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O mecanismo básico de falhas mecânicas para

fibras ópticas é lento para um rápido

crescimento de alguma imperfeição na fibra de

vidro a causa será por estar sobre pressão. Este

fenômeno ou “fadiga” que é a pressão ou stress

sofrido pelo cabo pode ser acelerado com a

presença de umidade, ou seja, moléculas de H

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O

na superfície de vidro da fibra.

A grande concentração de moléculas de água (OH-ions) na superfície do vidro, e a grande pressão aplicada no vidro, fazem as imperfeições da superfície crescerem mais rapidamente. Essa aceleração da fadiga e a presença de OH-ions é similar a “pressão corrosiva”. A velocidade das imperfeições e o “crescimento da rachadura” nas fibras ópticas dependem muito do tamanho do defeito da fibra.

Para assegurar que não há defeitos maiores que os tamanhos predeterminados em uma fibra pronta, os fabricantes submetem as fibras a uma breve pressão de alongamento, esse processo é chamado de prova de teste.

Todos os fabricantes de cabos de fibras ópticas destinadas para uso externo devem abordar a questão de proteção da superfície das fibras de vidro para a presença de umidade. Isso porque o revestimento primário da fibra de 250 μm fornece apenas uma camada de 62,5 μm de espessura de material a base de acrilato curado com UV que funciona como uma proteção sobre a superfície da fibra de vidro.

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Esse material de acrilato curado com UV não é escolha dos fabricantes de fibra pela ótima resistência a água ou sua mínima porosidade. De fato, essa escolha se dá principalmente por causa de sua alta velocidade de processamento, uma vez que os custos primários para os fabricantes de fibra e a velocidade de puxamento são cada vez maiores. A camada de acrilato curado com UV é muito fina e porosa para as moléculas de água e permitirá concentração de OH-ions na superfície da fibra, a fibra for imersa em água.

Todos os materiais plásticos são porosos em variados graus. A categoria de termoplástico normalmente usados em construção de cabos de algum modo absorve água; no entanto, materiais termoplásticos certamente não agem como completos blocos de água. Somente materiais como metal ou vidro podem proporcionar um verdadeiro selo “hermético”. Materiais plásticos são geralmente caracterizados por parâmetros tais como absorção de água e absorção de outros solventes comuns tais como óleos, gasolina, querosene, etc. Sendo este o caso, as moléculas de água não podem ser eliminadas a partir da superfície de vidro de qualquer fibra incorporada em um cabo com revestimento de plástico.

A questão é minimizar a concentração de moléculas de água na superfície do vidro de modo que o efeito do crescimento da rachadura seja minimizado. Existem duas formas diferentes de proteção contra a água e a umidade em cabos de fibra óptica.

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Os cabos loose tube preenchidos com gel devem

prevenir que a água atinja o revestimento de 250 μm da fibra. A abordagem para “prova d’água” e preencher os espaços vazios do cabo com gel, teoricamente prevenindo que a água atinja o 250 μm de revestimento da fibra. Para assegurar essa questão, normalmente esses cabos preenchidos com gel são submetidos para um teste de mangueiras que irá mostrar que a água não flui através de um curto pedaço (um metro) de cabos. O fato do gel poder se mover, fluir, e se acomodar, deixa uma incerteza do nível de preenchimento qualquer ponto

especifico de um cabo loose tube preenchido com gel.

Essa incerteza do preenchimento é destacada pela pratica rotineira do bloqueio de água dos cabos loose tube preenchidos com gel na entrada da caixa de emenda para manter a água que vem de fora do cabo fora da caixa de emenda.

Os cabos tight-buffered, tight-bound indoor/outdoor

utilizam uma abordagem completamente diferente do modelo anterior para lidar com questões de umidade. Ao invés de tentar ser a “prova d’água”, deve ser projetado para ser tolerante a água.

Reconhecendo a porosidade dos materiais plásticos e os problemas inerentes a tornar um cabo a prova d’água, a proteção da umidade é concentrada na superfície da fibra, onde é mais necessária.

Corretamente projetada para ambiente hostil os cabos tight-buffer consistem de um material no revestimento da fibra com coeficiente de absorção da umidade extremamente baixo.

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Revestimentos de materiais plásticos são de baixa porosidade e com excelente resistência a umidade. Essa construção é efetivamente minimizara o nível de concentração de moléculas de água e OH-ion na superfície de vidro e praticamente eliminara a fenômeno

de pressão corrosiva. O projeto do cabo tight-buffered

tem grande vantagem de ser uma estrutura solida, sem fluido e sem movimento. O mesmo nível de proteção permanece no lugar ao longo de toda a fibra, independentemente das condições de instalação, do ambiente ou tempo.

O projeto do balanceamento dos cabos tight-buffered, tight-bound é tal que minimiza os espaços abertos disponíveis da estrutura do cabo no qual a água poderia residir. Mesmo se o revestimento externo de um cabo for cortado, ou caso a água entre na estrutura do cabo, somente uma muito pequena porcentagem de água entraria na abertura da área da sessão transversal. Na Austrália, somos guiados pela AS/ACIF S008 2010 com referência para “Penetração de Água” especificada clausula 25, método – F5B da IEC 60794-1-2 [28]. É de particular interesse o seguinte:

 A eficácia de um cabo refere-se em restringir a penetração da água ou umidade no movimento longitudinal ao longo do núcleo. Esse requisito é destinado principalmente para localizar alguma penetração de água para minimizar o efeito adverso do desempenho do cabo e para prevenir que a água e a umidade vazem para emendas e terminações que podem causar muitos problemas.

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 Além disso, os cabos instalados no subterrâneo têm no seu material alta densidade da composição do revestimento (tal como polietileno) que proporciona uma barreira adequada para umidade que não entra para o núcleo do cabo. A adição de uma fita metálica (barreira de umidade) e/ou lubrificar com gel o interior do núcleo (preenchido ou inundado) fornece ainda maior proteção contra a entrada de umidade.

As considerações acima são muito importantes e devem ser sempre consideradas. A consideração mais importante é que o cabo usado deve se próprio ao do seu propósito. Sempre consulte as folhas de especificação (datasheet) dos fabricantes e siga as instruções de instalação.

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C

onsultor e técnico em telecomunicações, com 5 anos de experiência nas Áreas de Hardwares e Redes e 3 anos na Área de Cabeamento Estruturado e Infraestrutura de Rede como estudante, competidor, instalador e consultor de vendas com levantamento e dimensionamento de projetos e obras metálicas e ópticas. É certificado Furukawa, AMP e Fluke com capacitação em medição e Administração de Resultado em Cabeamento Estruturado de Fibra Optica pela Anritsu. Certificado Parcus em encaminhamento de infraestruturas em canaletas aparentes. Técnico em Telecomunicações pelo SENAI FATESG 2015, Campeão Goiano 2013 pelas Olimpíadas do Conhecimento Estadual e 4º colocado nas Olimpíadas do Conhecimento Nacional 2014 com diploma de excelência em STI (Sistemas de Transporte da Informação).

Atualmente está se graduando em Gestão de Tecnologia da Informação sendo empreendedor e instrutor da empresa Bereshit Centro de Treinamento.

Traduzido e adaptado por Luan De Godoy

Cabos Ópticos A Prova d’água ou tolerantes a Água - v1_08.2015 Acesse: http://bereshittreinamento.com

E-mail: [email protected]

O arquivo original pode ser acessado no link: http://www.afcgroup.com.au/documents/item/3250585 AFC TT Water Proof V Water Tolerant Cables_v2 05.15

Referências

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