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Comissão do Comércio Internacional

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Academic year: 2021

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(1)

AM\1066690PT.doc PE560.865v01-00

PT

Unida na diversidade

PT

Parlamento Europeu

2014 - 2019

Comissão do Comércio Internacional

2014/0005(COD) 25.6.2015

ALTERAÇÕES

18 - 61

Projeto de relatório Marietje Schaake (PE554.890vv02-00)

Comércio de determinadas mercadorias suscetíveis de serem utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes

Proposta de regulamento

(2)

PE560.865v01-00 2/33 AM\1066690PT.doc

PT

(3)

AM\1066690PT.doc 3/33 PE560.865v01-00

PT

Alteração 18

Tiziana Beghin

Proposta de regulamento Considerando 6-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(6-A) A promoção de mercadorias proibidas ao abrigo do presente

regulamento ou do direito nacional tem lugar em exposições e feiras da União em vários Estados-Membros. Or. en Alteração 19 Tiziana Beghin Proposta de regulamento Considerando 6-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

(6-B) Em vários Estados-Membros, tem lugar a promoção pelas empresas de uma série de mercadorias atualmente não proibidas pelo presente regulamento mas que não são adequadas para utilização pelas forças de segurança e suscetíveis de facilitar a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, incluindo determinados dispositivos de contacto direto para aplicação de descargas elétricas.

Or. en

Alteração 20 Aldo Patriciello

(4)

PE560.865v01-00 4/33 AM\1066690PT.doc

PT

Proposta de regulamento Considerando 8

Texto da Comissão Alteração

(8) Seria igualmente adequado conceder uma autorização global nos casos em que um fabricante precisa de exportar

medicamentos sujeitos a controlo no âmbito do Regulamento (CE)

n.º 1236/2005 para um distribuidor num país que não aboliu a pena de morte, desde que o exportador e o distribuidor tenham concluído um acordo juridicamente vinculativo exigindo que o distribuidor aplique um conjunto adequado de medidas que garantam que os medicamentos não serão utilizados para aplicar a pena de morte.

(8) Seria igualmente adequado conceder uma autorização global nos casos em que um fabricante precisa de exportar

medicamentos sujeitos a controlo no âmbito do Regulamento (CE)

n.º 1236/2005 para um distribuidor num país que não aboliu a pena de morte, desde que o exportador e o distribuidor tenham concluído um acordo juridicamente vinculativo exigindo que o distribuidor aplique um conjunto adequado de medidas que garantam que os medicamentos não serão utilizados para aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou

tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Or. it

Alteração 21 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento Considerando 10-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(10-A) O regulamento em vigor não conseguiu controlar adequadamente um conjunto adicional de mercadorias, incluindo as cadeiras concebidas para imobilizar seres humanos, os dispositivos acústicos e as armas de ondas

milimétricas.

Or. en

Alteração 22 Aldo Patriciello

(5)

AM\1066690PT.doc 5/33 PE560.865v01-00

PT

Proposta de regulamento

Considerando 12

Texto da Comissão Alteração

(12) É necessário proibir os corretores na União de prestar serviços de corretagem relacionados com as mercadorias cuja exportação e importação são proibidas, uma vez que tais mercadorias, na prática, só podem ser utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. A proibição da prestação de tais serviços tem como objetivo defender a moral pública.

(12) É necessário proibir os corretores na União de prestar serviços de corretagem relacionados com as mercadorias cuja exportação e importação são proibidas, uma vez que tais mercadorias, na prática, só podem ser utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. A proibição da prestação de tais serviços tem como objetivo defender a moral pública e respeitar os princípios da

dignidade humana que estão na base dos valores europeus, tal como previsto no Tratado da União Europeia e na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

Or. it Alteração 23

Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento Considerando 19-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(19-A) Deverá ser introduzida uma cláusula de utilização final, de modo a que os Estados-Membros suspendam ou ponham termo à transferência de bens relacionados com a segurança não enumerados nos anexos II e III que, claramente, só possam ser utilizados para aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, ou sempre que existam motivos razoáveis para supor que a transferência de tais bens

conduziria à facilitação ou à aplicação da pena de morte, da tortura ou de outras

(6)

PE560.865v01-00 6/33 AM\1066690PT.doc

PT

penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. Os poderes conferidos ao abrigo da cláusula de utilização final não deverão ser extensíveis aos produtos médicos que possam ser utilizados para aplicar a pena de morte,

Or. en

Alteração 24 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 1 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 1

Texto da Comissão Alteração

O presente Regulamento estabelece o regime da União aplicável às trocas comerciais, com países terceiros, de

mercadorias suscetíveis de serem utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, bem

como à prestação de serviços de

corretagem e de assistência técnica com elas relacionada.

O presente Regulamento estabelece o regime da União aplicável às trocas comerciais, com países terceiros, de

mercadorias suscetíveis de serem utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, à prestação de serviços de corretagem e de assistência técnica com elas relacionada,

bem como à promoção e ao marketing comercial dessas mercadorias, inclusive através da Internet.

Or. en

Alteração 25

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea a-A) (nova) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 2 – alínea f)

Texto em vigor Alteração

(7)

AM\1066690PT.doc 7/33 PE560.865v01-00

PT

redação:

f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem ou qualquer outro serviço técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação, transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;

f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem, a

utilização ou as práticas ou qualquer outro

serviço técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação, transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;

Or. en (A presente alteração modifica uma disposição do ato em vigor – artigo 2.°, alínea f) – que não é referida na proposta da Comissão.)

Alteração 26 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea a-A) (nova) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 2 – alínea f)

Texto em vigor Alteração

(a-A) A alínea f) passa a ter a seguinte redação:

f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem ou qualquer outro serviço técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação, transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;

“f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem, a

utilização ou qualquer outro serviço

técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação,

transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;

(8)

PE560.865v01-00 8/33 AM\1066690PT.doc

PT

Or. en Justificação

A presente alteração modifica uma disposição do ato em vigor – artigo 2.°, alínea f) – que não é referida na proposta da Comissão. A alteração pretende aditar a palavra «utilização» para esclarecer a definição de assistência técnica.

Alteração 27 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea a-A) (nova) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 2 – alínea f)

Texto em vigor Alteração

(a-A) A alínea f) passa a ter a seguinte redação:

“f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem ou qualquer outro serviço técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação, transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;”

“f) «Assistência técnica», qualquer apoio técnico relacionado com a reparação, o desenvolvimento, o fabrico, a realização de ensaios, a manutenção, a montagem, a

utilização ou qualquer outro serviço

técnico, que pode assumir formas como instrução, assessoria, formação,

transmissão de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A assistência técnica abrange formas de assistência oral e de assistência prestada por via eletrónica;

Or. en (A presente alteração modifica uma disposição do ato em vigor – artigo 2.°, alínea f) – que não é referida na proposta da Comissão.)

Alteração 28

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

(9)

AM\1066690PT.doc 9/33 PE560.865v01-00

PT

Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 2 – alínea l)

Texto da Comissão Alteração

l) «Corretor», qualquer pessoa singular ou coletiva ou parceria residente ou

estabelecida num Estado-Membro da

União e que preste serviços definidos na

alínea k), da União para o território de um

país terceiro;

l) «Corretor», qualquer pessoa singular,

residente ou nacional de um

Estado-Membro, ou qualquer pessoa

coletiva ou parceria e as respetivas filiais, estabelecida num Estado-Membro, que preste serviços definidos na alínea k);

Or. en

Alteração 29 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea c) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 2 – alínea 1)

Texto da Comissão Alteração

l) «Corretor», qualquer pessoa singular ou coletiva ou parceria residente ou

estabelecida num Estado-Membro da

União e que preste serviços definidos na

alínea k), da União para o território de um país terceiro;

l) «Corretor», qualquer pessoa singular,

residente ou nacional de um

Estado-Membro, ou qualquer pessoa

coletiva ou parceria estabelecida num Estado-Membro que preste serviços definidos na alínea k), da União para o território de um país terceiro, ou fora da

União por uma filial com sede no exterior do território da UE de uma empresa da UE;

Or. en

Alteração 30 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea c) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

(10)

PE560.865v01-00 10/33 AM\1066690PT.doc

PT

Texto da Comissão Alteração

m) «Prestador de assistência técnica» qualquer pessoa singular ou coletiva ou parceria residente ou estabelecida num Estado-Membro da União, que preste assistência técnica definida na alínea f), da

União para o território de um país terceiro;

m) «Prestador de assistência técnica», qualquer pessoa singular ou coletiva ou parceria residente ou estabelecida num Estado-Membro da União, que preste assistência técnica definida na alínea f);

Or. en

Alteração 31

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 2-A (novo)

Texto em vigor Alteração

(2-A) No artigo 3.º, o n.º 1 passa a ter a seguinte redação:

1. São proibidas todas as exportações de mercadorias que, na prática, só possam ser utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou

tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, enumeradas no anexo II, independentemente da sua origem.

1. São proibidas todas as exportações de mercadorias que, na prática, só possam ser utilizadas para aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou

tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, enumeradas no anexo II, independentemente da sua origem. É proibida, independentemente de ser

efetuada com contrapartida pecuniária, a

prestação, a partir do território aduaneiro

da Comunidade, a qualquer pessoa,

entidade ou organismo de um país terceiro,

de assistência técnica relacionada com as mercadorias enumeradas no anexo II.

É proibida a prestação de assistência

técnica relacionada com as mercadorias enumeradas no anexo II ou a facilitação ou aplicação da pena de morte, da tortura e de outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, por qualquer pessoa singular, residente ou nacional de um Estado-Membro, ou qualquer pessoa coletiva ou parceria e respetivas filiais, estabelecida num Estado-Membro, a

qualquer pessoa, entidade ou organismo de um país terceiro.

Or. en (A presente alteração modifica uma disposição do ato em vigor – artigo 2.°, alínea f) – que

(11)

AM\1066690PT.doc 11/33 PE560.865v01-00

PT

não é referida na proposta da Comissão.) Alteração 32

Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 3-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 4-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

(3-A) É aditado o seguinte artigo: Artigo 4.º-B

Proibição de marketing e promoção comerciais

São proibidos o marketing e a promoção comerciais na União, por empresas registadas ou não na União e por pessoas singulares, destinados à transferência de mercadorias enumeradas no anexo II. Essas atividades de marketing e a promoção comerciais incluem as

realizadas recorrendo a fontes intangíveis, nomeadamente a Internet. São

igualmente proibidos outros serviços auxiliares, incluindo o transporte, os serviços financeiros, o seguro e o resseguro.

Or. en

Alteração 33

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 3-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 4-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

(12)

PE560.865v01-00 12/33 AM\1066690PT.doc

PT

Artigo 4.º-B

Proibição de marketing e promoção comerciais

São proibidos o marketing e a promoção comerciais, inclusive em linha, na União, por qualquer pessoa singular ou coletiva ou parceria, com vista a uma potencial transferência de mercadorias enumeradas no anexo II.

Or. en

Alteração 34 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 3-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 4-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

(3-A) É aditado o seguinte artigo: «Artigo 4.º-B»

Proibição de promoção e marketing comerciais

São proibidas as atividades de promoção e marketing comerciais e de comércio eletrónico na União, por empresas

registadas ou não na União e por pessoas singulares, destinadas à transferência de mercadorias enumeradas no anexo II.

Or. en

Alteração 35

Santiago Fisas Ayxelà Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 4 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 5 – n.º 1

(13)

AM\1066690PT.doc 13/33 PE560.865v01-00

PT

Texto da Comissão Alteração

Todas as importações de mercadorias enumeradas no anexo III ficam sujeitas a autorização, independentemente da sua origem. Não ficam, contudo, sujeitas a autorização as mercadorias que apenas transitem pelo território aduaneiro da União, ou seja, aquelas a que não tenha sido atribuído um tratamento ou destino aduaneiro distintos do regime de trânsito externo previsto no artigo 91.º do

Regulamento (CEE) n.º 2913/92 do Conselho, incluindo a armazenagem de mercadorias não UE numa zona franca de controlo de tipo I ou num entreposto franco.

Todas as importações de mercadorias enumeradas no anexo III ficam sujeitas a autorização, independentemente da sua origem. Não ficam, contudo, sujeitas a autorização as mercadorias que apenas transitem pelo território aduaneiro da União, ou seja, aquelas a que não tenha sido atribuído um tratamento ou destino aduaneiro distintos do regime de trânsito externo previsto no artigo 91.º do

Regulamento (CEE) n.º 2913/92 do Conselho, incluindo a armazenagem de mercadorias não UE numa zona franca de controlo de tipo I ou num entreposto franco, exceto se o corretor tiver

conhecimento ou suspeitas fundadas de que a remessa dessas mercadorias se destina a ser utilizada, total ou parcialmente, para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos e degradantes num país terceiro fora do território aduaneiro da União.

Or. en

Alteração 36 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 5-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 6 – parágrafo 1-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

Ao artigo 6.º é aditado o seguinte número: (1-A) A autoridade competente, tendo em conta toda a evidência pertinente, deve realizar, em conjunto com os

Estados-Membros, ações de divulgação adequadas, a fim de garantir que todas as empresas que promovem equipamento de segurança e as empresas que organizam

(14)

PE560.865v01-00 14/33 AM\1066690PT.doc

PT

feiras e outros eventos em que esse equipamento é promovido tenham

conhecimento de que esses equipamentos podem ser utilizados para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes e de que podem eventualmente ser proibidas de expor e ver retiradas as suas autorizações.

Or. en

Alteração 37 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 5-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 6-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(5-A) É inserido o artigo seguinte: Artigo 6.º-A

Requisito de autorização de trânsito 1. É exigida uma autorização para o trânsito de mercadorias enumeradas no anexo III ou no anexo III-A, caso o operador económico tenha sido

informado pelas autoridades competentes do Estado-Membro de trânsito de que os produtos em causa se destinam ou podem ser destinados, na sua totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

2. Se um operador económico tiver conhecimento de que os produtos em trânsito enumerados no anexo III ou no anexo III-A se destinam, na sua

totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou

(15)

AM\1066690PT.doc 15/33 PE560.865v01-00

PT

competentes, que devem decidir se é ou não oportuno sujeitar a passagem em trânsito em questão a autorização. 3. Um Estado-Membro que exija uma autorização para o trânsito de um produto não enumerado na lista dos anexos III ou III-A, em conformidade com o disposto nos n.ºs 1 e 2, informa imediatamente do facto os outros Estados-Membros e a Comissão.

Or. en

Alteração 38 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 6 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 7-A – n.º 1

Texto da Comissão Alteração

1. É proibido a qualquer corretor prestar a qualquer pessoa, entidade ou organismo de um país terceiro serviços de corretagem relacionados com as mercadorias enumeradas no anexo III,

independentemente da origem das mesmas, se o corretor tiver conhecimento ou

motivos para suspeitar de que qualquer parte de uma remessa dessas mercadorias se destina ou pode destinar-se a ser utilizada para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, num país que não pertença ao território aduaneiro da União.

1. É proibido a qualquer corretor prestar a qualquer pessoa, entidade ou organismo de um país terceiro serviços de corretagem relacionados com as mercadorias

enumeradas no anexo III e no anexo III-A, independentemente da origem das mesmas, se o corretor tiver conhecimento ou

motivos para suspeitar de que qualquer parte de uma remessa dessas mercadorias se destina ou pode destinar-se a ser utilizada para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, num país que não pertença ao território aduaneiro da União.

Or. en

Alteração 39 Ska Keller

(16)

PE560.865v01-00 16/33 AM\1066690PT.doc

PT

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 6 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 7-A – n.º 2

Texto da Comissão Alteração

2. É proibido a qualquer prestador de assistência técnica prestar a qualquer pessoa, entidade ou organismo de um país terceiro assistência técnica relacionada com as mercadorias enumeradas no anexo III, independentemente da origem das mesmas, se tiver conhecimento ou motivos para suspeitar de que qualquer parte de uma remessa dessas mercadorias se destina ou pode destinar-se a ser utilizada para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, num país que não pertença ao território aduaneiro da União.

2. É proibido a qualquer prestador de assistência técnica prestar a qualquer pessoa, entidade ou organismo de um país terceiro assistência técnica relacionada com as mercadorias enumeradas no anexo III e no anexo III-A,

independentemente da origem das mesmas, se tiver conhecimento ou motivos para suspeitar de que qualquer parte de uma remessa dessas mercadorias se destina ou pode destinar-se a ser utilizada para infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, num país que não pertença ao território

aduaneiro da União. É também proibido a

qualquer prestador de assistência técnica dar instrução, assessoria, formação ou transmitir conhecimentos práticos ou capacidades suscetíveis de ajudar a aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Or. en Justificação

Independentemente do fornecimento de equipamentos atualmente abrangidos pelo âmbito de aplicação do regulamento, pode perfeitamente ser prestada assistência técnica suscetível de auxiliar a aplicação de execuções judiciais, tortura ou outras formas de maus-tratos.

Alteração 40

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 6-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

(17)

AM\1066690PT.doc 17/33 PE560.865v01-00

PT

Texto da Comissão Alteração

(6-A) Após o artigo 7.º-A, é inserido o seguinte artigo:

Artigo 7.º-A-A

Os Estados-Membros são encorajados a promover as boas práticas entre os prestadores de assistência técnica, a fim de garantir que esta assistência contribui positivamente para o combate à tortura e às outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Or. en

Alteração 41 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 6-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 7-A-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(6-A) Após o artigo 7.º-A, é inserido o seguinte artigo:

Artigo 7.º-A-A

Cláusula de utilização final específica 1. Um Estado-Membro deve proibir ou suspender a transferência de qualquer produto relacionado com a segurança não enumerado nos anexos II e III que, manifestamente, só pode ser utilizado para aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, ou sempre que existam motivos razoáveis para supor que a transferência desse produto

facilitaria a aplicação da pena de morte, da tortura ou de outras penas ou

(18)

PE560.865v01-00 18/33 AM\1066690PT.doc

PT

degradantes;

2. Os Estados-Membros devem notificar a Comissão de quaisquer medidas adotadas nos termos do n.º 1 imediatamente após a respetiva adoção, indicando os motivos exatos da adoção de tais medidas. 3. Os Estados-Membros devem igualmente notificar de imediato a Comissão de qualquer alteração introduzida nas medidas adotadas nos termos do n.º 1.

4. A Comissão publica as medidas que lhe foram notificadas nos termos dos n.ºs 2 e 3 na série C do Jornal Oficial da União Europeia.

5. A Comissão deve determinar se essas mercadorias devem ser aditadas ao anexo pertinente, para que a sua transferência seja proibida ou sujeita a autorização. 6. Os poderes conferidos ao abrigo da cláusula de utilização final específica não devem ser extensíveis aos produtos

médicos que possam ser utilizados para aplicar a pena de morte.

Or. en

Alteração 42

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 6-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 7-A-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

(6-A) Após o artigo 7.º-A-A, é inserido o seguinte artigo:

Artigo 7.º-A-B

Suspensões de transferências individuais 1. Um Estado-Membro deve proibir ou suspender qualquer transferência

(19)

AM\1066690PT.doc 19/33 PE560.865v01-00

PT

individual de produtos que são abrangidos pelo âmbito de aplicação do presente regulamento mas que, atualmente, não estejam incluídos nos anexos, sempre que esses produtos só possam ser utilizados para aplicar a pena de morte, a tortura e outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, ou existam provas de que a sua transferência para um determinado utilizador final

conduziria à facilitação ou à aplicação da pena de morte, da tortura e de outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes;

2. Os Estados-Membros devem notificar a Comissão de quaisquer medidas adotadas nos termos do n.º 1 imediatamente após a respetiva adoção, indicando os motivos exatos para tais medidas.

3. Os Estados-Membros devem igualmente notificar de imediato a Comissão de qualquer alteração introduzida nas medidas adotadas nos termos do n.º 1.

4. A Comissão publica as medidas que lhe foram notificadas nos termos dos n.ºs 2 e 3 na série C do Jornal Oficial da União Europeia.

5. A Comissão deve determinar se essas mercadorias devem ser aditadas ao anexo pertinente, para que a sua transferência, para todos ou determinados utilizadores finais ou destinos, seja proibida ou sujeita a autorização.

Or. en

Alteração 43

Santiago Fisas Ayxelà Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 7 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 7-B – n.º 1

(20)

PE560.865v01-00 20/33 AM\1066690PT.doc

PT

Texto da Comissão Alteração

Todas as exportações de mercadorias enumeradas no anexo III-A ficam sujeitas a autorização, independentemente da sua origem. Não ficam, contudo, sujeitas a autorização as mercadorias que apenas transitem pelo território aduaneiro da União, ou seja, aquelas a que não tenha sido atribuído um tratamento ou destino aduaneiro distintos do regime de trânsito externo previsto no artigo 91.º do

Regulamento (CEE) n.º 2913/92 do Conselho, incluindo a armazenagem de mercadorias não UE numa zona franca de controlo de tipo I ou num entreposto franco.

Todas as exportações de mercadorias enumeradas no anexo III-A ficam sujeitas a autorização, independentemente da sua origem. Não ficam, contudo, sujeitas a autorização as mercadorias que apenas transitem pelo território aduaneiro da União, ou seja, aquelas a que não tenha sido atribuído um tratamento ou destino aduaneiro distintos do regime de trânsito externo previsto no artigo 91.º do

Regulamento (CEE) n.º 2913/92 do Conselho, incluindo a armazenagem de mercadorias não UE numa zona franca de controlo de tipo I ou num entreposto franco, exceto se o corretor tiver

conhecimento ou suspeitas fundadas de que a remessa dessas mercadorias se destina, total ou parcialmente, a ser utilizada para aplicar a pena de morte num país terceiro fora do território aduaneiro da União.

Or. en

Alteração 44 Sander Loones

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 7-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 1 – n.º 7-D-A) (novo)

Texto da Comissão Alteração

(7-A) É inserido o seguinte capítulo: «Capítulo III-A-A

Cláusula de caráter geral Artigo 7.º-D-A

1. É exigida uma autorização para a exportação dos produtos concebidos ou comercializados para fins de manutenção da ordem pública não enumerados no

(21)

AM\1066690PT.doc 21/33 PE560.865v01-00

PT

anexo II ou III, caso o exportador tenha sido informado pelas autoridades

competentes do Estado-Membro em que reside ou se encontra estabelecido de que os produtos em causa se destinam ou podem ser destinados, na sua totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou

tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

2. Se um exportador tiver motivos

razoáveis para supor que os produtos que propõe exportar, não enumerados no anexo II ou III, se destinam, na sua totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, deve notificar as

autoridades do Estado-Membro em que reside ou se encontra estabelecido, que devem decidir se é ou não oportuno sujeitar a exportação em questão a autorização.

3. Os medicamentos e os produtos farmacêuticos não são abrangidas pelo âmbito de aplicação do presente artigo, mas unicamente pelo processo de urgência do artigo 15.º-B.

4. Qualquer Estado-Membro que imponha um requisito de autorização para a exportação de produtos não

enumerados na lista dos anexos II ou III, em aplicação do disposto nos n.ºs 1 e 2, informa do facto os outros Estados-Membros e a Comissão, se necessário. 5. Os outros Estados-Membros tomam devidamente em conta esta informação e transmitem-na à administração aduaneira e às restantes autoridades nacionais competentes.

6. Caso imperativos de urgência assim o exijam, a Comissão adota atos delegados para aditar os produtos a que se referem os n.ºs 1 e 2 aos anexos II ou III. O procedimento previsto no artigo 15.º-B aplica-se aos atos delegados adotados nos

(22)

PE560.865v01-00 22/33 AM\1066690PT.doc

PT

termos do presente número.

Or. en Justificação

The exemption of medicines from the catch-all clause is proposed on the basis that there is no ambiguity around the definitions of particular pharmaceuticals in the way that there may be for certain products in the law enforcement sector. Pharmaceutical products have specific definitions in terms of both chemical compositions and customs codes, and as a result can be effectively regulated using a list based system, provided that the listing can be updated swiftly in response to new information. The Urgency Procedure of article 15b allows new medicines to be listed without delay, and as such negates the need for a catch-all clause in the medicinal context. This amendment would preserve patients' access to life saving medicines.

Alteração 45

Santiago Fisas Ayxelà Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 7-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 1 – n.º 7-D-A) (novo)

Texto da Comissão Alteração

(7-A) É inserido o seguinte capítulo: «Capítulo III-A-A

Cláusula de caráter geral Artigo 7.º-D-A

1. É exigida uma autorização para a exportação de quaisquer produtos não enumerados no anexo II, III ou III-A, com exclusão dos medicamentos e produtos farmacêuticos, caso o

exportador tenha sido informado pelas autoridades competentes do Estado-Membro em que reside ou se encontra estabelecido de que os produtos em causa se destinam ou podem ser destinados, na sua totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

(23)

AM\1066690PT.doc 23/33 PE560.865v01-00

PT

de que os produtos não farmacêuticos que propõe exportar, não enumerados no anexo II, III ou III-A, se destinam, na sua totalidade ou em parte, a aplicar a pena de morte ou infligir tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, deve notificar as

autoridades do Estado-Membro em que reside ou se encontra estabelecido, que devem decidir se é ou não oportuno sujeitar a exportação em questão a autorização.

3. Qualquer Estado-Membro que imponha um requisito de autorização para a exportação de um produto não farmacêutico não enumerado na lista dos anexos III ou III-A, em aplicação do disposto nos n.ºs 1 e 2, informa do facto os outros Estados-Membros e a Comissão, se necessário.

4. Os outros Estados-Membros tomam devidamente em conta esta informação e transmitem-na à administração aduaneira e às restantes autoridades nacionais competentes.

5. Caso imperativos de urgência assim o exijam, a Comissão adota atos delegados para aditar os produtos a que se referem os n.ºs 1 e 2 aos anexos II, III ou III-A. O procedimento previsto no artigo 15.º-B aplica-se aos atos delegados adotados nos termos do presente artigo.

Or. en

Alteração 46 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 8 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 8 – n.º 6

(24)

PE560.865v01-00 24/33 AM\1066690PT.doc

PT

Texto da Comissão Alteração

6. Em derrogação do disposto no n.º 5, nos casos em que os medicamentos se destinam a ser exportados pelo fabricante para um distribuidor, o fabricante deve fornecer informações sobre as disposições adotadas e as medidas tomadas para evitar que esses produtos sejam utilizados para aplicar a pena de morte no país de destino e, se disponíveis, informações sobre a utilização final e os utilizadores finais das

mercadorias.

6. Em derrogação do disposto no n.º 5, nos casos em que os medicamentos se destinam a ser exportados pelo fabricante para um distribuidor, o fabricante deve fornecer informações sobre as disposições adotadas e as medidas tomadas para evitar que esses produtos sejam utilizados para aplicar a pena de morte no país de destino e, se disponíveis, informações sobre a utilização final e os utilizadores finais das

mercadorias. Essas informações devem ser

prestadas, mediante pedido, ao competente organismo de vigilância independente, como, por exemplo, um mecanismo nacional de prevenção criado ao abrigo do Protocolo Facultativo à Convenção das Nações Unidas contra a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes, ou uma instituição nacional de defesa dos direitos humanos de um Estado-Membro.

Or. en

Alteração 47 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 10 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 11 – n.º 1

Texto da Comissão Alteração

1. Para efeitos de gestão dos riscos aduaneiros, as autoridades aduaneiras devem proceder ao intercâmbio das informações pertinentes em conformidade com o disposto no artigo 4.º-G do

Regulamento n.º 2454/93 da Comissão. *

1. Para efeitos de gestão dos riscos aduaneiros, as autoridades aduaneiras devem proceder, através de um sistema de

alerta rápido, ao intercâmbio das

informações pertinentes em conformidade com o disposto no artigo 4.º-G do

Regulamento n.º 2454/93 da Comissão. * Or. en

(25)

AM\1066690PT.doc 25/33 PE560.865v01-00

PT

Alteração 48

Inmaculada Rodríguez-Piñero Fernández Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 12 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 12-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

2. No prazo de três meses, a Comissão pode pedir ao Estado-Membro requerente que apresente informações complementares se considerar que o pedido não contempla um ou mais pontos pertinentes ou que são necessárias informações adicionais sobre um ou mais pontos pertinentes. A

Comissão deve comunicar os pontos relativamente aos quais são necessárias informações complementares.

2. Após a receção do pedido a que se

refere o n.º 1, a Comissão informa

imediatamente todos os Estados-Membros e transmite as informações recebidas do Estado-Membro requerente. Enquanto a decisão final da Comissão não é tomada, os Estados-Membros podem suspender imediatamente as transferências das mercadorias constantes no pedido. No

prazo de três meses, a Comissão pode pedir ao Estado-Membro requerente que

apresente informações complementares se considerar que o pedido não contempla um ou mais pontos pertinentes ou que são necessárias informações adicionais sobre um ou mais pontos pertinentes. A

Comissão deve comunicar os pontos relativamente aos quais são necessárias informações complementares.

Or. en

Alteração 49 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 12-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 13 – n.º 1

Texto em vigor Alteração

(12-A) No artigo 13.º, o n.º 1 passa a ter a seguinte redação:

(26)

PE560.865v01-00 26/33 AM\1066690PT.doc

PT

1. Sem prejuízo do artigo 11.o, a Comissão

e os Estados-Membros trocam, a pedido, informações sobre as medidas adotadas ao

abrigo do presente regulamento e

prestam-se todas as informações relevantes de que

disponham e que digam respeito ao presente regulamento, especialmente informações sobre autorizações concedidas e recusadas.

1. Sem prejuízo do artigo 11.º, cada

Estado-Membro deve informar a

Comissão sobre as medidas adotadas ao abrigo do presente regulamento e prestar todas as informações relevantes de que disponham e que digam respeito ao presente regulamento, especialmente informações sobre autorizações concedidas e recusadas, ou às medidas adotadas ao

abrigo da cláusula de utilização final específica. A Comissão deve comunicar essas informações aos outros

Estados-Membros.

Or. en

Alteração 50 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 12-B (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 13 – n.º 3-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(12-B) No artigo 13.º, é inserido o seguinte número:

3-A. A Comissão elabora um relatório anual compilado a partir dos relatórios de atividades anuais a que se refere o n.º 3. O relatório é tornado público.

Or. en

Alteração 51 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 14 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 15

(27)

AM\1066690PT.doc 27/33 PE560.865v01-00

PT

Texto da Comissão Alteração

(14) É suprimido o artigo 15.º. (14) Grupo de coordenação

1. É instituído um grupo de coordenação, presidido por um representante da

Comissão, para o qual cada Estado-Membro nomeia um representante. O grupo de coordenação examina todas as questões relativas à aplicação do presente regulamento suscitadas pelo seu

presidente ou pelos representantes dos Estados-Membros.

2. Em cooperação com a Comissão, o grupo de coordenação toma as medidas adequadas para estabelecer uma

cooperação direta e um intercâmbio de informações entre as autoridades competentes, nomeadamente para

eliminar o risco de eventuais disparidades na aplicação dos controlos à exportação de mercadorias suscetíveis de serem utilizadas para aplicar a pena de morte, a tortura ou outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes e que podem conduzir a um desvio do comércio. 3. O presidente do grupo de coordenação consulta, sempre que o considere

necessário, exportadores, corretores e outras partes interessadas abrangidas pelo presente regulamento, incluindo representantes da sociedade civil.

4. O grupo de coordenação pode receber informações e propostas de organizações da sociedade civil com conhecimentos especializados relevantes sobre a eficácia do regulamento.

Or. en

Alteração 52

Santiago Fisas Ayxelà Proposta de regulamento

(28)

PE560.865v01-00 28/33 AM\1066690PT.doc

PT

Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Artigo 15-C (novo)

Texto da Comissão Alteração

Artigo 15.°-C Revisão

De três em três anos, a Comissão

apresentará ao Parlamento Europeu e ao Conselho um relatório sobre a aplicação do presente regulamento.

Or. en

Alteração 53 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 15-A (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Artigo 16.

Texto da Comissão Alteração

(15-A) É inserido o artigo 16.º: Revisão da aplicação

1. De três em três anos, a Comissão deve apresentar ao Parlamento Europeu e ao Conselho um relatório sobre a execução do presente regulamento, acompanhado, caso necessário, por propostas legislativas adequadas. Os Estados-Membros

transmitem à Comissão todas as informações pertinentes para a elaboração desse relatório.

2. A revisão referida no n.º 1 deve incluir informações sobre as decisões nacionais de concessão de licenças pelos

Estados-Membros, os relatórios

transmitidos à Comissão pelos Estados-Membros, os mecanismos de notificação e consulta entre Estados-Membros, as atividades de divulgação e de fiscalização. O processo de revisão deve analisar o

(29)

AM\1066690PT.doc 29/33 PE560.865v01-00

PT

funcionamento dos regimes de sanções introduzidos pelos Estados-Membros e verificar se tais regimes são eficazes, proporcionados e dissuasivos.

3. Uma secção específica do relatório em questão deve ainda apresentar uma panorâmica das atividades, análises e consultas do grupo de coordenação, estando sujeita ao disposto no artigo 4.º do Regulamento (CE) n.º 1049/2001 do Parlamento Europeu e do Conselho*. ______________

 Regulamento (CE) n.º 1049/2001 do

Parlamento Europeu e do Conselho, de 30 de maio de 2001, relativo ao acesso do público aos documentos do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão (JO L 145 de 31.5.2001, p. 43).

Or. en

Alteração 54 Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 15-B (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Anexo II – ponto 2.2-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

(15-B) É inserido o ponto 2.2-A no anexo II:

- bastões de contacto direto para

aplicação de descargas elétricas, pistolas de atordoamento e escudos de

atordoamento para fins de manutenção da ordem pública

- coberturas para presos para fins de manutenção da ordem pública

- alicates de controlo de presos

(30)

PE560.865v01-00 30/33 AM\1066690PT.doc

PT

Alteração 55 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 15-B (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Anexo II – ponto 2.2-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

É inserido o ponto 2.2-A no anexo II: - coberturas para presos para fins de manutenção da ordem pública

alicates de controlo de detidos/presos

Or. en Alteração 56

Ska Keller

em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de regulamento

Artigo 1 – parágrafo 1 – ponto 15-C (novo) Regulamento (CE) n.º 1236/2005

Anexo III

Texto da Comissão Alteração

(15-C) São inseridos os seguintes produtos no anexo III:

- cadeiras, mesas e camas equipadas com tiras

- dispositivos acústicos para efeitos de controlo de multidões e antimotim - armas de ondas milimétricas

Or. en

Alteração 57 Tiziana Beghin

(31)

AM\1066690PT.doc 31/33 PE560.865v01-00

PT

Proposta de regulamento

Anexo I – pontos 1.7-A. a 1.7-E. (novos) Regulamento (CE) n.º 1236/2007

Anexo III-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

São inseridos os pontos 1.7-A. a 1.7-E. no anexo III-A:

1.7-A. Hidromorfona 1.7-B. Midazolam

1.7-C. Brometo de pancurónio 1.7-D. Brometo de rocurónio 1.7-E. Brometo de vecurónio

Or. en Alteração 58 Tiziana Beghin Proposta de regulamento Anexo II – Parte 2 Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Anexo III-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

Benim Suprimido

Or. en Justificação

Este país ainda mantém a pena de morte na sua legislação.

Alteração 59 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento Anexo II – Parte 2

Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Anexo III-B (novo)

(32)

PE560.865v01-00 32/33 AM\1066690PT.doc

PT

Texto da Comissão Alteração

Libéria Suprimido

Or. en Justificação

Este país ainda mantém a pena de morte na sua legislação.

Alteração 60 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento Anexo II – Parte 2

Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Anexo III-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

Madagáscar Suprimido

Or. en Justificação

Este país ainda mantém a pena de morte na sua legislação.

Alteração 61 Tiziana Beghin

Proposta de regulamento Anexo II – Parte 2

Regulamento (CE) n.º 1236/2005 Anexo III-B (novo)

Texto da Comissão Alteração

Mongólia Suprimido

(33)

AM\1066690PT.doc 33/33 PE560.865v01-00

PT

Justificação Este país ainda mantém a pena de morte na sua legislação.

Referências

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