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CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Código Postal ACTA

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CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ

Código Postal 8104-001

ACTA Nº 03 Fls. __________ REUNIÃO ORDINÁRIA DE 19 DE JANEIRO DE 2011

ACTA

Aos dezanove dias do mês de Janeiro do ano de dois mil e onze, no Salão Nobre desta Edilidade, compareceram pelas 14h40m os Excelentíssimos Senhores Dr. Sebastião Francisco Seruca Emídio, Eng.º José Manuel Valente Graça, Dr.ª Maria Teresa Francisco Menalha, Joaquim José Ramos Guerreiro, Dr. Aníbal Sousa Moreno, Dr.ª Brígida Maria Guerreiro Cavaco, Dr.ª Maria de Fátima Catarina Coelho, Eng.º Luís Carlos Custódio de Oliveira e Dr.ª Hortense Amador Morgado,

respectivamente Presidente, Vice-Presidente e Vereadores deste Corpo

Administrativo, comigo Rui Salvador Felizardo Tardão, Director do Departamento de Administração e Assuntos Jurídicos, em regime de substituição, a fim de realizar-se a reunião ordinária semanal, convocada nos termos do n.º 2 artigo 62º da Lei 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, com a seguinte ordem de trabalhos: --- 1- Período antes da ordem do dia; --- 2- Assuntos dos diversos departamentos municipais (conforme convocatória); --- 3- Assuntos para conhecimento da Câmara. ---

APROVAÇÃO DE ACTAS – Pelo Senhor Presidente foi presente para aprovação a

acta n.º 02 de 11 de Janeiro de 2011, aprovada por unanimidade. ---

ANTES DA ORDEM DO DIA

O Senhor Vereador Eng.º Luís Oliveira referiu que a nova iluminação pública da Praça da República, veio embelezar o Edifício dos Paços do Concelho, bem como toda a zona envolvente até ao Largo Bernardo Lopes, apesar das obras não estarem concluídas. ---

DELIBERAÇÕES VÁRIAS

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SITUAÇÕES DE TRABALHO DE EMPREITADAS – Da Divisão de Gestão Financeira foram presentes para aprovação as situações de trabalhos que aqui se

dão por transcritas no valor total de € 104.923,35. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar as situações de trabalhos de empreitadas. ---

PAGAMENTO DE QUOTAS REFERENTES A 2011 – Pelo Senhor Vice-Presidente foi presente a proposta que a seguir se transcreve: ---

“Tendo em consideração que o Município de Loulé é associado de diversas entidades, proponho que sejam pagas as quotas referentes ao ano de 2011: ---

• Associação Internacional de Cidades Educadoras – 330,00 EUR

• Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas – 450,00 EUR

• Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico – 548,68 EUR

• Associação Europeia de Municipalidades com Marina/Porto Recreio – 750,00 EUR

• Comité Português para a UNICEP – 499,00 EUR

• Associação de Municípios Algarve/Huelva – 5.000,00 EUR

• Associação Portuguesa de Recursos Hídricos – 300,00 EUR

• Associação Nacional de Municípios Portugueses – 5.854,00 EUR

• Almargem – Associação de Defesa do Pat. Cul. E Amb. Algarve – 30,00EUR

• Algarve Convention Bureau – Ass. Alg. Congr. e Incentivos – 1.247,00 EUR

• Associação Port. Bibliot. Arquivistas e Documentalistas – 180,00 EUR

• Casa do Algarve – Associação Regionalista – 800,00 EUR

• Liga dos Bombeiros Portugueses – Conf. Ass. Cor. Bombeiros – 250,00 EUR

• Algarve TIC – 2.500,00 EUR

• Algarve STP – 2.500,00 EUR

• CI-AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve – 22.920,00 EUR.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar o pagamento de quotas referentes ao ano de 2011, conforme proposta do Sr. Vice-Presidente, Eng.º José

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Graça. ---

ALTERAÇÃO DO LOCAL DAS REUNIÕES PÚBLICAS DE CÂMARA DE FEVEREIRO, JUNHO E OUTUBRO DE 2011 PARA QUARTEIRA – Pelo Senhor Presidente foi presente a proposta que a seguir se transcreve: ---

“ Nos dias de hoje a descentralização de serviços deve ser uma prioridade constante de qualquer poder político. --- Outrossim, o poder local com as suas especificidades deve fomentar a descentralização e criar condições para a implementação de um modelo de administração local mais próxima dos munícipes. --- O executivo municipal tem vindo a prosseguir uma política de descentralização de serviços a qual tem sido materializada um conjunto de acções concretas e numa óptica de modernização da sua administração. --- Com estas premissas entende-se a oportunidade de deslocalizar as reuniões públicas da Câmara Municipal, que se realizam nas últimas quartas-feiras de cada mês, para outros espaços situados fora da sede do Concelho. --- Atendendo ao n.º 1 do Artigo 1º do Regimento desta Câmara, aprovado por sua deliberação de 28 de Outubro de 2009, que dispõe “as reuniões de Câmara se podem realizar noutros locais, quando assim for deliberado”. --- Proponho que a Exma. Câmara delibere no sentido de aprovar que as reuniões públicas de Câmara do mês de Fevereiro (23), Junho (29) e Outubro (26) se realizem em Quarteira, no do Centro Autárquico, no horário habitual.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a alteração do local da realização das reuniões públicas mensais do mês de Fevereiro, Junho e Outubro de 2011, de acordo com a proposta do Senhor Presidente. ---

PEDIDO DE RENÚNCIA DO DIREITO DE PREFERÊNCIA DE “LUÍS SOUSA FERREIRA MAIO E MULHER MARIA DA CONCEIÇÃO LYSTER FRANCO DAVID MAIO” – Pela Divisão de Apoio Jurídico e Contencioso foi presente o parecer

que a seguir se transcreve: --- “ O direito de superfície consiste na faculdade de construir ou manter, perpétua ou

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temporariamente, uma obra em terreno alheio, ou nele fazer ou manter plantações. Esta é a redacção do artigo 1524º do Código Civil que nos dá claramente a definição de direito de superfície. Este direito pode resultar de contrato, testamento ou usucapião e pode ainda resultar da alienação de obra ou árvores já existentes (cfr. artº 1528º do Código Civil). --- Nas constituições de direito de superfície o proprietário do solo goza do direito de preferência, em último lugar, na venda ou dação em cumprimento do direito de superfície ( cfr. artº 1535º do Código Civil ). Ensina o Prof. Mota Pinto no seu Manual de Direitos Reais que o proprietário do solo tem preferência na venda do prédio nele implantado. Estabelece para este efeito o artº 416º do Código Civil a obrigatoriedade do conhecimento da preferente, dizendo: "Querendo vender a coisa que é objecto do pacto ( de preferência ), o obrigado deve comunicar ao titular do direito o projecto de venda e cláusulas do respectivo contrato", acrescendo o nº 2 que recebida a comunicação, deve o titular exercer o seu direito dentro do prazo de oito dias, sob pena de caducidade, salvo se estiver vinculado o prazo mais curto ou o obrigado lhe assinar prazo mais longo. --- As estipulações legais citadas, designadamente o artº 416º são aplicáveis os pactos de preferência e aplicáveis ao direito de superfície por força do nº 2 do artº 1535º do Código Civil. Contudo o STJ pronunciou-se sobre a questão em Acórdão de 18.Dez.70, publicado no BMJ nº 202º página 208, dizendo que tal comunicação pode ser feita judicial ou extrajudicialmente e não está sujeita a forma especial. Por outro lado o Prof. Vaz Serra publicou no RLJ nº 112, página 316 que a comunicação prevista no nº 1 do artº 416º, pode ser a declaração do titular do direito de superfície. Conjugando todas estas opiniões pode-se desde logo concluir que no direito privado o facto essencial da preferência é a comunicação do superficiário da "nua propriedade" no caso de pretender vender, estabelecendo até um prazo de caducidade bastante curto (oito dias ) para o exercício do mesmo pelo preferente. -- No caso que nos interessa, muito embora regulado por disposições de direito privado, existe algo superior que tutelou todos os direitos de superfície constituídos

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por contrato entre a Câmara Municipal e as diversas cooperativas de habitação que estão sediadas no concelho ou nele investiram. Todo o espírito desta constituição baseou-se essencialmente no intuito de facilitar a construção para habitação a custos controlados para facultar casas a pessoas de menores recursos e a preços mais reduzidos. --- Constituídos que foram tais direitos de superfície é óbvio que existe a cláusula de preferência, sendo necessário que o beneficiário deste direito de preferência autorize a pretensão de venda, conhecendo minimamente as condições da mesma, julgando-se essencial que seja declarado neste acto o valor de transacção para que o preferente, se optar por exercer essa sua qualidade saiba qual o valor da obrigação na qual se investiu. --- Como se sabe em todos os casos em apreço, o titular do direito de preferência é a CML, por força das escrituras de constituição do direito de superfície podendo portanto exercer esse direito aquando da comunicação da pretensão de venda por parte de algum dos superficiários, chamando-se à atenção para o facto de que tal direito pode e deve ser exercido pela CML se assim o entender pagando ao pretenso vendedor o preço pelo qual iria, sendo que essa compra deverá no posterior uso da coisa comprada respeitar os princípios que foram estabelecidos nas já referidas escrituras de constituição do direito de superfície, sabendo-se que o propósito dessa constituição é o facultar a disponibilizarão de habitações a custos menores do que os de mercado a agregados familiares de menores recursos económicos. --- Não se vê portanto inconveniente em que a Câmara autorize a sua autorização à alienação dos fogos, prescindindo assim da sua qualidade de preferente. Caso a Câmara opte por exercer esse direito este é o momento para faze-lo, devendo-se no entanto ponderar se haverá interesse nisso pois qualquer Câmara Municipal não é promotora imobiliária podendo vir a deparar-se com alguns obstáculos legais no uso a afectar aos fogos caso exerça a preferência. --- Em conclusão deve dizer-se que cabe à Câmara Municipal autorizar a alienação ou

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comprar os fogos pelos preços propostos, caso opte por autorizar deve essa autorização ser deliberada em reunião camarária e comunicada por oficio ao requerente, caso opte por exercer o direito de preferência deve delibera-lo e comunicar de igual forma ao requerente indicando-lhe desde logo os procedimentos a seguir para exarar a escritura de compra e venda.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, renunciar ao direito de preferência do prédio urbano sito na Expansão Nordeste, Lote n.º 84, Fracção Autónoma A, correspondente à Cave Esquerda, Freguesia de S. Clemente, Concelho de Loulé, inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo 7095 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé sob o n.º 2776/19891229-A, cujo transmissário será Miguel Ângelo David Maio, pelo valor de 25.500,00€ (vinte e cinco mil e quinhentos euros). ---

PEDIDO DE RENÚNCIA DO DIREITO DE PREFERÊNCIA DE “LUÍS SOUSA FERREIRA MAIO E MULHER MARIA DA CONCEIÇÃO LYSTER FRANCO DAVID MAIO” – Pela Divisão de Apoio Jurídico e Contencioso foi presente o parecer

que a seguir se transcreve: --- “ O direito de superfície consiste na faculdade de construir ou manter, perpétua ou temporariamente, uma obra em terreno alheio, ou nele fazer ou manter plantações. Esta é a redacção do artigo 1524º do Código Civil que nos dá claramente a definição de direito de superfície. Este direito pode resultar de contrato, testamento ou usucapião e pode ainda resultar da alienação de obra ou árvores já existentes (cfr. artº 1528º do Código Civil). --- Nas constituições de direito de superfície o proprietário do solo goza do direito de preferência, em último lugar, na venda ou dação em cumprimento do direito de superfície (cfr. artº 1535º do Código Civil ). Ensina o Prof. Mota Pinto no seu Manual de Direitos Reais que o proprietário do solo tem preferência na venda do prédio nele implantado. Estabelece para este efeito o artº 416º do Código Civil a obrigatoriedade do conhecimento da preferente, dizendo: "Querendo vender a coisa que é objecto do pacto ( de preferência ), o obrigado deve comunicar ao titular do direito o projecto de

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venda e cláusulas do respectivo contrato", acrescendo o nº 2 que recebida a comunicação, deve o titular exercer o seu direito dentro do prazo de oito dias, sob pena de caducidade, salvo se estiver vinculado o prazo mais curto ou o obrigado lhe assinar prazo mais longo. --- As estipulações legais citadas, designadamente o artº 416º são aplicáveis os pactos de preferência e aplicáveis ao direito de superfície por força do nº 2 do artº 1535º do Código Civil. Contudo o STJ pronunciou-se sobre a questão em Acórdão de 18.Dez.70, publicado no BMJ nº 202º página 208, dizendo que tal comunicação pode ser feita judicial ou extrajudicialmente e não está sujeita a forma especial. Por outro lado o Prof. Vaz Serra publicou no RLJ nº 112, página 316 que a comunicação prevista no nº 1 do artº 416º, pode ser a declaração do titular do direito de superfície. Conjugando todas estas opiniões pode-se desde logo concluir que no direito privado o facto essencial da preferência é a comunicação do superficiário da "nua propriedade" no caso de pretender vender, estabelecendo até um prazo de caducidade bastante curto (oito dias ) para o exercício do mesmo pelo preferente. -- No caso que nos interessa, muito embora regulado por disposições de direito privado, existe algo superior que tutelou todos os direitos de superfície constituídos por contrato entre a Câmara Municipal e as diversas cooperativas de habitação que estão sediadas no concelho ou nele investiram. Todo o espírito desta constituição baseou-se essencialmente no intuito de facilitar a construção para habitação a custos controlados para facultar casas a pessoas de menores recursos e a preços mais reduzidos. --- Constituídos que foram tais direitos de superfície é óbvio que existe a cláusula de preferência, sendo necessário que o beneficiário deste direito de preferência autorize a pretensão de venda, conhecendo minimamente as condições da mesma, julgando-se essencial que seja declarado neste acto o valor de transacção para que o preferente, se optar por exercer essa sua qualidade saiba qual o valor da obrigação na qual se investiu. --- Como se sabe em todos os casos em apreço, o titular do direito de preferência é a

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CML, por força das escrituras de constituição do direito de superfície podendo portanto exercer esse direito aquando da comunicação da pretensão de venda por parte de algum dos superficiários, chamando-se à atenção para o facto de que tal direito pode e deve ser exercido pela CML se assim o entender pagando ao pretenso vendedor o preço pelo qual iria, sendo que essa compra deverá no posterior uso da coisa comprada respeitar os princípios que foram estabelecidos nas já referidas escrituras de constituição do direito de superfície, sabendo-se que o propósito dessa constituição é o facultar a disponibilizarão de habitações a custos menores do que os de mercado a agregados familiares de menores recursos económicos. --- Não se vê portanto inconveniente em que a Câmara autorize a sua autorização à alienação dos fogos, prescindindo assim da sua qualidade de preferente. Caso a Câmara opte por exercer esse direito este é o momento para faze-lo, devendo-se no entanto ponderar se haverá interesse nisso pois qualquer Câmara Municipal não é promotora imobiliária podendo vir a deparar-se com alguns obstáculos legais no uso a afectar aos fogos caso exerça a preferência. --- Em conclusão deve dizer-se que cabe à Câmara Municipal autorizar a alienação ou comprar os fogos pelos preços propostos, caso opte por autorizar deve essa autorização ser deliberada em reunião camarária e comunicada por oficio ao requerente, caso opte por exercer o direito de preferência deve delibera-lo e comunicar de igual forma ao requerente indicando-lhe desde logo os procedimentos a seguir para exarar a escritura de compra e venda.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, renunciar ao direito de preferência do prédio urbano sito na Expansão Nordeste, Lote n.º 84, Fracção Autónoma E, correspondente à Cave Direita, Freguesia de S. Clemente, Concelho de Loulé, inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo 7095 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé sob o n.º 2776/19891229-E, cujo transmissário será Miguel Ângelo David Maio, pelo valor de 2.650,00€ (dois mil e seiscentos e cinquenta euros). ---

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APROVAÇÃO DA MINUTA DA ESCRITURA DE CEDÊNCIA COM CONDIÇÕES RESOLUTIVAS A CELEBRAR COM OCEÂNICO III – FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO Pelo Departamento de Administração e Assuntos Jurídicos foi presente a minuta que a seguir se

transcreve: ---

MINUTA DA ESCRITURA DE CEDÊNCIA COM CONDIÇÕES RESOLUTIVAS

---Aos ……. dias do mês de …….. do ano dois mil e onze nesta cidade de Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Rui Salvador Felizardo Tardão, Director de Departamento de Administração e Assuntos Jurídicos, em regime de substituição, servindo nos termos legais, de Notário Privativo da Câmara Municipal de Loulé, compareceram como outorgantes: ---

PRIMEIRA: OCEÂNICO III FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO

IMOBILIÁRIO FECHADO, administrado por INTERFUNDOS – GESTÂO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÀRIO; S.A. com sede na Avenida José

Malhoa, 27, em Lisboa, representada neste acto por …..; --- SEGUNDO: SEBASTIÃO FRANCISCO SERUCA EMÍDIO, casado, natural da freguesia de S. Sebastião e residente na freguesia de S. Clemente, concelho de Loulé, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Loulé, outorgando em representação deste Município, com o cartão de pessoa colectiva número 502098139, com poderes para o acto, o que certifico por ser do meu conhecimento pessoal. --- Reconheço a identidade e poderes do primeiro outorgante pela exibição dos cartões de cidadão atrás referidos e …... --- Pela primeira outorgante em nome do seu representado, na qualidade em que outorgam, foi dito: --- Que o seu representado é legítima dona e possuidora de um terreno rústico sito na Quinta do Romão, freguesia da Quarteira, concelho de Loulé, descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé, sob o número nove mil quatrocentos e vinte e quatro da dita freguesia, registado a seu favor pela inscrição G – um, inscrito

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na respectiva matriz sob o artigo dois mil quatrocentos e cinquenta e quatro, com o valor patrimonial de dezasseis mil duzentos e sessenta e nove euros e noventa e oito cêntimos (doravante o “Terreno Rústico”); --- O Terreno Rústico foi adquirido, conjuntamente, como quatro prédios urbanos, designados por “Lote Seis A”, “Lote Seis B”, “Lote Seis C” e “Lote Seis D”, onde se pretendem instalar dois edifícios de Apartamentos Turísticos (Lote Seis A e Lote Seis D), um estabelecimento de restauração e bebidas (Lote Seis B) e um Clube (Lote Seis C); --- Os Apartamentos Turísticos foram projectados de acordo com elevados padrões de exigência, de qualidade de funcionamento e serão servidos por um conjunto integrado de infra-estruturas, bem como beneficiarão de serviços comuns a ambos concebidos e geridos de acordo com as disposições legais aplicáveis à instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos; --- O Terreno Rústico insere-se na Zona Poente de Quarteira – Vilamoura, desenvolvida em cerca de 17,7 hectares, entre o Largo das Cortes Reais em Quarteira e o pontão nascente da Marina de Vilamoura, sendo delimitada a sul pelas praias e pelo Porto de Pesca de Quarteira, e a norte pela Vala Real, pelo Vilamoura Beach Hotel, pelo Casino de Vilamoura, pelo Hotel Ampalius e ainda pelo Marinotel, encontrando-se localizado em frente aos Apartamentos Turísticos que a PRIMEIRA OUTORGANTE projectou construir; --- Pelo Segundo outorgante, foi dito, na qualidade em que outorga que: --- A SEGUNDA OUTORGANTE pretende proceder à requalificação da referida Zona Poente de Quarteira – Vilamoura, devolvendo à cidade um amplo espaço para fruição pública, tendo inclusivamente lançado um concurso de ideias com vista à presente requalificação; --- A requalificação pretendida consistirá, designadamente: (i) na relocalização do Mercado Municipal de Quarteira, (ii) na criação de um passeio marginal, (iii) na instalação de um equipamento de recreio e lazer – clube de vela/centro náutico e (iv) no enquadramento da Vala Real; ---

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Pelo Primeiro e Segundo Outorgantes foi dito que ambas as PARTES têm colaborado activamente com vista à viabilização da requalificação da referida Zona, tendo a PRIMEIRA OUTORGANTE elaborado já um estudo prévio da cobertura da Vala Real; --- É celebrada, a presente escritura de cedência com condições resolutivas a que as

PARTES reciprocamente se vinculam e que se rege pelas seguintes cláusulas: --- CLÁUSULA PRIMEIRA

(OBJECTO)

Nos termos e condições estabelecidos na presente Escritura, a Primeira

Outorgante cede à Segunda Outorgante o Terreno Rústico, livre de quaisquer

ónus, encargos, responsabilidades ou outros direitos de terceiros. ---

CLÁUSULA SEGUNDA (ÓNUS OU ENCARGOS)

A Primeira Outorgante declara e garante que é a única, plena e legítima proprietária do Terreno Rústico e dispõe de total legitimidade para o ceder, bem como este se encontra livre, à data da presente escritura de cedência, de ónus, encargos, responsabilidades ou outros direitos de terceiros que possam impedir o pleno gozo e propriedade dos mesmos. ---

CLÁUSULA TERCEIRA

(ADEQUAÇÃO DO TERRENO À FINALIDADE PRETENDIDA)

1. A cedência do Terreno Rústico pela Primeira Outorgante insere-se no projecto

de requalificação da Zona Poente de Quarteira – Vilamoura, não podendo a

Segunda Outorgante afectá-lo a fim diverso. --- 2. O Terreno Rústico será incluído pela Segunda Outorgante no domínio público

municipal. ---

CLÁUSULA QUARTA

(OBRIGAÇÕES DA PRIMEIRA OUTORGANTE)

1. No âmbito do espírito de boa fé e mútua colaboração que presidiu às negociações

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rapidamente possível as finalidades inerentes ao mesmo, constituem, em especial, obrigações da Segunda Outorgante: --- A) Executar todos os actos e diligências necessários à remoção integral das Barracas e respectivo realojamento das pessoas que aí habitem, no mais curto espaço de tempo possível; --- B) Acordar a solução técnica necessária à cobertura da Vala Real, bem como obter as licenças adequadas à realização dos respectivos trabalhos e eventuais aprovações legais, caso o valor dos trabalhos legalmente assim o exija, nos termos melhor descritos na Cláusula Sexta infra; --- C) Proceder à requalificação da Zona Marginal e construção do passeio público entre a cidade de Quarteira e Vilamoura, nos termos melhor descritos na Cláusula Sétima infra; --- D) Colaborar com a Primeira Outorgante, no âmbito das suas competências, em tudo o que seja necessário à concessão à Primeira Outorgante de um apoio de praia no domínio público; --- E) Colaborar com a Primeira Outorgante, no âmbito das suas competências, em tudo o que seja necessário à instalação pela Primeira Outorgante de um restaurante no lote Seis B; ---

2. Fica expressamente acordado que os custos resultantes das obrigações previstas

nos termos das alíneas a) a c) do número um da presente Cláusula serão suportados integralmente pela Segunda Outorgante, sem prejuízo do disposto na Cláusula Sexta da presente Escritura; ---

CLÁUSULA QUINTA

(OBRIGAÇÕES DA PRIMEIRA OUTORGANTE)

Constituem, em especial, obrigações da Primeira Outorgante: --- A) Entregar o Terreno Rústico livre de quaisquer ónus e encargos à Segunda

Outorgante aquando da celebração da presente Escritura; ---

B) Colaborar activamente com a Segunda Outorgante no cumprimento das obrigações por esta assumidas nos termos da Cláusula Terceira, supra, afectando,

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designadamente recursos materiais e humanos necessários e adequados à boa execução e cumprimento destas, sem prejuízo do disposto nos termos do número 2 (dois) da Cláusula Quarta supra. ---

CLÁUSULA SEXTA (VALA REAL)

1. A Segunda Outorgante obriga-se, imediatamente, após a assinatura da presente

escritura a tomar todas as medidas necessárias ao estabelecimento de um acordo com a Primeira Outorgante e entidades competentes sobre a solução técnica necessária à cobertura da Vala Real, designadamente, procedendo à realização de todas e quaisquer reuniões necessárias à obtenção deste; ---

2. Os encargos inerentes à execução das obras da Vala Real nos termos acordados

pelas PARTES serão suportados por estas, nos termos e condições a seguir definidos: --- A) O valor de €290.000.00,00 (duzentos e noventa mil euros) pela Primeira

Outorgante, valor que a Segunda Outorgante declara adiantadamente recebido

com a cedência do Terreno Rústico objecto da presente Escritura; --- B) Todas e quaisquer quantias superiores a €290.000,00 (duzentos e noventa mil euros) pela Segunda Outorgante. ---

3. Caso o orçamento das obras da Vala Real da solução técnica aprovada pela Segunda Outorgante, tendo em conta o seu valor, necessite do visto do Tribunal de

Contas e da autorização da Assembleia Municipal para poder ser executado, a

Segunda Outorgante tomará todas as diligências necessárias para que as

aprovações legalmente exigidas sejam obtidas com a maior brevidade possível; ---

CLÁUSULA SÉTIMA

(REQUALIFICAÇÃO DA ZONA MARGINAL)

1. A Segunda Outorgante reconhece a essencialidade para a Primeira Outorgante, bem como para os futuros proprietários e utentes dos Apartamentos

Turísticos, que as obras de requalificação da Zona Marginal sejam feitas com a diligência e a precaução exigíveis, comprometendo-se a intentar todos os esforços

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para que as mesmas sejam realizadas, no mais curto espaço de tempo possível e num período máximo de 4 (quatro) anos; ---

2. Durante a realização das obras de requalificação a Segunda Outorgante deverá

assegurar a boa manutenção da ordem nos locais de trabalho, evitando sempre que possível a perturbação dos futuros proprietários e utentes dos Apartamentos Turísticos; ---

CLÁUSULA OITAVA (MANUTENÇÃO)

1. A manutenção, limpeza e segurança da Zona Marginal requalificada será

assegurada, directamente, pelos serviços municipalizados da Segunda Outorgante, ou através de serviços por si contratados; ---

2. Se a Segunda Outorgante não cumprir com as obrigações previstas nos termos

do número anterior, a Primeira outorgante poderá substituir-se à Segunda

Outorgante no cumprimento dessas obrigações, ficando com o direito de debitar as

quantias despendidas para esse efeito à Segunda Outorgante. ---

CLÁUSULA NONA

AVALIAÇÃO DO TERRENO RÚSTICO

O Terreno Rústico objecto do presente Contrato é avaliado pela Segunda

Outorgante no valor de €290.000,00 (duzentos e noventa mil euros); --- CLÁUSULA DÉCIMA

(CONDIÇÕES RESOLUTIVAS)

1.A Primeira Outorgante poderá, querendo, resolver o presente Contrato, caso se

verifique qualquer uma das seguintes situações: --- A) A Segunda Outorgante, até 12 (doze) meses após a celebração do presente Contrato, não tenha procedido à remoção integral das Barracas e ao realojamento das pessoas que aí residam; --- B) A Segunda Outorgante tenha culposamente obstado ao estabelecimento de um acordo sobre a solução técnica necessária à cobertura da Vala Real, bem como à emissão das licenças adequadas à realização dos respectivos trabalhos e às

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aprovações legalmente exigíveis; --- C) A Segunda Outorgante não tenha procedido, por sua culpa, à requalificação da Zona Marginal e construção do passeio público entre a cidade de Quarteira e Vilamoura dentro do prazo máximo de [4] anos; --- D) A Segunda Outorgante tenha destinado o Terreno Rústico a uma finalidade diferente da que prevista nos termos da Cláusula Terceira do presente Contrato; --- E) A Segunda Outorgante não proceda à adequada manutenção, limpeza e segurança da Zona Marginal; ---

2. As PARTES acordam igualmente que, em caso de resolução do Contrato nos

termos do número da presente cláusula, a Segunda Outorgante restituirá, à

Primeira Outorgante o Terreno Rústico por si adquirido nos termos do presente

contrato; ---

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA (LEI APLICÁVEL E FORO COMPETENTE)

1. O presente Acordo reger-se-á pela lei Portuguesa; --- 2. Em caso de divergências resultantes da interpretação e /ou aplicação das

Cláusulas do presente Contrato, as PARTES obrigam-se a tentar uma conciliação amigável e equitativa, convocando qualquer uma delas para tal efeito, uma reunião, a qual deverá ser efectuada com ambas as PARTES ou de pessoa (s) por elas indicada (s); ---

3. Verificando-se a impossibilidade de obter o acordo referido no número anterior, as

Partes acordam submeter o litígio resultante deste Contrato, ao foro de Loulé, com expressa renúncia a qualquer outro; --- Assim o disseram e outorgaram. --- Arquivo: --- - Procuração; --- - Certidão da Conservatória do Registo Predial de Loulé; --- - Caderneta Predial rústica; --- - Planta; ---

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- Deliberação de câmara de………; --- Este acto está isento de Imposto de Selo, por se tratar de uma doação feita ao Município. --- -Foi feita aos outorgantes em voz alta e na presença simultânea de todos, a leitura deste instrumento e explicação do seu conteúdo e efeitos. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta da respectiva escritura de cedência com condições resolutivas. --- A Senhora Vereadora Dr.ª Hortense Morgado solicitou esclarecimento qual a localização do terreno, uma vez que na minuta do contrato não esclarece o referido e o Senhor Presidente informou que o terreno é no Bairro dos Pescadores. --- Relativamente à REQUALIFICAÇÃO DA ORLA LITORAL A POENTE DE QUARTEIRA, a Senhora Vereadora Dr.ª Hortense Morgado começa por dizer que: “Voto favoravelmente a proposta aqui trazida à RC. È importante para mim, enquanto quarteirense, para a freguesia de Quarteira e consequentemente para o Município. No entanto surgem-me algumas dúvidas que gostaria que o Senhor Presidente me esclarecesse: ---

• A minuta do contrato afirma que o terreno em causa se situa entre o Largo das Cortes Reais e o pontão Nascente da Marina de Vilamoura, sendo delimitada a sul pelas praias e pelo Porto de Pesca e a Norte pela Vala Real, Vilamoura Beach Hotel , Casino de Vilamoura, Hotel Ampalius (agora Crown Plaza) e ainda pelo Marinotel (actualmente Hotel Tivoli Marinotel), encontrando-se localizado em frente dos apartamentos que a primeira outorgante, Grupo Oceânico III projectou construir. (página 3 do contrato) --- Primeira dúvida: esse espaço, assim descrito, compreende um espaço ocupado parcialmente, a Sul, pelo Crown Plaza, também pelo estacionamento explorado pela Marina de Vilamoura, e ainda por vários apoios de praia. Como pode o grupo Oceânico afirmar que é a única, plena e legítima proprietária de todo o terreno e este se encontra "livre de ónus, encargos, responsabilidades ou outros direitos de terceiros que possam impedir o pleno gozo e propriedade dos mesmos"? (página 3 e

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4). --- Segunda dúvida: Todo o terreno, situado à beira-mar é pertença do Grupo Oceânico III e está avaliado pela CML em apenas 290.000 euros? (página 7) --- Terceira dúvida: se é pertença do Grupo Oceânico III todo o terreno rústico aí descrito, onde começa e acaba o domínio público marítimo? --- Nas cláusulas resolutivas do contrato, só o primeiro outorgante tem capacidade de resolução. Não se descrevem quaisquer obrigações. --- Só a Câmara Municipal tem obrigações: --- tem que remover as barracas no prazo máximo de 12 meses --- tem de concluir a requalificação no prazo de 4 anos --- tem que colaborar na solução de cobertura à Vala Real, por exemplo --- Quarta dúvida: Se até agora o não conseguiu, que garantias pode ter a Câmara de que é capaz de remover as barracas (armazéns dos pescadores) no prazo de 12 meses? --- Quinta dúvida: Sabe-se que é prática comum do domínio hídrico, a ARH portanto, não autorizar a cobertura de linhas de água. E se a ARH entender que não será possível cobrir a Vala Real? --- Sexta e última dúvida: Nesta minuta de contrato continua a não ser feita qualquer referência ao conjunto de construções junto do Porto de Pesca. Confirma-se que a Requalificação da zona costeira Nascente de Quarteira não compreende esta área? A Senhora Vereadora Dr.ª Fátima Catarina referiu que os vereadores eleitos pelo PS se congratulam pelo facto de finalmente este processo ter um seguimento. --- No entanto, referiu que tem algumas dúvidas que gostaria de ver esclarecidas. --- Assim, verificou que na reunião de Câmara de 14 de Novembro de 2007 este assunto foi submetido a deliberação. Consta da acta que uma parcela de terreno “designada por parcela única do projecto de requalificação urbana da zona poente de Quarteira” foi submetida a uma avaliação com o objectivo de ser comprada pelo Município. A avaliação dessa parcela, com área de 9947 m2 foi feita pelo valor de 827255,48€. Aparentemente, o referido terreno faz parte da mesma área que agora

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está a ser cedida por 290000€ à Câmara Municipal. Nesse sentido, pergunto: esse terreno foi de facto adquirido na altura? E se foi, como é possível ser agora cedido, se já é propriedade da Câmara?” --- O Senhor Presidente respondeu que de facto essa parcela foi adquirida na altura. No entanto, esse problema não se coloca dado que essa parcela não está integrada no terreno agora em causa. Esse está perfeitamente delimitado e é distinto daquele que irá ser cedido. O valor de 290000€ não vai ser pago. Trata-se do valor que se estima ter a cedência agora feita pelo Grupo Oceânico. --- A Senhora Vereadora Dr.ª Fátima Catarina sugeriu que se integre neste contrato, uma planta com todas as confrontações, para que não haja a menor dúvida e colocou outra questão: “A Clausula Décima, alínea C), prevê a resolução do Contrato caso a Câmara Municipal não tenha procedido, por sua culpa, à requalificação da Zona Marginal e caso não tenha construído o passeio público no prazo máximo de 4 anos, tendo a Câmara Municipal que restituir ao Grupo Oceânico o terreno adquirido. Assim sendo, o que se entende por requalificação da Zona Marginal? A conclusão de todas as obras que constam da alínea F) como pretensão da Câmara Municipal? Não parece que o prazo de 4 anos seja suficiente para a conclusão de um processo que se encontra na actual fase. Se não se concretizarem as obras nesse prazo, o terreno poderá ter que ser devolvido, o que seria problemático” --- O Senhor Presidente considerou que é possível executar as obras nesse prazo. ---- A Senhora Vereadora Dr.ª Fátima Catarina considerou, ainda, que a Cláusula Sexta (Vala Real) está muito confusa porque não se entende claramente de quem é a responsabilidade de executar as obras da Vala Real. Se é o Grupo Oceânico, porque é que nessa Cláusula, no ponto 3, se indica a possibilidade de visto do Tribunal de Contas e autorização da Assembleia Municipal? --- O Senhor Presidente disse que a responsabilidade de execução dessas obras é da ARH. ---

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CULTURA DE LOULÉ, PARA REALIZAÇÃO DE CONCERTO DE MÚSICA, NA CASA DA CULTURA, EM LOULÉ – Pelo Departamento de Administração e Recursos Humanos foi presente o requerimento com a entrada n.º 270 de 04.01.11

no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: concerto de música. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 2 do art.º 15.º do Regulamento Geral de Ruído, anexo ao Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro, emitir a Licença Especial de Ruído, em conformidade com o requerido por Casa da Cultura de Loulé, para a realização de Concerto de música, na Casa da Cultura, em Loulé, no dia 22 de Janeiro de 2011, das 18h00 às 00h00, deverá respeitar os limites de ruído, deverá toda a actividade desenvolver-se no interior do estabelecimento e de portas e janelas fechadas. ---

EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO REQUERIDA PELO CENTRO SOCIAL COMUNITÁRIO VALE SILVES, PARA REALIZAÇÃO DE CONCERTO DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS EM BOLIQUEIME – Pelo Departamento de Administração e Recursos Humanos foi presente o requerimento com a entrada

n.º 1106 de 11.01.11 no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: concerto. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 2 do art.º 15.º do Regulamento Geral de Ruído, anexo ao Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro, emitir a Licença Especial de Ruído, em conformidade com o requerido por Centro Social Comunitário Vale Silves, para realização de concerto de angariação de fundos com a banco Nu Soul Family, no Centro Comunitário de Vale Silves, no dia 22 de Janeiro de 2011, das 20h00 às 24h00, deverá o requerente respeitar os limites de ruído. ---

RATIFICAÇÃO DE LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO REQUERIDA POR EUSÉBIO DOS SANTOS BORGES DIOGO, PARA A REALIZAÇÃO DE MÚSICA AO VIVO E KARAOKE. NO BAR PUB DE PACHÁ EM QUARTEIRA – Pelo Departamento de

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Administração e Recursos Humanos foi presente o requerimento com a entrada

n.º 48015 de 30.12.10 no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: música ao vivo e Karaoke. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 3 do art.º 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, ratificar a autorização por despacho, proferida pelo Senhor Presidente da Câmara, para emissão de licença especial de ruído, em conformidade com o requerido por Eusébio dos Santos Borges Diogo, para a realização de música ao vivo e Karaoke, no Bar Pub Le Pachá, na Rua Manuel Faria, n.º 13. freguesia de Quarteira, nos dias 7, 8, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de Janeiro 2011, deverá toda a actividade desenvolver-se no interior do estabelecimento e de porta fechada. ---

RATIFICAÇÃO DE LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO REQUERIDA POR CADDYBARES EXP. HOT., LDª., PARA REALIZAÇÃO DE MÚSICA AO VIVO NO “CADILLAC BAR” EM QUARTEIRA – Pelo Departamento de Administração e Recursos Humanos foi presente o requerimento com a entrada n.º 103 de 03.01.11

no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: música ao vivo. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 3 do art.º 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, ratificar a autorização por despacho, proferida pelo Senhor Presidente da Câmara, para emissão de licença especial de ruído, em conformidade com o requerido por Caddybares Exp. Hot., Ldª., para a realização de música ao vivo, sito no “Cadillac Bar” na Av. Sá Carneiro, Edifício Alfa, loja 3, freguesia de Quarteira, de 16 a 31 de Janeiro de 2011, das 22h00 às 02h00, deverá toda a actividade desenvolver-se no interior do estabelecimento e de portas e janelas fechadas e deverá respeitar os limites de ruído. ---

RATIFICAÇÃO DE LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO REQUERIDA POR LUÍS CARLOS CARVALHO GONÇALVES BASTOS, PARA REALIZAÇÃO DE MÚSICA AO VIVO NO BAR IRISH PUB SITO EM VILAMOURA – Pelo Departamento de

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Administração e Recursos Humanos foi presente o requerimento com a entrada

n.º 47627 de 28.12.10 no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: música ao vivo. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 3 do art.º 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, ratificar a autorização por despacho, proferida pelo Senhor Presidente da Câmara, para emissão de licença especial de ruído, em conformidade com o requerido por Luís Carlos Carvalho Gonçalves Bastos, para a realização de música ao vivo e música ambiente “Bar Irish Pub”, loja 61 do Centro Comercial da Marina Vilamoura, de 6 a 31 de Janeiro de 2011, das 23h00 às 01h00, deverá respeitar os limites de ruído, devendo todo o equipamento ser ligado ao limitador de som existente no estabelecimento bem como toda a actividade ser realizada com portas e janelas fechadas. ---

RATIFICAÇÃO DE LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO REQUERIDA POR ROLEAR IV – CONSTRUÇÕES, LDª., PARA REALIZAÇÃO DE CONSTRUÇÃO DE EMPREENDIMENTO DESIGNADO POR HOTEL AQUASHOW NO SEMINO – Pelo Departamento de Administração e Recursos Humanos foi presente o

requerimento com a entrada n.º 432 de 05.01.11 no qual vem requerer à Câmara que seja concedida licença especial de ruído para a seguinte actividade ruidosa de carácter temporário: construção de empreendimento. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do n.º 3 do art.º 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, ratificar a autorização por despacho, proferida pelo Senhor Presidente da Câmara, para emissão de licença especial de ruído, em conformidade com o requerido por Rolear IV – Construções, Ldª., para a realização de construção de Empreendimento designado por Hotel Aquashow, no Semino, nos dias 15, 22 e 29 de Janeiro de 2011, das 08h00 às 18h00. ---

HOMOLOGAÇÃO DO AUTO DE RECEPÇÃO PROVISÓRIA DA EMPREITADA: “MANUTENÇÃO DO ESTÁDIO MUNICIPAL DE ALMANCIL – AMPLIAÇÃO DOS BALNEÁRIOS DO CAMPO DE FUTEBOL DE ALMANCIL” ADJUDICADA À

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FIRMA HABIPRO – CONSTRUÇÃO CIVIL, LDª. – Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação sugerindo a

homologação acima citada. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, homologar o Auto de Recepção Provisória, referente à empreitada indicada em epígrafe. ---

HOMOLOGAÇÃO DO AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVA-1 DA EMPREITADA: “ARRUAMENTOS EM BENAFIM – (PAVIMENTAÇÃO DE BERMA / PASSEIO NA RUA 25 DE ABRIL) - BENAFIM” ADJUDICADA À ANTÓNIO MARTINS BARRIGA – Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi

presente informação sugerindo a homologação acima citada. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, homologar o Auto de Recepção Definitiva, referente à empreitada indicada em epígrafe. ---

NOMEAÇÃO DE COMISSÃO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE RECEPÇÃO PROVISÓRIA DA EMPREITADA DE: “AMPLIAÇÃO E REMODELAÇÃO DAS REDES DE ÁGUAS DE LOULÉ: CONDUTA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA PARRELA”, ADJUDICADA A HIDRALGAR EQUIPAMENTOS ELECTROMECÂNICOS, LDª. – Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação sugerindo a nomeação acima citada.

A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nomear para a comissão de vistoria para efeitos de Recepção Provisória, referente à empreitada citada em epígrafe, o Sr. Eng.º Custódio Guerreiro, a Sr.ª Eng.ª Teresa Delfino, o Sr. Eng.º Valter Coelho e o Enc. G. Operacional Sr. Horácio Gonçalves, de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

NOMEAÇÃO DE COMISSÃO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE RECEPÇÃO DEFINITIVA DA EMPREITADA DE: “REPARAÇÃO E CONSERVAÇÃO NOS EDIFÍCIOS DAS GALERIAS D. LEONOR”, ADJUDICADA A SANALGAR EMPREITEIROS, LDª. – Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação sugerindo a nomeação acima citada.

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vistoria para efeitos de Recepção Definitiva, referente à empreitada citada em epígrafe, o Sr. Eng.º Custódio Guerreiro, o Sr. Eng.º Silvério Guerreiro e o Sr. Eng.º Pedro Guerreiro, de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

NOMEAÇÃO DE COMISSÃO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE RECEPÇÃO DEFINITIVA DA EMPREITADA DE: “CRIAÇÃO DE UM ANFITEATRO AO AR LIVRE NA FONTE GRANDE - ALTE”, ADJUDICADA A OBRECOL – OBRAS E CONSTRUÇÕES, S.A. – Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação sugerindo a nomeação acima citada.

A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nomear para a comissão de vistoria para efeitos de Recepção Definitiva, referente à empreitada citada em epígrafe, o Sr. Eng.º Custódio Guerreiro, o Sr. Eng.º Silvério Guerreiro e o Sr. Eng.º Téc. Manuel Renda, de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA 1.ª ALTERAÇÃO AO MAPA DE OBRAS DO CONTRATO PROGRAMA PARA O ANO 2010 ESTABELECIDO ENTRE A JUNTA DE FREGUESIA DE ALMANCIL E A C.M.L. RELATIVO A OBRAS - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-estruturas Municipais foi presente a

informação sobre o assunto acima referido. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a 1.ª alteração ao mapa do Contrato-Programa relativo a obras para 2010, da Junta de Freguesia de Almancil, de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE TÔR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 1.172,62€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

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montante de 1.172,62€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Tôr, no montante de 1.172,62€ (mil cento e setenta e dois euros e sessenta e dois cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE ALMANCIL, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 15.099,70€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 15.099,70€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Almancil, no montante de 15.099,70€ (quinze mil, noventa e nove euros e setenta cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE ALMANCIL, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 5.188,70€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

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informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 5.188,70€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Almancil, no montante de 5.188,70€ (cinco mil cento e oitenta e oito euros e setenta cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE QUARTEIRA, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 4.100,54€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 4.100,54€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Quarteira, no montante de 4.100,54€ (quatro mil cem euros e cinquenta e quatro cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE SALIR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 6.425,93€ - Pelo

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Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 6.425,93€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Salir, no montante de 6.425,93€ (seis mil quatrocentos e vinte e cinco euros e noventa e três cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE ALMANCIL, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 2.541,00€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 2.541,00€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Almancil, no montante de 2.541,00€ (dois mil quinhentos e quarenta e um euros), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE SALIR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A OBRAS E DE ACORDO COM OS

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DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 703,55€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

informação dando conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 703,55€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Salir, no montante de 703,55€ (setecentos e três euros e cinquenta e cinco cêntimos), no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a Obras, conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE SALIR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2009, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 137,52€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação dando

conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 137,52€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Salir, no âmbito do Contrato Programa de 2009, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, no montante de 137,52€ (cento e trinta e sete euros e cinquenta e dois cêntimos), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

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APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE SALIR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 310,82€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação dando

conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 310,82€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Salir, no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, no montante de 310,82@ (trezentos e dez euros e oitenta e dois cêntimos), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE SALIR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 3.120,00€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação dando

conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 3.120,00€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Salir, no âmbito do Contrato Programa de 2010,

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estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, no montante de 3.120,00€ (três mil cento e vinte euros), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE TÔR, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 1.881,90€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação dando

conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 1.881,90€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Tôr, no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, no montante de 1.881,90€ (mil, oitocentos e oitenta e um euros e noventa cêntimos), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE BOLIQUEIME, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 3.924,00€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente

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CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ

Código Postal 8104-001

ACTA Nº 03 Fls. __________ REUNIÃO ORDINÁRIA DE 19 DE JANEIRO DE 2011

montante de 3.924,00€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Boliqueime, no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, mas só até ao limite da verba residual do C.P. em questão ou seja, no montante de 3.924,00€ (três mil novecentos e equatro euros), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

APROVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE VERBA PARA A JUNTA DE FREGUESIA DE QUARTEIRA, RELATIVA AO CONTRATO PROGRAMA DE 2010, ESTABELECIDO COM A C.M.L. RELATIVO A AMPLIAÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DE VALETAS E DE ACORDO COM OS DOCUMENTOS APRESENTADOS, NO MONTANTE DE 2.789,05€ - Pelo Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais foi presente informação dando

conhecimento à Câmara que deverá ser transferida a verba no montante de 2.789,05€ para a Junta de Freguesia em epígrafe, de acordo com documentos apresentados pela mesma e no âmbito do contrato programa celebrado entre a referida Junta e esta Edilidade. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de verba para a Junta de Freguesia de Quarteira, no âmbito do Contrato Programa de 2010, estabelecido com a Câmara Municipal de Loulé, relativo a ampliação, conservação e limpeza de valetas, para aquela Junta de Freguesia, no montante de 2.789,05€ (dois mil setecentos e oitenta e nove euros e cinco cêntimos), conforme documentos apresentados por aquela Junta de Freguesia e de acordo com a informação do Departamento de Obras e Gestão de Infra-Estruturas Municipais. ---

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