REVISÃO DE ANYPHAENINAE BERTKAU A NfvEL DE gセneros@ NA REGIÃO NEOTROPICAL (ARANEAE, ANYPHAENIDAE)
Antonio Domingos Brescovit 1
.... 8STRAcr.REv'SIONor .... セBypiialセBBaeb@ .. """'" ATCiFNUAI./;'U".."..ENro. l'WPICAlREGJoN( .... UN ... E, ... HYPf .... """"'"I.Tho"'bfl1l1ily ... nyp/>oeni ... ,",i5td aI,...k,dinIboNoooopK:alrcgioo .... nyphxnifIKiodiogoo. .. dbyU><u-a<bcal <pira<1c:"I'P<oxima .. ャケゥョャィ\ュゥ、キZ。ケッヲBBョエ」GGGGB「」エカNセョエィ・ュゥ、キNケッヲBョG」イ。ョ、@
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SAoPaulo.$OO Poolo,ilras.il,PeoquisadorC;"ntilico,BoIsIStadoCNPq.
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Hk・ケBBLセBャiIG@ Apoidla(Chamberlin);A,,"bp.>Jlida(L,K,,,,h);A.,,,,,,,:wliea(Caporiocro);flpp.h., "" cale", (Ilry""(); p, dona/di (o,iC<<f;ns); p, "",calor (KO)'""rlin,); Hatilia Jtir
iセョァキゥ@ (&<lafId); If p<'Tien (&<lafId); I/. "",li (lkrlond); H, uncoa (L. Koch)
Tw".p.<I ... r<"alid.>'ed,S,II",d"biou(OIiokennaJond Hati'''J.folongwi
HbBャッッ、セ@ LoclOlype> ond paraloclOl)'p<S ore bote o..ignated for eijlh 'pocim
A"Hohoc""ccrmxi<>Ke)'O<flina. I89I ;.t,t>djab,{;,Ke,.-""lin"I891 . .t"implie,jxJ/pi.. Simon, 1897;Ay>h.,HP""" FrarrPllillo. 1935;"'.ú",,..ovil'tJUJMolIo-L<itlo, 1945,
OWl"i./lho,wrla"" M.IIo-L<illo, 1922: T."";. _did., Mell<>-uitlo, 1941 e Temoi·
da.impl<XSimon.'896.Ak.yto32111'n<f>.ofAnyp/la<n' ... prov>ded,m.gnusos. ::riplioruondiU ... , .. ti"",oreP'O'Í<l<'dfOflhelll'"" .. ond>pe<ie.oioclu.dedin,hi. I<FY WORDS.
Aranc:..,.
Anypha<ni<bc, Anyph.><ninac. _ooomy. Nrotrop;calA familia Anyphaenidac comporta aranhas de pequeno a médio pone, em
geral 。イ「ッイ■」ッャ。セ@ e com um desenvolvido sistema traqueal que lhes proporciona velocidade" dc.'\envotlum de ュッBゥュセョエッウN@ SlIo popularmente conhcçidas como "aranhas-fantasma", de"ido a rapidez com que se deslocam em situaçoo de perigo Encontradas em diferentes ambientes. como florestas (DAVIL-'. 199 1; SILVA 1992; HÓFER e/ aI. 1994; HÓFER & BRESCOVIT 1994), zonas scmiáridas (HOFER &
BRESCOVlT 1994); lOnas desérticas (AGUlI.AR elal. 1986) e em variados tipos de
CUhilla5. como nas de algodão (AGUIlAR 1965: 1968; 1979; DEAN el ai. 1982; BRJ;ENI! el 01. 1993); soja (COIlSEUIL el 01. 1994a); arroz (CORSEU1L el 01. 1994b)
e pomares (BRESCOVIT 1992h; MANSOUR e/aI. 1982)
8ERTKAU (1878) estabeleceu a família para agrupar aranhas com "oim olllos, larsos com duas unhas cen:-adas de cerdas, espi r.iI:ulo traqueal no meio do abdàmen, com sistema traqlJCal muito desenvolyido, com dois ramos principais" inúmeras ramiflCõlÇÕCs secundárias". Alguns autores nâo adotaram esta dassificaçâo,
inclu-indo os anirenldeos em oulras familias. KEVSERLING (1879) os colocou em
Oras-soidas, assim como S'MON (1884), sendo que este i,ltimo considerou como subfa-ml1ia Anyphaeninae, em Drassidae. KEYSERLTNG (1891) tmlou o grupo com"
subfamilia em Clubionidae, a qual é muim ーイセゥュ。、ッウ@ anifenidcos, A proposta de
KE;YSERLING (1891) foi seguida por muitos amores no decorrer dos anus subseq!lcn-tes, dentre ・ャ・セL@ BANKS (I M92), P',TRUNKEV'TCIl (1928). BRYANT (193 I) c COMS TOCK (1948). SIMON (1897b) mantcve essas aranhas em Clubionidae, tratando-as como grupo Anyphaeneae. Este sistemil foi seguido apenas por BERLAND (1913). F.O.P.-CAMBRlDGE (1900) é O segllI1do a referir-se a Anypllacnidac como família, seguindo H!;RJlI:AU (1878).
rNカゥウャッ、・aョケーィhャQゥョh。ョャカ・ャ、NァVョ⦅ョ。rセゥッn・ッャイッーゥ」。ャBL@
Esta polémica perdurou por quasc SOanos até o aparccimento dos trabalhO$ de CtllCKERING (1937; 1939), KASTON (1948)e Pu"TNICK (1974)que reconllcce-ram o status de Anyphaenidac como família. mセオNNッMleGjto⦅@ a panir de 1937, passa a tratar Anyphacnidac como uma família distinta de Clubionidae. MELW-LEITÃO ( 194Ia) relacio/lOU a famflia com Gnaph05idae, Clubionidae e possivelmente aos Prodidomidae,dentrodasuperfamiliaGnaphosoidea,inclllindoaindaAnyphaeni_ dae em sua chave de familias sul-americanas. Em 1947b, apresentou uma chave para identificação de lOdosos gêneros de Anyphacnidac conhecidos até aquele momento.
A família Anyphacnidae aprcsentaacentuada diversificaç!lo C(!ntando. no momento. com 43 g':neros e aproximadamente quinhentaS espécies. distribuídas especialmente no cootinente americano, onde ocorrem quase 9!W. 、。Nセ@ espécies descritas. Atualmente, estádivididaem tres subfamilias bem caracterizadas (RAMt.
REZ 1995a): Amaumbioidinac, reprc.\Cntada por 23 ァ↑ョ・イッセL@ a maioria americanos,
exceto Amaurobioides O. P.-Cambridge. com ocorrência no Chile, no sul da África
e Nova Zelândia (FORSTER 1970). Malenellinac C(!m apenas um genero, Malendla
Ramirez. descrito para o Chile. Anyphacninac com 19 gêneros, dos quais um. Auslralaena, proposto por OERLAND( 1942) para a Polinésiae quatro com registros
pama regi!lo Neártica(Pu.TNICK 1974; oセescovQt@ 1991b).OgêneroAnyphacna
é o de distribuiç3.0 mais ampla. com e5pécil'$ paleárticas, ャャc£イエゥ」。セ@ e m:otropicais.
A espécie-tipo, A ac,vmlaula(Walckenaer, 1802),éumaespécieeuropéia.Pu".
rnlCK (1974) e l'L..>."rnt(;K & L ... u (1975) rcvi= os grupos de espécies I>One-amencanas
KEYSERUNG (1891) estabeleceu o gêllCro Aysha, com base em material do
Rio Grande do Sul. Brasil. descrevendo três espécies: A. prospera. A. KracilipeJ e A. fo/viceps. StMON (1897b) desigl>Ou A. prospera como espéçiNipo do gênero. ORF'sCOVIT(I992b) propõsogrupoprospera,inclllindo 29 espécies
O gfnem Macrophyes, proposto por O.P.-C"'MBRlDGE (1893), do México,
foi rev isado por BRESCOVlT{1992a; 1993d). O.P.-C"'MBRtDGF. (1895)eslabeleceu Walfila, para três espécies mexicanas: W po/lidw, W proximas e W. di""rSIIS. SIMON (I 897h)desigl>Ou W. pol/idas como espécie-tipo. O gênero TeudiJ proposto por O.P.-CAMBRlDGE (1896), conta atualmente com cerca. de setenta espécies descritas. StMON (1897b) ーイッーセ@ dois novos gêneros, fsigonia e TC1Ilnida. O primeiro foi sinonimi7.aOO com TClldis pelo próprio StMON (1903c). BRESCOVtT (1991 a) イ・セ。ャ ゥ 、ッオ@ o gênero Isigonia. O gênero tセュョゥ、。@ da Venezuela, abriga hoje cirlCO espécies. O gênero Sillus proposto por f.O.P.-C"'MBR1DGF (19(0) par.!
espécies da América Ccotral, tem como espécie-tipo S. alliguus (O.J'.-Cambridgc)
do MéxiC(!. StMON (19tHa) propôs Ta/anu. para unica espécie, T. riveti. StMON (1903h)descrç,·edoisgêneros,Patrera,espécie-tipo.!'fol'mslraeMesil/a,C(!ma espcrie-tipoM. Vil/;vellfrlJ,ecOfllaalualmente com dlJMespcries. OERu"ND( 1913) propôs o gênero Anyphaenoide. •. que para elt devia ser incluído no grupo das A"yphaena. A ・セ」ゥ・Mエゥーッ@ é A. pluriJentata Berland, 1913 e o gênero foi revisto
rcrentemente por BRESCOV1T (1992c). CI!AMBERL!N (1916) propl\c o gênero Que.
セィオ・ヲャ。L@ espécie-tipo Q. lumpra, com base em um espécimen imaluro. ORLSCOVIT : 1992c) sinooimizou este gênero C(!m An)"phaenoidcs. MEu..o-LElTÀO (1922)
erigiu Osodella, designando como espécie-tipo An}phaena ruhella Kcys.erling, 1 !!91, do Rio de Janeiro, Brasil. O gênero comportava sete espécies alé a rcvisão de BRESCOVIT (i993a), após a qual Osoriella voltou a ser monolípico, SOARES &
CAMAR(lO (1955) propõem o gênero Wulfilopsis, afim de Wu/fila c Anyphaena
Designam W. keysulingi,deColatina, Esplrito Sanlo, como espécie-tipo do gênero
Pu.rnrCK (1974), revisou a família Anyphaenidae paraa América do Norte e norte do México, incluindo os gêneros An>phacna, Aysha, Wuljila, Ory"oma e Teud;. Pl.ATN1CK & LAU ([975) revisaram o grupopc,'IOfOJa, do gênero Anyphaena, do México e América Central. Trabalhos recenles com anifcnídeos nrotropicais, da subfamilia Anyphaeninac, tt!m sido crmduzidQs por BRESCOVTT (1991 a; 1992a,b.c; 1 993a). Este aUlor propôs, ainda, qUalro novos gêneros: Hibana (BRESCOYIT
[991b); Lepajan (BREScOVtT [993b); Thaloee Bromdino ambos por I3RESCOVtT
(1993e).
Ape=do ・クーイ・セウゥカッ@ numero de gêneros e espécies e da imponànciadentro
da 「ゥッ、ゥカ・セゥ、。、・@ de algumas regillcs (StLVA 1992: HÓFER el aI. 1994), a ウゥセエ・ュ£ᆳ ticade Anyphaeninae ainda er.l ca6tica e necessilavadc ampla revisão. Muitos gêneros, como por exemplo, Teudis O.l'.-Cambridgc e Anyphaena Sundc"all, vinham servindo como reJlOSitório para ・ウー←」ゥ・セ@ que não apresentav:ml ッセ@ caracteres di:lj!;nólÍcos ・ョ・ッョエイ。、ッセ@ nas espécie-tipo. A maioria dos gêneros propostos no lim
do século passado, especialmente os de SIMON (1897a. 1903a,b) apresentam
des-crições pobres e carecem totalmente de ilustrnções. Outro falor de frustração para os que trabalharam com este grupo (BRYANT 1931; CHtCKERNG 1937; PLATNtCK 1974) é a pobreza de caracteres somátioo,. além da genitália. Atualmente a ",orfo-[ogia da genitá[ia das aranhas pode ser cOlllõideradaeomo 11m fator detenninante na definição de gêneros e, em alguns casos, até de fa",ílias
O objetivo des ta çontribuição é apresentar a re,·i.Uo da subramllia Anypha-eninac na Região Ncotropieal. A reorgani7..ação taxonômica desta subfamília foi embasada.cm minucioso estudo morfológico das espécies-tipo, dos ァセョ・イッウ@ de.'\Cri tos e de gêneros novos aqui propostos. Com este estudo a subfamília passa a se eonstitutirde 32 gêneros neotropicais, os quais são cardcterizadosed i:lj!;nosticados
com base nas セウー←」ゥ・ウMエゥーッ@ e eventuais espécies adicionais. São propostos 14
gêneros ョッセッウ[@ 12 sinonlmias novas: 70 combinações IlOvas; 16 espécies novas; uma chave para identificação dos gêneros ncotropicais セ@apres.enta-sc uma discuss.ào preliminar sohre a.. inter-rdaçõcsdo.\ gêneros de Anyphaeninae
MATERIAL E MÉTODOS
o
material exam inado pertence às seguintes in:;tituições, oomas
respecti\'assiglas utiliudas no texto (nome dos curadon:s entre ー。イセョエ」ウ・ウI Z@AMNH -
Ameri-ean Museurn ofNatural 1-listol)', New York (N.J. Plalnic.); BMNH - 'l"he !\'atural
Histol)' Muscum, London (P,D. Hillyard); CAS - Califomian Academy
ofScien-ces,San Francisco (C. Griswold); CRI' - Coleçcion Boli"ianade Fauna. La l'iIZ (R Altamirano); Cl\C - Canadian National Collections, Onlario (C. Dondale); CPDC - Centro de Pesqu.isas do Cacau - CEPLAC, [tabuna (P.S. Terra); CVA - Coleção
particu[arde Carlos Va1delTamaA., Bogotá; EMF-Essig Museum ofEntomology,
Univcrsily of California, Berkeley (c. Barr): FMNH - Field Museum of Natural
History, Chicago (L. Wathous); FMS - forschungsinstitut und Museum
Sen-ckenbcrg. Frankfun A.M. (M. Grasshoff); FSCA - Florida State Collection of Arthropods. Gainesville (G.B. Edwards); HEC -I lope Entomological Collectioru.
Oxford (I. Lansbury); IBNI' - Inventario Biologico Nacional, Museo Nacional de
IlistoriaNatural del f'araguay. San Lorenzo (J.A. Kodlaika); IBSP - Instituto
Butantan, S!lo Paulo (A. D. BrescQvit); lNPA -Instituto Nacional de Pesquisasda
Amadktia, Manaus (C. Magalh1ies); IRSN - Institut Royal des Sciences Naturelles
de Belgique, Bruxelles (L. Baert); JAK -cッャセ@ particular de Jolm A. Kochalka,
San Lorenzo; MACN Musco Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Riva-davia, Buenos Aires (C. Seioscia); MCN - Museu de Cicncias Naturais, l'undao;lIo Zoobotfulica do Rio Grande do Sui, Porto Alegre (E. H. Buckup); MCP - Museu de Cieneias, Pontifida Universidade CatOliea do Rio Grande do SuI. Porto Alegre (A.A. Lise); MCZ - Museum ofCompamtivc Zoology, Cambridge, Mass. (H. W Levi); MIK1 - Museu de Hist6ria NaMal Capllo da Imbuia, CUritiba (M. Braga); MIINB-Museum D'Histoire NalUrelieBale, Basel (A. Hiinggi): MLP-Museodc La Plata, La Plata (C.S. de Licitra); MNI·IN - Mustum National de lIistoire Naturelle. Paris (c. Rollard); MNRJ - Museu Nacional, Univcrsidade Feder.tl do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (A. B. Kury); MUCV - Musco de Biologia, Universidad Central de Venemela, Caracas. (R. Candia); MUSM - Musco de I listoria Natuml, Universidad Nacional de San Marcos, Lima (D. Silva); MZLQ -Museu de Zoologia da "Luiz de Queiroz", Piracicaba (A.D. Paschoal);
MZSP-Museu de Zoologia, Universidade de sao Paulo, sao Paulo (J. L. Leme);
NATU-RA TINS -fオョ、セ@ Naturezado Tocantins, Palmas (A.M.R.M. Ferreira); NHMW
-Naturhistorischcs Museum Wien, Wien (J. Gruber); PAN - Polska Akademia
Nauk. Wmawa (I. Proszynski); RLCB - Colcclo panieular de Renncr L.c.
Ilaptista, RiodeJaneiro; SMNH -Swedish Museum ofNatumlliistory, Stockholm (T. Kronestedt); SMNK -StaatlichesMuscum flIrNamrl;;unde Karlsruhc, Karlsruhe (H. HMer); UNESP - Universidadc Esbdual Paulista. Campus de Botucatu, Botu-catu (LM.P. Rinaldi); UFSM - Universidadc Federal de Santa Maria. Santa Maria (L. Indrusiak); UFBA - Uni\'crsidade Fedeml da Bahia, Salvador (T.K. Brazil); USNM - National Museum ofNatuml HistO<y, Smithsonian Institution, Washin_ gton D.C. (J. Coddington); 2MB - Museum flIr Naturl;;UI1de Zentmiinstitul der
Ilumboldl-uョゥカ」イウゥエセエ@ zu Berlin, Berlim(M. Moritz); ZMH -Zoologisches Institut
und Zoologischcs Museum. Univcrsitlit HambUlg, Hamburg (H. Dastysh)
tイ。エ。ョ、ッMウ・、・オュ。イ・カゥウャャッ。ョゥカ・ャ、」ァ・ョ・イッウL。ーイ・ウ・ョャ。Mウ・。、・ウ」イゥセ。ッ、。@
e5pCcie-tipo {excdo pam aqucles revisados ou propostos recentementc, como BromclilUl Brcscovit e AII)phaellOide.r Bcrland)e mais uma ou duas especies a lim de melhor cara\:terizaro g!nero. Naquelesgcneros deste trabalho, em que 0 11!1mero de especies doelcnco corresponde aonumerodeesptcies dcscrilas, como pur
cxemploem 19uarimllgcn.n. e Umuaragtn .n., considem-sc uma revisllo complcta.
Mensurao;res. Todas as medidas sao upressas em miHrnetros (mm). 0
comprimento total foi medido em vista dorsal, da borda do clipeo an apice do tuberculoanal.nioincluindoasqucliceraseasfiandeiras.Ocornprimentoelargura
da 」。イ。ーセ。@ c do abdomen repn:scntam os valores maxirnos no esptcimen. A altum
do clipco foi tomada em vista frontal, a partir damargem anterior da earapao;a ate a rnargem anterior dos oillos medios anteriorcs. A filadeolhos anteriores foi rnedida em vista dorsal e ados po:stcrioreS,em vista frontal. 0 comprimento do quadningulo ocular medio represellla a distancia entre a borda aoterior dos olhos medios anteriorcscabordapostcriordosolhosmediosposterioresefoimcnsuradoemvista dorsal. As largur.tS anlerior c poslerior do quadrfulgulo referem-sc adistaoeia entre as bordas laterais dosolhosmCdiosde cada fila. A larguraanteriorfoirncflSurada em vista dorsal e a posterior em vista frontal. Os diametrosoculares foram tornados com os olho! posieionados de perfil c mcdida apenas a distaneia entre as margells da romea, exduilldoa pigmenlao;l.o eseura circundante. As interdist5ncia.' oculares foram tomadas em posilj'Joo dorsal para 05 ollios anteriores e frootal para os posteriores. II intcrdisl:incia entre os olhos laterais foi medida em vista dorsal
A tcnninologia utili:r.OOa para referir-se a J;urvatwadas filas oculares anterior e poslerior segue LISE (19M I). 0 comprimenlo das queHcerns foi mensurado em
ーッウゥセャゥッ@ lateral e 」ッイョ[セーッョ、・@ セ@dist1n.cia entre a base do eOlldilo basal e a margem
apical do segmcnto basal da quelfcera, excluindo a garro. 0 comprimcnto dos articulos !las remM foi medido em vista lateral, na linha dorsal de cada articulo, segundo 0 procedimcllto de GRASSHOFF (1968)
Morfologia: Espinulayilo. 0 numero e disposi<,;ao dos espinhos das pernas s!o exprcssos de acordo COm a 1l0t3\';\(l de P1!lllUNKIlVtTCH (1925). Na 、・ウ・イ[セッッ@ gent!rica e foroecido 0 padrno de espinul3l'llo tlpico para 0 genero, sendo que na'i
、」ウ」イゥセッ」ウ、・・ウー・」ゥ・ウヲゥァオイ。。ー・ョ。ウ。・ウーゥョオャセッッ、ゥカ・イァ・ャャエ・、・ウ|・ー。、ャQNッ@
I"ricob6tria. A terminologia adotada para esta estrutura segue STEYSKAL (1991)
Geniti.!ia. 0 palpo do m:lCho foi irncrso em ウッャセャゥッ@ aquosa de hidr6xido dc potassio (KOIl) a 10%, em temperatura arnbicn\e, porum periodo de 12 a 24 horns. Ap6s. foi colocado em :}gill dcstilada para ・クー。ョセ@ e observacllo das cstruturas. Para cxame das esperrnateeas e dos ducto:s, 0 epigino foi destacado do abdomen e cxaminado imerso Cnl 6100 de eravo confonne \&nica proposta por r .lWt (1965). A terminologia das estruturas do palpo dos mao,;hos scgucm CODDINGTON (1990) e
GRtSWOLD( 1990). e as estruturas intemas do epigino scgucm,em parte, StERWALD
(1989).
Abreviaturas utili7;w!as oas 、・ウ」イゥセゥGi・ウZ@ (A) atrio; (All) aba; (AF) aberturas de copula"ilo; (AM) ap6f1r.c: media; (AP) ap6fisc patelar; (APE) ap6fisc do proresso cmb6lico; (ATIl) ap6fisc tibial basal; (ATO) ap6flsc tibial dorsal; (All') ap6fisc tibial prolate",l; (A TR) ap6fise tibial rctrolaterul; (BA) bonlaanterior; (BAE) base alargarla do cmbolo; (BE) base do embo lo; (ilL) borda lateral do epigillo; (C) dmbio; (CA) condutor de Anyphaeninae; (CO) concxllo do proccsso emMlic/> com tegulo; (d) dorsal; (OC) ductos de copulao;!o; (DE) duCIO ejaculat6rio; (DF) duclos de ヲ・イエゥャゥセャゥッZ@ (DM) depressilo mediana; (E) cmbolo; (EE) espennatecas; (F) fllndll$; (fga) flisulas d<lS glaodulas :lCinifonnes; (fgp) fmulas das ァャ。ョ、オャ。Nセ@ pirifor-mes; (HB) hem3lodoca basal; (HM) hematodoca media; (OLA) olhos laterais anteriorcs; (OLP) olhos laterais posteriores; (OMA) nlhos medias antcriotcs; (OMP) olhos medios posteriorcs; (p) prolateral; (PSE) proje:¢o da base do embolo; (P) peciolo; (PE) processo emb6licn; (PEP) placa epiginal; (PP) pars pendula;
Revi.iod.Anyphaeninae. nivel de ganerono Regilo Neotropical, ..
(PST) ーュェ・セャャッ@ distal do subtegulo; (PTP) ーイッェ・セッッ@ legular prolalcral; (PTR) proje<;1o tegular retrolateral; (PTV) pmjc<;oo tcgular ventral; (QOM) quadrfulgulo ocular medio; (r) retrolalcral; (R) rescrvatorio; (RS) recept.iculo seminal; (ST) subtcgulo;(Dttgulo;(v)vcntral
As fotornicrografias foram elaboradas em microsc6pio de varrcdura sエ」イセッᆳ cam, modd" CAMIIRtJ)()E 73654, do Laboratorium fur Eleklmnenmikrosi;:opic da Uni\'cnidade de Karlsruhe, Karlsruhe, Alcmanha c modclo JeQl 5200, do setor de
micmscopia elctronica do Museu de Ciencias NalUrais, iGオョ、セ@ Zoobotanica do
Rio Grande do Sui.
TAXONOMIA
Anyphaenidae Bertkau, 1878
Anypllaooidao Bertkau, 1878; )14, )29; F><",,!ipo: A""f'I-"" Sundev>tt. IBn. .·.o.r . .(;amb .. dl!". 1900:92,SH.Pctruni:<vit<h.19B:>66.-CID<kcring,1936:37b,3!J._R<""""".,t9J1.42._ Mcilo-l.citio, 194Th: 289. -IIoomc1, 19S5: lsO .• Brignoti, 19S3: sIセ@ Plalni<;k. 1974. 211; Plotinick,I9S9:4Jl;Pla1ini<l,I993:S92
dイ。ッウ\^ェ、。ウセ@ t«yS<l1in& 1879: 323 (parIim)
Dr=idao: 5i"""" 18M: 129 (poniml
cQオ「ゥッョゥ、。ッ[kセゥョ@ .. JB9I'S2(ponjm),-Simon.l897b:74
Amwrob.,ididao Hkkrnan, 1949: 31; SO .... ,<>-tipo, NヲBBLセセ@ 0 .1'.· c。ュ「イゥ、セ@ 18&3. _ P""' .... , 197U: 16S.-Ptatnkk,1974:211 ('yn.}-iUmi", .. 19')5.a: 373
··Mj''''Bidac:;I.cllli""".1967'l2U(parlim)
Diagnose. Oistingue-sc de outra.<; familias pcla ーイ・ウ・セ@ do espiraculo Ira· qucalafasla"odasf,andeiras,pelosramosciastraqu/!iaspenc!raremnoccfalotorax e pernas c pelo;; tarsos com fasciculos subungueais parcados, composlOs de pelos espatuladosdisposloscm2·8filas.
o」ウ」イゥセAiッN@ Rccentcmt;nle redescriU por RAMIREZ (1995a)
cッューッウゥセN@ Tris subfamflias, Anyphaeninae, Amaurobioidinae e
Malcnc-!linae
Anyphaeninae Bertkau. 1878
Ab)'pharnidoc:Bertbu, 1878: JS8; gbIe""lipo:.ffi)pI»<"" Sundtvall, iセjェ@
aョケーィ。・ョゥョ。」Qャ\イエセ。オL@ QX WセZjQYN@ S...,.,. 1884.
no.
Anyp/l>er><ae.5i""",. U97b: 74,&9 Anl'phamidac;ChickerinJ,19l9'SO.
Diagnose. Queliceras com mais de qualm dcnt!culos na rctromargcm. cspi· raculo Imqueal aproximadamcnlc no meio do ventre ou entre 0 mcio do ven!", C 0 sulco epigistrico (Figs 27; 93) e palpodos machn. cOm I,;gulo oval ado. inteiro. scm o suleo por ondc cXlravaza a hcmalodoca media (Figs I: 16; 23 C ver RAMt!!F.J. 1995a; Figs 28-29)
d」ウ」イゥセッッN@ Araneomorfas, entciegin1lS, acribcladas, de pequcno a mMio porte, comprimcnto IOlal (machos e remcas): 2,50·14,00. Caravaca oval, sub·rC\aI]· gular, sub-cireuJarou relanguJar, gcralmcntecstrcilada alllerionnenic c mais alta na
regi:'locctalica.SulC()tor.lcicoprcsente.Qlhoshomogeneos.Filadosolhosantcri-ores. em vista dOf"SaI,f'Xyrvae dos posteriorcs, namcsmavista,procurvaou reta QOM tr.lpCwidal. Chi/urn prcscnte (cxeeto em Lepajan. ausentc) intciro e ;nennc. Quelicer.lS polim6rficas nos machos, sempre mais longas, podendo ultmpassar 0
comprimento da 」。イ。ーセ。L@ com 3-6 dentes na promargem e 4-12 dcnticulos na
rctromargem. Enditos paralelos, mais longosquc largos, <k borda apical arrcdon-dada,pilosa,comcsc6puladcnsanamargcmintcmaetufodecerdasapicais;serrula em urna (mica fila de denticulos. Uhio livre, mais 10ngo que largo. constricto submedianamente e geralrnente escavado no apice. Estemo rnais longo que largo, de apice IIUncado e base subtriangular ou arredondada. Triangulos pre-coxais prescntcscntrcoestemo c ooxasl-IV
Pernasvariandodedclgadasarobustas,comtrocanteresrccortados e e,c6-pula 005 metatarsos e tarsos [ e II. oセウ@ [iriformes retrolater.tis nas palelas 1-IV.Tibias e metatarros I-IV com espinhos ventrais. Tricob6uiacom distinlO sulco transversa.ldislalemarcadaporfinaseslriasiongiludinaiselransvert.ais(Fig. 294). I"ricomas das Iricob6trias plumosos. em fila don;a! subre 0 metatarso e tarw I-IV (fig. 293). Org:1o tarsal capsulado, COm allerturaalongada,tenninMdo em fenda estreita(Figs233;292). Tarsosdaspemascomduasunhaspectinadas. Fa."<Ciculos
ウオ「オョァオ・。ゥウセュRHIオT@ filas de pelos espatulados (Fig. 127). Tarsodo pedipalpoda
femeacomumaunhapeclinada
Abdomen, cm geral oval (Fig. 26),suboval (Fig. 146)oulongoeestrcito (Fig. 140) com tufo di<tinto de e<:rdaslongasnaoordaantcrior eesparsasnoresto do dorso. Espinlculotraqueal recurvado, no mcio do カセョャイ・ッオュ。[LーイVクゥュッ、ッ@
sulcoepigastrico. Fiandeirasanterioresronicas,bissegmenladas, comsegmcnto
ーイックゥュ。ャ」ゥャゥョ、イゥ」LLセ、ゥウエ。ャ」オイエッ」エイオョ」。、ッL」ッョエゥァオ。N^ョ。「。ウ・L」ッュカ。イゥ。、ッョオュ ・イッ@
depequenasfUsulasdasglandulaspiriformes{fgp)eduasautsfUsuJasdagl:indula
ampular, pr6ximas
a
margem intema (Fig. 197). Fiandeiras mediasunissegmema-das, cilindrica" セオイエ。ウ L@em geral com duas ヲuウオャ。Nセ@ da.\ glfuldulas ampul ares sewn-darias, "arias ヲuウオャ。Nセ、。ウ ァ ャZゥョ、オ ャ 。ウ。」ゥョゥヲッイュ・ウHヲァ。I・ ウ・ ュ。ウ@ ヲオウオャ。ウ、。Nセ ァ ャゥゥョ、オャ。ウ@ cilindricas (Fig. 198). Fiandeiras posteriores, urn エ・イセッ@ mais longas que as demais, cilindricas, bissegmemadas, com segmentoproximal cilindricoedistal conico, com variadonumerodcfUsulasdasgl5ndulasaciniformesescmasfusula\dasgliindulas eilindricas(Fig. I99). Tuberculoanaldesenvolvido,subtriMgular.
Palpo do macho. Femur: dcsprovido de ap6fises e apresentando suave curvatura prolatcml, no ten;:<! basal e espinu1av:!o dorsal normalmente dO·I-l, pO-O-2,rO.
Patela:n.1omodificadanamaioriadosgeneros,maspodcapresentarap6fise
patelar(AP) relrolateral edistal em Teudis (a1gumascspecics),Pippuhono, Glollie/a
e Jessica (FillS 76; 79; 121 ; 299). n」ウエセ@ ultimo genero, pode aprescntar ainda re'luenas ap6fiscs medim (Fig. 79) ou ser escavada relrulatcro-distalmcnte. Em Thafoeaprescntadctresaquatroap6fises,dispostasnoapiceounabase(Fig.45)
Tibia: norma/mente mais curta que 0 dmbio, mas pode apresentar-se muito
longa,
ate
アオ。Nセ・@ duas vezcs () n.mprimento do cimbio, em Macrophyes (fig. 142)Ap6fisetibiaJretroJateral(ATR)presenle, emgeralsimples,acentuadaemlguarima
e To/ana (Figs 86; 228) 01.1 muito reduzida em lIocamba (Fig. 205) e bffida em
RevIU<> oi. aョセーiオッッョゥ@ ... e nlvel oi. g6.,.ro na Regilo Keotropical ...
Timbalw, Uma"ra e Xiroa,,,, (Figs 164; 246; 276). Além desta. podem aparecer oulras apófises na face r<:trolateral, que fonnam um grupo complexo em Ay.<ha (Fig 260). Apófi'lC tibial dorsal (Aro) prcf>Cnle apenas em Aljassa (Figs 285; 290) Apófise tibial prolateral (ATP) ausente na mworia dos gêneros. Encomrada em Xiruana, onde aparcce disial c curta (Fig. 276)
Clmbio (C): o\'alado na maioria dos gêneros (Figs 1; 7); cstreito. de ápice muito alongado em Parrero c Osoriello (Figs 46; 270); com base distinta em Macrophy&'i (Fig. 142); ou, achatado e quase arredondado em Budupiella (Figs 179· 180). Apresema projcçl!.o rclrolateml basal. curta c sublriangular em KOlissa e
Tofono (Figs 100; 227): c. extremamente descnvolvida.lcmhrando um paracímbio,
em Timbu/w (F ig. 163; 171), AljoSJO apresenla um su lco retrolateral 、ゥセエゥョエッN@ que ahriga a região distai do êmoolo(Figs 285; 290). Projcçãodorsal basal exclusiva em Ilocomha (l'ig. 205); e em espécies de Palrera (Fig. 54), e de Aysha, subgn.po lOenioUJ, do grupo prospera (Fig. 264).
dゥ|GゥNセッ「。ウ。ャ、ッ「オャ「ッ@
I. Pcciolo: csclerotini:r.ado e na maiorpartc dos gêneros tem forma subtrian· guIar (Fig. 30) ou suh-rctanguJar, como em Wulfilo c Timbuka (Figs 1&; 173); hipsilóide em TaJano e Unnmra (Fig. 247); ou. fakiforme em Oranielo (Fig. 123) ou ainda ovalado cm Alja. ... a (Fig. 286)
11. Hematódoca 「。Nセ。ャ@ (HB): desenvolvida. transparente e débilmcnte "s-cle-rotinizadaem todos os gêneros
111. Sublégulo (ST): em ger .. 1 caliciforme (Figs 12; 19; 37; 69), em média com 3-6 anéis sem icir<:ulares incomp letos (Figs 19; 81), ou inconspicllOS como em Igllorima C Pippuhona (Figs 88; 302). Projcçào suhtegular (?Sn distaI eurta em SilluJ, Ta/mIO e lIocornha (Figs 30; 207; 230); alongada cm Pippuhanu (Fig. 302) c extremamente projctada em Palrel'o(l'ig. 50). No palpo em r<:pouso. o subtégulo
、・Nセエ。」。 M ウ」@ pralalcralmcnlC cm Oroniela c Tofana (Figs 121; 227) c dc ["m.a
accnltmda. na basc do tégulo dc tupelliono(Figs 153; 157).
IV. F undus (F): em geral anlplo e parcialmente embutido no subtégulo (Figs 12:50).
Divisão média do bulbo:
I. Hemalódoca média(HM): ocorre em todos os gêneros, flexível, curta nin expansí\'el, conectando o 5ublégulo e o tégulo (rigs 5; 30)
lI. Tegulo
(n=
csclerotinil.ado, de fonna o\'óide. em geral com uma porção ampla. exposta vcntralmente. por ondc corre a maior parte do reservatório (Figs 3; 18). O reservatório (R) assume varios percursos: em "U". em Sil/u.., Thaloe e 19l1arirna (Figs 24; 44; &5); em omega no gênero Te1ldis (Fig. 67); em "5" im'ertido :m Anyphaenvide;·(Fig. 94); fonnando um arco rctrolatcral em OlOnic/o(Fig. 121); :>uainda,indistinlo no palpo em repouso dc Parrera (I'igs 4i; 53)111. Apófise médi a (AM): pres-cnte. 」セ」」エッ・ュ@ Irolamon(Figs 193; 2(0). onde :sta redupo oU perda, parece ser sinapomórfi"", para O gênero. Locali:mda em uma l35C membranosa e tlcxlvcl do tcgulo. de inserç!lo relrolateral. nonnalmcnte no !:IVo apicaJ (Figs 16; 35). mas pode ser mediana Cm Tafona(Fig, 228) ou basal em IIj=so (Fig. 285). Geralmente digitada, de ápicc cur.·ooo, c lc\'cmentc csdcrolini·
zada(Figs 1-2),Em Teudisélaminaremuitolonga,distalmentcsujX>ltandooápi ce do êmbolo (Fig, 61); em I/oc()mba aparece bífida (Fig. 204); cm Tlwloe, volumosa e elaborada (Fig. 44); c muilO rcduzidaem Budrupiellu (Fig. 119).
IV, "Condutor de Anypbaeninac" (CA): as eslrulura', aqui 、セウゥァッ。、。ウ@ "condutores", ーイッカ。セ、ュ・ョエ・@
nao
são hom6logas às e:stnnuras designadas como condutores em oulras familias(ex. Corinnidae, Clubionidae, Miturgidac (DONDALIl& r edBeセ@ 19112: Fig, 38; BONALOO 1994: Figs 10-15»ou mesmo ao coodutor da
ウオ「ヲ。ュャャゥセ@ Amaurobioidinae (RAMIR.EZ 19'95b, Figs 22, 24. 26-28). Esta estrutura édcfmidaclassieamenleeúmoumprocessoquesc:originadotéguloeesláassociada ous ... portaaponl3doêmbolo(COMSTOCK 1910; LAMORAL 1973; URlSWOLD 1990). Esta funç1!o eadesignaçãodeeslrnturas nno homólogas como condlJtortêm sido alvo de criticas, especialmente quando algumas destas cstruturasdcsignadas eomo
」ッョ、オエッイL」ウエ ̄ッ」ッョ・」エ。、。ウ。ッエ←ァオャッH」クLaイ。ョ・ゥ、。」NpゥウN。オイゥセI・ッオエイ。ウNアオ。ョ、ッ@
fazem partcdadivisãoapieal do bulbo(ex, Linyphiidae)(SlERWALD 1990; CODDIN_
GTON 1990), Em Anyphaeninae as estruturas denominadas de "condutor de Anyphacninac" cstlio cone\:tadas ao tégulo e presentes apenas em LUfJ"rlian", Xiruana. e Pippu/lana onde parecem exercer a fUllçâo definida para a mesma. Em ッオエイッセァ↑ョcios@ da subfamilia, esta função pode ser excreida pelo âpiceda apótise média, como em Teudis (Fig. 67); ou por wn alargamento, sulcado lateralmente. da
base do êmbolo, como em llibana (Figs 219; 221); ou por prolongamento distai do
cimbio(Osoriella, Fig. 210)o ... mesmo, por um sulco rctrolater.d nabordadocímbio (Aljassa, Figs 285; 290). Em Lupelliana,Xiroana. c Pippu/latUl o condutor é um prolongamenlo acentuado, originado da pan:dc do tégulo (Figs 160,280.301),Nos dois primeiros. tem base largae apicalmente forma uma calha, onde repousaoápice
do êmbolo nn palpo não ・セー。ョ、ゥ、ッ@ (Figs 277; 279: 299; 302). Em Lupettiana é um
prolongamento longo. estreito c sinuo.>;o. normalmente entre a ーイッェ・セッ@ lcgular ventraleaapóflsemédia(Figs 153; 157).
V. ModifiC3yõescspeciaisnotégulo: projeção tcgular vcntral (PTV),ocorre no palpo da maioria dos géncros da subfamilia. É wn prolongamento distai do tégulo.que se aprcscntaC3c1erotiniudo.estrcitoe longo (Wu!fila: T/la loe.;Figs 16;
44); esderotinizado,largoecurto (Teudis;Oloniela;Figs61; 121};quaschialino.
largo e eurto (flocomba; Xiruuna; Figs 204; 276); ou. bastiforme. levemente esclerotini7ado (Je$,rica e Iguarima, Figs 79; 81). Em Timbukn e Buctupiella lem uma parte hialina,qucacompanha3/4datrajelóriado longoêmbolocprojeta-seda hase do tégulo, onde sc: aprcscntaesclerolini7.ado e lingUiforme. com função de suportar o êrnboJo (Figs 163; 119)
!'rojeçno tcgular prolatera! (?TP): presente em Anyp/laena c Wu/jila, origi-nando-se pro lateralmente, entre a !'TV c a base do êmbolo. Em A;ryp/lacna aparece laminar,deápiuarredondadonasespécicsdogrupoceler(Figs 12-13)eeurta, subtriangular c eneúbcrta pela PTV no grupo acccntuaw (Figs 3-4). Em W,,/jila aparece laminar. estreita. de ápice suhtriangular e parcialmente encoberta pela PTV em muitas espécies (Figs 16; 18·19)
Projeçnotcgularrctrolatcral (PTR): detcclada em Anyp/laena, onde locali· ;:a-se relrolaleralmente no t6gulo.logo atrás da AM. No grupo cefer(Figs 8; QRIセ@ acentuada., esclerotinizadaede forma alongada c subquadrangular,nnoencoberu
rセ@ ... I"O de Anyphnnlna •• nlve l d. u6n.ro na R'1Iiio Neotropic.1...
pela I'TV; no grupoacccn/ua/a (Fig_ 03) é curta, pouco csdeTOtinizadae quase toda
encoberta pela PTV; nos grupos pecloroSl1 セー。」ゥヲゥ」ャQ@ são ineonspicuas (PLATNICK
1974: Figs51-S8,63-65). J)ivisãoupieal do bulbo:
1. Processo cmbólico (PE): presente em nove generoso Consliluido de Uma estrutur,;. hasal ao embolo, cselerotinizaoJa, de forma anelar (A,ysha, Os()riclla; Figs 259; 273), cônica (Taflma, Pippuhana, Figs 229; 302) ou tuhular (XU"uana, Fig 279). EstácoJJCCtado pclabasc com o léguJo, em oma pequenaãrcaoJa fa(:c prolateral (CO; fゥァセ@ 265; 280). EmAyshapro,/X'ra Keyserling, HIltSCOVIT (J 992c, fゥァNセ@ 8-9) o processo embólico é apresentado como se estivesse conectado ao téguJo por uma hematódoca dista!. Estudos posleriores de outros palpos expandidos, do gêne'"
Aysha, revelaram a inexislênciadahemaloooca distai em Anyphaeninae e que o PI:
está conectado ao tégulo (como na rig. 265). Aparentemente houve excesso de força,dur.mte a tração da região apical,porocasião da expansão do palpo. O PE, pcrcorridonocentropclapartedistaldores.ervaIÓrio(Fig. .. 229;265)podeapresentar ou não ap6fises distais ou latcrais(APE), sendo mais comuns nos PE andares (Fig 266).
11. Ducto ejacul;uório (DE): visível nos palpas com êmbolo laminar ou
parcialmente laminar (Fig. 54; 179). Nos gênero, em que noo ocorre PE, penetra
d iretamente na base do embolo (TeudiJ, Iguurima; figs 70; &5). Nos palpos com PE, de forma cônica ou tubular, oducto ejaculatório pereorre todo o PIO ,penetrando
na base do êmbolo (Xirrwna, lIariria; Figs 280; 312). Naqueles com forma anelar,
é amparado por uma pequena pars pendida e penetra no terço basal do êmbolo, próximo às 。ーVヲゥウ」Zセ@ distais (Aysha, Osorie/la; Fig. 265; 273)
m.
Êmbolo (E): esdcrOlinizado, contémo
dueto ejaculatório e origina-se prolatcralmente. Apresenta-se filiforme (Fig-' I: 16); laminar (Fig. 179) ou espini -forme (Fig 200). Em 5illus e Ij;?uarima é cuno e cónico (Fig. 24), em Timbuka c Buckupiella é desenvolvido, longo c enrolado (Figs 171; 179): em Anyp/raennide.! c TaJana apresenta projeção basal côniça (Figo 230): em Hihana tem a base muito alargada (BAE), encobrindo o PE c, às YCze.5 ponando uma projeção (Fig. 219; IlRESCO\1T 1991b: Figs I: 11; 17) eem muitasespé<.:iesdePatreraaptesentlLa base engrossada, serrilhada ou com projeções セオ「ャイゥ。ョァオャ。イ」ウ@ (Figs 46; 54)IV .I'ars pendu/a (Pl'): reSlritaiiqudes gêneros em que o PE é anclar(AY"/m, o..oriel/a; Figs 265; 273). Está localizada entn: o I'Ii c a base do êmbolo, c parda passa0 ductocjaculalório (Fig. 265)
Epígino. Estruturaextema: formado basicamente pclas borda., later,;.i. (FI L), em geral, esclerotini/Awas, que podem ser retas ou curvadas (lIihana, Ay.!ha, Aljassa, I'igs 223; 261; 287) ou ainda, sinllOsas (Patrera, Taftma; Figs 51; 231); uma borda anterior (BA, Fig. 82), nem sempre acentuada ou que pode estar substituida por placas e piginais (PE P; Fig. 261) ou uma alm (AR; Figs 51; 249); e, um átrio (A; Fig. 51) mediano, formado enlre estas bordas, a anterior c as laterais
No átrio pode-scencontrarem alguns gêneros uma 、セーイ・ウウN。ッ@ semicircular mediana
(OM), como em An>1J/rocn<>iocs c Hilx.ltla (Fig. 97; 223). Alterações dcste padr50 básicopodemserobseryadaseaprescnçadc.xnasestruturaspareeemexclusivas para alguns gêneros, ou grupos de gêneros. A presenç.l de um eS<.:apn formado por
um alongilmentoda borda anterior, ocOlTe apenas em Temnida(Figs214;216), Um
ウ」ーャッュ」、ゥ。ョッャッョァゥャオ、ゥョ。ャ・ャ。イァッ。ー。ョNッ・・ュtゥュセオォ。・xゥイオ。ョ。Hfゥァウ@ 167;281),
mas em /llXomba, apresenta-se trans\'ersal e estreito (Figs 208; 210). Em Buckupi-ella há uma placa anterior, bis.suleada na base, com a regi:lo posterior mostrando OS duetos por lran5parcncia (Fig. 182). Em urn grupo de esp6:ies de Wulfila,
°
eplgino lern duas placas sobrepostas, formando um pcqueno átrio basal,ondcse localizam as aberruras de fecundação (figs 14;20). As abenuras de fecundaçi!o(AF) locali-zam-sc, normalmente, sob as bordas laterais, nas regiões mediana ou basal. Emtゥュセオォ。@ e Xiruana são anteriores, provavelmente devido a presença do seplO
mcdiano(FigsI67;281). Eslruturasinlemas'
1. F...spermatecas: em número de duas, globosas ou ovaladas, normalmente basais e quase juntas (Figs 6; 32). Em Umllorae Pippu;umo (Figs 250; 304) são renifonnes; em Buc/wpiella são globosas, mas anteriores e muito afastadas entre si (Fig.183)
11. Receptáculos seminais (RS): ausentes ou inconsplcuos na metade dos g!neros da subfamilia. Nos demais, encontram-se geralmente acoplados às esper-mateeas (Fig. 52) ou no terço basal dos duetos de eopulaç:lo (Fig. 83). Em WulfilopsiseTimbuioesUlonolerçodistaldosductosdecopulaç;\l)(Figs40; 168)
Sua formageralcglobosa(Fig.78)ouovalada(Fig. 262),ligooosaestreilOSdUClOS,
ineonspícllOS em Pa/rera (Fig. 52), muito curtos em UmtlOra, Halilia (Figs 250;
314), relativamente longos em Teudis (Fig. 78) ou extremamente longos em Aysho
(Fig.262).
111. Ductos de eopulaçâo (OC): InconspicllOS em Mesil/a e fla/aman (Figs 151; 203). Muito curtos e largos em Sillus e I/ocomba (Figs 32; 209). Na maioria dos gêneros são 10ngos,estreilOS e sinuosos (Fig,s 40; 52),aprcscntando-se mui to enrolados em /guorima, Hibana (Figs 90; 224); enovelados em Buctupielfo (Fig 183) ou formando uma exclusiva espiral anterior, em Timbuka (Fig. 166)
IV. Duetos de fenili7JlÇ1o (DF): estreitos, alongados, ás vezes curvados, em geral não maiores que o comprimcnlO das espennatecas e dispostos na base das espennatecas (Fig,s lO; 32). [nconspícuos em Buckupid/u (Fig. 183) e em algumas ・ウー←」ゥ・ウ、・wオAヲゥOッーッ、・ュ。ー。イ」セイ、ッイウ。ゥN¢ウ・ウー・イュ。エ・・。ウHfゥァ N RQIN@
Elenco. tイゥョエ。 ・ エイ・ウァセョ・イッウL、ゥウエイゥ「オャ、ッウョ。ウイ・ァゥャャ・ウp。ャ 」 £イエゥ」。」oイゥ・ョャ。ャ@ (apenasrcpresentanlesdcAnyphoena),Polinésia(sómenteAlISlra/aeno)eosdcmais nas regiõcsNeánicac Ncolropieal
Chave para os gêneros neotropicais de Anyphaeninae
I. EspirácuJolraqueal localizado aproximadarncnte no meio do \"entre(Fig. 27) . . 2
セeウーゥイ£」オャッエイ。アオ・。ャャッ」。ャゥWN。、ッョッエ・イッ。ョエ・イゥッイ、ッ|G・ョエイ」HfゥァNYSIN@ 8
2(1). Enditoscom margem lateral externa reta (Fig. 315) ... . . . ... 3 セ@Enditos oom margem lateral externa côncava (Fig. 22).
3(2). Pernas I mais longas que as demais, ultrapassando 113 do comprimento da earapaça; eolpO de pequeno tamanho e brancopálido .
. ... . ... Wu!filoO.P.-Cambridge
- PelTl:lS I proporcionais em tamanho com as demais pclTl:lS; corpo de tamanho
médio.: em geral adornado. . . AnyphaelUl Sundevall
4(2). Fila ocular posterior, em vistadonaJ,procurva(Figs33,40) ... 5
- Filao<:ularposteriordeoutrafonna .. ... 6
5(4). Carapaça oval ( I'ig. 33); proeminente dente distaI naretromargemdaQudicern dos machos (Fig. 34); palpo sem !'TV (Fig. 35); epigino com duetos de 」ッーオャャャᅦセー。イョャ、ッウLョ。イ・ァゥセュ・、ゥ。ョ。HfゥァウSYMTPI@ .
.. Waljilopsis Soares & Camargo
- Carapaça $ub-rctangular; ausência de proeminente dcnte na retromargcm da
qudiccrados machos; címbio estreito e alongado, com projeçllosubtriangu-larretmlálCrtrbasal(Fig.lOO);epiginocomductosdccopulaçlloenmlados
(FigsI03, 1(6).. Katissagen.n.
6(4). fゥャ。\クオャ。イーッセエ」イゥッイL」ュカゥウエ。、ッイウ。jLョZエ。ッオアオ。ウ」ーイッ」オイカ。HfゥァNRVI[@ palro
com êmbolo cuno, pmlátertrapicaJ (Fig. 24); cpfgino com cspennalecas grandes e globosas (Fig. 32) .. ... . .. SilluJ F.O.P.- Cambridge -FilaocuJarpostcrior,cmvistadorsaJ,recul"\·aouquascr.:curva;gcnitáliadomactio
cl"êmeadcoutrafonna.. . . . 7
7{6). Chilum ausente; fCmur [ mais espesso que os demais; metatarsos 1 c 11 com um par de espinhos robustos (ver BRESCOVlT 1993b: Fig. 3); palpocom
acenluadapmjcçllodosublégulo(Fig.J08) ..... LepajanBreseo\"il
- Chilum presente; l"êmur I tão espesso quanto os demais; met.atarsos I e 11 com dois
pares dc espinhos; palpocom inconsplcuaprojeÇllosubtegular (Fig. 116)
IsigoniaSimon 8{ 1). Espiráculolraquealquascjuntoaosulcoepigãstrico(Fig. 218) -Espiráculotraquealentreomeiodo\'cntre e osulcoepigástrico(Fig.170) ... 13 9(g). OMA qua.o;c iguais em tamanho; palro com fmbolo de base muito alargada {Fig.219);epiginocomdepressllomedima(Fig.223) ... HibanaBresco\"i1
- OMA menores que os demais; palpo e epigino de oulra fonna . . 10
10(9). Metatars051 el l com um ou dois paresdc espinhos ventrais
-Mctaursoslellcomquatmparesdcespinhosventrais
"
11{IO).MetatilfSOSlc ll comumpardecspinhos\"cntrais;palpocomapófiscpatclar (Fig. 79); processo embólico ausente (Fig. 81); cp/gino com álrio amplo e
anlerior(l'ig. 82) . . . . ... JcsJicage n.n.
- Metaursoslellcom dois pares de espinhos ventrais; palposem apófise patclar; processo cmbólico prcscnte {Fig. 279); epigino com largo SCpto mediano
transversaJ(Fig.281) . . Xirllanagc n.n.
12(10). Abdômensubcilindrico,estreito,quasetrêsvezesmaislongoqueacarapaça (Fig. 140); fómmladaspcmas 1423;palpocom エゥ「ゥ。アオ。ウ」、オ。ウ|B」セウュ。ゥウ@
longaqueocimbio(Fig. 142);epiginooombordaslatcraisestreitas,sinuosas e,intcrnarnenlc,cornlongosduetosdccopulaçllo{FigsI44-145) ..
Macroph)'eJ O.P.- Camhridge
- Abdômen oval, quase duas vezes mais longo ql1C a carapaça (Fig. 146); fórmula das pernas 1243 ; epígino com átrio cpifisiforme (Fig. 150) e duetos de
copu[aç1lo vcstigiais (Fig. 151). . . . . .... . .... Mesilla Simon
13(8). Campaça retangular{Fig. 190); palpo sem apófise média(Fig. 200); epígino
liriformc (Fig. 202).. . .. /talaman ァセョ N ョ N@
- Carapaça oval ou sub-retangulac; palpo com apófise média; epigino de outra forma 14 14(13). Cefalotórax deprimido (fig. 58); perna 1 mais curta que as demais ..
... . .. . BromelinaRresoovit
- Cefalotórax n1lo deprimido; perna 1 com tamanho proporcional .... demais 15
15(14). Enditos com projeção mediana na margem lateral externa (Fig. 41); eoKaS e fêmures 111 e IV com aglomerado de espinhos curtos, rombos ou agudos, (figs 42-43); palpo com 3 ou 4 apófises dislais na patela (Figs 4445) .
... ... ThaloeBrcscovit - Endit05 sem projeções na margem [ateral externa; coxas e fêmures 111 e IV sem
aglomerado de espinhos; palpo sem apófise pale1ar, sómente A TR. 16
16(15). OMA com quase o mesmo tamanho que os demais ..
- OMA menores que os demais ... ... ... ... .. ... . ... 20
17{l6). Pernas delgadas; palpo com CA ilpical (fig. 153); suhtégulo exposto basa[menlc (Fig. 153); eplgino com BL semicirculares e transversais (Fig
ISS) ..... Lupetlianagen.n.
- Pemasrobustas; pa[poe epígino de oulr.!.fonna ... 18 [8{[7). Seis pares de espinhos robU'ltos ventro.is na tlbia I e cinco na 11 (Figs 177-178); filadoso[hosposterioresreta(Figs 175, 184); pa[po com embolo longo e enrolado (Figs 179, 185); cplgino com duelOS de copulaç1lo longos e enovelados (Figs 182-183) ... Buckupieflagen.n. - Quatro parcsde espinhos robustos velllrais JI3.'l tibias I e LI (Fig. 134-135); filados olhosposterioresreculVa;palpoeeplginocornoutrascaraclcrislicas .. 19 [9(18). Espinhos ventrais das tíbias v2-2-2-2, o par distai jUJ1to á articulaç!o;
eplginocom conspkuo escapo (Fig.. 214, 216).. TemnidaSimon
- Espinhos ventrais da., tíbias v2-2-2-2-O, par distai afastado da 。イエゥ」オャセ ̄ッ@ (Figs 134- [35); epígino scm cscapo, com conspícua<; cspermatccas globosas (Figs
125-126); palpo com apófisc patclar (Fig. 121) .. Otoniclagen.n.
20{ 16). Enditos com borda lateral externa reta (Fig. 315); pa[po com margem distai do tégu[o truncada, suportando um êmbolo de base helicoidal (Fig. 309); epigino com aba antcrior csclerOl.iniz.ada (Fig. 313); duetos de fecllndaç:lQ muitolargosanterionnente,afilando-seabruptamentejuntoilscspermatecas
(Fig. 314) ..... lfutitiagen.n.
- Enditos com margem lateral externa côncava; palpo e epigino de outra forma ..
21
21(20).Hlaocularposteriorrctaourecurva;palpocomprojcçâodistaldosubtégulo proemincnteecôncava(Figs47,5J);cpígioocomabaanterim(FígsSI , S5) ... PalrcraSimon -Filaocularpostcriorprocurva;palposcmprojCÇãodosubtégulo 22(21). Fila ocular posterior levemente procurva; palpo com PTV estreita, cônica,
situada atrás da base do êmbolo (Fig. 94); epigino com DS semicircular
mediana (Fig. 97).. .. .... . .. Allyphucnaida Herland
-Filaocular posterior procurva; palpoe epigino de outra forma .. 23
23(22). Machos 24
Mヲ ↑ュ・。ウH・ク」・エッ。、・oウ。イゥ」ャャ。L、・Dャ[ッセ・ゥ、。IN N@ .. 33
24(23). Palposcm processo cmbólieo na hase do êmbolo 25
Pal poeom processo cmbólico na I>ase do êmbolo ... 28
25(24). Pemas delgadas; palro com tíbia mais longa que o címbio (Fig. 85); PTV ィ。ウエゥヲッョョ・Lッイゥァゥョ。ョ、ッMウ」、ッエ←ァオャッL。AイZiNセ、。「SsエZ、ッ←ュ「ッャッHfゥァN@ 85).
··/Kllurimagen.n.
- Pemas robustas; palpo com tíbia ュ。ゥセ@ cuna que o clmbio c projeção [egular de
outrafonna .. 26
26(25). Cimbio comprojcçl\es retrolátcro-basais,que lembram um par;lCímbio(l'igs
163-164); PTV lingtliforme,projeudaprolateralmcnte (Fig. 163)
Timhuwgen.n. - Clmbio sem projeções relrolátero-hasais; pmjcção tegular de outra fonna .. 27 27(26). Palpo com apófise média bifida, de ramos longos; PTV curta, alarg<>da c truncada noápicc (I·ig. 204}; eimbio com projeç:lo basal dorsal (l'ig. 205)
. IIOCQmbagen. n. - Palpo com apófise média laminar. quase tão longa quanto o êmbolo; I'TV alongada, de ápice arredondado, com ducto acompanhando 'u.a t]"""<ljet6ria
(Figs 67.75) . . Teudi.s oNpNMc。ュ「イゥ、ァセ@
28(24). Perna I 113 mais longaquea perna IV; cimbioestreitoc alongado (Fig. 270);
processo embólico compacto, セッュ@ uma apófise distai (Fig. 273)
Noヲoイゥ」ャャ。m」ャャッMl」ゥエセッ@
- Perna I com tamanoo quase igual às demais; címbio ovalado e processo cmbólico
de outra forma. . .29
29(28). Tlbia do palpo complexa, oom intrincadoprocessodcATR (Figs260, 264); proc= embólico andar ou cônico, com ou sem apófises distais (Fig. 265) AyslmKcyscrling - Tíbia do palpo simples, cOm apófise distaI, dorsal ou ambas; proce>iSO cmbólico
deoulrafonna.. ..30
30(29). A Til. do palpo falciforme Hヲゥセ@ 243, 246); êmbolo curto. sem apófises; projcçllotcgular,apical.projcmdarctrolatcralmcnteentreabascdoproccsso
cmbóliooc a apófisc média (Fig. 245) . ...... UmuoFagc n.n.
- A TR palpo cônica; t;mbolo longo com ou sem apófises basais; projeção tegular
apical,mediana """ , ,,31
31(30), Palpo com apófise patelar retrolateral, apical (Fig, 299); CA presente, abrigando o ápice do êmbolo (Fig, 299); processo c mbólico portando
proje-ção hialina mediana (Fig, 300) , Pippuhana gen,n.
- Palpo sem apófise patelar; CA all.<iente; proce'\.'IO embólico sem projeç30, ou se
prcsentc. esclerotinizadae de outra forma , , "",,32
32(31), Cimbio sulcado rClrolaleralmente. abrigando a rcgiao distai do êmbolo (Figs 285, 290); A TO presente (Fig. 285); processo embó lieo com uma apófiS\; mediana transversal (APE, Fig. 284); êmbolo sem projeç!o basal ..
Aljassagen.n.
- Címbio noo sulcado rClrolatcralmcntc: ATO ausente; processo cmbólico sem
apófises: êmbolo com projeção basal (PBE. Fig. 227). . Tafarla Simon
33(23). Epigino com seplo medi;mo .. - Eplgino sem septo mediano.
... 34 . .36 34(33). Septo mediano tran.\Versal c estreito (Fig. 208); Cllpermatecas grandes e globosas; ducto\dc copulação largos e curtos (Fig. 209) . .. lIocombagen.n. - Seplo mediano longitudinal, originando-St: na margem anterior, dividindo O átrio;
cspcnnatecas e duetos de copulaç!lo com outras carnctcrlsticas. . .35
35(34). SeplO mediano estreito, alargado posteriormente, pouco e"derotinizado; átrio amplo. mostrando osductos por transparência (Figs 165. 167) .
... .. Timbukagcn.D.
- Septo med iano alargado, com projeçoo central distinta; átrio pequeoo e BL
lunifonnes e quase transversais (Fig. 287) . AI/assa gen.n.
36(33). Epígino com BI. largas, estreitando-se para o ápice, com prolongamentos medianos para o átrio (Fig. 71); ou cscapo projetado para a regillo anterior (Fig. 77); RS conspícuos, globosos, com duetos alongados projetando-se do
ápice da espermateca (Fig. 78). .. . .... Te"Jis O.P.-Cambridge
- Epigino com BL estreitas. sem prolongamentos ou projeções; ーイ・ウ」ョセ。@ de almo\!
placas na margem anterior; RS ausentes ou com outras ea!'lK:teristicas ... .37 37(36). Epigino com aba anterior, de tamanho reduzido ou bastante alargada (Figs
231,249).. ..38
- Epigino com placas epiginais anteriores, em forma de bolsas, que podem ser ovais, イ・ョゥヲッイュ・Nセ@ ou irregulares (PEP. Fig. 261); RS pequenos e ovais. conectados por longos duelOS com as espcrmatecas (Fig. 262).. . . AyJna Keyscrling
38(37). Aba anterior pequena e S\Ibtriangular(Fig, 249) .. 39
- Aba anterior muito larga e fortemente esclerotinizada na área mediana(Fig. 231) ... 40
39(38). BL cstreitas e alongadas,acentuadamente curvadas (Fig. 249); ductos de copulaç:lo dorsais às cspcrmatocas, longitudinais e paralelos, vistos por traru;parência(l'ig.249);espermatecasgrandescovais(Fig.250)
Umuaragen.n. -IlLcurtas.alargiidas,decurvaturapoucoaccntuada(Fill.89);ductosdccopulação enroladosecspcnTlatccaspcqucnaseglobosas(Fig.90) ... /guarimagen.n. 40(38). Átrio amplo, formando um car.L(:teristico
"r
(Fig. 231); RS globosos. conectados medianamente aos duetos (Fig. 232) . . . .. . ... ralana SimOll-Átrio reduzido e mcdiano(Fig. 303): RS auselllcs(Fig. 3()4).. Pippuhanugen.n.
Anyphaena Sundevall
"">P'-",,Sundoo'llt, tlll; 23,tsp6<ie-'ipoA", ... all<U.,,,,,,,,,wokkrnoer. tS02.p<If"""""ip;.
p\Qョiiiォ」NゥA\ャャNQYQQLPuTNMrセNエYセ[sQRNM⦅NQYsセ[hVNMpャッエョ[BォNエYrRQRN ⦅@
PlaI1l1ck. 1989: 432. pi。エョ[BォNャYAャェ[sYQNPョッュッゥヲャャᅰ\GイッセヲNBLゥョBBLN@
Diagoosc. An>phuena difcre dos demais gêneros de Anypllaeninae pela combinaçãodos:<eguintescaracteres:espiráculotraquealnomeiodoventrc;enditos com margem eXlerna quase reta; palpo do macho com P1V c PTR (pelo menos 'lOS ァイオーッウ。」」・ョャB。エ。・」・ャャGイLfゥァNセSMTNQRMQSI・↑ュ「ッャッヲゥャゥヲッイュ・Hfゥァウ@ 1,7.11)
gイオーッセ@ de ・Nセー←」ゥ」ウN@ Quatro grupos de espécies for.lI11 ーイッーッウエッ⦅セ@ para as regiõcs Palcártiça c Neártka c para América Central (l'U.1NICX 1974; PU.TNICK
& LAU 1975). NCSle trabalho represcntamos o gênero com espécies dos grupos
acccnluala {grupo da cspc!cie-tipo não represcntado na RegiooNeotropical)edo grupo ccler (com espc!cics na Rcgioo NeotropicaJ)
Descriç!io. Comprimento lotaI (machos e fêmeas) 4.20-8,50. Carapaça oval. mais longa que larga. esttcitadaanltrionnentc.principalmentc nas fêmeas, a maior largura entre as coxas 11 e 111. maior alturdjunlO ao sulco torácico. Sulco tür.lcico curto, longitudinal, raso c estreito. Clípco com altura menor que o diâmetro dos OMA. Chilum triangular. trés I'ezes mais largo que alto. Olhos: fila anterior, em visrafrontalcdorsal,ra:urvacmaiscurraqucar,laposterior,quenasmesmasl'iSlas, éprocurva.QOMdecomprimentomaiorquealarguraantcriorcmcnorqucalargura
posterior. OMA pouco menores que os demais, que 5lo quase do mesmo tamanho.
Interdistãn<:Ías: OMA-OMA separados ]lOf até a metade de seu diâmetro: OMA-OLA por até 1(3 do diâmetro dos OMA; OMP por até seu diâmetro; OMP-O LP pelo diâmetro dos OMP-OMP; OMP-OLA-OMP-OLP por até a metade do diâmetro dos OMP-OLA Quclfcerasdelgadas.levemcnteprojctada.'i(lantonosmachosquantonasfêmeas). em gemI com metade do comprimento da carapaça. com 3-5 dentCló na promargem e 3-l! demlculos na rttromargem; garras curtas e cur ... adas. Cóndilobasal saliente em ambos os sexos. Enditos quase retos na retromargcm. Lábio pouco mais ICHlg0 queamctadedocomprimentodoscnditos,lruncado_Estcrnooval.maislongoque largo,dcápicctruncado,bascsubtriangular.prolongando-scentreascoxasIV,com densasealongadascer-das
Pemas delgadas, pouco pilosas, I c 11 mais alongadas nos machos. Fórmula 142J. Face "entral das coxas podem aprescntar projeçôcs. r:.scópula I'entrul c prolateral, mais densas nas fêmeas, rIOs larsos e metatarsos l_IV e vcntral nos tarsos
II[ e [V, Metatarso 1[1 e IV com pente distai de ceroas ventral. Tricobótriasern uma fila sobrc os rnetatarws e em duas filas sobre os tarsos. Unhas com 5-7 dentes. Fasciculossubungucaisernduasfilascorn8-llpêlosespatuladoscada.Espinu[açlo (fónnula geral): pernas [- [[ -llbia v2-2-2, 1'1-[-0, tl-[-O, mewarso v2-0-0, I' [-[-I,
tl-[-I;UI - IJbiav[p-2-2,pl-I-O,rl-I-0,rnelala!'SOv2-O-2,pl-I-I,rl-I-I; [V
-Iibiav2-2-2,pl-[-O,rl-I-0.melawsov2-2-2,pl-I-I,rl-I-1. Abdômcnoval,maislongoque largo, densarnenle piloso. Espiráculolraquç-ai situado no meio do '·entre. Fiandeiras anteriores com 30-40 fgp. Médias com 10-15 fga. Posleriorescom 10-15 fga. Cólulo represcntado por um tufo de 10-12 cerdascunas.
Palpocom ATR bífida. de projeyào anterior alongada. de ápice largo e a posletior, em geral euna. de ápice cônico. eslalldo, às vezes, muito reduzida em algumasespécies(Figsl,8).Címbioo\'al,semprojeçôc:s.PecioloquasehexagonaI, maislongoquclargo(rig, (2).Subttgulocom4-5anéissemicircularesincompletos e desprovido de projeções (Fig. 3; 12). Tégulo amplo com PTV mediana muito acentuada (Fig, I; 4)_ PTR distinla nas espécies do grupo celer (Figs 8, 11, 13)e reduzida e encoberta pclotégulonas espécies do grupo acce"tlXlta{Fig.3) e PTP laminar,deãpiceam:dondadonas espécies dogrupoceler(Figs7-8,11-13) e curta e subtriangular 00 grupo accemuata HfゥァNセ@ 3-4). Apófise média relIOlateromediana nOltgulo. em geral cunaedeãpicccurvado(Figsl, 7). セュ「ッjッヲゥャゥヲッョョ・LャッョァッL@
originando-se na face prolaleral do légulo, sem processo embólico e com duct o espermãtico peneIrando no terço posteriorbasal (Figs 1,3, 13).
Epiginocom BLesclerolinizadas,curvadas c umaconspicuaabaanterior
HfゥァNセULYILアオ・ーッ、・・ウエ。イ。オウ」ョエ・ョ。ウヲ↑ュ・。ウ、・。ャァオョウァイオーッウL}ョエ・ュ。ュエZョエ・」ッュ@
duasespermateeas,variandodeovaisaarredondadas,basais,quasejunUS,ligadas a duetos deeopulayâo na.;, muito loogos, cstreÍ!os e sinuosos (Figs 6, lO). Duetos de fenilizaç1loinconsp[cuos.
Elenco. Aproximadamente 60 espécies, descritas para as regiões Neànica c Neotropical,PU.rnICK{1974)propôsqualrogruposdeespécicsaccenlua/a,celer, peetorosae pacijica
Anyphaena accentuata (Walckenaer)
Figs1-6
セセMBBLBBBLBB ocnBG GGGGエ。[sオョ、」LL 。 ョ L iiIjNRQN@ セLQYセ ᄋQ RRNセ⦅セQYss[ャSX@
Diagnose. O macho de An}phueru> accemuata t similar ao de A.fllrva (ver
MILLER 1967,pr. 53,Fig. 7)masdifercdestepelolongotmbolo(Fig.l)eATRde
ãpice anterior arredoodado (Fig. 2). A Rmeaas.semell\a-scadeA. sabina(ver L.
KOCII 1866,pr.9,Fig. 141)masdiferedeslapelaabasubtriangular eátriocstr ei lo (Fig.S).
Descrição. Macho (Bacrum, Noruega), Colorar;1lo: carapaça laranja, com àrea cefálica e faixas paramediMas marrom-avermelhadas. Quclkeras
marrom-cs-」オイNャNセN@ EndilOS e lábio marrons. Estemo laranja., com as bordas marrons. Abdômen
Revl$lo de AnyphHninao a nível d. gi""ro n.a Ragllo Neotropie.""
cinza,com as faces lateraiseventral mais escuras, dorsalmenlc com manehas ョ・ァイ。Nセ@
ュセ、ゥZュ。ウL@ bem definidas,
Comprimento total 6,00, Ca1apaça: comprimento 2,70,largum 2, 10. Clípeo alrnra 0,10. Olhos: fila anterior 0,67 e posterior 0,85. QOM: comprimento 0,41, largura anterior 0,30, largura posterior 0,43. Oiâmetros: OMA 0,12. OLA 0,14,
OMP 0,14, OLP 0,15. Interrlistãncias: OMA-OMA 0,07, omaセoiNa@ 0,03,
OMP-OMP 0,15, OMp·OLP 0,[4, OLA-OLP 0,12. Que[íccrns: 1,30 de comprimemo, com 3 dentes na promargcm e 7 denticulos na relromargem
Abdômen: wmprimento 3.50, largura 2,00. Espiráculo traqueal distando 1,12 do sulco epigáslrico e 1,30dabas.edastiandeirns
Pemas I: fêmur 3,201 rateia 1,30/ tibia 4,)01 metatarso 3,80/ 1llTSO 1,601 total 14,20/11: 2,501 1,101 2,6IJ/ 2,401 1,00/ 9,60/111: 2,001 oLセo i@1,601 1,90/0,70/7,001 I V: 2,70/0,90/2,30/ 2,70/1,201 I ,20/ 9 .gO. Espinulaçlio: remalll metatarso v2-1 r-2 Palpo: Figs 1-4.
Femea (mesmo local do macho). Coloração como a do macho. Comprimento total 8,20. Carapaça: comprimento 2,60, largura 2,10. Clipeo: altura 0,07. Olhos: fila anterior 0,67 c posterior 0,85. QOM: comprimento 0,41, largura anterior 0,30, largura posterior 0,43. Diâmetros: OMA 0,12, OLA 0,14, OMP 0, 14, OLP 0,15.lnterdistâncias: OMA-OMA 0,Q7, OMA-OLA 0,03, OMP-OMP 0.15, O.\1P-OLP 0,14, OL\-OLP 0,12. Quelfccras: 1,30 de comprimento, com 3 dentes na promargcrn c 7 denticulos na rclrornargem
Ahdômen: comprimento 5,60, largura 3,50. Espir:lculo [raqueal distando 1,60 do sulco cpigásl,ico e 1,90 da base das !iandciras
Pernas I: Jcmur 2,601 patcla I,IO/ tibia 2,601 metatarso 2,30/tarso 1,10/ total 9,70/ li: 2,40/1,00/2,[0/1,90/0,90/8,30/111: 1,901 U,801 1,30/ 1,70/ 0,60/ 6,301
IV: 2,50/1,0012,[0/ 2,50/0,80/8,90, Fspinulação: pemas li! tíbia vi p-2-2; IV tíbia vlp-2-2. Epigill(): Figs5-6
Variação, Comprimento (10 machos): total 5,70-6,50; carapaça 2,60-2,90: Jcmur I 3,00-3,50; (10 icmcas): total 6,81)..8,50; carapaça 3,20; ícmur [ 2,50-3,00.
Distribuição. Europa
Material examinado. iセglaterraZ@ Hancock, ! fêmea, 1924,1. Emerton col
(MCZ); Hants, Wc.st\\"alk Wood , 2 fêmeas, 27.VI.1954 (AMNH): Wytman Woods, 2 machos, 6.VJIL1953 (AMNH); Surrcy, Rcigate, I macho, 17.V.[948, B. Malkin co!. (AMNII); FRANÇA: (Sem localidade cspe.:ifica), I macho e I fêmea (MeZ): Rhone-Alpes, Semur-cn-B, [ícmea. 10.V1.[976, B. & A, Malkin coL (AMNII); IRI.ANDA: Carlow Co .. 1 macho e [ icmea, O,R. p」セォ@ & Rere"rord coL (MCZ); SUíÇA: Basel: Basel, 2 machos c 2 ヲセュ」M。ウ@ (AMNH); $ch3\"cnbcrg, I fêmea, 2IJX.1951,A.M.NadlerooL(AMNI1);Rem:LaNeuvevillc, I macho,14.VI.I980, B. Malkin 001. (AMNI!); NORUEGA: Oslo: Akcrhus rrovince, Baerum,4 machos e 4 fCmcas, IV-V1.1984, F. Midtgaard col. (ZMIl 8327; 8338; 8331; 8332; 8330); ÁUSlllJA; (Sem localidade especifica), I macho 6 fêmeas (I'AN); Ml\dling, 4 machos c 5 remcas, 1906, E. Rcimoscr col. HセhmwIZ@ ITÁL IA, Ca/abria: Asp'o-monte, 2 fêmc:lS, 1906, Pagancui & Ilumlcr col. (NHMW 66); Sardc"ia: Sorgono, I macho{NIlMW)