CLIPPING
Assembleia Legislativa
de Minas Gerais
2019
Itatiaia
Título: Cuidado com animais em Belo Horizonte - 16H15 Editoria: Plantão da Cidade
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
Link para a Notícia Presidente do Movimento Mineiro pelo Direito dos Animais fala da situação em Belo Horizonte. Adriana fala sobre a falta de políticas públicas sobre o tema. Em audiência pública na Assembleia Legislativa, Adriana fala sobre a proibição do uso de animais em circos. Entrevista: Adriana Araújo (presidente do Movimento Mineiro pelo Direito dos Animais)Gazeta de Varginha - MG
Título: Prefeitura de Varginha poderá conceder licença ambiental para projetos de menor impacto Editoria: Notícias
Assunto: Interior de Minas
Publicado: 12-01-2019
Link para a Notícia Foi publicada, nesta quinta-feira (10/1/19), no Diário Oficial de Minas Gerais, a Lei 23.289/19, que altera regras relativas ao licenciamento ambiental para atividades a serem realizadas no Estado. A norma tramitou, na AssembleiaLegislativade Minas Gerais (ALMG), por meio do Projeto de Lei (PL) 1.602/15, do deputado Ivair Nogueira (MDB).
Com a aprovação da proposição, foi modificada a Lei 21.972/16, que dispõe sobre o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema).
O texto delega aos municípios a atribuição de conceder licença ambiental nos casos de empreendimentos cujo impacto seja apenas local. São estabelecidos os termos e as condições de delegação, do Estado aos municípios, da
competência para promover o licenciamento e fiscalização ambiental de atividades e empreendimentos poluidores.
Para que os municípios possam exercer a atribuição, deverão atender a requisitos como:
- ter um conselho municipal de meio ambiente de caráter colegiado com representação da sociedade civil paritária à do poder público, com competência consultiva, deliberativa e normativa;
- possuir órgão técnico-administrativo na estrutura do Executivo municipal ou no âmbito de consórcio público intermunicipal constituído com essa finalidade e com equipe técnica multidisciplinar em número compatível com a demanda;
- ter um sistema de fiscalização ambiental legalmente estabelecido, dentre outras exigências.
No entanto, a lei assegura que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) poderá retomar, de ofício ou mediante provocação dos órgãos e entidades vinculadas ao Sisema, a competência que delegou ao município conveniado.
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Diário do Aço - Ipatinga (MG)
Título: Romeu Zema sanciona orçamento 2019 com déficit de R$ 11 bilhões Editoria: Notícias
Assunto: Interior de Minas
Publicado: 12-01-2019
Link para a Notícia O orçamento fiscal para este ano estima a receita em R$ 100,33 bilhõesWôlmer Ezequiel
Despesas previstas com pessoal ferem Lei de Responsabilidade Fiscal
O orçamento de Minas Gerais para 2019, sancionado pelo governador Romeu Zema e publicada Diário Oficial na quinta-feira, prevê um déficit de R$ 11,44 bilhões nos cofres do estado. O rombo é 41,54% maior que o registrado em 2018.
O orçamento fiscal para este ano estima a receita em R$ 100,33 bilhões e fixa a despesa em R$ 111,77 bilhões.
Segundo o plano, a expectativa é de que os ganhos do estado subam 7,91%, enquanto os gastos 10,60%.
Os valores divulgados agora já haviam sido apresentados pelo ex-governador Fernando Pimentel, quando a expectativa da equipe de Romeu Zema é de que a conta ficaria negativa em quase R$ 30 bilhões.
Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, o déficit aprovado refere-se somente ao exercício de 2019. Não incluindo as despesas de anos anteriores que, somadas, são superiores a R$ 20 bilhões, tais como despesas com pessoal, fornecedores e municípios.
De acordo com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), esta é a primeira vez que o orçamento contém as emendas parlamentares impositivas, ou seja, sob a obrigatoriedade de execução pelo Executivo.
Sobre o orçamento de investimento das empresas controladas pelo estado, a lei estima as fontes e fixa os investimentos em R$ 4,99 bilhões.
Despesa com pessoal
A despesa total com pessoal prevista na lei orçamentária é de R$ 37,27 bilhões, o que representa 60,78% da Receita Corrente Líquida (RCL), e ultrapassa o limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é 60%.
Segundo a ALMG, executivo e judiciário ultrapassarão em 2019 os limites prudenciais, o que por lei impossibilita os poderes a realizar concessão de vantagens, aumentos ou reajustes, ressalvada a revisão geral anual; criação de cargos, empregos ou funções; alterações nas carreiras que impliquem aumento de despesas; entre outras.
A situação mais grave é a do Executivo, que deverá gastar R$ 31,28 bilhões com pessoal, o que representa 51,02% da RCL. Isso é mais que o limite prudencial, de 46,55%, e também supera o limite geral para esse Poder, que é de 49%.
R7
Título: Rodovia ganha nome de professora morta ao salvar alunos em Janaúba Editoria: Minas Gerais
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
Link para a Notícia Educadora lutou com vigia que invadiu a Creche Gente Inocente e ateou fogo no próprio corpo e em dezenas de crianças que estavam no localUma lei aprovada pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), alterou o nome da rodovia LMG-631 para Professora Helley de Abreu Batista. A medida homenageia a educadora que morreu em 2017 enquanto salvava seus alunos de um incêndio criminoso na Creche Gente Inocente, em Janaúba, no Norte do Estado.
A estrada em questão liga o município de São João da Ponte à BR-122, em Francisco Sá, na microrregião de Montes Claros, cidade natal da professora.
O tributo foi feito a partir de um projeto de lei de autoria do deputado estadual João Leite (PSDB), aprovado pela ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) em dezembro de 2018. A alteração já está em vigor desde o último sábado (5), quando foi publicada no Diário Oficial do Estado.
Trajetória
Helley tinha 43 anos quando o sorveteiro e vigia da escola Damião Soares dos Santos, então com 50 anos, entrou no colégio com um balde cheio de combustível e ateou fogo no próprio corpo e em dezenas pessoas que estavam no local - a marioria delas eram crianças. O crime aconteceu no dia 5 de outubro de 2017.
À época, testemunhas contaram que a professora entrou em luta corporal com o homem. Mesmo atingida pelas chamas, ela permaneceu no prédio para salvar os alunos que ainda estavam lá. A batalha provocou queimaduras em 90% do corpo da professora e sua morte horas depois do crime. A educadora deixou o marido Luiz Carlos Batista e três filhos. Um deles estava com um ano e três meses.
Tragédia em creche de Janaúba: um ano sem obras em escolas
No total, 14 pessoas morreram na tragédia: Helley, 10 crianças, duas auxiliares de professor e o autor. Outras dezenas ficaram feridas e ainda fazem tratamentos de queimadura e contra problemas de respiração causados pela inalação de fumaça. Uma nova unidade de educação infantil foi erguida no local, também com o nome da professora.
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Diário do Comércio online - BH (MG)
Título: José Eloy dos Santos Cardoso - O desenvolvimento sem dinheiro Editoria: Opinião
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
Link para a Notícia Um dos principais economistas mineiros ainda em ação, Paulo Roberto Haddad publicou há poucos dias um artigo sob o título "Como desenvolver Minas com pouco dinheiro ou sem dinheiro". E chamou atenção para problemas que estão provocando a estagnação da economia mineira em torno de 9% do PIB brasileiro. Ele que como secretário de Estado do Planejamento nos tempos em que a economia mineira crescia duas vezes mais do que a média do PIB brasileiro nos anos 70/80 sabe muito bem o que está publicando.A economia mineira no governo Pimentel foi totalmente destroçada e ele praticamente não conseguiu nem pagar em dia o funcionalismo do Estado.
Carlos Alberto Teixeira de Oliveira, que também é economista, publicou dias atrás artigo sob o título "Mensagem de fé e esperança no crescimento econômico". No otimismo de seu artigo ele disse que "Minas poderá registrar também excepcional desempenho superior à média nacional, apesar das dificuldades enfrentadas no governo Romeu Zema."
Entretanto, para que isso pudesse ocorrer, precisaria que Minas ainda tivesse funcionando a todo vapor todos os mecanismos que existiram nos anos 70/80, o que não ocorre no presente momento. Pelo contrário, a Codemig que absorveu a antiga Cdimg tratou logo de inviabilizar o trabalho empreendido por aquela saudosa empresa que, pela competência de seu presidente Silviano Cançado Azevedo, conseguiu superar as dificuldades e transformá-la num dos chamados "tripés" da economia mineira servindo de modelo para outros organismos semelhantes em todos os estados do Brasil.
No lugar de transformar a Codemig que tinha dinheiro como principal fornecedor de recursos para a infraestrutura mineira, o que o presidente Castelo Branco fez no governo Pimentel foi tentar desmembrar a Codemig em duas outras para que os recursos do nióbio se transformassem indiretamente num mecanismo de financiamento para que Pimentel pudesse pagar despesas de custeio da máquina pública. O governador Romeu Zema, que é empresário de sucesso, terá outra difícil tarefa que não será simplesmente conter os avanços da despesa pública para poder fazer as contrapartidas necessárias num processo de desenvolvimento.
Ainda nos anos 60, quando Silviano Cançado Azevedo foi convidado para assumir a presidência da Cdimg, Fernando Roquette Reis, que foi colega dele no BDMG, o aconselhou a não assumir esse encargo por que se tratava de uma dificílima e quase missão impossível. Silviano não só assumiu o encargo, como, quase sem dinheiro ou com pouco dinheiro, como falou Paulo Haddad, transformou aquela empresa num dos principais "tripés" do desenvolvimento regional, nacional e internacional. Não foi milagre, mas resultado da capacidade de ajudar uma economia fragilizada e apática como era naquela época.
Nos anos 70/80 prefeitos do interior quiseram construir distritos industriais como se isso, por si só, pudesse alavancar o desenvolvimento local. Achavam que um DI era a lâmpada de Aladim do desenvolvimento. No entanto, a coisa não era tão simples assim. Quando Silviano assumiu a Cdimg, o corpo técnico daquela empresa descobriu que cidades-polo como Uberlândia, Uberaba, Juiz de Fora, Pouso Alegre, Itajubá e Montes Claros seriam capazes de, através de seus DIs e ajudas de outros organismos de desenvolvimento como o Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi) e a Cemig, poderiam trabalhar conjuntamente em um trabalho desenvolvimentista. E foi isso que ocorreu.
É lógico que a simples criação de um distrito industrial não é capaz de alavancar uma economia, mas quando as prefeituras tinham uma vocação para o desenvolvimento e os organismos mineiros trabalhavam em conjunto e havia incentivos fiscais, tudo começava a ser possível. No governo Pimentel, ao contrário, a Codemig além de não investir como devia no desenvolvimento ainda fez pior. Não incentivou e tentou dividir a Codemig e a riqueza do nióbio em duas, intenção que não foi totalmente absorvida pela Assembleia Legislativade Minas Gerais.
O vice-governador Paulo Brant conhece muito bem meus trabalhos e meu pensamento desenvolvimentista. Nunca concordei em meus artigos publicados com a subdivisão da Codemig porque, se ela pouco ou nada fez pelo desenvolvimento, pelo menos ainda possui a riqueza do nióbio de Araxá para dar suporte ao desenvolvimento.
Continuo otimista e propagador do desenvolvimento, acreditando como fez o ex-presidente Juscelino Kubitschek quando criou a Cemig, que só através do crescimento e do desenvolvimento qualquer estado ou país conseguirão produzir rendas e empregos necessários. Consertar o mal feito e a falta de visão desenvolvimentista dá trabalho e não é fácil. Mas, ainda dá tempo.
Economista e professor titular de macroeconomia da PUC-Minas
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Tribuna de Minas - Juiz de Fora (MG) Título: Charlles e Sheila se despedem da Câmara
Editoria: Política Assunto: Interior de Minas
Publicado: 12-01-2019
Gazeta Norte Mineira - Montes Claros
Título: Paulo Guedes lamenta veto de Zema a ampliação do Idene Editoria: Política
Assunto: Interior de Minas Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 39 de 247
Gazeta Norte Mineira - Montes Claros
Título: Paulo Guedes lamenta veto de Zema a ampliação do Idene Editoria: Política
Assunto: Interior de Minas
Publicado: 12-01-2019
Super Notícia
Título: Teatro - Jojô e Palito em: As cigarras e as formigas Editoria: Variedades
Assunto: ALMG Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 82 de 247
Super Notícia
Título: Teatro - Família pão com ovo Editoria: Variedades
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
O Tempo
Título: Entrevista - Newton Flávio Silva de Oliveira - "Há um movimento de tentar virar auditor sem fazer concurso''
Editoria: Política Assunto: ALMG Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 132 de 247
O Tempo
Título: Entrevista - Newton Flávio Silva de Oliveira - "Há um movimento de tentar virar auditor sem fazer concurso''
Editoria: Política
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
O Tempo
Título: Entrevista - Newton Flávio Silva de Oliveira - "Há um movimento de tentar virar auditor sem fazer concurso''
Editoria: Política Assunto: ALMG Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 134 de 247
Isto É - SP
Título: A falência de Minas Gerais Editoria: Brasil
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
Isto É - SP
Título: A falência de Minas Gerais Editoria: Brasil
Assunto: ALMG Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 136 de 247
O Tempo
Título: Zema Convida ex-diretor da Globo para comandar a Cultura Editoria: Política
Assunto: ALMG
Publicado: 12-01-2019
O Tempo
Título: Zema Convida ex-diretor da Globo para comandar a Cultura Editoria: Política
Assunto: ALMG Publicado: 12-01-2019
impresso em 19/02/2019 às 04:38 156 de 247