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PANO PRETO REVESTIDO COM UMA FITA ADESIVA CAPTURA O MOSQUITO DA DENGUE Aedes aegypti

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PANO PRETO REVESTIDO COM UMA FITA ADESIVA CAPTURA O MOSQUITO DA

DENGUE Aedes aegypti

Adriano Rodrigues de Paula, Anderson Ribeiro, Leila Eid Imad, Jonathan Willian

Alves Bastos dos Santos, Valquíria Oliveira dos Santos, Richard Ian Samuels

Universidade Estadual do Norte Fluminense - Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias - Laboratório

de Entomologia e Fitopatologia, Av. Alberto Lamego, 2000, Campos dos Goytacazes-RJ. biodepaula@yahoo.com.br

Resumo - Nesse estudo uma armadilha feita de garrafa PET transparente com um pano preto envolvido por

um filme adesivo foi testada para captura do mosquito da dengue A. aegypti em condição de semicampo utilizando uma caixa de acrílico ou numa simulação de cômodo residencial (SCR). Nos testes feitos na caixa de acrílico 38,6% de mosquitos foram encontrados presos no filme adesivo que reveste o pano preto 24 h pós inicio dos testes. No tratamento controle (feito somente com filme adesivo) 6% dos mosquitos foram contabilizados. Na SCR foi observado que os mosquitos expostos por 24 h a uma armadilha PET com pano preto + filme adesivo tiveram 22% de captura, enquanto o tratamento controle (somente filme adesivo) apresentou 3,3% de mosquitos presos. Expor os mosquitos por 48 h a PET com pano preto revestido com filme adesivo utilizando a caixa de acrílico ou na SCR aumentou o número de mosquitos presos. Pano preto revestido com filme adesivo parece ser uma boa armadilha para capturar o mosquito da dengue diminuindo os incômodos causados por esses insetos e principalmente a transmissão da doença.

Palavras-chave: Aedes aegypti, Fungo entomopatogênico, Metarhizium anisopliae, Controle Biológico. Área do Conhecimento: Ciências Biológicas.

Introdução

Estudos têm mostrado a eficiência de armadilhas utilizadas para o mosquito da dengue,

Aedes aegypti (GOMES et al. 2008). As

armadilhas para ovos (ovitrampas) constituem uma ferramenta importante para verificar a presença do vetor e também para desenvolver estudos biológicos em laboratórios (HONÓRIO et al., 2003). As larvitrampas são depósitos feitos de pneus contendo água, instaladas a uma altura aproximada de 80 cm do solo, em locais considerados focos de mosquitos. A finalidade básica das larvitrampas é a detecção precoce de infestações com observação de larvas (FUNASA, 2001). Vários autores utilizaram armadilhas para monitorar a densidade populacional do mosquito

A. aegypti (FAVARO et al., 2008; SANTANA et al.,

2006; GAMA et al., 2007).

O sistema de Monitoramento Inteligente da Dengue (MI-Dengue) é uma ferramenta informatizada criada com base em pesquisas realizadas pelo Laboratório de Culicídeos do Departamento de Parasitologia da Universidade Federal de Minas Gerais (EIRAS, 2002; FÁVARO et al., 2006). A armadilha utilizada no MI-Dengue é chamada de MosquiTRAP® é um pote plástico preto revestido com um cartão adesivo preto associado a um atraente de mosquitos

(AtrAedes®) no interior dessa armadilha é colocado água. Ao pousarem ou tocarem no cartão adesivo preto as fêmeas ficam presas (GAMA et al., 2007). Essa armadilha captura mosquitos adultos A. aegypti ou Aedes albopictus (EIRAS, 2002). Outra armadilha eficiente para capturar o vetor da dengue é a BG Sentinel, que atrai o mosquito para um saco coletor ficando presos sem chances de retornarem ao ambiente (BALL et al., 2010). A MosquiTRAP® e a BG Sentinel são consideradas armadilhas promissoras contra vetores (KROCKEL et al., 2006), porém, seu uso em grande escala acarreta em altos custos operacionais e financeiros para os municípios (MACIEL-DE-FREITAS et al., 2006).

No presente estudo foi desenvolvida uma armadilha de fácil confecção, baixo custo econômico e eficiente para a captura dos mosquitos A. aegypti no espaço intra ou extradomiciliar. Uma armadilha de garrafa PET transparente com um pano preto envolvido por um filme adesivo foi confeccionada e testada para captura do mosquito da dengue A. aegypti em condição de semicampo utilizando uma caixa de acrílico ou simulando um cômodo residencial (SCR). Prospecto para um novo modelo de controle do mosquito vetor da dengue.

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Metodologia

O trabalho foi conduzido no insetário do Laboratório de Entomologia e Fitopatologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, Campos dos Goytacazes – RJ (LEF/UENF).

Criação de Aedes aegypti

Os mosquitos A. aegypti foram criados no insetário do LEF/UENF. Três dias após emergirem (machos e as fêmeas) um camundongo, imobilizado em malha de arame, foi exposto aos mosquitos para alimentação sanguínea das fêmeas (seguindo protocolo comitê de ética referência MACOO2). Sacarose (10%) foi mantida em pote de vidro de 30 ml para alimentação dos mosquitos. As fêmeas realizaram a postura em papel filtro forrada na lateral interna um copo de plástico de 100 ml com 50 ml de água. A eclosão das larvas foi estimulada com a imersão do papel filtro com ovos em bandejas de 100 ml com 50 ml de água de torneira, anteriormente tratada com ração de camundongo autoclavada (0,05 g). As pupas foram retiradas das bandejas colocadas em um copo de plástico com 50 ml de água dentro de pote plástico de 20 x 20 x 30 cm até emergência dos adultos. Fêmeas com idade entre 2 e 3 dias foram usadas nos ensaios.

Confecção da armadilha feita de garrafa PET transparente com pano preto envolvido por um filme adesivo e manipulação dos mosquitos para os experimentos

Uma garrafa PET transparente de 2 L com um corte lateral de 17 x 8 cm e com gesso na base foi utilizada para sustentar um pano preto de algodão (100%) no tamanho de 16 x 7 cm previamente autoclavado durante 15 minutos a 1 atm (121o C) e depois envolvido por um filme adesivo cedido pelo professor Dr. Tariq Butt (Universidade de Swansea – País de Gales). Os mosquitos foram adormecidos com 30s de CO2 e rapidamente colocados na caixa de acrílico ou sala de semicampo (SCR). Os insetos ficaram expostos a armadilha inicialmente por 24 h e depois, num outro teste, por 48 h para depois serem contabilizados.

Teste feito utilizando uma caixa de acrílico

Uma caixa de acrílico (Figura 1) de 100 x 51 x 61 cm foi utilizada para observar se os mosquitos

A. aegypti ficariam presos na fita adesiva que

envolve o pano preto pendurado na armadilha PET (Figura 2 A e B). Outra caixa de acrílico do mesmo tamanho foi utilizada simultaneamente para o tratamento controle observando se as fêmeas de A. aegypti ficariam presas somente na fita adesiva pendurada na garrafa PET.

Figura 1 – Caixa de acrílico utilizada para observar mosquitos presos num filme adesivo que reveste o pano preto pendurado na armadilha PET.

Preparo da sala de semicampo SCR

Duas salas de semicampo de 9m²/cada foram utilizadas nos testes SCR. A sala foi lavada com água de torneira, detergente neutro, água sanitária, antibactericida, enxaguada com água, esterilizada com álcool (70%) e mantida aberta por 24 h. Depois foram colocados três alimentadores (30mL) contendo sacarose (10%), subsequentemente foi colocado no chão, do lado de uma cadeira, uma armadilha PET com pano preto envolvido por uma fita adesiva, cinquenta mosquitos (fêmeas) foram liberados e a sala foi lacrada. A porta possui tela para evitar a fuga dos mosquitos. A sala não tem janela, no entanto, existe um exaustor no para circulação do ar (Figura 2).

O tratamento controle foi feito utilizando uma armadilha igual, mas com somente fita adesiva pendurada, sem o pano preto. Sabe-se que o pano preto sozinho atrai os mosquitos A. aegypti como descrito por Paula et al., 2013a; Paula et al., 2013b.

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Figura 2 – A e B – Armadilha PET com pano preto envolvido por uma fita adesiva. C – Sala de semicampo SCR.

Resultados

A Tabela 1 mostra os resultados dos testes feitos na caixa de acrílico avaliando a porcentagem de mosquitos presos no filme adesivo que reveste o pano preto pendurado na armadilha PET. A contabilização dos mosquitos foi feita primeiramente 24 h e depois, num outro teste, 48 h pós-liberação dos mosquitos.

No total 38,6% dos mosquitos foram encontrados presos no filme adesivo que reveste o pano preto 24 h pós inicio dos testes. No tratamento controle (feito somente com filme adesivo) 6% dos mosquitos foram contabilizados.

Os mosquitos expostos por 48 h à armadilha PET com pano preto revestido com o filme adesivo tiveram 68% de captura, enquanto o controle (somente filme adesivo) apresentou 12,6% de mosquitos presos.

Tabela 1 - Porcentagem de mosquitos presos no filme adesivo que reveste o pano preto pendurado na armadilha PET. Testes feitos utilizando uma caixa de acrílico. A contabilização dos mosquitos foi feita 24 ou 48 h pós-início dos testes.

Ensaios Pano + Filme adesivo Filme adesivo (Controle) Horas pos-início testes 24 h 48 h 24 h 48 h Mosquitos presos (%) 38,6 % 68 % 6% 12,6% Desvio Padrão 4,16 4,58 1 1,52

Nos testes de semicampo - SCR a Tabela 2 mostra que os mosquitos expostos por 24 h à armadilha PET com pano preto revestido no filme adesivo tiveram 22% de captura, enquanto o tratamento controle (somente filme adesivo) apresentou 3,3% de mosquitos presos. Os mosquitos expostos por 48 h à armadilha PET com pano preto + filme adesivo tiveram 38,6% de captura e o tratamento controle (só filme adesivo) apresentou 10% de mosquitos presos.

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Tabela 2 - Porcentagem de mosquitos presos no filme adesivo que reveste o pano preto pendurado na armadilha PET. Testes feitos utilizando sala de semicampo - SCR. A contabilização dos mosquitos foi feita 24 ou 48 h pós-início dos testes.

Tratamentos Pano + Filme adesivo Filme adesivo Horas pos-início testes 24 h 48 h 24 h 48 h Mosquitos presos (%) 22% 38,6% 3,3% 10% Desvio Padrão 2 3,05 1,52 1 Discussão

Pano preto atrai o mosquito A. aegypti (PAULA et al., 2013a; PAULA et al., 2013b). Inicialmente a armadilha feita de garrafa PET foi elaborada para sustentar um pano preto impregnado com fungo entomopatogênico reduzindo a sobrevivêcia de adultos do mosquito da dengue (PAULA et al., 2013a; PAULA et al., 2013b). Provavelmente existem uma porcentagem de mosquitos A.

aegypti que pousam no pano, mas não se

infectam com o fungo e continuam transmitindo o vírus ou causando incômodos com suas picadas. Pensando assim é interessante elaborar um método para capturar os mosquitos que são atraídos e pousam no pano preto. No atual estudo o pano preto foi envolvido por uma fita adesiva e pendurado na garrafa PET.

Mosquitos expostos por 48 h ao pano revestido com fita tiveram maior porcentagem de captura, comparado com mosquitos expostos por 24 h ao pano + fita. Isso aconteceu nos experimentos feitos com a caixa de acrílico e na SCR (Tabela 1 e 2). Expor mosquitos somente a fita adesiva pendurada na PET (testes controles) resultaram em baixas taxas de mosquitos presos (aproximadamente de 3 a 12% de mosquitos capturados).

Prender os mosquitos pode ser promissor uma vez que impede a dispersão do inseto, reduzindo o repasto sanguineo, momento pelo qual o vírus da dengue é inoculado nas pessoas. Mosquitos da dengue presos na fita adesiva morrem, diminuindo a população desse vetor. Além do mais o pano preto revestido com fita adesiva pode prender também o mosquito Culex quinquefasciatus, o que precisa ser investigado.

A utilização de fita adesiva para prender o mosquito da dengue já foi feito por outros pesquisadores. A armadilha denominada MosquiTRAP® é composta por um atraente de oviposição sintético (AtrAedes®) que libera um

odor atraindo os mosquitos para um recipiente preto com água. Dentro desse recepiente é colocado um cartão adesivo que prende os mosquitos (EIRAS, 2002; GAMA et al., 2007; FAVARO et al., 2008).

A armadilha BG-Sentinel - Biogents Ltd é utilizada com uma substância química baseada em ácido láctico que atrai os mosquitos (atraente - BG Lure™; Biogents Ltd.), uma ventoinha suga os insetos adultos que ficam presos em um saco coletor (BALL et al., 2010). Os mosquitos morrem dentro da armadilha (Observação pessoal).

Estamos investigando como aumentar a taxa de mosquitos presos na fita adesiva que reveste o pano preto. Atraentes poderiam ser associados ao pano preto + fita adesiva aumentando o número de mosquitos capturados na armadilha.

Várias classes de estímulos emitidos por hospedeiros, produzidos principalmente na pele, são usados pelos insetos para localização da fonte sanguínea (COOPER et al., 2004). Aqueles que possuem propriedades voláteis são carregados pelo ar e são detectados a certas distâncias pelos mosquitos. Um exemplo é o dióxido de carbono (CO2) que combinado com corrente de ar quente e úmida age como atraente exercendo grande influência no inseto, pois é produzido em grande quantidade comparado com outros estímulos, e é interpretado como a presença de hospedeiro (COOPER et al., 2004). Outros compostos como o ácido lático e amônia, presentes no suor humano também têm sido confirmados como fatores atraentes para fêmeas de mosquitos (BRAKS et al., 2001). Esses atrativos formam plumas de odores que se dispersam no ambiente direcionando o inseto até a fonte de alimento (QIU et al., 2004). A interrupção das plumas de odores, como por exemplo, o vento pode modificar as respostas do inseto ao sinal olfativo (ROQUE & EIRAS, 2008). Trabalhos realizados com mosquitos transmissores da malária demonstraram que as fêmeas de A. gambiae infectados com Plasmodium falciparum são mais atraídas a odores humanos do que os mosquitos não infectados (SMALLEGANGE et al., 2013). Estes conhecimentos têm contribuído para o desenvolvimento de novas metodologias de controle de vetores. De acordo com SILVA e colaboradores (2005) misturas sintéticas de substâncias químicas que compõem voláteis liberados pelo corpo humano são eficazes para atrair o mosquito A. aegypti em condições controladas. SANTANA e colaboradores (2006) observaram que ovitrampas com infusão de gramíneas no campo servem como atraentes para

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oviposição de mosquitos A.aegypti. Com base nesses estudos atualmente nosso grupo tenta associar atraentes de mosquitos ao pano preto revestido por uma fita adesiva aumentando o número de mosquitos da dengue presos, diminuindo ainda mais a população desse vetor.

Conclusão

Armadilha feita de garrafa PET com pano preto revestido com por uma fita adesiva atrai e prende o mosquito da dengue A. aegypti. Essa armadilha poderá ser utilizada no campo dentro de residências.

Agradecimentos

À UENF e FAPERJ projetos: E-26/111.586 /2008, E-26/110.341/2010 e E-26/102.860/2011.

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