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RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

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Academic year: 2021

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Saldo comercial trouxe o resultado nas transações correntes para um superávit de US$ 1,397 bilhão em março corroborando nossa visão tranquila para taxa de câmbio. As transações correntes registraram um déficit de US$ 4,6 bilhões no 1º trimestre do ano frente à US$ 7,6 bilhões registrados no mesmo período de 2016. Essa melhora foi explicada pelo forte saldo comercial do período, que passou de um superávit de US$7,8 bilhões para expressivos US$13,8 bilhões. Por outro lado, a conta de serviços passou de um déficit de US$6,2 bilhões para US$7,4 bilhões e a conta de rendas passou de US$9,9 bilhões para um déficit de US$11,6 bilhões, na mesma comparação. Vale dizer que a piora nas contas de serviço e renda não representa um alerta à visão construtiva para as contas externas neste ano. Isso porque, a despeito do fraco resultado da atividade, a elevação do déficit de serviços e rendas era esperada, pois este grupo responde ao câmbio real e ao crescente passivo externo. Sobre esse aspecto, pesa o fato de que o investimento estrangeiro direto dos últimos anos foi concentrado nos setores de serviços e agricultura, com melhor desempenho relativo no PIB. O primeiro representava 31,5% das remessas de lucro e dividendos do país em 2008 passando para 46,3% em 2016; agricultura, por sua vez, era 2,3% e atingiu 6% na mesma comparação. Pelo lado do financiamento, o investimento estrangeiro direto segue em ritmo forte, atingindo US$23 bilhões no primeiro trimestre do ano frente à US$17 bilhões em 2016 e a taxa de rolagem média dos investimentos ficou pouco abaixo dos 100%, resultado bem superior ao início de 2016, de 35%. Assim, seguimos com uma visão bastante construtiva para a evolução da taxa de câmbio este ano na hipótese de manutenção do ajuste fiscal.

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

No Brasil, o resultado das transações correntes corroborara um cenário tranquilo pelo lado do setor externo. Por outro lado, dados fiscais continuam indicando urgência no ajuste das contas públicas.

Saldo comercial na margem anualizado (média últimos 3 meses)

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O setor público consolidado registrou déficit de R$ 11 bilhões em março após déficits de R$ 23,5 bilhões em fevereiro, indicando dificuldades para o cumprimento da meta este ano. Como o resultado, o setor público acumulou superávit de R$ 2,2 bilhões no ano frente déficit de R$ 5,8 bilhões no ano passado. No período, o governo central registra déficit de R$ 14,2 bilhões enquanto os governos regionais e empresas públicas acumularam superávit de R$ 16,4 bilhões. No acumulado em 12 meses, o setor púbico soma déficit de 2,3% do PIB, estável frente ao mês anterior. Embora o governo central seja o responsável pela deterioração das contas públicas no ano, houve significativa mudança na sua composição na passagem de 2016 para 2017. No ano, as receitas líquidas e as despesas estão recuando 5,0% e 4,9%, respectivamente, em termos reais. No critério do Tesouro Nacional, o Governo Federal e o Banco Central acumularam superávit de R$ 21,9 bilhões frente superávit de R$ 11,7 bilhões em 2016. Por sua vez, o déficit da previdência passou de R$ 30,5 bilhões em 2016 para R$ 40,1 bilhões nesse ano. A dinâmica recente das contas da previdência deixa claro a necessidade de alguma reforma nos próximos meses. Acreditamos que o governo terá dificuldade de atingir a sua meta de déficit de R$ 139 bilhões para o ano.

3.1% 1.7% 0.5% -0.6% -0.4% -1.9% -3.0% -2.3% -4.0% -3.0% -2.0% -1.0% 0.0% 1.0% 2.0% 3.0% 4.0% ja n-12 m ai-12 se t-1 2 ja n-13 m ai-13 se t-1 3 ja n-14 m ai-14 se t-1 4 ja n-15 m ai-15 se t-1 5 ja n-16 m ai-16 se t-1 6 ja n-17

Setor Público Consolidado (% PIB)

Fonte: BCB 12.5 10.9 8.2 -3.3 5.9 -4.7 -2.9 -5.0 14.7 1.1 5.6 4.2 10.2 -1.2 5.2 -4.9 -10.0 -5.0 .0 5.0 10.0 15.0 20.0 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017

Brasil - Governo Central: Acum. Ano (%A/A) Preços Constantes

Rec. Líquida Despesa Total

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A nota de crédito referente a março mostrou um ritmo ainda moderado no setor, mas com alguns sinais positivos pelo lado das concessões. O estoque de crédito total recuou 2,7% na comparação interanual. Com relação ao controle do capital, os bancos Públicos apresentaram queda de 3,9% no estoque de crédito, frente queda de 4,6% em fevereiro e alta de 6,9% em março/16. Por sua vez, os bancos Privados e Estrangeiros registraram queda de 1,0% em março ante recuo de 2,1% em fevereiro. Na abertura por segmentos, o crédito livre recuou 3,6% em março após queda de 4,6% em fevereiro na comparação anual. O crédito no segmento direcionado recuou 1,7% ante queda de 2,5% em fevereiro. A inadimplência cíclica (construída pela BRAM: inclui cheque especial, não consignado, veículos e cartão de crédito) ficou estável em 7,2% frente fevereiro. Pelo lado das concessões, o resultado controlado por dias uteis no trimestre fechado em março registrou queda de 8,1%, frente à contração de 14,2% registrada no 4º trimestre de 2016. Destaque para a desaceleração na contração das concessões para pessoa física, que recuou 1,7% frente a -10,2%, na mesma comparação. Para o ano como um todo esperamos uma melhora gradual nas concessões de crédito especialmente ao longo do segundo semestre do ano.

14.6 11.6 -2.7 34.1 -1.7 -3.6 -10-5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 m ar-08 se t-08 m ar-09 se t-09 m ar-10 se t-10 m ar-11 se t-11 m ar-12 se t-12 m ar-13 se t-13 m ar-14 se t-14 m ar-15 se t-15 m ar-16 se t-16 m ar-17

Brasil - Crédito: Estoque (%YoY) preços correntes

Total Direcionado Livre

Fonte: BCB, BRAM -25 -20 -15 -10-5 0 5 10 15 20 ag o/ 12 no v/ 12 fe v/ 13 m ai /1 3 ag o/ 13 no v/ 13 fe v/ 14 m ai /1 4 ag o/ 14 no v/ 14 fe v/ 15 m ai /1 5 ag o/ 15 no v/ 15 fe v/ 16 m ai /1 6 ag o/ 16 no v/ 16 fe v/ 17 Concessão (%) - PF: Livre

Preços Constantes e Média Diária

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No final de semana, o resultado das eleições presidenciais na França foi em linha com o esperado. O candidato de centro-esquerda Emmanuel Macron e a candidata de direita Marine Le Pen foram os mais votados no primeiro turno. Estimativas preliminares indicam que Macron venceria sua rival no segundo turno, que deve acontecer no dia sete de maio. A polarização na Europa tem ficado bastante evidente com os eventos políticos recentes, como ocorreu na Holanda e no Reino Unido. Nesse mesmo contexto, a Alemanha também passará por eleições no final de setembro para eleger novo Parlamento alemão, que por sua vez escolherá seu chanceler. Apesar disso, a economia do bloco continua com desempenho positivo e inflação convergindo lentamente para a meta do Banco Central Europeu (BCE). Com isso, a autoridade monetária europeia decidiu na reunião desta semana que deve manter o ciclo expansionista. Acreditamos também que não haverá alterações importantes na condução de política monetária ao longo do ano.

Na próxima semana, internamente, teremos a divulgação dos dados da balança comercial referente ao mês de abril e a produção industrial referente ao mês de março. Na Zona do Euro, destaques para a Taxa de Desemprego, em que espera-se outra baixa para 9,4%, e para o PIB do primeiro trimestre, terça e quarta-feira, respectivamente. Com relação aos Estados Unidos, a atenção do mercado se volta para o a reunião do Fed na quarta-feira e payroll e a taxa de desemprego no final da semana.

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Nível

28-abr Semana Mês Ano

Real (R$/US$)1 3.18 0.92 1.73 -0.02 CDS Brasil 5 anos 220.91 -3.10 -5.52 -59.84 Taxa DI Jan 2019 (%) 9.42 0.04 -0.08 -1.63 Taxa DI Jan 2025 (%) 10.57 0.22 0.36 -1.10 Taxa NTN-B 2019 (%) 4.82 -0.02 -0.17 -1.05 Taxa NTN-B 2050 (%) 5.34 0.06 0.14 -0.51 Ibovespa2 64,670 1.43% -0.48% 7.38% IBX2 26,709 1.36% -0.36% 7.75% Variação MERCADO DOMÉSTICO Cotação Cotação

28-abr Semana Mês Ano 28-abr Semana Mês Ano

Dólar (Índice DXY) 99.1 -0.8% -1.2% -3.0% CRB (US$) 422.2 0.3% -2.0% -0.2%

Euro (USD/EUR) 1.1 -1.4% -2.2% -3.5% CRB (R$) 1,340.1 1.1% -0.4% 9.9%

Libra (USD/GBP) 1.3 -0.68% 10.4% -4.6% Petróleo BRENT (US$/bbl.) 51.3 -1.2% -4.1% -12.0% Iene - Japão (JPY/USD) 111.2 1.92% -0.2% -4.9% Minério de Ferro 66.4 -2.6% -17.4% -15.8% Renminbi - China (CNY/USD) 6.9 0.17% 0.2% -0.7% Ouro (US$) 1,265.2 -1.5% 1.3% 10.3% Peso Chileno (CLP/USD) 663.9 1.75% 0.6% -1.0% Soja (US$/bu.) 947.5 -0.4% 0.2% -6.6% Peso Mexicano (MXN/USD) 19.1 1.29% 1.8% -8.1% Milho (US$/bu.) 362.5 1.5% -0.5% 1.0%

Peso Colombiano (COP/USD) 2,937.51 2.1% 2.2% -2.1% Trigo (US$/bu.) 413.0 2.0% -3.2% -3.3%

Sol Peruano (PEN/USD) 3.2 0.2% -0.2% -3.3% Açúcar (US$/bu.) 15.2 -7.5% -9.4% -21.9%

Cotação Cotação

28-abr Semana Mês Ano 28-abr Semana Mês Ano

Libor USD 3m 1.17 1.6 2.22 17.4% S&P 500 Index 2,389.3 1.7% 1.1% 6.7%

Libor EUR 3m -0.33 0.2 0.00 -1.0% VIX 10.6 -3.99 -1.73 -3.40

Título 10 anos EUA 2.29 4.1 -9.80 -15.5% Bolsas Europeias (MSCI) 131.2 2.8% 1.8% 7.1% Título 10 anos Alemanha 0.30 4.3 -3.20 8.8% Bolsas LATAM (MSCI) 2,607.5 0.2% -0.1% 11.4% Nikkei 225 (Japão) 19,251.9 3.4% 1.8% 0.7%

Dados atualizados às 14:00 Shangai (China) 3,300.8 -0.7% -2.2% 1.6%

(1) Variações negativas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local

MERCADOS INTERNACIONAIS Moedas¹ Variação Juros Variação Variação Commodities Variação Bolsas2 12.23 11.92 10.84 9.8 9.42 9.20 9.70 10.20 10.70 11.20 11.70 12.20 06 -o ut -1 6 20 -o ut -1 6 03 -n ov -1 6 17 -n ov -1 6 01 -d ez -1 6 15 -d ez -1 6 29 -d ez -1 6 12 -j an -1 7 26 -j an -1 7 09 -f ev -1 7 23 -f ev -1 7 09 -m ar -1 7 23 -m ar -1 7 06 -a b r-1 7 20 -a b r-1 7

Taxa de Juros (DI 2019)

3.11 3.35 3.48 3.29 3.19 3.18 3.05 3.15 3.25 3.35 3.45 06 -o ut -1 6 20 -o ut -1 6 03 -n ov -1 6 17 -n ov -1 6 01 -d ez -1 6 15 -d ez -1 6 29 -d ez -1 6 12 -j an -1 7 26 -j an -1 7 09 -f ev -1 7 23 -f ev -1 7 09 -m ar -1 7 23 -m ar -1 7 06 -a b r-1 7 20 -a b r-1 7

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CALENDÁRIO E PROJEÇÕES

2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018

PIB (% ao ano) 1,9% 3,0% 0,5% -3,8% -3,6% 0,2% 2,3%

Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,8% 5,9% 6,4% 10,7% 6,3% 3,9% 4,2%

Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 7,8% 5,5% 3,7% 10,5% 7,2% 3,4% 4,4%

Taxa Selic (final do ano) 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 13,75% 8,00% 8,50%

CDI Acumulado no ano 8,41% 8,06% 10,82% 13,26% 14,15% 10,19% 8,10%

R$/US$ média do ano 1,95 2,16 2,35 3,33 3,48 3,17 3,21

R$/US$ final do ano 2,04 2,34 2,66 3,90 3,26 3,10 3,30

Variação cambial no ano 8,94% 14,64% 13,39% 47,00% -16,50% -4,9% 6,5%

Exportações (US$ bilhões) 242,6 242,0 225,1 191,1 185,2 199,1 100,9

Importações (US$ bilhões) 223,2 239,7 229,2 171,4 137,6 139,2 146,2

Balança Comercial (US$ bilhões) 19,4 2,3 -4,1 19,7 47,7 59,9 45,3

Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -54,2 -81,2 -104,0 -58,9 -23,6 -14,1 -24,8

Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,2% -3,4% -4,4% -3,3% -1,3% -0,7% -1,2%

Superávit Primário (% PIB) 2,2 1,8 -0,6 -1,9 -2,4 -2,5 -2,2

Dívida Líquida (% PIB) 32,2 30,5 32,6 36,2 45,9 47,7 49,7

Dívida Bruta (% PIB) 53,7 51,5 56,3 66,5 69,5 75,3 79,9

Projeções Macroeconômicas - BRAM

Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior

1/5 até 5/5

- IC-Br (A/A) Brasil Abr -- -- -7,95%

- IC-Br (M/M) Brasil Abr -- -- -2,32%

Segunda 1-mai

09:30 Renda Pessoal EUA Mar -- 0,30% 0,40%

09:30 Gastos Pessoais EUA Mar -- 0,20% 0,10%

09:30 PCE Nucleo (M/M) EUA Mar -- -0,10% 0,20%

11:00 ISM Industrial EUA Abr -- 56,50 57,20

11:00 Gastos com Construção (M/M) EUA Mar -- 0,40% 0,80%

Terça 2-mai

05:00 PMI Indústria Z. Euro Abr -- 56,80 56,80

06:00 Taxa de Desemprego Z. Euro Mar -- 9,40% 9,50%

11:00 Utilização da Capacidade - CNI Brasil Mar -- -- 77,30%

- Balança Comercial Mensal Brasil Abr -- $6460m $7145m

Quarta 3-mai

06:00 PIB (T/T a.s.) Z. Euro 1T -- 0,50% 0,40%

06:00 PIB AS (A/A) Z. Euro 1T -- 1,70% 1,70%

09:00 Produção Industrial (M/M) Brasil Mar -- 0,00% 0,10%

09:00 Produção Industrial (A/A) Brasil Mar -- 2,20% -0,80%

11:00 ISM Serviços EUA Abr -- 56,00 55,20

15:00 FOMC - Decisão da Taxa de juros EUA -- -- 1,00% 1,00%

Quinta 4-mai

05:00 PMI Serviços Z. Euro Abr -- 56,20 56,20

05:00 PMI Composto Z. Euro Abr -- 56,70 56,70

06:00 Vendas no Varejo (M/M) Z. Euro Mar -- 0,10% 0,70%

11:00 Encomendas à Indústria (M/M) EUA Mar -- 0,60% 1,00%

11:00 Pedidos de Bens Duráveis EUA Mar -- -- 0,70%

Sexta 5-mai

09:30 Relatório de Emprego (criação de vagas) EUA Abr -- 185k 98k

09:30 Taxa de Desemprego EUA Abr -- 4,60% 4,50%

(7)

Tel.: 3847-9171

[email protected]

As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mu-danças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exati-dão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma ofer-ta ou soliciofer-tação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a em-presa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco

Material produzido em 28/04/2017 às 15h00

Outras edições estão disponíveis no Site: www.bradescoasset.com.br,

item “Informações aos Investidores”/ “Informativos de Macroeconomia”.

MARCELO CIRNE DE TOLEDO Economista Chefe

[email protected] ANA PAULA DE ALMEIDA ALVES [email protected]

DANIEL XAVIER FRANCISCO [email protected]

DANILO OLIVEIRA IMBIMBO [email protected]

HUGO RIBAS DA COSTA [email protected] JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA [email protected] MARIANNE KOMORI GEHRINGER [email protected]

THIAGO NEVES PEREIRA [email protected]

Referências

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