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HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS?

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Academic year: 2021

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História Clínica:

Paciente M.S., 58 anos, sexo masculino, procedente de Sarandi – PR, foi

atendido no pronto socorro com dor abdominal intensa, no epigástrio há 1 dia, associado com náuseas, vômitos, distensão abdominal e parada de

(3)

História Clínica:

Antecedentes pessoais:

 HAS – hidroclorotiazida;

Antecedentes familiares:

 Mãe diabética (tipo II)

CHV:

 Etilista 100 ml etanol/dia/ 20 anos

QROA:

(4)

Exame físico:

M.E.G, descorado, taquipnéico,

taquicárdico, ictérico ++/4, confuso. PA: 100 x 60 mmHg; P: 90 bpm; T:

37,8º. C; P: 60 kg; Alt: 1,70 m.

Abdome: globoso, distendido, doloroso difusamente, mais intenso no

(5)
(6)

HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS ?

1. ABDOME AGUDO

2. GASTROENTERITE AGUDA

3. INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO 4. CIRROSE HEPÁTICA

(7)

HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS ?

1. ABDOME AGUDO

2. GASTROENTERITE AGUDA

3. INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO 4. CIRROSE HEPÁTICA

(8)

EXAMES COMPLEMENTARES ?

1. Laboratoriais

2. Rx de abdome e torax 3. Ultra-som abdome total

(9)

EXAMES COMPLEMENTARES ?

1. Laboratoriais 2. Rx de abdome e torax 3. Ultra-som abdome total 4. Tomografia computadorizada HEMOGRAMA: HB: 15 HT: 48 Leuco: 20.000 10% bastões TGO: 312 TGP: 360 LDH:370 Ggt: 782 Amilase: 760 Na: 140 K: 4,0 Cr: 1,5 BT: 5,0 BD: 3,8 BI: 1,2 Alb: 3,7 PT: 5,8 Glic: 180

(10)

EXAMES COMPLEMENTARES ?

1. Laboratoriais 2. Rx de abdome e torax 3. Ultra-som abdome total 4. Tomografia computadorizada Abdome: - Distensão abdominal difusa, sem formação de níveis hidro-aéreos e sem

pneumoperintônio Rx de torax:

- Discreto derrame pleural em HTE

(11)

EXAMES COMPLEMENTARES ?

1. Laboratoriais 2. Rx de abdome e torax 3. Ultra-som abdome total 4. Tomografia computadorizada US abdome total: - Pâncreas difusamente edemaciado com áreas de necrose em região de corpo e cabeça. Reação inflamatória em gordura peri-pancreática e pequena quantidade de líquido livre. - Fígado heterogênio, diminuído de tamanho

(12)

EXAMES COMPLEMENTARES ?

1. Laboratoriais 2. Rx de abdome e torax 3. Ultra-som abdome total 4. Tomografia computadorizada TC abdome: - mesmos achados do US - derrame pleural a esquerda.

(13)

DIAGNÓSTICO ?

Abdome agudo inflamatório: - Pancreatite aguda

(14)
(15)

Classificação

 Leve (intersticial)  Grave (necrosante)  Necrose estéril  Necrose infectada Classificação de Atlanta 1992

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Classificação

 Leve (intersticial)  Grave (necrosante)  Necrose estéril  Necrose infectada  Mais comum, 80 -90%;  Evolução favorável;  Diagnóstico difícil;  Mortalidade < 2%. Classificação de Atlanta 1992

(17)

Classificação

 Leve (intersticial)

 Grave (necrosante)

 Necrose estéril  Necrose infectada

 Sistêmica, grave, com

necrose pancreática e peri-pancreática;  Sindrome inflamatória sistêmica  Mortalidade 20 – 40%  Complicações:  Falência de múltiplos órgãos  Necrose infectada  Pseudocisto e abscessos. Classificação de Atlanta 1992

(18)

ETIOLOGIA

 Biliar 45%  Alcoólica 35%  Outros 10%

 Obstrutivas: tumores, corpos

estranhos, vermes, coledococele;

 Toxinas: veneno escorpião,

inseticidas;

 Drogas: azatioprina, ac.

Valpróico, estrógenos,  Trauma: acidental, pós-operatório (CPER, esfincterotomia)  Metabólico: hipertrigliceridemia, hipercalcemia

 Infecções: viral (caxumba,

rubéola, CMV, adenovírus...)

 Vasculares: embolos, isquemias,

(19)

MANIFESTAÇÃO CLÍNICA

 Dor abdominal 90 – 100%

 Náuseas e vômitos;

 Distensão abdominal (íleo paralítico)  Equimose:

 Periumbilical (Sinal de Cullen)  Flancos (Sinal de Grey-Turner)

(20)

MANIFESTAÇÃO CLÍNICA

SNC:  Alucinação, confusão mental, crises convulsivas.  Alerta para abstinência alcoólica ( a partir de 2 – 3º. dia) Cardio-vascular:  Taquicardia, hipotensão – hipovolemia;  Liberação de subst. vasodilatadoras  Choque;

(21)

MANIFESTAÇÃO CLÍNICA

Respiratório:  Atelectasia de bases;  Derrame pleural à esquerda;  SARA – insuficiência respiratória: hipoventilação, sind. Inflamatória sistêmica. Ap. digestivo:  Dor abdominal;  Íleo paralítico;  Icterícia  Hemorragia digestiva alta;

(22)

MANIFESTAÇÃO CLÍNICA

Urinário:  Insuficiência renal aguda (hipovolemia); Raras:  Nódulos subcutâneos,

poliartrite, dor óssea (hiperlipasemia)

 Tetania

(23)

Laboratorial

 Amilase

(24)

CRITÉRIOS PROGNÓSTICOS

Ranson

Na admissão:  Idade > 55 anos  Leucócitos > 1600  Glicemia > 200 mg/dl  LDH > 350 UI/l  TGO > 250 UI 48 horas:  Hematócrito – queda 10%  N uréico – aumento 5 mg/dl  Cálcio < 8 mg/dl  PaO2 < 60 mmHg  BE > 4 mEq/l  Seqüestro hídrico > 6 l

(25)

IMAGEM

RADIOGRAFIA:

 Derrame pleural à esquerda;

 Alça sentinela paravertebral esquerda;  Dilatação cólon transverso;

(26)

IMAGEM

ULTRASSONOGRAFIA:

 50 – 60% sensibilidade;

 Ecogenicidade diminuída – edema  Ecogenicidade aumentada –

hemorragia, liquefação;

(27)

IMAGEM

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA:

 Padrão – ouro

 Alteração de textura

 Complicações – pseudocisto, necrose

infectada;

 Lesão renal pelo contraste

 Ideal – 72 hs – fase de necrose

 Fase leve – aumento difuso 20%; grave –

(28)

TRATAMENTO

 JEJUM ORAL  HIDRATAÇÃO  ANALGESIA  SUPORTE NUTRICIONAL  ANTIBIOTICOTERAPIA

(29)

JEJUM

 Leve – 5 – 7 dias;

 Alimentação oral reiniciada

gradualmente, isenta de lipídios;

 Dieta enteral

(30)

CONDUTA

CRITÉRIOS DE RANSON: Admissão: 1. Idade 58 anos (>55 a) 2. Leucócitos 15000 3. Glicemia 180 (>220) 4. LDH: 370 (>350) 5. TGO: 312 (>250)

(31)

CONDUTA

CRITÉRIOS DE RANSON: Admissão: 1. Idade 58 anos (>55 a) 2. Leucócitos 15000 3. Glicemia 180 (>220) 4. LDH: 370 (>350) 5. TGO: 312 (>250)

(32)

CONDUTA

CRITÉRIOS DE RANSON: Admissão: 1. Idade 58 anos (>55 a) 2. Leucócitos 15000 3. Glicemia 180 (>220) 4. LDH: 370 (>350) 5. TGO: 312 (>250) EVOLUÇÃO 48 HS: 1. Ht: 37 (>10%) 2. N uréico: não 3. PaO2: 59 mmHg 4. BE: - 2 5. Ca: 7,8 (< 8,0) 6. Sequestro hídrico: não calculado

(33)

CONDUTA

CRITÉRIOS DE RANSON: Admissão: 1. Idade 58 anos (>55 a) 2. Leucócitos 15000 3. Glicemia 180 (>220) 4. LDH: 370 (>350) 5. TGO: 312 (>250) EVOLUÇÃO 48 HS: 1. Ht: 37 (>10%) 2. N uréico: não 3. PaO2: 59 mmHg 4. BE: - 2 5. Ca: 7,8 (< 8,0) 6. Sequestro hídrico: não calculado

(34)
(35)

Qual seria sua conduta?

 Jejum ? Quanto tempo?

(36)

Qual seria sua conduta?

 Jejum ? Quanto tempo?

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Qual seria sua conduta?

 Jejum ? Quanto tempo?

 Hidratação? Como ?

 Terapia nutricional? Qual seria a

(38)

Qual seria sua conduta?

 Jejum ? Quanto tempo?

 Hidratação? Como ?

 Terapia nutricional? Qual seria a

indicação?

(39)

TERAPIA NUTRICIONAL

 QUANDO?

 COMO?  ONDE?

(40)

TERAPIA NUTRICIONAL

QUANDO?

 Nutrição enteral - mais precoce

possível, quando existe condição no TGI.

(41)

TERAPIA NUTRICIONAL

QUANDO?

 Nutrição enteral - mais precoce possível,

quando existe condição no TGI.

 Nutrição parenteral – complicações:

 Mais de três critérios prognóstico de Ranson;  Ausência de melhora clínica, após o 5º. dia de

jejum;

(42)

TERAPIA NUTRICIONAL

SUPORTE NUTRICIONAL ENTERAL;

 Após fase aguda

 Melhora dos vômitos, dor, distensão

abdominal e íleo paralítico;

 Normalização das provas laboratoriais

(amilase, lipase, cálcio, glicose)

 O re-aparecimento destes sintomas, com

(43)

O paciente

 Evolui com piora do quadro febril

 TC de controle mostra coleção pancreática

com áreas de necrose e hemorragia ocupando área retro-peritoneal

 Indicado cirurgia para debridamento

(sequestrectomia) e confecção de

jejunostomia no 3º. dia de internação

 Paciente é mantido em cuidados intensivos e

(44)

O paciente

 No 5º. dia após internação, está extubado,

mas com ventilação não invasiva, confuso, edemaciado.

 Hemograma: Hb: 9,8 Ht: 30 Leuco: 13.600

7% de bastões 24% linfócitos

 Na: 134 K: 5,1 Creat: 1,5 Glic: 200

 TGO: 290 TGP: 310 Amilase: 360 Lipase: 60

Albumina: 2,90 PT: 5,3

(45)

Como fazer uma avaliação do

estado nutricional?

(46)

TERAPIA NUTRICIONAL

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL:  Antropometria  Av. bioquímica  Av. imunológica  Calorimetria indireta

(47)

TERAPIA NUTRICIONAL

 Determinar o estado metabólico:

 Balanço nitrogenado

 Necessidades energéticas:

 Varia pelo grau de estresse, catabolismo e trauma;

 Quantidade para manter o balanço

(48)

TERAPIA NUTRICIONAL

 ANTROPOMETRIA

 Peso corporal

 Prega cutânea triceptal

 Circunferência média e área muscular do braço

(49)

TERAPIA NUTRICIONAL

 AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA:

 Índice creatinina/altura (proteína somática)  Albumina séria

 Transferrina (massa protéica visceral)

 AVALIAÇÃO IMUNOLÓGICA:

 Linfócitos

(50)

TERAPIA NUTRICIONAL

 CALORIMETRIA INDIRETA:

 Gasto metabólico de repouso

 Índice de massa gorda, % gordura

 EQUAÇÃO DE HARRIS-BENEDICT:

HOMEM GEB =66,5+(13,7xP)=(5XH)-(6,8XI) MULHER GEB=665,1X(9,6XP)+(1,7xH)-(4,7xI) P=peso; H=altura; I=idade

(51)

TERAPIA NUTRICIONAL

BALANÇO NITROGENADO (BN): BN= Ni - Ne BN= Prot/6,25 – (NU + 5mg/Kg + 12mg/kg Ni=nitrogenio ingerido; Ne= excretado

Prot.= proteína ingerida NU = nitrogênio uréico

Catabolismo:

 Leve: BN – 5 a – 10 g  Moderado: BN -10 a -15  Grave: BN > -15 g

(52)

O paciente

 Calorimetria indireta:

 RMR ou GEB: 1900 Kcal/dia (1300 – 1700 Kcal/dia)

(53)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual a influência da pancreatite aguda sobre o estado nutricional e

(54)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual a influência da pancreatite aguda sobre o estado nutricional e

metabolismo do paciente?

 Pancreatite leve e moderada – pequeno

(55)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual a influência da pancreatite aguda sobre o estado nutricional e

metabolismo do paciente?

 Pancreatite leve e moderada – pequeno

impacto.

 Pancreatite severa – aumento do gasto

metabólico e catabolismo proteico. (IIa)

(56)

TERAPIA NUTRICIONAL

Pancreatite severa:

 80% estão em catabolismo

 Balanço nitrogenado negativo (> -40

g/dia)

 Mais que 7 dias de jejum pode levar a

sérias complicações

 Hiperlipidemia;

(57)

TERAPIA NUTRICIONAL

O estado nutricional interfere no resultado?

(58)

TERAPIA NUTRICIONAL

O estado nutricional interfere no resultado?

 Não existem muitos estudos, mas,

sabe-se que a desnutrição leva a diversas complicações.

(59)

TERAPIA NUTRICIONAL

O estado nutricional interfere no resultado?

 Não existem muitos estudos, mas,

sabe-se que a desnutrição leva a diversas complicações.

 Alcoólatras crônicos – 50 – 80% são

desnutridos.

(60)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta enteral está indicada para pancreatite aguda?

(61)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta enteral está indicada para pancreatite aguda?

 Casos leves e moderados –

desnecessário, se paciente irá comer normalmente em 5 – 7 dias.

(62)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta enteral está indicada para pancreatite aguda?

 Casos leves e moderados –

desnecessário, se paciente irá comer normalmente em 5 – 7 dias.

 Casos severos – sempre que possível

(NÍVEL A). Suplementado com NPT, se necessário (NÍVEL C).

(63)

TERAPIA NUTRICIONAL

Sax et al. – comparou NPT e nenhum

suporte em casos leves e moderados:

 Nenhuma diferença de mortalidade e

complicações

McClave et al. – NPT e dieta por

jejunostomia casos leves e moderados:

 Nenhum benefício, ou diferença na

(64)

TERAPIA NUTRICIONAL

Nutrição enteral está relacionada com menor complicação séptica e mais aceitável que NPT. Além de ser mais barata.

 Kalfarentzos et al.

 Van der Berghe et al.  Abou-Assi et al.

EN - Reduz produção de citocinas esplâncnicas, reduz catabolismo e preserva proteína.

(65)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta por sonda é factível? Qual é a via de preferência?

(66)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta por sonda é factível? Qual é a via de preferência?

 A dieta por sonda é factível na maioria

dos casos de pancreatite aguda, mas deve ser suplementada via parenteral (NIVEL A)

(67)

TERAPIA NUTRICIONAL

A dieta por sonda é factível? Qual é a via de preferência?

 A dieta por sonda é factível na maioria

dos casos de pancreatite aguda, mas deve ser suplementada via parenteral (NIVEL A)

 Se a via gástrica não for tolerada,

tenta-se a jejunal (NIVEL C).

(68)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual fórmula deve ser usada na pancreatite aguda?

(69)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual fórmula deve ser usada na pancreatite aguda?

(70)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual fórmula deve ser usada na pancreatite aguda?

 Dieta peptídica é segura. (NIVEL A)  Fórmula padrão pode ser tentada e

mantida se for bem tolerada. (NIVEL C)

(71)

TERAPIA NUTRICIONAL

Em casos de pancreatite aguda leve, indica-se suporte nutricional?

(72)

TERAPIA NUTRICIONAL

Em casos de pancreatite aguda leve, indica-se suporte nutricional?

 Não existe impacto positivo na NE nos

primeiros 5 – 7 dias, deve-se iniciar dieta oral o mais precoce possível (NÍVEL A)

(73)

TERAPIA NUTRICIONAL

Em casos de pancreatite aguda leve, indica-se suporte nutricional?

 Não existe impacto positivo na NE nos

primeiros 5 – 7 dias, deve-se iniciar dieta oral o mais precoce possível (NÍVEL A)

 Quando a dieta oral não for possível

neste período, inicia-se dieta enteral. (NÍVEL C)

(74)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual o suporte nutricional para os pacientes com pancreatite aguda severa?

(75)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual o suporte nutricional para os pacientes com pancreatite aguda severa?

 Nutrição enteral precoce melhora a

evolução (III). Está indicado para todos os pacientes quando bem tolerado

(NÍVEL C).

(76)

TERAPIA NUTRICIONAL

Qual o suporte nutricional para os pacientes com pancreatite aguda severa?

 No caso de cirurgia, faz-se uma

jejunostomia para alimentação (NÍVEL C).

(77)

TERAPIA NUTRICIONAL

PANCREATITE SEVERA:

 Dieta enteral por sonda naso-jejunal em

24 hs, com reposição hidro-eletrolítica parenteral;

 Glutamina e fórmulas multifibras tem

efeito positivo;

 Estudos mostram menor complicação

(78)

TERAPIA NUTRICIONAL

 Repor tiamina (alcoólatras)

 Suplementar selênio

 Sépsis aumenta o gasto energético

basal (GEB), fórmula de Harris-Benedict não é confiável – indica-se calorimetria indireta.

(79)

TERAPIA NUTRICIONAL

COMPLICAÇÕES:

 Fístulas, ascites, pseudocistos –

nutrição enteral pode ser usada com sucesso;

 Em caso de obstrução gástrica,

coloca-se a sonda após a obstrução;

 Em caso de impossibilidade – NPT.

(80)

TERAPIA NUTRICIONAL

CONTRA-INDICAÇÕES PARA NUTRIÇÃO ENTERAL:

 Não há contra-indicação específica;  Depende do trânsito intestinal;

 Avalia-se as provas enzimáticas de

(81)

TERAPIA NUTRICIONAL

NUTRIÇÃO PARENTERAL:

 Carboidratos: glicose hipertônica  Proteínas: 100 – 130Kcal/g de

nitrogênio

 Lipídios: 2,5 g/Kg peso  Vitamina A, D, C, B12

(82)

TERAPIA NUTRICIONAL

COMPLICAÇÕES DA NPT:

 Acidentes com catéter e infecções;  Hiperglicemia

(83)

O paciente

 Evolui com melhora do estado geral

após o 7º. dia de internação e 3º. dia de pós-operatório;

 Melhora da confusão mental;

 Apresenta eliminação de secreção clara

pelo dreno tubular em grande quantidade

(84)

O paciente

 Paciente evolui com fístula pancreática

de alto débito;

 Porém, mantém melhora do quadro

clínico;

 Recebe alta da UTI para o quarto no

(85)

O paciente

 Qual sua proposta quanto ao suporte

(86)

Bibliografia

 Guidelines ESPEN 2006

 Gastroentelogia e Hepatologia: diagnóstico e

tratamento – Moysés Mincis 4º. Edição;

 Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática

Clínica – Dan L. Waitzberg 3º. edição;

 Tratado de Nutrição Moderna da Saúde e na

Referências

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