I ' b ^ pi 11,, m pi j í í ^ i ' ' i T T
j^OÇÓES
d eArithinetiea pratica e theoriea
contendo grande numero de exercícios
«•seriptas \yfI o
D" FRANCISCO RAPP
; T r n : K M s c i i - . N i l A ^ - c i i ' M " ' - . v .KlNC.'S LVNS aSK.LATKtMtA);
.. GYMNASIO KlNf" R o r K S s o i c i " » ,U'Stinailas,„s,ituiçOes Commerciaes otc.
para Gymnasios, Escolas Norniaes,
•211
KdiC-'^»-U)ü2
1^;
■ J
p r e f a c i o
11111 livro, contendo
A f a l t a , p r á t i c o s , a t a t l t o d i c ^
g iaiiile mimeio de .mblicação do presente trabalho,
te dispostos, ■ndios de arithmctlca apenas
qttasi to.nli.lade exíguo de exerctetos
e n c o n t r a u n , ^ a g r a n d e i . n p o r t a t . e t a
nelo ' \ nlVerocev no ^ unidade, o maift
ns calculoí^ pos^. ^ da ^nsar Ao
Adoptnni ■ ,„,|,o„8Ível no noss 1 a„as
lin-siinples e. o mais „s dados do p ^ ^^,„^ estes dados,
fazemos o "''""'"^^j.ijcando ®™''.'""\elações que as
diffw-h a s diffw-h o r i z o n t a l ■. ^ l e d u z i i . . a c diffw-h a m o s d e
assim ilisi'"'^'"^' apresentam e«tro " ' „ ir escrevendo
entes qunntidade^ -l ^ Mais tarde
grande vnutasa ,„e os/»' ^ nprend.do
esses raeiocinio porque, ,ia ^-aço de fi acç
serí. isso desneces tu lhe han'-t''^''"■^^^.perador p no
deno-a rdeno-aeiocinnrmcnm^^ correctdeno-ameute^» ^^^^^pppdeno-açbes eovemente ,
mlnTdorTtleP^-^C»" '"tm
quanto possível. asje= pegoeia»'»'' ipieiando o esta
duvida para enSt^"'"" "p, para ti«ein
i
,julg-amol — as muito prejudiciaes portiuo vúm sobi-ecan-og-ur llie a memória em vez do lhe desenvolver o espirito.
Alenta — nos a esperança de que os nossos
illusire-collegas acolherüo benevolameute o presente trabalho,
omU-encontrariio, convenientemente coordenados, {?rande nuinc*ro
de exercícios e problemas práticos, que muito poderão concorrer para o aproveitamento dos seus alumnos. Aos Srs. proressoves e as Sras. professoras será fornecida a chave, contendo a.« aoluçoea de todos os exercícios e problemas, desenvolvidos
spostas dos alumnos.
das ~ "r finalmente declarar que niio
tratânio.-tiíwho nl"" ' porque.n nosso modesto
O a u t o r.
s
1-Svstema métrico.
^ • .„tos superficies, volumes
medir eomprmiento • ^ todo.
• . , m S C I n Q u s t e m a m e i n c o .10 Metros 100 Sletros 1000 Sletros 10000 Metros — ( 5 — Unidades de comprimento.
A unidade principal para medir comprimentos i'-o metri'-o, isti'-o é a décima millii'-onesima parte di'-o
(pia-drante da terra. Seus submultiplos e múltiplos sao:
1 Metro [m.) = lo Decimetres (dcm.)
= 100 Ceutimetros {cm.) = 1 0 0 0 J l i l l i m e t r o s = 1 Decametre {Dm.) ~ 1 Hectometro {Hm.) = 1 Kilomctro {Km.) = 1 Myriainctro {Mm.) Unidades de superfície. m e t r o « " P c - f i c i e s é oum min? cujos lados tOra
típlo? são uubmultiplos c
mul-1 Hetroquadi-ado(m,y.)= loo Decimetros
(-luadrados {ãmq.) ~ 10000 Centímetros cpuidrados {emq.) = lOOQOOOJUllimetros quadrados {mrnq.) ~ 1 Decametro quadrado {Dmq.) ~ 1 Hectometro quadrado {Hmq.) - 1 Kilometrp quadrado {Kmq.) = 1 ^[yriametro quadrado {Mmq.) 100 iMetros quadrados 10000 Metros quadrados
lOOpOOO Metros quadrados
100000000 Metros quadrados
/
^ 7 —
ton mo. = 10 Deciaros {dca.).
« 1 ^ H e c t a r e
life»",,.
« — C o m o s e v ê n a s u m-dades de superHcie.
uma unidade qualquer
vile 100 vexes a
mu-d'adeimmediataraente
iuferior: um metro uuadrado contem poi
coiisepuinte 100
dem-uictros quadrados
como o mostra a figura
ao Uido.
.
A
cúbico,
. A t
Mediias üe voUw»®
cúbicos temo-)
1 ^ . r O m c . ) .. . cúbicos - cúbico f-í'
1000 Metros
■: -i i ' /!
« AI
1
'11
ií
Wi'' .i.'íltl.iv^vOi-— 8 —
100000000051etro.scubicos=l Kiloinetro cubico (/w»c ,
1 0 m c . m C . . - • « . v - i « - . U i i
1 Uecastereo (Dsf.)
' iicio unuid'estas unidados ^ \ale 1000 vezes a unidade
itnine-1^: ^'*y^'»eiite inlerior: um metro
i-ubieo contem por exemplo 1000
t ecimetros cúbicos como mostra
i t f i í r u r a .
: z_ ' ^ "m cfiiitiinetro citbieo- a milin '= 10
,.om „n, ,„iiM.netro càl.ico "" .M.bic.
Medidas de capacidade.
«m corpo d'^olill.o'oij.t c:apacidado de
» ■ ) - I » ■
100 Cemilitros {d.)
10 Litros ^1'OiIitros {ml.)
'00 Lítroy ^ ' l^e(;alitro {Dl.)
'000 Litros ^ ' líectolitro (///.)
1 Kilolitro (/a.)
A A . . .centímetro cúbico d'agua
9 — ...LMn de 4 grãos do ihermoinetro s ã o 1 (irainnio (fif). l O t i r a i u i n o s 100 ftrainnios iOOO (irainnios 1 quintal mciru-o
1 TonoUida métrica
i 1 10 Dceigramnios dg-j 100 Centigrammes fí/.t 1000 MiUigntnimos \ Docagrammo (iHl-)1 Hcctogramnio (Jfg-)
1 Ivilogrammo 'Kg-) 100 ICilogrammos. 7'., 1000 Kilogranunos.'i dm-, P''"'' I
I l i c . § 2.Reducções.
o,, flivcr nitidar a sua
Kcdu/.ir .una à'," alterar o valor.
i > m o u t i a , dcnoimiuu:ao-4 Kg- í*- -li
/ú,.'iom 1000'/•
X ^
4 0 0 0 g - = . »
Toiido vil" "U/-•
u mcx.es a dias
, mez tetndOdias
b u.e.cs tdt^SO
— 1 0 — Exercícios: n ' I'. 51, 103, 2 3 5 52<) 387 0 3 2 4 2 0 757 0 0 5 2 3 5 4 8 1 4 7 0 244 R e d u z i r : a . b . C . c l . e . *' 7, 12, 19, 28, B7, 8 8, 15, 48, ®, 77, '*) 32, oí, 76, 64^ J22 *) 45, 63, 91, 135, 274
Ô7, (59, 85, 143, 296Í
! ®;, '»'■ «8. :195, 372,
) J-, J4, 136 172 208 »)29, 74, 1,14, 233, S71n 4 , 83, 108. 197, 277,
Is ?3 -o'
><«)S3, o9, 82, 99, 174,
Reduzir: ^ dias a minutos.1 dia tem 24 horâT
dias têm 24
X ( i
"'inut08.
1 liofa tem
i-i-i horas tem U4 X fi O
i u . , u m i n u t o s . ^ ^"«1 ".inutos. I'limoiro ^ ... 7
"as a 111 horasc (It.j.ois estas
g - l l . ^ 73, 125 inilréi.s a róis. 149, 234 inezc.s a dias. Wi. a dm., a cm., a )iini. h a dl., a ri, a m!. dúzias a objoctò.s. ^^'J- a (/., a d(/., a rtj. Uíiiuitos a segundo.s. ^mq. a mq., a (miq. aunos a uiezes. wc. a dmr., a cínr;. a»»»o.s a (lias. dias a horas. a ares, a mq. ^edueir: a . 1 ) . I f f l ô *5) H, Exercícios: 1 4 c . 23, 59, d . 3(). e . r . g -127, 285, 105, 217, h .
ílal dias a minutos.
482 linras a segundos. a . i r o 7 . IT) Kb I H ) o : i , 1Í» 47, 20) 52. * 4 1 ) 44) V2.. 4 4 ) « . e. ' :j;i5 í"c. a rw-i-W. i®®' 4íi:4£
«'Í-'«■ ™ t l"d'
454: n. -•; 29. ^«os.
'»• ' ó''l8S. •* in^avas a
M 'i' ■>41 avi-oliasaonças.«"■ '-4 : 4Í5an«o.aseit«ndos.
14 — 0 1 h o r a ^ t e m ' t ê m X « 192 horO-í=" fêm í'id»"""!
f.m-20t4■2011 horo^. t>.i4^
miuutori + foviníin* , . ueiluv^em-so s o l u ç i ' " - . j o i i n i u d i i ^ • ,.1 bonis 4Ribi8 -j.r.^llO 1>1Í'4> Exercícios: 4 ^ ) a 5 ) 4i^) Hcducu"-9 Kiii-18 o \ a f-"• 'ao^'
segundos-8 i/9»- M segmidos A í ) 5 d i a s 3 semanas® o ^ S S OC ,U ^ Ci lO CO o c; OC ; > -3 3 3 ^ 0« I S: CO " ® o . o o * i » Of «-/CO _ g « y p I C y I C — t W « ? •í». O -I CO ® f f . ^ y s s CO 1-^ c: —t a - 0 0 C O -• » C O C O V C O a* 3 3 3 3^ I ® I t o ~ j C J ' C O 5 a 3 a a O I " 5 C ? 5 I >i >- -J J O 05 P Oi — o: >*»• CO 00 P' C O C O O ' ~ '" " l A 3 3 3 3 -• 3) r e D . O y p 0». W CO Ci -1 00 CD >-' 00 >®' CO c: lo r 3 a 3 3 -I C O C J < t o 0 0 CO CO —1 )i^ 3 3 3 ^ p CO CD Ow CO -I kP". CO • » o - r t c f P to lO i-« 00 C O C C C c o l O ^ l O O ' c . s a - 3 a Í -00 _ -I O i r f a c c -^ I 0 0 OÍ CJI CO -.1 r*-re c. re. w* P C O -I C O c c P ' CO 1^3. CC 00 -1 C5 reK a a 3 cn 00 CO :< Cf -I CO CO o W M M ^ it« P C a * < ;
+
+
+
?
c r o P -CD +++1 re P - p 5 + + + ? (n 3 3 3 3 S 1 '-' — t o p p cr . « 1 -. ] C D C Í C O JS O lO 1 ~I OC -1 —> + p_ —. 1 CO !-* -•» O 3-3 3 3 3 — re rr-p ce 3 3 =• ^ P X X 3 (D N n> G - i -o o - c " - O CD 3 3 . 3 CO G p ■ — CO N , r e P CD CO G JO a J—1 5 CD CO G HH G 1-4 G < o' 1-4 p G m CO 3 5 J-4 X £ CD CO p 3 O G <; 2. O 4- >-4 s! o* v> 3 ■ p "3 O I—» p ""S3 ^ t > 0 C P & s CO ÍP O: Ç3 53 p. G C D S > 5 O z K Í -Ivi C 3 -S s CD p Cft C« o C L O -Cft CD 9 it K P 5 c. 5 ^ C s CD CO G O C D ▶ —• r-t-C C D CD tí -1 y C c " ^ C D = K C . X ^ • r s ; p .. b: o «-^ P T O CD CO p X O ® C O C D C L $ - 2 CO CD CD CO II E -J c 5 p p G-O CO p — > G . p P C O i-1
g
O ^ CD CD CD CO o >G G. G- o' -.1 G O — P S 53 O-P s 5 a - n o " CD P =! _ .-N -• p ^ S r a i- 3 Ç -" S . :o o — ■ . • I i£i 05 -] 'd w » r 2 ^•ii^
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CO .-' , tk y. — •£ ri •=. ' -j« CC Oa -• 5- p CD •o p> *' -->-' *• çfl CD — G ' ^ « a l i , C O C O C D C J> C O —' »0 O' 0» CO i? — C O 0 » -I C D— l ( j —
Multiplicação. •Seja para iiniltipliear
p o r £ 1 8 5 . 115 Í I 2 1035 £ 4 2 . 9 0 7 2 810 .V. 33 „ 84 3 , 1 0 7 7 £ 3 , , 9 d. 4 5 40';') 12 33 s. 2 0 42 £ 9 d. Multiplica-se cada termo do multipli cando' pelo multipli cador. o une d;i;
1035 £ tíio .s-, J05 d.
Mas os 405 d. tormani
33 a. e restam 9 d. Os 33 a. juntam-se com os 810 s. ^ 843 A',
({ue precisamos
redu-xir a £, exactamentc
como filemos „a addição de
Exercícios; u e . . . . '■ '=■ -'0. 39, (i5. 78 „ ,o„ O . D i v i s ã o .
U S T T d i v i d i r •
annos 274 dins it i 2 0 7 ^ p o r 3 2iÍX_3(55 + 274
5 7 4 9 " " 254 3 0 9f X24+n
*521 201 9—Üiüll!: ^''O dias Hlhn.- u/
dadel''^''^'"
"ní-1 4 8 7 . m t o o s- « et;ÍS'- °
--'""-co;----:.
— 1 7 —,a.o.n :,74«. ^ ;Í;L
o b t e i n o s 1 7 9 d i a s e s d a d a s .r,04 honis. Kstas, .lo:" ' por 32, cUrrão
fonimrào õíl '"-ras. quo,
19 horas
'Vs-j-Exercidos:
Dividir em I. IC
O n * ' n o r » - - « i * c o á i l O O »
•>■ " ".uwi.ero complexo por outro,
n ^ü; ^"Wivisüo e etftctua-so
rediizeiii-sc aiiibo^ u
e n t ã o a d i v i s ã o . 2 8 m i n u t o s i „ . O u a n t i ^ ^ - q h o r a s . ■ E x e m p l o , c m ^ d i a ^ .
o 4.) sei;undos e ^unieros
comp-12 .ni.uuos e "O dons num
lledu/ados a • n I t t n n (erenios. l e x o x , . -8 X
213 X '» +
, \.C^ t-30seg. 1 2 7 9 2 X ' 8925 79755053550 80 ve/e^
Exercícios: g u j u U í i s l i i i i • ' -2 X ''O -H148 X tiO +3"
8925 5>1H) 12 ««íl-a i í > ) 1 5 » í i a o i 3 1 ) T. a a i ) 2 0 m ' " -ÍJJJ3) 45 lm>'-2-) borft'^-Ui h"'--á 3'^-' .,-Q dias i) nimo'''-2 3 4 ) 235) 236) 2 3 7 ) 2 3 8 ) 239) 2 3 0 ) 2 3 1 ) 233) 233) 234) 235) 236) 237, 238) 239) — 1 8
-oi min 18 .seg..em 5 dia«, lõ hor., 4õ min.
«^■12., (.rf. „ 733 f. 2.. iiü.
19 £. .S-. 8 d. . 29(59 £. 4 .v. - d.t f ' 1 £ . « . V. - d
42 £.14.,. 9rf. „ ll3-25f.8.v. 9,7
de IeUer\"ul;'to' ^r'vemleu i 'T
A g o s t o e S e t e m b r o ? J u l h o ,' 2 r p e r : : ; r í r r ^
e 45 minutos? ' velocidade, cm 3 hora..« O m i n u t o s ( " ) ; 1 " t e m
dos tem a semicircumfereucU^^^
«egun-Quaiitas a) hora. m Í "®^^•
sete mezes de FeVereiTo'TAL''rha nos
Uma pessoa foi educada na fT
annos,9 mezes e 2õ dias- vi. 23
"OS S me^es e 23 dias einorrouV^n^"^'"'^^''*''
Ouii"'-°^' ' ® I'd dias On ° onde passou
Q al e o consumo annual'dn ^
"15009 habitantes) calculandoTe
U^'"' nmnsalmente 8õüo í
con-,r;fC?i la^í;v«.., „...,
« 47 seguLorT'"'"
f" '-m <1. idade
oxactamente 5 vcyes n ® 2d di-is n ■o . H a s ,
i ) e . S 8 o a s j a n t a r - , ' ° ' ' '
' i r
faeen, n,„a Via , '
' " s : ^
" "
"» I"glaterra e
eom-■
Í
i ' / '— 1 9 —
binam pagar as dcspexas ein coniimim. Quanto toca a cada uma, sendo a dcspeza total 1937 £ 1 5. e <5 rf.?
240) A terra niove-se em torno do sol cm 335 dias, 5 horas,
48 minutos e 47 .segundos, a) De quantos segundos ê menor o anno ordinário e de quantos é maior o anno bissexto? b) Em (|Uanto tempo faz a terra 18 giros
c m t o r n o d o s o l * ? —
241) Sendo meio dia no Uio, ein Londres sfto 2hor- õSmin. em Paris 3''oj'- IQscp- da tarde, ao passo
que em Washington .siio 9h^. 45'iii'!. e 16s£.<£: da manhã.
Que horas serào naquclles 3 lugares, quando no Rio
forem 5l'or. 30ini»i. q 4(jsew- da tarde?
243) O .som percorre num segundo 333 m. Em quanto
temijo cliegará á lua, que se acha 384400 Km. distante
d a t e r r a ?
243) Gastauclo-se 7S0UÜ por dia, despender-se-lia certa
som-ma em 4 annos, 2 sesom-manas e. U dias. Em qtiantos annos, semanas e dias gastar-se-ha a me.sma somma,
despendendo-se S.'JOOO j)or dia? (
244) Um expresso que anda por mitiuto 738 m., precisa de 8 hora.s e 42 minutos para ^jercorrer a distancia entre
duas cidades. Qual è a distancia entre os dous lugares, e quanto tempo gastará para lazer o me.smo percurso,
outro, trem, que, por minuto, |)ercorre .somente 348 wi.?
§ 4.
Calculo do tempo.
No calculo do tempo têm-se a considerar 3 quantidades: o principio a duração e o fim de um acontecimento. Passando a apresentar os exemplos mais simples que só tratam de annos e que deviam
ser considerados no calculo mental, mosti*aremos em diversos exemplos como proceder.
— 2 0 —
Achar a duração de um acontecimento.
idade tinhaV ' "ovenibro de 18;U. Que
'^"tinln a-.- ''e >'■
t i n h a " O t u b r o d e 1 8 : i 4- ' - o r
i d a d e o - 2 4 d i a s d e ^*ercicios: h---.do, a.ear
_ 1800? ° victona da n, .•*) o dia da oassa a 2.i de Jlain de
_ 1807? ''"'"'"SCu de Hu,„av,..
" 4ia da abolicí ^ '' " Fevereiro de
«i o7;?d'™'- IdiJa bradie" "" '-"f
4 d - '"■™>">na,ào
a . a9) B. p,d,.„,°';;;
""'—'bro de 1825,,.
O u t i i l a l l e e . ' — 2 1 —II) Saltljiniia ;\I;u'inlio, piUvjjux-lin da lioimliljcn, iiasc. a 4 f[i;
Main do 1S17 i- laJloc. a "JS «Io Maio «ic. ISD")?
iJii Bonjainin Constant, naso. a 1-S «Io OutS do o fallcc.
n '2-2 do Janii do. ISÜI ?
IHi Dondoro da l'''nns(rca, ntisc. a ã de Agosto de. 1827 v. falloo, a 28 do Agnsto do 1892?
14) Florinno Peixoto, naso. a 30 do Abril de 1831) e falli-i*.
a 2 9 d o J u n h o d e I s O ã ?
I5i Saldanha da Gama, imsc. a 7 do Abril do 181tí o fallec.
a 2 4 d o J u n h o « l e 1 8 9 5 ?
A c h a r o d i a d a m o r t e .
P3xc!iiplo: X. iiiiâceu a 20 de mai\o de 1812 c
l i n h a 7 2 a i i n o s , õ n i e z e . s e 2 > > d i a s d e i d a d e ,
( g u a n d o m o n ' o i t y
S e c i l c t i v e s s e v i v i d o e x a c t a i n e i i t e 7 2 u n n o s ,
t e r i a m o r r i d o a 2 0 d e i i i a r c - o d e 1 8 8 4 ; s c ,
porém, lives.se vivido mais ã méxes, teida morrido a 20 de agosto do nie.smo anno: mas viveu ainda 28 dias, isto é, 11 dias cm agosto c 12 em se tembro; por conseguinte morreu a 12 de se
t e m b r o d e 1 8 8 4 .
E x e r c i c i o s :
A d i a r o d i a i l a m n r t e . d e :
10) Aiitonio Gom.-ahes Dias, nase. a 10 de Agosto de. 1823
o fallec. com 41 annos, 2 inezes e 24 dias de idade.
iV) Fngunde.ç Varella, na.sc. a lã de Agosto «le 1843 etallee.
coin 31 annos, (i me.zes e 3 dias «le idade.?
IHj Casimiro de Abi*e.u, nasc. a 4 dií Jan- de 1837 e fallec.
com 23 annos, 9 inezes e 14 dias de idade,
lili Padre Aiilonio Vieira, nasc. a (1 de Fcv2 de Hi08 o fallec.
coju 89 annos, 5 mexes e 12 dias de iilade.
ífO) Alvares de Azevedo, nasc. a 12 de Set^ de 1831 e. fallec.
— 2 2 —
-^1) Carlos Gomes, nasc a n rin i n
«""OS, 3 mezes e 10 dias de idld/"" "''
Exemplo. ° ''° "ascimento.
-™ á8 an.™"''"'.!."
'i'-Quanclo^eiitào nasceu?^''' ''' "'ade.
0 • "
•'anaii-o do mesmo am," •
^xitetamente 3 mezes ...o '.tivesse iia.sciclo
em 30 de oiitni^'*' ° "aselineuto
28 am,OS aind ''"• "® N.
Achar s Hi. .,. Exercícios:
18HU com TO
-Banirei; lõ'.Ua« a^% 1880
' — ' l e 1 8 3 H , . ^ ^ " d r a d i . ^ ' d a d o
i d a t i . . ^ I ' ^ O O m m
S i t
^'«"ileo, idade.' " lõi3 con/*7()
1 0 i v , ' « B e e . a 8 a , " ' B a i m o s , B
9 M _
^ 5.
D i v i s i b i l i d a d e d o s n u m e r e s .
A theoria da divisibilidade estabelece as regnis
por meio das quaes podemos coulioccr se um numero
"'• exactamciite divisivel pur outros, sem etfecriiar
essas divisões. Esse numero que comem outros uma
ou mais vezes sem resto chama-se niiiltiplo d esses outros e estes chamam-se submultiplos, divisores ou
factores do primeiro, ^'oda a ilicoria da divisibili
dade se basea sobre dons theorenias: _
Coiileiiiio 10. por exeiniilo, o Inctor .•>. c:iii:i imiltii>lo do lli ii siihur
-jO. :50t -10. ."lO «to. ooiUoiii tainhom esto divisor;
10 =s •.: X »
-o = 1 X '• ;i(i = .1 X *'
i - t c .
l o g o :
I. Theorema: Cada mnltiplo de um numero contem tam
bém os factores d'este numero.
S e n d o :
a ) : > 5 = 7 v e z e s * > e
-|- 15= ;5 vezes 5
50 = 10 vezes 5 vê-se (jue:
a) O divisor õ cstii contido ein ;tr> s e t e v e z c S t e i n J õ t r e . s v e z e s , 0 ( > n s c c | t i e i i t e m e n t e n a a o m m a 3.'i -t- ir. =: .'iti listará contido 7
+ ";i =: 10 vezes.
b) 35 7 vezes 5
-|- 17 ^ 3 vezes 5 -(- 2
5^ = 10 vezes 5 -|- 2 - In O divisor :• estii contitlo em .'ir.
mas iiào eni 17 llcnndo o resto e e.ste resto se aclin tamlicni n a B o n n n a . l . ' > H l " = d i v l -diinlo-a por •">.
logo:
II. Theorema: O numero que dividir as parcellas de uma
somma, dividirá também fista sommaj mas o que
— 2 4 — .
Números divisiveis por:
2, 5 8 10.
Formando os mulriplos a) do o w i
-1 0 . r e o e b e i n o s : ^1^) ■*. «. s. 10, 12, 14 10
'5,,O. ,5, llo'l,
1«. 20, 30, 40, .-,ó ,;V -o
« O " ^^ ■ seja o ou ""iino algarismo
s«-ie„ "■ ° 'I"' "Itimo algarismo
vet''Z'-lV"""í7 ■' . ■.
-idenie ,,>,0'°'' ^5.
<3500 '3578 T35 X '3500 :;-TFnFiF7ü:i os m
'" '^<"''8|\4I| .... 7 8 Jofí-o: liivifiivfis |mr I <■ l-j (li' — 2 5 —Para que um numero seja divisivel:
a) por 4 é necessário que os seus tious últimos
algarismos sejam O ou formem um numero divisi
v e l p o r 4 . ^ . ,
b) por 25 é necessário que os seus dous iiltimos alga
rismos sejam O ou formem um numero divisivel
por 25.
L:\orricio: [••nniiiir li niiiuci-"-'' '1'' s i v c i s p o r r. '
Por 8.
' i ' o n i o s c v i d c i i t c m c i u c .
r,;í7000 = 537 X lOOi)
53783(1 ^ 53í7000 + 83)d
sondo lOüO « X 12.-.) divisivel por S acha
mos por coi.clusòos somolhantos ás prococlm.tes:
Para mie um numero seja divisive! por 8 e neces
sário giie os seus tres últimos algarismos sejam O ou
formem um numero j .iivisivoi.
Cscrcr.}..; Í-Iscrcvcr i- n""'"
Por 3 e por 9.
, , ,,w= g + n, 100 i = ilh + 1). 1000
g,u?" 1° 1) . etc, divisiveis por 0 e 3, ficando
L ; ! , ;
v
- »
—
■;°''-Íoo''"oof'""", etc! divididos por 3 on O, darao
;;f.r:::Snipo.-dia,;le.
.-,,174 = ÕOOO + ('00 + 'O + t
,000 = nu,lt.de 3 (ou ni| o
000= .. '■ • 1-'
4
4
e soinmando: í)674
mult. cie 3 toLi If) + (4 + 7 + 6+0)
I
— 2 ( i —
A primeira parcella d'esta .somma é imiltipio
de 3 ou 9, logo divisivel po,- 3 e per !l. .Se a .segunda
parcella { 4 + 7 + (l 51 fôr divi.sivel por 3 oii
per 9, a somma das duas pareellas 5974 lambem u
sera, mas a segunda parte (4 + 7 + 11+5, .■
Ibr-raada pela somma dos algari.smos do numero dado: logo:
Para que urn numero seja divisivel
alga-nsmos seja um miitlipio de 3
b) per 9 é necessário que a somma dos seus aloa
nsmos seja um multinio de 9 ^
> = . " « ^ , „
Por II.
«endo 100 (= 99 -U 1 i,,r.Arv
1000000 (= 099999 + n T "I" 1 ■■
tando cada vez 1 n<Z>J • "ivisiveis por 11,
ix+s-200, 20000, 2000000 ' 2, qiiuiido so. divide
2>00, 30000, .3000000 dividimos:
dividindo 10 1 ^ 11 11 V ■ f^ i-io outro lado.
100001 - 1, ' 000,^^0,J - ,00000
múltiplos de 11, logo em d^' onn t'"' '
30, 3000, 30S0OO ' - duas.
dades etc. para serem ri'iv,-'.
p o r c o m s e - u i n t p „ r e s t o p o r I I .
2 5 7 3 6 = i o o o o - . L ^
«brii: 20000 = + 'Ob 50 +
5 0 0 0 = ^ 7 0 0 = " " n — r >3 0 = " " + " i
0 ^ " " »commando: 2õ73b
I ) ■ i m i l t . d e 1 1 _ j ■--^(b~-d+7—5+2)
A primeira parcella d'esta somma é divisivel
por 11. porque é múltiplo de 11. Se a se^tunda parcella
ai _ n + 7 - 5 + 2, = (6 + 7 + 2) - 13 + 5i
ior O ou divisivel por 11, ix somma das duas parcellas
25730 também o será; logo:
Para t|iie um numero seja divisive! por li é
neces-sai-lo que a differeiiça entre a somma dos algarismos
de ordem impar e a dos algarismos de ordem par seja
O ou múltiplo de II. „„o,. .luisivoi. „.
Kxorctdr.J Escrever K' »nnien.->. 'Ic •> c Por 6.
,■ = X numero ü estiver contido
,u,m numere qualquer, também os se.^
3 estarão contidos nesse numero e vice-Nerea. lo„o.
Para que um numero seja divisivel por 6 e
neces-^ sarin mie sela par e divisivel por 3.
E.c-,-,vor ,= m,„.c, o. „« r, = . .UvMv.la
Por 12 e por 15.
1-^ =: ;3 X ^ = 3X5, achamos
Sendo - 1k.,„,ps /,s applicadas ao numero b:
por conclusões senielhanies a. . p _
^rpor 12 rne"io''iue seja divisivel por 3 e
5, J fs é necessário que seja divisivel por 3 e
^
II flivisiveis por l;'-Exercicios: c x a c t a m e n c e d i v i s i -Vòr se os muneios ft r, V O Í . S p o r : „ l o l ó e 2 0 .2, 3, 4, õ, (J, 8. 10: n, 1-1 ^ _ 2472.
1) 180 — 200 — 330 I I— 2 8 —
■ f ~ ~ ~ - " I S O
■ii i20ü - a,,r, _ 9r,04 - ii)r,75 - 2402-1 - .mxi
4) 42435 _ oano - 22740 r>T123 - 580.1, •») «h)í6 - üíioo.i _ «) 148995 - 259770 - 3S8I08 - 510510
r, old,.. - 327024 - 000033 - 703530.
H ,2.,00 - 004048 - 798330 - 933240.
•» 10.19-" - 135225 - 1208295 - 1297290 _ 2278944.
Atli;ii- ns llu-tore.s cominUMSMli'iinn.s .l,. I-) ,
™ so,.„. 5 .,iwsn,ui„5„5 8„s I U , 1 • > I I • - 5 I 1 < . ' I ' l t n d o 1 0 i : v 1 0 ) 10) a a ) S i 5 i 1:? (• ?](» •Sii «• !«) 3f! (• i;i) HI'» (• -200 117 (• iijo n H ó 7 ( j r, 1 1 1 4 ) 1 7 , a O ) a : i ) K! (> (14 Mi I- (14 '!•'» e It);*) 90 r 207 2^4 c 4lS(i "4«N V 7-1JP, »I- 4. :í:V If). •ii>) 24. Í21») i2ir. (, 0210 ( 2 4 7 5 i i y b o 1 ^ 15) I H i ; ^ i J i l l ; i 7 ) • J . Í ( • . ) • 4') (• 105 T2 c OI; 47'4S, 120 ,, ,7j4 •501 20, t;o (. 120 •tJi) 15, •44) M, 5«) 7J2, SH) 01, 0;-,(; , 45. (io , M J ■J l c i S l l*iO .■ 1«() 141 (. 21ii ÍÍ8S I. 4;)2 l-20() (. ;J24() •10) 15840 I' 1080(1 2 ; ) I -2 8 , , •18 .■ ; ; u 4 2 1 2 8 1 0 2 1 1 8 0 ÍÍ 6.
Números primos.
- ft r
^ ■ s ^ e r c l d o : p . . 'I" .lc«u , ali
— 2 0 —
Para decoinpúr uiii numero em seus tactore.s
primes, divide-se esse numero successivamente pelos números primos 2, 3, 5, T. 11 etc. ate encont rar no quocieiue um numero primo.
(.) LI t r o t >■ p 0 d e 0 3 6 0 1 8 0 0 0 4Õ 1 5 5 1 D e r a e à o 2 2 » y S » 5 K X e m p 10: 300= 2
2 ^ ^
3 X K > 3 X 5 300 = 2 X ^ X ^ X •' X •' X j Exercidos:« m..n«os .s..„vun,ra o.n ecus I'aetoivs lu-imos;
I) 32 _ 4» - «« - 72 - 77 - 80 - lUO.
a) 108 - 114 — 1311 - 114 lis, - 7''' —
J™-S) 200 - 220 - 232 - i ir. - "25(1 - 288 - 3 .0,
■*) 440 - 525 - 1100 - ,172 - 792 - 810 - 899.- i « « n — 2 . Ó Ü Ü — ô 3 í U . 5 ) i l U ü « ) ,„0 - 1ÕU8 - 1155 - 12,10 - 1890 - 2500 - n3,05,10 - 2370 - 5775 - 7350 - 0 -
o3^-7,i Õ:;8« - 9504 - «uos - 29304 - 424TI
4 4 1 0 0S 7.
Maximo divisor cummum.
Divisor comnium de on mais lunnercs,
— 3 0
rauns'oT rr""'" ■= 3°
m u n s o s í a c t o r e s :
o máximo divisor comnnim
de 12, 18 e 30
porque é o niíiior de todos.
commum de 580 '6^255 ° míiximo divisor
™eno,. 255; esl pelfLto 'l' o"" °
""'í"-«««'255 ,5 ^
, 0 T
-" ^ e i u e
Demonstração: E claro que:
* • * \ - V -1) 2) 3) 5 8 0 2 5 5 1 7 0
(2 X 255)+ 170
"'1 X 170)+ 85
' O ) loostra ciue I7n z *ri* • .' ~ ^ ® õ ) + o
íoVi" P''^''^«"àr «ri 170
£ » F ~ - ^ 5 = ~
eso e 25^1 maior'clh i
^00 do. que 85. «uísor commum
* — 3 1 — Modelo da operação 9 1 ^ 580 "i 255 ; 170 . 8 5 1 7 0 8 5 O Exercícios:
Aclinr o lUcaxinio divisor commum de;
1 ) » ) 5 ) 7 ) » ) 1 1 ) 3 8 4 e 2 8 3 c . 1 1 1 1 ) e 19U8 (! 1 2 % 55 4 3 0 0 7 2 7 3 0 491)08 e 1()941() 73%9 e 105181 á ) 4 ) « ) 1 0 ) l â ) 0 8 9 4 0 2 2 2 7 2 i;9ü(> 4 1 1 5 14539 1 5 7 3 9 7 3 3 5 5 2 1 0 3 5 9 12GÜ25 2 5 7 2 8 13) 124040 e M5345 14) 500088 c 1492128
Para achar o máximo divisor commum de 3 ou
mais mimeros, procura-se primeiramente o de 2
d'elles e depois o máximo divisor do numero achado
e do terceiro numero etc. O ultimo divisor achado sei a o máximo divisor commum de todos os números dados.
E x e r c i d o s :
Achar o máximo divisor coinmum de: 15) 365, 511 e 803 10) 232, 290 e 493 I7y 492, 1476 e 1763 18) 148, 444, 592 e 703 10) 290, 696, 1160 e 2030. § 8.
Menor múltiplo commum.
— —
0 iiiinio,.,,
mtiUipU coiiimutn tic;
•': 4 e (i, >«a.s tanibem: 2 4
48i''° '"""'P'»® <=°mmu„s
etc.!. -' "• ^
P°'- -^«es ,„,„.ero,sr " : : r ' r
pírdí •; ,r:°; """«pirc„:„n,;,r"°'
' » r : r - . - : " ; r
Í I 15S 6 ' / 7 '
j' iiunicios. lo^o iifVi'!;i coiiItT os íaeioics 'J. ;i 0 5.
I M u s c s i r n i i i l i i p h i i i f i o p õ d - - c ü ü t i M * :\ o 3 .
á: 2y "vT'' """"'P'»
^-X^Xiiy.Txr.:
2 X 2 X ,
• ^ X 5tódo'.ro™f4, ,i 8 ,
• ^ « v o n - , cre.ste.s 3 6 0u,i o I'ucroi' - niciios tlo 5 vt'zcs. poi"i[Uc. sc us.sini
Cossc, iiTio seria tlivisivel por 8.
b; 0 liK-tor it nii'iios fie 'J ve/.es para ser divisi ve] por 0.
c).o faeior 5 ineiios de iiina voz ]iara que soja
umliipio d(v 5.
Louo, luio lui iiieiior luiiliipio do 4. d. S. i' e I.) do (nic o prmlue.to d'-: 2 X - X-X X X ■'=
Dá-sc também a operação preoodenro a lorma
s c a ' u i i i l i ' : 4 i ; s l i i : > 4 4 Í ) l b 4 ; ; 5 K s e r o v e m s o o s nunieios 4. d. ^s. 9 o lo
iiuma iiidia; 4 pikle-se
iiaear por<|uo é conti
do ein 8 o cada
tnul-Õmonor múltiplo; {jpiy de8
tambémcoii-- X X 4 X ■* X •' tom o sou subnuiiriplo = H d O . 4 t ) e p o i s . p r o c u r a - s e o inonor Caeior eomiiiiim tio tlous ou mais d estes
numeres.' yt'^-so t[ue 2 ó o menor divisor do 8 o (»:
escreve se''á osquortia dos números o dividem-se
aquolles números por L'. (,)s quociontos c os numero>v
nao tlivisiveis escrevem se mi seiiunda linha, onde se
pódo traçar 3 por ser diviso!- d,o !). Como 9 e 15 se 'podem ainda dividir por 3. ropcte-so a mosina ope
ração fpio so continua até obicr-so uma linlia cm quo
dons números não tenham mais um divisor commum.
todos os dhlslVáltquTi-da-''™' ''
X 4 X > Í X - Í G O ~ á í > X ' ' í c l a r o q u e o p e d i d o ,
''cntes luimeros primos' coniinum de
dilie-'cesníos números. " ^ Pi'odueto dcstc.^ A , . } . , , E l x e r c i c i o s ;
^,'^ro menor múltiplo de:
1) 12 e 152 4 c 3 2 I 5) 3, 4 e 5 4, 5 e « 10 e 1.5 '■í «- 12 e Ki 10, 1.5 o 20 ***) 9, 1,5 o 21
]JJ 30, 25 e 30
}J*) 32. 48 . 04
) 2, 3, 4 e 5 O, 8, 10 ,, jy 14, 21, 40 ,. ,f, ^A) 10, 10 IA 1,. • í o , ' I o e 1 835) 1^' 18
-to'4-30, 39, (i5 e 90 '^) 13 e 34 30 e .30 <>) 4, 5 o O y, 9 e 12 iOj 0, M e 21 O, 12 ly ' ■ * ) o 2 0 *<▶) 12, is o 'H IH) 18, 24 e 30 -ÍO, 00 cj 80 3, 4, 5 c ot*? "".ia i-^ K;
;-■ í-i 2S
•-**) Ib, 2.1, .10 ,,3a! n "■ "•■ '« = 2U
=^«) 10 13's 5Í??«
■ •'■'■«0,2;i2e28üP r
§ 9. e x e m p l o ^ c o i d a d e „'bfflar)do'un,„ »"mei-o (]„ '"■'■inja, f
»iiu ou mais d-esm. i<'ino.
e„co,„r. t ''
p o r
— 3 5 —
numero que se chama quebrado ou fracção. Para re
presentar uma fracção precisamos de dou.s números: do denominador que indica em iiuamas partes a uni dade está dividida e do numerador que mostra quantas d'estas partes se tomaram. Sc dividirmos, por ex emplo, a unidade em três partes ijíuaes e tomarmos
duas d'estas partes, a fracção obtida se escreverá:
2 = N u m e r a d o r . ' ò = U c n o m i n a d o r V. Vu "/j V . V , .
' 7 . ' V o
74 >/ 1 / V r , 7 . V c V o n ' / i 7 : V t 7-21^ 78 78 Vs Vs % Vs
% 7 ü 7 . % % % ' / D 7 9Vio 7io 7io 'Ao 7io 7io '/lo 7io '/lo
Vi 7 . "A V4 A Vo Vt Vs 79 171 0
— —
A p r i m e i r a n ã o u n i d a d e
Tf:''"''»'
unm meia linha e porr"n,in ^'us (luaes
'íou.-s meios (-/,). A'ier(v.'. " coiisia de
P'i'-tó.s iguao.s,'cuia ii'maT'"'
-
"--4:':r:,,:i:::t,;-A unidade ^ -7 :i,' 'A l'.y/Oi) « o n d o , , . uainbem 7. \ -■/ ^ 'A " ■- j/ / : í 7 9 / / c • . . e t c ' % e t c . s e i ' á'«í° é. íentlo*duas fran
-fi-acçao „ '"'®'' '"enor
M U . - 3 7 —se poiéni imprópria quando o niiniei-ador d muioi' qU''
o donoininador ou quando suo i^uaes os dous rcrinos Numero mixto ou fraccionario é qualquer
numero inteiro acompanlnido de fracção (7-',-'.
E x e r c í c i o s :
I Cniiio sií (li\-i(lii- luiiri linha rccia pura nhtcr-sc ' ■' X, ' ,!• ' !»• '/tf:. <-l«. (• ill'. Ipiuiaus (In rada nina il'estas [luru-s SI- rniiqiui! a (lilu vcrlay t' uluiinio dcvv fazer
i-.stas iIíni.vòhs uvupliu-aiiicitU*.
IvsercviM- as linci.-rics tjuc .se oinêm, dividindo se
sneees-sivaimpite ein ü. 7, 10 parles Ifcuaes nina certa
tiuaiUidaiU'- de laranjas, e toniandn-se 5. 4. p e It? d estas [lartes
3 Dizer (jnaes d'esias |'raci.'òes .sào próprias e ipiaes im
p r ó p r i a s ; '
•I) Diversas pessoas dividiram eevta somiiia, receheinln '/i
eada uma. qUiantas pessoas eram?
5) ÍC-serever 10 rr;iee;ò«*.s próprias. 10 impróprias c 10 números
n i i x i o s ,
<») <Au* sii;'iiilieaiij as e.\.pressòes - ... "'p, " j.-,*;' Demon
s t r a i a s e m u m a l i n h a r e e t a .
yj tpial a (UfVerenea entn' ' e ^7?
8) qUiantos meios, i<ni;.ris, sextos, oitavos, nonos, quinze, tavós,
vinte. e. um avos, ti [nt;i o ([Uaii-o avos etc. tem uma unidade?
O) qiuaiito falta respectivamente a - j';, ' ij- '"mc: pfn"«t
e.onipletar a unidade?
Dc que numero é a> fS a metade, h) Id a terça parte,
Cl ir> a .SiXln parte, d) 17 a tleeinia parte?
II) .Sai)endo-sc que, - d'unui linlia recta silo iguacs a 4 cm., perjiuiica-.se qual o cnuqirimeiito de toda a recta?
i-hitre quantos meninos podem se. dividir l< laranjas,
dando-se a cada um de laranja?
13' Uma taniilia consume diariamente '/,• de Kf/. de café. Km quanto tempo cnusiuiiirá 4ó Kf/-?
14) ihianins meios, (luarto.s, quintos, quatorze avos, vinte e
T T 1 5 1 — 8 8 — ywantas unidades "A 'Ao e ) 5 8 ^ estan, contidn.s
8-)-°V,o h)»./j" i,!"'" L
") 0) 00,.,-" \ /« l<) -"A.
I)e i " !•) B3Ü/ n 111) -'8 I I S iQuantos me/PK tu, ,,
Quantas horas to,Av di""",' ''t' " "" ?
Quantos dias ton. V.. ,nt V,- do dias'
yUuu'os minuto, , 0 ^' /'■ V.o, 7,. do ,n,.z?
_ / . . d a h o r a ? - % , , ,
®»> Quantos í™s ten, '// "v 7.,., ■/ ,/ ,
1 / 1 / A u n i r é i s ' / 1 / , , A o o u o m . ?Q u a n t r o w f ^
'
' Á . .
^3) Quantos '
«4) as) 8 « ) '''•7o/ 2 0 W l . seg'undos 3 -I Í Í 1 teni 3; ' 2/' ;7' v.''.' duy.ia? ""A-' Av.. 7,."A-', i-,!"A-'""A-':"A-'""A-'"A-'
" " A i ' Vi , ~ i ' 2 0 d o i n i i n i t o ? 4 T 8 / , " / l t „ ' 7 „ „ . 1 3 / . . . . . Aori do a s ) ^9) 5 0 ) 31) 3 3 ) 33) Que •AV/. S I / p a r t e d e : ^ semana Sao . 0 -■uuno sso: o ã'f'« dia.,?
um dia são, o / ,.' l' d. d mezes?
un» me-z slo, 4 i 7 Ki
uu'uhova 8r.o.% 'd. IS. 1, ' ,.
um m. Sito: õ 4 / "-d. 10, 15, õo"a,, ■
un. mii,.a, si-m: 6 lo 60 / J ' '■"""t"-'-?
SOOréis? ' 2d. a,õ, õo,
3 4 i
'^uuntos a„.,„, o —
o . • 2 Õ 0 , «'1.0: 3g U U l l O S 2 / V _ a m i o . s ® mezes J- 4=s=v»Av~:"..'í t/F~ If" ■
■+ M horas'ã}° +"0^0°'
S f t o - ^'Uí5 e 11 I,^^ d horas -7 r»"- '
Is + r a . sras BI . •■"♦as' + 5 hor- - 'A da hora
- 8 9 —
ÍST) Quantos inhmtns o scji-uiidos .-^rio.: *25 ininulos, .32 .seji'Uiidos
+ 2() minutos 3/., + 4 minutos+ 3" minutos "Ao+
8 t u i u u t o s
38i Quantos m. o <•»<. ."uo: 8 vi. 4i) <iii. + 24 »i. ■' i + 75w.
V,„ + 112 m. + -'/V. do íu.V
39) Quantos ///. e /. sAo: 7 ///. "•, + 21 Hl. ' ',o + 3d Hl ut A
+ 34 ill =■'.?
401 <)iumtos m. c n/?. sito: 27 m. ' — 13 ?».
41) Quantos aiiiios f. luczcs sito: 1i> annos, o mezes 8
annos -'A f
42) (Quantos III. e. l. .são; 33 III "1:, — 1'' ''
vn-43) Quantos lú/. <• //. sito: 45 A'//. 451 ;/. — A//, "'•'ao. 44) Quantos Km. e iv. Sào: ti4 Km — 2P A?n. tí48?a.?
45) l^uantns annos e mezes .são: 2(» annos 3 mezes 17 annos + 32 annos , — lü annos '/,,V
46) Quantos minuto.s e. seR-undos sito: 45min —37 min.
14 min. — K» min. A',., + 53 min. 29 se^. — 47 min. "/o„? 47) tíuantos III c l suo: 12 III Vi — ' d' Hl
_ -20 ///. H- 25 Hl, lli l - 3 Hl
4H) Quantos Kr/. e //. .são: 13 Kf/. '''/ai — 13 A'»/. + 28
^ V.t — •! ^Q/- ®Vi:r. + "34 í/.?
49) [50| I^'.r«fnnta-se a quantia 3:asta, sahendo-se que foi a
sexta ['nona] parte de 9.$tí00 [73.S80Ü]?
51) [52| Quaes são os •'/; [Visl de 224 [033]?
53) [54] A. idade de um íillio é 2 annos mais [menos] do que a quarta [terça] parte da idade do pai qiJe tem 48
a i m o s Q u e i d a d e t e r á ?
55) [56] B. perdeu +. V'h\ de 24S5Ü0 [43S4U0|. Quanto lheíicou? •' 57) [58] C. g-anlia por mez 280S0ÜÜ [275$0001 e ^astn V:
IV,li d'esta qxiantia. Quanto economisa por amio?
59) (60] Quanto lica, jiastando-.se a Vo 1"'hI pttrte de 17(>,'^400
iy52.$8UÜ}?
61) |63| Três socios 1) K. e F. repartem entre .si 8ó5$ÜOÜ
jl: 7(J0.S0U0|; D. recebo -'A ['/VI- K.^V.i c F. o i-esto. Quanto recebe cada um?
63) l'agando-se por um quintal métrico IHOS^OO, perg"unta-se
o preço de, 'A quintal, de 'A, -.A, ^/.o do quintal, de 4V5'
T
m m 4 0 -« 4 ; <>(»; i i H \ r o . 7-1)w o Vn^riir;' M".' H-n, n..:.r.V
I S i i i J O i . . . '■ " ' " •■1 i i i c . - v a . | f . r i ; i s u ndo AT;, y " "'■■■'■"<''■ '.Av,..
OltSt!llulo (1 iiiclrn fl .t'-rra. J ■■ ■>•'I i.s uno
, ; I : ; r . , , v
tnn uiS'iUii ,.ii;',ç;-.Ut»'Vi'''/'"'"'"''' ■'
t-n.s.suia uina''c..,[,;
M i c a " l u ^ 4 o l . a v . r
--a r, :jf:::
• " '.'"■•iiHu pauf.ii?Reduzir números inteiros <. •
'"iproprias e fraeções imn ® fracções
unidade,^ r-- -j , , .
(uie-T7~^T~T~-——1"®- 1 uitidado
^ ■'iunidados-.HC'"""°'
'' Reduzir un. ÍL:-ÜÍ5_ -l-uu.nto.-.
"umero mhin = í
^ = V, i i u p r o p i - i a :
I llllidndo = r, , .
, -'""iJaUos^
r^i iiniiito.s ^ ^''MUiriios.
'I'S.
' > I'iUiiitos
M'liiitos '■luintos
- 4 1 —
Reduzir uma fracção imprópria a numero inteiro
ou mixto.
1/., = V uiuiliidcs -j- y U'i'i.'os.
:-? loi\;os •-— l iiniiladi'
o 7 ion;os tnrão tamas uiiidaiU's quantas vozes
;í toivos iNsiaiu oomidos oin 7 roroos. isio <■, i
unidatios o íiva 1 toi'(,-o rosio ou:
7 3 2 1 3 . Exercícios: i n - i l i r / . i r i i s i i i i i d a d i - s : I ) a -4 ) 5 I , s , i : ; . 1 1 , •2'k {». m . I T . I I ! . •JU. l U l > I S •20 :};i
mm,..rás miima M-uillU's .. iVarròer il^.rni.riJts:
<») 7 H i > i O :v.i r u s ã i ; ; , T I . - ^ 1 M', in;5, iTT • j s . r . i M . 12. ã l . U i r T v , l a » l n ^ . I3> ^l!^,. 2:5' 1 4 ' s - . . . l ã c u . l2-\... 1Í>-';K 2 7 ^ 7 . , • r d ar ,,.. 2:r/,: 10) III' -'4,' U. Ud"/»-17' T" ,•.■• l-'" n-[ H ) y - ' l e 'ícclavtir ií.-^ iVncciãiv^í scüninl»'.'^ lylniiiu'ros iufciio.s ou à m •' "
^ 1 . , V U . I » • i O â l ) a a ) (1. i i > - l U I a .a», IO'.'.',7, 1-"| II. 241 I'-- lu. "''"''X'
2 5 J S - J .
2 0 ) T " a . .
11.
Alteração no valor das fracções.
Dividindo a unidade em 4 partes iguacs, a
-J — 4 2 — V. Vo %
d'vidindo-a em r „
. n e t a d e t e r á 8esiias partes. D'anni ' nieiade
V , r ^ i ^ t , u e :
V ^ ' .
VeV-^'\ ' P-'-tede v..
de y,
Ç e t c .
^"iue?'£r- » deno.i„arf„, T' '• •
numero. °' '' '""^^Ç^o será dividida®
S e n r i n
^«"^0 acabamos de v
P ® ' ' ® s s e 1 / A , . V e r ; ^ ' i : 3 ) t r e z U®®gue-se: "w j quatro j,, "
Se divifiii'rv.']"®lq"er J" "IsMminaiJor „
' '"«• •" ..«£",;:*•«•
p-^ ® n i b a í T . . v . - . a . . p-^ P o r e s s e■""Kiplicada "r
■ ''•> Gonteip v ê - s e v e z e s — 4 o —mais, 7o tres vczes mais e Vn quatro vezes mais
d'estas partes que Vui logo:
■yg^=r ' ^ é 2 vezes maior que Vu
Vi> ' í O ó B n n " "
V o ( = ' í ^
i s t o ê :
Se multiplicarmos o numeratlor de uma fracção
por (|ualquer numero, a fracção será multiplicada por
e s s e m e s m o n u m e r o .
Reciprocamente, sendo
7j,^=-Í^^2 vezes menor que '/k
7n(=V')3 ^ ' '!■'
% ( = '■ ' ) 4 , . • : , %
t e m o s :
Se dividirmos o numerador de uma fracção por
qualquer numero, a fracção será dividida por esse mes
m o n u m e r o .
Do que foi dito, segue-se a regra:
Para mültlplicar uma fracção por um numero, mul
tiplica-se o numerador ou divide-se o denominador por
esse numero; para dividir a fracção por um numero,
divide-se o numerador ou multiplica-se o denominador
p o r e s s e m e s m o n u m e r o .
Das regras que acabamos de demonstrar,
dednz-se um principio da maior importância. Quando dednz-se
multiplica o numerador ou divide o denominador de
uma fracção qualquer por um numero, a íracção
tornar-se-ha esse numero de vezes maior; quando se ) Í
~ 4 4 —
r , ;
-'^^1* Mloio (.rosl,- il.,>
"""'.'■'■■«-•vao em „uM-a 'i-ansCorniar
» "K'Smovalm-' valm-' - " - o x P o r c u , : r o , s ,
''•^'-Çae« Po.- 4: ,„as ..f "
'lae .nul,'i, H válo •'""'
i J o l o s ; O S > v . . . • i i r c i e s -' l u i n e i u . : ' ' ' ' ' i n ' i a d o r o s
' X HI . ^ 10 Z^"
- X t » -Ix:, ^ " X I •^x I 2 0 15 2 0 8 2 0 *' |ii a) ,1,, 1 r l:i ' ""'"■'^-1 ) m ""'"■'^-1 c ' r I f ) n | > o r ; o . - , - , " ' 2 ^ . ; '0, 4(»i«) aide r 72?
1 « ' J I 1 4 ^ J | . o i - ; 2 3 , * 18| I, d,. rH-Jo-, ' ' "' 12, i.s , ,.'201.4«0 f)or: 0 , _ .' ' ''' IIJ Of) 20 f. 4(, — 4 5 9 ) l O ) 1 1 Í 2 g I ' l — | { o c l u / , i r 11») 1 - 1 1 5 H i - . g — • i n _ — • y l i T i 1 7 ; 1 8 ' I I » 2 0 À f • I a r i ' ' a . . a , , a 111 a 11 a M l ' f t . ''. Ml 2 1 1 ' 2»! ■■; ' 2 5 ' • ' „ • ' 27. •■•[, • . ' t ' » ! ) [ » « ! » 2 ) ! » 7 ! ' / . . » » ) , » H , ■% » l » 1 > ».>! [4<>' •' ^ / I ' j u ' i i r t ' d u z i r ( U i a & o n i n a i s t Va c o õ e . s a o m e s m o
(loiioiiiinatlor. võ-so iiiu' esie donomiiiador devo sen* di\isi\'el poi* foilus OS denominadores das haceòcs dadas: mas. como é do í^randi' vaiiiai:"cm calcular
com os menores números possíveis, itào se toma por
denominador cornnium um muUii)lo «inaUiuer dos
denominadores, porém o seu menor múltiplo. Redu
zamos. por exemplo, ao mesmo denominadoras Iracções
li 2 2 1 " I P 2-11 ' j ' i i ' - a 2 1 I ' l 2 0 1 : 1 4 2 11 2 ' . l l l l 2 8 : 2 ' I T ' 1 0 2 " a 4 1 1 » 0 : 1 . - 1 1 1 1 'n : . a 1 1 K . ' 'iHl '".'lã a p i i • • •. a 2 - 1 1 "'Mi 1 1 ! J 7 . 2 0 a i ' a - . . a 4 0 0 • j a 1 4 "' 2H - .-10 ; i 1 , , . . • . a SOO^^ ' 't> I P 4 T . « n a ! 4 ; • • . ; i 2 l i ' i I . 1 ' 4 1 / 2 4 / i : a , , s ■ • • . a 8 4 1 ' s e a u i n t e s : i // • t : ' X a (> 4 X .1 2 4 2 0 5 X 1 2 4 5 X ii u 2 4 T X 1; U 2 4 í 1 2 (> L' X X X' X H =zM
* o = > Ti l o -4 •>! O » -M X
X
S
'S
~ i C -— 'i ; o '-Í; IO p; ^ ~ o . « s Iz: V i 7 -. Jí l O ti d' 3i %
11 5-O ^ ,7 5 2 5 Xp 'M iX 0 o ~ -3 c; o j •O x'--S Cu - O 11 O r r > Cu 'A ^ '1 7 i K — •5 c: ^ X c-i X X = ^ ® -2 X-£ t; X -: c 'M </) o s *3 « / • X . * u r -« !CT5 -f ;0 •' 1^' 5 OI r : c '/ • . *■ ' - o o. v; X o — -r . X, --^ - o .^ ■ X a s . ? • X X - X ig ^ .50 _ |0^ X — -! x X X X « íhx^ X ' ^ X' ''' ^jx X o X « o . s X ^ '. f : « -t v ^ _ < ^ ' X x ;X r,x ft w r, o a i io " X. 2 » X ;« o ij-^ 1 - V _ , S X x X 'j X X — 5 0 OI -f. T -l iC. lO o O I X I - O i 0 ^ o ■ — o '— — c > ^ o ^ O I i - 1 -- - - = « = s ® ^ " C : / ;■ '5 S O 7 .K ,-is xX o ^ ^ X -xxs^^^ V — 5 . 5 o Z o a Í x X 5XxXXg^
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§ C g -B /3í S' B Ü " r * 3 5 o e c L O ff O t O fO lO a, -r — « c r o s C 5 -M -:f < e o O -e ^ o C ^ C s X = djgo-i^-^WBrsíB--^ B O S J C ^ d J O C o . o c r O " o o ® o B r. O » o w o '3 _ s ® ® X e S 0 3 ^ K S ci 2 oM
lá
.i
o a í ■ " " o > 1 -c , 03 £ o O P, õ _ ' P < " • o X > ■ B 23 r. ~ "o o ^ cr C3 £ o §. O B 'x i, <-k c> » o o o o X «o /lO OC r--5 í< í-^ — O í 7i lO CS — C S 6JD _ c > £ ® p o. g —- -- i- ^ ■ — -o s '— , Q o s 3 — V " V y: c w zz V lO ícr X " t — -r ^ — , -M4 S — ^ 12.
' Addição.
chiro cjiio .") l-n-)i^ • ,
'"osi uao Sao i^uaes -i ]-> i P^'Jinas mais 4 iiv
'- t.^mlxMII CiVid,.|||;,. ( y ' ,■ por ISSO
"■ ;■•' '"'I" 'I '■/, noil, „ ,/" ''i iiriosno i-imo;
P°il<*mos soinma, n-xeci,;,!:' P'"' i«i<, p,,,. so
""■""'O''- ^ J,.- ° mosnio dono
-Plicionar.
-/.= + % +
7» a l " ' i n o s , | u o . / ' " ' / , , • ' / , ' .
" reunindo 2 ' ■. „ 'Í "'"""-'«'sun
l a - | - ; j , " fi e s t a s i j - i r n . l u i i d a c l o^""ioreavosou: lemnos
= 1Í-+11 +Õ
i s t o
é :
P a , .
U - i
' ' / r
-denominador^ '''^cçôes
somma'o d? «s n,! . 0 mesmo
c„„,7,7^''^"o,.es e dar a
1) r + ,.^/n X 7' t " '
**) V]!' -f lü'/" "i" '"'ll
^^erclclos:
5) j.i,.,. . '■/I. I7'7 +--^'v.7'71.0 -f n)" i''7'n
'7joo-f J;'" +'Víiü
^ '"" + "".00 — 4 9 — 5 » 1 0 ) , 11) aa';o • A T + " I T 10,v..,Váa - - ' V t o -" / I T - 1 - i " / r. u r.3/70 -+ '-,11 -h "AT -+ "M__ s:!/.-,-; -|- ai v,3 + *'''".3 = H- "(to ' S I - 3 9 - - 3 / 7 0 = 1 2 ) « ' V M + - f - - " / s i + i . i w " " ' — y 1») 'VlOO + + 7ioo -h "-^00+ "100+ 'Vioo—Numeres mixto» addicioiuim-se, sommando pri
meiro as fracções, depois os inteii-os e reunindo as
d u a s s o m m a s . Exemplo: áVg + 5Vti + 9 2; y, = 4 5l Vo = 16 7o = 8 '7o =-2 3 + ^ V a 25 1/9 S o m m a r : Exercícios: 19) a:. ,,,-L03-",.-14 + 08 Vii 20) n4i"''a-i--4ô-n/a(.+ 10 '/:\n 21) 39V-jr>-- 9>''jr.+ 24-A:i.-. 22) 17-^ I7+3')"-'/.j7-- 7
.r,T/,o+49i^/.o+ "V-'O . 23' 72 +(!0':'3«+1«>"
Quando as fracçòes não têm o mesmo deno
minador, reduzimol-as primeiro ao mesmo denominadoi.
Exemplo: + Vio + "/i-; + 'Vn. = ^ ^
6 0 5 l i 1 0 1 5 = 5 0 ' ) 1 • > H 14) 71/.,+ 9VO + 12 Vo 15) 13 1/11+2(00/11-- (5 "/ii 10) 26 '^A"+ 4 +341^11' 17) 8 «/ii'- -1311/1,1-1- 47 "/il 18) 17) T/.o..49ia/-jo+ ; ) X l ü 6 X 1 0 7 X fl icTX I I 11 X 5 1 2 X " l 1 4 X ' 4 1 5 X 4 = 5 5 = 5 6 2 0 3 6 0 + 323/GO. Nu primeira liiiiia «stú
traçado o numero u porque
V factor de r.'; ua segunda llnlia não precisamos de 2
e 3 porque dividem também
l > sem resto e cada múlti
plo de 13 também é
djvi-sivel por o, 2 e 3; logo
ticavii r> X '- =
-/ lO ® o x > l~* CO ++++ ^. 5 s> «y . 'i-rf ."n « o ; e *3 '3 im » X Ul •«« ^-r ® '•■ £ ! n > > C D t— «Í>*C5 Ci>-W fi l O c c ^ ■ f+ o o . r . . ^ ~ £ ? ^ W 9 T ~ I ^ = ■ 9»)^ «' ■ £ > I -/»ft '• 'CO f. « t-ii "\ -: - ^ rs è í~ K . «TI o Õ ■ ^ — «O ift O ^ f » fl « i* a c ««atacai d S 0) d c « o ÍO o ü c3 CO O) IO O' d " d 0) • c 3 O d ICO O . 0 > ü
$2
^5
.^3 c3 •§ -^ O g d TJ O D< CÍC CO •o CO o E o O d c S -d o tc -o CO CO a> "O 4> •d "■ o o, W -o d to d -w d br . a > . fO ò« 3 ".S Cd iC5 M d d O " d CO d d I O d o CO ü <u d d o a i c3 ."' .d -S o Eh bn T3 d "d 5 d -d 75 d d •d d S d <1 CO rt d -d 75 câ 4—1 75 d O ■ d E E d > d d tT d •kj d • ?■ .3 , t : « d o 2 d d t. d o X d o d a g d õ > d d d d 75 75 d õ d : r S O . d 7 5 Id O H d •4-S d ci .«-1 75 d d o. 73 c3 5 ç3 X • d PU CO d _d a 75 d d & CO 73 d c3 c5 d d : d d g o o 75 d ^ € d d d ü d 75 O C5 o 3 ^ s ^ d d d 7 J tT d 'O p-g ^■ õ g ç3 j; C5 ^ 00 ^ ?o rt — X X X X í O T f C M C O d = o . ^ o is3 • • ~ - . 2 » d o . o lO^^+
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)i
ti
S)si
i-
-í® -S? ^ la / rs rs ? r- ^ 1 0 /" 2 2 ^ '- •* ' 3 -i ' « í l L -í » -4 S > W íO ^ 1 0 » f» Q C ^ ©©©CÒ^Cfisfi^ ^ 1 0 © « « « ^ 1 0 © í* <] D t -í f ^ íf'que tenham o mesmo
numerador do minuendo siibtrahendo do
-"'erença „ dena:^; otrjurV"?™'"''
íracçoes tiverem dennminaa quando, porém, as
^ e d u z i l - a . H
""esmo denominador. -Va."> 8 ) 3) ^Vóo - 33^ 4) ^«A3 - 17/.^ 'Víu Exercícios; 1 3 ) , 14) ü/- . 15) iLy,3. *5) 'Vk. 1*) "/la. *8) 17/,3 . "Vao-®) '^Vso 6) «3/y., '«') 3«/m — Í7/S í J / ^
'®/H0 "V»-' " •/'■i - V i ' - -'U ■ Vio ' V s - -'/h ■^Vl5 ^O) 'Vix ai) .3/,, aa) 2r./,,. 33) 7/„ , ^4) V,-. 35) 37/3, a«) 33/,^ 5í) — '•"/■k; IO) ^"/,7 - 3S.',7 ' ') 'í/7.-> — M/rr, 14) "3/j„{,— 7;i/[Q(, "Ao V i . ' A «Ao "Ao V i r. 37) ../,, . 3 8 ) . 3!» 3V„ . -'"/.o.-= . 7 5 , "'/ir.o — •VM V,s I 7 "r.. ' / « U — , / j - ' / Í ; . o — y " " « - o . ' ■■ - ç s e s e1) 6 —Y '
® ^ 5 + t
^ "+■'/■'-5v;
5V4 2 ) i4'A - ti='A14.'^"=- 14'/,,= 13'V,5
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inteiro, ou um numero rteh-oTor
se os inteiros e depois a fr -
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°P«do eotart'^evir"'"' í"'""
'."rngir este augme'I 3 ve^e ° ° Pi'odiicto
° "®"onti„ador de '' T''"
m p o r . 3 . , , ,7 , 0 X 7 , , = : P X á ® ® s i i e
\0XÍ==3/s_
P^"*iejro produclo
— O I — Exercidos: 5 8 ) -• . 3 X '/••. 6 6 ) */lt! X l i 5 9 ) V i X V.i 6 7 ) " / l . i X 10/2, 6 0 ) 7 - X 6 8 ) 10,11 X 6 1 ) - 7 X V^ii 6 9 ) ''!\x X "/lO 6 2 ) X i 7 i r . ■ 7 0 ) n/i:. X -•5/33 6 » ) v / i i X • 7 i . ; 71) ^ IT X 1, /-»-* 6 4 ) ' / l o X U>,-3S 1 72) 0 X I'l/aa 6 5 ) ' « - • 1 X ■■u/l» ' 7 » ) •1/11 X i»/-a 7 4 ) • • • ' / i i X 75) 21 j;. X 7 i x 76) 12/37 X 10/-.'4 77) 10,-.'T X 111/30 7 8 ) i ' i /.i :. X l-''/31 7 9 ) i i ' / i n i X 0/20 80) 118/10 X l'i/lli 8 1 ) o / . K X ii'-'/r.Td) de uma fracção por um numero mixto e de duas
fracçôes mixtas.
Para multiplicar uma fracção por um numero
mixto ou du7is fracções mixtas, reduzem-se os números
mixtos a fracçôes e applica-se a regra piece en e.
8 2 ) 1 7 3 X V i ü 83) 2 1/1 X v.i ; 8 4 ) 4 7 - j X 7» , 85) 2 i/ii X 77 86) 5 VI X 1V23 87) 7 Vr> X VT 88) 3 O/k X •7» 89) 9 7I3 X 53/5.1 90) G !/>> X " / n 9 1 ) V x X 8 1/1. 9 2 ) V - i X G -3/» 9 3 ) - 7 i i X 9 5/k Exercicios: 94) i^Víii X S - ">i 9 5 ) r , \ , X • ■! 9 0 ) X 4 V ; 97) »/i4 X 3 •''ir.
98) í«/-i-Xll Vioj
?t9) X 't ''h-i I
100) 19/30 X 1> '/u I 101) 9/47 Xio V» iJOÃ) aVr.»X 2"'3/tii 10») 2 2/3 X ^ Vi 104) 4 1/5 X 2 2/v 105)3 »/, X V:l lOO) 8 3/10 X 1 V-i" 107) 1 7-40 X 4 7" 108) 8 1/-I X 8 V' 109) 3 >.!i X 4 V« 110) õ 5/« X 8 77 111) 7 Vi X 8 Vu' 112) 4 t/k X 8 V» 11») 8 7-1 X 2 711 114) 2-034 X I'Vaf 115) 7 7» X 5 Vu' 116) 3»7.!0 X 81V-J-4 117)11 7ixX15 Vr.
— 5 S —
§ 15.
Divisão.
terça parte de é v/ 'Z^; mas a
parte de ^ y 4 ^*^"seg-iiinto a terça
^'' 5 3' rstoé: ■ M ' > : . 'A % V P a r a d i v i d i r m v i n « Z s ' / •
inultiplica-se o h» ^ '''^cção por ^
•eiro e riá ''^"oniinador da fro - ""mero inteiro
® ao producto o le 1"^®° P'''" ""-«ero
in-"lesmo numerador.
Exercicios: o 'Vir. 1 0 )lal
3°./37 1) V4 Võ ®) '/s 4) o/„ 5) »o/n 5 () U 15 20 1 2 1 6 1 8 24 35 21 4 5 ' ' ' -14) inj^. -Vsir,JO) 3,y„
1») '"1/7,, 9 3 G 4 0 4 5 G O 5 5 " " " l a r o ^e'dep^' " mix"' '"'«"•■>■
/ s f s 3 X ^ 4/9. — 5 9 — Exercicios: i s > ) a » ; : 20) 4 2/a a i ) G a / i 3 » ) 8 - V u 3 3 ) 1 0 y i 34) 12 »/f. 13 1 8 5 0 1 5 2 2 3 3 3 1 ) 9 V I 4 33) 11 Vir. 33) 19 -VT 34) 31 Vi-J 35) T V'-isi 3«) lli'/iT O T 3 2 3 5 4 2 5 4 GG 1 2 3 5 ) 1 4 « / D 7 3 « ) 1 7 V i o 9 3 7 ) 1 8 - : / i i 1 0 3 8 ) 2 0 ' v s 2 5 3 9 ) 2 4 11 / i r . 28 , 30) 25 i/isc) de urn numero inteiro por uma fracção ou por
um numero mixto. Dividamoâ 5 por
Vs-Dividindo 5 por 2, resulta V,; não devmc,
porém, dividir 5 por 2, mas por -/y a^vpyp^
numero 3 vezes menor. O resultado estara
maior, logo:
- 5 X 3 _ 7 V o : 7 3 = = — 2 '
Para dividir um numero por uma fracção,
multiplica-se esmultiplica-se numero pela fracção invertida.
Sendo o divisor um numero mixto reduz-se este
primeiro á expressão fraccionaria e depois
emprega-se a regra precedente; por exemplo.
5 : 2'/. = 5 : "A 5 X á _ o 3 7 ) 4 ^/i, 4 3 ) 1 5 3 8 ) t í >0/j3 4 4 ) I G 3 9 ) 5 ío/n 4 5 ) 1 8 4 0 ) 8 i-Vn 4 6 ) 2 0 4 1 ) 9 4 7 ) 2 1 4 3 ) 1 2 "/7 4 8 ) 2 8
ÕX V5- '^-" =
E x e r c í c i o s : 10/r.i !'/lü V'/i6 3/ll Vif» 4 9 ) 3 Ü : 5 0 ) 3 2 : 5 1 ) 3 5 :; n / o , , 5 3 ) 4 8 :; 3«/4T 5 3 ) 5 G : ^ » ' 6 3 5 4 ) 7 7 ""/73 L: •-: so ju io so p Q BS nío so .i u u.u ^d uiiu ou op ' ÇJ Í A. I O R 0 n b O piA ] O S 0.I O l dlU 0 XO um ' 01 U 1ÍÍ 9 .U U 8 ' SO l Ul í Cl ■ss oôo u.ij su o. iqo s 's xíp u.ii suo uia p ij f 's v-iS aj s u s i?p oi .m opd dt? ui ud oi g.ip v .iQ s sg jui nS as soi dui axa sq V-J-i 7i6X "7 »t i >7.;6 "' li iZ '^Vu8 '"Ae 7. Q •7.0 •91 7r l< - {8 !í l 7i61 •l li \ V-.f \ '■ 'Uf « f A yc b (T ÇT (0 £[ (« t-T (8 Vl ^V .i 7cÇ "A r (í í« i "V: 'V u (« SI (g «i "7 « (i «i '•A9 Víõ ^V.5 "Viõ Vr.e (» l^ l ••'Ai (£1^1 7:P (t-T-l "A s (s i^ i 'A ç (« T-i : 7w (o í: I : 7'i (6 SI : "V i (8 81 : %: (A Zl 7:: (981 Vít-" Vo S V cS 7 ..Ç "As 7K ^ A í 7, t 7.: e 7. 5 7.S "A s (i fi 7f í (o ç-i 7. fi (f i« l 'A S (8 «l "'■ 5^ (A«l (9 «I h O %Z ■-'A- (£8 1 'A (f -8 1 "A («81 7.: (881 'A (1 81 or/j. '/A: 8 (0 81 \ u -: "/ « J> (1^ 11 Vi: 'A : K (8 «1 -/n oV r 8 (« 11 "/K : V-ít (« ll 'Vi: '/i^ 8 (. 40 1 'Vi -7 8 9 (8 11 : oV .i« (8 11 V r-"AJ S (OO I - VH 'Vv 8 i&l I 01 /, : 7i 9 (1 11 o /v VK 8 (£ 01 'V iif ) (0 11 : O'A: P (« 11 V, VI 5 (1-01 11/, , Vr. 0 (£ 11 « »/ L -• 'V it (« Ol 7 i •Vi 5 («OI 'WVor "Vi (80 1 1 "/r. : r,/ . (8 0 K; ,. : "V« (8 8 "V i ""Von (101 •-'Ai : "/ n (1 0 "i/ n ; V« J (1 8 *' Vi i (O OI u/ n : "/ i (0 0 '•/n : Vi (0 8 '• Vn '-Vi (« « 'V i : "A : (« 8 V i : V' n (« 4 or./,. 'VA' (8« -/n : 1 1/,. (8 8 Vn : "/ i (8 4 •Vs. "V o (4 « "A j '• Vn ( 4 8 "/ i : Vn (4 4 — Ul -y?. -'V« ür./,i «'A '-=!/, (9 fi (Sfi («« Vf 'Vo " A-"A,