`\ 2 ` \ F.
V'
¬‹- ' -A ¢ z 'Ç I .‹ L *_ ' J” ~.á~.- vw _ 4-..¡«.-ú :À 4... U'-'L ‹ . ,¿ › Ê š 3 :Í ›§§' -. ; = 5.2' 75'. šw; _' '¿_*{r' ; %;¢ ' sf; xa?É 2 É ‹ §~' . _., . . fumava A4 - //z. ` 5 ` Í _ _ I-.. ` ` Í2
Az .. A |\
O . - J . Q., _ - \~ uv. \z»- z \ . __ _ , . "sy › I ¡ ífá uN.1vg'Rs¶;.}ǧ»¿â¿ Fíäøtrëâg >3*E-'~'SšAN*f`;A.Ízz- . Í 'V‹¢oênwo} ërf .viëfâéiíââah
k V oêúâzzzêmmfà â«ââézwzzhâãà;‹fz.11~ff
Á ()`z z L .ø .Gn rr~_s¢o ‹'çtg:';}g1;;:5§j..i';š¬* 'na..› «~ ó- .gl .¬ - v .z› ,_ _ z~_.9` ‹._ -. “H »z~›.\'I~.. ›%..¬:.‹"››:›..‹›-ã ~w\ \ ` .
\
E . * '\ ‹ í `\. L :- ..u .n~ . , . .ÍTÂL ' : ... - .-›..n'‹~‹» 1 I ¡. Ila. _»-5, '_:`*¿›š¬,-_':.úí‹›~“z›.‹ '-fizv»-...s¿. . z 1 “ ~F¶1°'#í@'1š›7á@1zizs_,ú:›fief:1b%t2°«31€ 1981+ % I .__.... 4 ' 4_l_._ ‹‹‹›'¬~'‹MM-4«v-. .¬ \ "_ › , , ,_ _ -1“.f.'§*-* r É r P ÍÍ Í. šw .¬ _- . _..- _... __zz _..._..__;_z.._ _ M _ __›_ : 14". __.__,._.__:.._ ._ ._ __ _ _,,__, m_ _”, ______, __ _.. _ _ ...___ ._ ...._ ¡×\/v/ _ 4 ‹› I i
I
|
|
Ê l '. E › i i z L 1 2 . › z i i i i z › L ¡'wfl9z--~¬m« ~. \ Í AI
› AI
I . x. UNIVERSIDADE EEDÉRAL DE SANTA CATARINA ~
' Q 4
~
Centro de Ciencias da Saude Çurso de Medicina
HERPES GENITAL _
i
*
Cristina Maria N. C. Kessier
_ Gi1berto.Minaki A _ ~ _ ×
Alunos da XI fase do Curso de Medicina da U.F.S.C. A
Nossos Agradecimentos ao coordenador e orientador» -A A
do trabaiho Dr; Prof. Jorge Abi Saab Neto T Mëdico , 197§¿ p_U.F;Pr.
_-¿Resid.Tocogineco1ogia, 1976¿`U.F.Pr¿ Professor Assist. Tocogineco1ogia_: Medicina - U:F;SC; ' ' fi M _ _ ` -.~_ ~
/
U - AA colaboraçao da Dra}_Prof._Sandra Mara_w¿› Rinaidi -
Mëdica, I976; U;F.SC. Resid;›Tocogineco1ogia, 1978, U.F.RU; 1-'Professg
_ '
-ra assist; Tocoginecologia, Medicina, U.F.SC.' V 1 __
' -
_ _ -.z -
'i. -
A participacao do Doutorando Vilmar Setter, ›a1uno
da XI fase, Curso de Medicina da U.F.SC. ~« ~ =
_» _ _ rwmzzzm `- V ¢¡,¿,<...v, .z-___ «GV--\__ -_ -.-..._â..,..__.._¬..,.-_.¬.‹-¬=v. __ ___ _ __ .. _ _ __..._...-¡-~...-¬..___«¬ __ _ ,.._¬_...;z-..,__.__¬ _ _ ...,.._.___._¬‹_?.._________ ___ _ __ __ zz-. _____ :.._._..¡.-....¿....¿ _ _- __ ___ ._ __' ,...z«.~___ _____.«,z<-¡,...¬,z.,1,.._f. I - __ _ 1 .___ --- zz
›` ~'«__ _' __M_ _“_`__M____ _* ` _;\___ a _F_`_ _¿_______ _ _ ___ __, _, ___,_,_,,_. _..__,_,z z., ..»..._-.,;.__...--.._«.__. . ,__ _..V.z' . ..._._,.____...í.._...~....__..._;_.._..._...._.._.._`.¬.. .. _.._..._..._.,...,_. E. rz Vi' F- ;
I
, › k.LI
‹ Í + . Í ` 5 ` INnLcE` , ~ ›.1;-“¬ REsUMo.;.;.~ ... .. ;;..;1 -_ A 11. z 1NÍRoDuçÃo,,..;;.;;;.} ... .. {§;;.2. * z ~111z . coNs1nERAçUEs sERA1s¿.; ... .. .;;1;3 Í .-‹í~ Iv. ¬ FoRMAs TERAPÉuT1cASÇ;§
... .. ;;§;.11 Ã
~'
f*fz;v.Az~â coMENTÃR1os,.;...;; ... .. ;i;;;2o'*”
~ '.VI~ 4 SUMMARY...;...§.... §;;Ç.22 - à 1 . -- , . . z _ },~ zv11z.z REFERENc1As B1BLroeRÃF1cAs;¿;; >Ç;..23 .zz i ¬ Q r 1 É il =r | É m - -V-_-=-z-.--fz .`....»V.-_<,-.mfV«‹V_Y v,..'T,_-..‹z.-.-‹-_,¿z',_.W.._.,..,â -z¬,~1=-F.-=-_ A - f ~ vó- =‹~---¬›-ff ~.f_' .' í›~f ¬ 1 - ¬-~~--*~~-¬~~~-~'¬-'-“¬`-›-~‹~¬~
,I -‹ . \ s . -1- z A 1 - REsuMo HERPES GENITAL '
. Este trabaino apresenta uma revisão bibliogrãfica sg
bre o HERPES GENITAL, onde são abordadas a conceituação, 'inci-
'L ^ . z __ o '
,_ _ '
_.
dencia, a patogenia de forma suscinta e os fatores desencadean-
tes, os aspectos clinicos mais importantes, as compiicações ad vindas desta enfermidade, o diagnostico e diagnõstico zdiferene ciaT, cuiminando com o tratamento, sendo este o enfoque princi
pa] do assunto estudado. _
'V
__ _
'-
~ ~
. Diversas consideraçoes sao discutidas, seguidasc das
~
_
-
_ conciusoes proporcionadas por esta pesquisa bibliográfica.
Fmmzm A4 ' ¬
.¡\,.,,,_,,,`,_1 ‹
._...__ __ __,.__ _ __,_._.____ ____ _ _ __ _, ._._, ___ _-_._... . _¬¬
V ¬,_¬f` _. .¬.z-, ._f_._. .
-‹;..-. É
ll
I ` ‹ .||0¿
, ë LJ . E ,I
l . \ -z- . ‹ II - INTRODUÇÃO ~ ADiante da dimensão que vem ganhado o HERPES GENITAL em ambu~ latõrios e consultõrios de Ginecologia, Obstetrícia e Dermatologia, pe
la crescente liberalidade sexual, e conscientes das caracteristicas pro
prias desta patologia, como sua latencia, recidivancia, a dificuladade_ com que mëdicos e pacientes se deparam para erradicã-la e ainda pelas '
2
~ à
I sërias implicações advindas da mesma, objetivamos este trabalho.
1
~ .-
.
.n Esta apresentaçao tem tambem como intuito, mais um alerta
pa .
ra a importância desta enfermidade, a fim de que estejamos atentos para diagnoiicã-la e ainda, partindo de alguns critërios, ter ã mão rb;meios
que amenizem os sinais e sintomas, atenuando também a recidivãncia. l J _ ~ ' l 1 I 1 Formato A4 f '/J\""'“_““Q` A
111 ›'coNs1oERAçöEs GERAIS
õ›_oef1ni;äo p '
o HERPES VIRUS ë conheéido pelo hömëh desde b año 100 a;¢.,
quando os fisicos Greek e Roman caracteriiaram estas lesões e as .no-
mearam de "Herpes" significando "to creep" ( aiaštrarëse )¿ parad@si§
-nar o caminho que as vesiculas tomam ao Iongo do epiteIio;( 6Í);
_ São virus.DNA relativamente grandes
( 180 L
2OÓm;1)
pro-vidos de capsideo icosaëdrico ( 162 capsõmetros ) é de envo1t5rio Ii-
pidico, capaíes de.fdrmar_incIusões intranucierares e de infectar O
homem e aigumas especies animais; exibindo afinidade dëräöneúrotröpil
ca. ~
0 Herpes virus Hóminis possui dois šórotipös (I e II) due
podem ser identificados atravës das provas de ñéütraiiíacäö na ememl
brana corioalantõidé de animais e de fixação do compiementö; '
W
O HzV.H ¿ tipo I e O agente causa1 da maioria das Ièsoés
ø ._. _ . 1
. 1 - - -- ' 'z" -ir". '\""'="
herpeticas nao genitais; por exemp1o¿ herpes labial; a geñgivdiestoma tite e cerato-conjuntivite.0'H.VYH tipo II acomete a região šënital;
IncIuem=se no gênero Herpes Virus o agente dë trëš virošës
importantes no homem: o Herpes SimpIex, o iostér ë a varicë1á:( 18 ) `
Dedicamos nossa atençao ao Herpes Simpiéxg mais particuIar¿ mente o Herpes Virus Hominis IIi( H;V:H - II ). '
,
'
b) Incidência
1 o H.v.H = 11 àófistítui -se âtuaiméhféenúmä áãš'máiófës a-
feccções transmitidas-sexuaimente.( 2 )- Existem dados afirmando due
sua incidencia jã passa da Sifiiis e chega a competir com a' gonorä
rëia ( 6 ) H ` _ I '
.O contato inicial, em gerai; ocorre prõximo ä puberdade e É
nessa epoca que se evidenciam os anticorpos, para apresentar um au>
mento significativo durante o apogeu dos anos de procriacäo; _
-3-
I
' \ -` Ívmr: L4 . _4_A maior incidência da infecção declarada do H,V.H¢ - II ocorre no fim da 29 dëcada e inicio da 39. ( 13.) Í l A
_
y
_
V ,Numa investigaçao realizada entre prostitutas, a pesquisa de
anticorpos especificos se aproximam de l00%. ( 15 Ú ›
ç
Apõs a exposição a homens com lesões herpëticas ativas ~ nos
genitais, 50 a 90% das parceiras sexuais sensíveis apresentam a infeç
ção. (v3 ). Particularmente, nos ambulatõrios obstëtricos, l% das mulhe
Ê. ' ; z
res investigadas com exame citologico tem diagnostico confirmado e cerca
de 43% são assintomãticos. Se presente o H.V.H. - II durante o parto, o
recëm-nascido tem 40% chance de obtë-lo. ( 3 )
' ' ' ¡. z , ' _ ' 1 ¡ K Ó
Q
`\-À» c'‹ * " s» \ "` ' _ \V ~ J cl Patogenia ` 'A infecção inicial se processa na vulva, vagina e/ou '
colo,
-. ø ~
ou em todos os tres, entre 2 a_7 dias apos a exposiçao ao vTrus` »infec»
tante, veiculadas pelo sëmem, secreção vaginal e atravës.de solução de
continuidade das mucosas, e por isso mesmo, ë considerada uma doença ve-
, i
nerea pela maioria dos pesquisadores. ( 13 )
.` `
~
f
.Os herpes virus mostram tendencia a citopatogenicidade fo#
cal, que se traduz pelo aparecimento de püstulas na pele e na membrana co
;
riolantoide infectada. ( 13 ) Por outro lado, a caracteristica mais-noi
'. ~ _ - '
‹- 4
d
tavel da infecçao herpetica genital e a tendencia que tem o virus_ e per
sistir em um estado latente no ganglio sensorial pëlvico do plexo de
Frankenhauser e periodicamente podendo ser reativado produzindo as infeg
ções recorrentes cervicovaginais, principalmente em locais onde jã ha via uma previa lesao primaria. ( 73f) ›
-_
Grande parte dos pacientes que apresentam as recorrencias, o
fazem nas situações em que as defesas imunolõgicas estão transitõriamen-
te alteradas, tais como: stress emocional, febre, frio, menstruaçao, uso .
de imunossupressores, portadores de de neoplasias, situaçoes focais como'
_. ~ `
o coito, a masturbaçao, banhos de sauna, exposiçao a luz ultravioleta tam bëm favorecem as crises de recorrëncias:.( .6 )
d) Quadro Clinicoi _
fi -_ ' Y ...
Apos a exposiçao ao virus, as lesoes se instalam principalmen
te na vulva, vagina e/ou colo uterino, ou todos os três, entre 2 a 7 di
as. As lesões são mõltiplas em forma de vesiculas,sobre região eritematg
sa.
\
w ¿
Ç ,
-5_
Nesta ocasião as pacientes em geral, apresentam secreção Wa- ginal, desconforto e dor. As lesoes mucocutaneas estao sujeitas ao trag
matismo e as vesiculas podem se romper e se tornar infectadas secunda-L 4
riamente. Posteriormente aparecem ulceras rasas, corroidas, dolorosas,
. . _'\ .. .
__ .
cobertas por uma branca membrana fibrinosa \no local. Ha presença de
z. ` .-
linfoadenopatia regional, consequente a drenagem linfatica do virus e
ao estimulo ganglionar pela infecção bacteriana secundãria}~
_- ~
Enquanto os sintomas locais de prurido,disuria, inflamaçao da
r _ _
~ ~
vulva e da vagina, dispareunia e secreçao aumentada sao comuns _ tanto na infecção primãria como na recidivante, os sintomas sistëmicos a sa-
... ' ~ `
.. _
ber: indisposiçao, mialgia e febre, sao restritas a primaria. Quando
~ _ .-. .z
a infecçao se situa em colo e ou vagina tem se ainda ardencia pos - cqi
tal intensa. -
.
' '
~ ,
Estes dados refletem a viremia da infecçao primaria , e a gra
vidade dessa resposta ë influenciadafi pela presença de anticorpos do H.V.H -'I , pois existe imunidade cruzada entre os dois tipo ( I e II ).
~
‹ .As iesoes desaparecem depois de 7 a l0 dias, entretantb‹ se
a infecçao micotica ou bacteriana seçundaria nao e tratada, podem per-~ sistir por 2 a 6 semanas. '
_ I
` ~
A O titulo de anticorpos especifico tem elevaçao de 4 vezes
mais, observando o soro prê e pãs convalesçente. ( iëfi ) i'
-
Í»
A forma recidivante aparece principalmente na vulva, vagina ou colo, como a primãria. As ulceras se limitam em tamanho e numero. Ro
de ser desencadeado um comprometimento cervical na forma de cervicite
a
guda ou uma Unica ülcera grande. ' A A ' "`. - ~ “
Os sintomas sistemicos no Herpes Genital recidivante ' sao
' ~ ~
minimos|e os locais acometidos focalmente pela afecçao, sao os mesmos da infecção primãria . A adenopatia inguinal está ausente e o titulo de
anticorpos especifico nao tem alteraçao significativa. ( 18] )`
H)
'~
' V
ø 4 ~ - ' `
A hipotese diagnostica de uma afecçao_por H.V.H -_II deve surf
gir principalmente durante a anamnese e o éxame fisico da pacientá, 'n0,
, .~
consultorio. Na maioria das vezes, as evidencias desta enfermidade _ se
~ .. 4
mostram claras e nao ha grande dificuldade para se chegar ao diagnosti-
co, quando virmos a lesao na sua fase inicial. ' '
_- <'fÊ (3 Q‹J
~ 4 ,
- - A confirmaçao se
obtem atraves do Esfregaço de Papanicolau das ~
lesoes, podendo encontrar-se grandes cëlulas multinucleadas contendo cor
_ _ ppsculos de inclusao intranuclear eos1nofilos.'_ r a ' . A .
g_~
Furmaln A4 ` ' Tlqinúul I . ___'__________.. ---›~ ~=~z ~¿...z..- ..___.,»_.,._.. ,.=-..zf.._._.;¿_fa-¬›‹nv-mz-i-¬-¬. zw--. Í' ..z..'.z-.zf¬... .¬ .._,\..¬..-.---z¬›‹-za -- f- -¬ -~-‹ -- - «f ›« ff ----'-*f**“-'*'f›¬-››f1-f--‹=-_~›' ¬ -'**- . . _ . _ - I* \\ x lz. _ ram» A4 ' ¢\z‹z««-.Á _5_ .- .¢
Associando-se a biõpsia com a analise citologica de uma pre¿- paração celular da lesão, o diagnostico ë determinado freqüentemente.
O '
ment do_virus pode ser realizado na membrana corioalantõide de
isola o A
V
ovos embrionados. Multiplica-se também em culturas celulares, a sa-
ber: celulas primarias do rim humano ou de macaco, celulas amnioticas .
humanas, fibroblastos de embrião de galinha ou cultura de linhagem cen tinua.
(;l8))
~ “ _ _ _ ¿ V ø ~ _A anãlise sorologica atraves da fixaçao do complemento na
prova de anticorpo especifico para o Herpes virus, E o melhor siste-,
4
ma sorologico indicador. -
. ~
`
_ Na infecção primaria, os anticorpos aparecem no soro
f do
79 ao l49 dia, tendo o pico mãximo dentro de vãrias semanas. Depois
o nivel se torna basal para o resto da vida da paciente. ( 13))
Um estudo recente ( 5)') sugere que Ó Herpes Genital recidi
vante,euma condiçao (alem do Eupus eritematoso sistemico, Artrite reg matoide e gravidez), que pode ser adicionado como causa de falso posi' tivo no teste FTA - ABS, usado para o diagnõstico da sifilis. Reforçan
do esta teoria, o~autor Zane A. Brown, confirma que o uso deste tes te em qualquer tipo de lesao, sem histõria clinica significante, _rea
lizado em laboratorios que nao possuem controle rigoroso de qualidade para realizar o exame, e por certa dificuldade na correta interpreta-
~ 4
çao dos dados, o diagnostico pode se basear muitas vezes, num resulta .
do falso positivo do FTA - ABS. (íšf ) i ' .` *Í ' l V` ' V ~ Durante
a gestação, se hã indícios de infecção genital her~
4 ~ - ~
petiCâ, torna-se importante a realizaçao de uma amniocentese *
com'
f- .-
posterior citologia e isolamento viral do liquido amniotico, atraves
Q 't .-
de cultura ou imunofluorescencia. ( 1) ) Este ultimo exame confirma _ _
ou nao a citologia do liquido, que em algumas ocasioes pode oferecer -
resultados falso positivos. ( 3) ) `
~ -.- ›
,q
Este procedimento resultarã conduta que parece hoje ser conf,
senso mundial: A
'
, _ _ _
. . _
*a) Se detectada o H.V;H - II ativo no termo da gravidez e os testes no
liquido amniõtico apresentarem resultado negativos, tendo-se ainda
as membranas integras, indica-se.cesareana; z
'» _`¿*í ~
b) Detectado o herpes genital ativo e os testes no liquido amniõtico re
sultarem em positividade, a conduta ë parto via vaginal, pois
presumi-4
velmente o feto ja foi afetado ( por Nahmias et al ) ._ `
c) Ao diagnosticar-se o H.V.H - II ativo, os testes positivos e as mem
branas rotas, tambëm a opção ë parto via vaginal. (-If)
_ `
z- . Í '_ ___* _ ___,_, __,__ _ _,_______ _,,_,. ,__._z ,._..__,___._ ....,,,,.- -..._...,_._..__.._.__.fv_.__ ___, _,
_I,r
_ ..7_ ”I
_ 'Vãri as enfermidades se apresentam com sintomatologia idên-
U
'Tem forma de apresentação em ulcerações genitais, ou orais'
|
'E
parecem também durante a gravidez e lactação, reaparecendo posterior-
I
E
. A
'
_ Em alguns casos podem surgir sem
ciclicidade., Nao sao tran~_s_ z
|
f drome de Behçet. _ › . _ _ _ _ ~ _ _ _ ~I! entretanto a etiologia e desconhecida, Discute se entre virose, _aler
_¿
I
'
dos carenciais e fatores psicolõgicos., ~ ' - f ~ z ` --'
I
'varias semanas e se curam atraves de amp a cicatrizaçao. J 1 ¿
|
'_ Ainda se discut'èm'" varios outros diagnosticos diferenciais co ~
_____A_:_ ___ _ v_ - _ :_-.az-.. ¡_¬___^_ _ ___ _ __...
\
Entretanto, nos trabalhos de Chang e 0' Keefe, preconiza-seu
a cesareana de rotina em gestantes com doença herpëtica genital ativa
no ültimo mês de gravidez. '
^ 'A4 4
-
Na pratica leva-se em conta ainda, que se as membranas esti verem rotas ha mais de 4 horas, procede-se ao parto via vaginal.' E,
se as membranas romperam-se hã menos de 4 horas, faz-se cesareana.
`f) Diagnõstico Diferencial
tica ã afecção pelo Herpes Genital, devendo estarmos atentos para dié
' _ I _ _ _ ferencia-los. ' › ~ ' ' ' - E
Descrevemos e citamos aqui, as mais importantes, a saber:
Ulceração Genital recidivante, ( oral )
'_
_ f.l -
parecidas com as herpëticas,tendo entretanto, maior ciclicidade, sur-' _
gindo durante a porção mëdia do ciclo menstrual ou durante a fase prë-menstrualš cicatrizando durante ou logo apõs a menstruação. Desa~ mente. `
v~~ '_ ~' V
__ ,'-
~ ~
mitidas sexualmente. Quando existe ulceração recidivante oral e geni- 'tal, acompanhada ou seguidd= de iridociclite recidivante,temfse a sin
'
_ '
Leva a graves alterações do Sistema Nervoso Central.e pode
estar associada ao Eritema Nodoso. E _
` E'
_ «_
"`
'_ A maioria destas lesoes parece ter uma vasculite como base,¿
4 _
_
gia, fator genëtico, doença auto-imune, influencias hormonais, esta
~ f. 2 - Úlceras de Lipschütz= _. ' __ _ _ . __-_ I» '-
São úlceras profundas,em pequeno nümero e grandes. Persistem
4 , ' 4 .I , ,_ 4' ' '
_ A provável etiologia ë um substrato psicolõgico§V
' 4 - 4 , 4 - - _ '
mo a sífilis, tuberculose genital e a variola. (]3D _l_ _
_ ¿_ V
flrf.
_/_
fhs_`@>
;._$#§“¡f§Ê
~*°*QL5'd“
_-*É
Wmg
ízsfl/'ff»fiU» w»
_.¿ agp,
_(jJ4Xq¿.
Formato M ' ' -^ft.“× '_›.'\ ¡_lí 4 °‹ .
U
` i É 4 i L l . n f V. L l :1U
_ \_|
2|
í`
_! 1I
``
1 _3- g) ComplicaçõesAs complicações que podem surgir no decorrer do periodo a
gudo, ou apos o periodo agudo,ou ainda na reinfecçao, sao as `mais
diversas e não ocorrem necessáriamente em todas as pessoas acometi-
das por esta enfermidade. '
,_ _
'
.
» ~'
s. Experiências evidenciam um maior indice de abortos apõs
a infecção materna com H.S.V - II no inicio da gravidez, e um alto
indice de prematuros, cujas maes tiveram infecçao herpetica apos a
209
semanade
gestação.Q
Jg
(\;›d,'.WLW»
/
_ ' - 6uando o conceito _ ë atin ido durante a ravidez via lacen P __
tãria, não ocorrendo o aborto, poderão ocorrer alterações `
morfolfi gicas de organogënese, tornando o recëm-nato indiferenciávël das
formas congênitas de infecção por citomegalovirus, toxoplasmose _'e rubëola, apresentando microcefalia, microoftalmia e atraso psicomo
tor. (118)) '
- _
_
Por outro lado, se.a criança ë atingida durante o parto por contami nação vaginal, as manifestações podem ocorrer 4 a 7 dias depois, i-
niciando com febre, tosse, cianose, taquicardia, ictericia, vomi tos, diarrëia e convulsões, sendo em 60% fulminante, resultando em um colapso vasomotor ou parada respiratõria. Nos sobreviventes, em mais de 50%,sequelas neurolõgicas\e oculares permanentes podem ocor
rer. ( l8\) e À
`
'
__ “
_ H Entretanto, experiencias feitas por John Grossmam e cola-
. . .
boradores ( ll\) , mostraram que-em 57 gestantes õcompanhadas, _nem
' ao '
¬ *_ *Í
sempre essas complicaçoes se apresentam. _' --6
_
0 trabalho durou 2 anos e todos as pacientes tiveram cul- tura`positiva para o H.S.V - II. De todas as gestantes em que o par»
to foi normal, 2 tinham cultura positiva para o herpes.virus a' me-_
nos de 7 dias antes do parto, 7 tinham cultura positiva com .pouco
mais de umasemana antes de inicio do trabalho de parto, 19 submete- ram-se a ”Çesareana pois tinham infecçao ativa, 6 destas l9_¿ tive-_
ram bolsa rota hã mais de quatro horas antes do inicio do parto ci-
rügico. ~ ._ _. - 6 _ G V .'_ '
¿. Nasceram 36 crianças do sexo masculino e 24 do sexo femi-
nino, sendo que a mëdia de idade gestacional foi de 39,6 semanas, 0
peso mëdio 3,447 gr. ~' _ _ _ - .A _ _ ' 1..
I
_ FormatoMx ›
I
` I F ` \ _ _ ¡ ` f .' I /Destas 60 crianças, 58 nao apresentaram alteraçoes
neona-Q
tais e 2 gemeos faleceram. Logo apõs o nascimento realizaram-se cul
_ turas, porëm estas fracassaram na tentativa de evidenciar o H.S.V.» _ - II; 35 mães amamentaram seus filhos, incluindo l3 que possuiam in
I
fecçao ativa no momento do parto. Nao houvem mortalidadeout seque-
las peri-natais. ( ll\) . '
reportado por Ioannia Zerveudakis e colabo- Um outro caso
_
I
` radores ( 23 \),~ relata que uma gestante apresentando infecçao pelo1. \
semana de gravidez e ainda a presença ' do
\\ _
I
~~
U
I nao apresentou alteraçoes de qualquer natureza. Foi pesquisadow
ne§_
te caso, o titulo de an
U
H
o concepto, durante a gestaçao. (_z 231)
' - i . ` herpes no cërvix na 369 H.S.V.- II no liquido a
reana e o feto nasceu e
mniõtico na 399 semana, foi submetida a cesa m otimas condiçoes e ate a idade de l8 meses ticorpos especificos para o H.S.V. - II no
soro materno e_no sangue do cordao umbelical. O resultado foi simi
mae tenha transferido seus anticorpos IgG
¡ .
lar, o que sugere que a
ao feto e estes neutralizaram o virus, proporcionando defesas para _
= A encefalite
4
em qualquer grupo etario, na maioria dos casos sendo severa e resul
»
1 ~
tando em õbito ou seqüe
U
As lesões são amiudes, destrutivas, com grande tendencia ala neurolõgica permanente. i _ ' ' z ~‹ _ _ '
A patogenia desta seria complicaçao continua ainda obscu-
ra pois os sinais clinicos do envolvimento primãrio do Sistema Ner- amente raros. . ~ i` _,,j _ W- VOSO Cêfltrãl 'S80 €'XtY`€Í!l
mporais, e aumentar a pressao intra-craniana,
_ comprometeu os lobos te
I
erebral ou tumor, dificultando o diagnõstico.-_
simulando um abscesso c
Este necessita de boa a namnese, exame fisicoee teste de imunofluores
I
cëncia especifico para celulas inflamatorias no liquido cefaloraqui-diano. ( 7 X) ` ". 'I “ ` Í _ _ ` _ `›
"
U
. heniatogënica no periodo › - _ '__ Experiencias em animais evidenciaram_que o acometimento do
Sistema Nervoso Central
H H
'
pode ocorrer principalmente atraves da via ~ 4 ` ' ø
»-_
agudo daíinfecçao primaria, na_epoca de late
cia ou na reativação da
_ _cia da defesa imunolõgica nessa ocasião, para restringir a neuro-in-
I
. vasão pelo H.V,H.- II.( 7'\)
`
 -»
_ infecçao. Ressalta-se portanto, a importan- '
e l964, vem sendo aventada uma outra complica
Í Desde o ano d
I
_ ção doH.s.v.' - 11 àtrâ
- 4 '
_ logia sorologica, que o
I
plasia cervical _ e _ Carci nomade cervix} ( lfií) _ › *§_{~ .f __ Â a
U
' rzzmzzw A4 Q. _. - _ \ _ _ _9_ lherpëtica e outra complicaçao e pode ocorrer
1 pu I
1
n ‹
vës de estudos citopatolõgicos e por epidemio herpes genital seria o maior precursor_de di§_ »
-,\.‹..«...m
_- ._...z_»_.,f.f...,...___:
_ _
¡__,¢› _
I
9 \ '\ I FommnM~'
_ -10-. 0 potencial oncogënico do H.S.V. - II ë estudado em
cul-i
g Resultados de pesquisas propectivas em mulheres que con-
~ z
trairam afecçao genital herpetica revelam que a percentagem do Car
'cinoma "in Situ" de cervix ë de 8 vezes a percentagem do grupo de mulheres\sem contato com o H.S.V. - II. .
_
_
. Tambëm foi demonstrado que apõs a primeira crise aguda
. z 0 H.S.V. - II migra para o ganglio sensitivo pëlvico de Frankenhag _ É
ser e pode permanecer atë por 60 anos latente, sendo reativado a .
qualquer momento por determinados estimulos.A incidência continua
~ ~ .ø
de reativaçoes, desencadeando infecçoes repetitivas no cervix, pg
de induzir transformaçoes no epitelio cervical, levando progressi- vamente da displasia para a neoplasia de cërvix; ( 20'b
' \ É l _ ` A.‹...t ___ _ _ _ -.»¬-›~ .zz , _ z=‹-.--z¬,_zz__..‹. _ . --.¬Í_¬ ._`____*v- . we-
¡ à »~ ¬‹›-- «-M--.z.-‹.,..._..._...-...¬...,_....
-À -A-
_
A V F i ;. Ê › iI
V. l' › F i `fI
, i › r E L. › F L _ z o l l .d+ W'-¿, ....¬z-z-,¬g¡~ z Ê š\I
r E › Eti'
I ‹. _ 1 I _tl
...e.-....r.,..‹-.-._.«-¬.,..,‹»...,...¬ ¬ šFI
l l ~1$`“* ›`‹ -¬' IIII Ç z .`. \ . _]]_ . Iv - FoRMAs iERAPÉuT1cAs f _ _ › .. Nos_ültimos tempos, cada vez mais tem-se estudado e pes-
quisado sobre o Virus Herpes, na tentativa de um tratamento adequa do, que atue atenuando os sinais e sintomas, tendo ainda o efeito de exterminar com a recidiva do quadro. .
g
`
A
_" _ Na literatura encontramos numerosas formas terapeuticas, as quais passaremos a descrever, preocupando-nos em relatar -
seus
beneficios e prejuizos, na medida do possivel. _
_ 44:: l) Iododeoxyuridina_ (-IDU.) _ V _ i` ' V E
yum agente quimioterãpico utilizado hã muitos anos et jã provado afetivamente. Seu efeito ë muito bom para o H.V.H. - I, .
'entretanto sua ação ë insatisfatõria quando para o tipo II.( 2; ) ' `
Utilizado no recëm-nascido na dose de 50 a 100 mg/Kg/dia
5 dias, com algum sucesso. -
'
' «
2) Adenina arabinosideo ( ARA A ) _
_' __ .
~ Derivado purinico tambem efetivamente provado
na forma de uso tõpico em casos de queratite herpëtica. ( Zi )V
_
A sua administração_sistëmica parece ter bons resultados,
,-
quando na encefalite herpetica. E eficiente contra o H,S.V. - I
po
` rem estudos do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas' ( NIAID ) e outros,_tem indicado que a droga não surte muito efei
A to para o tipo II. ( Õl) _
' ~ A 3) Levamisole _ _ V ~
~~ Droga que visa aumentar
a imunidade do *hospedeiro a ni- “
vel celular, ë utilizada em esquema de repetição semanal com alguwi
iz
.
¿
'
ma melhora dos quadros ide' recidiva.
( 2 comprimidos/dia, por 3 .d_i_
' . _a)__
__Q_¿}J_{}3_,Q>3jL1«¿¿,¿¡,¿
¿ ã::::;Í:šLJí¿¿JJ)_ _ 4) Isoprinosine "_ _' › _ _ --f>".
¿- Agente imunopotenciador a nivel celular e humoral, que
~
foi estudado pelo Centro de Saüde Estudantil da Faculdade da Calif fõrnia em Fullerton e utilizado em 53 pacientes. 'g'×'*L" _
-}\z:.,z.×.t formam A4 W . - - A - . A . f~ fi~ -~ ! I
"
V ' ....Í ' -5 Â""""" " ~ ' '~¬-f~¬-f=?E-äsufif-f-z-. ;`-‹‹-».¢;'v*-'ê.=¬z7.==. _¬+. V.-.zz‹€x›f¬"'r'<=?1*-:Áf<1'¬~v!'êêiv:\e==F=1-2-¬z‹f'ÉäzTí:1â:v:;¬?¬wã,âa¿›§‹%FEã‹^=«~-«fz-..‹=;_«z-«›z- zz¬.z-¬_.¬~¬›zf:z:,~Y-1*-==:›<;:* _ré¡=.¬'..¡N..¿z,¬ê. :.~. . V z‹~- 7 z z -_-.›--'¬~‹-¬--~`‹_, ___.. ._... . _ . ...~...»...,_._...._,...-....s...,....»....~.~..,..__‹~..._...»....s..»-.,..._._.s....,_..» t.._¬...,...~.._ ...__..._. _...,..._«_._ ...,..-_.__. z ___- ___..- c_. ,, ,..__..,, .___.,- _ _ ._..-..__ I
.
`I
› z, éh - :`i
-âvwm a4¬~f=..-:¬¬-_»-.e-,-.-:‹.›a›e‹|uz=‹w.n~._= __~ ;¬,;;1.f.¬.-_-»-~s~f-:4.v¬~=z:ln»‹'=u1=¬<|- ll* ¡. HI
i | .¡. ,. ag -i t l I z. 'l 1: K E \ ¬-z‹=,..¬¬...‹ .W -.-_.¬.._ ..¬ ...¬¬.. Q-›.¬-.¬ ll|
¬ -1?--1 ,,,¬‹›.=-_ é _ li l í› _ f › _`|2_-.A media de 7 a l3 dias foi observada para o desapareci- mento das lesões herpëticas. Dados sobre a recidivãncia da doença
~
e efeitos colaterais da droga, nao foram relatados na literatura pesquisada. (zggi) . ,_' ¿c
'
5) Virazole A
4
a`- E um derivado nucleosideo sintetico, com amplo .espec-;
tro de atividade "in vitro" e "in vivo" contra varios virus do
nNA‹e RNA. (
21)
' `
A
'
z _ Quimicamente ë o l - beta - D - Ribofuranosyl - l,2,4-
triazol - 3 - carboxamida, que se apresenta sob a forma de um com
posto cristalino, solüvel em ãgua. A droga atua atravës de uma
inibição seletiva de proteina viral, nos estãgios iniciais de re-
~ ~ .f 4
plicaçao, nao interferindo na proteina da celula hospedeira. - I i
-r -
i_ Atua proporcionando alivio rapidos
dos sinais e sinto-
~ ~
mas, entretanto nao existem dados que assegurem a prevençao ou di
minuiçao da freqüencia das recorrencias. _ Í
. À
Pode ser usado via oral, 200 mg, 4 vezes oa dia,lG dias. ~
_ Os para-efeitos sao discreto e transitõrio aumento mda
bilirrubina total e aumento da gama-glutamil üranspeptidase.( 2} )
acta.
aa
ozzuxs
,z4~¡.,.Lg
A
as
6) Herpigon associado ao Ultrassom__ _ '
` a
A _
E.um novo tratamento, na forma de creme composto por zin
4 fl` O 4 '
V ' 5 co l%, acido tanico 0,2Á e ureia como base. Tem efeito citopatico
.
'_ .
viral, atraves de seus componentes. _ '
A
Í f '
Associa-se ainda o Ultrassom ( l Watt/cmz/60" ). ~
_ Foram realizados experimentos em 23 pacienteszlü apenas
com o creme Herpigon para controle e l3 submetidos ã associação c/
ultrassom, por 3 dias. O creme foi aplicado com swab de algodão so
bre as vesiculas e experimentado o ultrassom em torno da vesicula durante 2". ¿ c c ` _» ' z w ' ¬c__. A
Apos o tratamento os pacientes foram submetidos a inges.
tao de liquido contendo l% de sulfato de Zinco, sendo designados
~ ` -
para fazer banho de imersao, durante 5' na genitalia, uma _vez
ø
por dia, 3 meses e apos l vez por semana. - ~ `
~ .-
Antes e apos o tratamento procedeu-se a cultura do ma-
A ` A
terial das vesiculas para controlar a eficiencia da terapeutica.
Os resultados foram que l0 pacientes usando sõ o creme, 'sofreram novas infecções em 62 a 80 dias. .a
A
"
_ * 'a ' I É x S ‹ 6 S k E Í E 7':.,-fui.. 1!' '.:-.=^ t *{_§M Amwax 51%* .'Tp=.r¬.-.:::='.=f‹ ¬ ¬ ‹ z- ¬ v ^ . -l zz_¬._- Tr... -...,_.,..., .__ ._`z.z-..-_-.=-.~z§z¿z‹te?zz^==s|f,«¿.;-.‹.¿.=zé_ .¬;,==t~7z_--z>.m='uz.z-1-z3'.z....,.z.,.¬.. Y v ¬ _ -Í .:' Wc... -__`_.z-_À_¬____ _” __ __ , _ _ ,,__ , ..._...._.' __._.._..._ _. -...~ ..._.... ,...-' _.z - _ _~ z-..4._.._¬ _ z. ..»¬‹..._=¢;.. aa; _. ._z . z e-Z,...z___V_~~__..._ ..._... ..._._.._.._.- -¬.. _..._...-..._...._.._. ..._.._.__._z ...` ....-__..__` _. - -....
I
I
I_
I
I
I
I
I
I
I
I
1 _ '4 - ..'|3..l2 pacientes que utilizaram a associaçao nao obtiveram novas infeg
ções por 2 anos. l paciente deste Ultimo grupo teve reativação das
afecções apõs 5 meses. Não foram descritos os efeitos colaterais . -
Esta investigação_demonstra portanto, que este tratamen
to ë benëfico _ ara as lesões e diminuem §=ainda,a.recorrëncia ten
- '
_ , -_
do entretanto margem. de falha. ( 6 \) 7) Sulfato de Zinco
' Q
_ Outra terapeutica utilizando o elemento Zinco foi defen“
dida pelo Dr. Rodney Jones. A 4
I
- Escolheu lO pacientes com historia
clinica;de¬repetidas ~ 4
crises\de infecçoes herpeticas e iniciou o tratamento com Sulfa-
_ , -
"__ _
to de Zinco 220 mg, via roral, ingerindo diariamente apos as gran
des refeiçoes. Estes pacientes foram controlados ao fim de «cada
A ~
mes de ingestao do medicamento, por 3 meses consecutivos. “
"
'
O nümero total de dias para todos os pacientes em que as
lesoes herpëticas estavam presentes foi de 383, e apõs o tratamen- to com Zinco as lesões duraram l63 dias. O total de lesões herpëti
cas eruptivas foi de 22 no primeiro mês de tratamento, l2 no segun
Q ` do mes e 9 no terceiro. - E . ' ` _ . _ Os resultados demonstraram que a duraçao das lesoes her-
pëticas diminuiu em 50%. As recorrëncias tambëm decresceram. Os
efeitos colaterais apareceram em 2 pessoas que dobraram a dose de Zinco sendo, parestesias e outras alterações. ( l4/)
` 8) Vacina§ão_ ' _ _ - _ _ V z . . ø ` ' '
Y Ha muito se usam vacinas para combater
o Herpes Virus .
Destacaremos algumas delas. _
.- 8.l.- Vacina antivarolica ' , -_ ~ _ ~ ~ * ¢~ ' A
Sao feitas proposiçoes de que esta terapeutica auxiliaria
_ V
K Âna cur do herpes genital atravës do aumento de imunidade, e de rea
çao cruzada contra a afecçao herpetica;' _ Í
_ _ Entretanto, as inoculações anti-variõlicãs repetidas para
~ 4 ' ›
prevenir a recidiva das infecçoes herpeticas oferecem um risco po-
tencial; a auto-inoculaçao, a vacina grangrenosa, a vacina genera- lizada e o eritema multiforme, sao algumas das complicaçoes deste tratamento.( zl ) O f _ _ _ -E. ' - `_: i . ø -` ' fomato Á4 1\¿...¶
ÊI
f., ll V. › F _ i › I L i 1 › L F e 'z ÍI
\ .l É* Í. l _.ll
*I l l › i _ ¡ , ‹ I 8.2.- B.C.G._' Aumenta a imunidade a nivel celular, elevando o nivel de
anticorpos do hospedeiro. E utilizada mensalmente durante 3?-6
meses. -
»
_
8.3.- Sabin (Anti-poliomielite)
_ _ Tanger em l974 publicou resultados excelentes com o em
.prego da vacina Sabin ~no tratamento do Herpes Genital.Testou-
a em pacientes com mais de l0 crises agudas anuais e com `
mais de 2 anos de evoluçao, sendo que o emprego desta vacina w mostrouw
Q . _
grande utilidade_terapeutica. i` ~
_ . _`e
_. 'O autor nao explica as bases da sua experiencia, apenas
~
sabe-se que a vacina atua restringindo a replicaçao do virus,
ade-~
mais em humanos,as vacinas virais sao capazes de induzir a produ -
ção de interferom._ _ _ . ' e - A A “ _" V u  `
,"
Foram selecionadas 56 pacientes, anotaram-se as caracteëristicas da lesão, o contato sexual e os tempos de intercrises. Administravaëse l0 gotas de vacina em 50 ml de ãgua cada
30 dias com um total de 3 doses. i -
¡
« -
-
«_ A intensidade das lesoes se classificou como: ~
Grau I: vesículas sem dor, sem adenomegalia
' -
i.
Grau II: vesiculas com dor e irritabilidade uretral... e
Grau.III: vesiculas com dor, irritabilidade uretrale adenomegalia inguinal. - _ ~ ` ' ` . ~_ _ - i _' *
_ Os pacientes foram acompanhados por l5 meses. Na
classi-~
ficaçao dos resultados se_considerou:_, ~
`
V -
¢~
a) Regular t baixou de 50% das recorrencias e melhoria de"l grau. .
b) Bom : entre, de 50% a 75% de recorrencia e melhoria de um. a fg
graus: ~~ ' a ., » _ - -~ z À ¿_. ._ az
c) Excelente : baixou de 90%_de recorrencia e melhoria de dois gra
us. - _ -_. -- _ ~ _ _ _ 9
Tanger conseguiu com a vacina Sabin:_
_Regular~: 5 pacientes ( lO% )
` »~-¬ Bom : 20 pacientes ( 40% ) .I FPâCãSSO : _2 pacientes ( 4% ) Focmam A4 _^,¡,“m_9_
il
ll l |.¬ 'Ia E › - - _ _ ' .'‹ _';'.‹.fl:‹ .z< _ , .¬.... ._-.=.¿-fz.-'_-àgua.:-:_;75glsz.¬-.~._..f...¬.¬r-,;,›;3,.z-‹;«¿z¢.1 .E .,« - ._ ¬.,=¬-__-_-;.«‹'rq¬-H»-‹.`¢‹,_j:,;iz.:p¶'.ç:z|L-›f.z-z«V-<,z¬ .ff ez ,__ '_'€<-f f ¬_;~â~z€~'fv ~~ _ ffzz-_--. .¬zzz za' 1 ‹ ---‹‹- --,.' . - z. .iv , ' _ - _ 1. - '.»..z_*.”f' . 'Excelente : 23 pacientes ( 46% ) L¡= !â ¬¬.;«-›--B i › l il 1. l . 1 ll il l i L F ¬ ll 1 `l lê v i lí ,i “_ _ ›__ _4W _4 _ ___ ________~___,____ 4___,__‹_________`_____ __ P ___,_________ç_ _, 1.7.... ,_,,..~..____...____ :_- _.«..._._,..,..._. ..._.__..___... __ -_ -..._...__-_._.._.¬-- ___-- ._..`_... _. ..._. ..._ › i »
~
\ › A ~Estes resultados demonstram a validade desta opção te-
rapêutica. ( 17')
8.4.- Vacina Especifica para H.V.S. - II
A
.-
.-
Desde l97l tem se ‹usado esta forma de vacina que e.de
nominada "Lupidon G", desenvolvida na Alemanha.
E produzida pelo Herpes cultivado aerõbicamente na mem
.-
brana alantoide de pintos.
t
-
0 objetivo do tratamento com vacina especifica ë aumen tar a imunidade do paciente restringindo a proliferação viral. A base para isto ë a constatação de que existem alterações nas cëlu
à
las imunomediadoras dos pacientes com recorrencia do H.S.V.- II,
a ~
diminuindo a resposta imune. O mecanismo e desconhecido, nao se ~
sabendo se a bai×a‹imunidade ë causa ou efeito da recorrencia das
afecções. Mesmo assim optou-se pela primeira hipõtese «principal- mente depois de um estudo feito em coelhos onde a disseminação vi
rõtica depletou linfõcitos T, fazendo decrescer as defesas orgã- nicas. . . - . -» - ` .- ` ~ '
Esta vacina encerra virus inativados pelo calor e e ad
ministrada de acordo com as necessidades de cada paciente.
~'
q0.padrãö»ë a dose de l ml contendo l04 EIDÉO ( por was
silew_e Koch, l978 ); A dosagem pode ser aumentada para 4 ml nos
CâSOS gY'ãVeS. ç ` ' . .~ ç . ~ `
H A administracao se estende por 2 a 3 anos divididos em:
MÊS - DOSEMSÍ A ' FREQUÊNCIA . 19 ao 39 ~ A A -. 49 ao 59 ç _õ9 ao 99 A l Depois de l ano l_ml l ml l ml l ml cada semana ' *2 em 2 semanas Q todo mes de 2 a 3 meses ~
. Efeitos colaterais: edema no local da vacina. f ` `
Q , :Ainda se discute a possibilidade de haver deficiencia
de IgG nos pacientes e porisso a eficacia aumenta quando a vacina: se associa ã administração de Imunoglobulina concentrada. '
Parado Herpes Genital, sõ a vacina não tem surtido mui
to efeito. Por outro lado, 62% dos pacientes melhoram com a asso-
ciação de Imunoglobulina e vacina, tendo ainda importancia o fa-
4`
to de que o intervalo entre as recorrencias aumenta muitas vezes
mais ( por Noremann, l976. num_estudo de 30 pacientes )¿~ " _ _Hb_ V ¿ 4 _ u . ' V_ _ Fmmalo A4 .A,¡,“,“_q_ ._.-....,_.f,, 1 4 .._.___z. _ ___._..__,., . ._ " É " v 7 v-...,,,,
I
._- . . _. .Y ..._. =...‹.. _- .-...-. ..`.,...‹..- . ,...,..¬...,..-...,,...,.«..›.,_ ....,...¬...a,, .,.. ...__..,.~...«_-.... _. --.z-- -._.... ...,..-._.._... z z zz ,_ z...,._.__z_ ._ _. ¬- ,_ ..,,. i \ _ \J U3. \¿Q ¢ - 1 É \š`:\¡9íšd É ~M
.z Formato A4 , 1 ,-l6-Sobre este assunto, um dos pontos controvertidos ë
quanto ã forma de atuação da vacina, pois com esta provavelmente o
numero de anticorpos aumenta e num estudo com controle de pacien tes vacinados detectou-se a quase constante quantidade de zanti-
corpos antes e depois da administração, ficando assim sem resposf ta a questão de como se processaria o aumento de imunidade. _
. Por outro lado, Jansel e S. Andon defenderam a teoria
Q ~
de que o efeito terapeutico se processa por meio da inibiçao da
~ p ' ~ ~
produçao de linfocitos e principalmente, pela nao migraçao i»¬dos
linfocitos pre-existentes, ( l9 b -
_
V
Existem outros tipos de vacina especifica para o virus herpes, produzidas no Brasil e França. _
' . 9) Fotoinativação t A i _ ^
. E um tratamento controvertido, muito discutido e de Q
importancia para o assunto em pauta. . '
_
c
.A “ A inativação fotodinãmica consiste na utilização de cg.
rantes como vermelho neutro, proflavina ou azul de toluidina, Hu-
4 ~ › ~ z
sando-se tambem a soluçao de Burrow nas lesoes herpeticas, U ex-
pondo-as logo apõs a uma luz fluorescente ou incandescente.( A6 b
9- Em l965 wall e Melnick sugeriram o uso da fotoinativa--
ção para o tratamento do H.S.V. Na seqüência Felber e colaborado-
res estudaram e relataram que l8 de um total de 20 pacientes com lesões herpëticas foram tratados com luz branca e vermelha, '
me- lhorando da sintomatologia, com diminuição\de 80% nas recorrëncias
.-
Em l973 Frederich tratou com sucesso a vulvite herpetica com o cg
rante vermelho neutro. Kaufmann e colaboradores no mesmo ano- no-
taram a efetividade de proflavina mais luz fluorescente no trata- mento de 48 mulheres com lesões primãrias e recorrentes de '
H;S.
~ ,Q _
V. - II; precederam entao, em l978, a uma experiencia em pacientes com lesões herpëticas. Utilizouëseâ sulfato de proflavina 0,l% em 'ãgua esterilizada com pH 3 a 3,5 e para o grupo controle, . place
bo; Apõs a aplicação destas soluções nas lesões vulvares,seguiujs§ exposiçao a luz incandescente de l00 watts e a distancia de 8 pole
gadas por l5 minutos. Apõs 8 a l2 horas repetiu-se a terapia e aih
da, l8 e 24 horas depois o mesmo procedimento foi feito. ". '
~ av '
traram que no tratamento combinado e no grupo controle, 45% das pa
cientes com doença primãria e 50% com recidivãncia, desenvolveram recorrëncia em 6 semanas, no inicio do estudo. 16 Í ` ”"`ç
› › «ev _. ›¡,
___ . . _ _..._____.~_...»..t_. .›.-.._....«- `.,.._... ..._..._..‹.-__.._...,....,...t..._._...._... .,.-...«.,___.... .-._-.z .- _. _ ...- _- ~.__.___.._. , ..._-._ ....-..__._...`..___..._._._..._,.._..._....,..-_‹_.. -.... _,
Í
U
\
_
Esta pesquisa deixa claro uma certa eficãcia da terapëu tica pela fotoinativação, entretanto ë questionãvel se alguma te-
» ~
'
rapia_tõpica possa influir na recidivancia das infecçoes, pois as
~ 4 A
drogas nao atuam no virus lantente presente nos ganglios sensiti
_ 1 , _ › _ _ vos. ( l2\) _ _ _ -
Ainda foi levantada a hipõtese de que estas soluções u-
tilizadas possam ser carcinogenëticas ( experiências com Hamstersw),_
.-
_ porëm estudos feitos com biõpsias vulvares apos 9 a 52 meses
_ do
tërmino da terapia por fotoinativação, num total de 3925 exames' -
._ `
'
invalidaram em parte esta hipotese. _
'
A saber: 20 pacientes foram analisadas com essas biõpl
sias para estudar o epitëlio vulvar, com o tratamento. As secções
z de tecido foram avalidads por 4 pesquisadores. Em l7 casos, os '4 '
.
estudiosos concordaram que o epitelio se apresentava completamente normal, com raros focos de atipia. Em 3 casos, l investigador no-
tou focos de moderada atipia que foram taxados de leve pelos ou- i _
_ 'tros 3. Em nenhum caso a biõpsia revelou um carcinomaiinvasivo,car_ _ cinoma "in situ", severa atipia ou mudança prë-maligna; Em 3 casos
4
a biõpsia foi feita 33 meses apos o tratamento e outra a 5l meses `apõs. Estes apresentaram pequenas diferenças não havendo cresci-
mento em grau de atipia durante o intervalo de observação.
r -
- Com estes estudos prova-se portanto, que pelo menos du-
rante o tempo de pesquisa e observaçao os tecidos onde foi *usada
~ ~ ` 4*
'
.-
~
~ a fotoinativaçao, nao foram acometidos por evidenciasicarcinogeneei _ ticas. ( 8 Ú)f . _ _~ A _ _ *_ . ¬ '
lO) 2 Deoxy Glicose _
, __ _ _
_ _
' - ¬ 0z2 Deoxy glicose foi sugerido por ser um efetivo agen '
te antiviral, que ë capaz de interferir com a multiplicação do ví `
rus inibindo a glicoslação das glicoproteinases dos glicolipideos.
E
( Courtney RJ Steiner e colab.;Ray GK, Bloug H M.A.)jƒ_¡¡ }__, :i
_
"
~ -Herbert A. Blough MD e Robert L. Guinbeli MD avaliaram E
V
36 mulheres com infecção herpëtica, que foram tratadas com o 2 Deo
'_ '
-xy Glicose e placebo por um periodo de 3 semanas. Dos_casos estu-
¡ dados l0% eram tipo I e 90% tipo II, o diagnõstico foi feito ,pelo ,
estudo citolõgico em 65% dos casos; os pacientes tratados que ti-
l -_ nham infecção inicial, tiveram um rapido alivio da dor e-da disš
_
ria, ( sintomatologias estas, que representaram lO0% e 70% de sin
' ~
tomatologia mais comum) em l2 - 72 horas de tratamento, contra 8 a i
~l0 dias nos pacientes recebendo outro tipo de tratamentoti i&râ¿¿i_
Folmalo M .A_,.ç,““Q_
__. _ _ _ _ __ f V _- -_-_:_-¬. _ :fl-_;
__ . . _ -..M _.. - _' ...._¬....,_...__ _ ___e._... _ -V z .. ¬--z...«...._._..'._-...-,-~.._.z...-.__ .... .. _ - _, - _ ___ .__ -._-_..._~_.z..._~_..._-.‹.. ..._..._._`...___..._ z,...,
I.
1
formam A4 _¡ ¡,,“_nQ_
~bre exacerbada e em 2 fa1hou a terapia. Nao surgiu resistencia du»
-13-
»-. z ~ ~
A terapeutica tambem diminuiu o tempo de duraçao das 1esoes e em
4 dias as 1esoes desapareceram, contra 15 dias com o p1acebo.
Em casos mucocutãneos as 1esões e os sintomas persisti
' - ~
ram em 60% durante mais tempo do que os tratados, e nas Iesoes tra
tadas com p1acebo e1as permaneceram ou aumentaram; em poucos aca-
sos e1as progrediram e coa1esceram envo1vendo a regiao anogenita1,
resu1tando também em adenopatia. Durante um periodo de 2 anos hou
ve 89% de cura e 2 recorrëncias em 2 pacientes; um destes estava recebendo imunosupressor por ter sido feito um transp1ante rena1.'
~ `
Dentre todos os pacientes tratados com 2 Deoxy G1icose'
»~ '
com recorrencias, a resposta foi iimediata quando a terapia “ foi,
instituida, 8 nao tiveram novas recorrencias e 8 apresentaram fed
~ - _
i
rante otratamentot e.nenhuma comp1icaçao. Estudos cito1ogicos de.
cervix em mu1heres que submeteram-se a terapeutica,nao foram en,
contradas a1teraçoes. 41 - _ A ~ - ~ - 4- 11) Interferon A V _ _ _ I ' ~ .-
A destruiçao das ce1u1as infectadas pe1o H.S.V. -II se
dã ãs custas dos 1infõcitoslT.que fazem a degeneração da ~¡cë1u1a
que abriga o antígeno herpëtico zif. Desta maneira, tanto a dege
neração das cë1u1as como a erradicação dosvvirus ne1as contidos;ë
-
tarefa que incumbem aos mecanismos imuno1ogicos mediados por cë1u
1as. ( 21;) É neste contexto que o Interferon entra§Ípois o mesmo
E uma g1icoproteina produzida por 1infõCitos T que consegue se 11
gar ãs cë1u1as e impedir a rep1icação dos virus que â1i CheQãm..'
"
0 Iüterferon vem apresentado em Aforma de pomada. con p
tendo o interferon de origem hunama ( 1eucocitos );_»_“ _
L' _ _, Veronesi e co1ab. ava1iaram 18 pacientes que apresenta vam sinais c1Tnicos evidentes de infecção herpëticas e com iso1a
mento positivo do virus nas 1esões. ~ _¿'¡fjƒfi§¬;l~¿ _- íl¿¿ A
_0s pacientes tinham como queixa principa1 dor, pruri-'
._ à ›- ~ _
do, queimaçao; em 72%.havia recorrencias, a dor estava presente em
50% das 1esões, prurido em 72% e a queimação_em 55% dos pacientes; Entao,entrou-se comio Interferon a cada 6 horas durante 4 dias, em
‹
____)~
1__
_ _forma de pomada contendo 500.000 U.I. / 100 gr. Apos 48 a 96 horas do_inicio do tratamento, em 89% dos pacientes os sintomas dor e
prurido haviam desaparecido e a queimação não estava presente- em nenhum dos casos tratadosf Dentre os 18 pacientes; 50% estavam toi
.M .¡- ..;wz.›zv ,EJ H? z-A.. .v _ . _ it - sf ...T ge E -. .w ts-:»:.1:r,'!. . nz ='-¬«»~*':_'‹'z . -19- .z».'z:x'_~ .^.n.~›:.$€.r.::: ________,._ __..-. ,.... .W ~.;.‹¿ '.xL .B-"€1f`‹' lx* -
z fl~ tratamento; a mëdia de duração das 1esões desceu de 9;3 dias para'
z:.fi:::fi;'=¡=¡›1.xr.vsf1"'“' .,-_.,-¬,, - ~.-...¬ «..,..› -‹.- «fg- av-.v¢›:.'.:‹*x..'I¿'›"
_ ma1s ou menos 4 dias de duração. Houve recidiva em 16%, porëm QQ -
'
servou-se que existiu - ~
" ' ' á
'
um aumento no espaço entre as rec1d1vas.
,
', Na literatura não foram encontradas contra-indicašões e
_ , V complicaçoes com o uso do Interferon n HÂS.V ~'~ I ° ” 37%-'lifi " _ L..,« -¢-:~¬›.~^‹*:' » A o . - II, po1s e um .1
-I
.~ tratamento recente. ( ÊÍÍ )_._ - t - ' ' t At !~ F, ... v-§!f»1z"^ i , ' i ¬z›. a _ - "'I' 15': '41-:'99 vê* ' ‹ › ú A . af---› ---›-~- › f ¡ . É ...zw .z ' r ' I', ..-'i.
z i ~ 4 íèâ *räär \ _, . ! A »,.à¢~ < /. _-.. Tf__'___ ...;_'_.________a__fí._._._-__‹.L,`. ._ -._ _ “__ ___,.._i;_ 4.-,_ .,_\` I ; E À ¡ . . , _ _ I wsoose osm wa W _ 113 ` 4 sLsvsz vv 1z1olszLó ' “ |||||||H|| || || l|\\\||||i |||| ||H||M0
L \'mgueã sed_J:›1-1 :o¡n1;_¡_
OI
E
Â
1 , eu;1sgJ;)'Je¡ss_:-›){ :1o1nV Í)S.>Ifl
› ' ~‹›
= ~- '
\ Ivzo
oi
osan 931 -um-N"
SOL
7 ___
_ __ v ¬- v. . v :ax-z " zu-1 I . \ . -_ ....__.._¢-._ .. X M.L
` 'I FormatoÃ4~ Ê â .‹ ._ `-A»‹....zt \_. ' 1 .Í- ` r " _ ‹ ' 3 .-_ - -_ 5z. . ._.¬. ._. _ ...¬¬1...¬....~ .-‹--.zzwz-.fi..z¬w4::¬""'-4-swf ‹fimfiv¡-nas! vhP?'H¡U$Q5^='f-1 É Ef i li - _ ¬_ V _ _ z ¬...._.~..;¬_...~._.¬__..___.,_,-._._..._...¬_.._.__ ...«._. 3 l l 1 l
I"x
Formato A4 _, ,uam - ~20 V - COMENTÁRIOS ~A principio devemos salientar a proporçao zscada ¿ vez
maior de incidência do Herpes Genital, sendo este propiciador de uma doença jã considerada_venërea, que vem competindo com a gonor
-'. -*'~- . ' i -f ! u ` O'
reia em freqüencia, tendo ultrapassado _ a sifilis. ( 5 ) -
I .
j E fundamental que estejamos atentos para diagnosticar-
la durante a anamnese e exame fisico na consulta,pois existem di~ ficuldades para seu diagnostico laboratodial. 0 esfregaço de PaÉ
panicolau, jã foi comprovado, sõ oferece 25% de positividade 'pa- ra o virus herpes, Outro mëtodo utilizado em larga escala e com
._ .ø .- ..
resultados duvidosos e-a analise sorologica, pois obtem-se muitas
.
.
vezes reaçao cruzada com outras patologias, oferecendo portanto ,
respostas falso positivas para a infecção herpëtica genital. _
`
Ainda, quando consideramos a natureza da infecção' pe- lo H:V.H. - II, verificam-se aspectos bem distintos, que o pposi-
cionam em destaque numa comparaçao com outros virus, pela Í sua
afinidade neurotrõfica, pelo estado latente da afecção e pela na-í
tureza recidivante do processo. (-_2[) `
`.z 1; «-
“
O maior obstatulo para seu tratamento e a_dificulgadey de se destruir o virus na sua localizaçao intraneural. As drogas com tal efeito, normalmente necessitam de doses toxicas para ú se
tornarem eficazes, o que afasta a possibilidade de serem utiliza-
das. ‹lz"¡› ~ ~ s e ,.› , .- .~ i .
V Hoje ja se tem conhecimento tambem, de que as freqüen~ _
tes recorrencias_ocorrem a despeito da presença de altos titulos de anticorpos anti - H.S,V. zcirculantes, pois admite-se a trans
missao por contiguidade, de cëlula a cëlula, sem que o virus en-
~
.
ltre em contato com os humores, A destruiçao das celulas infecta -
_ 4 '
das se dã por mecanismo citotõxico, as custas dos linfocitos T,que fazem a degeneração das cëlulas que abrigam o antigeno herpëtico.Í (_2ii ) Podemos concluir atravës desta observação, que as terapeu
ticas firmadas no reforço da imunidade humoral, pouco ou nenhumç
beneficio vem proporcionar ã infecção herpëtica.`» `
. _
-
Em nosso estudo, encontramos na literatura vãrias ten tativas no sentido de combater o HÇV.H. - II. Os mecanismos ibãsi
cos dessas terapêuticas são dois: os agentes antivirais e/ou os
estimuladores da imunidade humoral e celular. .e `
~ I'\ Y _ ,
I
vi ."\ ' IF I I
I
\ \.I
I
I
I
I
I
]
1
-Ê ' › 'Dentre os agentes antivirais encontramos o I.D.U., ,
ARA - A, Virazoie, Herpigon associado ao Uitrassom, Sulfato de
._
Zinco, Fotoinativaçao e o 2 - Deoxy Giicose.
*Como estimuladores da imunidade encontramos o Levami
soie, o Isoprinoside, Vacina Anti~Variõ1ica, Vacina B.C.G, Va-
cina Sabin, Vacinas especificas para o virus herpes e o Interfg
Y`0fl .
^
-
A ~
'Todas as formas terapeuticas sao eficazes em H maior ou menor grau quanto ã redução dos sinais e sintomas da afecção herpëtica, entretanto nenhum deles apresentou atë o 1-momento,
controle tota1 da recidiyãncia. A infecçao peio Herpes Genitai, apesar de todos os estudos e pesquisas, continua persistindo nos
pacientes infectados na maioria dos casos, sendo esta afirmati-
va desaientadora e ao mesmo tempo, um desafio,para_que se insis ta cada vez mais, na busca do tratamento adequado e ccompieta- mente eficaz. . A “ - .' ' - ' H V
,...//
zw”
_ _ ¿ M., _ _ ` .r_,,»f'/A vz ..`./'":Ê
.~›" - ' ..»»""'/ 4 .‹/'J' `,,.;;:‹'1fi`“ ` \\ I ' \ U Ig » . \':` Y ,ff _ z-r›""'M“ .:‹í\€`_\t_
. 1 Formato M \ ` 7z\,.¡,,,_“Q \ ______,___ _.: í -- -_..._.--.zz -»~-J__~.-..- ~-- ~ - 'ff '~*°-'°*--'--W ”"“*"' Í" * ' ' '*“" s _ › ` I
'
Q . .f __U
. Q Q|›
g _ , . _ _` '. .. _ ,;-_ ._ _ . › . _|
" `- =T. . ff "X «*`.=> 1--._ ~ 1- ' 1; ' - ' " _ , _ _. . ._ _, _ _. 1 -_ . . _ ›I
.J _ à _ _ _ 5 _ rzzmzw A4 \ _ . _ -¡\_z:~‹.~.£ » › ¬ ëÍ
X u _ _.fz1,-f.. -:'~= giz _- ' _ z ".
bJec`t. ‹ _) _; _ _, . - ¬ - ' _ | _ - \ ¡ ' _ _ › -_-22-š iz v1-- SUMMARY _ ` s _ _ š re_searfCh ÁpresféñtsfáíbÀiÊfl”i°ÓQffa-pnhíêäi*"ffëW¢yr_Â'b'Çut` ~gen'¡`_t:a"1' héfpͧš"ähd a1s_c›..'_;i`r_\'c1Àudg4es* i~'c$”"'¿1èAf-¬1`?1`i}'1fi¿f›r1,'*'íiâí:'Ídëfifëë*§a*f_íb'ri
_
;
A
ef ¡íã_£hoÍj'ëhy"`;ÉzfÍ1d its _unchai_ni_ñfg.~,fa¿”to§^š,Í `the"`mbst51i¬inpó'r1*Íahft-*di ~›
‹ z
›
. n1ca_`|_ a:sp`ect_'s, the
comph'cati_ons_=.from*'this*'d1`S€_aš@,f1Íh€*”ü'í;äšfiÕš- « ._ .rv.';,¿..l:_i Êlr-_¿,:d.;.|__ U _ ;¡_ vz: À . _. ' _ _ . _ A _ __ > _ _. ,Í 1 _-_
__. tic aríäfthe dif_ferentia1__fiiaghoštic, ~a_ñd¡~Cu1_minafiñg»'ífi°¿h _V`f1:_i"1e
treâgment; ..` __ _» . . , . this bëing tfiéfipr1n¢ípà1*fóbüá@fiä%f*âf*%he>šiñàfiëó ¬ . - ‹› J ~v~,. ` ,-‹ _ - x ~ . šu "_' ~ .«_ ~-
_ s‹.zveva1_‹_¢‹›«1SâàéiõâfiófizêäiêefišaâêóàéâéàffiêYve_í'1#¿íi`wõwêóT b
S _
'
PAthe conclusions caused fr_o'm`=tÍfi'S“fbi'b'Í5íö§?äi3Êfi'¿:Êz\1 Yëšëiaföh. É
|
~M
1 .- _ `_ ' E'
~ ,\\¿ _ _ -___ _ _ _ -_ › _ __~\_`_ ' _ ¬zÊ Y _ _ ~: ._-f. .‹-z .›~ í \| Í ' Í _ \ Il n K ( I f Ê. 5% 1 à ê 51 1 if s
I
À ,É ... _. f;s5,~1g§o. . A _ A V 1 1 F 2 3 É Ê “2'.v=Ul:r=íK..:.^' '\×›`~v 'I' 1VII - REFERÊNCIAS BÍBLOGRÃFICAS
y _
-23-\
1 - BAKER,›D.A;:*P1ötkin,,§IA¿ -;Gen1ta1.Herpes Simp1ex Vírus 1
1501at1on,Quríngéthe~Prëgnancy. A.M.J. Obstet Gyneco1, 3(53):
-z 'ez-12,1979. _ 1 ,_ :.â, Í`-' ›;:‹,'$1 ` L_`;_ 2 _-A BIERMAN , :s'zM.;«.»- - Eš1§Vúõ{6"'ä1¡§J`oiÊfeemšef§âx5fiéi{'dÍ=R1bõ§z1¡Ašë'1n¿v1_ _
¿ razg1e) no§gQnÍÍo1e5de¿§áÉTëñ£e§:epm»héfpãs*pñögêñiÍÊÍfš
-re-= ›* '_--~ - '~¢ ‹›-~< ' Y' t K1°”1có?Êente_g_ffagQçãBíH§jÊfeée1Q§y§yjg§na1Vrea1 L¶V_ tameq§e;Cíëñt1?1có'Há"I.C.N. - Usafarmâ: 1 ~` ‹_- _ ,;`_à__ ¿j,»'1.-zffifl* - ._ --z-›â"z __ Á`.¬_\ f..i‹__. z‹. ._ 3 .Tx _ B ¡ ~' › *'z ^ ' _ -r H , .- ›. 51¿&m§OÇ&;§Bàreyfã.B;á'MQ¿¿W§Êg§gÊÊ¿¿DaMÀàMD.Lfiàffiggidõ›Amni0 . = › eiftjígg gomzvzzf¡‹*çQ1.Qf§;1.à*.f»ee}§p'i"ñ§$›1í
ffijf_í\.!9~: em umà äraswrêúéúte a
'teme
'z
,_
,-. ~xz»‹
.\~›
izado pe1o Depqz * 1 z 8. Ç _ Í. _ » uma-ú‹"
'Í“if0@@infeççaøÊñëÊÊÉtÍëa¡ativa. Obstetrícs and
H» _ 659;/'~f|~979. Ú
W
. , -gzzyg -;‹§~z;`í.é:_â_íf¿‹4ax‹§“fÊÊ._ÍÍIÍ.. ' ` <=~ ` _ zâ e â_ » ~“+31i>=~'““Ê“" _ à~w« 1_ 4»..._-.BLoueHT, Hz/-\*-ÉÍ,`~“‹ä`%“ú§›iö1íá”,Í_Rz.,Lz;'; 5ueess1FuÊ1.FHè$¬%à%fizent".óÍ= hu
. Gyneco1ogy 5(54): ‹,¡';v,i'Ilfl* É R -wi 1 1 › x É _ . ' ^,:‹.-‹¬ _ ,_ I À ...Í 'iai' ` _ .-.__ :we ~ - 'Y¬`*'šL¿ !"“" ~<"`.'
man Gen1täefflêtpèäifnfettfõnš w1th 2 - Deoxy` D G1ucose_ Jama Q
f ~ - .--z-‹~
-
22;; `_(z2ô)=z:»~"2v9^ã<í`äeof T9179. “_ r _ _ ,z
L
' ^ z`‹› ._
‹ - \ z_. _ .fz ...‹
“'_4 5 ¡,BR0WN5 Z.A.Q“F%ÊÓgÍ”SÍencheVèF,1NãAz ë°Êen1%š1 Herpes and
A _ :J A f 1 _.ETA 1-ABS.¡0bSÍet;änd“Gyneco1ogy 51: 186 -
187;*1978,"`*`
fiämf ,,,,,\.~.-z;_'_~. _ .L _ . , _ 1 ,^ ›6 ¬»EAHIM, M.S., Brawner, T.A. ¬_§reatmentzef›geníta1 Íhekpes lí
V 7 W- _;=_1z§H,
íM¡ih*~{`1~.-*, *ñsíiš
eu
zm
=~1\§`ëéfn~úiz~¿g1›-Iflféúfión . _ .z_following cerVÍÊ9Vã§íñä1~exÚöšQ?éútøfHerpes Vírus Hómínis Ty-
fieffx 1? L""bbâ1;emê âfiã ë§H1šÊ¿1S§§ 53 h_(A4)¿ _429Ê _,..;;..._-›~--'~'°':`
_ ` _
É
8 -j F;R_1§¶nEeR1eH-z,, E.e..,é'ʰ “ áfišëw-fíneutkái
' A 1 red,photodinamišhihaèfã§ÉÍÊöÉfÕ?ÃHekEes181mp1 _ _ ,Q_J. _ .. . _? ex V1rus. Year »% _ 1 Book"¿ífiJ;o\ze1:_efú›ê~¡`é'~afi¿í*g§9í{é¿3iš7391, 19z§,_»__, \' Ê.. ._ V ~ Ú L_ __,`.`¿¿4c_| *«,\_í*›â_;_X~__É_f_..`."._.'_ X _ _ _ Í _ E_` ~- ,,À.i.;`.-‹- ~"'"' 1 _.
9 -_GhQ§fiNazR£GJl Häw I trëât Herpes Simp1ex.
.~ z ¡ ";,\-,-.J *,_;§' ,_ f1›;z'¿, \~:.›-z- Med. Times 108 1 (3):-_õô¢-_ õeâffleêâefiz-e~›~ 1 _ _ 1 _ __ 1 - ' › ,-¬ .,,¡‹ › x,,,f..‹ V. _, . _ ~. 1o - QQQDSMARW;"»J1e.+1r.~e;*'eu1*fiân};1 M._g_,¿ .-»@.zIzre,zztmê~n .¡_..__, . f“5?fiÉen1Êä1THee “4 E 1 vzéhz . \.
pes s_1mzz›1_z=.~z¡.z_z1f_héi`11×1eweE1fz§11'eáeí1äš'àóu`›è¡¬àg_ çfWM@g¿¡.çVfine¶;;Í1_ 353.8, Yiããäíi
11 -“.eRosAsmANNz,z J.H§ `š1}¿¿;1ésê>i1r ânq_pregnân¬
` 5§¿rQp§Çep;¿andIGyneeõ1;ÍÊ8
(f)Ê1
- 3, 1981. W Q, .. __,w¿__.-_._:_»~\z- * _»-_.›zw~>»'›' "`“" '" - ‹›- " " W.. ._ .w.»~««~W““" f/ÍJ A»-I;-cant ÉSÍmD1e×¢vírus¿in,ma1e~patients. Arch. Andro1ogy 4 ( 1 ): 79
-` 785” ` _ 1 ,_ 1 mi «mw ›.¶››>¢~-.zwuofie-~‹ .›‹~*
I
:1 _ formata A4 ü 1 V ' W - ~‹--~ W ""J"~m.- ›- gi ø~ vfifii \
_z4-
.C., et a11. - Herpes Gestationis: A c1inicopatho
Year Book of Obstet, and Gyneco1.: 51, 1978. *
12 - HERTZ, K
1ogic study.
~ ~
13 - JEFFCOATE, S. - Infecçoes afetando os orgaos individuais. Gineco1ogia.49 edição: 374 - 375, 1979.
Principios de
'
14 - JONES, Rodney - Genita1 Herpes and Zinc ( Letter ). Med. J.A. 1 (7): 286, 1979.
15 - JOSEY, w.E. - The se×ua11y transmited infections. Obste-
trics and_Gyneco1ogy-3 (43): 468 - 469, 1979. _ `
16 - KAUFMANN, H.R., et a11. - Treatment of Genita1 Herpes Sim
-
, p1ex Virus Infection with Photodynamic Inactivation.A.M.J. Ops '
tetrics Gyneco1ogy. 132 (8): 861 - 869, 1978._ ~ -
-_
17 - MACOTELA Í
te genita1 con 1a vacuna trip1e de Sabin. Gac. Med. Mexico.115
, E.§et a11. - Manejo de1 Herpes Simp1ex recidivan
(10): 461 -.463, 1979. 2 '- .R
¿ 11es R.G.,M.D. e colab. Doenças Infecciosas em /
18.- MONIF,Gi Gineco1ogia e
_ Koogan
- _Rio
Obstetricia. :42 ~ 52, 1978, Editora Guanabara '
de Janeiro.- E » .V V ` ' 19-- NASEMANN u p1ex Genita1.
, T.M., wassi1ew, S.w. - Vaccination for_Herpes Sim .. J. Vener. Dis. 55 (2): 121 -122, 1979. ~_
' -
~ 20 - TOBIN, S.M., et a11..- Re1ation of Heppes Virus II to Car- ¿.
cinoma of the
H A
558, 1979.
21 - vtaongsi
Cervix._Qbstetrics and Gyneco1ogy; 53 (5): _553 - R., et a11=Trafamento; do Herpes Genita1 e Labial Revista Brasi1eira de Medicina. 5: 305 - 308, ,
comfllnteferon. ~= 1981. .2 . 1 A , .
Jr:w.H., et a11. - Eficãcia C1inica do Agente Ie'
munopotenciador, Inosip1ex, nas Infecções HerpÊ%$ÊÊÊÍ*76Õ¿wCon4 1 . 22 - w1cKE1T,
da Sociedade Americana de Microbio1ogia. Atlantic gresso anua1
City - New Jersey - USA., 1976, V' _
'
ç ¿.
-
d» V
`
. 23 - ZERVOUDAKIS; I.A., et a11.
- Herpes Simp1ex no Liquido Am
Feto não afetado. Obstetrics and 6yneco1ogy. 3(55): A niõtico de um ~ 165 - 175, 1980. - . _ ~ - formam M 7À¡,¡`,““_Q ` ' - -._ -z~- “'“ ' fç-“if < _ -¬M.z-za-1. . _ _