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Publicações do PESC Algoritmos de Pontos Interiores Combinando Fase 1 e Fase 2 em Programação Linear

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Academic year: 2021

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(1)

e Janeiro, Ad

-

B r - a s i H Junho

J i

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(2)
(3)
(4)

F

i n a f reente, peÇ desculpas aa 21

ara quem n ã o k e n h

erp quaépta apr As v e z e s

p e n s o

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(5)
(6)
(7)
(8)
(9)
(10)
(11)

.... 8 .

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(12)
(13)

F i n a l de

(14)

i&

(15)
(16)

n D e s t e T a t o c u n c l u i - s e q u e é a sorna d i r e t a das s u b c s p a ç o s @ C & ) e I I A ' ) . Ou s e j a , d a d o q u a l q u e r v e t w x E E R ~ , e l e p o d e ser e x p r o s s u como o n d e x E N < A > e sc E O v e t o r x é a p r u J e ~ % o d e x P P s o b r e

N 4 B I

rz

C

u caruapliimentã o v t o g o n a f d e x era r e l a ~ ~ o aa N C A I , i s t o k . xc

1

N 4 A ) . V e j a f i g u r a a b a i x o .

-

F i g u r a 2 . 5

-

8 p r ó x i m o f a % o e s t a b e l e c e o calculo d a p r o J e ç ã o s o b r e N f B I , o n d ~ P, é a matriz de p v o j e f ~ o s o b r e N C A I . A i n d a , d e n a t a m o s em t u d o o t r a b a l h o o s u b s c r i t o "p" p a r a d e s i g n a r 05 v e t o r e s p r o j e t a d a 5 n o N C A I ta4 q u e Ax = b ,

(17)
(18)

Segue-se u m f a k o importante acerca de d i r ~ 8 ~ 5 .

Uma represent aC-ão seam&ríca ÊM IR' da

D e f i n i ç ã o 2 . 3 e do F a t o 2 - 4 e s t á na f i g u r a abaixo; para = i.

Como sempre trabalharemos com pontos i n t e r i o r e s , as d i r e ~ õ e s v i A v e i s serão normafmente confundidas r u m os v e t o r e s do espaça n u l a da m a t r i z 4.

Na prdxima s e ~ h de-Finímos f u n ~ õ e s p o t e n c i a i s , mudanCa de escala, e estabelecemos uma r e i a ~ & e n t r e elas. A l h d isso, i n t r o d u z i mas ma i 5 notações e ferramentas de

(19)
(20)

Alguns exsmplas de funções biferenciáveis &a dados a sesu ir,

Seu graficu esta representada na figura abaixo.

-

Figura 2.3

-

Note que quando x tende a zero,

I n

x tende a 4- disso, a f u n ~ ã o Iogaritmo ~5 crescente: e

Seu graficm está representado abaixo pelas suas curvas de

3

(21)

-

F i g u r a 2.4

-

N o t e qina q u a n d o a l g u m a c o n ~ p o n e n t e yi, i = % ,

.

,

.

. n F d o v e t a r

LJ IR* t e n d e a

zero,

a - F u n ~ & b a r r e i r a t e n d e a *a.

u

+a T r a b a l h a n d o c o m p u a b i e m a s d e p r o s r a n ~ a ~ ã o l i mear, K a r m a r k a r E 1 1 3 d e f i n i u uma " f u n ~ % p o t e n c i a l " q u e toma s I o g a r i t m o d a c u s t o a c r e s c i d o da f u n ~ ã o b a r r e i r a . D e & a forma, e5 n e c e s s k io g a r a n i i r s u e s c u s t o s e j a s e m p r e p a s i t i v u , F a r e m o s e n t ã o uma " h i p ó t e s e forte" p r e v i ç b r i a p a r a e s t a ÇEÇ&, q u e p o d e ÇEP r e ~ m v i da caw a u t i I i zaçãa d e

1 í m i t a n k e ã i n f e r S u r e s ,

Hipótese fortea Q p r o b l e m a d e p r o g r a m a ç & l i n e a r t e m

k A

s o ' l u ç ã a ó t i m a x e s e u c u s t a é n i s i u , i s t o 8 , c ' x = 8 , O

(22)

a r ~ ~ a r k a r d e f i n i iwiu uBla

(23)
(24)
(25)
(26)
(27)

O e a n j u n t a v i A v e I S p o d e ser v i s u a l i z a d o coma a i n t e r s & s o d e um s u b e s p a ç a , Ax

=

8 , e um h í p s r g l a n o , a ' x

=

i , n a p r i m e i r o artasite, x 2 8 . V e j a a F i g u r a a b a i x o para n = 3. Denominamos o c o n j u n t a Cx E AX = 8 3 d e c o n e .

-

F i g u r a . 2.5

-

K a r í m r k a r E513 d e f i n i u uma f u n ç ã o p o t e n c i a l 19 = n l e r e d u z i u a p r ~ b l e m a d e programa$% I í n e a r a e n c o n t r a r um v a i a r m u i t o n e g a ? í v o p a r a essa f u n ç ã o , F o r m a l m e n t e , o p r o b l e m a a ser r e s o l v i d o ~ 5 2 " E n c o n t r a r x 6 S t a l q u e f < x ) = q8n c ' x + pCx)

<

-3nidC. A q u i n o n b ~ ~ e r o d e v a u i A v e t s e L é o " t a m a n h a d a s d a d a s d e e n t r a d a " d o p r a b l e m a . U m a s o l u ç & d e s t e p r a b l e r m ter8 -L um custo m u i t o p e q u e n a d a o r d e m d e 2

.

E

asu

i o n d e

se

(28)
(29)
(30)
(31)

s w sua e s t v a t & n i a de reg

(32)
(33)
(34)
(35)

Uma a l t e r n a t i v a comum p a r a r e d u z i r r é o &todo

'*bis

H",

( V e j a AdPer, Resende, Veiqa e Karmarkar E i 3 , onde

çti usa uma "hipuri s t i caw sobre o *'big 8'". 1

-

E s t e n & d s

c o n s i s t e em r e d u z i r associando a e s t a v a r i á v e l um c u s t o m u i t o a l t o , 34, a sabern

Assim Força-se a d i m i n u i r rapidamente com qualquer a l g o r i t m o de minimizaçãa.

E s t a &todo s u j e i t o a problemas nu&uicos= por exemplo, soma a muí t i p l í c a ~ % de .&meros mu i t o s pequenas

Cqueu~wos r e d u z i r a função o b j e t ivol, com um n h e r o m u i t o grande,

H:

a abtenção do nbmero E é deselegante, "chutando-se" um vaf o r

:

al&m de g a s t a r a3 gumas i t eraç%s,

(36)

I est u

(37)
(38)

-

Figura 3.2

-

. . .

H i p b t e s e s : Fazemos as hipbteses comuns sobre o problema

"

< % & I

=

I i I 8 conjunto vi&eH CSAI é limitado;

ir *

b i i i ) Um

l

iwitante ínferior inicial 2

"

z

conhecida, z denota e valor bt imo de < P A I

-

O

& h i p d k e ~ e i 2 é fundamental nas domonstra~ões, enquanta 9 i i I e v i t a a s í t u a ~ ã a trivial quando @ c ( S A I i @

a sulrec;~oótimaou o problema C$&) é ilimitado), e C i i i 3 pode ser descartada devido o prhprio procedimento de atualãza~ão que utilizaremos <capitula 41, isto 8 , psdemos

0

(39)
(40)
(41)
(42)

prublema ( P ) , &temos um problema equivalente

A

Figura abaixo repaescnta u conjunto v i A ~ e l transformado

CSP3

e o canjunto transformado i Ç P P ' ,

(43)
(44)
(45)
(46)
(47)
(48)
(49)

'h = iJ"h., P

(50)
(51)
(52)
(53)
(54)
(55)
(56)
(57)

Q'J,

(58)
(59)
(60)
(61)
(62)
(63)
(64)
(65)
(66)

6 p r o b l e m a d e e n t a n è r a r d i r ~ õ e s em

CEDA)"

s i g n i f i c a e n c o n t r a r a menav d i s t h c i a d a origem A envciiifidria c o n v e x a e n t r e o5 vatrireci di E: d2 ( d e n u t a d a

A

c u Cd,. d , ) ) , cujo r e s u l t a d o um v e t a r d .

ai.

tome

A

H

-

d H

h = se d P 8 , Veja f i g u r a abaixa. N o t e sue as

11

d

11

(67)
(68)
(69)

e

t

= 5 , entga d

-

d i E * p e l a

b @ , B ) , Supani~a

J6. que - 2 g d . B

a ,

,j

-

2

(70)
(71)
(72)

-

F i g u r a s 5.2

N o t e que as d i r & % s de busca n a 5 F i g u r a s

i.

rt

-

d h =

l i & a

a i n d a p e l o Teorema 5 . 5 , podemos e n u n c i a r (EDAI na s e g u i n t e f o r m a =

D ~ V E M U S mastrar que a d í r e ~ & ob8 i d a ao

-

resoaverntos CEDA3 { o u tEDCrl1

'

que mais c o n v e n i e n t e compukac i onalmenf ã I r e d u z a s f u n ~ õ e s potenc i a i s

fi

.

l e +,i.,P> bastante. Tratavernus d i s t o n a Perna a seguir.

(73)
(74)

A .a

(75)
(76)
(77)
(78)

C o n ã f d e r e un~ passo a p a r f i r d o p o n t a n o p r o b l e m a e s c a l a d o d e C $ & ) , d a d o p o r

e

+

Gh, onde a n

tamanho d o passo numa d i r e Ç % h d a d a , para um l i m i t a n t e

H

(79)

a ieu,ja significa EI

nas figuras a

(80)

8 prbxime l e m a fornece a salteç% do problema

tEDAI&

explicitamente.

2

(81)
(82)
(83)
(84)
(85)
(86)
(87)
(88)
(89)

rnece para h t ara qualquer a q u e s para enunciar

a n c

ia de4 a1

(90)
(91)
(92)

Desta forma,

(93)
(94)
(95)
(96)
(97)
(98)

A que -2 a' D.

<

2, j

-

ã

,,,,,

Èa,

(99)

o i s =

F p

+ CIIwq, E = C

+

F Z w q

ts

-

(100)
(101)
(102)
(103)
(104)
(105)
(106)
(107)
(108)
(109)
(110)
(111)
(112)
(113)

CAPITULO t3

Nn

C a p i t u 1

u

5

desenvcsl vemos

um

g r n c s d i rnerxto para

arxnntrar. r r l i reçzes. Sua obLonrgb d i s t i n g u e - s e p e l o si na1 dei, par&met,ro A i c ' e

-

z Ç au & 3

,

ande z 6 urn 1 i ml tsmto

X Z

i

n f

ar i ar forneci d e p e l r;,

Pr

ucedí rnento 4 . 2 .

T

sto 0 , quando A i 0 C 5 ) O3 t.rab=railharnos com as fnnçGes p o t e n c i a i s f

C.

3

2 2 .I

e f , C

- ,

- 3 C

F

C .:i e

F

C

,

3

,

s adot.amcw urna estra,t&gi a que

d i 2

addamos urna rvst.rat&gia que se pi-coctrpa por rrrn laclct em r e d u z i r f i , : J

CF

C . 3 3 e , por c>ut,ro, em manter ka 5 O C r S 5

(114)
(115)
(116)
(117)

A

Figura 8.9, mostra a oeametria do problema

-

Figura 6.5

-

H a ~ i t r a r e m ~ ~ ã d á ante o se poie usar a & t o d o de

S ~ C &

h r e a para uma busca aproximada s o b r e

(118)
(119)

T s s t s d o ra;o.Xo E i . - i t C o n s i d e r e uma r i i r - n q k h E

li^,

a part;ir d o pcmko e. ..Se

Es

Lsm alguma ~oritpc.~nerr+,e nriyaLiva, entAa o

(120)
(121)

M I- u na f i n a l

(122)
(123)
(124)
(125)
(126)
(127)
(128)
(129)

para x k E Z k o b t f p e f o

L k k

(130)
(131)
(132)
(133)

ates in P v imal s $ar Linear

(134)

asi E

-

Rase

I1

in a

I E , Par-n-IP U n i v e r - s i t g ,

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