MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
FORMULÁRIO-SÍNTESE DA PROPOSTA - SIGProj
EDITAL PROEXT 2010 - Edital n° 05
Uso exclusivo da Pró-Reitoria (Decanato) de Extensão
PROCESSO N°:
SIGProj N°: 51477.308.45794.16052010
PARTE I - IDENTIFICAÇÃO
TÍTULO: Capacitação de Docentes e Discentes da Rede Pública de Ensino Fundamental e Médio do Litoral Norte
( X ) Programa ( ) Projeto ( ) Curso
( ) Evento ( ) Prestação de Serviços
ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL:
( ) Comunicação ( ) Cultura ( ) Direitos Humanos e Justiça ( X )Educação ( ) Meio Ambiente ( ) Saúde ( ) Tecnologia e Produção ( ) Trabalho
COORDENADOR: Alexandre Nóbrega Duarte E-MAIL: [email protected]
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
FORMULÁRIO DE CADASTRO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO
Uso exclusivo da Pró-Reitoria (Decanato) de Extensão
PROCESSO N°:
SIGProj N°: 51477.308.45794.16052010
1. Introdução
1.1 Identificação da Ação
Título: Capacitação de Docentes e Discentes da Rede Pública de Ensino Fundamental e Médio do Litoral Norte
Coordenador: Alexandre Nóbrega Duarte / Docente
Tipo da Ação: Programa
Ações Vinculadas: Não existem ações vinculadas
Edital: PROEXT 2010 - Edital n° 05
Faixa de Valor: Programa de R$ 0,00 a R$ 120.000,00
Instituição: UFPB - Universidade Federal da Paraíba
Unidade Geral: CCAE - Centro De Ciências Aplicadas e Educação
Unidade de Origem: DCE - Departamento de Ciências Exatas
Início Previsto: 01/01/2011
Término Previsto: 31/12/2011
Possui Recurso Financeiro: Sim
Gestor: Alexandre Nóbrega Duarte / Docente
Órgão Financeiro: Conta Única
Carga Horária Total da Ação: 1920 horas
Justificativa da Carga Horária: Capacitação docente:
348h (trezentas e quarenta e oito) horas serão destinadas às oficinas de motivação para os professores, entrevistas para diagnóstico docente, estudos sobre técnicas de capacitação,
avaliação de ferramentas, inscrições e preparação de cursos. Serão oferecidos vários cursos, com uma carga horária total de 345 (trezentas e quarenta e cinco) horas.
Após os cursos, as turmas continuarão sendo acompanhadas por mais 168 (cento e sessenta e oito) horas, a fim de verificar a curva de aprendizagem e auxiliar na exercitação da aplicabilidade da tecnologia no ambiente educacional e no dia-a-dia. Por fim, mais 100 (cem) horas serão gastas na avaliação da implantação do projeto nas escolas.
Capacitação discente:
400 (quatrocentas horas) horas serão destinadas a cursosde capacitação.
390 (trezentas e noventa horas) serão gastas em simulados de olimpíada.
40 (quarenta) horas serão utilizadas para a realização de palestras motivacionais para o ingresso de discentes nos cursos de lógica de programação.
34 (trinta e quatro) horas serão utilizadas para realizar a Olimpíada de Informática.
96 (noventa e seis) horas serão utilizadas para acompanhar e analisar os resultados do projeto
Periodicidade: Anual
A Ação é Curricular? Não
Abrangência: Micro regional
Tem Limite de Vagas? Não
Local de Realização: Curso para discentes:
Rio Tinto: Escola Municipal de Ensino Fundamental e
Médio Antônia Luna Lisboa, e/ou Escola Municipal de Ensino Fundamental Herman Lundgren, e/ou Escola Municipal de Ensino Professora Severina Coutinho, e/ou Escola Municipal
de Ensino Fundamental Jose Lourenço Calixto; Mamanguape: Centro Educacional Beatriz Menezes; Curso para docentes:
Rio Tinto: Escola Municipal de Ensino Fundamental e
Médio Antônia Luna Lisboa, e/ou Escola Municipal de Ensino Fundamental Herman Lundgren, e/ou Escola Municipal de Ensino Professora Severina Coutinho, e/ou Escola Municipal
de Ensino Fundamental Jose Lourenço Calixto
Período de Realização: Curso para discentes:
Palestras nos meses de Março, Abril e Maio de 2011
Cursos preparatórios nos meses de Março, Abril,Maio e Junho de 2011
Simulados nos meses de Abril, Maio, Junho e Julho de 2011 Olimpíada Paraibana de Informática no mês de Novembro de 2011.
Curso para docentes:
Os cursos de extensão iniciarão após a primeira fase da ação e ocorrerão em dias úteis e em turnos convenientes ao público-alvo.
Tem Inscrição? Sim
Início das Inscrições: 09/02/2011
Término das Inscrições: 09/03/2011
Contato para Inscrição: Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação - CCAE - Campus IV. Departamento de Ciências Exatas
Rua da Mangueira, s/n, - Companhia de Tecidos Rio Tinto CEP 58297-000 - Rio Tinto - PB - Brasil
Telefone: (83)3291-1528
Tem Custo de Insc./Mensalidade? Não
1.2 Público-Alvo
O público alvo deste projeto são os alunos e professores do ensino médio e fundamental da rede pública do Litoral Norte, especificamente das escolas parceiras previamente citadas.
Nº Estimado de Público: 698
Discriminar Público-Alvo:
A B C D E Total
Público Interno da Universidade 9 12 0 2 0 23
Instituições Governamentais Federais 0 0 0 0 0 0
Instituições Governamentais Estaduais 0 0 0 0 0 0
Instituições Governamentais Municipais 60 600 15 0 0 675
Organizações de Iniciativa Privada 0 0 0 0 0 0
Movimentos Sociais 0 0 0 0 0 0 Organizações Não-Governamentais (ONGs/OSCIPs) 0 0 0 0 0 0 Organizações Sindicais 0 0 0 0 0 0 Grupos Comunitários 0 0 0 0 0 0 Outros 0 0 0 0 0 0 Total 69 612 15 2 0 698 Legenda: (A) Docente (B) Discentes de Graduação (C) Discentes de Pós-Graduação (D) Técnico Administrativo (E) Outro 1.3 Parcerias
Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Antônia Luna Lisboa
EMEFM
ALL Externa à IES
Instituição Governamental Municipal
• Providenciar a estrutura física (Laboratório de
Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto; Escola Municipal de Ensino Fundamental Herman Lundgren EMEFH L Externa à IES Instituição Governamental Municipal • Providenciar a estrutura física (Laboratório de
Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto; Escola Municipal de Ensino Professora Severina Coutinho EMEPS C Externa à IES Instituição Governamental Municipal • Providenciar a estrutura física (Laboratório de
Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto;
Escola Municipal de Ensino Fundamental Jose Lourenço Calixto
EMEFJ LC Externa à IES Instituição Governamental Municipal • Providenciar a estrutura física (Laboratório de
Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto;
Centro Educacional
Beatriz Menezes CEBM Externa à IES
Organização de Iniciativa Privada
• Providenciar a estrutura física (Laboratório de
Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto; Datashop Datash op Externa à IES Organização de Iniciativa Privada Apoio na realização da Olimpíada Paraibana de Informática MelonTech MelonT
ech Externa à IES
Organização de Iniciativa Privada Apoio na realização da Olimpíada Paraibana de Informática Accenture Accentu re Externa à IES Organização de Iniciativa Privada Apoio na realização da Olimpíada Paraibana de Informática Universidade Federal
de Campina Grande UFCG Externa à IES
Instituição Governamental Federal
Apoio na realização da Olimpíada Paraibana de Informática
1.4 Caracterização da Ação
Área de Conhecimento: Ciência da Computação » Metodologia e Técnicas da Computação » Linguagens de Programação » Ciências Exatas e da Terra
Área Temática Principal: Educação
Área Temática Secundária: Tecnologia e Produção
Linha de Extensão: Desenvolvimento tecnológico
Linha Temática: Linha 1: Educação
Subtema 1: educação de jovens e adultos
1.5 Descrição da Ação
Resumo da Proposta:
Na região de Rio Tinto, algumas escolas já possuem laboratórios de informática, mas não há pessoas capacitadas a utilizar este ambiente com foco no seu potencial educacional. A partir desta necessidade, este programa de extensão visa proporcionar a inclusão digital de professores, ressaltando as vantagens do uso da informática em suas atividades. Dessa forma, as atividades propostas contribuem para uma maior segurança do professor ao utilizar um ambiente de informática, para a utilização de recursos básicos e até avançados, mas de fácil aprendizado, como ferramentas da web 2.0, em suas atividades, além de apresentar ferramentas de EaD para que sua qualificação também possa ser realizada através de cursos à distância.
Além de capacitar os docentes da rede pública de ensino fundamental e médio do Litoral Norte, este programa também visa capacitar discentes e motivá-los a participar das diversas Olimpíadas de Informática promovidas atualmente. Pretende-se despertar nos alunos o interesse em computação, atualmente imprescindível na formação básica de todo estudante, através de uma atividade que envolve desafios motivadores e uma boa dose de competição saudável. Isto permitirá que os competidores possam conhecer de forma mais abrangente a carreira na área de Computação antes de fazer sua escolha para o vestibular.
Palavras-Chave:
inclusão digital, formação tecnológica docente, motivação discente, Olimpíadas de Informática
Informações Relevantes para Avaliação da Proposta:
O projeto aqui proposto está bem articulado com o processo de ensino-aprendizagem, visto que os alunos dos cursos de Licenciatura em Ciência da Computação poderão aplicar e exercitar procedimentos metodológicos de ensino e aprendizagem através da oferta de cursos de capacitação. Assim, estes alunos estarão disseminando o que foi aprendido em disciplinas, tais como Produção de Materiais Institucionais, Didática e Metodologia Científica. Além disso, este projeto também pretende relatar os seus resultados em artigos que poderão ser publicados em eventos da área de Informática na Educação. O projeto também beneficia alunos do curso de Sistemas de Informação envolvidos em atividades de análise de sistemas para auxiliar no trabalho do professor e na disseminação de suas pesquisas.
Alexandre Nóbrega Duarte: é professor do Departamento de Ciências Exatas na Universidade Federal da Paraíba, Campus IV - Litoral Norte. Possui graduação em Ciência da Computação pela UFPB (2001), mestrado em Informática pela Universidade Federal de Campina Grande (2003) e atualmente está no último ano do Doutorado em Ciências da Computação da Universidade Federal de Campina Grande, durante o qual fez um estágio de 18 meses no CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire). Atua em projetos relacionados com grades computacionais e sistemas distribuídos. Tem experiência em várias áreas da Ciência da Computação, em particular, nas áreas de Sistemas Distribuídos, Engenharia de Software e Informática na Educação.
Alisson Vasconcelos de Brito: Possui graduação em em Ciência da Computação pela Universidade Federal da Paraíba (2001), mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Campina Grande (2003) e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Campina Grande (2008), em cooperação com a Universidade de Kalrsruhe (Alemanha). Atualmente é professor Adjunto I da Universidade Federal da Paraíba. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Arquitetura de Sistemas de Computação, atuando principalmente nos seguintes temas: Arquitetura de Computadores, Sistemas em Chip e Informática na Educação
Ayla Rebouças: é atualmente professora assistente da UFPB Campus IV. Possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal da Paraíba, atual UFCG (2001) e mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2004). Atuou como desenvolvedora e coach no Projeto OurGrid pela Universidade Federal de Campina Grande, sendo atualmente aluna de doutorado desta universidade. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas Distribuídos e Engenharia de Software, atuando principalmente nos seguintes temas: grades computacionais, programação orientada a aspectos, teste de software, adaptabilidade de sistemas e jogos educacionais.
Carla Silva: possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Campina Grande (2001), mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2003) e doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2007). Realizou estágio pos-doutoral na Universidade Nova de Lisboa (2008) e recentemente concluiu estágio pós-doutoral na Universidade Federal de Pernambuco (2009). Atualmente é professora adjunta do Centro de Ciências Aplicadas e Educação da Universidade Federal da Paraíba. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software, atuando principalmente nos seguintes temas: Engenharia de Requisitos, Desenvolvimento de Software Orientado a Agentes, Desenvolvimento de Software Orientado a Aspectos, Desenvolvimento de Software Dirigido por Modelos e Engenharia de Linhas de Produtos de Software.
Flávia Veloso Costa Souza: Possui graduação em Processamento de Dados pelo Centro de Ensino Superior do Pará (1995) e mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (2004) onde atualmente também cursa seu Doutorado. Tem experiência na área de Educação atuando principalmente nos seguintes temas: CSCW, CSCL, aprendizagem informal, comunicação assíncrona, educação a distância, teoria da atividade, lista de discussão e framework.
José Jorge Lima Dias Junior: Possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal da Paraíba (2005) e mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software, atuando principalmente nos seguintes temas: Reuso de Software, Desenvolvimento Baseado em Componentes, Arquitetura de Software, Arquitetura Orientada a Serviços e Linhas de Produto de Software.
Pasqueline Scaico: Professora da Universidade Federal da Paraíba. Coordenadora do curso de Ciência da Computação da UFPB - Campus IV. Gerente do projeto LEGO que trata de aspectos ligados à Linhas de Produtos de Software e coordenadora do Projeto PIBID - Computação, no qual trabalham 24 bolsistas.
Thaíse Costa: Possui graduação em Ciência da Computação (2006) e mestrado em Informática (2008) pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professora assistente e pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas de Realidade Virtual, atuando principalmente nos seguintes temas: realidade virtual como apoio educacional, computação gráfica, ensino a distancia, maquetes interativas.
Vanessa Dantas: Possui graduação em Bacharelado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Campina Grande (2001) e mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Campina Grande (2003). Atualmente é professora assistente do Centro de Ciências Aplicadas e Educação da Universidade Federal da Paraíba. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software.
1.5.1 Justificativa
A) Capacitação tecnológica de docentes
Através de pesquisa realizada com entidades educacionais, foram levantados os principais aspectos que poderiam garantir o sucesso dos alunos de hoje no século XXI. Alguns aspectos foram citados de acordo com o grau de importância: habilidade em leitura básica, escrita e matemática; bons hábitos profissionais, como responsabilidade, pontualidade e disciplina; habilidades em computação e tecnologia de mídia; valorização do trabalho; honestidade e tolerância; hábitos de cidadania (TAJRA, 2008).
Observa-se que dentre estes aspectos é ratificada a importância da utilização da informática como instrumento auxiliar na área educacional, uma vez que as escolas devem estar compromissadas com a formação completa do aluno para uma vivência promissora na sociedade atual. Parte-se do entendimento de que a informática aplicada no contexto educacional consiste no uso das Tecnologias da Informação para o desenvolvimento de atividades educativas com a finalidade de ampliar o acesso a informações e aprimorar processos cognitivos (VERMELHO et al.,1998).
A efetivação desse novo paradigma educacional só será concretizada no ambiente escolar quando perpassar por todas as atividades e for assimilada por todos os sujeitos que interagem neste ambiente (VALENTE & ALMEIDA, 1997). Dentre estes sujeitos, destaca-se a figura do professor. O professor é o grande agente do processo educacional e precisa estar apto a lidar com as novas tecnologias para utilizá-las a favor da formação de seus alunos. Infelizmente, esta aptidão ainda não é verídica. Através de observações iniciais realizadas no ambiente escolar da rede pública do município de Rio Tinto/PB durante a disciplina de estágio supervisionado dos alunos de Licenciatura em Ciência da Computação, constatou-se que grande parte dos professores não possui conhecimentos suficientes em informática. Esta deficiência justifica o receio em aceitar o desafio de utilizar os recursos computacionais no ambiente escolar.
Algumas escolas da região possuem laboratórios de informática, mas não há um efetivo projeto de informática educativa. Um dos fatores que contribuem para o mau aproveitamento dos espaços laboratoriais é a falta de domínio por parte dos professores. Geralmente são oferecidos apenas cursos rápidos de capacitação e que não proporcionam acompanhamentos posteriores aos docentes, mas sabe-se que a integração de recursos computacionais no cotidiano escolar é um processo bem mais complexo e depende de outros aspectos, além da implantação dos laboratórios de informática.
Além disso, através de um outro levantamento feito em escolas de Rio Tinto e Mamanguape constatou-se que na opinião de 88,24% dos professores entrevistados o uso de novos recursos da Internet pode aumentar o interesse dos alunos pelos estudos. Vários desses professores se dispuseram a participar de possíveis cursos de formação de ferramentas que pudessem contribuir nesse processo, como ferramentas para criação de grupos de discussão por e-mail e ferramentas para criação de blogs e sites. Outros também se interessaram por participar de cursos de informática em geral como cursos de Linux e cursos de treinamento em ferramentas de edição de documentos e de preparação de material instrucional utilizando informática.
A Educação à Distância (EaD) tem se constituído como importante ferramenta para capacitar pessoas a qualquer tempo e distância. Pessoas com pouca disponibilidade de tempo, ou que residem distante dos
grandes centros educacionais tem optado por fazerem cursos a distância com resultados positivos (SILVA, 2009).
Partindo desta necessidade, este projeto tem por objetivo proporcionar a capacitação tecnológica dos professores voltada ao cotidiano escolar, mostrando como a informática pode auxiliá-los a melhorar suas atividades. O projeto contempla a inclusão digital dos professores para o uso: de ferramentas básicas de operação do computador, de ferramentas Web e de ferramentas de EaD. Dessa forma, o projeto contribui para uma maior segurança do professor ao utilizar um ambiente de informática, para a utilização de recursos básicos e até avançados, mas de fácil aprendizado, como ferramentas da web 2.0, em suas atividades, além de apresentar ferramentas de EaD para que sua qualificação também possa ser realizada através de cursos à distância.
Com o foco de atuação em escolas da rede pública do município de Rio Tinto/PB, o projeto também oferecerá aos alunos de Licenciatura em Ciências da Computação, participantes do projeto, uma relevante troca de experiências relacionadas à práticas de ensino com os professores das escolas da região. Isto contribuirá para a formação do licenciado no desenvolvimento de competências conforme define o Projeto Político Pedagógico (PPP) do curso. Além disso, o projeto poderá também beneficiar alunos de Sistemas de Informação que se envolverão na análise, avaliação e possível desenvolvimento de sistemas que possam ser introduzidos aos professores como forma de incentivá-los a utilizar novos recursos que aumentem o interesse dos alunos, como é o caso de ferramentas disponíveis como sistemas na Web. B) Capacitação tecnológica de discentes
Também observou-se que há algum tempo a Ciência e Tecnologia vem sofrendo uma perda de interesse por parte de jovens em seguir carreiras neste campo. Como consequência, cada vez mais há menos profissionais qualificados nesta área. Segundo um estudo da Softex, órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia para fomento à exportação de software, a indústria brasileira de software e serviços de TI deverá enfrentar uma forte escassez de mão-de-obra nos próximos anos. Ainda segundo o estudo, se as projeções de crescimento do mercado se confirmarem, haverá um déficit de 130 mil profissionais em 2013 (SOFTEX, 2009).
Os cursos de ensino superior na área de Ciência da Computação são os que apresentam maior índice de desistência no Brasil, na faixa de 28% de evasão (G1, 2009). Um dos principais motivos é o fato de que o aluno não tem conhecimento prévio sobre o que um curso da área de computação aborda. Outro grande motivo de desistências são as disciplinas introdutórias que ensinam algoritmos e linguagens de programação que requer um bom raciocínio lógico.
Um dos aspectos apontados por (Roberts 2008) para superar a crise vivida pelo mercado de tecnologia é a execução de ações governamentais e da indústria que promovam o ensino de Computação em escolas, pois desse modo os alunos teriam oportunidade de entrar em contato com essa área mais cedo e reconhecer (ou não) sua aptidão e talento para ela. Com este intuito, eventos competitivos relacionados à Computação têm se mostrado uma eficiente estratégia para despertar o interesse por ciência da computação. Exemplo disso é a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), realizada anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação, voltada para alunos de ensinos fundamental e médio.
A importância de uma Olimpíada de Informática, em suas várias fases, parece indiscutível e pode ser atrelado a dois pilares principais.
Primeiro, a faceta típica de um programa de extensão, pelo seu alcance e dimensões. Aqui tem assento primordial o aspecto de interação entre o ensino fundamental e médio e a universidade, naquilo que, ao nosso ver, um projeto de extensão deveria visar por excelência, nomeadamente, o esforço em despertar, senão mesmo antecipar, o interesse do aluno das escolas pela atividade universitária e pelo conhecimento científico (ainda que em forma mais lúdica). Isto não significa perder de vista o aspecto complementar da relação universidade/escola , que é o esforço conceitual pela melhoria do ensino.
O segundo pilar é a sintonia do aluno olímpico com a natureza acadêmica do currículo universitário. Via de regra, os alunos mais destacados são admitidos na Universidade com boa classificação e, depois, absorvidos pelos programas de Iniciação Científica e, quando não seguem uma careira científica, pelo menos adquirem bagagem suficiente para se tornarem profissionais qualificados.
escola, se for de sua escolha seguir a careira de computação ou de bom profissional em uma área das ciências exatas.
A Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Computação que tem por objetivos:
* estimular o interesse pela Computação e pela Ciência em geral;
* promover a introdução de disciplinas de técnicas de programação de computadores nas escolas de ensino médio e fundamental;
* proporcionar novos desafios aos estudantes;
* aproximar a universidade dos ensinos médio e fundamental;
* identificar os grandes talentos e vocações em Ciência da Computação de forma a melhor instruí-los e encaminhá-los para as carreiras acadêmica, científica e tecnológica.
A OBI é realizada em duas modalidades, de acordo com a escolaridade do participante: Programação e Iniciação. Cada uma destas modalidade é sub-dividida em Níveis, de acordo com a escolaridade e dificuldade das tarefas apresentadas.
Na modalidade Programação, as tarefas da prova versam sobre problemas de programação, de dificuldade média, exigindo conhecimento de estruturas de dados, técnicas de programação e de uma linguagem de programação.
Na modalidade Iniciação, as tarefas das provas versam sobre problemas de lógica e problemas de computação (sobre lógica de programação, mas sem o uso de computador).
A Olimpíada Brasileira de Informática serve como suma eletiva dos estudantes brasileiros para participação da Olimpíada Internacional de Informática, promovida pela UNESCO e que reúne os 4 melhores competidores de cada pais participante.
Desde 2008 temos realizado a Olimpíada Paraibana de Informática (OPI), uma competição nos mesmos moldes das competições nacionais e internacionais de informática, que tem servido como uma seletiva estadual para participação na Olimpíada Brasileira de Informática e já temos observado alguns bons frutos. Em 2009, um dos alunos participantes da OPI conseguiu classificar-se para a Olimpíada Internacional de Informática após obter uma medalha de Ouro na Olimpíada Brasileira. Na competição internacional, o aluno paraibano conseguiu ganhar uma medalha de prata, melhor resultado obtido por um paraibano na história da competição. No mesmo ano, um outro aluno obteve medalha de bronze na Olimpíada Brasileira e hoje se encontra matriculado em um curso de Ciência da Computação de uma das Universidades públicas de nosso estado.
Apesar deste evento estar começando a gerar resultados, percebemos que até o momento os alunos da rede pública de ensino de nosso estado não têm participado.
Temos plena convicção de que muitos alunos das escolas de ensino fundamental e médio da rede pública de ensino do Estado participariam de eventos como estes se tivessem o estímulo e a motivação adequados.
Neste sentido, o presente projeto também tem como meta investigar e desenvolver recursos didático-pedagógicos que auxiliem o ensino de raciocínio lógico através da programação para escolas de ensino fundamental e médio, permitindo que estes fiquem aptos a participar das olimpíadas citadas. Além disso, o projeto proposto permitirá que estes alunos conheçam previamente o que é abordado nos cursos de Computação para que eles tenham uma base para decidir se realmente querem ou não seguir na área, diminuindo assim, a alta taxa de evasão.
Este trabalho também está alinhado com o Projeto Político-Pedagógico do curso de Licenciatura em Ciência da Computação do CCAE, onde algumas áreas de atuação do egresso são:
* desenvolvimento de processos de orientação, motivação e estimulação da aprendizagem;
* desenvolvimento de materiais instrucionais através da utilização dos recursos tecnológicos disponíveis.
1.5.2 Fundamentação Teórica
A) Capacitação tecnológica de docentes
Na atualidade, com as constantes inovações tecnológicas, a educação no ambiente escolar não deve manter-se distante da realidade (MIRANDA, 2006). Por isso, é necessário que os mediadores do
aprendizado se aperfeiçoem perante estas novas possibilidades educacionais que a tecnologia promove, devendo procurar a constante atualização profissional e pessoal. Assim como diz Freire (1994), “não há ensino de qualidade, nem reforma educativa, nem inovação pedagógica, sem uma adequada formação de professores”.
O professor deve estar aberto a mudanças, principalmente em relação à sua postura de mediador e coordenador do processo de ensino-aprendizagem. Ele precisa aprender a aprender e lidar com as rápidas mudanças. De acordo com Tajra (2008), a capacitação deve promover a percepção de como efetivar a integração da tecnologia com a proposta de ensino. Assim, cabe ao professor descobrir a sua própria forma de utilizá-lo, pois não existe forma padrão para utilização dos computadores em atividades educacionais.
Ainda segundo Tajra (2008), a inclusão digital do professor deve envolver vivências e conceitos, tais como: conhecimentos básicos de informática; integração de tecnologia no cotidiano educacional; formas de gerenciamento da sala de aula com os novos recursos tecnológicos; revisão das teorias de aprendizagem, didática, projetos multi, inter e transdisciplinares.
O atual projeto busca seguir esta linha de inclusão, buscando expandir o escopo dos conhecimentos básicos e apresentar outras formas de integração da informática em atividades cotidianas e escolares. Para isso, o projeto contempla as fases de observação, ação e acompanhamento (ver seção 1.6.4). Uma das ações desse projeto é investigar se o treinamento no uso de ferramentas da Web 2.0 para os professores é capaz de produzir o aumento do interesse de seus alunos pela escola uma vez que os professores passem a usar tais ferramentas. Sabe-se hoje que o interesse por parte dos jovens pela Internet é crescente e que a conectividade das pessoas tem aumentado cada vez mais, em especial com a popularização das Lan Houses. Na própria cidade de Rio Tinto, que é uma cidade pequena, é fácil encontrar estabelecimentos dessa natureza. Enquanto a Web 1.0 permitiu o acesso à informação e ao conhecimento, é com as ferramentas da Web 2.0 que o uso da Internet tem crescido de forma cada vez mais rápida. São exemplos de alguns dos sistemas que fazem parte da Web 2.0 os blogs, Wikipédia, ferramentas online de edição de documentos como o Google Docs & Spreadsheets, etc. Com a Web 2.0 as pessoas passaram por uma verdadeira mudança de paradigma e não perceberam. Hoje as pessoas podem facilmente produzir seus próprios documentos e publicá-los automaticamente na rede sem grandes conhecimentos de informática (COUTINHO, 2007).
Outra ação a ser realizada neste projeto enquadra-se na capacitação dos professores no uso de ferramentas de Educação à Distância, para possibilitar a atualização profissional destes professores remotamente. Pesquisas demonstram que pessoas com experiência profissional, mas que não têm acesso a instituições de ensino superior já por anos, agravado pela distância geográfica de campi de universidades, são fortes candidatos a realizar cursos de Educação à Distância (EDVARDSSON; OSKARSSON, 2008). A aprendizagem de adultos é definida como autodirigida, na qual o tutor do curso de EaD facilita o processo por dar direção e alguma estrutura, enquanto o aprendiz recebe as sinalizações e segue sua própria necessidade de saber (ALMEIDA, 2009 aput SILVA, 2009).
B) Capacitação tecnológica de discentes
Projetar e analisar algoritmos e estruturas de dados, além de serem pré-requisitos básicos para boa parte das disciplinas de sua formação técnica, estão entre os principais atributos esperados de um profissional de computação.
No entanto, não é incomum observar estudantes de computação se desestimularem ao enfrentarem seus primeiros cursos de programação. Este fato está sendo observado neste momento no curso de Licenciatura em Ciência da Computação da Universidade Federal da Paraíba. Verificamos uma curva de crescimento preocupante em relação à evasão na disciplina de Introdução a Programação, que chegou a atingir 70% dos alunos no semestre 2009.1.
Falta de tempo e de motivação são apontadas como as principais razões para os elevados índices de desistência observados em disciplinas iniciais de programação. A alegada falta de tempo pode geralmente ser atribuída à falta de disciplina do aluno para organizar seus estudos; muitas vezes agravada pela necessidade de se dedicar a uma outra atividade simultaneamente, como trabalhar ou cuidar dos filhos. Já a (falta de) motivação é um aspecto mais complexo da personalidade humana (Kinnunen, P. and Malmi, L.
2006).
(Garcia et al., 2008) descrevem sua experiência de ensino de Lógica de Programação e Estruturas de Dados para alunos do ensino médio, a fim de despertar o interesse dos jovens para a área de Computação.
As pessoas aprendem a partir de suas experiências, porém sua vontade de aprender pode ser afetada por uma série de fatores. O relacionamento entre motivação e aprendizado é um tópico freqüente de pesquisa em educação superior (Jenkins, 2001; Lynch, 2006) e acredita-se que motivação seja um grande facilitador para o aprendizado e sucesso acadêmico (Linnenbrink & Pintrich, 2002; Lynch 2006). O fator motivação é ainda mais determinante no aprendizado de programação, onde o comprometimento do aluno em por em prática através da codificação os conhecimentos teóricos vistos em sala de aula é indispensável para que o aluno obtenha êxito (Jenkins, 2001).
Uma prática comum adotada por muitas áreas é utilizar a competitividade para estimular o estudo e aperfeiçoamento de alunos e profissionais. Tal esforço pode ser observado desde concursos abertos de redação até as diversas olimpíadas realizadas nas mais variadas áreas do conhecimento, contribuindo, muitas vezes, para a formação dos chamados alunos atletas.
As competições escolares são estratégias pedagógicas que podem auxiliar na aprendizagem dos estudantes, pois vão além da sala de aula, do ensino formal, onde o estudante é apenas um receptor de conteúdos. Ao contrário disso, quando um estudante participa desse tipo de atividade ele não só recebe informação, como também as formula, analisa, compartilha o conhecimento. No contexto escolar, essa atividade potencialmente pode alcançar objetivos pedagógicos, como trabalhar a ansiedade, reduzir a descrença na auto-capacidade de realização desenvolver a autonomia e aumentar a atenção e a concentração (Lopes 2005).
Em computação não é diferente. Existem várias competições que envolvem programação e projeto de algoritmos e estruturas de dados. A Olimpíada Internacional de Informática (International Olympiad in Informatics ou IOI) , a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) e a Olimpíada Paraibana de Informática, são eventos voltados para os alunos do ensino médio e fundamental. Existem também as competições voltadas para estudantes universitários como o Desafio Internacional de Programação para Universitários da ACM (ACM International Collegiate Programming Contest - ICPC) além de concursos de programação realizados por empresas privadas como forma de selecionar talentos em programação, como é o caso, por exemplo, do Google com o seu Code Jam. Da mesma forma que a OBI é uma seletiva nacional para a IOI a Maratona de Programação da SBC é uma seletiva nacional para o ACM ICPC.
Tais concursos de programação têm se mostrado bastante atrativos. O número de estudantes participantes do ACM ICPC nos últimos 12 anos cresceu mais de 1000%, tendo muito desse crescimento origem na criação de eventos regionais e nacionais como a Maratona de Programação da SBC que em 2009 atraiu 410 times de 145 instituições de ensino superior brasileiras.
1.5.3 Objetivos
Objetivo Geral:
Promover a inclusão digital de alunos e professores da rede pública de ensino do Litoral Norte através de cursos de capacitação tecnológica.
Objetivos Específicos:
A) Capacitação tecnológica de docentes
• Possibilitar aos professores da rede pública do município de Rio Tinto/PB a capacitação necessária para utilizar os recursos básicos de informática, de ferramentas web e de ferramentas de Educação à Distância em atividades na escola ou fora dela;
• Promover a troca de idéias e experiências entre alunos dos cursos de Licenciatura em Ciência da Computação e Sistemas de Informação, participantes do projeto, e os professores da Educação Básica;
B) Capacitação tecnológica de discentes
e também de propor e analisar possíveis soluções para o problema, como possíveis sistemas ou ferramentas que poderiam ser utilizados na educação e identificação de treinamentos que podem produzir melhores resultados em termos de aumento do interesse dos estudantes pela escola e pelo que ali se passa;
• Investigar e desenvolver recursos didático-pedagógicos que auxiliem o ensino de raciocínio lógico através da programação para escolas de ensino fundamental e médio, permitindo que estes fiquem aptos a participar das olimpíadas citadas;
• Aproximar o universo das Olimpíadas de Informática dos alunos das escolas da rede pública de ensino do estado e fornecer mecanismos para que estes alunos possam ser preparar para participar destes eventos;
• Despertar e descobrir talentos natos para carreiras de Computação e de ciências exatas muitas vezes escondidos nos bancos das escolas públicas do interior do estado e aumentar o conhecimento dos alunos do ensino médio e fundamental sobre a natureza desses cursos universitários, diminuindo o impacto sentido por estes alunos ao ingressarem em tais cursos e combatendo as altas taxas de evasão observadas nos cursos de Computação;
C) Ambos
• Contribuir no exercício da prática docente aos alunos de Licenciatura em Ciência da Computação e Sistemas de Informação;
• Integrar a Universidade à Comunidade.
1.5.4 Metodologia e Avaliação
A) Capacitação tecnológica de docentes
As atividades de capacitação dos docentes contempla as fases de observação, ação e acompanhamento. A fase de observação consiste em atividades como: diagnóstico docente, oficina de motivação para os professores e preparação dos cursos de capacitação, envolvendo a utilização de ferramentas básicas de operação do computador, ferramentas da Web 2.0 e ferramentas de EAD. A fase de ação consiste no período destinado a execução dos cursos de capacitação cuja quantidade de turmas, sua organização e carga horária dependerão do diagnóstico docente, no qual serão identificadas as suas principais necessidades e deficiências. Já durante a fase de acompanhamento, os professores continuarão a receber orientações para exercitar a aplicação dos recursos da informática no ambiente educacional e no dia a dia, buscando observar a curva de aprendizagem destes docentes e os resultados observados pelos docentes e talvez até por seus alunos.
Os conteúdos do curso de capacitação tecnológica são voltados para as atividades exercidas pelos professores, fazendo com que o conhecimento adquirido seja praticado no ambiente escolar. Dessa forma, a estratégia utilizada para mediar o aprendizado através de ferramentas básicas será focada na solução de problemas, ao invés da utilização destas ferramentas apenas com foco em si mesmas. Assim, o aprendizado é otimizado através do uso das ferramentas no cotidiano do professor, ferramentas estas que venham a auxiliar em atividades, tais como: preparar aulas teórico-práticas, ministrar conteúdo, fazer uma atividade de campo com os alunos, dentre outras.
Com relação aos cursos relacionados a ferramentas da Web 2.0, o que se planeja é que os exercícios realizados em sala já gerem resultados que beneficiem disciplinas já ministradas pelo próprio professor. Espera-se que ao fim de tais cursos o professor já tenha criado blogs e sites relativos a algumas de suas disciplinas, listas de discussão com seus alunos onde pode divulgar materiais, notas de aula e exercícios através de seus e-mails, documentos online compartilhados, exercícios online, dentre outras coisas. Para os cursos de capacitação em ferramentas de EaD, focaremos em softwares livres de gestão do aprendizado, tais como o Moodle (UNILASALLE VIRTUAL, 2008) e o AMaDEuS (GOMES, 2007). Estes softwares permitem a administração de atividades educacionais sendo destinado à criação de comunidades virtuais de aprendizagem. Permite, de maneira simplificada, a um estudante ou a um professor integrar-se, estudando ou lecionando, num curso online à sua escolha.
unidade parceira. Portanto, caberá aos professores membros do projeto: • Escolher os instrutores dos cursos;
• Gerenciar os serviços e instrutores envolvidos; • Organizar as atividades pedagógicas;
• Realizar atividades de apoio ao projeto;
• Controlar a frequência e aproveitamento dos professores das escolas (através dos instrutores) caberá às unidades parceiras:
• Providenciar a estrutura física (Laboratório de Informática) para a realização dos cursos de formação; • Estimular seus professores a participarem do projeto;
Outros parceiros poderão participar através de divulgação e inscrição dos interessados. Ao final de cada curso, o Departamento de Ciências Exatas da UFPB – Campus IV – Litoral Norte emitirá e entregará certificados de conclusão aos professores das escolas que participaram da capacitação. O aproveitamento, para efeito de emissão de certificado no final do curso, deverá ser de, no mínimo, 75% de freqüência e 60% do conteúdo, a ser avaliado durante o curso.
A avaliação será realizada mediante a execução e análise de atividades práticas motivadas em sala. Estas atividades deverão abranger o uso de ferramentas básicas, ferramentas da web 2.0 e a realização de atividades em ambientes de EaD.
B) Capacitação tecnológica de discentes
As atividades de capacitação dos discentes contemplam ações de preparação, execução, acompanhamento e avaliação. A fase de preparação consiste em atividades como: elaboração de material específico para o treinamento de alunos do ensino fundamental, elaboração de material específico para o treinamento de alunos do ensino médio e concepção de um site na internet para auxílio no treinamento dos alunos.
A fase de execução consiste na realização de palestras motivacionais em escolas do estado para estimular a participação dos alunos e na condução de cursos preparatórios específicos para participação em Olimpíadas de Informática.
A fase de acompanhamento consiste na realização de simulados de provas de Olimpíadas de Informática utilizando o site web desenvolvido para os treinamentos e na aplicação continua de formulários de avaliação com os alunos participantes dos simulados.
Finalmente, a fase de avaliação consista na aplicação da prova da Olimpíada Paraibana de Informática onde serão avaliados os resultados obtidos em relação aos anos anteriores e esperada curva de crescimento do total de participantes no evento e do número de participantes oriundos das escolas da rede pública de ensino.
Com relação ao site web relacionado as fases de preparação e acompanhamento, pretende-se desenvolver um mecanismo de treinamento focado em questões de raciocínio lógico e que permita a capacitação a distância e de forma contínua dos alunos interessados em participar do evento. O site apresentará um banco de questões e um sistema de correção automática e agendamento de provas que permitirá a realização de simulados de provas de Olimpíadas de Informática.
Para os cursos de capacitação, pretendemos aliar a realização das palestras presenciais a utilização de ferramentas de Educação a Distância, com a criação de material específico.
1.5.5.1 Conteúdo Programático
A modalidade da ação de Extensão Universitária é "Programa", não necessitando do preenchimento deste item no formulário do SIGProj.
1.5.6 Relação Ensino, Pesquisa e Extensão
O programa aqui proposto está bem articulado com o processo de ensino-aprendizagem, visto que os alunos dos cursos de Licenciatura em Ciência da Computação da UFPB poderão aplicar e exercitar procedimentos metodológicos de ensino e aprendizagem através da oferta de cursos de capacitação e da preparação de material instrucional específico.
Assim, estes alunos estarão disseminando o que foi aprendido em disciplinas, tais como Produção de Materiais Institucionais, Didática e Metodologia Científica. Esta última disciplina, em particular, preparou o aluno para ele venha a pesquisar os avanços da Ciência Computação que contribua e inove os processos de ensino e aprendizagem. Portanto, o projeto se integra também com a pesquisa pois o método científico será seguido para uma boa definição do problema sendo atacado, utilizando dados como subsídio para as intervenções propostas (ex.: tipos de cursos a ministrar e ferramentas de apoio ao ensino utilizadas). Além disso, este projeto também pretende relatar os seus resultados em artigos que poderão ser publicados em eventos da área de Informática na Educação.
A universidade não pode exercer apenas o papel de centro detentor do saber científico, mas também atuar sobre a comunidade de forma a minimizar os seus problemas sociais. De fato, este projeto visa proporcionar uma maior integração da universidade com a sociedade, através da realização de atividades de formação e treinamentos, de forma a contribuir para a melhoria do ensino em escolas públicas na comunidade na qual a universidade está inserida.
1.5.7 Programação
A modalidade da ação de Extensão Universitária é "Programa", não necessitando do preenchimento deste item no formulário do SIGProj.
1.5.8 Avaliação Pelo Público
A) Capacitação tecnológica de docentes
Ao final da capacitação dos docentes, o público será incentivado a responder um questionário de avaliação da ação, visando o aprimoramento e correção de falhas para novas ações. Os principais pontos a avaliar junto aos docentes que participarão da formação são a qualidade dos cursos e a relevância percebida. Pretende-se também investigar através de entrevistas se algum impacto pôde ser percebido pelos alunos dos docentes participantes.
B) Capacitação tecnológica de discentes
Além dos questionários aplicados aos discentes, juntamente com os simulados realizados utilizado o site web desenvolvido para este fim, ao final das atividades previstas, o público participante será incentivado a responder um questionário final de avaliação da ação, visando o aprimoramento e correção de falhas para novas ações. Serão avaliados também outros fatores, como por exemplo, o número de inscritos no vestibular nos cursos relacionados à computação nos municípios onde foram desenvolvidos os trabalhos. Evidentemente, esta métrica precisa ser analisada conjuntamente com outras variáveis para perceber se o projeto realmente teve influência nestes números.
Pela Equipe
A) Capacitação tecnológica de docentes
Após a conclusão dos cursos de capacitação de docentes, a equipe se reunirá para avaliar a experiência do projeto, com a intenção de promover melhorias. Essa avaliação será feita levantando os pontos positivos da ação, seus pontos negativos e levantando sugestões para ações futuras semelhantes. Pretende-se relatar o resultado dessas análises em artigos científicos para que as boas técnicas descobertas possam ser replicadas em outras partes do país e até do mundo.
B) Capacitação tecnológica de discentes
Após a realização da Olimpíada Paraibana de Informática 2011, a equipe se reunirá para avaliar a experiência do projeto, com a intenção de promover melhorias em futuras edições.
1.5.9 Solicitação de Apoio
A modalidade da ação de Extensão Universitária é "Programa", não necessitando do preenchimento deste item no formulário do SIGProj.
1.5.10 Referências Bibliográficas
ALMEIDA, M. E. B.; As teorias principais da andragogia e heutagogia. In: LITTO, Fredric M; FORMIGA, Manuel M.M. (Orgs.). Educação a Distância: O Estado da Arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
Web 2.0. In: Atas do IX Simpósio Internacional de Informática Educativa (SIIE 2007), Páginas 199—204.2007.
EDVARDSSON, Ingi R; OSKARSSON, Gudmundur K. (2008). Distance Education and Academic Achievement in Business Administration: The case of the University of Akureyri. International Review of Research in Open and Distance Learning Volume 9, Number 3.
FREIRE, P. Educação e Mudança. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1994.
MIRANDA, R. G. Informática na Educação: representações sociais do cotidiano. 3. ed. São Paulo, Cortez, 2006.
GOMES, A. S., et al. Amadeus: Sistema de gestão do aprendizado de Segunda geração. Relatório Técnico. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Centro de Informática, 2007. Site do projeto: http://www.amadeus.cin.ufpe.br/index.html/
MIRANDA, R. G. Informática na Educação: representações sociais do cotidiano. 3. ed. São Paulo, Cortez, 2006.
SILVA, W. M. Análise da Prática de Tutores em Cursos de Educação a Distância para Adultos:
Identificando requisitos para ambientes virtuais de ensino. Dissertação de Mestrado. Centro de Informática, 2009.
TAJRA, S. F. Informática na Educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade. 8 ed. rev. e ampl. São Paulo: Érica, 2008.
UNILASALLE VIRTUAL. MOODLE: Manual do Docente. Unilasalle Virtual, 2008. Disponível em: www.unilasalle.edu.br/virtual. Último acesso: 30/11/2008.
VALENTE, J. A. ALMEIDA, F. J. Visão analítica da Informática na educação no Brasil: a questão da formação do professor. Revista Brasileira de Informática na Educação. RS: Sociedade Brasileira de Computação, nº 1, set. 1997.
VERMELHO, C. BRITO, G. S. PURIFICAÇÃO, I. Capacitação de professores para uso da tecnologia da informação no ambiente escolar da rede pública. In: 4th Congresso da Rede Iberoamericana de Informática Educativa, Brasília, Brasil, Outubro, 1998.
Kinnunen, P. and Malmi, L. 2006. “Why students drop out CS1 course?”. In Proceedings of the Second international Workshop on Computing Education Research (Canterbury, United Kingdom, September 09 -10, 2006). ICER '06. ACM, New York, NY, 97-108. DOI= http://doi.acm.org/10.1145/1151588.1151604 Jenkins, T. 2001. The motivation of students of programming. In Proceedings of ITiCSE 2001: The 6th annual conference on innovation and technology in computer science education (pp. 53–56).
Lynch, D. J. 2006. Motivational factors, learning strategies and resources management as predictors of course grades. College Student Journal, 40(2), 423–428.
Linnenbrink, E. A., & Pintrich, P. R. 2002. Motivation as an enabler for academic success. School Psychology Review, 31(3), 313–327.
Garcia, R. E.; Correia, R. C. M.; Shimabukuro, M. H. (2008) “Ensino de Lógica de Programação e Estruturas de Dados para Alunos do Ensino Médio”, In: Anais do XXVIII WEI, CSBC’2008, Belém/PA. Roberts, E. (2008) “Rediscovering the Passion, Beauty, Joy, and Awe: Making Computing Fun Again”, In: SIGCSE, Portland. Disponível em <http://www-csfaculty. stanford.edu/~eroberts/talks/index.html>. Acesso:
07/01/2010.
Site da G1. http://www.gp1.com.br/noticias/matematica-e-ciencias-da-computacao-tem-alta-taxa-de-desistencia-72501. asp. Acessado em 30/11/2009.
SOFTEX Excellence in Software. Observatório SOFTEX. Software e Serviços de TI: A indústria brasileira em perspectiva. Novembro, 2009. Disponível em: http://www.softwarepublico.gov.br/5cqualibr/2-documentos-tecnicos/view/vetor-rcossistemas/tudo-sobre-te ndencias-em-software/resumoexecutivo.pdf
1.5.11 Observações
1.6 Divulgação/Certificados
Meios de Divulgação: Cartaz, Folder, Mala Direta, Internet, Imprensa
Outros meios de Divulgação: camisetas
Contato: Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE)/UFPB
Rua da Mangueira, Centro, Rio Tinto, PB
Emissão de Certificados: Participantes, Equipe de Execução
Qtde Estimada de Certificados para Participantes: 675
Qtde Estimada de Certificados para Equipe de Execução: 23
Total de Certificados: 698
Menção Mínima: MS
Frequência Mínima (%): 75
Justificativa de Certificados: Serão emitidos certificados para todos os alunos participantes da
Olimpíada Paraibana de Informática 2011 e para os alunos, professores e técnicos administrativos da UFPB participantes do projeto.
Serão gerados 80 certificados para os professores esperados para os cursos de formação e técnicos administrativos que se interessem também em participar.
1.7 Outros Produtos Acadêmicos
Gera Produtos: Sim
Produtos: Artigo
Relatório Técnico
Descrição/Tiragem: Espera-se ao menos 1 artigo em anais como resultado de pesquisa.
1.8 Anexos
termo_de_compromisso
Termo de Compromisso da Reitoria de aplicação integral
dos recursos nos projetos/programas
selecionados
termo_referencia.pdf Termo de Referência
(PROEXT / MEC)
plano_de_trabalho.pd Plano de Trabalho
declaracao_prac.pdf
Declaração da Pró Reitoria de Extensão que a proposta foi
aprovada nas instâncias competentes
2. Equipe de Execução
2.1 Membros da Equipe de Execução Docentes da UFPB
Nome Regime - Contrato Instituição CH Total Funções
Alexandre Nóbrega Duarte Dedicação exclusiva UFPB 438 hrs Coordenador,
Gestor
Alisson Vasconcelos de Brito Dedicação exclusiva UFPB 315 hrs Orientador
Ayla Débora Dantas de Souza
Rebouças Dedicação exclusiva UFPB 163 hrs Ministrante
Carla Taciana Lima Lourenço
Silva Shuenemann Dedicação exclusiva UFPB 165 hrs
Ministrante, Coorientador
Flavia Veloso Costa Souza Dedicação exclusiva UFPB 100 hrs Ministrante
Jose Jorge Lima Dias Junior Dedicação exclusiva UFPB 207 hrs Ministrante,
Consultor
Pasqueline Dantas Scaico Dedicação exclusiva UFPB 185 hrs Ministrante,
Consultor
Thaíse Kelly de Lima Costa Dedicação exclusiva UFPB 175 hrs Vice-Coordenador,
Ministrante
Vanessa Farias Dantas Dedicação exclusiva UFPB 173 hrs Ministrante,
Colaborador
Discentes da UFPB
Não existem Discentes na sua atividade
Técnico-administrativo da UFPB
Não existem Técnicos na sua atividade
Não existem Membros externos na sua atividade
Coordenador:
Nome: Alexandre Nóbrega Duarte Nº de Matrícula: 1694559
CPF: 02858933430
Email: [email protected] Categoria: Professor Assistente Fone/Contato: 83-99452053
Orientador:
Nome: Alisson Vasconcelos de Brito RGA:
CPF: 02949328440
Email: [email protected] Categoria: Professor Adjunto
Fone/Contato: (83)32439198 / (83)9933-6265
Gestor:
Nome: Alexandre Nóbrega Duarte Nº de Matrícula: 1694559
CPF: 02858933430
Email: [email protected] Categoria: Professor Assistente Fone/Contato: 83-99452053
2.2 Cronograma de Atividades
Atividade: Acompanhamento e análise dos resultados do programa
Início: Jan/2011 Duração: 12 Meses
Carga Horária: 8 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 4 horas/Mês)
Membro Vinculado: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 4 horas/Mês)
Atividade: Acompanhamento e apoio aos professores na implantação de algumas das ferramentas e serviços aprendidos em suas disciplinas
Início: Ago/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 84 Horas/Mês
Responsável: Vanessa Farias Dantas (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 16 horas/Mês)
Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 16 horas/Mês) Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 16 horas/Mês)
Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 16 horas/Mês)
Atividade: Aplicação de cursos de capacitação tecnológica com base no diagnóstico previamente realizado e considerando as ferramentas que despertam maior interesse para os professores.
Início: Mai/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 135 Horas/Mês
Responsável: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 23 horas/Mês)
Membros Vinculados: Vanessa Farias Dantas (C.H. 23 horas/Mês)
Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 23 horas/Mês) Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 23 horas/Mês)
Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 23 horas/Mês) Flavia Veloso Costa Souza (C.H. 20 horas/Mês)
Atividade: Avaliação do projeto e dos seus impactos na sociedade e escrita de artigo reportando os resultados obtidos.
Início: Out/2011 Duração: 10 Semanas
Carga Horária: 10 Horas Total
Responsável: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 2 horas Total)
Membros Vinculados: Vanessa Farias Dantas (C.H. 2 horas Total)
Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 2 horas Total) Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 2 horas Total)
Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 2 horas Total)
Atividade: Criação do banco de questões de Olimpíadas para alunos do ensino fundamental
Início: Jan/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 30 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 10 horas/Mês)
Membros Vinculados: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 10 horas/Mês) Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 10 horas/Mês)
Atividade: Criação do banco de questões de Olimpíadas para alunos do ensino médio
Início: Jan/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 30 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 10 horas/Mês)
Membros Vinculados: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 10 horas/Mês) Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 10 horas/Mês)
Atividade: Criação do site web para treinamento
Início: Jan/2011 Duração: 6 Meses
Carga Horária: 20 Horas/Mês
Responsável: Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 10 horas/Mês)
Atividade: Elaboração de cursos de capacitação tecnológica com base no diagnóstico previamente realizado e considerando as ferramentas que despertam maior interesse para os professores.
Início: Mar/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 44 Horas/Mês
Responsável: Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 6 horas/Mês) Vanessa Farias Dantas (C.H. 6 horas/Mês) Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 6 horas/Mês)
Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 6 horas/Mês)
Atividade: Elaboração e aplicação de oficina motivacional apresentando aos professores das escolas as contribuições do uso da informática na educação e até mesmo os benefícios que o uso de certas ferramentas e serviços podem trazer ao seu dia a dia.
Início: Mar/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 35 Horas/Mês
Responsável: Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 15 horas/Mês)
Membros Vinculados: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 5 horas/Mês) Vanessa Farias Dantas (C.H. 5 horas/Mês)
Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 5 horas/Mês)
Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 5 horas/Mês)
Atividade: Estudo diagnóstico junto aos professores de escolas com objetivo de identificar o nível de dificuldade em utilização das tecnologias de informação e os cursos mais necessários.
Início: Jan/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 60 Horas/Mês
Responsável: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Pasqueline Dantas Scaico (C.H. 20 horas/Mês) Flavia Veloso Costa Souza (C.H. 20 horas/Mês)
Atividade: Levantamento bibliográfico focado em relatos de experiência e outros artigos que descrevam tentativas de aumentar a motivação dos alunos pela escola através da informática para que que se saiba boas práticas a repetir e problemas a evitar.
Início: Jan/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 20 Horas/Mês
Responsável: Carla Taciana Lima Lourenço Silva Shuenemann (C.H. 20 horas/Mês)
Atividade: Levantamentos e análise de ferramentas e sistemas que podem ser úteis para a atividade de docência e para o aumento do interesse nas aulas por parte dos alunos
Início: Jan/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 30 Horas/Mês
Responsável: Vanessa Farias Dantas (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Thaíse Kelly de Lima Costa (C.H. 5 horas/Mês)
Ayla Débora Dantas de Souza Rebouças (C.H. 5 horas/Mês)
Atividade: Preparação do material instrucional para os alunos do ensino fundamental
Início: Mai/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 40 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 10 horas/Mês) Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 10 horas/Mês)
Atividade: Preparação do material instrucional para os alunos do ensino médio
Início: Mai/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 40 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 20 horas/Mês)
Membro Vinculado: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 20 horas/Mês)
Atividade: Realização da Olimpíada Paraibana de Informática
Início: Nov/2011 Duração: 1 Mês
Carga Horária: 34 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 20 horas/Mês)
Membros Vinculados: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 7 horas/Mês) Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 7 horas/Mês)
Atividade: Realização de cursos preparatórios
Início: Ago/2011 Duração: 4 Meses
Carga Horária: 40 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 20 horas/Mês)
Membro Vinculado: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 20 horas/Mês)
Atividade: Realização de palestra sobre Olimpíadas de Informática nas escolas.
Início: Ago/2011 Duração: 2 Meses
Carga Horária: 20 Horas/Mês
Responsável: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 10 horas/Mês)
Atividade: Realização de simulados de Olimpíadas de Informática
Início: Set/2011 Duração: 3 Meses
Carga Horária: 30 Horas/Mês
Responsável: Alisson Vasconcelos de Brito (C.H. 10 horas/Mês)
Membros Vinculados: Alexandre Nóbrega Duarte (C.H. 10 horas/Mês) Jose Jorge Lima Dias Junior (C.H. 10 horas/Mês)
3. Receita
3.1 Arrecadação
Não há Arrecadação.
3.2 Recursos da IES (MEC)
Bolsas de Extensão Valor(R$)
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes (3390-18) 43.200,00
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores (3390-20) 0,00
Subtotal R$ 43.200,00
Rubricas Valor(R$)
Material de Consumo (3390-30) 11.398,00
Passagens e Despesas com Locomoção (3390-33) 9.000,00
Diárias - Pessoal Civil (3390-14) 15.292,80
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física (3390-36) 0,00
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
(3390-39) 0,00
Equipamento e Material Permanente (4490-52) 41.000,00
Subtotal R$ 76.690,80
Total: R$ 119.890,80
3.3 Recursos de Terceiros e/ou Contrapartida
Instituição Item de Dispêndio Valor
MelonTech Material de Consumo (3390-30) In Natura (1)
Datashop Material de Consumo (3390-30) In Natura (2)
Accenture Material de Consumo (3390-30) In Natura (3)
Total R$0,00
(1): Camisetas para a Olimpíada de Informática (2): Camisetas para a Olimpíada de Informática (3): Medalhas para a Olimpíada de Informática
3.4 Receita Consolidada
Elementos da Receita (Com Bolsa de Extensão) R$
Subtotal 2 (Recursos da IES (MEC): Bolsas de Extensão + Outras
Rubricas) 119.890,80
Subtotal 3 (Recursos de Terceiros e/ou Contrapartida) 0,00
Total 119.890,80
Elementos da Receita (Sem Bolsa de Extensão) R$
Subtotal 1 (Arrecadação) 0,00
Subtotal 2 (Recursos da IES (MEC): Rubricas) 76.690,80
Subtotal 3 (Recursos de Terceiros e/ou Contrapartida) 0,00
Total 76.690,80
4. Despesas
Elementos de Despesas Arrecadação (R$) IES (MEC)(R$) Terceiros (R$) Total (R$)
Bolsa - Auxílio Financeiro a
Estudantes (3390-18) 0,00 43.200,00 0,00 43.200,00
Bolsa - Auxílio Financeiro a
Pesquisadores (3390-20) 0,00 0,00 0,00 0,00
Subtotal 1 0,00 43.200,00 0,00 43.200,00
Diárias - Pessoal Civil (3390-14) 0,00 15.292,80 0,00 15.292,80
Material de Consumo (3390-30) 0,00 11.398,00 0,00 11.398,00
Passagens e Despesas com
Locomoção (3390-33) 0,00 9.000,00 0,00 9.000,00
Outros Serviços de Terceiros
-Pessoa Física (3390-36) 0,00 0,00 0,00 0,00
Outros Serviços de Terceiros
-Pessoa Jurídica (3390-39) 0,00 0,00 0,00 0,00
Equipamento e Material Permanente
(4490-52) 0,00 41.000,00 0,00 41.000,00
Outras Despesas 0,00 0,00 0,00 0,00
Outras Despesas (Impostos) 0,00 0,00 0,00 0,00
Subtotal 0,00 76.690,80 0,00 76.690,80
Total 0,00 119.890,80 0,00 119.890,80
Valor total solicitado em Reais: R$ 119.890,80
Cento e Dezenove Mil e Oitocentos e Noventa Reais e Oitenta Centavos
A seguir são apresentadas as despesas em relação a cada elemento de despesa da atividade: Diárias - Pessoal Civil, Material de Consumo, Passagens e Despesas com Locomoção, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Física, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica, Equipamento e Material Permanente, Bolsistas e Outras Despesas. Nos respectivos quadros de despesas são apresentados itens específicos, sendo relevante destacar
o campo “Fonte”. O campo “Fonte” refere-se à origem do recurso financeiro, podendo ser Arrecadação, Instituição e Terceiros.
4.1 Despesas - Diárias
Localidade Qtde Custo Unitário Fonte Custo Total
Aracaju - Sergipe - Brasil 36,0 R$ 212,40 IES (MEC) R$ 7.646,40
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil 36,0 R$ 212,40 IES (MEC) R$ 7.646,40
Total R$15.292,80
Observação: As diárias solicitadas para a cidade de Aracaju serão utilizadas para participação dos professores envolvidos no projeto no
Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE) enquanto que as diárias para a cidade de Natal serão utilizadas na participação do Workshop de Informática na Escola (WIE) e Workshop de Ensino de Computação (WEI).
O SBIE, WIE e WEI são eventos promovidos anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação e representam os principais foruns sobre Informática na Educação do País. Estes serão provavelmente os meios de publicação, divulgação e apresentação dos resultados obtidos com este programa.
Valor da diária:
Diárias: Legislação aplicável: Decreto n° 6.907, de 21.7.2009, disponível no site: www.presidencia.gov.br
4.2 Despesas - Material de Consumo
Descrição Qtde Unidade Custo Unitário Fonte Custo Total
Apagador para quadro
branco 20 Unidade(s) R$ 7,60 IES (MEC) R$ 152,00
Caneta, tipo esferográfica, material ponta tungstênio, escrita fina, cor preta
200 Unidade(s) R$ 0,60 IES (MEC) R$ 120,00
Caneta marca texto 20 Unidade(s) R$ 1,10 IES (MEC) R$ 22,00
Cartão de memória de 8GB para máquina fotográfica digital
2 Unidade(s) R$ 150,00 IES (MEC) R$ 300,00
Clips niquelado no 8 (caixa
com 25 unidades) 20 Unidade(s) R$ 2,00 IES (MEC) R$ 40,00
Crachá horizontal com
identificação 40 Unidade(s) R$ 0,85 IES (MEC) R$ 34,00
Envelope branco para A4
(caixa com 250 unidades) 2 Unidade(s) R$ 30,00 IES (MEC) R$ 60,00
Envelope pardo para A4
(caixa com 250 unidades) 2 Unidade(s) R$ 35,00 IES (MEC) R$ 70,00
Extensão elétrica,
comprimento 05 metros, 03 tomadas, cabo flexível
10 Unidade(s) R$ 13,00 IES (MEC) R$ 130,00
Grampeador para 20 folhas 2 Unidade(s) R$ 15,00 IES (MEC) R$ 30,00
Grampeador para 200
folhas 2 Unidade(s) R$ 70,00 IES (MEC) R$ 140,00
Grampo para 20 folhas
Grampo para 200 folhas
(caixa com 5000) 2 Unidade(s) R$ 10,00 IES (MEC) R$ 20,00
Marcador de Quadro Branco Pilot Wbmavbm -Preto, Vermelho e Azul
100 Unidade(s) R$ 7,90 IES (MEC) R$ 790,00
Pasta Plástica com Elástico
Oficio 50 Unidade(s) R$ 5,00 IES (MEC) R$ 250,00
Pen Drive 4GB 19 Unidade(s) R$ 40,00 IES (MEC) R$ 760,00
Prancheta, material acrílico, com prendedor de material, Tam. 240X340 mm, cor fumê
20 Unidade(s) R$ 9,00 IES (MEC) R$ 180,00
Resmas de papel tamanho
A4 85 Unidade(s) R$ 15,00 IES (MEC) R$ 1.275,00
TONER CB436 HP(ou
similar) 25 Unidade(s) R$ 280,00 IES (MEC) R$ 7.000,00
Total R$11.398,00
4.3 Despesas - Passagens
Percurso Qtde Custo Unitário Fonte Custo Total
João Pessoa » Aracajú » João Pessoa 9 R$ 1.000,00 IES (MEC) R$ 9.000,00
Total R$9.000,00
Observação: As passagens serão utilizadas para participação dos professores envolvidos no projeto no Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, onde provavelmente serão publicados os resultados obtidos neste projeto.
4.4 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
Não há Serviço de Terceiros - Pessoa Física.
4.5 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
Não há Serviço de Terceiros - Pessoa Jurídica.
4.6 Despesas - Equipamento e Material Permanente
Descrição Qtde Custo Unitário Fonte Custo Total
Câmera fotográfica digital de 12MP. 1 R$ 800,00 IES (MEC) R$ 800,00
Computador Desktop com Monitor de 21 polegadas
Processador Intel Core 2 Duo 3,06 GHz ou superior
Resolução do monitor de 1920 x 1080 (16:9) Memória RAM de 4 GB de memória ou superior Disco rígido de 500 GB ou superior
Garantia do fabricante mínima de 1 ano para reposição de peças.
Multifuncional
Funções: Digitalização a cores, impressão a preto e branco, cópia a preto e branco, digitalização a preto e branco
Comunicação: Hi-Speed USB (compatível com as especificações USB 2.0)
Impressora: Velocidade de impressão de até 19ppm. Memória interna de 32MB. Ciclo de trabalho mensal de até 8000 folhas A4
Copiadora: Velocidade de cópia de até 14cpm. Dimensionamento de 25 até 400%. Resolução de cópia de 600 x 600 ppp
Digitalização: Resolução óptica de digitalização até 1200 ppp. Formato máximo de 21,6 x 29,7 cm. Profundidade de 24 bits. Digitalização em cores
Suprimentos: Cartuchos de Impressão da Família HP LaserJet CB436
Sistema Operacional: Microsoft Windows 2000, Server 2003, XP Home, XP Professional, XP Professional x64; Certified for Windows Vista; Mac OS 10.3 ou superior
2 R$ 750,00 IES (MEC) R$ 1.500,00
Notebook. Microprocessador com frequência mínima de 2.13GHz. Memória RAM mínima de: 4GB. HD mínimo: 500GB. Wireless. WebCam. ( ou similar)
Garantia do fabricante mínima de 1 ano para reposição de peças.