• Nenhum resultado encontrado

Capítulo 1 1. Introdução... 17

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Capítulo 1 1. Introdução... 17"

Copied!
10
0
0

Texto

(1)

© PACTOR

V

Os Autores ... XV Nota dos Coordenadores ... XXIII Fátima Almeida e Mauro Paulino

Prefácio ... XXV Telmo Mourinho Baptista

Introdução ... XXVII Ray Bull

Capítulo 1 1

O Atual Sistema Médico-legal e Forense Português Duarte Nuno Vieira

Introdução ... 1

Os serviços médico-legais e forenses em Portugal ... 2

Estatuto, competências e estrutura do INML ... 3

Órgãos do INML ... 5

Serviços centrais do INML ... 6

Serviços do INML e perícias médico-legais ... 6

Cooperação nacional e internacional ... 11

O Laboratório de Polícia Científica ... 12

O ensino da medicina legal e das ciências forenses ... 13

Conclusão ... 14

Referências ... 15

Capítulo 2 17 Uma Perspetiva da Psicologia Pós-clássica na Investigação Forense na Criminalidade Joaquim Quintino-Aires Introdução ... 17

Crítica à psicologia clássica e o nascimento da “Nova Ciência” ... 18

Organização sistémica e dinâmica e a origem relacional das funções nervosas superiores ... 23

Organização sistémica das FNS ... 24

Localização dinâmica das FNS ... 26

Origem relacional das FNS ... 28

um padrão inato de procura de resposta do outro (coisa, pessoa ou evento) como locus de estruturação das FNS ... 31

A categoria sentido no estudo da consciência na “Nova Ciência” ... 36

(2)

VI

Conclusão ... 44

Referências ... 45

Capítulo 3 49 A Complementaridade de Perspetivas na Investigação do Suicídio: a Psicologia, a Medicina Legal e a Criminalística Mauro Paulino, Fernando Viegas, João Franco Costa e Cristiana Palmela Pereira Morte por suicídio ... 49

Introdução ... 49

Enquadramento conceptual ... 50

Suicídio ... 50

Ideação suicida ... 51

Tentativa de suicídio ... 51

Para-suicídio ... 52

Considerações estatísticas sobre o suicídio ... 52

Indícios e fatores de risco de suicídio ... 54

Cartas de despedida ... 55

Identificação médico-legal ... 56

A importância da identificação médico-legal em casos de morte por suicídio: aspetos introdutórios ... 56

Diagnóstico diferencial ... 61

Datação de um cadáver ... 61

Determinação dos fatores genéricos de identificação ... 65

Estimativa de “raça” ou afinidade populacional ... 65

Diagnose sexual ... 67

Estimativa da idade ... 71

Estimativa da estatura ... 73

Determinados fatores de individualização ... 75

Metodologia de autópsia oral num presumível caso de morte por suicídio: identificação por parâmetros dentários individualizantes de um cadáver desconhecido ... 82

Conclusão do processo dos formulários F ... 85

Investigação criminal ... 86

As particularidades do exame ao local do incidente: a visão prática de um criminalista do ato suicida ... 86

Conclusão ... 91

Referências ... 92

Capítulo 4 97 Autópsia Psicológica: Investigar a Morte e o Morrer Jorge Costa Santos Introdução ... 97

Da ideia à concretização ... 98

Objetivos ... 100

Métodos ... 102

(3)

© PACTOR

VII

Opções metodológicas e técnicas ... 103

Entrevistas e seus correlatos ... 104

Análise dos dados provenientes de outras fontes ... 109

Exame do local ... 110

Limites metodológicos ... 111

Funções ... 112

Investigação das mortes equívocas ... 112

Acidente versus suicídio ... 112

Suicídio versus homicídio ... 113

Investigação de casos que envolvam responsabilidade profissional ou institucional ... 114

Investigação e prevenção do suicídio ... 115

Dimensão terapêutica ... 116

Investigação da fase terminal da vida ... 118

Conclusão ... 119

Referências ... 120

Capítulo 5 125 Neuropsicologia Forense Luis Maia Introdução ... 126

Processo de avaliação neuropsicológica forense ... 129

A seleção dos testes (neuropsicológicos forenses) ... 132

Alexander R. Luria: uma visão fenomenológica para a avaliação neuropsicológica forense ... 133

Bateria de avaliação neuropsicológica de Luria-Nebraska: versão experimental portuguesa e a sua aplicação pericial ... 134

Avaliação da simulação: um último apelo! ... 141

Referências ... 144

Capítulo 6 147 Simulação, Esforço Insuficiente e Exagero de Sintomas em Avaliação Neuropsicológica Forense Mário R. Simões Introdução ... 147

Estatísticas, publicações e investigação ... 148

Conceitos, critérios de avaliação e diagnóstico... 150

Instrumentos de avaliação ... 153

Instrumentos de avaliação de simulação de perturbações mentais ou exagero de sintomas psicopatológicos ... 154

Instrumentos de avaliação da simulação cognitiva, esforço reduzido, desempenho cognitivo não credível ... 156

Testes neuropsicológicos ... 157

Conclusão ... 158

Referências ... 160

(4)

VIII

Capítulo 7 167

Vítimas de Violência Doméstica: Avaliação Psicológica Marlene Matos

Introdução ... 167

Vítimas de violência doméstica: avaliação psicológica em contexto forense ... 168

Conclusão ... 172

Referências ... 173

Capítulo 8 175 Princípios Éticos em Psicologia Forense Rute Agulhas Introdução ... 175

Princípios éticos em psicologia forense ... 176

A natureza do cliente ... 177

Competência ... 178

Relações múltiplas ... 178

Consentimento Informado ... 181

Privacidade e Confidencialidade ... 181

Conclusão ... 182

Referências ... 183

Capítulo 9 185 O Direito Penal e a Psicologia: um Casamento Imperfeito ou um Divórcio Encoberto? Carlos Casimiro O direito em face da ciência: a necessidade da perícia... 185

O valor legal da perícia e a jurisprudência ... 187

As dificuldades de comunicação e compreensão ... 189

As respostas que o direito criminal espera da psicologia ... 193

Erros em matéria de perícias psicológicas e outras formas de descredibilização ... 195

O que falta e qual o papel que se devia exigir que a psicologia desempenhasse ... 198

Conclusão ... 201

Referências ... 201

Capítulo 10 205 O Cheiro do Crime: o Papel do Olfato na Investigação Criminal Sandra C. Soares, Laura Alho e Carlos F. Silva Introdução ... 205

O percurso dos odores: características gerais do sistema olfativo ... 205

Perspetiva funcional e adaptativa dos odores: o papel das emoções ... 207

Os odores corporais: um caso especial? ... 209

(5)

© PACTOR

IX

O cheiro do medo: processamento neuronal dos odores corporais ... 210

Considerações acerca do papel dos odores corporais na investigação criminal ... 211

Conclusão ... 213

“Testemunho Olfativo”: apresentação de uma nova linha de investigação ... 213

Referências ... 214

Capítulo 11 217 Análisis Victimológico en el Criminal Profiling Jorge Jiménez Serrano Introducción ... 217

Riesgo y exposición de la víctima ... 218

Reconstrucción de las últimas 24 horas ... 223

Selección de la víctima ... 224

Referencias ... 225

Capítulo 12 227 Criminal Profiling: Behavioural Consistency, the Homology Assumption and Case Linkage Wayne Petherick and Claire Ferguson Introduction ... 227

Logic and reasoning in profiling ... 228

Behavioural consistency ... 229

The homology assumption ... 231

Case linkage ... 233

Enhancing investigative outcomes ... 234

Increasing the available evidence ... 234

Evidence of similar fact ... 234

Sufficiency and reliability ... 234

The problem of case linkage ... 235

Crime type ... 236

Motive ... 236

Recording of information ... 237

The use of controlled substances ... 238

Staging ... 238

Modus operandi ... 239

The reliance on trait assumptions ... 240

Victim reactions ... 240

Conclusion ... 241

References ... 241

Capítulo 13 245

Behavioral Evidence: The Necessity of Crime Reconstruction to Criminal Profiling Efforts

Brent E. Turvey

(6)

X

Criminal profiling ... 245

Idiographic versus nomothetic study ... 245

Behavioral evidence ... 246

Behavioral evidence analysis (BEA) ... 247

Conclusion ... 249

References ... 249

Capítulo 14 251 Psicopatia, Engano e o Problema Difícil dos Perfis Carlos F. Silva, Sandra C. Soares, Isabel Santos, Beatriz Oliveira, Pedro Bem-haja Ferreira, Neide Almeida e Paulo Rodrigues Introdução ... 251

O problema difícil do perfil “psicopata” ... 253

O problema da deteção do engano ... 258

Aspetos a ter em conta na construção de perfis ... 262

Erros lógicos e mitos no profiling ... 264

Conclusão ... 266

Referências ... 267

Capítulo 15 271 Crimes Rituais em Portugal Luís Maia e Julieta Azevedo Introdução: histórias de crimes ... 271

Abordagem clínico-científica e jurídica ... 275

Crimes que envolvem cultos religiosos ... 277

Crimes sexuais ... 279

Criminosos letais ... 280

Serial killers ... 280

Crimes organizados ... 283

Vampirismo ... 284

Canibalismo ... 286

Conclusão ... 286

Referências ... 287

Capítulo 16 289 Homicidas e Doença Mental Grave: a Propósito de uma Amostra de Homicidas Submetidos a Perícia Psiquiátrica Forense Fernando Almeida e Daniela Carvalho Introdução ... 290

Enquadramento conceptual ... 290

Doença mental e comportamento violento ... 290

Doença mental e homicídio ... 292

Sintomatologia: subtipo ... 295

(7)

© PACTOR

XI

Vítimas ... 296

Recidiva criminal ... 297

Terapêutica ... 299

Método ... 300

Caracterização do estudo ... 300

Objetivos do estudo ... 300

Metodologia ... 300

Resultados ... 301

Dados sociodemográficos ... 301

Variáveis judiciais e criminais ... 301

História clínica ... 302

Responsabilidade criminal e perigosidade social ... 306

Discussão ... 307

Conclusão ... 309

Limitações ... 310

Referências ... 310

Capítulo 17 315 Mães Filicidas: Contextualização e Fundamentação Fátima Almeida Introdução ... 315

Enquadramento histórico ... 316

Enquadramento teórico ... 319

Sistemas de classificação do filicídio ... 320

Incidência, prevalência e problemas estatísticos ... 322

Fatores maternos de risco e de proteção para o filicídio ... 325

Características demográficas ... 325

Antecedentes pessoais ... 326

Características situacionais ... 326

Características clínicas ... 327

Características criminais e forenses ... 331

A mulher filicida ... 331

A vítima ... 332

O método ... 334

O enquadramento legal ... 335

Tratamento e prevenção ... 337

Conclusão ... 340

Referências ... 341

Capítulo 18 345 Um de Nós: o Perfil do Agente Corrupto nos Processos-crime em Portugal Luís de Sousa, Inês Lima e João Triães Introdução ... 345

A corrupção enquanto crime ... 346

Modernização e comportamentos desviantes ... 348

(8)

XII

Características da corrupção participada ... 350

Caracterização dos atores do crime de corrupção ... 353

Conclusão ... 358

Referências ... 359

Capítulo 19 363 Caracterização dos Abusadores Sexuais de Crianças Mauro Paulino Introdução ... 363

Abusador sexual de crianças ... 362

Abusadores primários ou preferenciais ... 363

Pedofilia ... 365

Abusadores secundários ou situacionais ... 367

Incesto ... 369

Perfil criminal do abusador sexual de crianças português: estudo exploratório ... 370

Caracterização e dados estatísticos do abusador sexual de crianças ... 372

Conclusão ... 374

Referências ... 375

Capítulo 20 377 Estratégias de Intervenção Positiva com Famílias Maltratantes Matilde Sirgado e Paula Paçó Introdução ... 377

Retrospetiva histórica sobre o conceito de mau trato ... 378

O conceito de maus tratos infantis: diferentes olhares ... 380

Enquadramento jurídico-legal do conceito de maus tratos ... 382

O perfil da família maltratante ... 383

A intervenção do IAC – Projecto Rua: um estímulo para a mudança ... 389

Conclusão ... 390

Referências ... 391

Capítulo 21 393 O Violador Português: um Olhar Sobre a Literatura Diana Balaias, Vânia Oliveira e Fátima Almeida Introdução ... 393

Resenha histórica ... 394

Considerações gerais ... 396

A análise do perfil ... 396

Perfil geográfico ... 398

Enquadramento teórico ... 401

A ofensa sexual e o perfil do ofensor ... 405

Conceitos e definições ... 405

Considerações clínicas ... 407

(9)

© PACTOR

XIII

Considerações desenvolvimentais ... 409

Tipos de violadores ... 411

Avaliação do risco e da reincidência ... 412

Estudos de falometria ... 414

Violações cometidas por mulheres ... 414

Enquadramento legal ... 417

O perfil do violador português ... 419

A intervenção no âmbito da violação ... 421

Conclusão ... 425

Referências ... 426

Capítulo 22 429 Perfil do Assaltante Português Alice Mendonça Introdução ... 429

O assaltante português ... 431

Conclusão ... 436

Referências ... 437

Capítulo 23 439 Contributo para a Caracterização do Perfil do Incendiário Português Mariana Bola e Fátima Almeida Introdução ... 439

Enquadramento histórico ... 440

Enquadramento teórico ... 442

Questões demográficas e estatísticas ... 443

Características criminais e forenses... 445

O pirómano ... 445

O incendiário ... 448

Fatores de risco ... 452

As mulheres e sua associação ao fogo posto ... 454

Características do incendiário português ... 455

Conclusão ... 456

Referências ... 458

Capítulo 24 459 Contribuição para a Construção do Perfil do Terrorista Português José Martins Barra da Costa Introdução ... 460

O fenómeno terrorista ... 461

Análise ... 162

Profissões ... 466

Testemunhas ... 467

(10)

XIV

Simpatizantes ... 467

Membros ... 467

Operacionais ... 467

Grupo etário ... 467

Conclusão ... 468

Considerações finais ... 468

Referências ... 470

Capítulo 25 471 O Perfil do Jogador Patológico em Portugal Pedro Hubert Introdução ... 471

Os critérios, alguma teoria e alguns dados ... 473

Resultados: perfil em torno de teoria, prática clínica e investigação ... 474

O perfil e os perfis ... 478

Paradoxos e contradições ... 480

Referências ... 481

Posfácio ... 483

Carlos Farinha Índice Remissivo ... 487

Referências

Documentos relacionados

indicados para mastite bovina registrados no Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN) em 2019...29 Tabela 4 - Distribuição de frequência do

Recuo Mínimo Frontal 15.00 Metros As áreas construídas para controle de acesso à empresa ou para serviços externos (como por exemplo: guaritas, pórticos, coberturas, central de

Ata da 411ª reunião Plenária do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro - CRF-RJ, realizada no dia doze de agosto de dois mil e nove.. Às 16:30

Os objetivos deste estudo foram estimar o nível e a distribuição da variação genética entre e dentro de cinco populações de Schizolobium parahyba (guapuruvu), analisar a

Para retomar uma fórmula de Kierkegaard (2010, p. 48, grifo do autor), trata-se da “angustiante possibilidade de ser-capaz-de”, “enquanto uma forma superior

Paciente L.C., sexo masculino, 58 anos de idade, procurou a Disciplina de Cirurgia Bucal II da Faculdade de Odontologia de São Luís – MA, da Universidade Federal do Maranhão - UFMA,

Contas Nacionais Conta Satélite da Economia Social Agricultura Silvicultura Ambiente Saúde ISFL Turismo

Deficiente dimensionamento A potência do equipamento não é a adequada para o espaço em que está instalado. Altura elevada Assegure-se que o equipamento está instalado à