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EDUCADOR AMBIENTAL E SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

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EDUCADOR AMBIENTAL E SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Eixo temático: Educação Ambiental

Cada vez mais, a relação entre meio ambiente e educação torna

para compreender os processos sociais cada vez mais complexos e riscos ambientais que se intensificam. O debate atual sobre a EA adentra escolas, uni

Mas as recomendações da Conferência de Tbilisi (1977) atribuem à escola um papel determinante na marcha progressiva da Educação Ambiental em transformar atitudes e comportamentos

comunidade tenham consciência das suas responsabilidades relativos ao Meio Ambiente.

conhecimentos, valores e práticas

integrantes a necessidade de estarem prepara

por meio da revisão sistemática proposta (referenciais bibliográficos e

necessidade do Educador Ambiental desenvolver práticas ambientais adequadas e um novo modelo de Educador Ambiental Formal, cuja característica principal seja o perfil transformador de sua própria prática.

Independentemente do público-

indivíduo a repensar a sua relação com o meio, a fim de garantir mudanças de atitudes em prol da melhoria da qualidade de vida de sua sociedade. Essa capacitação deve vi

e reformular suas práticas, incorporando a questão ambiental ao programa escolar.

Palavras-chave: Educação Ambiental Formal

INTRODUÇÃO

O processo formativo da educação ambiental vem se formando e reformando dentro de um movimento histórico de diálogos e disputas diante da manifestação da humanidade e da produção de pensamentos significativos sobre a relação da sociedade com a natureza, relatando vários e possíveis caminhos epistemológicos sobre sua operacionalidade. As diferentes concepções relacionadas ao conceito de meio ambiente tendem a expressar práticas pedagógicas e discursos complementares ou, às vezes, antagônicos dos educadores a

(MORALES, 2009). Por isso, ao longo do tempo, os educadores ambientais foram se dando conta de que há diferentes concepções de natureza, meio ambiente, sociedade e educação,

1Mestranda em Ciências Ambientais. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Toledo, e [email protected].

2 Docente no Mestrado em Ciências Ambientais.

mail: [email protected]

EDUCADOR AMBIENTAL E SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Debora Regina Marochi de Oliveira Terezinha Corrêa Lindino

Eixo temático: Educação Ambiental

RESUMO

Cada vez mais, a relação entre meio ambiente e educação torna-se desafiadora, exigindo novos conhecimentos para compreender os processos sociais cada vez mais complexos e riscos ambientais que se intensificam. O debate atual sobre a EA adentra escolas, universidades, organizações governamentais e não governamentais.

Mas as recomendações da Conferência de Tbilisi (1977) atribuem à escola um papel determinante na marcha progressiva da Educação Ambiental em transformar atitudes e comportamentos para que todos

comunidade tenham consciência das suas responsabilidades na concepção, elaboração e aplicação de programas Compreende-se ser a escola espaço propício e privilegiado para construir conhecimentos, valores e práticas que possam ser reproduzidos nos contextos sociais. Atribui

integrantes a necessidade de estarem preparados para abordarem de maneira satisfatória essa temática. Assim, por meio da revisão sistemática proposta (referenciais bibliográficos e documentais), procura

necessidade do Educador Ambiental desenvolver práticas ambientais adequadas e um novo modelo de Educador Ambiental Formal, cuja característica principal seja o perfil transformador de sua própria prática.

-alvo, cabe ressaltar que capacitar o Educador Ambiental Formal é levar o indivíduo a repensar a sua relação com o meio, a fim de garantir mudanças de atitudes em prol da melhoria da qualidade de vida de sua sociedade. Essa capacitação deve visar ao Educador Ambiental a segurança para inovar e reformular suas práticas, incorporando a questão ambiental ao programa escolar.

Educação Ambiental Formal, Vertentes da EA, Transformação Social

O processo formativo da educação ambiental vem se formando e reformando dentro de um movimento histórico de diálogos e disputas diante da manifestação da humanidade e da produção de pensamentos significativos sobre a relação da sociedade com a natureza, latando vários e possíveis caminhos epistemológicos sobre sua operacionalidade. As diferentes concepções relacionadas ao conceito de meio ambiente tendem a expressar práticas pedagógicas e discursos complementares ou, às vezes, antagônicos dos educadores a

(MORALES, 2009). Por isso, ao longo do tempo, os educadores ambientais foram se dando conta de que há diferentes concepções de natureza, meio ambiente, sociedade e educação,

Mestranda em Ciências Ambientais. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Toledo, e [email protected].

Ciências Ambientais. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Toledo, e [email protected]

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EDUCADOR AMBIENTAL E SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Debora Regina Marochi de Oliveira1 Terezinha Corrêa Lindino2

se desafiadora, exigindo novos conhecimentos para compreender os processos sociais cada vez mais complexos e riscos ambientais que se intensificam. O versidades, organizações governamentais e não governamentais.

Mas as recomendações da Conferência de Tbilisi (1977) atribuem à escola um papel determinante na marcha para que todos os membros da na concepção, elaboração e aplicação de programas se ser a escola espaço propício e privilegiado para construir que possam ser reproduzidos nos contextos sociais. Atribui-se à ela e seus dos para abordarem de maneira satisfatória essa temática. Assim, documentais), procura-se indicar a necessidade do Educador Ambiental desenvolver práticas ambientais adequadas e um novo modelo de Educador Ambiental Formal, cuja característica principal seja o perfil transformador de sua própria prática.

alvo, cabe ressaltar que capacitar o Educador Ambiental Formal é levar o indivíduo a repensar a sua relação com o meio, a fim de garantir mudanças de atitudes em prol da melhoria da sar ao Educador Ambiental a segurança para inovar

Transformação Social.

O processo formativo da educação ambiental vem se formando e reformando dentro de um movimento histórico de diálogos e disputas diante da manifestação da humanidade e da produção de pensamentos significativos sobre a relação da sociedade com a natureza, latando vários e possíveis caminhos epistemológicos sobre sua operacionalidade. As diferentes concepções relacionadas ao conceito de meio ambiente tendem a expressar práticas pedagógicas e discursos complementares ou, às vezes, antagônicos dos educadores ambientais (MORALES, 2009). Por isso, ao longo do tempo, os educadores ambientais foram se dando conta de que há diferentes concepções de natureza, meio ambiente, sociedade e educação,

Mestranda em Ciências Ambientais. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Toledo, e-mail:

Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Toledo, e-

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oportunizando a exclusão do ponto de vista da prática pedagógica monolít assumir diversas possibilidades de expressões (LAYRARGUES; LIMA, 2011).

Neste contexto, algumas perguntas são necessárias: Que tipo de Educador Ambiental está presente em nossas escolas? Estes contemplam as necessidades exigidas entre

Ambiental e o ambiente escolar? Quais características devem ser estruturantes na formação do seu perfil profissional? Para tanto, o

para a Educação Ambiental no ambiente escolar, tendo c nas legislações pertinentes.

Esta necessidade se justifica visto que a Educação Ambiental ainda hoje carece de uma conceituação mais elaborada e, portanto, não há consenso sobre qual perfil é o mais adequado para o Educador Ambiental Formal. Sabe

entendimento dos conceitos associados à Educação Ambiental e que derivam de diferentes perspectivas pedagógicas inerentes a sua prática (LOUREIRO, 2004).

METODOLOGIA

Para a realização desta pesquisa foram utilizados referenciais teóricos e documentais como articuladores de respostas. As duas técnicas tiveram o objetivo de sintetizar informações importantes e relevantes para a compreensão da história da Educação Ambiental, os princípios e as leis que a fundamentam e as principais vertentes que a regem.

Para o referencial teórico utilizou

ambiental procurando contemplar os principais autores envolvidos neste universo. Também se utilizou da pesquisa eletrônica em sites como Scielo e Portal de Periódicos Capes com o propósito de selecionar artigos, dissertações e teses que viessem a contribuir com a pesquisa.

Já a pesquisa documental

Pedagógicos dos estabelecimentos de ensino, os quais foram obtidos por meio de pesquisa eletrônica (site oficial da escola) ou fornecidos via e

pela escola.

Nestes documentos, explorou

Ambiental com base na perspectiva apresentada pelas vertentes da Educação Ambiental, visto que elas promovem diferentes concepções que visam ampliar as maneiras de percepção e práticas da EA no sistema escolar. Assim, proc

Ambiental Formal, com base na multiplicidade de vertentes, conceitos, práticas e a exclusão do ponto de vista da prática pedagógica monolít

assumir diversas possibilidades de expressões (LAYRARGUES; LIMA, 2011).

Neste contexto, algumas perguntas são necessárias: Que tipo de Educador Ambiental está presente em nossas escolas? Estes contemplam as necessidades exigidas entre

Ambiental e o ambiente escolar? Quais características devem ser estruturantes na formação do seu perfil profissional? Para tanto, objetiva-se com este estudodelimitar um perfil profissional para a Educação Ambiental no ambiente escolar, tendo como base as características elencadas nas legislações pertinentes.

Esta necessidade se justifica visto que a Educação Ambiental ainda hoje carece de uma conceituação mais elaborada e, portanto, não há consenso sobre qual perfil é o mais ucador Ambiental Formal. Sabe-se que muitas são as possibilidades de entendimento dos conceitos associados à Educação Ambiental e que derivam de diferentes perspectivas pedagógicas inerentes a sua prática (LOUREIRO, 2004).

desta pesquisa foram utilizados referenciais teóricos e documentais como articuladores de respostas. As duas técnicas tiveram o objetivo de sintetizar informações importantes e relevantes para a compreensão da história da Educação Ambiental, os princípios e as leis que a fundamentam e as principais vertentes que a regem.

Para o referencial teórico utilizou-se a pesquisa em livros relacionados à temática ambiental procurando contemplar os principais autores envolvidos neste universo. Também se pesquisa eletrônica em sites como Scielo e Portal de Periódicos Capes com o propósito de selecionar artigos, dissertações e teses que viessem a contribuir com a pesquisa.

pesquisa documental foi realizada a partir das leis existentes e

Pedagógicos dos estabelecimentos de ensino, os quais foram obtidos por meio de pesquisa eletrônica (site oficial da escola) ou fornecidos via e-mail após contato com o responsável

Nestes documentos, explorou-se a relação que a escola tem com a Educação Ambiental com base na perspectiva apresentada pelas vertentes da Educação Ambiental, visto que elas promovem diferentes concepções que visam ampliar as maneiras de percepção e práticas da EA no sistema escolar. Assim, procura-se desenhar o perfil do Educador Ambiental Formal, com base na multiplicidade de vertentes, conceitos, práticas e

2 a exclusão do ponto de vista da prática pedagógica monolítica e, em seu lugar, assumir diversas possibilidades de expressões (LAYRARGUES; LIMA, 2011).

Neste contexto, algumas perguntas são necessárias: Que tipo de Educador Ambiental está presente em nossas escolas? Estes contemplam as necessidades exigidas entre a Educação Ambiental e o ambiente escolar? Quais características devem ser estruturantes na formação do delimitar um perfil profissional omo base as características elencadas

Esta necessidade se justifica visto que a Educação Ambiental ainda hoje carece de uma conceituação mais elaborada e, portanto, não há consenso sobre qual perfil é o mais se que muitas são as possibilidades de entendimento dos conceitos associados à Educação Ambiental e que derivam de diferentes

desta pesquisa foram utilizados referenciais teóricos e documentais como articuladores de respostas. As duas técnicas tiveram o objetivo de sintetizar informações importantes e relevantes para a compreensão da história da Educação Ambiental, os princípios

se a pesquisa em livros relacionados à temática ambiental procurando contemplar os principais autores envolvidos neste universo. Também se pesquisa eletrônica em sites como Scielo e Portal de Periódicos Capes com o propósito de selecionar artigos, dissertações e teses que viessem a contribuir com a pesquisa.

das leis existentes e dos Projetos Políticos Pedagógicos dos estabelecimentos de ensino, os quais foram obtidos por meio de pesquisa mail após contato com o responsável

o que a escola tem com a Educação Ambiental com base na perspectiva apresentada pelas vertentes da Educação Ambiental, visto que elas promovem diferentes concepções que visam ampliar as maneiras de percepção e se desenhar o perfil do Educador Ambiental Formal, com base na multiplicidade de vertentes, conceitos, práticas e

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metodologias próprias que a Educação Ambiental abrange (CARVALHO, 2004). Desta forma, a presente pesquisa adota o caráter bibliográfico e

como qualitativa e de cunho exploratório, pois intenta

inovação educativa voltada à capacitação do Educador Ambiental na educação básica.

RESULTADOSEDISCUSSÃO

Após varredura da temática

interpretação das informações com o objetivo de formular hipóteses que resultaram em categorias de interpretação dos dados e apresentação de conceitos, resultados e comparações pertinentes ao objeto deste estudo, designando este o perfil do Educador Ambiental.

Dentre os 155 artigos encontrados legais e leis que discutem sobre: a)

da inclusão da EA em todos os níveis de ensino nacional, estadual e municipal; c) a finalidade da Educação como a preparação para o exercício da cidadania; d) a tentativa de trabalhar a EA no ensino formal de forma interdisciplinar; e) como a Educação Ambiental deve

na Educação Formal e Não Formal, seus princípios, objetivos e sobre a PNEA; f) os aspectos operacionais das Diretrizes

cumpridos na educação básica e ensino superior e a criação de espaços

realidades locais para a elaboração das Políticas e Programas estaduais de Educação Ambiental; h) a formação de profissionais com ênfase na visão ética e humanística e enfoque didático pedagógico relacionado à realidade vivencial do ed

vem sendo trabalhada no ambiente escolar.

Contribuindo para o enfoque da pesquisa, 18% dos artigos e livros

referem-se à degradação ambiental; à formação de indivíduos capazes de ler e interpretar o mundo em transformação; ao papel do educador ambiental formal para transformar hábitos e práticas sociais; e a categorização das correntes de pensamento no Campo Social da Educação Ambiental e 23% destes fomentam e conceituam a

articulando a EA nas suas práticas de ensino histórico e na legislação pertinente visando atual diferenciação do campo da EA no Brasil,

literatura da área; análise da narrativa da EA, focando suas tendências, correntes e concepções que permeiam o discurso dos profissionais educadores ambientais.

metodologias próprias que a Educação Ambiental abrange (CARVALHO, 2004). Desta presente pesquisa adota o caráter bibliográfico e documental por se caracterizar como qualitativa e de cunho exploratório, pois intenta-se compreender a necessidade de uma inovação educativa voltada à capacitação do Educador Ambiental na educação básica.

DISCUSSÃO

Após varredura da temática e coleta das informações pertinentes realizou

interpretação das informações com o objetivo de formular hipóteses que resultaram em categorias de interpretação dos dados e apresentação de conceitos, resultados e comparações

jeto deste estudo, designando este o perfil do Educador Ambiental.

artigos encontrados. Do total da amostra, 59%referem

legais e leis que discutem sobre: a) as contribuições para o processo de EA; b) a necessidade da EA em todos os níveis de ensino nacional, estadual e municipal; c) a finalidade da Educação como a preparação para o exercício da cidadania; d) a tentativa de trabalhar a EA no ensino formal de forma interdisciplinar; e) como a Educação Ambiental deve

na Educação Formal e Não Formal, seus princípios, objetivos e sobre a PNEA; f) os aspectos iretrizes Curriculares Nacionais da Educação

cumpridos na educação básica e ensino superior e a criação de espaços

realidades locais para a elaboração das Políticas e Programas estaduais de Educação Ambiental; h) a formação de profissionais com ênfase na visão ética e humanística e enfoque didático pedagógico relacionado à realidade vivencial do educando; e, i) a maneira que a EA vem sendo trabalhada no ambiente escolar.

Contribuindo para o enfoque da pesquisa, 18% dos artigos e livros

egradação ambiental; à formação de indivíduos capazes de ler e interpretar o ansformação; ao papel do educador ambiental formal para transformar hábitos e práticas sociais; e a categorização das correntes de pensamento no Campo Social da Educação tes fomentam e conceituam a forma como o ensino formal vem articulando a EA nas suas práticas de ensino-aprendizagem; a trajetória da EA baseada no histórico e na legislação pertinente visando à formação para uma sociedade sustentável; a atual diferenciação do campo da EA no Brasil, interpretadas por meio do diálogo com a literatura da área; análise da narrativa da EA, focando suas tendências, correntes e concepções que permeiam o discurso dos profissionais educadores ambientais.

3 metodologias próprias que a Educação Ambiental abrange (CARVALHO, 2004). Desta documental por se caracterizar se compreender a necessidade de uma inovação educativa voltada à capacitação do Educador Ambiental na educação básica.

e coleta das informações pertinentes realizou-se a leitura e interpretação das informações com o objetivo de formular hipóteses que resultaram em categorias de interpretação dos dados e apresentação de conceitos, resultados e comparações

jeto deste estudo, designando este o perfil do Educador Ambiental.

referem-se a documentos as contribuições para o processo de EA; b) a necessidade da EA em todos os níveis de ensino nacional, estadual e municipal; c) a finalidade da Educação como a preparação para o exercício da cidadania; d) a tentativa de trabalhar a EA no ensino formal de forma interdisciplinar; e) como a Educação Ambiental deve estar presente na Educação Formal e Não Formal, seus princípios, objetivos e sobre a PNEA; f) os aspectos ducação Ambiental a serem cumpridos na educação básica e ensino superior e a criação de espaços sustentáveis; g) as realidades locais para a elaboração das Políticas e Programas estaduais de Educação Ambiental; h) a formação de profissionais com ênfase na visão ética e humanística e enfoque ucando; e, i) a maneira que a EA

Contribuindo para o enfoque da pesquisa, 18% dos artigos e livros selecionados egradação ambiental; à formação de indivíduos capazes de ler e interpretar o ansformação; ao papel do educador ambiental formal para transformar hábitos e práticas sociais; e a categorização das correntes de pensamento no Campo Social da Educação forma como o ensino formal vem aprendizagem; a trajetória da EA baseada no formação para uma sociedade sustentável; a interpretadas por meio do diálogo com a literatura da área; análise da narrativa da EA, focando suas tendências, correntes e concepções

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Vale destacar também que essas literaturas indicam q

Ambiental implica uma reformulação metodológica, conceitual e curricular. O perfil desejado deveria assumir o conhecimento como um processo dialético resultante da interação entre o sujeito e o objeto do conhecimento, a dimensão a

contextualização dos problemas ambientais, pois, a metodologia de ensino deve recorrer ao conflito cognitivo, visando à reconstrução conceitual. Isso quer dizer que o Educador Ambiental Formal tornar-se

“[...] apenas pela boa vontade ou por um voluntariado idealista, mas sim um docente que se nutrisse do geral e também das especificidades que a habilitação como formação sistemática requer” (SATO, 2001, p. 10).

Sabe-se que ainda não há um modelo universal de Educador Ambiental; mas a necessidade de se estudar este profissional pode ser a chave para renovar os valores sociais, desenvolvendo o comprometimento de mudança desde as pequenas atitudes individuais até envolvimento na resolução dos problemas mundiais. Na visão de Carvalho (2004), o Educador Ambiental poderia cultivar ideias e sensibilidades ecológicas em sua prática educativa. Acrescemos a esta visão que o Educador Ambiental Formal não deve ser considerado como uma pessoa ou grupo de pessoas completamente ecológicas. Na verdade, a esse profissional exigem-se características pessoais e coletivas.

A formação de um sujeito capaz de ler seu ambiente e interpretar as relações, os conflitos e os problemas n

ideia de sujeito ecológico que podemos ter. Assim, como sujeitos ecológicos, podem transformar a natureza em cultura, ou seja, transformar tudo que nos é dado por meio dos recursos naturais em ensinamentos capazes

por meio de valores éticos (LOUREIRO, 2007, p. 41).

Jacobi (2005) defende que os Educadores Ambientais devem desenvolver práticas de Educação Ambiental promovendo uma transformação de hábitos e práticas sociais além da formação de cidadania ambiental, pois para este autor, o papel deste é primordial para impulsionar as transformações de uma educação que precisa também levar em consideração a questão do desenvolvimento sustentável. E, sob este mesmo viés, Saviani (2005) ratifica a importância da junção da teoria com a prática e acredita que, para o Educador Ambiental buscar o enfrentamento do estado das coisas e dos problemas encontrados no cotidiano importante buscar fundamentos a partir da filosofia da práxis.

Vale destacar também que essas literaturas indicam que a formação do Educador Ambiental implica uma reformulação metodológica, conceitual e curricular. O perfil desejado deveria assumir o conhecimento como um processo dialético resultante da interação entre o sujeito e o objeto do conhecimento, a dimensão afetiva, a visão da complexidade, a contextualização dos problemas ambientais, pois, a metodologia de ensino deve recorrer ao conflito cognitivo, visando à reconstrução conceitual. Isso quer dizer que o Educador se-ia um profissional com qualificação que desvinculasse o mito de

“[...] apenas pela boa vontade ou por um voluntariado idealista, mas sim um docente que se nutrisse do geral e também das especificidades que a habilitação como formação sistemática requer” (SATO, 2001, p. 10).

se que ainda não há um modelo universal de Educador Ambiental; mas a necessidade de se estudar este profissional pode ser a chave para renovar os valores sociais, desenvolvendo o comprometimento de mudança desde as pequenas atitudes individuais até envolvimento na resolução dos problemas mundiais. Na visão de Carvalho (2004), o Educador Ambiental poderia cultivar ideias e sensibilidades ecológicas em sua prática educativa. Acrescemos a esta visão que o Educador Ambiental Formal não deve ser erado como uma pessoa ou grupo de pessoas completamente ecológicas. Na verdade, a

se características pessoais e coletivas.

A formação de um sujeito capaz de ler seu ambiente e interpretar as relações, os conflitos e os problemas neles presentes se enquadra como a primeira ideia de sujeito ecológico que podemos ter. Assim, como sujeitos ecológicos, podem transformar a natureza em cultura, ou seja, transformar tudo que nos é dado por meio dos recursos naturais em ensinamentos capazes

por meio de valores éticos (LOUREIRO, 2007, p. 41).

Jacobi (2005) defende que os Educadores Ambientais devem desenvolver práticas de Educação Ambiental promovendo uma transformação de hábitos e práticas sociais além da ambiental, pois para este autor, o papel deste é primordial para impulsionar as transformações de uma educação que precisa também levar em consideração a questão do desenvolvimento sustentável. E, sob este mesmo viés, Saviani (2005) ratifica a da junção da teoria com a prática e acredita que, para o Educador Ambiental buscar o enfrentamento do estado das coisas e dos problemas encontrados no cotidiano importante buscar fundamentos a partir da filosofia da práxis.

4 ue a formação do Educador Ambiental implica uma reformulação metodológica, conceitual e curricular. O perfil desejado deveria assumir o conhecimento como um processo dialético resultante da interação entre o fetiva, a visão da complexidade, a contextualização dos problemas ambientais, pois, a metodologia de ensino deve recorrer ao conflito cognitivo, visando à reconstrução conceitual. Isso quer dizer que o Educador com qualificação que desvinculasse o mito de

“[...] apenas pela boa vontade ou por um voluntariado idealista, mas sim um docente que se nutrisse do geral e também das especificidades que a habilitação como formação sistemática

se que ainda não há um modelo universal de Educador Ambiental; mas a necessidade de se estudar este profissional pode ser a chave para renovar os valores sociais, desenvolvendo o comprometimento de mudança desde as pequenas atitudes individuais até o envolvimento na resolução dos problemas mundiais. Na visão de Carvalho (2004), o Educador Ambiental poderia cultivar ideias e sensibilidades ecológicas em sua prática educativa. Acrescemos a esta visão que o Educador Ambiental Formal não deve ser erado como uma pessoa ou grupo de pessoas completamente ecológicas. Na verdade, a

A formação de um sujeito capaz de ler seu ambiente e interpretar as relações, eles presentes se enquadra como a primeira ideia de sujeito ecológico que podemos ter. Assim, como sujeitos ecológicos, podem transformar a natureza em cultura, ou seja, transformar tudo que nos é dado por meio dos recursos naturais em ensinamentos capazes de nos guiar por meio de valores éticos (LOUREIRO, 2007, p. 41).

Jacobi (2005) defende que os Educadores Ambientais devem desenvolver práticas de Educação Ambiental promovendo uma transformação de hábitos e práticas sociais além da ambiental, pois para este autor, o papel deste é primordial para impulsionar as transformações de uma educação que precisa também levar em consideração a questão do desenvolvimento sustentável. E, sob este mesmo viés, Saviani (2005) ratifica a da junção da teoria com a prática e acredita que, para o Educador Ambiental buscar o enfrentamento do estado das coisas e dos problemas encontrados no cotidianoé

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CONCLUSÃO

Este estudo defende a ideia de que o papel do Educador Ambiental torna para a transformação de valores e práticas sociais desejados.

ampliar seu envolvimento por meio de iniciativas que aumentem o seu nível de pr com o Meio Ambiente. A reflexão sobre a prática do professor

práticas educativas ambientais

pensamento hegemônico da sociedade atual.

fundamental que o Educador Ambiental se reconheça como parte integrante do trabalho, se sensibilize com os problemas e se sinta responsável por eles

conceitos que regem a sua dinâmica

saberes ecológicos e que se responsabilizem pela formação da Educador Ambiental assume o papel de trans

preparado para fazê-lo.

REFERÊNCIAS

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ste estudo defende a ideia de que o papel do Educador Ambiental torna para a transformação de valores e práticas sociais desejados. Conclui-se assim ser ampliar seu envolvimento por meio de iniciativas que aumentem o seu nível de pr

A reflexão sobre a prática do professor contribui para a superação de práticas educativas ambientais, que se mostram deficientes na medida em que legitimam o pensamento hegemônico da sociedade atual. Concordamos com Tristão

fundamental que o Educador Ambiental se reconheça como parte integrante do trabalho, se sensibilize com os problemas e se sinta responsável por eles. Também que

conceitos que regem a sua dinâmica, que sejam participantes do processo

que se responsabilizem pela formação da subjetividade de seus alunos.

assume o papel de transpositor do conhecimento,

CARVALHO, I. C. M. Educação Ambiental Crítica: nomes e endereçamentos da educação.

Identidades da educação ambiental brasileira

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5 ste estudo defende a ideia de que o papel do Educador Ambiental torna-se essencial se assim ser necessário ampliar seu envolvimento por meio de iniciativas que aumentem o seu nível de preocupação ontribui para a superação de que se mostram deficientes na medida em que legitimam o oncordamos com Tristão (2004), ser fundamental que o Educador Ambiental se reconheça como parte integrante do trabalho, se . Também que entendam os que sejam participantes do processo de construção dos subjetividade de seus alunos. O do conhecimento, devendo estar

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