• Nenhum resultado encontrado

PROJETODEARQUITETURADEINTERESSECOMUNITÁRIO(PAIC)-PLANODECURSO20091

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "PROJETODEARQUITETURADEINTERESSECOMUNITÁRIO(PAIC)-PLANODECURSO20091"

Copied!
5
0
0

Texto

(1)

PROJETO DE ARQUITETURA DE INTERESSE COMUNITÁRIO CÓDIGO: 155551

Primeiro Semestre de 2009

PLANO DE CURSO – TURMA “A” (única)

Professor Frederico Flósculo Pinheiro Barreto Sala: Ateliê 6

Horário: 18:00 – 22:00, Terças-Feiras.

1. EMENTA: Prática intensiva de projeto arquitetônico envolvendo demanda

de organização de caráter comunitário, na escala da Edificação ou de fração urbana. Uso necessário de métodos e técnicas de projeto participativo. Uso alternativo de métodos e técnicas de projetação especializada (com ênfase na acessibilidade, na segurança, na privacidade, em fatores ambientais, etc.). Níveis variados de desenvolvimento dos Estudos e Projetos: Programação Arquitetônica e/ou Estudos Preliminares e/ou Anteprojeto e/ou Projeto Executivo, conforme o caráter e a complexidade da demanda.

2. APRESENTAÇÃO:

A disciplina se justifica pela necessidade de o(a) estudante de arquitetura ter a oportunidade de desenvolver projeto de arquitetura para um cliente comunitário real, como uma associação de moradores ou uma organização não-governamental que não tem recursos para contratar um escritório de arquitetura ou que traga para o exame no âmbito da disciplina um problema de projeto arquitetônico que implica em metodologias específicas, não dominadas pelo mercado profissional, e de interesse para a formação do arquiteto. Métodos e técnicas de programação e desenvolvimento

(2)

de projetos com a participação comunitária serão especialmente enfocados, assim como metodologias orientadas por problemas específicos, de clientela extraordinária.

3. OBJETOS DE ESTUDO:

A disciplina é especialmente dedicada ao Escritório Modelo CASAS – Centro de Apoio Social e Arquitetura Sustentável, gerido por estudantes do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Todos os estudantes de Arquitetura e Urbanismo são aceitos na disciplina: não há pré-requisitos, a não ser o interesse comunitário.

Neste Primeiro Semestre de 2009, teremos, a depender do interesse dos estudantes envolvidos, a continuidade de projetos iniciados em semestres passados, em disciplinas como “Ateliê Sustentável de Arquitetura e Urbanismo”:

a) Praça do Museu, em Planaltina – DF;

b) Circuito de Educação Fiscal, Escola Fazendária – DF; c) Creche do Sol, na Granja das Oliveiras – DF;

d) Vila da Cidadania, São Sebastião – DF (5 desenvolvimentos a finalizar); e) Praça Comunitária, Vila Telebrasília – DF;

f) Praça da Igreja de São Sebastião, Planaltina – DF. 4. PROCEDIMENTOS DO ATELIÊ E AVALIAÇÃO:

Os trabalhos serão individuais, ainda que em grupo: cada estudante traçará seus próprios objetivos, semana a semana, distinguindo sua produção da dos demais, através de CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO COMUNITÁRIO. Não haverá “fusão de produções”, pelo menos para a atribuição de menções.

O formato dos Contratos varia com os objetos de trabalho e com objetivos de cada estudante. Um aspecto essencial da disciplina é a responsabilização do aluno por seu próprio aprendizado. O professor orienta, facilita, informa, critica, projeta, assiste às decisões – mas não há NADA realmente definido a priori sobre o que CADA estudante fará. A tarefa é CLARA: desenvolveremos estudos e projetos de arquitetura para clientes comunitários REAIS, cuja confiança deveremos honrar. CADA aluno deve compreender seu papel em meio a esse trabalho. Trabalhar com a comunidade exige responsabilidade, envolvimento, independência, compromisso.

Recomenda-se que o aluno tenha um caderno que permita a organização de 2 documentos: (a) uma agenda-índice contendo os compromissos acertados com o professor e com a sua eventual equipe de trabalho, numa única folha contendo uma tabela com as datas das 17 semanas de aulas; (b) formulários contendo os comentários específicos acerca do andamento dos trabalhos naquela semana. A partir daí, avaliação é feita, considerando-se as seguintes regras:

a) CADA semana com objetivos cumpridos implica no “ganho” de 1,0 (um) ponto; isso implica na presença a todas as aulas em que haja um objetivo de trabalho cumprido, com a respectiva “pasta de documentos” – não a perca, pois seus pontos estão computados nela;

b) CADA semana sem objetivos cumpridos implica em ZERO ganho; isso inclui as faltas, justificadas ou não; observe que há cerca de 12 a 14 aulas (de um total de 16 aulas) em que ocorre o pleno desenvolvimento de cada trabalho. ou seja: há a oportunidade de obter mais pontos que o necessário à

(3)

SÚMULA DA SEMANA

A cada semana, cada aluno deve prestar contas das atividades com que se comprometeu naquela semana. São trabalhos diferentes, desenvolvidos por equipes cujos membros têm diferentes compromissos. A meta é um rigoroso “controle de produção” pela própria equipe, que se prejudica ao não honrar o

nota máxima. Mas essa possibilidade é totalmente anulada por um número de faltas igual ou superior a 4 (quatro), justificadas ou não.

c) Esse procedimento visa estabelecer um mínimo de ordem para a orientação de trabalhos bem diferentes entre si. Cada estudante deve deixar clara a sua contribuição para o projeto de interesse comunitário.

d) No final deste Plano há um modelo de formulário que deve ser impresso / copiado (pelo menos 15 cópias), e colocado no Caderno de atividades. 4.1) Soma das notas

A Nota Numérica Individual obtida é convertida pelo sistema de menções da Universidade de Brasília (0-2,9 = II; 3,0-4,9 = MI; 5,0-6,9= MM; 7,0-8,9 = MS; 9,0-10,0 = SS). Não perca a sua documentação. Não perca as aulas. Não fure com os compromissos assumidos com as nossas comunidades.

4.2) A orientação será centrada:

- Em conteúdos diretamente pertinentes à programação e à tomada de decisão relativa ao partido arquitetônico, em cada caso;

- Em conteúdos relacionados aos fundamentos da representação de anteprojetos e projetos executivos de arquitetura, conforme o caso; - Em conteúdos relacionados ao contato com a comunidade e à

advocacia de seus interesses.

Métodos e Técnicas de Projetação Participativa serão paulatinamente abordados, de forma aplicativa, prática. Duas abordagens serão especialmente enfatizadas, além da estritamente projetual:

trabalho comunitário, e, claro, da comunidade, que se vê sem o projeto de que tanto precisa. Aqui as atividades são registradas.

Lembra da “agenda escolar”? Ela voltou, por uma causa nobre. Traga o caderno individual a CADA aula, para o devido registro.

CADERNO

INDIVIDUAL

(4)

a) a confecção de ATAS de Reunião, a cada contato com o cliente comunitário, e;

b) a confecção de TERMO DE REFERÊNCIA, em que o estudante acumula e expõe dos dados do trabalho, caracterizando a demanda, seu atendimento, suas pesquisas e reflexões. A especificidade da experiência de cada aluno com o trabalho comunitário é aspecto valorizado pelo presente curso.

É fundamental que cada aluno / equipe se inscreva a cada aula, para o ordenamento da orientação. Devemos usar TODO O TEMPO DA AULA: 4 HORAS SEGUIDAS, para resolver todos os aspectos pendentes, a cada semana. O compromisso com a orientação, em nosso caso, é fundamental. A não-realização da orientação implica em FALTA, pois isso somente ocorrerá, presente o professor, caso o aluno se ausente da aula.

5. CRONOGRAMA:

DATA CONTEÚDO

AULA 1 – 17/03 Apresentação do Curso

AULA 2 – 24/03 Organização dos Trabalhos / Definição das Equipes: Praça do Museu, em Planaltina – DF;

Circuito de Educação Fiscal, Escola Fazendária – DF; Creche do Sol, na Granja das Oliveiras – DF;

Vila da Cidadania, São Sebastião – DF (5 desenvolvimentos a finalizar);

Praça Comunitária, Vila Telebrasília – DF;

Praça da Igreja de São Sebastião, Planaltina – DF. AULA 3 – 31/03 Organização dos Trabalhos (continuação)

AULA 4 – 07/04 Organização dos Trabalhos (continuação) AULA 5 – 14/04 Orientação em Ateliê (com Convidados) AULA 6 – 21/04 FERIADO – TIRADENTES

AULA 7 – 28/04 Orientação em Ateliê (com Convidados) AULA 8 – 05/05 Orientação em Ateliê

AULA 9 – 12/05 Orientação em Ateliê AULA 10 – 19/05 Orientação em Ateliê AULA 11 – 26/05 Orientação em Ateliê AULA 12 – 02/06 Orientação em Ateliê AULA 13 – 09/06 Orientação em Ateliê AULA 14 – 16/06 Orientação em Ateliê AULA 15 – 23/06 Orientação em Ateliê AULA 16 – 30/06 Orientação em Ateliê

AULA 17 – 07/07 Apresentação de Trabalhos – FINAL – Avaliação do Contrato 4 10/07 Último dia de aulas

(5)

6. BIBLIOGRAFIA

Alexander, C., e outros (1977). A Pattern Language. Towns. Buildings. Construction. Nova York: Oxford University Press.

Alexander, Christopher (1970). Notes on the Synthesis of Form. , 5ª edição. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press.

Broadbent, G. (1982). Diseño Arquitectônico - Arquitectura y Ciencias Humanas. Barcelona: Editorial Gustavo Gilli S.A.

Buzzi, A. R. (1979). Introdução ao Pensar. Petrópolis: Editora Vozes.

Ching, F. (1993). Arquitectura: Forma, Espacio y Orden. Cidade do México: Gustavo Gilli.

Groat, L. & Wang, D. (2002). Architectural Research Methods. Nova York: John Wiley and Sons.

Isaac, Arg (1971). Approach to Architectural Design. Londres: London Iliffe Books. Jones, C. (1976). Métodos de Diseño. Barcelona: Editorial Gustavo Gilli S.A.

Lee, Roger (2004). Tangram. São Paulo: Editora Isis.

March, L. & Steadman, P. (1974). The Geometry of Environment. New Fetter Lane, Canadá: Methuen & Co. Ltd.

Mascaró, J. L. (1985). O Custo das Decisões Arquitetônicas. São Paulo: Editora Nobel.

Neves, L. P. (1989) Adoção do Partido na Arquitetura. Salvador: Centro Editorial e Didático da Universidade Federal da Bahia, Salvador.

Osborn, A. F. (1983). Applied Imagination - Principles and Procedures of Creative

Problem Solving. Nova Yoark: Charles Scribner’s Sons.

Ostrower, F. (1987). Criatividade e Processos de Criação. Petrópolis, RJ: Editora Vozes.

Snyder, J. C. & Catanesi, A. (1986). Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: Editora Campus ltda.

Stroeter, J. R. (1986). Arquitetura e Teorias. São Paulo: Editora Nobel.

Waddington, C. H. (1979). Instrumental para o Pensamento. São Paulo: Editora Itatiaia.

Referências

Documentos relacionados

Detectadas as baixas condições socioeconômicas e sanitárias do Município de Cuité, bem como a carência de informação por parte da população de como prevenir

–Enlace compartilhado entre dois ou mais dispositivos –Capacidade do enlace é dividida para as transmissões.. Classificação

–Nível inferior oferece serviços (o que o nível faz) para o nível imediatamente superior. –Uma interface especifica como acessar os serviços de

• Suponha que dois segmentos são transmitidos, e que haja perda apenas do reconhecimento para o primeiro segmento. • Caso 1: o reconhecimento para o segundo segmento chega antes do

• Camada física e de enlace do modelo OSI rede.. OSI x IEEE x TCP/IP: Padrão

• O receptor utiliza os bits enviados e divide pelo gerador para verifica se os bits estão

quando M nós querem transmitir, cada um pode enviar na velocidade média de transmissão R/M.

d) prevenção de colisões, que diminui consideravelmente o tempo desperdiçado quando ocorrem colisões. e) Nenhuma das