PRESTAÇÃO DE CONTAS MUNICIPAL N. 479767
Procedência: Câmara Municipal de Jesuânia Exercício: 1997
Partes: Antônio Pereira de Faria, José Ribeiro, Luiz Fernando Noronha Pereira, Ronaldo Antônio Claret Brandão, Samuel de Souza, José Vítor Dos Santos, Rosário Alves de Melo, Maurício Mendes Rodrigues, José Carlos Fernandes
MPTC: Maria Cecília Borges
RELATORA: CONSELHEIRA ADRIENE ANDRADE
E M E N T A
PRESTAÇÃO DE CONTAS. EXECUTIVO MUNICIPAL. PREJUDICIAL DE MÉRITO, PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA. RECONHECIMENTO. MÉRITO. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. REGULARIDADE DAS DESPESAS. ARQUIVAMENTO.
1. Reconhece-se a prescrição da pretensão sancionatória/punitiva desse Tribunal e declara-se a extinção do processo com resolução de mérito.
2. A análise de cada caso concreto irá determinar um balanceamento entre o grau de lesão jurídica causada pela conduta ilícita do agente e a necessidade de intervenção do poder do Estado. Por meio desse princípio, defende-se que o direito deve atuar apenas nas situações nas quais é necessário proteger bens considerados importantes para a sociedade e muitas vezes, ainda que esteja configurado um fato ilícito, não havendo significativa lesão ou dano aos interesses sociais, não restará violado nenhum bem jurídico. Ao lado do Princípio da Insignificância, tem-se o Princípio da Razoabilidade, que permite à Administração Pública ponderar a aplicação da norma jurídica no caso concreto e, por conseguinte, avaliar qual será a medida que irá atender, da melhor forma, o interesse público.
NOTAS TAQUIGRÁFICAS
4ª Sessão Ordinária da Primeira Câmara – 01/03/2016
CONSELHEIRA ADRIENE ANDRADE: I – RELATÓRIO
Trata-se da prestação de contas de responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal de Jesuânia, relativa ao exercício financeiro de 1997, autuada nesta Corte de Contas em 31/03/19981.
A Unidade Técnica apontou as seguintes irregularidades (fls. 05/12 e 50/77): 1. Divergência no Balanço Financeiro:
1.1. Receita Extra-Orçamentária (fl. 07); 1.2. Despesa Extra-Orçamentária (fl. 07);
2. Ocorreram Restos a pagar no exercício, no valor de R$2.383,86, enquanto as disponibilidades financeiras somam R$36,06 (fl. 08);
3. Os subsídios de cada vereador estão em desacordo com as disposições legais no valor histórico de R$246,33 (fl. 62).
Após manifestação dos defendentes às fls. 112/167, a Unidade Técnica realizou análise conclusiva pela extinção do feito nos termos do art. 176, III, do Regimento Interno (fls. 173/173v) e o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas emitiu parecer pela extinção do presente feito, sem julgamento do mérito (fls. 174/180).
É, em síntese, o relatório. II – FUNDAMENTAÇÃO Prejudicial de Mérito
Inicialmente, impõe-se registrar que o Tribunal de Contas tem o dever de desempenhar sua função fiscalizatória com presteza, economicidade e celeridade, observando fielmente os princípios da eficiência, da racionalidade administrativa e da economia processual e o direito à razoável duração do processo, resultado do princípio da segurança jurídica e dos direitos fundamentais ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.
Ademais, a Emenda Constitucional nº 45, ao acrescentar o inciso LXXVIII ao art. 5º da Constituição da República, garantiu a todos, no âmbito judicial e administrativo, a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.
A propósito, cabe reproduzir lição do Prof. Heleno Taveira Torres2 sobre a duração razoável do processo, perfeitamente aplicável ao processo administrativo no âmbito dos Tribunais de Contas, verbis:
Trata-se de garantia constitucional à segurança jurídica quanto à duração do processo, para evitar que se eternizem no tempo e visa propiciar aos jurisdicionados o direito de exigir eficiência do Estado na função jurisdicional pautada pela celeridade.
Não basta assegurar o “acesso” livre ao Judiciário se a tutela jurisdicional vem a destempo ou não atinge o propósito desejado pelas partes na solução dos litígios com brevidade, de modo a conferir estabilidade às relações jurídicas.
O objetivo do inc. LXXVIII do art. 5º é aquele de garantir a celeridade de tramitação do processo. Deveras, a efetividade da tutela jurisdicional demanda sua tempestividade e, por conseguinte, a estabilidade como segurança jurídica por meio do processo no tempo. Com isso, a instrumentalidade do processo ganha em dinâmica, como meio para realização da justiça.
Aos direitos de acesso ao judiciário, do devido processo legal, de liberdade de provas e duplo grau de jurisdição, ou mesmo de proteção à coisa julgada, deve-se, pois, somar o princípio da razoável duração do processo como um empenho para que o Estado realize estas prestações positivas em favor de todos, sem discriminação e com qualidade. (Grifamos.)
Ainda sobre o tema, merece destacar entendimento do Ministro Celso de Mello3, do Supremo Tribunal Federal:
2 Torres, Heleno Taveira. Direito Constitucional tributário e segurança jurídica: metódica da segurança jurídica
O julgamento sem dilações indevidas constitui projeção do princípio do devido processo legal. O direito ao julgamento, sem dilações indevidas, qualifica-se como prerrogativa fundamental que decorre da garantia constitucional do due process of
law. O réu (...) tem o direito público subjetivo de ser julgado, pelo Poder Público, dentro
de prazo razoável, sem demora excessiva nem dilações indevidas. Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Art. 7º, ns. 5 e 6). Doutrina. Jurisprudência. O excesso de prazo, quando exclusivamente imputável ao aparelho judiciário (...), traduz situação anômala que compromete a efetividade do processo, pois, além de tornar evidente o desprezo estatal pela liberdade do cidadão, frustra um direito básico que assiste a qualquer pessoa: o direito à resolução do litígio, sem dilações indevidas e com todas as garantias reconhecidas pelo ordenamento constitucional. (Grifamos.)
O Tribunal de Contas da União4 assim se manifestou sobre o tema:
(...) o transcurso de longo período de tempo entre a ocorrência do dano e a primeira notificação do responsável compromete a efetiva prática do contraditório e da ampla defesa, pressupostos para a constituição válida e regular de um processo, visto que a dificuldade de reunir a documentação necessária compromete a validade processual e a segurança jurídica. (...)
Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão de 2ª Câmara, ACORDAM por unanimidade, com fundamento nos arts. 143, inciso I, alínea a, e 212, do Regimento Interno do TCU, aprovado pela Resolução nº 246/2011, e no art. 6º, inciso II c/c o art. 19, da IN/TCU nº 71/2012 e no subitem 9.2 do Acórdão 2.647/2007-TCU-Plenário (Ata 51/2007-2.647/2007-TCU-Plenário), em arquivar a presente Tomada de Contas Especial, por ausência de pressupostos de constituição válida e regular do processo (...). (Grifamos.)
O Ministério Público junto a este Tribunal, em parecer5 exarado pelo Procurador-Geral Daniel de Carvalho Guimarães, entendeu, em caso análogo, que “a prolação de decisão de mérito imputando penalidade ao gestor após o extenso lapso temporal decorrido, inviabilizaria o manejo de Recurso, por impossibilitar sua adequada instrução, configurando, portanto, grave violação ao direito fundamental à ampla defesa”. (Grifamos.)
Cumpre registrar que a edição da Lei Complementar nº 133, de 05/02/2014, que alterou a Lei Complementar nº 102/2008, Lei Orgânica deste Tribunal, modificou o instituto da prescrição no âmbito desta Corte. Entre as modificações trazidas, ressalto o acréscimo do art. 118-A, que definiu o seguinte:
Art. 118-A. Para os processos que tenham sido autuados até 15 de dezembro de 2011, adotar-se-ão os prazos prescricionais de:
I – cinco anos, contados da ocorrência do fato até a primeira causa interruptiva da prescrição;
II – oito anos, contados da ocorrência da primeira causa interruptiva da prescrição até a primeira decisão de mérito recorrível proferida no processo;
III – cinco anos, contados da prolação da primeira decisão de mérito recorrível até a prolação da decisão de mérito irrecorrível.
Parágrafo único. A pretensão punitiva do Tribunal de Contas para os processos a que se refere o caput prescreverá, também, quando a paralisação da tramitação processual do feito em um setor ultrapassar o período de cinco anos. (Grifamos)
3 STF - HC 85988 / PA - PARÁ - HABEAS CORPUS - Relator(a): Min. CELSO DE MELLO - Julgamento:
04/05/2010 - Órgão Julgador: Segunda Turma
4 Acórdão nº 2428/2014, da 2ª Câmara.
Tendo sido autuado antes de 15/12/2011 e considerando que se passaram mais de oito anos desde a primeira causa interruptiva da prescrição sem a prolação de decisão de mérito – autuação do feito no Tribunal de Contas nos casos de prestação de contas, o presente processo enquadra-se na regra acima transcrita em relação à perda da pretensão punitiva/sancionatória desta Corte de Contas dos achados de auditoria acima elencados (ressalvada a discussão acerca da pretensão ressarcitória6), nos moldes do art. 118-A, II, c/c art. 110-C, inciso II, da citada Lei Complementar
Mérito
Cotejando os autos, infere-se, ainda, a existência de recebimento a maior de remuneração por cada vereador da edilidade que poderiam ensejar, além da aplicação de multa, ressarcimento ao erário assim discriminado:
Recebimento a maior de remuneração por cada vereador (fl. 61)
Valor histórico Data do pagamento Índice de correção Valor atualizado (1)
R$61,43 Set./1996 3,4200913 R$210,09
R$61,43 Out./1996 3,4194074 R$210,05
R$61,43 Nov./1996 3,4064629 R$209,25
R$61,43 Dez./1996 3,3949201 R$208,54
Total recebido por cada vereador: _______________________________ R$828,93 (1) Índice de correção pela Tabela de Corregedoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais:
http://www.tjmg.jus.br/data/files/E6/E7/3D/38/41632510AE6ED2250D4E08A8/Fatores_Atua lizacao_Monetaria%20-%20Janeiro%202016.pdf
Todavia, quanto ao referido item apurado pelo Órgão Técnico e que ensejaria dano ao erário para cada vereador no valor atualizado de R$828,93 (oitocentos e vinte e oito reais e noventa e três centavos)7, entendo que deve-se aplicar o princípio da insignificância8, pois, do ponto de vista material, não há significativa lesão aos cofres públicos uma vez que a cobrança da referida importância ensejaria gastos superiores ao valor do ressarcimento em si, elidindo a necessidade da cobrança do dano e assim atendendo da melhor forma o interesse público para o caso sob exame.
Sobre o princípio da insignificância, tem-se o entendimento do Exmo. Conselheiro José Alves Viana, nos autos da Prestação de Contas Municipal nº 710.096, verbis:
(...) a análise de cada caso concreto irá determinar um balanceamento entre o grau de lesão jurídica causada pela conduta ilícita do agente e a necessidade de intervenção do poder do Estado. Por meio desse princípio, defende-se que o direito deve atuar apenas nas situações nas quais é necessário proteger bens considerados importantes para a sociedade e muitas vezes, ainda que esteja configurado um fato ilícito, não
6 TCEMG. PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 640.678. 2ª CÂMARA. 19/03/2015. “(...) Resguardada a pretensão ressarcitória, deve ser reconhecida a prescrição da pretensão punitiva, nos termos do art. 118-A,
II, c/c o art. 110-C, I, e art. 110-J, todos da Lei Orgânica deste Tribunal, com a redação da Lei Complementar n. 133/2014, tendo em vista o transcurso de prazo superior a oito anos desde as primeiras causas interruptivas da prescrição sem a prolação de decisão de mérito.” (Rel. Cons. Subst. Licurgo Mourão) - Grifamos
7 O valor do dano foi atualizado segundo a Tabela da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais,
relativa a janeiro de 2016, considerando a data do pagamento.
8 Neste sentido, vide os seguintes julgados: 811199, 811201, 811203, 811205, 811206, 811208, 811210, 811211,
Recursos Ordinários, Relator Conselheiro Mauri Torres, Tribunal Pleno, DJ 24/09/2014 – 725739, Processo Administrativo, Relator Conselheiro Cláudio Terrão, DJ 20/10/2015.
E, ainda: “(...)Com base nesse princípio, entendo ser ínfima a repercussão na esfera patrimonial do Estado do desfalque apontado pela Comissão de Tomada de Contas Especial no valor de R$801,20 (oitocentos e um reais e vinte centavos). Isso é, diante da inexpressividade do valor atribuído ao Senhor Ronaldo Soares Campelo, o qual é materialmente desprezível, torna-se imperativa a aplicação pelo Tribunal de Contas do princípio da insignificância em benefício do referido gestor.” (Tomada de Contas Especial nº 837677, Sessão do dia 23/6/2015, 1ª Câmara, Conselheiro Relator Cláudio Terrão).
havendo significativa lesão ou dano aos interesses sociais, não restará violado nenhum bem jurídico. Ao lado do Princípio da Insignificância, tem-se o Princípio da Razoabilidade, que permite à Administração Pública ponderar a aplicação da norma jurídica no caso concreto e, por conseguinte, avaliar qual será a medida que irá atender, da melhor forma, o interesse público.9 (Grifamos)
Ressalto que, na sessão do Tribunal Pleno do dia 13/08/2014, foi aprovado o posicionamento apresentado pelo Exmo. Conselheiro Cláudio Couto Terrão, no bojo do Recurso Ordinário n. 862408, no sentido de se reconhecer a aplicabilidade do princípio da insignificância para afastar o pagamento de restituições ao erário, tomando-se como parâmetro objetivo o valor e R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), ou seja, 10% (dez por cento) do valor de alçada das Tomadas de Contas Especiais fixado pela Decisão Normativa nº 01/201410.
Revendo posicionamento anterior, o entendimento aprovado pelo Tribunal Pleno é razoável quanto à fixação de critério objetivo da insignificância no âmbito de atuação desta Corte de Contas.
Destaco, ainda, no Tribunal de Contas da União, a existência de normativo que estabelece a observância do princípio da significância nas ações de controle11.
Nesta senda, em virtude da reduzida lesão jurídica provocada no patrimônio da municipalidade, afasto a aplicação do artigo 37, parágrafo 5º, da Constituição da República e, por conseguinte, com fundamento no princípio da Razoabilidade, que permite a administração ponderar a aplicação da norma jurídica no caso concreto para melhor atender ao interesse público, entendo regular12 a despesa acima elencada.
III – CONCLUSÃO
Por todo o exposto, em sede de prejudicial de mérito, considerando o decurso do lapso temporal superior a oito anos desde a primeira causa interruptiva da prescrição sem a prolação de decisão de mérito, voto pelo reconhecimento da prescrição da pretensão sancionatória/punitiva desse Tribunal com relação aos achados de auditoria acima elencados, com fulcro no inciso II do art. 118-A c/c 110-J, ambos da Lei Complementar nº 102/2008.
No que se refere a irregularidade que ensejara dano passível de ressarcimento, considerando a aplicação do princípio da insignificância, julgo regular a despesa.
Cumpridos os procedimentos regimentais cabíveis, arquivem-se os autos. CONSELHEIRO MAURI TORRES:
Senhor Presidente, tendo em vista o reconhecimento do princípio da insignificância, peço vênia à Relatora para reconhecer a prescrição também com relação às falhas que acarretaram dano ao erário.
9 MINAS GERAIS. Tribunal de Contas. Primeira Câmara. Prestação de Contas Municipal n. 710.096. Relator:
Cons. José Alves Viana. DOC, 6 nov. 2012.
10 DN 01/2014. Art. 1º Fixar em R$ 15.000,00 (quinze mil reais) o valor a partir do qual a tomada de contas
especial instaurada com base no art. 47 da Lei Complementar Estadual nº 102, de 17/01/2008, e nos artigos 245 e 246 da Resolução nº 12, de 17/12/2008, deverá ser encaminhada, devidamente instruída, ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, para fins de julgamento.
11 Instrução Normativa nº 52/2007. Art. 3º O controle das PPP será realizado por meio da sistemática prevista
nesta Instrução Normativa e dos instrumentos de fiscalização definidos no Regimento Interno do Tribunal de Contas da União. §1º. O controle previsto no caput deste artigo observará o princípio da significância, de acordo com os critérios de materialidade, relevância, oportunidade e risco.
12 Neste sentido vide Recurso de Revisão nº 711.389, Tribunal Pleno, Sessão do dia 12/11/2014, Relator Conselheiro José Alves Viana.
CONSELHEIRO PRESIDENTE CLÁUDIO COUTO TERRÃO: Vou acompanhar o voto da divergência.
APROVADO O VOTO DIVERGENTE DO CONSELHEIRO MAURI TORRES. VENCIDA, EM PARTE, A CONSELHEIRA ADRIENE ANDRADE.
(PRESENTE À SESSÃO A PROCURADORA MARIA CECÍLIA BORGES.)
A C Ó R D Ã O
Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Exmos. Srs. Conselheiros da Primeira Câmara, na conformidade da Ata de Julgamento e das Notas Taquigráficas, em prejudicial de mérito, reconhecer a prescrição da pretensão sancionatória/punitiva desse Tribunal com relação aos achados de auditoria acima elencados, com fulcro no inciso II do art. 118-A c/c 110-J, ambos da Lei Complementar n. 102/2008, considerando o decurso do lapso temporal superior a oito anos desde a primeira causa interruptiva da prescrição sem a prolação de decisão de mérito. No que se refere à irregularidade que ensejara dano passível de ressarcimento, considerando a aplicação do princípio da insignificância, reconhecem, por maioria de votos, a prescrição da pretensão punitiva. Cumpridos os procedimentos regimentais cabíveis, arquivem-se os autos. Vencida, em parte, a Conselheira Adriene Andrade.
Plenário Governador Milton Campos, 01 de março de 2016.
CLÁUDIO COUTO TERRÃO Presidente
MAURI TORRES Prolator do voto vencedor
ADRIENE ANDRADE Relatora
(assinado eletronicamente)
mf/MR
CERTIDÃO
Certifico que a Súmula desse Acórdão foi disponibilizada no Diário Oficial de Contas de ___/___/______, para ciência das partes.
Tribunal de Contas, ___/___/_____. _________________________________
Coordenadoria de Taquigrafia e Acórdão
Documento assinado por meio de certificado digital, conforme disposições contidas na Medida Provisória 2200-2/2001, na Resolução n.02/2012 e na Decisão Normativa n.05/2013. Os normativos mencionados e a validade das assinaturas poderão ser verificados no endereço www.tce.mg.gov.br, código verificador n.1188370