Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

Texto

(1)

Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

Especializada na venda de medicamentos, a empresa:

opera com ociosidade;

não possui dívidas;

investe apenas na manutenção dos ativos e

possui incentivos fiscais e não paga impostos.

Além dos demonstrativos financeiros (ano 0), foram disponibilizadas duas estratégias comercias para o próximo exercício (ano 1):

cenário A – vendas e PMR estáveis (igual ao ano 0) e

cenário B – crescimento das vendas e parcelamento no cartão com maior PMR.

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Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

Especializada na venda de medicamentos, a empresa:

opera com ociosidade;

não possui dívidas;

investe apenas na manutenção dos ativos e

possui incentivos fiscais e não paga impostos.

Além dos demonstrativos financeiros (ano 0), foram disponibilizadas duas estratégias comercias para o próximo exercício (ano 1):

cenário A – vendas e PMR estáveis (igual ao ano 0) e

cenário B – crescimento das vendas e parcelamento no cartão com maior PMR.

Ceteris paribus

Objetivo de analisar como os investimentos e a NCG

afetam o fluxo de caixa.

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Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

Especializada na venda de medicamentos, a empresa:

opera com ociosidade;

não possui dívidas;

investe apenas na manutenção dos ativos e

possui incentivos fiscais e não paga impostos.

Além dos demonstrativos financeiros (ano 0), foram disponibilizadas duas estratégias comercias para o próximo exercício (ano 1):

cenário A – vendas e PMR estáveis (igual ao ano 0) e

cenário B – crescimento das vendas e parcelamento no cartão com maior PMR.

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Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

Especializada na venda de medicamentos, a empresa:

opera com ociosidade;

não possui dívidas;

investe apenas na manutenção dos ativos e

possui incentivos fiscais e não paga impostos.

Além dos demonstrativos financeiros (ano 0), foram disponibilizadas duas estratégias comercias para o próximo exercício (ano 1):

cenário A – vendas e PMR estáveis (igual ao ano 0) e

cenário B – crescimento das vendas e parcelamento no cartão com maior PMR.

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Drogarias XYZ – BP no ano 0

Balanço Ano 0 Passivo Ano 0

Caixa 240.000 Fornecedor 120.000

Contas a receber 160.000 Passivo Circulante 120.000

Estoque 240.000

Ativo Circulante 640.000 Patrimônio Líquido 1.080.000

Ativo não Circulante 560.000

Ativo total 1.200.000 Passivo total 1.200.000

(6)

Drogarias XYZ – Premissas gerais

ano base cenário A cenário B

Premissas ano 0 ano 1 ano 1

Volume de vendas 40.000 40.000 60.000

Preço unitário 48 48 48

Custo unitário 36 36 36

Despesas operacionais 360.000 360.000 360.000

Investimento em ativo fixo 100.000 100.000 100.000

Depreciação 100.000 100.000 100.000

(7)

Drogarias XYZ – DRE no ano 1

ano base cenário A cenário B

Premissas ano 0 ano 1 ano 1

Volume de vendas 40.000 40.000 60.000

Preço unitário 48 48 48

Custo unitário 36 36 36

Despesas operacionais 360.000 360.000 360.000

Investimento em ativo fixo 100.000 100.000 100.000

Depreciação 100.000 100.000 100.000

DRE ano 0 ano 1 ano 1

Saldo caixa (t = 0) 220.000 240.000 240.000

(+) Receita 1.920.000 1.920.000 2.880.000

(-) CMV -1.440.000 -1.440.000 -2.160.000

(-) Despesas operacionais -360.000 -360.000 -360.000

(-) Depreciação -100.000 -100.000 -100.000

(-) Juros 0 0 0

(-) Impostos 0 0 0

(=) Lucro líquido 20.000 20.000 260.000

Caixa (BP ano 0)

crescimento 0% crescimento 130%

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Drogarias XYZ – fluxo de caixa ano 1 – cenários

Depreciação Investimentos de capital fixo

Lucro líquido

Investimentos em capital de giro Variação no endividamento Fluxo de caixa

$20.000, $260.000,

$100.000, ($100.000,)

$100.000, ($100.000,)

$0, $0,

?

cenário A cenário B

?

?

?

(9)

Estimando os investimentos em NCG

investimentos adicionais em NCG

DNCG NCGt1 NCGt0

Receita ano x PMR

Contas a receber t1 = 360 Contas a receber t0

Estoque t0

Fornecedor t1 Custo ano x PME

Estoque t1 = 360

Custo ano x PMC Fornecedor t1 = 360

(10)

Drogarias XYZ (cenário1) – investimento em NCG

DNCG= 0, NCGt1 = (280,) NCGt0 = (280,) 1.920 x 30

Contas a receber t1 = 360 Contas a receber t0 = ($160,) Estoque t0 = ($240,)

Fornecedor t0 = $120, 1.440 x 60

Estoque t1 = 360

1.440 x 30 Fornecedor t1 = 360

= ($160,)

= ($240,)

= $120,

investimentos adicionais em NCG

(11)

Drogarias XYZ (cenário2) – investimento em NCG

DNCG= (620,) NCGt1 = (900,) NCGt0 = (280,)

2.880 x 90

Contas a receber t1 = 360 Contas a receber t0 = ($160,) Estoque t0 = ($240,)

Fornecedor t0 = $120, 2.160 x 60

Estoque t1 = 360

2.160 x 30 Fornecedor t1 = 360

= ($720,)

= ($360,)

= $180,

investimentos adicionais em NCG

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Drogarias XYZ – Fluxo de caixa ano 1 – cenários

Depreciação Investimentos de capital fixo

Lucro Líquido

Investimentos em capital de giro Variação no endividamento Fluxo de caixa

$20.000, $260.000,

$100.000, ($100.000,)

$100.000, ($100.000,)

$0, $0,

cenário A cenário B

$0, ($620.000,)

$20.000, ($360.000,)

(13)

Premissas ano 0 (realizado) ano 1 (cenário A) ano 1 (cenário B)

Volume de vendas 40.000 40.000 60.000

Preço unitário 48 48 48

Custo unitário 36 36 36

Despesas operacionais 360.000 360.000 360.000

PMR 30 30 90

PME 60 60 60

PMC 30 30 30

Investimento em ativo fixo 100.000 100.000 100.000

Depreciação 10.000 100.000 100.000

Orçamento de caixa ano 0 (realizado) ano 1 (cenário A) ano 1 (cenário B)

Saldo caixa (t = 0) 220.000 240.000 240.000

(+) Receita -1.920.000 -1.920.000 2.880.000

(-) CMV -1.440.000 -1.440.000 -2.160.000

(-) Despesas operacionais -3.600.000 -360.000 -360.000

(-) Depreciação -100.000 -100.000 -100.000

(-) Juros 0 0 0

(-) Impostos 0 0 0

(=) Lucro líquido 20.000 20.000 260.000

(+) Depreciação 100.000 100.000 100.000

(-) Desembolso de capital -100.000 -100.000 -100.000

(-) Variação da NCG 0 0 -620.000

(-) ΔContas a receber 0 0 -560.000

(-) Δestoque 0 0 -120.000

(-) ΔFornecedor 0 0 60.000

(-) Amortização dívida 0 0 0

(+) Captação dívida 0 0 0

(=) Fluxo de caixa 20.000 20.000 -360.000

Saldo caixa (t = 1) 240.000 220.000 -120.000

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Premissas ano 0 (realizado) ano 1 (cenário A) ano 1 (cenário B)

Volume de vendas 40.000 40.000 60.000

Preço unitário 48 48 48

Custo unitário 36 36 36

Despesas operacionais 360.000 360.000 360.000

PMR 30 30 90

PME 60 60 60

PMC 30 30 30

Investimento em ativo fixo 100.000 100.000 100.000

Depreciação 10.000 100.000 100.000

Orçamento de caixa ano 0 (realizado) ano 1 (cenário A) ano 1 (cenário B)

Saldo caixa (t = 0) 220.000 240.000 240.000

(+) Receita -1.920.000 -1.920.000 2.880.000

(-) CMV -1.440.000 -1.440.000 -2.160.000

(-) Despesas operacionais -3.600.000 -360.000 -360.000

(-) Depreciação -100.000 -100.000 -100.000

(-) Juros 0 0 0

(-) Impostos 0 0 0

(=) Lucro líquido 20.000 20.000 260.000

(+) Depreciação 100.000 100.000 100.000

(-) Desembolso de capital -100.000 -100.000 -100.000

(-) Variação da NCG 0 0 -620.000

(-) ΔContas a receber 0 0 -560.000

(-) Δestoque 0 0 -120.000

(-) ΔFornecedor 0 0 60.000

(-) Amortização dívida 0 0 0

(+) Captação dívida 0 0 0

(=) Fluxo de caixa 20.000 20.000 -360.000

Saldo caixa (t = 1) 240.000 220.000 -120.000

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Orçamento de caixa das Drogarias XYZ

cenário A – vendas e PMR estáveis (igual ao ano 0) e

cenário B – crescimento das vendas e parcelamento no cartão com maior PMR.

Conclusão:

Observamos que a estratégia comercial apresentada no cenário B é economicamente interessante, promovendo o crescimento dos lucros de $20 para $260.

Contudo, mesmo o expressivo crescimento dos lucros não seria suficiente para viabilizar os impactos financeiros resultantes do investimento em NCG.

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TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

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Referências

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