DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO ESTADUAL DE PREFEITOS(AS), VICE-PREFEITOS(AS), VEREADORES(AS), DEPUTADOS(AS) ESTADUAIS E DEPUTADOS(AS) FEDERAIS DO PARTIDO DOS TRABALHADOR DE GOIÁS
1. Conjuntura Eleitoral: Perspectivas e Desafios para 2016
1.1. Debate:
Os palestrantes fizeram uma contextualização dos movimentos da Direita em aversão ao Governo Dilma, muito parecidos com o que vem acontecendo na América Latina, como exemplo o Chile e a Argentina.
Comentaram ainda, que se trata de uma disputa ideológica, sendo esquerda X direita. Muito parecido com a “Trilogia de Getúlio Vargas”.
Foi ainda discutido Sobre o Pacto Federativo – o “modo petista de governar” elaborado na época continha apenas 05 (cinco eixos), dentre eles: Orçamento; inversão de prioridade; educação social; lógica eficiente e planejamento.
O momento agora requer uma nova leitura, incluindo o projeto nacional inovador, conectado ao formato republicano, de forma equânime – “o prefeito não pode estar desconectado do projeto para não quebrar”. Precisamos resgatar, refazendo “o modo”, pensando nas novas políticas do Século XXI.
1.2. Propostas:
1. Ampliar o diálogo, principalmente com os movimentos sociais;
2. Voltar a discutir nos Zonais e Setoriais, os prefeitos e os vereadores devem auxiliar nessa responsabilidade de estimular;
3. Investimento em formação política, inclusive de dentro para fora do PT;
4. Ampliar a comunicação tanto das ações dos governos, com o objetivo de fortalecer o debate e as defesas política, mas também no sentido de melhor prestigiar o político local, que na maioria das vezes é o último a saber das agendas do Governo Federal, e é desprestigiado pelos governos de oposição;
5. As lideranças devem constituir núcleos de diálogos, mesmo que pequenos, mas com resolutividade – falar para fora e multiplicar.
2. Construindo um Novo Pacto Federativo: Por Mais Mudanças para um Novo
Brasil
2.1. Debate:
Foi destacado a importância do Governo Federal se fazer presente às discussões sobre transporte no Entorno de Brasília – solicitação de agendamento de reunião.
Sobre o FPM foi debatido a importância de ser rediscutido, diante dos novos desafios trazidos pela acessão social das classes, de forma especial da classe média, que impõe novas necessidades e essas maior volume; o desenvolvimento das cidades, os problemas ambientais, a mobilidade urbana dentre outros.
Foi discutido a necessidade de deixarmos de ter o estado como avalista/tutor/intermediador/ dos recursos federais, dos convênios, das nossas propostas. Os municípios precisam ter sua autonomia para estabelecer suas parcerias, sem a interferência do estado.
Outro ponto levantado, foi que para os pequenos municípios cabem ainda investimentos, e não somente o custeio – nesses a agricultura familiar se apresenta com grande relevância, mas o setor se depara com a dificuldade de escoamento da produção, devido às condições das estradas interestaduais.
Os Governos do PT precisam e tem essa expectativa, de um olhar mais atento, à falta de republicanismo do governo estadual para com os nossos municípios, uma vez todas as formas de dificuldades são colocadas para nós. O que se vê é um grande, as vezes até exagerado republicanismo da Presidente da Republica para com o Governador do Estado, porem da parte dele, só há críticas e movimentos contra o PT.
As mudanças novas organizações nos órgãos do governo, sobretudo no FNDE, tem atrasado os processos já em andamento na gestão anterior.
2.2 Propostas:
1- É necessário uma resposta à paralisação das construções de Unidades Básicas de Saúde – UBS por todo o estado;
2- “Criação” de seminários/fóruns municipais para debater situações práticas/experiências exitosas e o FPM;
3- Ampliar o diálogo tanto no nível interno do partido como para fora dele, utilizando os recursos midiáticos, e as mídias sociais para capitalizar as informações de forma mais ágil. Nós da ponta precisamos estar alinhados pois estamos muito próximos da população e na linha de frente da batalha;
4- O governo federal precisa de alguma forma, se posicionar junto ao Governo de Goiás, que de forma histórica, não repassa as contrapartidas estaduais aos municípios e nada é feito. Na saúde, há 11 meses que não são feitos repasses de recursos;
isso.
1. Reconstruindo a Narrativa do Modo Petista de Governar: Tempos de Mais
Mudanças e Mais Futuro
a. Debate:
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