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Formulário Consulta Pública RFB. Apresentação e orientações

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Academic year: 2021

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Formulári o Consulta Pública RFB

Apresentação e orientações

Este Formulário tem a finalidade de receber contribuições da sociedade organizada para

subsidiar a tom ada de decisão sobre uma Consulta Pública elaborada pela RFB.

Para o adequado preenchim ent o do Formulário, observe as instruções abaixo:

· Após o preenchim ent o, o Form ulário deverá ser enviado à RFB por e-m ail, para o

endereço eletrônico indicado na Consulta Pública.

· Preencha todos os cam pos do Formulário e envie seus com entários durant e o período em

que a Consulta Pública estiver abert a ao recebimento de cont ribuições.

· As cont ribuições recebidas fora do prazo, ou que não forem enviadas por meio de

Form ulário, não serão consideradas para efeito de elaboração do texto final do ato.

· A insuficiência ou imprecisão das inform ações prestadas neste Formulário poderá

prejudicar a sua utilização.

· As cont ribuições recebidas não serão objeto de resposta, ficando arquivadas para uso

interno.

· A sua participação é m uito im portant e para a transparência do processo decisório junt o à

sociedade e auxiliará a RFB na elaboração do texto final do ato proposto.

(2)

Con sul ta Pública RFB nº 03/2017

I. Identifi cação do parti cipante

Nome Completo da Entidade: Sindicato Nacional dos Analistas-Tri butários da Receita Federal do Brasil

CNPJ: 37.116.985/0001-25

Endereço: SHCGN CR 702/703 Bloco E Loja 37

Cidade: Brasília UF: DF

Telefones: (61) 3962-2300/3962-2301 E-mail: [email protected] rg.b r

1. Por favor, aponte abaixo qual o seu segmento. (Marque apenas uma opção) ( ) Associação ou entidade de defesa e proteção do consumidor

( x ) Entidade de classe ou categoria profissional

( ) Associação ou entidade representati va do setor regulado ( ) Academia ou instituição de ensino e pesquisa

( ) Órgão ou entidade do Governo (Federal, Estadual ou Municipal) ( ) Outro. Especifique:

2. Como você tomou conhecimento desta Consulta Pública? (Pode marcar mais de uma resposta) ( x ) Sítio da RFB

( ) Outro sítio – Especifique: _____________________________ ( ) Televisão

( ) Rádio

( ) Jornais e revistas

( ) Associação, entidade de classe ou instituição representativa de categoria ou setor da sociedade civil ( ) Outro. Especifique: _______________________________

3. De uma forma geral, qual sua opinião sobre a proposta em discussão? (Marque apenas uma opção) ( ) Fortemente favorável ( x ) Favorável ( ) Parcialmente favorável ( ) Parcialmente desfavorável ( ) Desfavorável ( ) Fortemente desfavorável

(3)

II. Contri buiçõe s para a C onsulta Pública RFB nº 03/ 2016.

Dispositivo da Minuta Texto Proposto para o dispositivo

“ Art. 21.

... ...

§ 2º A DI selecionada para canal verde, no Siscomex, poderá ser objeto de verificação física ou exame documental, pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável por essa atividade, quando forem identificados indícios de irregularidade na importação.” (NR)

“ Art. 21.

... ...

§ 2º A DI selecionada para canal verde, no Siscomex, poderá ser objeto de verificação de mercadoria, a ser realizada pelo Auditor-Fiscal ou por Analista-Tributário, ou exame documental, pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável por essa atividade, quando forem identificados indícios de irregularidade na importação.” (NR)

Justif icativa para a solução proposta:

· 1ª QUESTÃO: TERMO VERIFICAÇÃO FÍSICA

O termo “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” não está de acordo com o que prevê o artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/2016, o termo correto seria “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA”:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010)

Ressaltando que o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA abrange o termo VERIFICAÇÃO FÍSICA e é composto por outros procedimentos descritos nos mapeamentos dos processos de trabalho 04.01.02-03.01.01. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA DA MERCADORIA e 04.01.01-01.02. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA, como segue os respectivos diagramas de processos constantes nos descritivos:

(4)

Podemos notar que nos Diagramas apresentados a “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” ou, usando o termo correto, a “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA” abrange os seguintes procedimentos:

· Realizar análise das imagens e informações disponíveis; · Realizar verificação física direta;

· Formular exigência solicitando perícia no Siscomex; · Realizar verificação física direta com a perícia; · Lavrar Relatório de Verificação Física.

Pelo exposto, é necessária a alteração, nos dispositivos da minuta em análise, do termo VERIFICAÇÃO FÍSICA para o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA.

A Receita Federal do Brasil já reconheceu a necessidade de correção do termo em questão durante a produção da IN RFB nº 1.702/2017 que foi publicada com a utilização do termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIAS, conforme consta nos artigos 58, 63, 66 e 77 da referida norma.

· 2ª QUESTÃO: QUEM REALIZA A VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA?

O texto do artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/1966 é claro quando determina que a Verificação de Mercadoria pode ser realizada por Auditor-Fiscal ou Analista-Tributário, como segue:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção

(5)

e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. ( Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010) – grifo nosso.

Pelo exposto, faz-se necessária a inclusão do cargo de Analista-Tributário no texto do parágrafo 2º do artigo 21 da minuta em questão no tocante à VERIFICAÇÃO FÍSICA, mantendo o que está previsto em norma legal.

(6)

Dispositivo da Minuta Texto Proposto para o dispositivo Art. 38. Poderão ser desembaraçados sem verificação

física:

... ...

§ 4º O Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável pelo despacho aduaneiro poderá realizar a verificação física ou determinar que ela seja feita, mesmo nos casos de dispensa, caso entenda ser necessário o procedimento.” (NR)

Art. 38. Poderão ser desembaraçados sem verificação de mercadoria:

... ...

§ 4º O Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável pelo despacho aduaneiro poderá realizar a verificação de mercadoria ou determinar que ela seja feita por Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil, mesmo nos casos de dispensa, caso entenda ser necessário o procedimento.” (NR)

Justif icativa para a solução proposta:

· 1ª QUESTÃO: TERMO VERIFICAÇÃO FÍSICA

O termo “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” não está de acordo com o que prevê o artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/2016, o termo correto seria “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA”:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010)

Ressaltando que o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA abrange o termo VERIFICAÇÃO FÍSICA e é composto por outros procedimentos descritos nos mapeamentos dos processos de trabalho 04.01.02-03.01.01. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA DA MERCADORIA e 04.01.01-01.02. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA, como seguem os respectivos diagramas de processos constantes nos descritivos:

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Podemos notar que nos Diagramas apresentados a “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” ou, usando o termo correto, a “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA” abrange os seguintes procedimentos:

· Realizar análise das imagens e informações disponíveis; · Realizar verificação física direta;

· Formular exigência solicitando perícia no Siscomex; · Realizar verificação física direta com a perícia; · Lavrar Relatório de Verificação Física.

Pelo exposto, é necessária a alteração, nos dispositivos da minuta em análise, do termo VERIFICAÇÃO FÍSICA para o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA.

A Receita Federal do Brasil já reconheceu a necessidade de correção do termo em questão durante a produção da IN RFB nº 1.702/2017 que foi publicada com a utilização do termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIAS, conforme consta nos artigos 58, 63, 66 e 77 da referida norma.

· 2ª QUESTÃO – QUEM REALIZA A VERIFICAÇÃO FÍSICA?

O texto do artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/1966 é claro quando determina que a Verificação de Mercadoria pode ser realizada por Auditor-Fiscal ou Analista-Tributário, como segue:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. ( Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010) – grifo nosso.

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Pelo exposto, faz-se necessária a inclusão do cargo de Analista-Tributário no texto do parágrafo 4º do artigo 38 da minuta em questão no tocante à VERIFICAÇÃO FÍSICA, mantendo o que está previsto em norma legal.

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Dispositivo da Minuta Texto Proposto para o dispositivo “ Art. 39. A lavratura de Relatório de Verificação Física

(RVF) será obrigatória quando da realização da verificação física de mercadoria no curso de despacho aduaneiro de importação, ainda que tenha sido executada por meio de câmeras ou equipamentos de inspeção não-invasiva”

“ Art. 39. A lavratura de Relatório de Verificação Física (RVF) será obrigatória quando da realização da verif icação de mercadoria no curso de despacho aduaneiro de importação, ainda que tenha sido executada por meio de câmeras ou equipamentos de inspeção não-invasiva”

Justif icativa para a solução proposta:

O termo “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” não está de acordo com o que prevê o artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/2016, o termo correto seria “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA”:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010)

Ressaltando que o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA abrange o termo VERIFICAÇÃO FÍSICA e é composto por outros procedimentos descritos nos mapeamentos dos processos de trabalho 04.01.02-03.01.01. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA DA MERCADORIA e 04.01.01-01.02. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA, como seguem os respectivos diagramas de processos constantes nos descritivos:

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Podemos notar que nos Diagramas apresentados a “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” ou, usando o termo correto, a “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA” abrange os seguintes procedimentos:

· Realizar análise das imagens e informações disponíveis; · Realizar verificação física direta;

· Formular exigência solicitando perícia no Siscomex; · Realizar verificação física direta com a perícia; · Lavrar Relatório de Verificação Física.

Pelo exposto, é necessária a alteração, nos dispositivos da minuta em análise, do termo VERIFICAÇÃO FÍSICA para o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA.

A Receita Federal do Brasil já reconheceu a necessidade de correção do termo em questão durante a produção da IN RFB nº 1.702/2017 que foi publicada com a utilização do termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIAS, conforme consta nos artigos 58, 63, 66 e 77 da referida norma.

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Dispositivo da Minuta Texto Proposto para o dispositivo “ Art. 39. ... ... ... ... II - por outro servidor da RFB que tenha sido designado para realizar a verificação física.” (NR)

“ Art. 39.

... ...

... ...

II - por Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil que tenha sido designado para realizar a verificação de mercadoria.” (NR)

Justif icativa para a solução proposta:

· 1ª QUESTÃO: INCLUIR TEXTUALMENTE O CARGO ANALISTA-TRIBUTÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NO TEXTO

O art. 50 do Decreto-Lei nº 37/1966 possui a seguinte redação: “A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira

ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil”

O art. 5º da Lei nº 10.593/2002 possui a seguinte redação: “ Fica criada a Carreira de Auditoria da Receita Federal do

Brasil, composta pelos cargos de nível superior de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil e de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil”.

O art. 1º do Decreto nº 6.641/2008 possui a seguinte redação: “ Ficam estabelecidas, na forma deste Decreto, as

atribuições da Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil, composta pelos cargos de nível superior de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil e de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil”

Os Descritivos do Processo de Trabalho da Receita Federal do Brasil nº 04.01.01-01.02 - REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA e o de nº 04.01.02-03.01.01. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA DA MERCADORIA (DE - Exportação) que tratam especificamente da verificação de mercadoria determinam textualmente o Auditor-Fiscal e o Analista-Tributário como cargos que possuem a anuência legal para realizarem a atividade de Verificação de Mercadoria.

Pelas normas apresentadas e pelo que consta no Mapeamento de Processos de Trabalho da Receita Federal do Brasil, solicitamos que o cargo de Analista-Tributário seja citado textualmente, pois a verificação de mercadorias é atividade fim, da fiscalização e controle aduaneiro, e privativa dos cargos de Auditor-Fiscal e Analista-Tributário.

· 2ª QUESTÃO – TERMO VERIFICAÇÃO FÍSICA

O termo “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” não está de acordo com o que prevê o artigo 50 do Decreto-Lei nº 37/2016, o termo correto seria “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA”:

Art. 50. A verificação de mercadoria, na conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou, sob a sua supervisão, por Analista-Tributário, na presença do viajante, do importador, do exportador ou de seus representantes, podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 12.350, de 2010)

Ressaltando que o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA abrange o termo VERIFICAÇÃO FÍSICA e é composto por outros procedimentos descritos nos mapeamentos dos processos de trabalho 04.01.02-03.01.01. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA DA MERCADORIA e 04.01.01-01.02. REALIZAR VERIFICAÇÃO FÍSICA, como seguem os respectivos diagramas de processos constantes nos descritivos:

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Podemos notar que nos Diagramas apresentados a “ VERIFICAÇÃO FÍSICA” ou, usando o termo correto, a “ VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA” abrange os seguintes procedimentos:

· Realizar análise das imagens e informações disponíveis; · Realizar verificação física direta;

· Formular exigência solicitando perícia no Siscomex; · Realizar verificação física direta com a perícia; · Lavrar Relatório de Verificação Física.

Pelo exposto é necessária a alteração, nos dispositivos da minuta em análise, do termo VERIFICAÇÃO FÍSICA para o termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIA.

A Receita Federal do Brasil já reconheceu a necessidade de correção do termo em questão durante a produção da IN RFB nº 1.702/2017 que foi publicada com a utilização do termo VERIFICAÇÃO DE MERCADORIAS, conforme consta nos artigos 58, 63, 66 e 77 da referida norma.

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Dispositivo da Minuta Texto Proposto para o dispositivo “ Art. 51.

... ...

§ 1º A autorização de entrega da mercadoria, nos termos deste artigo, fica condicionada à vinculação no sistema Mercante, pelo importador, do NIC indicado na DI ao correspondente Conhecimento de Embarque (CE), e à respectiva liberação da carga nesse sistema.

§ 2º A regularidade do recolhimento do AFRMM deverá ser verificada no sistema Mercante pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil responsável pelo desembaraço aduaneiro no caso de:

I - despacho antecipado; e

II - despacho para consumo de mercadoria anteriormente ingressada no País sob regime aduaneiro especial e que já tenha sido entregue ao importador.” (NR)

“ Art. 51.

... ...

§ 1º A autorização de entrega da mercadoria, nos termos deste artigo, fica condicionada à vinculação no sistema Mercante, pelo importador, do NIC indicado na DI ao correspondente Conhecimento de Embarque (CE), e à respectiva liberação da carga nesse sistema.

RETIRADA do §2º

Justif icativa para a solução proposta: O texto atual do artigo 51 é o que segue:

Art. 51. A verificação da regularidade do pagamento ou exoneração do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ( AFRMM), para fins de autorização de entrega ao importador, pela SRF, de mercadoria importada por via marítima, fluvial ou lacustre, será realizada mediante consulta eletrônica do Siscomex ao sistema Mercante, do Departamento do Fundo da Marinha Mercante ( DEFMM).

Parágrafo único. A autorização de entrega da mercadoria, nos termos deste artigo, fica condicionada à vinculação no sistema Mercante, pelo importador, do NIC indicado na DI ao correspondente Conhecimento de Embarque ( CE), e à respectiva liberação da carga naquele sistema.

Pela leitura se pode notar que não havia a determinação de que se tratava de uma atividade privativa do cargo de Auditor-Fiscal. Com o texto da minuta, a simples verificação do recolhimento do AFRMM, nos casos de despacho antecipado e despacho para consumo, será considerada privativa do Auditor-Fiscal.

Sugerimos a supressão do §2º do artigo 51 por não encontrarmos guarida legal em tornar uma atividade de consulta como sendo uma atribuição privativa do cargo de Auditor-Fiscal, senão vejamos a norma que trata do rol das atribuições privativas do cargo em questão:

Lei nº 10.593/2002 - Art. 6º São atribuições dos ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil

I - no exercício da competência da Secretaria da Receita Federal do Brasil e em caráter privativo a)constituir, mediante lançamento, o crédito tributário e de contribuições;

b)elaborar e proferir decisões ou delas participar em processo administrativo-fiscal, bem como em processos de consulta, restituição ou compensação de tributos e contribuições e de reconhecimento de benefícios fiscais;

c)executar procedimentos de fiscalização, praticando os atos definidos na legislação específica, inclusive os relacionados com o controle aduaneiro, apreensão de mercadorias, livros, documentos, materiais, equipamentos e assemelhados;

d)examinar a contabilidade de sociedades empresariais, empresários, órgãos, entidades, fundos e demais contribuintes, não se lhes aplicando as restrições previstas nos arts. 1.190 a 1.192 do Código Civil e observado o disposto no art. 1.193 do mesmo diploma legal;

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e)proceder à orientação do sujeito passivo no tocante à interpretação da legislação tributária; f)supervisionar as demais atividades de orientação ao contribuinte

Podemos ainda elucubrar que a informação da regularidade do recolhimento do AFRMM verificada no sistema Mercante esteja protegida por sigilo fiscal, neste caso deveria então ser considerada uma atividade “ técnica, preparatória ou acessória” à uma atribuição privativa do cargo do Auditor-Fiscal que é o desembaraço, situação que permitiria a atuação do Analista-Tributário, conforme prevê o inciso I, do §2º do artigo 6º da Lei n° 10.593/2002. Não sendo uma informação com a natureza sigilosa qualquer servidor da Receita Federal poderia realizar a consulta.

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SUG ESTÕ ES DE ALTERAÇ ÃO DA IN SRF nº 248/2002 – Não con stante na minuta

Dispositi vo da Minuta

Texto Proposto para o dispositi vo

Art. 6º A verificação do cumprimento das condições e exigências específicas a que se refere o art. 512 do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, inclusive daquelas que exijam inspeção da mercadoria, conforme estabelecido pelos competentes órgãos e agências da administração pública federal, será realizada exclusivamente na fase do licenciamento da importação.

Art. 6º A verificação do cumprimento das condições e exigências específicas a que se refere o art. 572 do Decreto nº 6.759, de 5 de f evereiro de 2009, inclusive daquelas que exijam inspeção da mercadoria, conforme estabelecido pelos competentes órgãos e agências da administração pública federal, será realizada exclusivamente na fase do licenciamento da importação.

Ju stificativa para a sol ução proposta:

O Decreto nº 4.543/2002 foi revogado pelo Decreto nº 6.759/2009 e o artigo 512 encontra correlação no artigo 572 na atual norma.

Decreto nº 4.543/2002 - Art. 512. Quando se tratar de mercadoria sujeita a controle especial, a depósito ou a pagamento de qualquer ônus financeiro ou cambial, o desembaraço aduaneiro dependerá do prévio cumprimento dessas exigências ( Decreto-lei no 37, de 1966, arts. 47 e 48, com a redação dada pelo Decreto-lei

no 2.472, de 1988, art. 2o).

Decreto nº 6.759/2009 - Art. 572. Quando se tratar de mercadoria sujeita a controle especial, a depósito ou a pagamento de qualquer ônus financeiro ou cambial, o desembaraço aduaneiro dependerá do prévio cumprimento dessas exigências ( Lei nº 37, de 1966, arts. 47 e 48, com a redação dada pelo Decreto-Lei no 2.472, de 1988, art. 2o).

Referências

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