A. DADOS DA EMPRESA Mondo Motos LTDA
CNPJ: 04.522.554/0001-00
Ramo de Atividade: Comércio a varejo e por atacado de motocicletas, partes, peças e acessórios. Número de empregados na data: 11 (onze)
Código CNAE: 50.41-5 Grau de risco: 2 (dois) Grupo: c-21
Localização: Av. Presidente João Goulart, Bairro: Cidade Alta, CEP: 88900-000, Araranguá/SC Telefone: (48) 3524-3547
E-mail: [email protected]
B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA
Fabiana Belinzoni de Carvalho/Fernando Limongi Profissão: Engenheira de Segurança do Trabalho CREA n°: 46884-3
C. COLABORADOR TÉCNICO E ACOMPANHAMENTO
Colaborador Técnico: Andressa C. Nunes Profissão: Técnica em Segurança do Trabalho
ÍNDICE
1. Introdução...03
DOCUMENTO BASE 2. Estratégia e metodologia de ação ...04
3. Planejamento anual ...05
4. Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados ...06
5. Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA ...08
6. Situações de adoção de medidas de controle ...09
7. Nível de ação e monitoramento...10
DESENVOLVIMENTO DO PPRA 8. Reconhecimento de riscos ...11
9. Implantação de medidas de controle ...23
10. Monitoramento da exposição aos riscos, registro e divulgação de dados ...25
11. Treinamento conforme NR-5 ...26
12. Responsabilidades e considerações finais ...27
1. INTRODUÇÃO
Em atendimento ao item 9.2.1.1 da NR-9 da Portaria 3214 do MTE que obriga uma análise global do PPRA sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades, descrevemos no DOCUMENTO-BASE os seguintes aspectos estruturais:
> estratégia e metodologia de ação;
> planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma; > forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
> periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.
É responsabilidade do empregador: programar e implantar as atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas, acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15, estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.
É responsabilidade do trabalhador: colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.
2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO
1º Etapa:
1. Obtenção de dados e informações da empresa e de seus trabalhadores através de relatórios da mesma;
2. emissão de ART e solicitação de assinatura de responsável pela empresa; 3. avaliação das condições ambientais dos locais de trabalho;
4. obtenção de Fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs; 5. avaliações qualitativas e quantitativas de agentes físicos, químicos e biológicos;
6. entrevistas com trabalhadores por grupos homogêneos de risco e verificações de mudanças de atribuições e cargos;
7. verificação de proteções/ salvaguardas existentes;
8. impressão dos CAs dos EPIs da empresa para verificação de validade; 9. conclusão do laudo de insalubridade e periculosidade.
2º Etapa:
1. Reunião com direção da empresa para apresentação do laudo e PPRA; 2. apresentação de medidas de controle e prevenção;
3. solicitação de adequações e aquisições de EPI’s; 4. definição de prazos do planejamento anual;
5. designação de responsável pelo atendimento à NR-5;
6. Revisão da Ordem de Serviço (Regras de Conduta de Segurança); 7. auditoria do controle de EPIs;
8. auditoria do controle e execução de consultas ocupacionais e exames complementares; 9. verificação de assinaturas nos programas de SST anteriores;
10. solicitação de leitura criteriosa dos trabalhos 3º Etapa:
1. Aprovação definitiva da OS;
2. definição dos trabalhadores que participarão do treinamento da NR-5; 3. realização de treinamento de EPI.
4º Etapa:
3. PLANEJAMENTO ANUAL
IT
E
M CRONOGRAMA DE METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE P
¹ RESP.²
REC.
($)³ MÊS/ANO CHE
C
K
1. Disponibilização de dados e informações da empresa e
trabalhadores ao executor do programa. 1 E NÃO SET/09
2. Fornecimento de FISPQs de produtos químicos, quando
existentes. 1 E NÃO SET/09
3. Entrevistas com trabalhadores por grupo homogêneo de
risco. 1 F NÃO SET/09
4. Avaliações quantitativas de ruído com decibelímetro e
luminosidade. 1 F NÃO SET/09
5. Avaliações qualitativas de agentes químicos e biológicos se
existentes. 1 F NÃO SET/09
6. Análise e registro das proteções coletivas e individuais
existentes 1 F NÃO SET/09
7. Apresentação do PPRA a direção da empresa. 1 F NÃO OUT/09 8. Nomeação de responsável para cumprimento da NR-5. 1 E NÃO NOV/09 9. Revisão e atualização das Ordens de Serviço implantadas. 2 E/F NÃO FEV/10 10. Auditoria do Controle de fornecimento de EPI – verificação
ao atendimento da norma. 2 F NÃO FEV/10
11. Auditoria do controle e execução de consultas ocupacionais
e exames complementares 2 F NÃO FEV/10
12. Treinamento de EPI aos trabalhadores e assinatura de
comprovante específico. 2 F NÃO FEV/10
13.
Apresentação do PPRA aos trabalhadores – destaque sobre os riscos existentes na área de trabalho e medidas e prazos adotados para a eliminação, neutralização dos mesmos.
2 F NÃO FEV/10
14. Assinatura dos trabalhadores nas Ordens de Serviço. 2 E NÃO FEV/10 15. Treinamento de 20 horas para designado responsável pela
segurança em cumprimento da NR-5. 2 E SIM MAR/10
16. Elaboração de Mapas de risco da empresa - Designado e
equipe. 2 E NÃO MAR/10
17. Elaborar plano para inspeção de segurança (Rotina,
Periódica, eventual e especial) 1 E NÃO JAN/10
18. Avaliar andamento do PPRA com executor deste programa –
fazer o convite ao profissional. 3 E NÃO Jul/10
¹
: P: Prioridades: 1: Medidas executadas em prazo inferior a 3 meses; 2: Medidas executadas com prazo entre 2 e6 meses; 3:Medidas executadas no período de um ano.
²
: E: Empresa; F: Fabbro.4. FORMA DE REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS
4.1. FORMATO DOS REGISTROS:
Deverá ser realizado ano a ano o reconhecimento de riscos ambientais por cargo e os dados serão registrados neste documento conforme item 9.3.3 da NR-9 e da seguinte forma:
• Apontamento do departamento ou setor de trabalho. • Apontamento do cargo.
• Verificação do número de trabalhadores expostos. • Identificação dos riscos ambientais desse local.
• Determinação e localização das fontes geradoras, classificando-as pelo tipo de agente. • Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho.
• Descrição das funções e atribuições dos trabalhadores deste setor ou departamento. • Identificação do tipo de exposição.
• Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho (Nexo técnico).
• Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura técnica.
• Descrição das medidas de controle já existentes. • Quadro de avaliação de riscos.
Classificado por agente nocivo.
Avaliações qualitativas e quantitativas. Forma de avaliação.
Mensuração (aval. quantitativas) e identificação (aval. qualitativas)
Verificação dos limites de tolerância dos agentes segundo a NR-15 e ACGIH (aval. quantitativas) e prevenção (aval. qualitativas).
Além deste documento base serão registrados relatórios de visitas técnicas realizadas na empresa para cumprimento da estratégia e metodologia definida neste documento.
empresa, inclusive do PPRA e seu documento base;
Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT; avaliações específicas de insalubridade e periculosidade;
laudos de avaliações de agentes químicos com laboratórios de toxicologia; fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs;
programas de SST anteriores; projetos de EPCs com ART; formulários de controle de EPIs;
documentos dos CAs válidos dos EPIs da empresa comprados à época; documento que designa um responsável pelo atendimento à NR-5;
ordens de Serviço assinadas pelos empregados (Regras de Conduta de Segurança); atestados de Saúde Ocupacional – ASOs e exames complementares;
comprovantes de treinamento realizados;
devem ser cuidadosamente organizados e arquivados pelo designado responsável pela empresa.
O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.
4.3 DIVULGAÇÃO DOS DADOS
Este trabalho contempla em sua estratégia orientar e informar os trabalhadores dos riscos ambientais dos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis de prevenção a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados neste trabalho.
Os trabalhadores interessados poderão apresentar propostas de proteção ou prevenção através de formulário específico no anexo do PPRA.
Além do PPRA, poderão ser divulgados relatórios de visitas técnicas realizadas pela Fabbro apontando outros riscos que possam originar-se nos locais de trabalho, e ainda, meios disponíveis sugeridas pela Fabbro, empregador e empregados para prevenir ou limitar tais riscos e proteger-se dos mesmos.
5. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PPRA
A avaliação do desenvolvimento do PPRA deverá ser realizada respeitando-se a estratégia e planejamento descritos anteriormente e com encontros do designado responsável pela NR-5, empregados interessados e direção da empresa até que este programa seja implantado completamente. Nesta reunião deverá ser redigida uma ata com uma avaliação, até a presente data, da implantação das medidas do PPRA e exposição do que foi deliberado com definição de responsabilidades para o próximo encontro.
6. SITUAÇÕES DE ADOÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE
Conforme item 9.3.5.1 da NR-9: deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:
1) Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde. Nesta situação conforme item 9.3.2 da NR-9 envolve análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.
2) Na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde.
3) Quando o resultado das avaliações quantitativas excederem os valores de limites previstos na NR-15 ou na ausência destes, valores adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists-ACGIH.
4) Quando através do controle médico da saúde, ficar caracterizado a relação entre os danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho e agentes nocivos que os mesmos ficam expostos.
Quanto ao item 1, a empresa informa que não prevê mudanças em suas instalações, métodos ou processos de trabalho.
Quanto ao item 2, após reconhecimento de riscos em laudo, este trabalho apontará medidas para a eliminação, minimização ou controle dos riscos físicos, químicos e biológicos.
Quanto ao item 3, verifica-se que os resultados das avaliações de ruído não excederam os limites de tolerância previstos na NR-15 / ACGIH.
7. NÍVEL DE AÇÃO E MONITORAMENTO
Avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
O Nível de Ação é o valor, de avaliação quantitativa, acima do qual devemos iniciar ações preventivas contra a possibilidade exceder limites de exposição, as mesmas devem incluir monitoramento periódico, informação ao empregado e controle médico.
Para os agentes químicos, o nível de ação é a metade dos limites de tolerância previstos na NR-15 e na ausência destes, a metade dos valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, se mais rigorosos.
Para níveis de pressão sonora, o nível de ação é a dose superior a 50% conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6:
Se durante a jornada de trabalho ocorrer dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das seguintes frações:
C
1+ C
2+ C
3 ...+ C
nT
1T
2T
3T
nexceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.
Na equação acima,
C
n indica o tempo total que o trabalhador fica exposto a um nível de ruídoespecífico, e
T
n indica a máxima exposição diária permissível a este nível, segundo o Quadro desteanexo.
O monitoramento da exposição dos trabalhadores e medidas de controle devem ser realizadas de forma sistemática e repetitiva, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário.
8. RECONHECIMENTO DE RISCOS
Setor: Vendas
Cargo: Gerente de Vendas 1
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Controlar as contas a pagar e contas a receber; • realizar vendas internas na loja das motos;
• quando preciso, auxiliar os vendedores externos no fechamento de vendas;
• organizar tabelas de preços e tudo mais relacionado a vendas; • dar suporte nas vendas;
• ser responsável pelo controle de garantias; • realizar o pós - vendas;
• emitir notas fiscais para exposições;
• acompanhar o vendedor no fechamento da negociação; • receber clientes;
• organizar exposições e participar das mesmas.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Vendas
Cargo: Gerente de Vendas 2
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Controlar área de marketing e consórcios, tudo relacionado a estes;
• controlar toda área de publicidade, feiras e exposições; • selecionar e treinar vendedores voltados para consórcios.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Vendas
Cargo: Vendedor Externo
N˚ empregados
expostos: 02 (dois)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Realizar venda externa de motos e motonetas; • visitar clientes;
• preencher cadastros (financiamentos e consórcio); • fazer propostas;
• demonstrar o veículo ao cliente;
• organizar atrações, eventos e publicidades; • receber o cliente na loja;
• realizar telemarketing, pós-vendas;
• contatar o cliente para assistência técnica e manutenção; • auxiliar na cobrança, quando necessário.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Vendas
Cargo: Vendedor interno
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Realizar venda de consórcio de motos, motonetas e peças; • entregar motos novas;
• buscar motos na revisão;
• preencher cadastros (financiamentos e consórcio); • realizar garantia fazendo relatório para fábrica; • fazer propostas;
• receber o cliente na loja; • atender ao telefone.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Vendas
Cargo: Auxiliar de Escritório
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Realizar venda de consórcio de motos e motonetas; • preencher cadastros (financiamentos e consórcio); • fazer propostas;
• receber o cliente na loja; • atender ao telefone.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Peças
Cargo: Vendedor
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.
Descrição das funções:
• Efetuar vendas de peças; • abrir ordem de serviço;
• receber o cliente que chega à loja; • realizar pedido de compra das peças; • controlar garantias das motocicletas: • agendar revisões e serviços da oficina; • fornecer peças para oficina;
• controlar e organizar estoque de peças; • abrir e fechar a loja;
• realizar todo processo de garantias (preencher formulário no sistema, etiquetar as peças, emitir notas fiscais para reembolso e liberação das peças na fábrica);
• receber peças novas, conferir e codificar; • realizar entrega técnica das motocicletas; • ser responsável pelos serviços da oficina.
Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico EPC:
Extintores de incêndio
Medidas de controle
existentes: EPI:
Não aplicável à função.
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Setor: Peças
Cargo: Auxiliar de Escritório
N˚ empregados
expostos: 01 (um)
Identificação:
Químico:
Solventes contendo hidrocarbonetos aromáticos (tolueno e xileno) Óleo mineral
Fonte geradora:
Químico:
Solvente: Limpar as peças com querosene e ferramentas com querosene e gasolina.
Óleo mineral: manutenções mecânicas nas motos e motonetas.
Trajetória e meios de propagação:
Químico:
Solventes: contato dérmico e ar ambiente. Óleo mineral: contato dérmico.
Descrição das funções:
• Auxiliar os mecânicos nas atividades da oficina;
• limpar as peças com querosene em um tanque de lavação e as ferramentas de trabalho com querosene e raramente com gasolina;
• organizar o setor de trabalho (varrer, limpar e organizar as ferramentas);
• organizar estoque de peças;
• conferir peças e colocar no estoque.
Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.
Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.
Possíveis danos à saúde:
Químico:
Solventes: dermatoses profissionais devido ao contato e doenças do sistema nervoso central.
Óleo e graxa: dermatoses profissionais devido ao contato. EPC:
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
F
ís
ic
o Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Permanente 76 dB(A) Q u ím ic o Produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos Qualitativa Habitual e Permanente Óleo mineral Solventes
Setor: Oficina Cargo: Mecânico N˚ empregados expostos: 02 (dois) Físicos: Ruído
Radiação não ionizante Umidade
Identificação:
Químico:
Solventes contendo hidrocarbonetos aromáticos (tolueno e xileno) Óleo mineral
Fumos metálicos Físicos:
Ruído: parafusadeira, furadeira, esmeril, solda. Radiações não ionizantes: atividades de solda elétrica. Umidade: lavação de motos e motonetas.
Fonte geradora: Químico:
Solvente: Limpar as peças com querosene e ferramentas com querosene e gasolina.
Óleo mineral: manutenções mecânicas nas motos e motonetas. Fumos metálicos: solda elétrica
Físico:
Ruído: ondas sonoras.
Radiações não ionizantes (solda): ondas ultravioletas e infravermelhas. Umidade: contato direto.
Trajetória e meios de
propagação: Químico:
Solventes: contato dérmico e ar ambiente. Óleo mineral: contato dérmico.
Fumos metálicos: ar ambiente.
• lavar as motos antes da entrega aos clientes com detergente; • efetuar pequenos reparos na pintura da lataria das motos com
pincel ou spray;
• organizar o setor de trabalho (varrer, limpar e organizar as ferramentas);
• preencher relatório com informações dos serviços realizados, peças utilizadas;
• realizar pequenos consertos com solda elétrica; • trocar óleo das motos.
Tipo de exposição:
Exposição habitual e permanente: ruído, solventes e óleo mineral.
Exposição ocasional e intermitente: radiações não ionizantes, fumos metálicos e umidade.
Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa. Físico:
Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.
Radiação não ionizante (solda): eritemas na pele, queimaduras, entre outros.
Umidade: destruição da camada impermeabilizante da pele.
Possíveis danos à saúde: Químico:
Solventes: dermatoses profissionais devido ao contato e doenças do sistema nervoso central.
Óleo mineral: dermatoses profissionais devido ao contato.
Fumos metálicos: doenças do sistema nervoso central, irritação, neurotoxicidade. EPC: Extintores de incêndio. Medidas de controle existentes: EPI:
Creme de proteção CA: 10931/11070; luvas de borracha CA: 5129; Luvas nitrílicas CA: 10398; protetor auricular tipo plug CA: 11512; Protetor auricular tipo abafador CA: 11021; óculos de proteção CA: 15813/10346; botina de segurança CA: 14704/17137
O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual
AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/ Identificação
Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e
Permanente 80 dB(A)
Radiação não
ionizante Qualitativa
Ocasional e
Intermitente Solda elétrica
F
ís
ic
o
Umidade Qualitativa Ocasional e
Intermitente Lavação de motos e motonetas Produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos Qualitativa Habitual e Permanente Óleo mineral Solventes Q u ím ic o
Fumos metálicos Qualitativa Ocasional e Intermitente
Necessidade de
avaliação quantitativa
com bombas de
9. IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE
Faz parte do desenvolvimento do PPRA, conforme alínea d do item 9.3.1 (NR-9), a avaliação da eficácia das medidas de controle, assim para cada medida efetivamente implantada é necessário estabelecer indicadores, parâmetros, de referência para avaliarmos resultados. Estes resultados devem ser registrados em uma espécie de prontuário técnico de desenvolvimento do PPRA, anexados ao final deste documento e divulgados pela empresa aos seus empregados.
Primeiramente deverão ser implantadas medidas de proteção coletiva abaixo que devem ser acompanhadas de treinamentos dos procedimentos que assegurem a sua eficácia e de informação a todas suas limitações de proteção:
Setor Posto de trabalho Descrição Eficácea¹
Oficina Balcão painel de ferramentas
Adquirir lâmpada para afixar sob o painel
Qualidade de trabalho e maior produtividade. ¹ :Descrever o resultado obtido com a medida implantada.
Adotar as seguintes medidas de caráter administrativo, comportamental, de organização de trabalho e treinamentos:
Descrição Eficácea¹
Manter a monitoração biológica (exames) conforme PCMSO. Curso de primeiros socorros.
Proibir trabalhadores de fumar na empresa.
Utilizar bebedouros de jato inclinado sem copos de qualquer tipo. Curso sobre utilização de extintores com reciclagem periódica. Elaborar Projeto de proteção Contra Incêndio.
Realizar o Mapeamento dos Riscos Ambientais, consultando todos os trabalhadores, conforme o item 5.16, letra (a) da NR 5, da Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, afixando em cada setor o mapa respectivo. Afixar informações de obrigatoriedade do uso de EPI.
Sanitários: deverá ser instalado um lavatório para cada dez funcionários, provido de material de limpeza líquido e secagem das mãos de material individual e descartável.
Dimensionar vestiário em função de no mínimo 1,50 m² com armários individuais de dupla divisória, conforme item 24.2 da Norma Regulamentadora nº 24. Norma em anexo
higiene, não deve ter ligação direta ao local de trabalho ou sanitários. Realizar troca periódica dos filtros dos respiradores.
Não permitir que o empregado trabalhe de sandália ou chinelo, os calçados deverão ser fechados no setor Oficina.
Ter o cuidado para que todo equipamento de proteção individual fornecido possua Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho.
Alertar os empregados sobre os riscos existentes nos locais de trabalho. ¹ :Descrever resultado obtido ou que se obtém com a medida implantada.
Utilizar equipamentos de proteção individual – EPI:
a. Selecionar o EPI adequado ao risco exposto e atividade exercida:
Cargo/Atividade Risco EPIs
Químico (óleo e graxa)
Solventes (querosene, gasolina)
Creme de proteção ou luvas nitrílicas nas atividades de menos precisão
Mecânico e Auxiliar de escritório
Umidade Luvas e avental impermeáveis e
bota de borracha.
Radiações não ionizantes
Proteção facial de solda, calçados de segurança, avental e luvas de raspa de couro Mecânico
Químico (fumos metálicos)
Respirador com filtro para fumos metálicos adequado para serviços de solda
b. Adquirir EPIs com Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho. c. Considerar eficiência e conforto segundo avaliação do usuário.
d. Orientar, treinar sobre a correta utilização do EPI e suas limitações.
e. Normalizar, através de formulários específicos, procedimentos para fornecimento, uso, guarda, higienização, conservação, manutenção e reposição de EPIs.
f. Caso trabalhadores de determinado setor ingressar em outro setor observar EPI definido para este.
10. MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO AOS RISCOS, REGISTRO E DIVULGAÇÃO DE DADOS
As avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
Situações de novos métodos, processos de trabalho, mudanças em instalações, lay-out, cargos e funções, invariavelmente alteraram a exposição dos trabalhadores aos riscos já identificados, e ainda, outros riscos manifestam-se; sendo necessária nova inspeção por profissional habilitado.
O profissional de segurança do Trabalho deve participar da concepção destas mudanças, assim pode avaliar riscos por antecipação como contempla a NR-9 em seu item 9.3.1.
O monitoramento da exposição dos trabalhadores e as medidas de controle devem ser realizados de forma sistemática e cíclica, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário. O planejamento anual do documento base deve ser usado para programar este monitoramento.
Assim como registrado no documento-base deste PPRA, a empresa deve manter um registro de dados organizado e suficiente a constituir um histórico do desenvolvimento do PPRA, por um período mínimo de 20 anos.
A divulgação de dados, informações, avaliações, exames médicos, melhorias no ambiente de trabalho estão assegurada na NR-9, o próprio PPRA deve ser apresentado a todos os trabalhadores e estes têm o direito de apresentar propostas de melhorias ambientais, aproveitando-se do conhecimento e percepção que os mesmos tem de seu ambiente e processo de trabalho.
11. TREINAMENTO CONFORME NR-5
A empresa deverá treinar anualmente um designado responsável, para o cumprimento do objetivo da NR-5.
Conforme NR-5 o treinamento terá carga horária de 20 (vinte) horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias, sendo realizado durante o expediente normal de trabalho e deve contemplar, no mínimo, os seguintes tópicos:
a. Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo.
b. Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.
c. Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa.
d. Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS e medidas de prevenção.
e. Noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho.
f. Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos.
g. Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.
12. RESPONSABILIDADES E CONSIDERAÇÕES FINAIS
A responsabilidade do empregador:
A programação e implantação das atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas. Acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15: Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.
A responsabilidade do trabalhador:
Colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.
O empregador deve garantir ao empregado a possibilidade de interrupção imediata de suas funções na ocorrência de grave e eminente risco ambiental.
Obter um feedback da área ou profissional de medicina do trabalho sobre os resultados de monitoração biológica, forte indicador de eficiência do PPRA.
O empregador deve ler e assinar este documento.
Araranguá, setembro de 2009.
Fabiana Belinzoni de Carvalho Eng. de Segurança do Trabalho
________________________________ Assinatura do Empregador
Eu, ________________________________________________________________, representante legal da empresa _________________________________________________________________ nomeio __________________________________________________________________________ para designado responsável do cumprimento dos objetivos da NR-5, Norma Regulamentadora da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho, que objetiva a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
_____________________________, _______ de ___________________ de _________________
(Cidade) (Dia) (Mês) (Ano)
X
RECIBO E TERMO DE COMPROMISSO DE ENTREGA DE E.P.I.
Nome: CNTP:
Cargo: Atividade/Função:
Declaro que recebi de meu empregador os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, abaixo relacionados, na data ali registrada.
Comprometo-me a usá-los na execução de minhas tarefas e atividades diárias e apenas para a finalidade a que se destina, zelando pela sua guarda e conservação. Devo comunicar à empresa qualquer alteração que torne o EPI impróprio para o uso, assumindo o compromisso de devolvê-los quando solicitados para substituição, higienização ou manutenção periódica.
O descumprimento dos termos aqui estabelecidos importará em ato faltoso do empregado com aplicação de penalidades, que a critério do empregador, poderão variar de advertência por escrito à rescisão do contrato de trabalho por justa causa, independentemente de outras medidas de ordem jurídica aplicáveis com base especialmente no art. 158 da CLT e NR-1 da Portaria do MTE 3.214/78 (1.8 e 1.8.1).
Os equipamentos que me foram entregues estão em perfeitas condições e os utilizarei conforme as normas de segurança e treinamentos realizados pela empresa.
Data Qtd. e
unid. Discriminação do EPI
Certificado de aprovação
Nº
EQUIPAMENTO:
Eu,_____________________________________________________________, operador do equipamento acima descrito, declaro que recebi treinamento para devida função me qualificando para tal.
Desde já, comprometendo-me, diariamente a vistoriar este equipamento, verificando as condições de segurança para operação, buscando total garantia de segurança antes do início das jornadas de trabalho.
DATA:
NOME:
FUNÇÃO:
OCORRÊNCIA:
Tais atos/comportamentos praticados pelo senhor contrariam as Normas de Saúde e Segurança do Trabalho.
Recebi em ______________________este Termo de Advertência
Apresentação do LTCAT pela Fabbro: informação dos riscos ambientais, insalubridades e periculosidades quando existentes
Definir cronograma de ações do PPRA juntamente com a Fabbro Ler e assinar o PPRA e PCMSO
Informar contabilidade sobre insalubridades e periculosidades quando existentes
Obter e/ou adequar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) de acordo com o PPRA Entrega formal dos EPIs, abrindo o documento de controle destes equipamentos
Elaborar Ordem de Serviço (OS) juntamente com a Fabbro
Marcar apresentação do PPRA aos empregados juntamente com a Fabbro
Apresentação do PPRA pela Fabbro e obter assinatura dos empregados na OS de SST, Termo de ciência de riscos e Comprovante de Treinamento de EPI
Adoção de Medidas do cronograma de ação do PPRA, respeitando prioridades e datas Adoção de Medidas de Controle Propostas do PPRA
Disponibilizar designado responsável para treinamento da Fabbro (Cumprimento NR-5) Disponibilizar demais empregados para treinamentos da Fabbro
Cumprir os Exames do PCMSO
Disponibilizar Kit Primeiros Socorros conforme PCMSO Avaliação do andamento do PPRA