• Nenhum resultado encontrado

NORMA TÉCNICA COPEL - NTC

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "NORMA TÉCNICA COPEL - NTC"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

NORMA TÉCNICA COPEL - NTC

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO

PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

NTC 901113

COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A

SUP. DE REGULAÇÃO, FINANÇAS E PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO DA DIS - SRF DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE ACESSANTES E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA - DGNT

(2)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

APRESENTAÇÃO

A Divisão de Normalização Técnica da Distribuição, SRF/DGNT/VNTD, é a responsável pela elaboração de normas técnicas para entrada de serviço. O objetivo é definir as condições para atendimento às instalações de unidades consumidoras através das redes de distribuição da Companhia Paranaense de Energia – COPEL. A Norma Sistema de Telemedição para Edificações de Uso Coletivo estabelece padrões que complementam a norma de atendimento a edificações de uso coletivo, visando à uniformização de procedimentos, a adoção de padrões dentro das exigências técnicas e de segurança recomendadas e a facilitação deste atendimento junto à esta classe de consumidores de energia.

Em caso de divergência, esta Norma prevalecerá sobre as outras de mesma finalidade editadas anteriormente. Esta norma encontra-se na INTERNET:

www.copel.com

- Normas Técnicas

- Normas para atendimento ao consumidor - Normas de Entrada de Serviço

Curitiba, março de 2020.

Fernando Antônio Gruppelli Jr

Superintendência de Regulação, Finanças e Planejamento da Expansão da DIS COPEL DISTRIBUIÇÃO S.A.

(3)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

SUMÁRIO

1. Objetivo ... 4

2. Referências Normativas ... 4

3. Considerações Gerais de Atendimento ... 4

3.1 Eletrodutos...4

3.2 Caixa de Passagem de Comunicação...5

3.3 Caixas Intermediárias de Comunicação...6

3.4 Caixa Concentradora...7

3.5 Caixa para Leitura Local...7

(4)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

1. Objetivo

Esta norma técnica tem como objetivo estabelecer os critérios para a instalação de sistema de telemedição em edificações de uso coletivo

.

Em todos os pontos onde houver medição deverá ser prevista infraestrutura para a instalação de sistema de comunicação, composta de eletrodutos, caixas e cabos interligando-os aos pontos onde serão instalados os equipamentos de comunicação.

Este sistema de telemedição é obrigatório para os novos empreendimentos e optativo para empreendimentos antigos e que já tiveram seu projeto civil aprovado em outros órgãos antes de 16/03/2017.

2. Referências Normativas

• ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;

• NTC 900100 – Critérios de Apresentação de Projetos de Entradas de Serviço;

• NTC 901100 – Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição;

• NTC 901110 – Atendimento a Edificações de Uso Coletivo;

• Resolução Normativa ANEEL nº 414, de 9 de setembro de 2010.

3. Considerações Gerais de Atendimento

3.1 Eletrodutos

3.1.1. Os eletrodutos devem ser de aço quando expostos ou PVC rígido rosqueável quando embutidos, de diâmetro mínimo de 1” para os eletrodutos de comunicação que interligam todas as caixas intermediárias ao longo da prumada. Para os eletrodutos de comunicação que interligam a caixa intermediária e o centro de medição, o dimensionamento deverá obedecer a tabela 1. Quanto ao diâmetro mínimo para os eletrodutos da alimentação elétrica, estes deverão ser de ½” em toda a sua extensão.

3.1.2. Os trechos contínuos de eletroduto, sem interposição de caixas de passagem ou equipamentos, não devem exceder 15 m de comprimento para linhas internas às edificações e 30 m para as linhas em áreas externas às edificações, se os trechos forem retilíneos. Se os trechos incluírem curvas, os limites de 15 m e o de 30 m devem ser reduzidos para 10 m e 20 m respectivamente.

3.1.3. Em cada trecho descrito acima pode ser prevista apenas uma curva de 90º, ou seu equivalente.

3.1.4. As junções de eletrodutos devem ser feitas por meio de luvas rosqueáveis e suas conexões às caixas por intermédio de buchas e arruelas.

(5)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

3.1.5. Quando não forem embutidos, todos os eletrodutos devem ser devidamente fixados com braçadeiras, cintas ou perfis metálicos, cuja distância entre pontos sucessivos de fixação não deve ser superior a 4,3 m. As caixas de passagem também devem ser devidamente fixadas junto à parede, laje ou no solo.

Notas:

a) Não é permitida a instalação de eletroduto de polietileno de alta densidade – corrugado, para a passagem do cabo de comunicação, exceto se este estiver devidamente embutido em alvenaria e em trecho retilíneo;

b) Em instalação de eletroduto exposto sob laje com altura inferior a 2,3 m, ou junto à parede, somente é permitido o uso de eletroduto de aço-carbono galvanizado, com fixação através de braçadeiras, cintas ou perfis metálicos;

c) A instalação de eletroduto de PVC rígido rosqueável poderá ser aceita de forma aparente, desde que este seja instalado junto a laje com altura igual ou superior a 2,3 m, no interior do Shaft por onde segue o barramento blindado ou a prumada de cabos, devidamente fixado;

d) Não é permitida a instalação de emendas entre eletrodutos do tipo parafusadas (unidut).

e) Não é permitido o compartilhamento de cabos de comunicação com cabos de energia no eletroduto.

3.2 Caixa de Passagem de Comunicação

3.2.1. Caixa destinada a facilitar a passagem dos cabos de comunicação.

3.2.2. As caixas de passagem devem ser identificadas com os dizeres “Cabo de Comunicação de Telemedição – COPEL Distribuição” no caso das caixas de passagem do cabo de comunicação e identificado com os dizeres “Cabo de Energia da Telemedição – COPEL Distribuição” no caso das caixas de passagem da alimentação elétrica das caixas de comunicação.

3.2.3. As caixas de passagem suspensas ou embutidas devem ser de chapa de aço de 20 USG (mínimo), contendo dispositivos para selagem (lacre), com dimensões mínimas de 20x20x10 cm.

3.2.4. As caixas de passagem no solo deverão ter as seguintes características: a) As caixas de passagem devem ter tampa e subtampa para lacragem.

b) A subtampa deve ser confeccionada em chapa de alumínio com espessura mínima de 2 mm ou de material polimérico espessura mínima de 3 mm.

c) Os dispositivos para lacre poderão ser fixados na alvenaria ou em um aro de alumínio.

d) A subtampa deverá ser dotada de alça ou outro dispositivo para facilitar a remoção e identificada.

e) No fundo das caixas deverá haver uma abertura de 15 x 15 cm e uma camada de 10 cm de pedra brita nº 2, para drenagem.

(6)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

3.2.5. A instalação das caixas de passagem poderá ser embutida em alvenaria ou fixada firmemente por meio de parafusos, porcas, buchas e arruelas. Em instalação aparente sob laje em que haja a circulação e estacionamento de veículos, a face inferior da caixa deve estar a uma altura mínima de 2,3 m do piso acabado.

3.3 Caixas Intermediárias de Comunicação

3.3.1. Próximo a cada ponto onde houver medição deverá ainda ser prevista a instalação de uma caixa Intermediária de Comunicação, de fabricante homologado na Copel, para a acomodação dos equipamentos destinados à telemedição destes medidores, com a sua aresta superior entre 1,40 a 1,70 m do piso acabado e espaço livre mínimo de 1 m à sua frente. A caixa intermediária de comunicação não deve estar a mais de 1 m de distância do Centro de Medição.

3.3.2. A sua interligação ao centro de medição deverá ser por intermédio de eletroduto, com no máximo duas curvas, em uma posição que permita a passagem da comunicação, sem interferir nas instalações internas do centro de medição.

3.3.3. Na caixa intermediária deverá também ser instalada pelo executor da obra uma alimentação trifásica em 127/220V a partir do barramento do Centro de Medição com fiação de 2,5mm2 com neutro identificado, devidamente protegida por disjuntor de 6 A (instalado na caixa intermediária).

3.3.4. O tipo da caixa Intermediária de Comunicação e do eletroduto de comunicação devem obedecer a tabela 1 a seguir:

Tabela 1: Tipo de caixa e eletroduto x quantidade de medidores

Medidores

Eletroduto

Caixa Metálica

Caixa Polimérica

até 12

1.1/4 pol

CN ou um Módulo

p/ Medidores

adicional

CNP ou um Módulo

p/ Medidores

adicional

de 13 à 21

1.1/4 pol

DN

DNP

de 22 à 27

1.1/2 pol

DN

DNP

Opções de montagens:

1. É admitida a possibilidade de se utilizar uma posição de medidor de um módulo de medidores que não esteja sendo utilizada (vaga). Para isto, a mesma deve ser identificada com os dizeres “Comunicação de Telemedição – COPEL Distribuição” e deve estar interligada com a próxima Caixa Intermediária de Comunicação por meio de Eletroduto de Comunicação. Esta alternativa só é admitida para CM com até 12 medidores. O disjuntor de proteção do sistema de comunicação não poderá ficar acessível para manobra sem a abertura da caixa.

(7)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

2. No caso de dois Centros de Medição lado a lado em um mesmo andar, é admitida a instalação de apenas uma caixa do tipo DN para os dois CM, desde que esteja localizada no meio dos dois CM, não haja espaço disponível para duas caixas DN e que a distância da caixa DN não seja maior do que 1 metro de nenhum dos dois CM.

3. No caso do empreendimento possuir apenas um Centro de Medição, é admitida a utilização de apenas uma caixa DN para a função de Caixa Intermediária e de Caixa Concentradora. Ainda no caso de este único Centro de Medição estiver junto ao alinhamento predial, sem barreira física entre a rua e a caixa DN, poderá ser utilizada esta caixa DN para a Caixa de Leitura Local inclusive.

3.4 Caixa Concentradora

3.4.1. Caixa destinada à acomodação do concentrador, que recebe as informações das caixas intermediárias e repassa à caixa de leitura local e ao DG da telecom.

3.4.2. Deverá ser usada caixa do tipo DN, de fabricante homologado na Copel, instalada próxima aos respectivos QDG ou prumada de medições. A caixa concentradora poderá ficar junto da Caixa Intermediária de Comunicação do andar mais próximo ao solo.

3.4.3. Deverá ser instalada a uma altura compreendida entre 1,40 a 1,70 m do piso acabado, considerando a aresta superior da caixa e com espaço livre mínimo de 1 m à sua frente .

3.4.4. Nesta caixa deverá também ser instalada pelo executor da obra uma alimentação trifásica em 127/220V com fiação de 2,5mm2 com neutro identificado, devidamente protegida por disjuntor de 6 A. Este disjuntor deve ser instalado na caixa a montante (caixa seccionadora, no QDG ou no QM) quando a fiação da derivação desse circuito até a caixa concentradora ultrapassar 3 metros ou na própria caixa concentradora quando a fiação não ultrapassar 3 metros. Neste caso, o disjuntor deve estar identificado com os dizeres: “Telemedição Concentradora”.

3.4.5. A caixa concentradora deve ser interligada ao DG da telecom por meio de eletroduto de comunicação de no mínimo 1 polegada. O DG da Telecom é o mesmo utilizado pela telefonia.

3.5 Caixa para Leitura Local

3.5.1. A fim de possibilitar contingência para o sistema de medição, deverá ser prevista uma caixa para leitura local, do tipo DN, com o objetivo de abrigar os blocos de conexão, o dispositivo de comunicação remota e demais equipamentos, bem como a chegada do cabo de comunicação.

(8)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

3.5.3. Esta caixa deverá também ser instalada a uma altura compreendida entre 1,40 a 1,70 m do piso acabado, considerando a aresta superior da caixa e com espaço livre mínimo de 1 m à sua frente.

3.5.4. Nesta caixa deverá também ser instalada pelo executor da obra uma alimentação trifásica em 127/220V com fiação de 2,5mm2 com neutro identificado, devidamente protegida por disjuntor de 6 A. Este disjuntor deve ser instalado na caixa a montante (caixa seccionadora, no QDG ou no QM) quando a fiação da derivação desse circuito até a caixa concentradora ultrapassar 3 metros. Caso a fiação não ultrapasse 3 metros, o disjuntor pode ser instalado na própria caixa de leitura local.

3.5.5. Dentro da caixa de leitura local deve existir uma plaqueta identificando onde está o disjuntor que alimenta esta caixa, exemplo na figura 1 abaixo:

Figura 1: Detalhe plaqueta de identificação do disjuntor da caixa de leitura local

3.5.6. Deverá ficar próximo ao alinhamento do imóvel com a via pública, em local de livre e fácil acesso e com baixa possibilidade de vandalismo. A caixa deve ter acesso e abertura pelo lado externo do empreendimento. Sempre que possível, esta caixa deverá ficar junto à guarita ou à seccionadora.

(9)

Normalização DIS

NTC

901113

Emissão: 06/03/2020 Revisão: -

SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO PARA EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO

4. Ilustração do Sistema de Telemedição

Na figura 2 abaixo são ilustrados os detalhes de toda a infraestrutura do sistema de telemedição.

Referências

Documentos relacionados