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PLANO DE OPERACIONALIZAÇÃO DA
VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19
MUNICÍPIO DE CABO FRIO
3ª Atualização CABO FRIO 26/03/2021
2 1- Introdução... 03 2- Objetivo da Vacinação...04 2.1- Objetivo específico...04 3- População Alvo...05 4-Meta da Vacinação...06
5- Especificação da Vacina que será disponibilizada...06
5.1 - Vacina CoronavacCovid – 19 (Sinovac / Butantan)...06
5.2- Vacina Covishield Covid-19 (Astrazeneca / Fiocruz)...07
5.3 - Conservação da Vacina...08
5.4 - Esquema de Vacinação...09
5.5 - Estratégia da Vacinação...09
5.6 - Procedimentos para administração das vacinas...10
5.7 – Contraindicações...12
5.8 - Registro do Vacinado...13
6- Gerenciamento de resíduos provenientes da Vacinação...14
7 – Farmacovigilância ...14
8 - Comunicação Social...18
9- Operacionalização da campanha...18
9.1 – Equipe de monitoramento evento adverso Pós –Vacina...29
3 1. INTRODUÇÃO
A COVID-19 é a maior pandemia da história recente da humanidade causada pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2). Trata-se de uma infecção respiratória aguda potencialmente grave e de distribuição global, que possui elevada transmissibilidade entre as pessoas por meio de gotículas respiratórias ou contato com objetos e superfícies contaminadas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% das pessoas com COVID-19 se recuperam da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Entretanto, uma em cada seis pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 desenvolvem formas graves da doença. Pessoas idosas e/ou com morbidades, a exemplo de pessoas com problemas cardíacos e pulmonares, diabetes ou câncer, dentre outros, têm maior risco de evoluírem para formas graves da doença. É sabido que as medidas não farmacológicas para conter a transmissão do novo Coronavírus, que apesar de terem sido fundamentais até o presente momento tem elevado custo social e econômico, tornando-se imprescindível dispor de uma vacina contra a doença.
De acordo com o panorama da OMS, atualizado em 12 de janeiro de 2021, existem 173 vacinas COVID-19 candidatas em fase pré-clínica de pesquisa e 63 vacinas candidatas em fase de pesquisa clínica, das quais 20 encontram-se na fase III de ensaios clínicos. Mediante busca mundial de uma vacina COVID-19, o governo brasileiro viabilizou crédito orçamentário extraordinário em favor do Ministério da Saúde, para garantir ações necessárias à produção e disponibilização de vacinas COVID-19 à população brasileira. Por se tratar de uma busca mundial pela tecnologia, produção e aquisição do imunobiológico, a disponibilidade da vacina é inicialmente limitada.
Considerando a disponibilidade limitada de doses da vacina faz-se necessária a definição de grupos prioritários para a vacinação. Neste cenário os grupos de maior risco para agravamento e óbito deverão ser priorizados. Além disso, no contexto pandêmico que se vive, com a grande maioria da população ainda altamente suscetível à infecção pelo vírus, também é prioridade a manutenção do
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funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais.
De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, foram definidos grupos alvo da campanha, a saber: idosos (60 anos ou mais), indígenas vivendo em terras indígenas, trabalhadores da saúde, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas, povos e comunidades tradicionais quilombolas, pessoas com determinadas morbidades, população privada de liberdade, funcionários do sistema de privação de liberdade, pessoas em situação de rua, forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente grave, trabalhadores da educação, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário, trabalhadores de transporte aéreo, trabalhadores portuários, trabalhadores de transporte aquaviário. Nessa perspectiva, este documento trata das diretrizes para a operacionalização da vacinação no município de Cabo Frio.
2. OBJETIVO DA VACINAÇÃO
Redução da morbimortalidade causada pelo novo Coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais.
2.1. Objetivos Específicos
❖Vacinar os grupos de maior risco de desenvolvimento de formas graves e óbitos;
❖ Vacinar trabalhadores da saúde para manutenção dos serviços de saúde e capacidade de atendimento à população;
❖ Vacinar os indivíduos com maior risco de infecção;
❖Vacinar os trabalhadores dos serviços que executam procedimentos invasivos relacionados ao COVID-19.
5 3. POPULAÇÃO-ALVO
A população-alvo definida pelo Ministério da Saúde, foi elencada de acordo com nosso quantitativo de doses recebidas nesta primeira fase. Foi realizada uma seleção, respeitando os critérios estabelecidos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 e critérios de acordo com a realidade local. Foi solicitada uma lista nominal do público alvo aos equipamentos, a fim de facilitar o processo operacional de vacinação e controle. Neste cenário, considerando as duas doses para completar o esquema vacinal (intervalo de 21 dias) ou (12 semanas), estima-se vacinar nesta primeira etapa cerca de 7056 trabalhadores da Saúde pública e privada, 130 Idosos Institucionalizados, 09 Pessoas a partir de 18 anos deficientes e institucionalizadas; 938 Idosos acima de 90 anos, 823 Povos e Comunidade Tradicionais Quilombolas.
69,62% Trabalhadores de Saúde, ampliando conforme prioridade de linha de frente e distribuição de doses;
387,69% Idosos institucionalizados;
188,88% Pessoas a partir de 18 anos deficientes e institucionalizadas; 77,82% Idosos acima de 90 anos;
91,71% Idosos com 80-89 anos; 67,38% idosos com 75 a 79 anos; 19,25% Idosos com 70 a 74 anos;
40,22% Povos e Comunidade Tradicionais Quilombolas.
Grupos Prioritários
Considera-se trabalhadores da saúde a serem vacinados na campanha, os indivíduos que trabalham em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; ou seja, que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde, a exemplo de hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias, drogarias e outros locais. Dentre eles, estão os profissionais de saúde que são representados em 14 categorias, conforme resolução n° 287, de 8 de outubro de 1998, do Conselho Nacional de Saúde (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da
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educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares), agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio (exemplos: recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros). Inclui-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares (exemplos: programas ou serviços de atendimento domiciliar, cuidadores de idosos, doulas/parteiras), funcionários do sistema funerário, Instituto Médico Legal (lML) e Serviço de Verificação de Óbito (SVO) que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e; acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios.
Os trabalhadores que atuam nos estabelecimentos de serviços de interesse à saúde das instituições de longa permanência para idosos (ILPI), casas de apoio e cemitérios serão contemplados no grupo trabalhadores da saúde e a recomendação é que também sejam vacinados.
Informa-se que os trabalhadores dos demais estabelecimentos de serviços de interesse à saúde (exemplos: academias de ginástica, clubes, salão de beleza, clínica de estética, óticas, estúdios de tatuagem e estabelecimentos de saúde animal) NÃO serão contemplados nos grupos prioritários elencados inicialmente para a vacinação.
Diante do exposto e das doses disponíveis para distribuição inicial às UF e a estimava populacional dos trabalhadores de saúde, estabeleceu-se uma ordem de priorização desse estrato populacional. Assim, recomenda-se a seguinte ordem para vacinação dos trabalhadores da saúde conforme disponibilidade de doses, sendo facultado a Estados e Municípios a possibilidade de adequar a priorização conforme a realidade local:
❖ Equipes de vacinação que estiverem envolvidas na vacinação;
❖ Trabalhadores das Instituições de Longa Permanência de Idosos e de Residências Inclusivas (Serviço de Acolhimento Institucional em Residência Inclusiva para jovens e adultos com deficiência);
❖ Trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19;
❖ Demais trabalhadores de saúde.
Cabe esclarecer que TODOS os trabalhadores da saúde dos estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde serão contemplados com a
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vacinação, entretanto a ampliação da cobertura desse público será gradativa, conforme disponibilidade de vacinas e risco de adoecimento do trabalhador, em função de sua atividade, ou seja, aqueles que atuam na assistência direta ao paciente terão prioridade. Ressalta-se ainda que as especificidades e particularidades regionais serão discutidas na esfera bipartite (Estado e Município).
4. META DE VACINAÇÃO
Tendo em vista o objetivo principal da vacinação, de reduzir casos graves e óbitos pela COVID-19, alcançar altas e homogêneas coberturas vacinais.
5. ESPECIFICAÇÕES DA VACINA QUE SERÁ DISPONIBILIZADA
A vacinação contra a covid-19 iniciará com a vacina Sinovac/Butantan e AstraZeneca /Fiocruz, recebidas pela SES-RJ.
5.1. Vacina Coronavac COVID-19 (Sinovac/Butantan)
A vacina desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan é uma vacina contendo o vírus SARS-CoV-2 inativado. Os estudos de soroconversão da vacina Sinovac/Butantan, demonstraram resultados de > 92% nos participantes que tomaram as duas doses da vacina no intervalo de 14 dias e > 97% nos participantes que tomaram as duas doses da vacina no intervalo de 28 dias. A eficácia desta vacina foi demonstrada em um esquema contendo 2 doses com intervalo de 2 semanas. Para prevenção de casos sintomáticos de Covid-19 que precisaram de assistência ambulatorial ou hospitalar a eficácia foi de 77,96%.
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Quadro 1 - Especificações da vacina COVID-19: Sinovac/Butantan. Brasil, 2021
5.2 Vacina Covishield COVID-19 (AstraZeneca/Fiocruz)
A vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca/Universidade de Oxford e produzida em parceria com a Fiocruz é uma vacina que contém 5 × 1010 partículas virais (pv) do vetor adenovírus recombinante de chimpanzé deficiente para replicação (ChAdOx1), que expressa a glicoproteína SARS-CoV-2 Spike (S).
Produzido em células renais embrionárias humanas (HEK) 293 geneticamente modificadas. Após a vacinação, em participantes que eram soronegativos no início do estudo, a soroconversão foi demonstrada em ≥ 98% de participantes aos 28 dias após a primeira dose e > 99% aos 28 dias após a segunda.
Para prevenção de adoecimento pela covid-19 a vacina demonstrou eficácia de 73% 22 dias após a primeira dose (em um período de pelo menos 3 meses) e com forte indicativo de aumento da resposta imune quando a segunda dose é fornecida em intervalo de 3 meses, o que propicia um aumento de cerca de 7,5 vezes nos níveis da resposta humoral (produção de anticorpos) As análises exploratórias mostraram que o aumento da imunogenicidade foi associado a um intervalo de dose mais longo e a eficácia é atualmente demonstrada com mais certeza para intervalos de 8 a 12 semanas. Ressalta-se que não ocorreram casos graves ou óbitos 21 dias ou mais após a vacinação, sendo que foram observadas 10 internações por covid-19 grave no grupo placebo, incluindo 1 óbito.
9 Quadro 2: Especificação da Vacina COVID-19: AstraZeneca/Fiocruz. Brasil, 2021.
5.3. Conservação da Vacina
Para garantir a potência e eficácia das vacinas COVID-19, armazenaremos as vacinasna Rede de Frios, localizada na Secretaria Municipal de Saúde, em condições adequadas de conservação, refrigerador com termômetro digital monitorado diariamente, e em conformidade com as orientações do fabricante e aprovação pela Anvisa. As vacinas serão acondicionadas em temperatura de +2ºC e +8ºC de acordo com Manual de Normas e Procedimentos para vacinação disponível no link: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf
10 5.4. Esquema de Vacinação
A vacina proveniente do laboratório Sinovac/Butantan e AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)/Serum Índia deverá ser administrada exclusivamente por via intramuscular em esquema de duas doses, com intervalo determinado conforme segue:
Vacina Sinovac/Butantan: intervalo de 21 dias. Destaca-se que, em caso de alguma ocorrência que impeça o indivíduo de retornar no prazo determinado, é possível tomar a 2ª dose para completar o esquema.
Vacina AstraZeneca/Fiocruz: intervalo entre as doses, 12 semanas. Destaca-se que, caso haja alguma ocorrência que impeça o indivíduo de retornar no prazo determinado, orienta-se tomar a 2ª dose para completar o esquema.
5.5. Estratégia de Vacinação
Nesse primeiro momento, recomenda-se realizar a vacinação com equipes volantes, nos próprios serviços de saúde priorizados para a vacinação (serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19), Instituições de Longa Permanência de Idosos, residências inclusivas de pessoas com deficiência e em terras indígenas. Para otimizar o tempo e não perder oportunidades, ao vacinar os idosos e as pessoas com deficiência, institucionalizados, é importante também incluir os trabalhadores de saúde que fazem parte do corpo técnico dessas instituições.
5.6. Procedimento para a administração das vacinas
A administração das vacinas será pela via intramuscular (IM), no músculo deltoide, observando a via e dosagem orientadas pelo laboratório. Contudo poderá ser realizada no vasto lateral da coxa caso haja algum impedimento ou especificidade. Outra área alternativa para a administração será a ventroglútea, devendo ser utilizada por profissionais capacitados.
Serão utilizadas para aplicação seringas e agulhas com as seguintes especificações:
Seringas de plástico descartáveis (de 1,0 mL, 3,0 mL, 5,0 mL);
Agulhas descartáveis para uso intramuscular: 25 x 6,0 dec/mm; 25 x 7,0 dec/mm; 25 x 8,0 dec/mm e 30 x 7,0 dec/mm.
11 USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
A utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) pelos trabalhadores de saúde envolvidos na Vacinação contra a Covid-19 tem como objetivo a proteção destes trabalhadores, bem como a segurança dos indivíduos que serão atendidos pela vacinação. Nesse sentido, seguem abaixo as orientações:
EPIs recomendados durante a rotina de vacinação
1. Máscara cirúrgica: obrigatória durante todo o período de vacinação, prevendo-se quantitativo suficiente para troca a cada 2-3 horas ou quando estiver úmida;
2. Proteção ocular: Protetor facial (face shield) ou óculos de proteção;
3. Avental descartável para uso diário ou avental de tecido higienizado diariamente;
4. Luvas: Não está indicada na rotina de vacinação.Dispor de quantitativo na unidadesomente para indicações específicas: vacinadores com lesões abertas nas mãos ouraras situações que envolvam contato com fluidos corporais do paciente. Se usadas,devem ser trocadas entre os pacientes, associadas à adequada higienização dasmãos.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Recomenda-se que seja feita curta anamnese com o paciente para constatação acerca de alergias, histórico de Síndrome Vasovagal e possíveis sinais e sintomas de síndrome gripal e/ou síndrome febril aguda, antes da aplicação da vacina.
No caso de indivíduo com histórico de Síndrome Vasovagal, colocá-lo em observação clínica por pelo menos 15 minutos após a administração da vacina.
Recomenda-se observar a presença de sangramento ou hematomas após uma administração intramuscular em indivíduos recebendo terapia anticoagulante ou aqueles com trombocitopenia ou qualquer distúrbio de coagulação (como hemofilia).
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Orienta-se pressionar o algodão no local da aplicação por mais tempo. Caso ocorra sangramento encaminhar para atendimento médico.
Ao final do expediente e considerando a necessidade de otimizar doses ainda disponíveis em frascos abertos, a fim de evitar perdas técnicas, direcionar o uso da vacina para pessoas contempladas em alguns dos grupos priorizados. Conforme orientação do Plano Nacional de
Operacionalização da Vacinação contra a covid-19. Pág.18, o Município de Cabo Frio utilizará para atender os acamados e profissionais de saúde. Demais especificidades acessar o Manual de Normas e Procedimentos para
Vacinação disponível no link
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinac ao.pdf
5.7. Contraindicações
❖ Hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina; ❖ Para aquelas pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina COVID-19;
❖ Pessoas com síndrome gripal ou em tratamento ambulatorial de qualquer agravo.
ATENÇÃO:recomenda-se que, antes de qualquer vacinação, seja verificada na bula dos respectivos fabricantes, as informações fornecidas por este (s) sobre a (s) vacina(s) a ser (em) administrada(s).
13 5.8. Registro do vacinado
O registro da dose aplicada da vacina será nominal/individualizado. Será entregue ao vacinado um comprovante impresso padrão cuja imagem segue abaixo (1), e posteriormente estes dados serão inseridos no sistema de informação oficial do Ministério da Saúde, SIPNI NOVO.
Os usuários que recusarem a vacina preencherão o termo de recusa de imunização, segue imagem abaixo (2).
14 (2) Termo de Recusa
6-GERENCIAMENTOS DE RESÍDUOS PROVENIENTES DA VACINAÇÃO De forma a promover o adequado tratamento dos resíduos gerados, visando a mitigação dos riscos decorrentes, orienta-se o tratamento de acordo com os Planos de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), observadas as regulamentações federais, estaduais, municipais ou do Distrito (Art. 5°, RDC n°222/2018).
Orienta-se que a seleção e aplicação da tecnologia: autoclavagem, incineração, ou outra de comprovada descontaminação, que assegure a inviabilização do resíduo antes do descarte, devem estar previstas no PGRSS.
Havendo eventuais derramamentos da vacina AstraZeneca/Fiocruz durante o manuseio, o local deve ser desinfetado com um desinfetante antiviral apropriado conforme orientação do fabricante (https://www.bio.fiocruz.br/images/bula-vacina-covid-19-recombinante-vps-001-21-01- 2021.pdf).
7- FARMACOVIGILÂNCIA
Frente à introdução de novas vacinas ou em situações de pandemia, a exemplo da atual, para a qual se está produzindo vacinas de forma acelerada, usando novas tecnologias de produção e que serão administradas em milhões de indivíduos, é de se esperar a ocorrência de elevado número de notificações de eventos adversos pós-vacinação (EAPV).
Para o manejo apropriado dos EAPV de uma nova vacina é essencial contar com um sistema de vigilância sensível para avaliar a segurança do produto e dar resposta rápida a todas as preocupações da população relacionadas às vacinas. Estas atividades requerem notificação e investigação rápida e adequada do evento ocorrido.
Os três principais componentes de um sistema de vigilância de EAPV são: detecção, notificação e busca ativa de novos eventos; investigação (exames clínicos, exames
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laboratoriais etc.) e classificação final de causalidade. Usualmente recomenda-se a notificação de todos EAPV graves para as vacinas de uso rotineiro no PNI bem como surtos de eventos adversos leves.
No entanto, considerando a introdução das vacinas COVID-19 e a necessidade de se estabelecer o perfil de segurança das mesmas, orienta-se que, TODOS os eventos, não graves ou graves, compatíveis com as definições de casos, estabelecidas nos documentos abaixo, bem como os erros de imunização e problemas com a rede de frio, deverão ser notificados no e-SUS notifica disponível no link https://notifica.saude.gov.br/.
Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação 4ª
Edição, 2020 (disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_event os_vacinacao_4ed.pdf )
Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação para a estratégia de vacinação contra o vírus SARS-CoV2 (Covid19), Ministério da Saúde, 2020
(acesso disponível em
https://www.gov.br/saude/ptbr/media/pdf/2020/dezembro/21/estrategia_vacinacao_covid19. pdf),
Atenção especial e busca ativa devem ser dadas à notificação de eventos adversos graves, raros e inusitados, óbitos súbitos inesperados, erros de imunização (programáticos), além dos Eventos Adversos de Interesse Especial (EAIE), que estão devidamente descritos no Protocolo de Vigilância 26 Epidemiológica e Sanitária de Eventos Adversos Pós-Vacinação para a estratégia de vacinação contra o vírus SARS-CoV-2 (Covid19).
Precauções
Em geral, como com todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.
Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-COV-2.
É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença. Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.
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Pacientes que fazem uso de imunoglobulina humana devem ser vacinados com pelo menos um mês de intervalo entre a administração da imunoglobulina e a vacina, de forma a não interferir na resposta imunológica.
A inaptidão temporária a doação de sangue e componentes associada ao uso de vacinas são:
Sinovac/Butantan: 48 horas após cada dose. AstraZeneca/Fiocruz: 7 dias após cada dose.
Grupos especiais:
GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES:
A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas nestes grupos, no entanto estudos em animais não demonstraram risco de malformações.
Para as mulheres, pertencentes a um dos grupos prioritários, que se apresentem nestas condições (gestantes, lactantes ou puérperas), a vacinação poderá ser realizada após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios e com decisão compartilhada, entre a mulher e seu médico prescritor.
As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão entre o médico e a paciente deve considerar:
✔ O nível de potencial contaminação do vírus na comunidade; ✔ A potencial eficácia da vacina;
✔ O risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém-nascido e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.
O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em um dos grupos prioritários para vacinação.
As gestantes e lactantes, pertencentes aos grupos prioritários, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.
Caso opte-se pela vacinação das lactantes o aleitamento materno não deverá ser interrompido.
A vacinação inadvertida das gestantes (sem indicação médica) deverá ser notificada no sistema de notificação e-SUS notifica como um “erro de imunização” para fins de controle e monitoramento de ocorrência de eventos adversos.
Eventos adversos que venham a ocorrer com a gestante após a vacinação deverão ser notificados no e-SUS notifica, bem como quaisquer eventos adversos que ocorram com o feto ou com o recém-nascido até 6 meses após o nascimento.
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USO DE ANTIAGREGANTES PLAQUETÁRIOS E ANTICOAGULANTES ORAIS E VACINAÇÃO:
Os antiagregantes plaquetários devem ser mantidos e não implicam em impedimento à vacinação. O uso de injeção intramuscular em pacientes sob uso crônico de antiagregantes plaquetários é prática corrente, portanto considerado seguro.
Não há relatos de interação entre os anticoagulantes em uso no Brasil – varfarina, apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana – com vacinas. Portanto deve ser mantida conforme a prescrição do médico assistente. Dados obtidos com vacinação intramuscular contra Influenza em pacientes anticoagulados com varfarina mostraram que esta via foi segura, sem manifestações hemorrágicas locais de vulto.
A comparação da via intramuscular com a subcutânea mostrou que a primeira é segura e eficaz na maioria das vacinas em uso clínico. Por cautela, a vacina pode ser administrada o mais longe possível da última dose do anticoagulante direto
PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS REUMÁTICAS IMUNOMEDIADAS (DRIM):
Preferencialmente o paciente deve ser vacinado estando com a doença controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão. Entretanto, a decisão sobre a vacinação em pacientes com DRIM deve ser individualizada, levando em consideração a faixa etária, a doença reumática autoimune de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, devendo ser sob orientação de médico especialista. A escolha da vacina deve seguir as recomendações de órgãos sanitários e regulatórios, assim como a disponibilidade local.
PACIENTES ONCOLÓGICOS, TRANSPLANTADOS E DEMAIS
PACIENTES IMUNOSSUPRIMIDOS:
A eficácia e segurança das vacinas COVID-19 não foram avaliadas nesta população. No entanto, considerando as plataformas em questão (vetor viral não replicante e vírus inativado) é improvável que exista risco aumentado de eventos adversos.
A avaliação de risco benefício e a decisão referente à vacinação ou não deverá ser realizada pelo paciente em conjunto com o médico assistente, sendo que a vacinação somente deverá ser realizada com prescrição médica.
8- COMUNICAÇÃO SOCIAL
A elaboração da campanha publicitária seguirá um planejamento de acordo com a evolução de cada etapa da vacinação. Começando com mensagens de antecipação e preparação, passando em seguida para a próxima fase de informação à população com clareza: como, quando, onde e para quem será a primeira etapa e demais etapas. Será
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disponibilizado um boletim diário sobre as doses aplicadas “Vacinômetro” disponibilizado no Site da Prefeitura Municipal de Cabo Frio.
9 - OPERACIONALIZAÇÃO DA CAMPANHA
O cenário do público-alvo em âmbito municipal de acordo com os critérios do Plano Nacional é de 83.550 pessoas distribuídas da seguinte forma:
Estimativa populacional para a Campanha Nacional de vacinação contra Covid –19 Cabo Frio - 2021
Pessoas com 60anos ou mais institucionalizadas
130 Pessoas com deficiência Institucionalizadas
9 Trabalhadores de saúde 7.056 Pessoas 90 anos ou mais 938 Pessoas de 80 a 89 anos 3.682 Pessoas de 75 a 79 anos 4.354 Povos e Comunidade tradicional
Quilombola
823 Pessoas de 70 a 74 anos 6.531 Pessoas de 65 a 69 anos 9.328 Pessoas de 60 e 64 anos 12.434 Pessoas de 18 a 59 anos com
Comorbidades
19.227 Pessoas com Deficiência Permanente 6.972 Pessoas em Situação de Rua 44 População privada de liberdade 0 Trabalhadores de Educação do Ensino Básicos (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA).
4.094
Trabalhadores da educação do ensino superior
0 Força de Segurança e Salvamento 532
Forças Armadas 159
Trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário Passageiro
1.144 Trabalhadores de Transporte
Metroviário e Ferroviário
98 Trabalhadores de transporte Aéreo 500 Trabalhadores transporte de Aquaviário 214 Caminhoneiros 864 Trabalhadores Portuários 222 Trabalhadores Industriais 4.195 Total: 83.550
19 Objetivos do plano
Organizar as ações e estratégias do Município de Cabo Frio para a vacinação contra Covid-19, abordando as fases de Pré-Campanha, Fase de Campanha e Pós-Campanha;
Reorganizar a Central Municipal da Rede de Frio;
Envolver as respectivas áreas da Secretaria Municipal de Saúde, para apoiar as ações da campanha, desde o planejamento, até a atuação direta na vacinação;
Buscar apoio de outras secretarias do Município para realização da campanha de vacinação;
Conter a disseminação do Sars-CoV-2, atingindo altas e homogêneas coberturas vacinais;
Combater a desinformação, para garantir a adesão da população à campanha.
Constituem competências da esfera municipal:
a) À coordenação e a execução das ações de vacinação integrantes do PNI, incluindo a vacinação de rotina, as estratégias especiais (como campanhas e vacinações de bloqueio) e a notificação e investigação de eventos adversos e óbitos temporalmente associados à vacinação;
b) À gerência do estoque municipal de vacinas e outros insumos, incluindo o armazenamento e o transporte para seus locais de uso, de acordo com as normas vigentes; c) O descarte e a destinação final de frascos, seringas e agulhas utilizados, conforme as normas técnicas vigentes;
d) À gestão do sistema de informação do PNI, incluindo a coleta, o processamento, a consolidação e a avaliação da qualidade dos dados provenientes das unidades notificantes, bem como a transferência dos dados em conformidade com os prazos e fluxos estabelecidos nos âmbitos nacional e estadual e a retroalimentação das informações às unidades notificadoras.
Primeira fase: Pré-campanha
Abertura de processos de compra envolvendo insumos relacionados às ações de imunização, tais como: álcool a 70%, algodão hidrófilo, papel toalha, sabonete líquido, álcool em gel, máscaras, capote e gorro (EPI), material gráfico, etc.;
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Levantamento da Rede de Frio Municipal e salas de vacinas, visando identificar a necessidade de adequações da infraestrutura para recebimento da vacina e realização da campanha;
Definição de 5 (quatro) Pólos que atendam o município, sendo 3 (dois) no 1º distrito: Escola M. Prof. Edilson Duarte (Jardim Caiçara), CIEP Hermes Barcelos e Escola Municipal Robson Azevedo.
(Jardim Esperança) e 2 (dois) em Tamoios: Ginásio Poliesportivo de Tamoios (Santo Antônio) e C. E. M. Profª Marli Capp (Unamar);
Definido 5 (cinco) unidade básicas de saúde:
1. ESF PRAIA DO SIQUEIRA – 1ª e 2ª DOSE (COM AGENDAMENTO PRÉVIO E DECLARAÇÃO DE COMPRAVANÇÃO DE VÍNCULO ATIVO);
2. ESF VILA NOVA – 1ª e 2ª DOSES (COM AGENDAMENTO PRÉVIO E DECLARAÇÃO DE COMPRAVANÇÃO DE VÍNCULO ATIVO);
3. UBS PORTO DO CARRO – 2ª DOSE IDOSOS (89 ANOS Á 79 ANOS); 4. ESF GUARANI – 2ª DOSE DOS IDOSOS (89 ANOS Á 79 ANOS);
5. UBS PRAIA DO SIQUEIRA – 2ª DOSE DOS IDOSOS (89 ANOS Á 79 ANOS)
6. ESF GUARANY – 2ª DOSE DOS IDOSOS (89/88/87/86/85/84/83/82/81/ 80/e 79 anos)
7. UBS PRAIA DO SIQUEIRA - 2ª DOSE DOS IDOSOS (89/88/87/86/85/84/83/82/81/ 80/e 79 anos).
8. UBS PORTO DO CARRO - 2ª DOSE DOS IDOSOS (89/88/87/86/85/84/83/82/81/ 80/e 79 anos)
Serão convocados 5 (CINCO) enfermeiros, 24 (vinte e quatro) técnicos em enfermagem, 45 (quarenta e cinco) agentes comunitários de saúde, equipe de informática, auxiliares de serviços gerais e 4 (quatro) supervisores de área.
Os insumos, que são liberados pela Secretaria Estadual de Saúde, foram entregues pela CGA no dia 16/01/2021 e armazenados em local apropriado e seguro.
21
Nesse primeiro momento, fizemos uma coleta de dados com as características sócio demográficas e clinico epidemiológicas obtidos no banco de dados da atenção primária, secundária e terciária para um diagnóstico preciso do público-alvo proposto. Posteriormente, analisamos estes dados e de acordo com as prioridades estabelecidas pelo Ministério da Saúde, iniciamos um planejamento conforme as doses do imunobiológico recebidas.
Definição e Composição de equipes de vacinação extramuro contendo equipe mínima, com enfermeiro responsável técnico, técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde.
De acordo com o quantitativo de doses recebidas e as listagens recebidas fomos atendendo as unidades:
DOSE RECEBIDA VACINA CONTRA O SARS-COV-2
DATA VACINA LABORATÓRIO QUANTIDADE LOTE VALIDADE USO 19/01/2021 SARS-COV-2 MONODOSE SINOVAC/ BUTANTAN 2655 202010019 02/10/2023 D1 25/01/2021 SARS-COV-2 10 DOSES ASTRAZENECA/ FIOCRUZ 2100 4120Z005 14/04/2021 D1 03/02/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 510 200280 31/12/2021 D1 03/02/2021 SARS-COV-2 MONODOSE SINOVAC/ BUTANTAN 2655 202010019 02/10/2023 D2 11/02/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 1690 210011A 17/11/2021 D1 22/02/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/BUTA NTAN 250 200280 31/12/2021 D1 22/02/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 2190 210014 19/11/2021 D2 25/02/2021 SARS-COV-2 10 DOSES ASTRAZENECA/ FIOCRUZ 2340 4120Z026 22/06/2021 D1 01/03/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 590 210040 28/02/2022 D1 04/03/2021 SARS-COV-2 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 1480 210049 28/02/2022 D1 11/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 1810 210049 29/02/2022 D1 18/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 2640 210063 28/02/2022 D1 18/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 2070 210063 28/02/2022 D2 22/03/2021 SARS-COV-2- 05 DOSES ASTRAZENECA/ FIOCRUZ 825 212VCD00 1ZVB 10/08/2021 D1 22/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 7360 210070 28/02/2022 D1 22/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 1560 210070 28/02/2022 D2 27/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES ASTRAZENECA/ FIOCRUZ 690 CTMAV50 6 31/05/2021 D1 27/03/2021 SARS-COV-2- 10 DOSES SINOVAC/ BUTANTAN 3570 210097 31/03/2022 D1
22 A distribuição das doses está apresentada na planilha que segue, utilizando os Critérios do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a COVID-19 do Ministério da Saúde. UNIDADES TOTAL DE DOSES SOLICITADAS DOSES REALIZADAS 20/01/2021 DOSES REALIZADAS 21/01/2021 DOSES REALIZADAS 22/01/2021 TOTAL 01 HMSJO/HCE 481 91 122 81 294 02 HMM/HMC 466 13 85 67 165 03 HMOCS 500 116 103 89 308 04 UPA I 277 82 54 80 216 05 UPA II 300 47 64 62 173 06 H. SANTA IZABEL 337 61 154 71* 286 07 CLINERP 404 147 118 46 311 08 VACINADORES 30 + 1 25 01 26 09 TOMO + MAMO 13 11 11 10 LABORATÓRIO SUS 05 - 11 C.AMBULÂNCIAS 78 41 41 12 RT 1 27 24 24 13 RT 2 21 18 18 14 H.DIA 22 22 22 15 INDIGENA 01 01 01 16 LAR DA CIDINHA 59 51 51 17 IZA JANSON I 39 37 37 18 IZA JANSON II 30 - 19 VOVÓ IZA 33 - 20 SONHO MEU 34 - 21 COQUEIRO VERDE 44 37 37
22 RECANTO BEM VIVER 31 31 31
23 RESORT ETAP 24 - 24 CANTINHO DO SOL 14 - 25 POUSADA MONTES BRANCOS 17 - 2655 doses 3288 664 759 629 2053*
a. Unidades Hospitalares (públicas e privadas): b. Instituições de Longa Permanência para Idosos: c. Demais unidades:
23 *01 dose foi desprezada por conter 0,4ml
20/01/2021 – 15 recusas # 21/01/2021 – 03 recusas # 22/01/2021 – 15 recusas
ASTRAZENECA Lote: 4120Z005 val14/04/2021 UNIDADES TOTAL DE DOSES SOLICITADAS DOSES REALIZADAS 26/01/2021 DOSES REALIZADAS 27/01/2021 DOSES REALIZADAS 28/01/2021 DOSES REALIZADAS 29/01/2021 1 MEDSCAN 98 80 ONKOSOL 85 52 2 LABORATÓRIO O.S.REZENDE 105 77
3 PAM SÃO CRISTÓVÃO 120 * 200*
4 PAM COLETIVA 14* 5 VIGILÂNCIA EM SAÚDE 27* 6 SAUDE MENTAL 57* 7 LABORATÓRIO MUNICIPAL 19* 8 AGENCIA TRANSFUSIONAL 9* 9 TFD 6* 10 SETOR DE TRANSPORTE 31* 11 PAM SANTO ANTONIO 187 100
12 UNIMED 222 90
13 SANTA URSULA 17 8
14 SÃO MARCOS 22 15
24 LIBERAÇÃO DE DOSES - DOSE 2
LOTE 202010019 – CORONAVAC – VALIDADE: 10/02/2023 TOTAL DE DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS TOTAL UNIDADES D1 10/02/2021 11/02/2021 12/02/2021 HMSJO/HCE 294 76 105 61 242 HMM/HMC 165 10 89 69 168 HMOCS 308 106 114 66 286 UPA I 216 59 50 60 169 UPA II 173 37 59 96 H. SANTA IZABEL 286 64 127 87 278 CLINERP 311 106 123 71 300 VACINADORES 26 10 0 16 26 TOMO + MAMO 11 11 11 C.AMBULÂNCIAS 41 34 34 RT 1 24 15 15 RT 2 18 10 10 H.DIA 22 22 22 INDIGENA 1 1 1 LAR DA CIDINHA 51 49 49 IZA JANSON I 37 35 35 COQUEIRO VERDE 37 12 12
RECANTO BEM VIVER 31 31 31
25 Liberação de doses - CORONAVAC –
BUTANTAN – D1 UNIDADES TOTAL DE DOSES SOLICITADAS DOSES REALIZADAS 08/02/2021 DOSES REALIZADAS 09/02/2021 DOSES REALIZADAS 10/02/2021 DOSES REALIZADAS 11/02/2021 DOSES REALIZADAS 12/02/2021 CEMAN 31 20 CENTRO DE REABILITAÇÃO 140 0
QUILOMBOLAS (PRETO FORRO/ Mª ROMANA/
ESPIRITO SANTO) 180 0 TOTAL 0 351 20 0 0 0 CORONAVAC DOSES REALIZADAS 15/02/2021 DOSES REALIZADAS 16/02/2021 DOSES REALIZADAS 17/02/2021 DOSES REALIZADAS 18/02/2021 DOSES REALIZADAS 19/02/2021 1 ACAMADOS ≥ 90 27 26 5 8 2 PROFISSIONAIS DE SAÚDE 0 1 5 2 TOTAL 27 27 10 10 LIBERAÇÃO DE DOSES -
ASTRAZENECA - FIOCRUZ LOTE 4120Z005 - VALIDADE: 14/04/2021 UNIDADES TOTAL DE DOSES SOLICITADAS DOSES REALIZADAS 08/02/2021 DOSES REALIZADAS 09/02/2021 DOSES REALIZADAS 10/02/2021 DOSES REALIZADAS 11/02/2021 DOSES REALIZADAS 12/02/2021
1 PAM SÃO CRISTÓVÃO 310 101
2 CEMOD 160 50
3
CENTRO DE
REABILITAÇÃO 200 95
4 HMSJO 39
5 UPA PARQUE BURLE 14
6 HOSPITAL DA MULHER
7 HMOCS
26 LIBERAÇÃO DE DOSES - D1 DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS UNIDADES 22/02/2021 23/02/2021 24/02/2021 25/02/2021 26/02/2021
1 E. M. PROF. EDILSON DUARTE 159 0 43 0 0
2 CIEP - JARDIM ESPERANÇA 39 0 15 0 0
3 C.E.M. MARLI CAPP 33 0 13 0 0
4 POLIESPORTIVO TAMOIOS 35 0 23 0 0
5 ACAMADOS 0 0 0 7
6 ILPI LAR PENIEL 14
PROFISSIONAIS DE SAÚDE 22 20 TOTAL 288 0 114 21 ASTRAZENECA - FIOCRUZ - 4120Z2026 – D1 IDOSOS ≥ 80 ANOS 85-89 80-89 UNIDADES DOSES REALIZADAS 01/03/2021 DOSES REALIZADAS 02/03/2021 DOSES REALIZADAS 03/03/2021 DOSES REALIZADAS 04/03/2021 DOSES REALIZADAS 05/03/2021
1 PÓLO E.M. EDILSON DUARTE 233
2 PÓLO CIEP HERMES BARCELOS 84 187
3 PÓLO SANTO ANTÔNIO 53
4 DRIVE THRU CENTRO DE REABILITAÇÃO 338 495
5 DRIVE THRU SANTO ANTÔNIO 113
6 ACAMADOS 1 10 9
7 PROFISSIONAIS DE SAÚDE 20
27 CORONAVAC - BUTANTAN - D1 UNIDADES DOSES REALIZADAS 08/03/2021 DOSES REALIZADAS 09/03/2021 DOSES REALIZADAS 10/03/2021 DOSES REALIZADAS 11/03/2021 DOSES REALIZADAS 12/03/2021
1 ACAMADOS CAMINHO DE BÚZIOS
2 ACAMADOS PORTO DO CARRO 11
3 ACAMADOS PERO 4 ESF PRAIA DO SIQUEIRA - PROF. SAÚDE - 1ª DOSE 60 14 50 5 ESF VILA NOVA - PROF. SAÚDE/ AG. DE ENDEMIAS - 1ª DOSE 86 71 158 6 P.S. UNAMAR - PROF. SAÚDE - 1ª DOSE 7 QUILOMBOLAS MARIA JOAQUINA 155
8 DRIVE THRU CENTRO DE REABILITAÇÃO (79 ANOS) 135
9 DRIVE THRU PAM SANTO ANTONIO (79 ANOS) 102
10 PÓLO E.M. PROF. EDILSON DUARTE (79 ANOS) 191
11 PÓLO CIEP HERMES BARCELOS (79 ANOS) 86
12 PÓLO PAM SANTO ANTONIO (79 ANOS) 93
13 DRIVE THRU CENTRO DE REABILITAÇÃO (78 ANOS) 14 DRIVE THRU PAM SANTO ANTONIO (78 ANOS) 15 PÓLO E.M. PROF. EDILSON DUARTE (78 ANOS) 16 PÓLO E.M. ROBINSON AZEVEDO (78 ANOS) 17 PÓLO CIEP HERMES BARCELOS (78 ANOS) 18 PÓLO PAM SANTO ANTONIO (78 ANOS) 19 ACAMADOS agendados 9
28
LIBERAÇÃO DE DOSES - D1
CORONAVAC - BUTANTAN 77 ANOS 76 ANOS 75 ANOS
DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS UNIDADES 15/03/2021 16/03/2021 17/03/2021 18/03/2021 19/03/2021
1 PÓLO E. M. ROBINSON AZEVEDO 170 111 267
2 PÓLO E.M. PROF. EDILSON DUARTE 250
3 PÓLO CIEP - JARDIM ESPERANÇA 84 140 132
4 DRIVE THRU CENTRO DE
REABILITAÇÃO 183 191 242
5 PÓLO C.E.M. MARLI CAPP 1
6 DRIVE THRU SANTO ANTONIO 75 276 326
7 PÓLO GINÁSIO POLIESPORTIVO
TAMOIOS 111
8 SAÚDE BOMBEIROS/BATALHÃO 2
9 ACAMADOS 1 24
10 ESF PRAIA DO SIQUEIRA - PROF. DE
SAÚDE 5 14
TOTAL 0 630 970 1005
LIBERAÇÃO DE DOSES - D1
CORONAVAC - BUTANTAN 74 ANOS 73 ANOS
DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS DOSES REALIZADAS UNIDADES 22/03/2021 23/03/2021 24/03/2021 25/03/2021 26/03/2021
1 PÓLO E. M. ROBINSON AZEVEDO 151 273
2 PÓLO E.M. PROF. EDILSON DUARTE 182
3 PÓLO CIEP - JARDIM ESPERANÇA 148 155
4 DRIVE THRU CENTRO DE REABILITAÇÃO 265
5 DRIVE THRU SANTO ANTONIO 137 170
6 PÓLO GINÁSIO POLIESPORTIVO TAMOIOS 228 220
7 ACAMADOS 12 107 10 9
8 ESF PRAIA DO SIQUEIRA - PROF. DE SAÚDE 88 43
9 ESF VILA NOVA - PROF. DE SAÚDE 70 64
10 ACAMADOS ESF VILA NOVA 15
11 QUILOMBOLAS BOTAFOGO 217
12 ACAMADOS ESF PALMEIRAS 6
29 Gestão:
Ampliar a capacidade de armazenamento de insumos e vacinas da Central Municipal de Rede de Frio; - Repasse através da Deliberação CIB RJ 6008/2019.
Gerador;
Garantir a segurança da Central Municipal de Rede de Frio; Logística de Transporte;
Ofício para Secretaria de Educação Municipal e Estadual e para autorização de uso do espaço; enviado pelo Gabinete do Secretário de Saúde.
30 Contatos das áreas técnicas:
Nome Setor Função Contato por e-mail Contato por
telefone Patrícia da Costa
Freitas
Saúde Coletiva Coordenadora de Imunização [email protected] 22-26462583 Lucy Helena Sanchez Pires Superintendência de Vigilância em Saúde Superintendente [email protected] 22-26462541
Érica Borges Coordenação de Atenção Básica
Coordenadora de Atenção básica
[email protected] 22-26430542
Cabe esclarecer que TODOS os trabalhadores da saúde serão contemplados com a vacinação, entretanto a ampliação da cobertura desse público será gradativa, conforme disponibilidade de maior quantitativo de vacinas. De acordo com as novas definições apresentadas o Município de Cabo Frio definiu iniciar a Vacinação em Hospital público e privado com os profissionais que atuam diretamente com os pacientes de Covid-19. E também atendendo os idosos e funcionários das Instituições de Longa Permanência para idosos e os Deficientes Institucionalizados.
No dia 20/01/2021, iniciamos nossa campanha conforme determinado pelo Ministério da Saúde e seguindo as orientações da Secretaria Estadual de Saúde. Onde priorizamos a vacinação extramuro nos locais de trabalho de cada profissional, vacinando conforme apresentação de listagem nominal e conferencia através das escalas de trabalho. Realizamos visita em todas as Instituições de Longa Permanência de Idosos e avaliamos e administramos as vacinas nos profissionais e nos idosos.
9.1. EQUIPE DE MONITORAMENTO EVENTO ADVERSO PÓS-VACINA
A equipe de vacinação volante será responsável por executar o procedimento em âmbito municipal a fim de minimizar perdas do imunobiológico. A estratégia utilizada será definida e alterado de acordo com a disponibilidade das doses recebidas no município. Do monitoramento dos eventos adversos pós-vacinação e vacina(s) COVID-19, para o manejo apropriado dos EAPV de uma nova vacina é essencial contar com um sistema de vigilância sensível para avaliar a segurança do produto e dar resposta rápida a todas as preocupações da população relacionadas às vacinas. Estas atividades requerem notificação e investigação rápida do evento ocorrido. Temos a previsão de formação de uma comissão para monitorar
31
estes eventos composta por membros da Vigilância Epidemiológica Municipal, Hospitalar, Atenção Básica e Assistência farmacêutica e Vigilância Sanitária, sendo norteados pelo Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação 4ª Edição, 2020
(acesso pelolink:
hp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_eventos_vacin acao_4ed.pdf) e, também, no Protocolo de Vigilância Epidemiológica e Sanitária de Eventos Adversos Pós-Vacinação para a estratégia de vacinação contra o vírus SARS-CoV2 (Covid19).
O fluxo de comunicação segue para informar qualquer suspeita imediatamente ao e-mail; [email protected] para iniciar investigação.
A comissão será formada pelos seguintes profissionais:
Enfermeira Margareth Ferreira Patrício; Técnica de Enfermagem Andréa Gomes Hanthequeste Azevedo.
10- CADASTROS DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Os profissionais de saúde deverão encaminhar para o e-mail: [email protected] e colocar os dados necessários para realizar o agendamento.
Dados solicitados:
NOME, TELEFONE, ENDEREÇO, PROFISSÃO E COMPROVANTE OU DECLARAÇÃO DE VÍNCULO ATIVO DO TRABALHADOR COM O SERVIÇO DE SAÚDE.
32 10 - REFERÊNCIAS:
OFÍCIO CIRCULAR Nº 9/2021/SE/GAB/SE/MS
https://mail.google.com/mail/u/1/#inbox/QgrcJHsTgFqGsrnQRtgrrlbHFfRwrLSxrVV? projector=1&messagePartId=0.1
NOTA TÉCNICA Nº 10/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS -
https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=rm&ogbl#inbox/FMfcgxwKkbldmjTXpjtxzgJsrc cDzbSF?projector=1&messagePartId=0.1
ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO CONTRA O VÍRUS SARS-COV-2 COVID-19 Brasília-DF – Dez. 2020 PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E
SANITÁRIA DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO.
https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=rm&ogbl#inbox/FMfcgxwKkbldmjTXpjtxzgJsrc cDzbSF?projector=1&messagePartId=0.2
PLANO NACIONAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A
COVID-19 - | 1ª edição | Brasília 17/12/2020 -
file:///C:/Users/patricia.costa/Downloads/2020_12_10%20-%20Plano%20Nacional%20de%20Imunizac%CC%A7a%CC%83o%20contra%20C OVID-19%20(1).pdf
Informe Técnico Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19-Brasília, 19/01/2021
https://www.conasems.org.br/wpcontent/uploads/2021/01/1611078163793_Informe _Tecnico_da_Campanha_Nacional_de_Vacinacao_contra_a_Covid_19-1.pdf
Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid – 19 – Brasília, 23/01/2021; Segundo Informe Técnico. https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/janeiro/23/ segundo-informe-tecnico-22-de-janeiro-de-2021.pdf,
em 03/02/2021, às 19h15.
PLANO NACIONAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID19
-3ª edição.
https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/janeiro/29/planovacinacaocovid_v2_29jan21_nucom.pdf, em
04/02/2021, às 11h06.
Segundo Informe Técnico Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid19
http://www.mpgo.mp.br/portal/arquivos/2021/01/25/11_48_29_772_Segundo_Informe_Te% CC%81cnico_22_de_Janeiro_de_2021.pdf; em 12/02/2021