Método de coleta e conservação dos materiais para a realização de análises bioquímicas, biológicas, microbiológicas, micológicas, hematológicas, citológicas, parasitológicas, imunológicas e toxicológicas.
FACULDADE DE IMPERATRIZ – FACIMP
Associação Região Tocantina de Educação e Cultura S/C Ltda.
Telefax: (99) 524-8298 site: www.facimp.edu.br e-mail: [email protected]. Av. Prudente de Morais, s/nº, Qd. 1 a 6 - Resid. Kubitscheck CEP. 65900-000. Farmácia – Portaria Ministerial n0 3692, publicação DOU em 23/dez/03
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Área: Saúde Carga Horária: 36H Período: 4º P Turno: Vespertino Professor: Profª MScd. Marcia Guelma Santos Belfort
Curso: Farmácia
Disciplina: Coleta e Conservação de Material Biológico
1-EMENTA:
2- OBJETIVOS:
Geral:
Desenvolver a visão de que o farmacêutico é um profissional com responsabilidades no diagnóstico do paciente, necessitando participar de todas as ações dentro do laboratório, englobando desde a atenção farmacêutica ao paciente com destaque no acompanhamento de todo o processo de coleta e conservação do material biológico.
Específico:
a. Habilitar a realizar a coleta de todos os exames solicitados pela clinica médica; b. Desenvolver uma visão minuciosa quanto ao aspecto do material colhido e/ou recebido, possibilitando
c. Demonstrar tanto para o paciente quanto para os funcionários, o seu domínio referente a todas a ações que norteiam as boas práticas de um laboratório de Pré – Requisitos:
3- Conteúdo programático
UNIDADE I 1.1.Biossegurança;
1.2. Autonomia e desenvoltura, aparência, vestiário apropriado, uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), riscos e cuidados necessários, minimização da auto-contaminção e da contaminação ambiental;
1.3. Uso de sacos de lixo apropriados; uso de descartex para material perfurocortante. UNIDADE II
2.1. Teste pré-analítico - medicação/pedido de exame; 2.2. Demografia do paciente;
2.3. Protocolo do paciente;
2.4. Preparo do paciente para coleta de amostras sangüíneas com relação a atividades físicas, jejum, tabagismo, uso de drogas e atributos físicos.
UNIDADE III
3.1. Procedimento Operacional Padrão para coleta de sangue; 3.2. Uso de torniquete;
3.3. Punção venosa com seringa; 3.4. Punção venosa com tubo a vácuo;
3.5. Anticoagulantes e conservadores para sangue; 3.6. Coagulograma, UNIDADE IV 4.1. Teste do pezinho; 4.2. Punção arterial; 4.3. Hemólise. UNIDADE V
5.1. Manipulação da amostra de sangue; 5.2. Sangue Total; 5.3. Soro; 5.4. Plasma; 5.5. Centrifugação; 5.6. Separação e Preservação. UNIDADE VI 6.1. Coleta de urina;
6.2. Coleta de urina para EAS;
6.3. Coleta de urina para teste de gravidez; 6.4. Coleta de urina para cultura;
6.5. Coleta de urina com prazo marcado (24) horas; 6.6. Conservadores de urina.
UNIDADE VII 7.1. Coleta de fezes;
7.2. Coleta de fezes para pesquisa de sangue oculto; 7.3. Coleta de fezes para coprocultura;
7.4. Coleta de fezes com 3 amostras em líquido conservante; 7.5. Coleta de fezes para pesquisa de rotavírus.
UNIDADE VIII 8.2. Coleta de saliva;
8.3. Coleta de líquido seminal. UNIDADE IX
9.1. Coleta de preventivo no colo uterino;
9.2. Orientações em geral para coleta de glicose em jejum e glicose pós-prandial; 9.3. Teste de tolerância à glicose;
9.4. Glicosúria. UNIDADE X
10.1 Coleta de escarro / Precauções no preparo do esfregaço; 10.2 Coleta de linfa para pesquisa de Hanseníase;
4- METODOLOGIA:
4.1. Aulas expositivas participadas;
4.2. Dinâmica de grupo: leitura, interpretação e discussão de texto; 4.3. Pesquisas individuais e em grupo;
4.4. Seminários orientados;
4.5. Aulas práticas simuladas (semiologia)
5- RECURSOS METODOLÓGICOS: 5.1Quadro e pincel; 5.2. Retroprojetor; 5.3. Textos digitados; 5.4. Data show; 5.5. Fitas de vídeo;
5.6. Exposição de trabalhos de pesquisa;
5.7. Acompanhamento de coleta de Hansen no Laboratório de referência (Posto de Saúde Dr. Milton Lopes);
5.8. Visita ao Centro de Hemoterapia para acompanhamento de coleta e preparação de hemoderivados para transfusão sanguínea Outras técnicas didático-pedagógicas adequadas à
disciplina.
6 - AVALIAÇÃO:
6.1. Avaliação qualitativa: A avaliaç
ão deve ser mais um momento no processo de ensino-aprendizagem destinado à
formação do aluno, à pesquisa e ao questionamento, e não simplesmente para verificação do
nível de apreensão dos conteúdos, o que, todavia, também deve ser aferido, utilizando-se para
tanto dos critérios e métodos pedagógicos conhecidos para aferição do aprendizado (critério
subjetivo). A avaliaç
ão envolverá, além do aproveitamento de cada aluno nas provas (critério objetivo),
também os seguintes requisitos: assiduidade, pontualidade, dedicação, participação, interesse,
uso da interdisciplinaridade, capacidade de interpretação e crítica. 6.2. Avaliação quantitativa:
Dentro dessa perspectiva, poder
ão ser aplicadas provas (escritas e/ou orais),
questionários
(inopinados ou previamente marcados), trabalhos escritos, dissertações sobre temas relacionados a cada disciplina, trabalhos de pesquisa (individual ou em grupo), seminários e
outros métodos didático-pedagógicos de avaliação mais adequados à disciplina, ressaltando
sempre a importância da prática de coleta de material biológico como importante instrumento na atividade profissional do futuro farmacêutico, que irá realizar procedimentos diversos para
atender às solicitações da clínica médica. 6.3. Atribuição de nota ao aluno:
As 2 (duas) notas atribuídas ao aluno ser
ão obtidas através da avaliação feita pelo
professor da disciplina, mediante análise dos critérios objetivos e subjetivos acima descritos. O aluno que
obtiver o somatório mínimo de 14,0 (quatorze vírgula zero) pontos nas duas notas será considerado aprovado por média; entre 10,0 (dez vírgula zero) pontos e 13,9 (treze vírgula zero) pontos será submetido à prova final, necessitando de nota mínima, que será obtida através da diferença de 10,0 (dez vírgula zero) pontos e da média das duas notas atribuídas ao aluno; e, finalmente, caso obtenha de 0,0 (zero vírgula zero) a 9,9 (nove vírgula nove) pontos nas duas notas será considerado reprovado, sem direito à realização de prova final. As notas atribuídas aos alunos em cada avaliação terão como parâmetro de 0,0 (zero vírgula zero) a 10,0 (dez vírgula zero).
Será considerado aprovado na disciplina o aluno que atender, sucessivamente, aos
seguintes requisitos: a) aprovado por média (média acima de 7,0) ou submetido à prova final e que obtenha a nota mínima necessária (média final 5,0); e, b) não ultrapassar a 25% (vinte e cinco por cento) de faltas não justificadas da carga-horária total na respectiva disciplina.
BIBLIOGRAFIA Básica:
BURTIS, Carl A. ; ASWOOD, Edward R. Tietz. Fundamentos de Química Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 1998.
NAOUM, Paulo César; NAOUM, Flavio Augusto. Hematologia Laboratorial – Eritrócitos. 1. ed.São José do Rio Preto: SP. Academia de Ciência e Tecnologia.2005.
Recomendada:
LARGURA, Álvaro. Manual de exames 2005. Cascavel:PR. www.alvaro.com.br .2005. CIRIADES, Pierre G. J. Patologia Clínica – Manual de Exames. 9. ed. São Paulo:SP. www.rhesus.com . Rhesus Medicina Auxiliar, 2002.
PARDINI, Hermes. Manual de Exames 2004/2005. Belo Horizonte: MG.
www.hermespardini.com.br.
FLEURY, Instituto. Manual de Exames. São Paulo:SP. www.institutofleury.org.br. Complementar:
www.rhesus.com . Rhesus Medicina Auxiliar, 2002. PARDINI, Hermes.
Manual de Exames 2004/2005. Belo Horizonte: MG. www.hermespardini.com.br
Imperatriz (MA), 31/FEV/2011
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Profª MScd Marcia Guelma Santos Belfort COORDENADOR DO CURSO: Profª Msc. Valquíria Luzia de Castro