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Relatório de Gestão Abril

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Academic year: 2021

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Cenário Macroeconômico

Após um período de tramitação de aproximadamente dois meses, mais longo do que o esperado, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) deu parecer favorável à Reforma da Previdência com aprovação da grande maioria e apoio de todos os partidos de centro e centro-direita. Apesar da demonstração de força, o governo precisou abrir mão de alguns pontos da proposta. Embora não gerarem impacto fiscal efetivo, não é usual que, nesse estágio, o governo já faça concessões. A título de comparação, a reforma enviada por Temer foi aprovada em menos de duas semanas e sem nenhuma alteração na CCJ. A Comissão Especial, que analisará o mérito da proposta, já foi criada e a nossa expectativa continua sendo a de aprovação de uma Reforma cuja economia fique entre R$ 650 e R$ 800 bilhões no período de 2020 a 2029, mas através de um processo lento e conturbado. Sem ela, o cumprimento do teto de gastos partir de 2020 fica comprometido, assim como a convergência gradual para superávits primários compatíveis com a estabilização da dívida pública.

A atividade continuou decepcionando em abril. A maioria dos dados divulgados apontam para um primeiro trimestre muito fraco, podendo indicar, ainda, que o crescimento do PIB no 1º trimestre tenha sido negativo. As projeções de crescimento, em linha com as nossas expectativas, apresentaram quedas relevante ao longo do último mês, saindo de 2% para 1,7% e devem continuar caindo em maio. Nossa projeção de crescimento do PIB para 2019 é de 1,5%. Entendemos que a incerteza fiscal prolongada esteja travando o crescimento e começando a afetar as expectativas para o próximo ano.

A prévia da inflação de abril apresentou aceleração mais uma vez, saindo de 4,2% em março para 4,7. Novamente, parte relevante desse acréscimo se deu pelo aumento no preço dos alimentos que vinham crescendo 6,2% em março e tiveram alta de 9% no último mês. Consideramos que o choque de alimentos é, em parte, temporário e os preços devem voltar a níveis mais baixos. Os núcleos, principalmente aqueles ligados à atividade doméstica, continuam relativamente estáveis e abaixo da meta. Para o

ano, acreditamos que a inflação ficará em torno da meta, ao redor de 4,2%.

Em sua última reunião, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 6,50% a.a, sinalizando um balanço de riscos simétrico em torno das projeções. O comitê enfatizou, outra vez, que a condução da política monetária se manterá vigilante e que preservará sua flexibilidade para reagir a desvios com relação ao seu cenário base. Tais desvios podem decorrer, principalmente, de frustrações com o ritmo da atividade econômica que pressionem a trajetória de inflação para abaixo das metas, bem como da não implementação das reformas e das pressões globais que venham a atuar em sentido oposto. Projetamos que o Copom manterá a taxa Selic estável em 6,5% a.a. nas próximas reuniões, mas esse cenário está mais dependente dos dados.

No cenário internacional, embora as condições financeiras globais tenham se tornado mais favoráveis diante da sinalização de pausa do processo de normalização monetária pelo FED, o ambiente econômico para os próximos anos continua desafiador frente a incertezas relacionadas à sustentabilidade do crescimento chinês, às tensões geopolíticas e comerciais entre a China e os EUA, ao Brexit e ao ambiente político mais polarizado nas principais democracias mundiais, o que abre espaço para políticas de cunho populista. No curto prazo, com o FED em pausa, entendemos que os fatores mais importantes que irão condicionar o cenário econômico internacional são o crescimento da economia chinesa e a natureza do potencial acordo comercial entre China e EUA. No mês de abril, notícias positivas nessas duas frentes contribuíram para a melhora no apetite de risco do mercado, sobretudo com relação aos dados de atividade na China.

Consistente com a sinalização de um período de pausa na subida de juros, o FOMC tem comunicado que será “paciente” em determinar os próximos passos da política monetária e que, diante da ausência de pressões inflacionárias, o próximo movimento poderá ser de queda ou de alta na taxa de juros. De fato, tal período de pausa do FED só é possível em razão da dinâmica mais benéfica da evolução do nível geral de preços na economia

Relatório de Gestão

Abril

2018

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2 americana, resultado de um dólar ainda forte, de

expectativas de inflação bem ancoradas e, sobretudo, da fraca relação observada entre a taxa de desemprego e a inflação. O último dado da inflação medida pelo PCE de março, por exemplo, ficou em 1.5% ao ano, abaixo da meta de 2% do FED.

Tais características da dinâmica de formação de preços têm levado a um debate dentro do FOMC sobre uma possível mudança de framework da política monetária. O objetivo dessa mudança é reancorar as expectativas da inflação para cima, tirando o viés dos agentes que percebem a meta de inflação de 2% do PCE como um teto, e não como uma média, como pretendido pelo comitê. A implicação prática disso é uma postura mais dovish para o FED no médio prazo, permitindo uma tolerância maior com a inflação, o que seria positivo para os mercados emergentes.

Quanto à economia chinesa, dados de atividade do começo do ano mostraram sinais de recuperação da produção industrial e das vendas no varejo depois de um longo processo de queda. As pesquisas com o setor empresarial, junto com os dados recentes de concessões de crédito, também indicam que uma estabilização esteja em curso diante de medidas de estímulo adotadas pelo governo até o momento. Nesse cenário, esperamos que as políticas anticíclicas adicionais empregadas pelo governo chinês durante 2019 garantam a estabilização da taxa de crescimento dos próximos trimestres, preservando um cenário global de crescimento sólido em 2019, porém mais moderado em relação a 2018.

Para isso, no entanto, entendemos que um acordo comercial com os EUA é de grande importância, na medida em que as políticas anticíclicas do governo chinês devem ter maior impacto na economia real na ausência de uma perspectiva de escala no conflito comercial que deteriore as expectativas e a confiança de empresários e consumidores na economia chinesa. De fato, as negociações comerciais entre China e EUA vem dando sinais concretos de evolução, aumentando as chances de que um acordo seja alcançado em meados de junho. Com relação à atividade na Europa, vale notar que, apesar da queda mais intensa da atividade industrial nos últimos meses, o setor de serviços tem se mostrado resiliente à

desaceleração da indústria diante do suporte recebido por um mercado de trabalho aquecido e por uma inflação baixa que, junto à política monetária ainda estimulante no bloco, dão base de sustentação para o crescimento do consumo. Diante disso, acreditamos que boa parte da queda da atividade industrial na Zona do Euro é explicada por choques transitórios somados às incertezas mais persistentes no plano internacional trazidas pelas tensões comerciais e pela desaceleração da China no fim de 2018. Uma vez que os efeitos dos choques se dissipem e as incertezas externas tenham um desfecho positivo, tal como está se desenhando, a atividade industrial europeia deve se estabilizar e alcançar uma expansão moderada nos próximos trimestres.

Estratégia Multimercado – MACRO

Ao longo do mês de abril, operamos com o risco do portfólio bastante reduzido. Apesar de manter visão construtiva com ativos de risco do Brasil, acreditamos que há um período de maior volatilidade pela frente por conta da efetiva desidratação da Reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.

Embora tenha havido uma melhora do diálogo entre executivo e legislativo no último mês, o governo está longe de formar uma base de sustentação mais permanente e existe um receio relevante entre os deputados mais experientes de passar uma reforma que fortaleça o presidente para o pleito eleitoral de 2022. O ambiente político segue incerto e com riscos de mais atrasos e redução relevante da Reforma, sugerindo, portanto, posicionamento cauteloso.

Assim, seguimos com pequena posição comprada em bolsa e em NTN-B 2035, e temos pequena posição comprada em inflação implícita atuando como hedge. Em termos de performance, o portfólio gerou um resultado levemente negativo no mês, impactado, principalmente, por pequenas perdas nas posições compradas em ações de empresas brasileiras. A parte em renda fixa gerou um resultado levemente positivo, derivado das posições em NTN-B 2035.

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Estratégia Long Short

ARX Long Short FIC FIM

Em abril, o fundo apresentou retorno de -0,11%, com uma volatilidade de 3,05% em 12 meses. Mantivemos uma exposição bruta (compras + vendas) ao redor de 94% e uma exposição financeira média de 4,5%.

As principais contribuições positivas vieram das posições compradas nos setores de varejo e financeiro e das alocações vendidas nos setores de serviços financeiros não-bancários e celulose.

Os detratores de retorno mais relevantes vieram das posições vendidas nos setores de alimentos e de consumo básico e da posição comprada no setor de petróleo.

Continuamos com uma exposição comprada representativa nos setores de varejo e bancos, que se beneficiam diretamente da recuperação da atividade econômica, além de uma posição relevante no setor petrolífero, devido às perspectivas positivas para o mercado de petróleo.

Estratégias Ações

ARX Income FIA

A rentabilidade do fundo em abril foi de 0,02%. As principais contribuições positivas foram Copel, BR Distribuidora e B3. Os maiores impactos negativos foram causados por Usiminas, B2W e Petrobras PN.

A ação da Copel teve uma valorização relevante por conta da expectativa de manutenção dos bons resultados apresentados pelo segmento de distribuição e pela aceleração do processo de venda de ativos não relacionados com o setor de energia.

A ação da BR Distribuidora também apresentou uma boa performance no mês devido à sinalização dada pela Petrobras de que pretende vender uma participação grande o suficiente para transformar a companhia em uma corporation, e por conta da perspectiva de melhora de sua margem operacional nos próximos trimestres.

O destaque negativo foi a ação da Usiminas, que sofreu uma desvalorização de dois dígitos refletindo as projeções recentes mais negativas com o crescimento da atividade econômica e devido à possibilidade de queda do preço do aço plano no curto prazo devido ao excesso de estoques dos seus distribuidores.

ARX FIA

No mês de abril a rentabilidade do fundo foi de 0,36% contra 0,98% do Ibovespa.

As principais contribuições positivas, em termos de alfa, vieram de BR Distribuidora, B3 e Hering, enquanto as principais perdas vieram de Petrobras e Gerdau.

Depois de ter sofrido em março por conta de revisão da atividade para baixo e do receio com relação ao tamanho da possível oferta da Petrobras, que tem 71% da companhia, no último mês, a ação da BR Distribuidora recuperou parte da perda. Está ficando mais claro que essa oferta será grande o suficiente para transformar a BR em uma corporation. Esse formato, onde não há um acionista controlador, deve melhorar seu nível de governança e sua operação.

As ações da Hering tiveram bom desempenho com a divulgação dos resultados do 1º trimestre de 2019. Pelo segundo semestre seguido, após a mudança de sua gestão, a companhia apresentou um crescimento de 2 dígitos das vendas nas mesmas lojas. Isso aumenta a confiança do mercado de que o turnaround da empresa está na direção correta para recuperar a perda de rentabilidade dos últimos anos.

Do lado negativo, as ações da Petrobras caíram por causa do questionamento do Governo Federal em relação ao aumento de preços do diesel, levando a um receio no mercado da volta do controle de preços, praticado pelo Governo Dilma. Depois de manter estável por 18 dias seguidos, a Petrobras anunciou um reajuste no preço do diesel na refinaria, o que acalmou o mercado, mas não foi suficiente para o valor da ação recuperar toda a queda ocorrida durante o evento.

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4 Vislumbramos, ainda, um bom risco retorno para a posição

em Petrobras que segue focando no processo de desinvestimento de USD 27 bilhões, incluindo a na venda de unidades de Refino e de participação relevante na BR Distribuidora para players estratégicos – no ano, a companhia já atingiu um total de USD 11 bilhões em venda de ativos.

As maiores alocações overweight do fundo estão nos setores de siderurgia e consumo discricionário, enquanto os maiores underweight estão em mineração e consumo básico.

ARX Long Term FIC FIA

Devido à estratégia de longo prazo, este Relatório de Gestão trará apenas semestralmente (junho e dezembro) um texto detalhado sobre as performances destes fundos.

Estratégia Equity Hedge

ARX Extra FIC FIM

O ARX Extra FIC FIM é uma combinação das estratégias Macro e Long & Short. Sugerimos fazer referência aos comentários apresentados neste Relatório de Gestão, com os destaques de cada estratégia.

Semestralmente (em junho e dezembro), este Relatório de Gestão trará um texto específico sobre a performance deste fundo.

Estratégia Crédito Privado

O mercado de emissões primárias continuou bastante aquecido no mês de abril, ajudando a contrabalancear o forte apetite dos fundos dedicados à estratégia de crédito privado. Não obstante, algumas emissões que vieram a mercado não tiveram adesão total ao volume ofertado e os bancos coordenadores tiveram que encarteirá-las.

Apesar deste volume ser pouco relevante frente ao total emitido no mês, este fato pode indicar um contraponto ao forte fechamento de spreads ocorrido ao longo dos últimos meses. Ao que tudo indica, o mercado começa a impor um

piso para esses achatamentos. Nesse interim, acreditamos na possibilidade de algumas correções de spreads em emissores específicos. Assim, optamos por manter maior cautela em nossas participações tanto no mercado primário como secundário para evitar movimentos irracionais de mercado.

Os fundos dedicados da estratégia tiveram um relevante crescimento de patrimônio líquido em abril. Readequamos a alocação de nossos portfólios participando tanto do mercado primário como secundário e operações bilaterais junto à instituições financeiras parceiras.

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Rentabilidade (%)

Estratégias/Fundos Abr-19 Mar-19 Fev-19 Ano 12meses Desde o início Data de início PL médio 12 meses2 DI

BNY Mellon ARX Cash FI RF CP 0,47 0,43 0,45 1,86 5,79 570.27 13/06/02 23.300

% do CDI 91,35 91,37 91,39 91,32 91,26 90,16

BNY Mellon ARX FI RF Ref. DI LP 0,47 0,42 0,44 1,83 5,69 320,51 03/02/05 94.254

% do CDI 89,95 86,63 90,05 89,95 89,75 90,04

Multimercado

ARX Target Institucional FIM 0,41 -0,05 0,12 1,58 6,03 1.196,83 02/09/99 77.898

% do CDI 79,72 -10,77 25,41 77,26 95,14 114,01

ARX Especial FIC FIM 0,17 -1,44 -0,37 0,46 4,10 173,31 15/12/09 139.700

% do CDI 32,98 -306,84 -75,92 22.64 64,60 118,11

Crédito Privado

ARX Denali FIRF CP 0,54 0,54 0,53 2,30 - 5,08 24/08/2018 -

% do CDI 103,8 115,3 107,99 113,0 120,4

ARX Vinson FIRF CP 0,57 0,57 0,56 2,43 - 5,24 24/08/2018 -

% do CDI 109,3 120,7 113,69 118,9 124,2

ARX Elbrus Debêntures Incentivadas FIM CP 1,13 0,83 0,51 4,43 - 10,14 24/08/2018 -

Dif. em p.p. do IMAB 5 0,03 0,05 0,03 0,42 0,42

Equity Hedge

ARX Extra FIC FIM -0,13 -1,75 -0,51 -0,28 3,33 814,64 23/12/03 291.935

% do CDI -24,89 -372,69 -103,28 -13,51 52,52 185,27

Long Short

ARX Long Short FIC FIM -0,11 0,11 0,20 0,54 4,09 548,60 16/03/05 77.132

% do CDI -20.69 23,07 41,30 26,60 64,42 157,76

Ações

ARX Income FIA 0,02 -1,61 -1,99 6,12 14,02 5.414,60 17/06/99 304.004

vs. Ibovespa (em p.p.) -0,97 -1,43 -0,13 -3,51 2,13 4.690,44

ARX FIA 0,36 -1,46 -1,71 7,20 10,93 1.866,02 18/07/01 19.385

vs. Ibovespa (em p.p.) -0,62 -1,28 0,15 -2,43 -0,96 1.277,15

ARX Long Term FIC FIA 0,38 -2,30 -2,75 4,28 15,70 686,54 05/09/08 85.809

vs. Ibovespa (em p.p.) -0,61 -2,12 -1,86 -5,35 3,81 601,03

Previdência

ARX Income Icatu Previdência FIM 0,49 -0,68 -0,86 5,45 11,71 1.033,38 21/09/00 38.384

ARX Denali Icatu Previdência FIRF CP 0.54 0,54 0,53 2,30 - 5.08 21/10/18 -

Indexadores

CDI 0,52 0,47 0,49 2,04 6,34

Ibovespa 0,98 -1,43 -1,86 9,63 11,89

Small Cap 1,66 0,10 -1,82 9,63 11,89

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Informações Importantes

BNY Mellon ARX Cash: O fundo tem por objetivo acompanhar a variação do CDI no curto prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Curto Prazo. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  BNY Mellon ARX FI Renda Fixa Referenciado DI LP: O fundo busca obter remuneração diária próxima ao CDI. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Referenciado DI. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  ARX Target Institucional FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,9%a.a. Taxa de administração máxima de 1,35%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 5.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 1.000. Movimentação Mínima: R$ 1.000.  ARX Especial FIC FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivamente. Resgates cotizam em D+4 ou D+0. Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Classificação ANBIMA: Multimercado Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Extra FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma administração ativa agressiva na alocação de seus recursos, visando superar o CDI ao longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Cotização em D0 com taxa de saída de 5% (cinco por cento) sobre o valor do montante resgatado e pagamento em D+1. Com isenção de taxa de saída: D+30, para conversão no próximo dia útil. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Long Short FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma combinação em lastro de títulos públicos federais com uma administração ativa em ações, utilizando instrumentos disponíveis tanto no mercado à vista quanto em derivativos. O fundo visa superar o CDI no longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D+1 e D+4 respectivamente. Resgates liquidam em D+5. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Income FIA: O objetivo do fundo é auferir rendimentos superiores à taxa de juros no longo prazo, por meio de investimento em ações. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 4%a.a. Não há taxa de performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Dividendos. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  ARX FIA: O fundo busca, através de uma escolha seletiva de ativos, maximizar o retorno de seus investimentos em ações, visando superar o Ibovespa. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 1,5%a.a. Taxa de administração máxima de 2,0%a.a. Taxa de Performance:20% do que exceder o Ibovespa. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Ibovespa Ativo. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Long Term FIC FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores qualificados que estejam dispostos a aceitar os riscos inerentes ao mercado de renda variável. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% do que exceder o Ibovespa; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+30. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo. ARX Income IcatuPrevidência FIM: O fundo busca proporcionar liquidez, proteção e rendimento aos planos de previdência atrelados a ele, através de investimentos em carteira diversificada de ativos financeiros. O fundo é destinado, exclusivamente, a receber recursos referentes às reservas técnicas de planos estruturados na modalidade de contribuição variável, cuja remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos PGBL e VGBL da ICATU HARTFORD SEGUROS S/A. Taxa de administração de 1,9%a.a. Não há taxa de administração máxima. Não há taxa de performance. Classificação ANBIMA: Previdência multimercados com renda variável. Não há Aplicação Inicial Mínima, Saldo de permanência no fundo ou Movimentação Mínima. O CDI é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  Horário para aplicações e resgates: das 10:00h às 14:00h.  Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou, do fundo garantidor de créditos – FGC. A Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A Rentabilidade divulgada não é líquida de impostos das taxas descritas no regulamento do fundo. Leia o prospecto e o regulamento antes de investir. Em atendimento à Instrução CVM nº 465, desde 02/05/2008, os fundos de renda variável deixaram de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passou a fazê-lo com base na cotação de fechamento. Assim comparações de rentabilidade devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média dos índices de ações e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento.

Os fundos ARX Expecial FIC FIM, ARX Extra FIC FIM, ARX Long Short FIC FIM e ARX Long Term FIC FIA estão autorizados a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Não há garantia de que os fundos multimercados e de renda fixa terão o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Alguns fundos geridos pela ARX Investimentos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. As taxas de administração máximas previstas compreendem a taxa de administração mínima e o percentual máximo que a política do fundo admite despender em razão das taxas de administração dos fundos de investimento investidos. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Os fundos de ações e multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. O indicador CDI é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos de Previdência e Ações. O indicador Ibovespa é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência. Os indicadores IGPM+6% e Small Cap são meras referências econômicas, e não meta ou parâmetro de performance para os Fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência, ARX Income FIA, ARX FIA e ARX Long Term FIC FIA.  Administrador/Distribuidor: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. (CNPJ: 02.201.501/0001-61). Av. Presidente Wilson, 231, 11º andar - Rio de Janeiro, RJ, CEP 20030-905 - www.bnymellon.com.br/sf.  Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): [email protected] ou (21) 3219–2600 ou 0800 021 9512.  Ouvidoria: [email protected] ou 0800 021 9512.

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