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Avaliação de progênies e seleção no cafeeiro Icatu.

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AVALIAÇÃO D E PROGENIES E SELEÇÃO

NO CAFEEIRO ICATU (

1

)

LUIZ CARLOS FAZUOLI (2), ALCIDES CARVALHO, WALDIR MARQUES DA COSTA (2),

Seção de Genética, Instituto Agronômico, CLOVIS NERY, CARLOS RICARDO PEREIRA

LAUN", Ministério da Agricultura, e MARIO SANTIAGO, Estação Experimental de São

Simão, EMBEAPA.

(1) Trabalha parcialmente realizado com auxílio do Instituto Brasileiro do Café. Re-cebido para publicação a 11 de fevereiro de 1982.

(2) Com bolsa de suplementação ão CNPq. R E S U M O

A v a l i a r a m - s e a c a p a c i d a d e p r o d u t i v a e o u t r a s c a r a t e r í s t i c a s a g r o n ô m i c a s d e p r o g e n i e s de c a f é I c a t u e m u m e x p e r i m e n t o e em t r ê s c a m p o s de seleção, e m S ã o S i m ã o ( S P ) . C o m p a r a r a m - s e s e t e p r o g e n i e s de I c a t u c o m s e t e o u t r a s p o r t a d o r a s d e g e n e s que c o n f e r e m r e s i s t ê n c i a v e r t i c a l a Hemileia vastatrix. Como t e s t e m u n h a , u t i l i z o u - s e o c u l t i v a r C a t u a i - V e r m e l h o de Coffea a r á b i c a , s u s c e t í v e l a e s s a m o l é s t i a , p o r é m s e m q u a l q u e r t r a t a m e n t o f i t o s s a n i t á r i o . Verificou-se q u e a p r o g ê n i e d e I c a t u C H 4782-16 a p r e s e n t o u a m a i o r p r o d u ç ã o m é d i a e, nela, escolhe-r a m - s e n o v e c a f e e i escolhe-r o s de i n t e escolhe-r e s s e p a escolhe-r a o> m e l h o escolhe-r a m e n t o d e s s e c u l t i v a escolhe-r . N a s d e m a i s p r o g e n i e s , selecionou-se m e n o r n ú m e r o de p l a n t a s c o m b o a p r o d u ç ã o . E m t r ê s c a m p o s de seleção, a p r o g ê n i e C H 4782-16 foi t a m b é m a m a i s p r o d u t i v a . Os d a d o s do p r e s e n t e t r a b a l h o r e v e l a r a m s e r a C H 478216 b a s t a n t e p r o m i s s o r a , p e l a p r o -d u ç ã o , b o m a s p e c t o v e g e t a t i v o , r e s i s t ê n c i a a H . v a s t a t r i x e o u t r a s c a r a c t e r í s t i c a s a g r o n ô m i c a s , m e r e c e n d o ser e s t u d a d a em m a i o r n ú m e r o de locais p a r a f u t u r a d i s t r i b u i ç ã o a o s l a v r a d o r e s .

1.INTRODUÇÃO

Várias foram as tentativas de transferência de fatores genéticos de Coffea canephora para C.

ará-bica (2, 8). O insucesso dessa

transferência deveu-se, provavel-mente, ao nível diferente de

ploi-dia dessas espécies. Sendo os re-presentantes de C. arábica tetra-plóides (2n — 44 cromossomos) e

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se-mentes de C. canephora tratadas com colchicina conseguiu produzir uma forma tetraplóide dessa es-pécie. Em 1950, utilizou-se essa planta para cruzamento com um cafeeiro do cultivar Bourbon Ver-melho, da espécie C. arábica, ori-undo de uma planta haplóide, cujo número de cromossomos havia sido anteriormente duplicado e assim possuindo também 44 cro-mossomos somáticos (19).

Algumas plantas dessa gera-ção FL foram cruzadas em 1956,

como o cultivar Mundo Novo de

C. arábica. Vários dos híbridos

obtidos foram testados no Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro (CIFC), em Portugal, com relação à resistência a

Hemi-leia vastatrix, verificando-se que

alguns apresentavam, em sua des-cendência, plantas altamente re-sistentes a todas as raças do fun-go até então conhecidas, sendo classificados no grupo A de resis-tência (17, 20). Cafeeiros selecio-nados derivados do primeiro re-trocruzamento para Mundo Novo foram, em 1960, cruzados nova-mente com plantas desse cultivar. Ao conjunto de populações resul-tantes dessas hibridações, com um ou dois retrocruzamentos para Mundo Novo (F2 do B d e F2 do

\BC2), deu-se a denominação

ge-nérica de Icatu (20).

Após a chegada da ferrugem a São Paulo, foi possível classifi-car todas as plantas de Icatu quanto à resistência às raças en-contradas, verificando-se a ocor-rência de vários graus de resistên-cia, desde aparente imunidade até completa suscetibilidade, ehegan-do-se à conclusão que a

resistên-cia aí encontrada, além de ter fatores simples, pode também ser poligênica e do tipo horizontal (7).

Algumas populações de Icatu, embora ainda desuniformes pela alta freqüência de plantas anor-mais que revelam em suas des-cendências e possuindo caracterís-ticas indesejáveis, tais como dife-rentes graus de maturação das plantas, alta taxa de cruzamentos naturais e elevada porcentagem de frutos com lojas desprovidas de sementes, apresentam também plantas excepcionais, bem produ-tivas, com elevada rusticidade e alta resistência a H. vastatrix. Progenies desses cafeeiros mais promissores foram plantadas em São Simão (SP) para fins de se-leção, sendo aqui analisados os resultados do seu comportamento nessa localidade.

2. MATERIAL E MÉTODOS

Sete progenies de Icatu, sen-do seis correspondentes a F2 do

segundo retrocruzamento de

Coí-fea canephora cv. Robusta com

C. arábica e uma F2 do primeiro

retrocruzamento, CH 3851-3, bem como sete progenies de cafeeiros

C. arábica portadores dos fatores

de resistência a Hemileia vastatrix SH1; SH2, SH3, SH4, SH5,

isola-damente ou em conjunto, foram plantadas em um experimento na Estação Experimental de São Si-mão (SP), em 1971 (Quadro 1). Como testemunha, foi utilizada a linhagem CH 2077-2-5-99 do culti-var Catuaí-Vermelho (C. arábica), que, apesar de suscetível a H.

vas-tatrix, não foi submetida a

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con-trole. Trata-se de cultivar que, embora suscetível, é cultivado em larga escala no Estado de São Paulo. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso, com dezes-seis progenies, cinco repetições e parcelas de seis plantas, uma plan-ta por cova. Junto ao ensaio, fo-ram instalados três campos para seleção com delineamento inteira-mente casualizado, parcela de vin-te covas, uma planta por cova, e número variável de repetições, sendo dois campos plantados em 1971 e um em 1972, num total de 1.060 plantas. Na preparação das mudas em viveiro, procurou-se eliminar todas as plantas anor-mais, aparentemente aneuplóides, das progenies de Icatu.

As produções, em quilogra-mas de café cereja, foram anota-das para cada cafeeiro por um período de quatro anos consecuti-vos, isto é, 1973-1976, para o ex-perimento e em dois campos de seleção. As produções do terceiro campo foram registradas no pe-ríodo 1974-1976, quando as obser-vações do experimento e dos três campos de seleção foram concluí-das. Fez-se, em 1976, a avaliação do aspecto vegetativo, sendo atri-buídos 10 pontos às plantas me-lhores e 1 ponto às de pior as-pecto. Nessa avaliação, incluíram--se vigor da planta e abundância de ramificação, característica esta responsável pela produção do ano seguintes. Anotou-se, subjetiva-mente, a precocidade e tardeza na maturação, planta de maturação precoce (P), média (M) e tardia (T), antes do início da primeira colheita. A ocorrência de ferru-gem nas plantas foi avaliada pela

presença ou pela ausência da in-fecção. Determinou-se, para as plantas mais produtivas, a por-centagem de frutos com lojas des-providas de sementes. Para essa avaliação tirou-se, ao acaso, uma amostra de cem frutos maduros

(cerejas) que foram posterior-mente colocados numa vasilha com água. Os frutos que flutua-ram forneceflutua-ram a porcentagem daqueles com lojas desprovidas de uma ou duas sementes.

Após duas colheitas, efetuou--se uma seleção preliminar dos melhores cafeeiros, baseando-se na produção total, no aspecto ve-getativo e na ausência de ferru-gem. A seleção final foi realiza-da ao se completarem quatro anos consecutivos (1973-1976) de pro* dução do ensaio e dos dois cam-pos de seleção, levando-se em con-sideração todas as demais carac-terísticas estudadas.

Nas comparações das produ-ções médias das progenies do ex-perimento com a testemunha Ca-tuaí-Vermelho, utilizou-se o teste de Dunnett ao nível de 5%.

3 . RESULTADOS

Os dados de produção média das progenies do experimento e a amplitude de variação da produ-ção, por planta, no período 1973-76, além do número de plantas selecionadas em cada progênie, acham-se no quadro 1.

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média mais elevada, possibilitando a seleção de nove cafeeiros de porte semelhante ao do cultivar Mundo Novo de C. arábica, com elevada produção e ausência de infecção pela H. vastatrix. Em outras populações de Icatu, em-bora de menor produtividade mé-dia, verificaram-se alguns cafe-eiros com boa produção, que tam-bém foram selecionados (Qua-dro 1).

Das populações com os fato-res simples de fato-resistência ao agen-te da ferrugem, apenas a de pre-fixo CH 5145-2 teve plantas com produções semelhantes à da teste-munha, aliada à resistência a esse patógeno. Corresponde à geração F2 do cruzamento de C. arábica

cv. BA 13, seleção proveniente da índia, com 'Mundo Novo' e

se-grega para os fatores SH2 e SH3

(1). Apenas duas plantas foram selecionadas nesta população, em vista de não se terem constatado plantas excepcionais quanto à pro-dução. A progênie C1125-14, se-gregando para o fator SH^ reve-lou-se bem precoce, porém pouco produtiva.

Os dados de produção média, por planta, a amplitude de varia-ção de progenies dos três campos de seleção de café Icatu, bem co-mo o número de plantas selecio-nadas encontram-se nos quadros 2 e 3.

Pelo quadro 2, verifica-se que a progênie CH 4782-16, além de apresentar maior amplitude de variação para produção, foi a que deu produção média maior, nos dois campos de seleção. A

pro-gênie CH 4782-18 mostrou boa média de produção, mas as plan-tas mais produtivas analisadas apresentaram-se suscetíveis em relação a H. vastatrix. A progê-nie menos produtiva, CH 4782-11, teve menor amplitude de varia-ção. Nela, encontraram-se vários cafeeiros cujos frutos apresenta-ram maturação mais precoce.

Os dados obtidos no terceiro campo de seleção foram semelhan-tes àqueles do experimento e dos dois campos anteriores de seleção analisados, destacando-se também a progênie CH 4782-16 (Qua-dro 3).

Levando-se em conta os da-dos obtida-dos para as plantas indi-viduais, escolheram-se 35 melho-res cafeeiros do experimento e de dois campos de seleção.

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O aspecto vegetativo avaliado em 1976 mostrou-se bom para a maioria das plantas selecionadas, variando de 6 a 9 pontos (Qua-dro 4).

Dentre as plantas produtivas, foram selecionadas apenas aquelas de baixa porcentagem de frutos maduros com lojas desprovidas de sementes (8 a 22%). Diversas plantas foram eliminadas, apesar

de sua elevada produção, em vista de apresentarem valores que ex-cediam 25% para essa caracte-rística.

No que se refere ao tipo de maturação, notou-se variabilidade entre e dentro das progenies de Icatu. Selecionaram-se quatro ca-feeiros de maturação precoce (P),

dez de maturação média (M) e seis de maturação tardia (T). A progênie CH 4782-11 foi a que deu maior número de plantas pre-coces e a única planta desta pro-gênie, selecionada entre as vinte melhores, apresentou este tipo de maturação.

No terceiro campo, selecio-naram-se dezesseis plantas, sendo

as características das seis mais produtivas indicadas no quadro 5.

Pode-se observar que foi mui-to boa a produção dessas plantas

(9)

4. DISCUSSÃO E CONCLUSÕES

A associação de genes das es-pécie C. canephora e C. arábica mostrou-se altamente favorável nas populações conhecidas por Icatu, que, além da produtividade elevada, apresenta outras caracte-rísticas favoráveis, como bom as-pecto vegetativo e boa qualidade da bebida (3, 6,14,17,19,20), re-sistência ao Colletotrichum

caffea-num (4), resistência ou tolerância

aos nematóides Meloidogyne

exí-gua e M. incognita (15,16) e,

principalmente, resistência a H.

vastatrix (6,7,17). Notou-se, em

populações de Icatu plantadas em Campinas, que as primeiras pro-duções não são afetadas pela fer-rugem, ocorrendo plantas de ele-vada produção entre as considera-das resistentes, como nas suscetí-veis (7). Os mais sérios inconve-nientes ainda verificados em algu-mas populações de Icatu referem--se à alta porcentagem de frutos com lojas desprovidas de semen-tes e à elevada freqüência de plantas anormais, possivelmente aneuplóides, com valores mais baixos de produção. Isso vem sen-do sanasen-do pela rigorosa seleção de plantas individuais, cujas pro-genies são isentas desse defeito.

Outro aspecto que deve ser ressaltado na seleção do germo-plasma Icatu e principalmente em populações de C. arábica com fato-res simples de fato-resistência a H.

vas-tatrix, é o possível aparecimento

de novas raças desse fungo. No Brasil, raças de H. vastatrix vêm sendo identificadas com freqüên-cia relativamente alta. Assim, já se constataram, até o momento, as raças II (võ), I (T2v5)> IH <viv5)>

X V (V4V5), X V I I ( T l v 2 v 5 ) ! X X I V ( v 2 v 4 v õ ) e X (viverá), sendo as quatro pri-meiras descritas no período 1970--1974 e, as restantes em 1979--1980 (5, 9, 10, 11, 12, 13, 21, 22). Três outras raças foram identi-ficadas no Icatu e no cultivar Kouillou de C. canephora (11).

Em relação às populações com fatores simples de resistência a H. vastatrix, destacam-se as portadoras de SH3. Embora tenha

sido obtido um isolado com o fa-tor de virulência v., (9), o mesmo nãó se mostrou eficiente para des-truir a resistência de plantas SHSSH3. Observações

semelhan-tes, em condições de camno, vêm sendo feitas na índia (23). No presente trabalho, selecionaram-se duas plantas da população CH 5145-2 que possuem o fator SH.„ possivelmente na forma heterozi-gota, porém sem ataque de fer-rugem. As outras populações con-tendo os fatores SH2 e SKL, além

da baixa produção, mostraram-se altamente suscetíveis às raças prevalecentes no Brasil e, portan-to, não tiveram interesse na se-leção.

Os cafeeiros selecionados das progenies de Icatu são resisten-tes à maioria das raças de H.

vas-tatrix, sendo, no entanto,

susce-tíveis a algumas recentemente descritas (11). O freaüente apa-recimento dessas novas raças di-ficulta os trabalhos de seleção. A identificação de plantas produ-tivas, vigorosas e com resistência mais duradoura a H. vastatrix pa-rece ser o caminho indicado na seleção desse material.

(10)

re-sistência a H. vastatrix e outras características agronômicas. No-vo ciclo de seleção está sendo rea-lizado na sua descendência para obtenção de linhagens ainda mais

uniformes. Essas seleções deverão ser plantadas em vários locais do Estado de São Paulo, variáveis quanto ao clima e solo, a fim de serem mais bem avaliadas.

SUMMARY

PROGENY PERFORMANCE AND SELECTION IN ICATU COFFEE

Yield and agronomic characteristics of seven Icatu coffee progenies were evaluated in a field trial and on three plots specially planted for individual plant selection.

The Icatu progenies were compared to other coffee progenies having genes of resistance to Hemileia vastatrix. Susceptible "Catuaí-Venrcelho" CH 2077-2-5-99 was used as control, without any chemical treatment against leaf rust fungus.

The CH 4782-16 Icatu progeny besides being- vigorous revealed to be high yielding and to have other favorable characteristics such as low percentage of empty fruit loculus and resistance to leaf rust. Individual coffee plants of this progeny were selected for further improvement of Icatu coffee.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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virulento em condições de laboratório. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 8., Campos do Jordão, SP, 1980. Resumos. p. 81-82. 10. ; BRAGHINI, M. T.; CARVALHO, A.; RIBEIRO, I. J. A.;

PARADELA FILHO, O. Detecção da raça de Hemileia vastatrix com os

genes de virulência v1 v4 v5 no Estado de São Paulo. In CONGRESSO

(11)

11. ESKES, A. B.; BRAGHINI, M. T.; LEVY, F. A.; CARVALHO, A.; COSTA, W. M. Indicação de raças novas de H. vastatrix em relação a genes de resis-tência do Hibrido do Timor, de Icatu e do cultivar Kouillou de C. canephora. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 8., Campos do Jordão, SP, 1980. Resumos. p. 78-80.

12. ; RIBEIRO, I. J. A.; CARVALHO, A.; PARADELA FILHO, O. Raça de Hemileia vastatrix portadora dos genes de virulência v1 v2 v5 diferenciada

no Estado de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 7., Araxá, MG, 1979. Resumos. p. 122-123.

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16. ; MONACO, L. C.; CARVALHO, A. Resistência de cafeeiros a nema¬ tóides. I — Testes em progênies e híbridos para Meloidogyne exigua. Bra-gantia, Campinas, 36:297-307, 1977.

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18. MENDES, A. J. T. Observações citológicas em Coffea. XI — Métodos de tratamento pela colchicina. Bragantia, Campinas, 7(11-12):221-230, 1947. 19. MONACO, L. C. & CARVALHO, A. Resistência a Hemileia vastatrix no

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20. ; ; FAZUOLI, L. C. Melhoramento do cafeeiro. Germoplasma do café Icatu e seu potencial no melhoramento. In: CONGRESSO BRASI-LEIRO SOBRE PESQUISAS CAFEEIRAS, 2., Poços de Caldas, MG, 1974. Resumos. p. 103.

21. RIBEIRO, I. J. A.; SUGIMORI, M. H.; MORAES, S. A.; MONACO, L. C. Raças fisiológicas de Hemileia vastatrix no Estado de São Paulo. Summa Phytopathologica, Piracicaba, 1:19-21, 1975.

22. RODRIGUES JÚNIOR, C. J.; BETTENCOURT, A. J.; RIJO, L. Races of the pathogen and resistance to coffee rust. Annual Review of Phytopathology,

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