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UM FRAMEWORK PARA A CRIAÇÃO DE FORMULÁRIOS DINÂMICOS. UMA SOLUÇÃO VOLTADA A PROJETOS DE SISTEMAS PARA A GESTÃO MUNICIPAL.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO

DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

UM FRAMEWORK PARA A CRIAÇÃO DE FORMULÁRIOS

DINÂMICOS. UMA SOLUÇÃO VOLTADA A PROJETOS DE SISTEMAS

PARA A GESTÃO MUNICIPAL.

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MARCELO VIEIRA DE ANDRADE

UM FRAMEWORK PARA A CRIAÇÃO DE FORMULÁRIOS

DINÂMICOS. UMA SOLUÇÃO VOLTADA A PROJETOS DE SISTEMAS

PARA A GESTÃO MUNICIPAL.

Projeto para o trabalho de conclusão do curso de Ciência da Computação, como requisito para aprovação na disciplina de Projeto em Ciência da Computação I.

ORIENTADOR: JOSÉ EDUARDO DE LUCCA

BANCA: GUILHERME MACHADO, THIAGO RAMOS DOS SANTOS, MARCIO CLEMES

FLORIANÓPOLIS 2006

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iv LISTA DE FIGURAS figura 3.1...17 figura 3.2...18 figura 3.3...19 figura 3.4...20

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LISTA DE TABELAS

tabela 2.1...11 tabela 2.2...12

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LISTA DE SIGLAS

JSP JavaServer Pages

MVC Model-View-Controller

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SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO...9 1.1.CONTEXTUALIZAÇÃO...9 1.2.PROPOSTA DO TRABALHO...10 1.2.1.Objetivo Geral...10 1.2.2.Objetivo Específico...10

2.GESTÃO PÚBLICA: NECESSIDADES E SOLUÇÕES...12

2.1.REALIDADE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA DAS PREFEITURAS 12 2.2.VIA DIGITAL: O CAMINHO INTELIGENTE PARA INFORMATIZAÇÃO PÚBLICA...14

2.2.1.O que é, para que serve e onde se aplica...14

2.3.SOFTWARE LIVRE...15

3.DESENVOLVENDO UMA FERRAMENTA PARA O USO GERAL DO PROJETO VIA DIGITAL...17

3.1.TRABALHANDODENTRODOESCOPODOPROJETO VIA DIGITAL...17

3.2.FRAMEWORK...17

3.3.SISTEMAS WEB...17

3.4.WEB SERVICES EM JAVA...17

3.5.FORMULÁRIOS DINÂMICOS...18

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1. INTRODUÇÃO

1.1. Contextualização

A informatização do sistema público hoje é um grande desafio, com a necessidade de investimentos para um melhor funcionamento dos órgãos governamentais, particularmente às pequenas prefeituras que na sua grande maioria, sofrem por escassez de recursos para tornar o computador ferramenta de trabalho básica.

Procurando encontrar soluções alternativas para esse setor, foi criado o projeto FLOPREF, “Free/Livre/Open Software para Prefeituras”, hoje Via Digital - a via inteligente da

informatização pública (http://www.viadigital.org.br/), um centro de referência para desenvolvedores, prefeituras e universidade com o objetivo de aproximar e oferecer soluções de informatização às pequenas prefeituras: um portal, um site na internet que funciona como centro aglomerador e distribuidor de tráfego para uma série de outros sites ou subsites dentro e fora do domínio ou subdomínio da empresa gestora do portal (http://pt.wikipedia.org/). Um centro de desenvolvimento compartilhado de software livre, constituindo um acervo público, uma biblioteca de sistemas computacionais em software livre, com diversas ferramentas em gestão municipal.

Buscando um tema que seria uma proposta de trabalho de conclusão de curso com uma possível continuidade e voltado ao sistema público, especificamente do escopo municipal e se utilizando o software livre, um novo padrão de negócio que visa o aprimoramento das partes envolvidas.

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1.2. PROPOSTA DO TRABALHO

1.2.1. Objetivo Geral

Esse trabalho tem como objetivos além de uma proposta de projeto para finalização de curso de graduação, desenvolver uma solução que auxilie no desenvolvimento de sistemas para prefeituras de pequeno porte que necessitam de ferramentas de gestão que seja de baixo custo, e que ofereça um serviço de qualidade.

Considerando as possibilidades para a aplicação das tecnologias de informação na gestão pública, tecnologias estas que estão cada vez mais próximas do dia a dia, e adicionando a intenção de buscar uma proposta de projeto que, não seja mais um “trabalho de prateleira”, um projeto que possa ser útil pelo Sistema Público. Em geral, desenvolver um framework, uma estrutura de suporte que ajude no desenvolvimento de outros projetos de software (http://pt.wikipedia.org/wiki/Framework), que visa auxiliar o desenvolvimento de ferramentas para repartições públicas, com o objetivo final da automatizar os mecanismos de trabalho e introduzindo a tecnologia da informação no serviço oferecido pelas prefeituras de pequeno porte.

1.2.2. Objetivo Específico

Aplicando os conhecimentos adquiridos durante o curso de graduação em ciências da computação, objetiva-se o desenvolvimento de uma aplicação, um framework que auxilie o desenvolvimento de sistemas web service, um padrão de desenvolvimento de aplicações distribuídas, que provê a interoperabilidade de sistemas na internet (http://www.w3.org/TR/ws-arch/).

A aplicação oferecerá um framework que auxilia o desenvolvimento de formulários para web service. Uma ferramenta que auxilia tanto ao desenvolvedor de software quando ao usuário final. Ao desenvolvedor pela facilidade da criação do formulário, que possivelmente simplifica a implementação de regras de negócio ou o número de formulários pela opção de se especializar o cadastro após a implementação do sistema, na entrada dos dados, não na implementação do código. E para o usuário final, pela liberdade oferecida por cadastros dinâmicos que por possíveis

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alterações de negócio, liberam da necessidade de cadastros incompletos ou exigência de alterações de sistemas.

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2. GESTÃO PÚBLICA: NECESSIDADES E SOLUÇÕES

2.1. Realidade em Tecnologia da Informação na Gestão Pública das

Prefeituras

Com o nível de informatização das prefeituras do Brasil sendo cada vez mais posto em discussão, em torno da necessidade de que a administração pública ofereça serviços de qualidade e transparência, fica evidente a necessidade de se buscar uma solução para as mais de cinco mil prefeituras do Brasil.

O resultado da Pesquisa de Informações Básicas Municipais, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (http://www.ibge.gov.br/), o IBGE, nos mostra que a informática está presente em grande parte dos 5.560 municípios brasileiros, a maioria com serviços básicos, como planilhas eletrônicas e informações turísticas, ressaltando que a necessidade já é uma realidade na gestão dessas prefeituras.

Tabela 2.1 - Municípios, total e com existência de página na Internet, com indicação de alguns serviços disponibilizados pela página, segundo classes de tamanho da população dos

municípios, Grandes Regiões e Unidades da Federação – 2004

Classes de tamanho da população dos municípios,

Grandes Regiões e Unidades da Federação

Municípios

Total

Com existência de pagina na Internet

Total

Serviços disponibilizados pela página Serviços informativos Acesso a formulários e documentos Ouvidori a Links para outros órgãos municipais Total 5.560 2.163 1.605 295 334 581 Classes de tamanho da população Até 5.000 1.359 384 259 15 22 61 De 5.001 a 20.000 2.631 857 614 74 84 169 De 20.001 a 100.000 1.317 705 550 105 149 214 De 100.001 a 500.000 219 184 156 76 61 110 Mais de 500.000 34 33 26 25 18 27

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Sistema de Contas Nacionais 2003.

Na tabela 1, verifica-se que do total de 5.560 municípios, cerca de 40% já possuem página na Internet, com algum serviço disponível. O que mostra a tentativa de melhoria dos

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serviços públicos com a disponibilização de serviços na rede, e a existência de uma estrutura computacional, mas ainda necessita de investimento para o desenvolvimento desses serviços.

Tabela 2.2 - Municípios, total e com existência de cadastro de prestadores de serviços, cadastro informatizado e número de contribuintes inscritos, segundo classes de tamanho da população dos municípios, Grandes Regiões e Unidades da Federação -

2004 Classes de tamanho da população dos municípios, Grandes Regiões e Unidades da Federação Municípios Total Com existência de cadastro de prestadores de serviços Número de contribuintes inscritos

Total Cadastrosinformatiz ados Total (1) Empresas Outros Total 5.560 4.277 3.414 9.331.594 4.939.418 4.329.581 Classes de tamanho da população Até 5.000 1.359 933 671 83.171 39.518 40.990 De 5.001 a 20 000 2.631 1.926 1.493 650.463 307.016 323.165 De 20.001 a 100.000 1.317 1.165 1.004 1.847.545 954.428 865.388 De 100.001 a 500.000 219 219 212 2.419.726 1.357.431 1.050.374 Mais de 500.000 34 34 34 4.330.689 2.281.025 2.049.664

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Sistema de Contas Nacionais 2003.

(1) O total não necessariamente será igual a soma das partes, devido ao fato que algumas prefeituras saberem apenas o total de contribuintes.

Analisando os dados da Tabela 2, nota-se que a percentagem de municípios que possuem algum tipo de cadastro é bem elevada, aproximadamente 77%. Sendo que destes, 80% são cadastros eletrônicos mostrando o uso significativo do computador nas prefeituras brasileiras para uso administrativo.

O grande percentual de uso do computador nos serviços oferecidos pelas pequenas prefeituras nos mostra que já existe um estrutura computacional no mínimo básica, que mostra a tendência de se usar o computador na disponibilização dos serviços.

Uma análise mais profunda realizada pela Sociedade SOFTEX - Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (http://www.softex.br), nos mostra uma outra visão da situação, principalmente nas pequenas prefeituras que correspondem a cerca de 90% dos municípios brasileiros. Segundo o estudo “O Software Livre nas Prefeituras Brasileiras”, pesquisa realizada de julho de 2003 a julho de 2004, indica que mesmo presente, a estrutura

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computacional existente é precária e necessita de investimentos, e com a deficiência nos programas de financiamento à informatização torna o software livre uma alternativa atrativa para esse mercado.

A dificuldade orçamentária e na captação de recursos o que força a busca por soluções de baixo custo, somado à exigência de licitações, que geralmente restringe o acesso de pequenas empresas forçam o contínuo uso de software proprietário. A periodicidade com que a mudança do cenário político está engajada gera incertezas deixando a continuidade de projetos em cheque. Já a falta de conhecimento na área, a inexistência de parceiros como prefeituras, universidades e empresas dificulta o uso de software livre e inibe a necessidade de desvinculação da cultura inerente de sistemas proprietários/antigos por parte dos gestores públicos, desmotivando a abertura de novas tecnologias.

O grande desafio é transformar as dificuldades encontradas em oportunidades, revertendo o quadro em pontos fundamentais, tais como a dificuldade financeira e a deficiência cultural sobre a tecnologia. Oferecer um negócio, uma oportunidade de atualização tecnológica que visa não só atualização de software, mas todo um projeto que viabiliza estruturalmente todo um sistema, especialmente em pequenos municípios. Capacitando os funcionários, legalizando um ambiente que é sempre um ator que necessita mostrar a honestidade e sensatez para uma comunidade. Abrindo assim portas para a correta e eficaz utilização de uma ferramenta que é essencial nos dias de hoje, sem a exigência de recursos usualmente não disponíveis.

A grande demanda que se encontra no setor público, por informatização, por melhoria nos serviços e mesmo por financiamento motivou os profissionais da área de Informática a encontrar uma solução, que sempre esbarrou em dificuldades que torna qualquer interesse público ou privado praticamente nulo, o que faz com que dramatize a situação das prefeituras e também da população dependente à máquina pública.

2.2. VIA DIGITAL: O Caminho inteligente para informatização pública.

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“A proposta do projeto VIA DIGITAL é a implantação de um centro de referência virtual (portal) que permita o acesso e o desenvolvimento compartilhado de software livre para gestão municipal, propiciando a construção de um acervo público de soluções com foco na realidade das pequenas prefeituras. Tudo via Software Livre (SL)” – (http://www.viadigital.org.br/).

A oportunidade de se criar o projeto Via Digital surgiu a partir das dificuldades encontradas na gestão das pequenas prefeituras pesquisadas, as quais concordam com a necessidade de se criar uma biblioteca pública, com informações referentes à informatização de prefeituras, experiências adquiridas, ferramentas disponíveis, fórum, catálogos e tutoriais para a iteração de desenvolvedores, fornecedores e gestores objetivando facilitar o desenvolvimento da gestão nas prefeituras e introduzir o software livre como uma opção na informatização.

Anteriormente chamado de FLOPREF, “Free/Livre/Open Software para Prefeituras”, obteve apoio para sua realização via edital aceito pela FINEP. Ganhador do premio Conip (http://www.conip.com.br/) de excelência em informática aplicada no setor público e com vários parceiros o projeto Via Digital tende a ser um dos projetos mais bem sucedidos em software livre aplicado ao setor público.

Hoje, um portal que propicia a oferta de novas fontes de tecnologia, conhecimento, troca de experiências voltadas à gestão pública. Aproximando seguimentos que trabalham na geração de soluções para o setor público gerando parcerias, desenvolvendo local e estruturalmente municípios com a geração de empregos e renda.

2.3. Software Livre

Um modelo de distribuição e desenvolvimento de software dinâmico, que contrapõe o modelo proprietário pelas liberdades básicas: direito de utilização, direito de ser estudado, alterado, redistribuído e copiado

E essas quatro liberdades mudam completamente o modo de comercialização e distribuição do software em relação ao software proprietário, o qual não disponibiliza o código-fonte ou apenas parte dele e seguem as regras requeridas pelo possuidor dos direitos de licença.

Existe duas correntes de software livre: o free software e o open source. O free software terá sempre a mesma licença, sem possível alteração em novas versões, garantindo os direitos da primeira versão. Já o open source pode ser modificado e vendido, adicionado a outros produtos, como por exemplo um software proprietário.

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Pelo envolvimento de comunidades e o uso de repositórios no desenvolvimento de projetos de software livre, a confiabilidade do produto e baixo custo no desenvolvimento, a adoção de software livre muda o conceito de negócio que não é mais voltado à venda de licenças de uso.

O foco do negócio é nos serviços requeridos na implantação de novas tecnologias, como a necessidade de um estudo de pré-requisitos, treinamento de pessoal e estudo de caso. Com a demanda, tanto o software livre como o proprietário, é gerado uma rede de negócios, um mercado recente e alternativo.

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3. DESENVOLVENDO UMA FERRAMENTA PARA O USO

GERAL DO PROJETO VIA DIGITAL

3.1. Trabalhando dentro do escopo do projeto Via Digital

A demanda por ferramentas dentro do projeto Via Digital sugere a necessidade de se trabalhar com alta qualidade diminuindo os custos no desenvolvimento do software. Criar uma ferramenta que viabilize o desenvolvimento, focado no padrão de formulários de cadastro que será incluído no projeto.

Criar uma ferramenta que viabilize o desenvolvimento de novos projetos, e usando tecnologia atual, desenvolver um framework para o desenvolvimento de formulários dinâmicos, especializado nos projetos do portal Via Digital.

3.2. A Ferramenta

No desenvolvimento de software, a criação de formulários para cadastro requer grande parte do tempo de desenvolvimento. O uso de uma estrutura que possa ser utilizada como base na criação desses formulários, que organize e ofereça facilidades no desenvolvimento dessas ferramentas pode reduzir o tempo de desenvolvimento e o custo do projeto.

O objetivo desse trabalho é de desenvolver um framework que possa ser utilizado para facilitar e padronizar o desenvolvimento de formulários para novos projetos do portal Via Digital Uma ferramenta que ofereça uma estrutura básica na criação de formulários de cadastro, um dos gargalos no desenvolvimento de projeto de software de gestão.

Tipicamente, um framework pode incluir programas de apoio, bibliotecas de código, linguagens de script e outros softwares para ajudar a desenvolver e juntar diferentes componentes do seu projeto. Oferecendo auxílio no desenvolvimento de projetos de sistemas para a web, especificamente trabalhando com sistemas de formulários de cadastro, automatizando a criação e oferecendo ao usuário final a possibilidade de alterações nos formulários do sistema de acordo com as necessidades do mesmo.

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3.3. Formulários de Cadastro

Para determinados sistemas, o desenvolvimento de um formulário de cadastro pode ser uma das etapas mais importantes. Para sistemas simples de gestão, por exemplo, pode-se necessitar de cadastros básicos, com poucos campos e poucas regras para o cadastro:

figura 3.1: exemplo de cadastro básico

Como no exemplo da figura 3.1, um cadastro de mapas de inventario que agrupam todos os bens constitutivos de um município exige o cadastro de informações que são específicas para determinados tipos de patrimônio, que serão incluídos via campo “descrição”, um campo do tipo texto. Isso dificulta o tratamento dos dados, por exemplo, uma possível geração de relatórios com base em dados de campos do tipo texto.

Mas como suprir a necessidade de especialização desses formulários? Para um mesmo formulário de cadastro que necessita de informações específicas, campos que devem ser preenchidos dependendo do tipo do dado que está sendo criado no cadastro geral, qual seria a solução para a especialização de cadastros básicos?

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Uma solução seria a criação de vários formulários para o sistema, com interface, tabela, modelo de dados, estrutura lógica e tempo de desenvolvimento para cada formulário criado.

A utilização de vários formulários, com a mesma estrutura básica, porém com campos específicos, podendo assim produzir um projeto completo:

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figura 3.3: exemplo de formulário de cadastrado especializado.

Como nas figuras 3.2 e 3.3, as informações necessárias para o cadastro exige a criação de componentes especializados para cada um dos casos, o que seria a criação de um novo cadastro para cada variação de tipo básico.

A utilização de regras de negócio para a composição de um formulário possibilita construir uma estrutura apta a suprir as necessidades pré-definidas. Mas a mudança de necessidades do usuário, a má elaboração das regras por parte do analista ou mesmo a necessidade de uma nova versão pode resultar em um produto final que não poderá ser reaproveitado, com um tempo de vida curto e insuficiente.

3.4. Formulários Dinâmicos

A ferramenta proposta oferecerá ao usuário final a possibilidade de alteração de formulários via cadastro, que poderá ser feito pelo próprio usuário, onde é possível a inclusão de campos

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específicos, com tipos e rótulos, tudo no mesmo sistema e sem a necessidade de alterações no produto via desenvolvedor.

figura 3.4: exemplo de formulário de cadastrado de tipos para um formulário dinâmico.

Essa alternativa, além de reduzir o tamanho estrutural do projeto, evita a criação de novas versões do software, possibilitando ao usuário final alterar o formulário, cadastrando os tipos e incluindo os novos campos.

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4. CONCLUSÃO

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A conclusão deve ser feita após o termino do desenvolvimento

Referências

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