos no ar.

Teorias da Evolução Química dos Sistemas

• A teoria sugere que, ao longo do tempo, foram ocorrendo associações de moléculas, formando substâncias cada vez mais complexas. O agrupamento seria tão complexo ao ponto de formar a vida.

• Características da Terra primitiva: atmosfera com vapor de água, amônia (NH3), hidrogênio (H2) e metano (CH4); descargas elétricas (raios); muita radiação solar (ausência de ozônio) e grande atividade vulcânica. • Oparin e Haldene, em 1936, levando em conta as condições da Terra primitiva, formularam uma hipótese. Ao longo de milhões de anos, nos oceanos primitivos, inúmeras reações entre moléculas da Terra primitiva teriam formado compostos orgânicos, como proteínas, lipídios e ácidos nucléicos.

Proteínas em rochas muito quentes, ao irem para água, agregavam-se, formando coloides. Coloides na água formariam coacervados, que são pré-células, e não seres vivos. Esses coacervados englobariam ácidos nucléicos, lipídios e, futuramente, formariam células complexas.

• Stanley Miller, em 1953, montou um aparelho onde simulava a atmosfera primitiva, com vapor de água, amônia, hidrogênio e metano. Além disso, aplicava descargas elétricas para simular raios de tempestades e aquecia constantemente, tentando reproduzir as condições da Terra primitiva. Depois de algumas horas foi possível observar a presença de aminoácidos.

Em 1959, Sindney Fox reproduziu o experimento e, aquecendo por um longo tempo, percebeu a formação de coacervados.

AGORA QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE ALGUMAS TEORIAS SOBRE A ORIGEM DA VIDA. RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO:

1)

QUAL O SEU PARECER SOBRE A ORIGEM DA VIDA?

2)

FALE SOBRE A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES:

3)

O QUE VOCÊ ENTENDE SOBRE O CRIACIONISMO?

4)

FALE SOBRE A

Teoria Cosmogênica (Panspermia Cósmica):

5)

DIFERENCIE A TEORIA DA BIOGÊNESE E ABIOGÊNESE:

6)

FALE SOBRE AS TEORIAS DE:

A) Oparin e Haldene, em 1936;

B) Stanley Miller, em 1953

C) Sindney Fox,1959

OBS: NÃO PRECISA ENTREGAR NA ESCOLA, DEIXE EM SEU CADERNO:

ORGANIZADO

COLADO

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Atividades não presenciais Página 7 Disciplina:Sociologia Professor:Edilani krueger Turmas: 105, 111 Estudante: O que é desigualdade social?

A desigualdade social é um processo existente dentro das relações da sociedade, presente em todos os países do mundo. Faz parte das relações sociais, pois determina um lugar aos desiguais, seja por questões econômicas, de gênero, de cor, de crença, de círculo ou grupo social. Essa forma de desigualdade prejudica e limita o status social dessas pessoas, além de seu acesso a direitos básicos, como: acesso à educação e saúde de qualidade, direito à propriedade, direito ao trabalho, direito à moradia, ter boas condições de transporte e locomoção, entre outros. Sociedades em que as pessoas são diferentes, optam por vestir roupas de determinado jeito ou viver sua vida de maneiras diferentes não são formas de desigualdade. O fenômeno da desigualdade se manifesta no acesso aos direitos, como dito anteriormente, mas principalmente no acesso a oportunidades. De acordo com Rosseau, a desigualdade tende a se acumular.

Logo, determinados grupos de pessoas de classes sociais e econômicas mais favorecidas têm acesso a boas escolas, boas faculdades e, consequentemente, a bons empregos. Ou seja, vivem, convivem e crescem num meio social que lhe está disponível.

É um ciclo vicioso: esses grupos se mantêm com seus privilégios e num círculo restrito, relacionando-se social e economicamente por gerações a fio. A grande questão é: o que fazem aqueles que estão à margem dessa bolha social?

Perpetuação da desigualdade

As pessoas que são marginalizadas sofrem os maus efeitos da existência dessas bolhas sociais e econômicas, sem lhes ser concedidas oportunidades de vida, de estudo e de crescimento profissional da mesma maneira que às outras pessoas. Nesse sentido, quem é de uma família pobre tem menos probabilidade de ter uma excelente educação e instrução; assim, com baixo nível de escolaridade, terão destinados a si certos empregos sem grande prestígio social e com uma remuneração modesta, mantendo seu status social intacto.

Por essa razão, a meritocracia é um mito: não há como clamar que uma classe social alcança bons feitos por mérito, frente a outra que sequer consegue acessar as mesmas oportunidades. Um princípio do direito prega em tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais, com o intuito de reconhecer como a força das vivências, dos locais de origens e da vida social tendem a se manter os mesmos por décadas.

Como surge a desigualdade social?

Vários teóricos e pensadores buscam entender esse fenômeno, que assola boa parte dos países do mundo até hoje. Boa parte deles, em suas teorias, culpa a existência da desigualdade social num vértice em comum: a concentração do dinheiro, ou seja, a má distribuição de renda. Sendo a desigualdade social o fruto da concentração de dinheiro e poder a uma parte muito pequena da população, o que resta à grande parcela da sociedade é dividir o restante. Algumas das causas da desigualdade social

• Má distribuição de renda – e concentração do poder; • Má administração de recursos – principalmente públicos;

• Lógica de mercado do sistema capitalista – quanto mais lucro para as empresas e os donos de empresa, melhor;

• Falta de investimento nas áreas sociais, em cultura, em assistência a populações mais carentes, em saúde, educação;

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Atividades não presenciais Página 8 Disciplina:Sociologia Professor:Edilani

krueger

Turmas: 105, 111

Estudante:

Faça uma pesquisa sobre: Desigualdade de gênero, desigualdade racial, desigualdade de classes.

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Atividades não presenciais Página 9 Disciplina: Inglês Professor: Édina Tomazini Turmas: 111-112

Estudante: Não precisa devolver na escola. Não precisa mandar fotos. Copie ou cole no caderno.

Simple present

Assista aos vídeos a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=LT-ppeM3qVM https://www.youtube.com/watch?v=eDZQ0FCh1_0

https://www.youtube.com/watch?v=L9AWrJnhsRI https://www.youtube.com/watch?v=-FcgPIZKrT0 Estas regras são válidas para He,she it.

Quando tem I, you, we,they o verbo fica sem as regras. Regras:

Quando o verbo estiver no presente e for utilizado com os pronomes He,she, it 1. Se o verbo terminar em SS, X, CH, SH, O, adicionamos + ES no verbo. I you,we,they kiss- he,she it kisses

I you,we,they fix- he,she it-fixes

I you,we,they watch- he,she it-watches I you,we,they go- he,she it-goes

A mechanic fixes cars. O mecânico conserta o carro

She watches soap operas every afternoon. Ela assiste novela toda tarde

He kisses his wife before he goes to work.Ele beija a esposa antes de ir para o trabalho.

2. Quando o verbo terminar em y e antes do Y tiver consoante, retiramos o y e acrescentamos o IES. I you,we,they carry- he,she it-carries

I you,we,they study- he,she it-studies

Isabel studies every night. Isabel estuda toda noite.

The baby cries all the time. O bebê chora o tempo todo.

He denies all responsibility. Ele nega toda a responsabilidade

3.Nos demais verbos bata acrescenta o S. I you,we,they play- he,she it-plays

I you,we,they make- he,she it-makes

He speaks three languages. Ele fala três línguas.

She drinks coffee every morning. Ela toma café toda manhã.

My dog hates my cat. Meu cachorro odeia meu gato.

Exemplos Resolvidos

a)I go to school. Eu vou para a escola. b) She goes to school. Ela vai para a escola. c)We study English. Nós estudamos Inglês. d) He studies Math. Ela estuda matemática.

Use as regras com He, she, it: a. cry : He,she it cries b. fly: he,she it-flies c. pray- He,she,it prays

Negative Sentence

Para a forma negativa eu utilizo o do not. Quando for he, she, it eu utilizo o does not. Affirmative Negative

I talk I do not talk She talks She does not talk You sleep You do not sleep

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Atividades não presenciais Página 10

He sleeps He does not sleep Carol studies Carol does not study We study We do not study

Quando eu quero fazer uma pergunta o Do-Does vem antes do pronome. Interrogative Sentences

Affirmative Interrogative I study Do I study? You study Do you study? He studies Does he study? She studies Does she study? It Studies Does It study? We study Do we study? They study Do they study?

Lembre-se quando utilizar o Does eu Não devo acrescentar o S,Es ou IES no verbo. Exemplos

I like pizza. Eu gosto de pizza.

N:I don’t like pizza. Eu não gosto de pizza I: Do I like pizza? Eu gosto de pizza?

She likes pizza. Ela gosta de pizza.

N:She doesn’t like pizza. Ela não gosta de pizza. I: Does she like pizza? Ela não gosta de pizza?

Para responder as perguntas

Do you like pizza? Yes. I do. No. I don’t

Does she like pizza? Yes, she does. No. She doesn’t. Exemplos:

We study japanese. N: We don’t study japanese I: Do we study Japanese? Yes, We do. No. we don’t.

Ana likes popcorn. N: Ana doesn’t like popcorn. I: Does she like popcorn. I: Does Ana like popcorn? Yes, she does. No, she doesn’t.

Exemplos: John ( work/ works) hard. John é he por isso usamos o S.

John and Peter ( work/ works) hard. John and Peter é They por isso não usamos a regra. Traduza:

a. She watches Tv. b)He reads a book c) Ana plays soccer. d) Peter eats pizza.

e) Mary Irons the clothes. f)John doesn’t study math.

g) Joseph doesn’t sing pop songs. h)Bryan doesn’t drink soda. i) Does Carol wash the car? j)Does Julia paint a picture?

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Atividades não presenciais Página 11 Disciplina: Inglês Professor: Édina Tomazini Turmas: 111-112

Estudante: Não precisa devolver na escola. Não precisa mandar fotos. Copie ou cole no caderno.

Nesta semana vamos aprender a escrever as frases nas formas negativas e interrogativas. Observe o exemplo abaixo.

Não se esqueça: Quando tem o Does ou doesn’t o verbo fica sem o S, ES ou IES, Preste bastante atenção.

Example:

Afirmativa; Michael smokes everyday. Negativa: Michael doesn’t smoke every day. Interrogativa: DOES Michael Smoke every day? Tradução: Michael não fuma todos os dias.

Siga o modelo: Escreva a frase na forma, negativa e interrogativa. .Traduza: Entregar na escola/ fotos no google estas atividades: a. She watches Tv.

b. He reads a book c) Ana plays soccer. d) Peter eats pizza.

e) Mary Irons the clothes. f)John studies math.

g) Joseph sings sing pop songs. h)Bryan drinks soda.

i) Carol washes the car j) Julia paints a picture.

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Atividades não presenciais Página 12 Disciplina: FILOSOFIA Professor: MESSIAS H. SALVIANO Turma: 110; 111; 112; 113; 114 Estudante:

Este texto trata sobre as diferenças básicas entre o animal humano e os demais animais, a questão da racionalidade. Leia o texto atentamente e procure perceber as noções que o texto traz aplicando-as no seu cotidiano. Procure perceber e entender as diferenças entre a consciência humana e a consciência do animal irracional nas ações que tem. Você pode se comparar com animais de estimação que por ventura tenha e, também, com comportamento de animais selvagens que você conheça. Faça uma reflexão sobre isso.

Homem: o ser que pergunta

Normalmente perguntamos sem refletir sobre o próprio perguntar, sem indagar pelo resultado dessa operação da inteligência que se acha na raiz de todo o conhecimento e de toda a ciência. E ao perguntar pelo perguntar, convertemos essa operação, que nos parece tão banal, tão cotidiana, em tema filosófico, a partir do momento em que passamos a considerá-la do ponto de vista da crítica radical.

Se compararmos, nesse aspecto, o comportamento humano com o do animal, verificaremos que o animal não pergunta, não indaga, limitando-se a responder. Mas por que o animal não pergunta? Não pergunta porque não precisa perguntar. E por que não precisa perguntar? Porque para viver e reproduzir dispõe do instinto para fazer, embora inconscientemente e sonambulicamente, tudo o que é necessário para assegurar a sobrevivência da espécie. O animal não pergunta, limita-se a responder os estímulos e provocações do contexto em que se encontra a responder imediatamente, fugindo do perigo, quando é ameaçado e atacando a presa quando está com fome.

Entre o animal e o contexto em que vive não há ruptura, não há solução de continuidade. Porque o animal é natureza dentro da natureza, instinto, espontaneidade vital (...).

Quando o comportamento do animal não é ditado pelo instinto, pela necessidade de alimentar-se, ou de reproduzir-se e mover-se no espaço, é ditado pelos estímulos exteriores que provocam respostas ou reflexos previamente determinados. Os animais não precisam saber o que são as coisas, não precisa perguntar porque sabe por instinto, tudo o que precisa saber para sobreviver e assegurar a sobrevivência da espécie ou grupo ou família a que pertence.

Essa ciência está implícita em sua natureza, pois o peixe nasce sabendo nadar, o pássaro sabendo voar, e os gatos e cachorros sabendo correr e andar.A integração no contexto natural é completa mesmo por parte dos animais que constroem colméias como as abelhas, edifícios para morar como as formigas, ou teias como as aranhas. Essas construções são obras do instinto, atividade que realizam fins determinados sem ter consciência de que os realiza, sem ter a possibilidade, ou a liberdade de realizá-los. Pois ser abelha e construir colméias é a mesma coisa, e a mesma coisa também é ser formiga e construir formigueiros e ser aranha e fabricar telhas. Toda conduta toda atividade do animal está predeterminada, preestabelecida, em sua natureza, inclusive a possibilidade, que se verifica em relação a certos animais superiores, de serem adestrados para trabalhar em circos.

Em contraste, o homem pergunta. E, por que pergunta? Precisa perguntar porque não sabe e precisa saber, saber o que é o mundo em que se encontra e no qual deve viver. Para poder viver e viver é conviver, com as coisas e com os outros homens, precisa saber como as coisas e os outros homens se comportam, pois sem esse conhecimento não poderia orientar sua conduta em relação às coisas e aos homens. Para o ser humano o conhecimento não é facultativo, mas indispensável uma vez que a sua sobrevivência dele depende. Mas para que este conhecimento lhe seja útil e lhe permita transformar a natureza, pondo-a a seu serviço, e lhe permita também transformar a sua própria natureza, pela educação e pela cultura, para que esse conhecimento possa se transformar em fundamento de uma técnica realmente eficaz é indispensável que não seja puramente empírico, mas científico ou epistemológico, como diziam os gregos.

Ora, que está na origem do conhecimento, tanto filosófico quanto científico? Na origem deste conhecimento está a capacidade, ou melhor, a necessidade de perguntar, indagar, o que são as coisas e o que é o homem, e qual o pressuposto ou a condição de possibilidade da pergunta? Se pergunto é porque não sei, ou me comporto como se não soubesse. A pergunta supõe conseqüentemente, a ignorância em relação ao que se precisa saber, pressupondo também e ao mesmo tempo, a consciência da ignorância e o conhecimento, por assim dizer em oco, daquilo que se desconhece e se precisa conhecer. A mola do processo é a contradição. Não sei e sei que não sei, e essa consciência da ignorância, a ciência da insciência é o que me permite perguntar, quer a pergunta se dirija à natureza, quer se enderece aos outros homens. (...) Na origem, na raiz da pergunta, encontramos, portanto a ruptura, a cisão, a contradição, não sei, preciso saber porque não sei, pergunto na

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Atividades não presenciais Página 13

expectativa de que a resposta possa trazer-me o conhecimento que não tenho e preciso saber. (CORBISIER Roland.Introdução à Sociologia/filosofia p. 125-7).

Questões para ajudar na interpretação do texto:

1) Fazemos perguntas sem refletir sobre o próprio ato de perguntar. Qual a consequência de rompermos com esta atitude? 2) Por que animal irracional não precisa perguntar? 3) Por que o homem precisa perguntar? 4) “não sei, e, sei que não sei, e, essa consciência da ignorância é o que me permite perguntar” comente o que você entende sobre esta frase. 5) Qual a diferença entre conhecimento instintivo do filosófico? 6) Como formamos o conhecimento filosófico segundo o texto? 7) Por que na raiz da pergunta está a cisão e a contradição? 8) Quando é que o conhecimento humano se torna útil e inútil aos demais animais? 9) Compare o comportamento do ser humano dos demais animais dando exemplos.

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Atividades não presenciais Página 14 EEB Jose Arantes Atividades Não Presenciais Disciplina: Educação Física

Entrega: 22/07/2020 Devolução: 29/07/2020 Professor: Jean Patrick Cruz

Aluno: Turma: 111-112-113- 114 (Marque com X)

Ler o

texto abaixo para futura avaliação:

Introdução: Regras Básicas do Voleibol

Quantos jogadores tem um time de Voleibol de quadra?

Uma equipe de Voleibol é formada por 6 jogadores em quadra e até 6 jogadores suplentes, total

de 12 jogadores, um técnico e até dois assistentes, além de um fisioterapeuta e um médico.

Quantos sets tem uma partida de Voleibol?

Uma partida de Voleibol tem pelo menos 3 sets e pode chegar ao máximo de 5 sets.

Vence um set no Voleibol a equipe que primeiro fizer 25 pontos com uma diferença de 2

pontos para a outra equipe

Caso o jogo fique empatado em 24 a 24, o set continuará para além dos 25 pontos até que

uma equipe consiga abrir os 2 pontos de diferença e vencer o set. Ex.: 26 a 24 ou 27 a 25 ou

28 a 26…

Vencerá a partida a equipe que primeiro vencer 3 sets

Em caso de empate em 2 sets a 2, será disputado o Set Desempate ou Tie-Break de 15

pontos.

As posições de Rodízio no Voleibol (rotação)

Quando uma equipe RECEPTORA do saque ganha o Rally, ganha o direito de sacar, seus jogadores

devem rodar uma posição no sentindo horário. O jogador que estive na posição 2 (rede direita

ou saída de rede), irá para posição 1, o jogador que estava na posição 1, vai para posição 6, o

jogador que estava na posição 6, vai para posição 5 e assim até todos rodarem uma posição.

Conheça Nossos Canais

Três jogadores devem formar a Zona de Ataque ou Zona de Rede, posição 4 (rede

esquerda), 3 (rede central) e 2 (rede direita ou saída de rede).

E 3 jogadores devem ocupar a Linha de Defesa ou Fundo de Quadra: 5 (fundo esquerda), 6

(fundo central) e 1 (fundo direita).

(15)

Atividades não presenciais Página 15

Rodízio no Voleibol

ATENÇÃO! A ordem de Rotação determinada no inicio do Set deve ser mantida durante todo Set e só

pode ser alterada no início de cada Set.

Número de toques na bola de uma equipes de Voleibol

Uma equipe pode realizar até 3 toque na bola antes de enviá-la a quadra adversária. O toque no

bloqueio não conta como toque de uma equipe. A equipe que realizar mais de 3 toques cometerá

uma falta de 4 toques.

Dois toques no Voleibol

De acordo com as regras um jogador não poderá dar Dois Toques consecutivos na bola. O toque

no bloqueio não conta como primeiro toque do jogador. Não é permitido se apoiar em outro

jogador ou objeto para golpear a bola.

Condução de bola no Voleibol

Não é permitido segurar, empurrar ou carregar a bola no Voleibol, ela deve ser sempre golpeada

ou rebatida.

Invasão por cima e por baixo da rede no Voleibol

De modo geral não é permitido invadir a quadra adversária, exceto nos seguintes casos:

ao bloqueador, desde que não interfira antes ou durante o toque de ataque do adversário

na bola.

invadir por baixo da rede desde que não interfira no jogo do adversário

invadir por baixo da rede desde que permaneça com parte dos pés sobre a linha central

Toque na rede no Voleibol

O contato do jogador com a rede só é considerado Falta se interferir na jogada

O contato do jogador com a rede é considerado Falta sempre que o jogador tocar a Faixa

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Atividades não presenciais Página 16 EEB Jose Arantes Atividades Não Presenciais Disciplina: Educação Física

Entrega: 15/07/2020 Devolução: 22/07/2020 Professor: Jean Patrick Cruz

Aluno: Turma: 111-112-113- 114 (Marque com X)

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Atividades não presenciais Página 17 Disciplina: Física Professora: Mari Lúcia Machado Turmas:104,105,109,110,111,112,113 e 114 Estudante:

Faça com dedicação e boa vontade. Vetores:

Vetores

Você vai entender o que são os vetores e para que servem. Compreenderá também os significados de vetor oposto, bem como a multiplicação de um número por um vetor e as operações de adição e subtração vetorial. Ao longo do trabalho sobre Vetores.

Vetores são entes matemáticos caracterizados pelo que há de comum ao conjunto dos segmentos orientados, isto é, possuem comprimento, direção e sentido. Porém, em se tratando de vetor, o comprimento passa a se chamar módulo.

Dessa forma, temos que todo vetor possui módulo, direção e sentido. Observe o desenho ao lado:

Neste esquema você pode ver que temos um segmento de reta orientado, com origem no ponto A e extremidade em B, sendo representado pelo vetor . Observe que a representação é feita por uma letra minúscula qualquer com um

segmento de reta pequeno orientado sobre ela. Não esqueça que essa “setinha” no símbolo que representa o vetor sempre tem sentido para a direita.

Você acabou de ver que o “módulo” de um vetor é seu comprimento e, no caso de uma grandeza, seu valor. Mas, o que é a sua direção? A direção pode ser horizontal ou vertical, e cada direção pode ter dois sentidos.

Como você pode observar na imagem acima, a direção horizontal pode ter sentido para esquerda ou para direita. Já a direção vertical, sentido para baixo ou para cima.

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Atividades não presenciais Página 18 Disciplina:

Física

Professora: Mari Lúcia Machado.

Turmas:104, 105, 109, 110, 111,112, 113 e 114

Estudantes:

Queridos estudantes, continuem fazendo sua parte com boa vontade e dedicação. Exercícios sobre Vetores.

Responda em seu caderno, de preferência copie as questões em seguida responda. 1)O que são Vetores?

2)Conceitue Direção. 3)Conceitue Sentido.

4)Veja a figura abaixo: nela há um bloco de massa m = 2,5 kg. Suponha que o bloco esteja submetido a duas forças horizontais de intensidades F1 = 100 N e F2 = 75 N. Determine a aceleração adquirida pelo bloco, nas unidades do SI. F1-F2=m.a

a) 5 m/s2 b) 11 m/s2 c) 15 m/s2 d) 10 m/s2 e) 0

5) Quais são as Grandezas Físicas Escalares e Vetoriais? Diferencie Elas.

(19)

Atividades não presenciais Página 19 E.E.B.José Arantes Atividades: Não Presenciais Disciplina :Língua Portuguesa.

Entrega: 15/07/2020 a 30/07/2020 Devolução: / / Turmas :( 111)(112)(113)(114) Professora: Osmilda Canabarro Aluno (a)...

Leitura: Ler o texto.

AS VOLTAS DO MEU CORAÇÃO 16 de maio de 1966

Que noite horrível ! A pior da minha vida...Penso, repenso, choro, grito, urro, estapeio o travesseiro e começo tudo de novo. Tenho que fazer uma escolha. Uma escolha que só depende de mim. Alfredo e Bobby me querem. Dizem que me amam. Acho que só gostam de mim. Mas gostam bastante. Mais do que o suficiente para me fazer feliz. Não posso mais ficar neste não-sei-o-que-quero...Muito bem. Vamos lá. Enfrentar de cara. De frente.Com tudo. O que quero? Quem quero?

Nem posso choramingar tanto. Fazer tamanha cara de coitadinha, de infeliz. Afina ltenho16 anos e tenho dois apaixonados. De plantão. Fazendo cenas por minha causa. Quase se estapeando

em público. Minhas amigas morrendo de inveja. Me achando uma sortuda. Dois caras legais querendo me namorar firme. Por que não posso ficar com os dois? Sei muito bem o porquê, portanto vamos parar com esta bobagem. Alfredo não é muito bonito. É alto ,magricela. Cara inteligente. De óculos .Tem 21 anos, é homem feito. Tem seu carro, tem dinheiro, estuda engenharia na Poli. Está no terceiro ano. Bom aluno, estudioso, responsável. Ótima pessoa. O herói da minha mãe. Aliás, o herói de todas as mães do pedaço. Me acham uma louca desvairada por não estar com ele de vez.

Bobby também não é muito bonito. Mas tem um quê especial. Um ar maroto, bem safado.

Conquistador. Todo cheio de vozes, de sussurros, um sorriso de derreter. Irresistível quando quer. Desenha bonito e passa o tempo todo com seus papéis, lápis e tintas. Nem pensa em faculdade. Vive duro e sempre se vira pra conseguir algum. Consegue quase sempre. Na minha casa não faz o menor sucesso. É tocar a campainha que torcem o nariz. Quando telefona, se pudessem, diriam que não estou. Mas quando entra, se derretem com seu charme, suas piadas. Melhor companhia não tem.

A verdade, acho, é que não estou apaixonada por nenhum deles. Ou não sei o que é amar. Como é que a gente se sente de verdade? O que acontece por dentro e por fora? Se soubesse não estava nesta baita indecisão. Amanhã cedinho tenho que ter a resposta. Escolha escolhida. Ficar com um e largar o outro. Disso, não tenho dúvidas. Só disso .Mas ficar com qual?

Queria um sinal do destino. Uma pista. Vou passar a noite em claro, esperando por esse sinal e porque estou uma pilha de nervos. Não vou conseguir dormir de nenhum jeito... É muita aflição, muito nervoso, muito medo de errar. Faço outra vez a listinha dos prós e dos contras? Dos pontos positivos e negativos de cada um deles? Por que não? Faço.

EXERCÍCIOS:

1)O que mais importa no texto é:

(20)

Atividades não presenciais Página 20 narração do fatos.

2)A frase abaixo nos mostra que a personagem não se via com o direito de sentir triste. Por quê? NEM POSSO CHORAMINGAR TANTO.

R:

3)Se resolvesse seguir a opinião da mãe, qual dos dois pretendentes a garota escolheria? Justifique sua resposta com frases do texto.

R:

4) Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, observando o significado usado no texto: 1-não-sei-o-que-quero ( ) sem

Dinheiro

2- de cara ( )se esforça

3-se vira ( )com Coragem

4-do pedaço ( ) Indecisão

5-duro ( ) da redondeza

(21)

Atividades não presenciais Página 21 Disciplina: Matemática Professor: Marilia Raimundo Turmas: 101, 102, 103, 104, 105, 107, 111. Estudante:

Orientações:

(Não precisa retornar à escola, ler e colar no caderno).

Funções;

INTRODUÇÃO

Queremos estabelecer um exemplo motivacional para o estudo de funções, e nada melhor que estudar a relação existente entre as grandezas espaço e tempo. Queremos concluir que o espaço percorrido pode ser obtido como função do tempo gasto por um atleta, conforme descrito abaixo.

Exemplo: Numa esteira ergométrica, um atleta treina com uma velocidade constante para uma maratona. Seu treinador observa, a cada 10 minutos, o espaço percorrido e anota em uma tabela seu desempenho. Observe:

Instante (minutos) Distância (m)

10 1 500 20 3 000 30 4 500 40 6 000 50 7 500 60 9 000

A cada instante (x), em minutos, corresponde a uma única distância (y), em metros. Dizemos então que a distância percorrida pelo atleta se encontra em função do instante de tempo gasto em seu treinamento. Como a cada 10 minutos são percorridos 1500 metros; a cada minuto, 150 metros são percorridos, assim a fórmula que relaciona espaço e tempo pode ser descrita por y = 150x.

Definição de Função

Dados dois conjuntos A e B não vazios, uma função f de A em B é uma relação que associa a cada elemento

x∈A, um único elemento y∈B. Assim, uma função liga um elemento do domínio (conjunto A de valores de

entrada) com um segundo conjunto, o contradomínio (conjunto B de valores de saída) de tal forma que a cada elemento do domínio está associado exatamente a um, e somente um, elemento do contradomínio. O conjunto dos elementos do contradomínio que são relacionados pela f a algum x do domínio é o conjunto imagem, denotado por Im(f).

(22)

Atividades não presenciais Página 22 Disciplina: Matemática Professor: Marilia Raimundo Turmas: 101, 102, 103, 104, 105, 107, 111. Estudante:

Orientações:

(Precisa retornar à escola, ler, responder). TESTE FINAL: CONJUNTOS.

LEIA OS EXERCICIOS E MARQUE X NAS RESPOSTAS CERTAS, DE ACORDO COM OS ENUNCIADOS. 1- Assinale a alternativa onde aparece um número irracional:

a) √32 b) √64 c) -2,3

d) −0,23565656 …

2- Sobre conjuntos numéricos são feitas as seguintes afirmações: I. Todo número inteiro é natural; II. Todo número natural é racional; III. Todo número real é irracional; IV. Todo número racional é natural; V. Todo número natural é inteiro. Qual(is) dessas afirmações é (são) verdadeira?

a) Apenas a afirmação I. b) As afirmações I e V. c) As afirmações II e V. d) Todas são verdadeiras.

2- O número pi é um número muito famoso no mundo da Matemática. Seu valor aproximado é 3,141592653589 ... . É correto afirmar que pi é um número.

a) Natural. b) Racional. c) Irracional. d) Inteiro.

4- A respeito dos conjuntos numéricos, de suas definições e das relações de inclusão existentes entre eles, assinale a alternativa verdadeira: *

a) O conjunto dos números naturais é formado pelos números inteiros positivos.

b) O conjunto dos números inteiros é formado por todos os números inteiros positivos e negativos. c) O conjunto dos números racionais contém o conjunto dos números reais.

d) O conjunto dos números inteiros contém o conjunto dos números naturais.

5 - Considere os números abaixo e assinale a alternativa que representa um número que pertence ao conjunto dos Irracionais *

a) -2 b) -2,23

c) -2,2323232323... d) 2,236067978...

(23)

Atividades não presenciais Página 23

EEB JOSÉ ARANTES

Atividade NãoPresencial

Disciplina QUÍMICA

Entrega 21/07/2020

Devolução

Prof Neusa Novaes Lapuse

Aluno(a)

Turmas 111, 112, 113 e 114

Obs;.Identifique sua turma corretamente e não

esqueça de Escrever seu nome

TURMA Atividade 008 TABELA

PERIÓDICA

***ATIVIDADES devem ser feitas e aguardar a data de devolução por enquanto não

A atomística é a área da Química responsável pelo estudo do átomo, como o histórico dos modelos

representacionais do átomo, suas características, representações e notações e os tipos de semelhança entre os

átomos.

O que é átomo?-->

O átomo é a menor unidade que compõe a matéria, ou seja, é a unidade básica

de todas as

substâncias existentes. A palavra átomo é derivada do grego e significa “sem partes” ou

“indivisível”, pois essa foi a primeira ideia que se teve a respeito da estrutura do átomo e da composição da

matéria. Apesar do nome ser utilizado até hoje, sabe-se que o átomo é composto por partículas subatômicas,

que o caracterizam como uma estrutura divisível.

Características do átomo

- Número atômico (Z)

O número atômico indica a quantidade de

prótons

que o átomo possui em seu núcleo, e é o dado utilizado

para diferenciar os átomos entre si, uma vez que cada átomo possui uma quantidade de prótons diferente, ou

seja, possui números atômicos diferentes. Caso tenha curiosidade sobre o tema, leia nosso texto:

Número

atômico e número de massa dos átomos.

- Número de massa (A)

O número de massa de um átomo pode ser calculado com base na soma da quantidade de prótons e nêutrons

presentes no seu núcleo. A massa dos elétrons é desprezível em relação à massa dos prótons e nêutrons, por

isso podemos afirmar que a massa do átomo está concentrada no núcleo. Podemos utilizar a seguinte fórmula

para o cálculo do número de massa:

A = Z + n ou A = p + n

- Elemento químico

Elemento químico é o conjunto de átomos com o mesmo número atômico, e cada elemento químico é

representado por um símbolo composto por uma ou duas letras, sendo que a primeira letra, ou no caso de ser

apenas uma, deve sempre ser maiúscula. Por exemplo: Na — símbolo do elemento sódio; Mg — símbolo do

elemento magnésio; C — símbolo do elemento carbono etc.

- Representação do átomo

Na Tabela Periódica dos elementos químicos, estão representados todos os átomos já encontrados, naturais ou

sintéticos, em ordem crescente de número atômico, que vai do 1 até o 118. Como regra, deve conter na

representação o símbolo do elemento, o número atômico e o número de massa. Veja um exemplo:

(24)

Atividades não presenciais Página 24

Algumas Tabelas Periódicas trazem informações complementares dos elementos químicos, como: estado

físico, número de oxidação, distribuição eletrônica, densidade etc.

- Íons

Os átomos nos seus estados fundamentais, como são encontrados na Tabela Periódica, são neutros, isto é,

possuem a mesma quantidade de prótons e elétrons em sua estrutura.

No entanto, para a maioria dos átomos, essa igualdade não é possível, uma vez que eles precisam perder ou

ganhar elétrons, a fim de tornarem-se estáveis em um estado de energia mais baixo. Quando isso ocorre,

dizemos que os átomos tornaram-se íons.

Quando o átomo perde elétrons, ele passa a ter excesso de prótons, ao que damos o nome de cátion. Quando

o átomo ganha elétrons, ele se torna negativamente carregado, ou seja, tem mais elétrons do que prótons. Esse

íon negativo, com excesso de elétrons, é chamado de ânion.

Esses íons são representados pelas cargas colocadas junto aos seus respectivos símbolos. Vejamos os

exemplos:

Ca 2+ — quando o átomo de cálcio perde dois elétrons, ele se torna um cátion bivalente, representado

pela carga 2+.

Br - — quando o átomo de bromo ganha um elétron, ele se torna um ânion monovalente, representado

pela carga –.

Estrutura do átomo

O

modelo atômico

atual divide o átomo em duas regiões: o

núcleo e a eletrosfera. No núcleo está

concentrada a maior parte da massa do átomo e é onde encontramos os prótons, partículas positivas, e os

nêutrons, partículas sem carga. Na eletrosfera, encontramos os elétrons orbitando em camadas energéticas

ao redor do núcleo.

(25)

Atividades não presenciais Página 25

Ao analisar dois átomos diferentes, podemos encontrar semelhanças entre a quantidade de suas partículas

subatômicas (prótons, elétrons e nêutrons) ou ainda entre seus números de massas. Segue análise de cada

um dos tipos de semelhanças atômicas:

Isótopos: são átomos que possuem a mesma quantidade de prótons, ou seja, o mesmo número atômico

(Z), mas diferem quanto ao número de massa. Por exemplo: C-12, C-13 e C-14 são isótopos do

carbono. Todos eles possuem número atômico igual a 6, porém suas massas são 12, 13 e 14,

respectivamente.

Isótonos: são átomos que possuem a mesma quantidade de nêutrons no núcleo e diferem quanto ao

número de prótons e massa. Exemplo: 26 Mg 12 e 28 Si 14. Se calcularmos a quantidade de nêutrons

de cada átomo usando a fórmula A = Z + n, encontraremos 14 desses para ambos.

Isóbaros: são átomos que, apesar de possuírem número atômico e quantidade de nêutrons diferentes,

possuem a mesma massa. Exemplo: 40 Ca 20 e 40 Ar 18.

Isoeletrônicos: são espécies químicas (átomos ou íons) que possuem a mesma quantidade de elétrons.

Exemplo: 26 Mg2+12 e 20 Ne 10. Ambos possuem 10 elétrons em sua eletrosfera.

ATIVIDADES FAZER E COLAR NO CADERNO Aluno(a)____________________________ TURMA____________

(26)

Atividades não presenciais Página 26

Disciplina: HISTÓRIA Professor: SAMUEL Turmas: 111-112 - ENSINO MÉDIO NOTURNO Estudante:

Prezados alunos (as)! Estaremos utilizando o livro didático - BOULOS JÚNIOR, Alfredo - História sociedade & cidadania 1. São Paulo: FTD, 2016. Acompanhe conosco e bons estudos!

AULA 06 - FORMAÇÃO DO MUNDO MEDIEVAL - OS FRANCOS - Livro didático, capítulo 10, pg. 179-185 IDADE MÉDIA: CONCEITO E PERIODIZAÇÃO

A Idade Média é um período da história europeia que durou cerca de mil anos. Iniciou em 476, com a queda do Império Romano no Ocidente e terminou em 1453, com a tomada de Constantinopla, a capital do Império Romano do Oriente.

O que significa o termo “Idade Média”???? Este termo foi inventado por pensadores europeus chamados de humanistas que viveram na segunda metade do século XV. A ideia era dar um nome ao período intermediário entre o que eles chamavam de “Idade Antiga” e a época em que eles viviam, a qual deram o nome de “Idade Moderna”. O conceito de Idade Média estava carregado de preconceitos: os humanistas consideravam como a “Idade das Trevas”, pois consideram um período de baixa produção intelectual e inovação científica, além ser fortemente dominado pelo pensamento religioso, como iremos ver adiante. Isso não é inteiramente verdade. A Idade Média foi um período de importantes eventos e criações, como por exemplo a universidade, os óculos, o garfo, os vidros nas janelas e o livro!

IMAGEM: A RELIGIÃO NA IDADE MÉDIA OS FRANCOS

Depois de um longo processo em que se alternaram migrações e invasões, os povos germanos - bárbaros - se instalaram nas terras antes pertencentes ao Império Romano no Ocidente e lá fundaram vários reinos independentes. Vários desses reinos logo desapareceram. Um deles, no entanto, prosperou e destacou-se dos demais: O Reino Franco.

Os francos se estabeleceram na região da Gália (atualmente a França). Nos primeiros anos do século V chegou ao poder um chefe militar de nome CLÓVIS, o primeiro da dinastia merongívia.

No poder, o rei Clóvis (481-511) estabeleceu a capital do seu reino em Lutécia, cidade que deu origem a Paris. O sucesso de seu expansionismo foi devido à força do seu exército mas acima de tudo por causa da aliança com a Igreja Cristã, em 496, quando ele se converteu ao Cristianismo. OS REIS INDOLENTES

Ao longo do século VII os vários reis que assumiram o trono não conseguiram assegurar a unidade dos territórios. Conhecidos como “reis indolentes”, tais autoridades passaram a conceder poderes políticos a um grupo de funcionários públicos conhecidos como major domus ou prefeito do palácio. O mais conhecido deles foi Carlos Martel, que no ano de 732 liderou os francos na chamada Batalha de Poitiers, que impediu a expansão árabe rumo à Europa Central.

Com essa conquista, Carlos abriu portas para que seu filho, Pepino, o Breve, garantisse a condição de rei dos francos. Apoiado pela Igreja, Pepino empreendeu a conquista sob os territórios da Península Itálica, que posteriormente teve parte de suas terras doadas ao alto clero. Dominada diretamente pela Santa Sé, essa região ganhou o nome de Patrimônio de São Pedro. Carlos Magno, filho de Pepino, sucedeu seu pai no ano de 768.

O IMPÉRIO CARONLÍGIO

Sucedendo seu pai Pepino, O Breve, Carlos Magno (742-814) dirigiu expedições militares contra outros povos que lhe permitiu conquistar riquezas e terras. Ao mesmo tempo, estreitou seus laços com a Igreja. Na noite do Natal de 800, Carlos Magno foi coroado Imperador pelo Papa. O Império Carolíngio recebia o apoio da Igreja e esta, por sua vez, aumentava seu poder e influência.

O império Carolíngio, com apoio da Igreja, ampliou suas conquistas, constituindo-se num vasto império, conforme pode observar no mapa a seguir.

(27)

Atividades não presenciais Página 27

IMAGEM: MAPA IMPÉRIO CAROLÍNGIO - SÉCULO VIII

Carlos Magno adotou um antigo costume germânico de doar terras e privilégios aos nobres que o serviam a lutavam com ele. Em troca desses benefícios recebidos, os nobres se tornavam seus vassalos, ligados ao Imperador por laços de dependência e fidelidade. Essa relação entre nobres recebe o nome de vassalagem.

Para melhor controlar o reino, Carlos Magno dividiu-o em províncias e entregou sua administração a duques , marqueses e condes. Todos, cada qual no seu domínio, tinham o direito de cobrar impostos e deviam fazer cumprir as decisões do rei.

IMAGEM: PIRÂMIDE DA NOBREZA. Os duques eram os mais próximos do Rei.

No seu império, Carlos Magno valorizou a educação e o conhecimento. Criou várias escolas nos conventos e nos bispados e no palácio. Esta última preparava os filhos da nobreza para assumir a administração do reino. Também reuniu na sua corte estudiosos de diferentes partes da Europa. Este clima favorável à cultura facilitou também a atuação dos monges copistas, que passavam seu tempo copiando manuscritos greco-romanos nas bibliotecas. Com esse trabalho, os monges garantiram que importantes obras da Antiguidade chegassem até os dias atuais. Todo esse movimento cultural ocorrido na época de Carlos Magno ficou conhecido como Renascimento Carolíngio.

O NASCIMENTO DO OCIDENTE MEDIEVAL

O Ocidente Medieval nasceu da interação de três fatores:

1. As heranças romanas - o colonato e o caráter sagrado da monarquia;

2. As heranças germânicas - o comitatus (honra e serviço a um chefe) e as tradições e costumes; 3. O Cristianismo - permitiu a ligação entre romanos e germânicos e deu unidade à civilização ocidental

Para montar suas expedições guerreiras, Carlos Magno pedia auxílio militar aos nobres (duques, marqueses, condes etc), que em troca dos serviços prestados recebiam do rei um FEUDO ( bem de importância). O feudo era, muitas vezes, uma grande área de terra com camponeses. Com a morte de Carlos Magno, os vassalos dele e seus descendentes passaram a fazer o mesmo: doar um feudo a outro homem em troca de fidelidade e dependência pessoal. Ao receberam terras e cargos, os nobres foram se fortalecendo, enquanto os reis se enfraqueciam. Com isso, o feudalismo se estabeleceu na Europa ocidental.

(28)

Atividades não presenciais Página 28

Disciplina: HISTÓRIA Professor: SAMUEL Turmas: 111-112 - ENSINO MÉDIO NOTURNO Estudante:

AULA 06 - COMO VIVIAM AS PESSOAS NA IDADE MÉDIA - TEXTO PARA LEITURA

Nas famílias camponesas, todos trabalhavam muito. Além de cuidar das terras do senhor do feudo, homens, mulheres e crianças faziam à colheita, moíam os grãos e construíam pontes, estradas, estábulos e moinhos. Ao mesmo tempo, cultivavam seus lotes e cuidavam dos animais e dos trabalhos artesanais e domésticos.

Os camponeses viviam em cabanas cobertas de palha, com piso de terra batida e a área interna escura, úmida e enfumaçada. Em geral as cabanas tinham apenas um cômodo, que servia para dormir e guardar alimentos e até animais. Os móveis, bastante rústicos, resumiam-se à mesa e bancos de madeira e os colchões de palha.

No almoço ou no jantar, comiam quase sempre pão escuro e uma sopa de vegetais, legumes e ossos. Carne, ovos e queijo eram caros demais, só em ocasiões especiais. Em vários períodos houve falta de alimentos e a fome se espalhou por muitas regiões da Europa, vitimando, os mais pobres.

Na mesa dos nobres, entretanto, não faltava uma grande variedade de peixes e carnes, quase sempre secas e salgadas, para se conservar durante o inverno. No verão, para disfarçar o gosto desagradável e o mau cheiro da carne estragada, a comida era cozida com especiarias e temperos fortes, raros e exóticos, que vinham do Oriente, custavam caro e eram difíceis de obter. O

açúcar, outra raridade, era considerado um luxo e usado até como herança ou para pagamento de dotes. O vinho era consumido

em grande quantidade em quase todas as regiões, e os habitantes do norte da Europa também costumavam consumir a cerveja. As festas, em especial as de casamento, duravam dias com bebida e comida farta e diversificada: serviam-se vitelas, cabritos, veados e javalis, acompanhados de aves como cisnes, gansos, pavões, perdizes e galos. Havia também apresentação de cômicos, acrobatas, dançarinos, trovadores, cantadores e poetas, para diversão dos convidados.

Os jogos e a bebida, bastante comuns nas tavernas de todas as cidades, atraíam os homens que consumiam muito vinho, jogavam dados e se envolviam em brigas e confusões. Por isso, os padres amaldiçoavam as tavernas, apontadas como antros de perdição, mas nem por isso conseguiram acabar com elas. Ao contrário, esses costumes se acentuaram cada vez mais, com o crescimento dos centros urbanos. Sujas e barulhentas, sem esgoto e sem água tratada, as cidades se tornaram focos de contágio e disseminação de doenças e pestes.

Nas cidades, aglomeravam-se e conviviam todos os tipos de pessoas e profissões: ricos, comerciantes, taberneiros, artesãos, padeiros, relojoeiros, joalheiros, mendigos, pregadores, vendedores ambulantes, menestréis, etc. E na periferia das cidades, bastante discriminados pela maioria da população, viviam outros grupos: judeus, muçulmanos, hereges, leprosos e prostitutas, que estiveram entre os quais perseguidos e reprimidos pela Inquisição, a partir do século XII.

Analfabeta, em sua maioria, a população falava a língua dominante em sua região de origem e os idiomas ainda hoje falados na

Europa foram formados nessa época, em consequência dos contatos com pessoas e com línguas de origem germânica ou de outras regiões com o latim, a língua romana.

Como não sabiam ler, essas pessoas só tinham acesso à literatura por meio de artistas que se apresentavam em público para ler e contar histórias, declamar poesias ou cantar e encenar espetáculos de teatro nas praças, ruas e tavernas das aldeias e cidades, muitas vezes durante as festas.

As moradias dos nobres também se modificaram bastante, ao longo do tempo. Até o século XII, seus castelos se resumiam a uma torre, onde habitava a família do senhor, e eram feitos de madeira, sendo por isso mesmo muito vulnerável a incêndios e a ataques de invasores. A partir dos anos 1200, tornaram-se comuns as construções em pedra e tijolos e os castelos ganham novas dependências, como celeiros, estábulos, muralhas, fossos e torres de vigia, para sua defesa. A mobília também se sofisticou e os nobres passaram a usar tapeçaria e pratarias vindas do Oriente.

(29)
(30)
(31)

Atividades não presenciais Página 31

Disciplina: Geografia

Professor: João Carlos Garcia

Turma: 105 111 112

Aluno:

Avaliação de Geografia Vulcanismo e terremoto

Questão 1- Onde que surge a maioria dos vulcões?

a- No Continente Africanos

b- Nos limites entre placas não importando os continentes

c- Na América do sul

d- Nenhuma das alternativas acima

1

a- No Continente Africanos

b- Nos limites entre placas não importando os continentes

c- Na América do sul

d- Nenhuma das alternativas acima

Questão 2 - O Círculo de Fogo do Pacífico, também conhecido como Anel de Fogo do Pacífico acontece quantos por cento de abalos sísmicos e atividades vulcânicas?

a- 80% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões do planeta ocorrem nesta região.

b- 50% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões do planeta ocorrem nesta região.

c- 50% dos abalos sísmicos e de 90% dos vulcões do planeta ocorrem nesta região.

d- 90% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões do planeta ocorrem nesta região.

Questão 3-Qual é a única ilha do ativa, ou seja, que possui vulcões que a qualquer momento podem entrar em erupção?

a- Fernando de Noronha

b- Groenlândia

c- Hawaí

d- Ilha de Pascoa

Questão 4- Os vulcões que são aqueles considerados perigosos, pois a qualquer momento estão sujeitos à atividade eruptiva, são Chamados de que?

(32)

Atividades não presenciais Página 32 a-Ativos

b- Inativos

c- Extintos

d- Nenhuma das alternativas

Questão 5- Já tiveram períodos de atividade vulcânica, mas, a curto prazo, não entraram em erupção. Estamos falando de qual tipo de vulcões?

a- Ativos

b- Inativos

c- Extintos

d- Nenhuma das alternativas

Questão 6- Quais são os vulcões que possuem condições de entrar em erupção, mas passam por momento de calmaria?

a- Ativos

b- Inativos

c- Extintos

d- Nenhuma das alternativas

Questão 7- Quando um abalo sísmico e sentido só por sismógrafos, se caracteriza em qual intensidade nas escalas de Mercalli e Escala Richter?

a- Mercalli 3,5 a 4,2 e Escala Richter III e IV

b- Mercalli I e Escala Richter <3.4

c- Mercalli III e IV e Escala Richter 3,5 a 4,2

d- Mercalli V e Escala Richter 4,9 a 5,4

Questão 8- Um terremoto na Escala Richter de >8 acontece em media quantas vezes por ano e qual seu poder destrutivo?

a- Acontece um entre 2 a 10 anos danificação total, ondas n superfície terrestre e objetos atirados no ar.

b- Acontece um entre 5 a 10 anos danificação total, ondas n superfície terrestre e objetos atirados no ar.

c- Acontece sete entre 2 a 10 anos danificação total, ondas n superfície terrestre e objetos atirados no ar.

(33)

Atividades não presenciais Página 33 Questão 8 - Um abalo sísmico que é sentido por toda gente e acontece 1400 vezes por ano esta considerado em qual intensidade e magnitude dos sismos das Escala Mercalli e Escala Richter?

a- Escala Mercalli I e Escala Richter 8

b- Escala Mercalli II e Escala Richter 3,5

c- Escala Mercalli IV e Escala Richter <3

d- Escala Mercalli V e Escala Richter 4,9 a 5,4

Questão 9- Um abalo sísmico que muitos edifícios danificados e acontece 100 vezes por ano esta considerado em qual intensidade e magnitude dos sismos das Escala Mercalli e Escala Richter?

a- Escala Mercalli II e Escala Richter 3,5

b- Escala Mercalli I e Escala Richter 8

c- Escala Mercalli VIII a IX e Escala Richter 6,2 a 6,95

d- Escala Mercalli V e Escala Richter 4,9 a 5,4

Questão 10- Um abalo sísmico que é sentido por algumas pessoas e acontece 30000 vezes por ano esta considerado em qual intensidade e magnitude dos sismos das Escala Mercalli e Escala Richter?

a- Escala Mercalli II e Escala Richter 3,5

b- Escala Mercalli II e III e Escala Richter 3,5 a 4,2

c- Escala Mercalli VIII a IX e Escala Richter 6,2 a 6,95

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