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Livro: Mediunidade e Sintonia F.C. Xavier_Emmanuel

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Mediunidade é força mental, talento criativo

da alma, capacidade de comunicação e de

interpretação do espírito, imã do próprio ser.

Sintonia é acordo mútuo.

Livro: Mediunidade e Sintonia

F.C. Xavier_Emmanuel

Eis porque, examinando a mediunidade e sabendo que a

sintonia se lhe faz inerente, se possível ousaríamos perguntar:

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ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA

3º ANO – ESTUDO MEDIÚNICO

AULA Nr. 6

COMUNICAÇÕES GROSSEIRAS,

FRÍVOLAS, SÉRIAS E INSTRUTIVAS

***

Capítulo 10: Natureza das Comunicações

(3)

4x COMENTÁRIOS PRELIMINARES:

 Todo efeito que revela na sua causa um ato de vontade livre, por

insignificante que seja, denuncia através dele uma causa

inteligente.

 Utilidade prática dos efeitos se modificam quando permite uma

troca de idéias regular e contínua.

 Pelas comunicações verifica-se a variedade na escala evolutiva dos

espíritos, tanto no aspecto intelectual quanto no moral.

 Todas as diferenças nas comunicações podem ser classificadas em

quatro categorias principais:

Grosseiras, Frívolas, Sérias e Instrutivas.

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1ª) O QUE SÃO COMUNICAÇÕES GROSSEIRAS?

 São as que contem expressões que ferem o decoro.

 Só podem provir de espíritos de baixa classe, ainda manchados

por todas as impurezas da matéria.

 Em nada se diferem das que são dadas por homens viciosos e

grosseiros.

 Repugnam a toda pessoa que tenha um mínimo de

sensibilidade.

 São dadas por Espíritos triviais, ignóbeis, obscenos, insolentes,

arrogantes, malévolos e até mesmo ímpios.

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2ª) O QUE SÃO COMUNICAÇÕES FRÍVOLAS?

 São as comunicações de Espíritos levianos, zombeteiros ou maliciosos, mais astuciosos do que maus, e que não dão importância ao que dizem.

 Como nada tem de maldade, agradam a certas pessoas que se divertem

com elas e encontram satisfação nas conversas fúteis, em que muito se fala e nada se diz.

 Esses Espíritos às vezes são espirituosos e mordazes, misturando brincadeiras com duras verdades, que quase sempre ferem os ouvintes.

 A verdade é o que menos os preocupa, tendo prazer em mistificar os que

tem fraqueza, e sendo presunçosos ao fazerem acreditar em suas palavras.

 As pessoas que gostam deste tipo de comunicação afastam de si os Espíritos sérios, assim como os homens sérios se afastam dos levianos.

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3ª) O QUE SÃO COMUNICAÇÕES SÉRIAS?

 São as que tratam de assuntos graves e de maneira ponderada.

 Toda comunicação que exclui a frivolidade e a grosseria, tendo uma finalidade útil, mesmo que de interesse particular, é naturalmente séria, embora não esteja isenta de erros.

 Os Espíritos sérios não são todos igualmente esclarecidos. Há muitas coisas que eles ignoram e sobre as quais se podem enganar de boa fé.

 Os Espíritos verdadeiramente superiores nos recomendam que submetamos sempre todas as comunicações ao controle da razão e da lógica mais severa.  É necessário distinguirmos as sérias das falsamente sérias, o que nem

sempre é fácil, para evitarmos as idéias de Espíritos presunçosos ou pseudo-sábios, que se adornam de nomes respeitáveis e venerados.

(7)

4ª) O QUE SÃO COMUNICAÇÕES INSTRUTIVAS?

 São as que têm por finalidade principal algum ensinamento dado pelos

Espíritos sobre as Ciências, a Moral, a Filosofia, etc.

 Sua maior ou menor profundidade depende do grau de elevação e de desmaterialização do Espírito.

 Para se obterem proveitos reais dessas comunicações, é necessário que elas sejam seguidas com perseverança.

 Os Espíritos sérios se ligam aos que desejam instruir-se e perseveram,

deixando aos levianos aqueles que procuram distrações passageiras.

 É somente pela regularidade e a frequência dessas comunicações que podemos apreciar o valor moral e intelectual dos Espíritos, bem como o grau de confiança que eles merecem.

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COMENTÁRIOS FINAIS:

 Os meios de comunicação são muito variados, agindo sobre

os nossos órgãos e sobre todos os nossos sentidos.

 Os Espíritos podem manifestar-se através:

... da

visão

, nas aparições;

... do

tato

, pelas impressões tangíveis;

... da

audição

, pelos ruídos;

... do

olfato

, pelos odores sem causa conhecida.

 Devemos examinar com cuidado os diversos meios de obter

comunicações, visando a permuta de idéias regular e contínua.

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5 - Curiosidade

Reunião pública de 18/01/1960 Questão nº

31

A curiosidade, quando respeitável, é princípio

da ciência, mas somente

princípio

.

Sem trabalho perseverante, assemelhar-se-ia, decerto,

ao primeiro passo de uma longa excursão, interrompida

no

limiar

.

(= início, princípio)

E observando-se que o progresso é obra de todos, é

preciso que o seareiro da ação palmilhe a

senda

dos

precursores para realizar o serviço que lhe compete.

(10)

Colombo descobre as terras do Novo Mundo,

depois de anotar os apontamentos de Perestrelo.

Planté articula os acumuladores de eletricidade, sob

a forma de energia química, mas toma por base a

pilha de Volta.

Marconi, para alcançar o telégrafo sem fios, utiliza as

experiências de Branly.

Pasteur demonstra definitivamente a origem microbiana das

doenças infecciosas, precedido, porém, por Davaine e outros.

Para tudo isso, no entanto, não se imobilizam em poltronas de

sonho, nem param à frente de esboços.

(11)

Por outro lado, é imprescindível reconhecer que a

curiosidade, ante o deslumbramento, é qual

semente de árvore destinada a bons frutos,

conservada, porém, sob uma campânula de vidro.

Imaginemos um índio, habituado aos sons da inúbia e do boré,

que aspirasse a conhecer melodias mais elevadas.

(inúbia / boré = instrumentos musicais indígenas de sopro)

Apresentar-lhe, só por isso, uma partitura de Beethoven seria o

mesmo que propor a filosofia de Spinosa a uma criança de berço.

Antecedendo a conquista, é imperioso que a educação lhe

(12)

Da pedra ao micróbio,

do micróbio ao verme,

do verme ao homem e

do homem à estrela...,

...o Universo é todo um conjunto de soberbos fenômenos,

desafiando-nos o conhecimento e a interpretação.

Não esperes, assim, que os Espíritos Angélicos

venham ferir-nos o aprendizado.

Quaisquer recursos demasiado transcendentes,

que nos trouxessem, serviriam apenas como

fatores de encantamento inútil, à maneira de

fogos de artifício, tumultuando a emoção dos

meninos necessitados da escola.

(13)

Também, na mediunidade, não aguardes

concessões de pechincha.

Há, nos reinos do espírito, leis e princípios,

novas revelações e novos mundos a

conquistar.

Isso, entretanto,

exige

, antes de tudo...,

• paciência e trabalho,

• responsabilidade e entendimento,

• atenção e suor.

(14)

CRISTOVÃO COLOMBO

(1451 – 1506)

Foi um navegador e explorador italiano,

responsável por liderar a frota que alcançou o

continente americano em 12 de Outubro de 1492,

sob as ordens dos Reis Católicos de Espanha, no

chamado Descobrimento da América.

BARTOLOMEU PERESTRELO

(1394 - 1457)

Foi um fidalgo português, um dos povoadores

do arquipélago da Madeira em 1420 juntamente

com João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira.

(15)

GASTÓN PLANTÉ

(1834 – 1889)

Foi um físico francês, inventor da bateria

de chumbo-ácido‎ em 1859, que se tornou

o primeiro tipo de bateria recarregável a

ser comercializado.

ALESSANDRO VOLTA

(1745 - 1827)

Foi um físico italiano, conhecido

especialmente pela invenção da pilha

elétrica.

(16)

GUILHERME MARCONI

(1874 – 1937)

Foi um físico e inventor italiano, criador do

primeiro sistema prático de telegrafia sem

fios em 1896.

ÉDOUARD BRAINLY

(1844 - 1940)

Foi um físico francês, pioneiro da

telegrafia sem fio.

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LOUIS PASTEUR

(1822 – 1895)

Foi um cientista francês, cujas

descobertas tiveram enorme importância

na história da química e da medicina,

entre elas o processo de pasteurização.

CASIMIR DAVAINE

(1812 - 1882)

Foi um físico francês conhecido por seus

trabalhos no campo da microbiologia.

(18)

LUDWIG VAN BEETHOVEN

(1770 – 1827)

Foi um compositor alemão, do período de

transição entre o Classicismo (séc. 18) e o

Romantismo (séc. 19), mundialmente

conhecido por sua 5ª Sinfonia.

BARUCH ESPINOZA

(1632 - 1677)

Foi um filósofo holandês e um dos grandes

racionalistas do séc. 17 dentro da chamada

Filosofia Moderna, juntamente com René

Descartes e Gottfried Leibniz.

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Referências

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