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VISÃO GERAL DO EMC VMAX PARA AMBIENTES DE MAINFRAME

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VISÃO GERAL DO EMC VMAX PARA

AMBIENTES DE MAINFRAME

RESUMO

Este white paper descreve os recursos que estão disponíveis para o armazenamento EMC® VMAX3™ e VMAX totalmente flash para sistemas IBM z. Os recursos de mainframe estão disponíveis com a execução do HYPERMAX OS 5977 e em ambientes z/OS, Mainframe Enabler v 8.0. Ao longo deste documento, VMAX3 se refere aos sistemas de armazenamento VMAX 100K, VMAX 200K e VMAX 400K, e VMAX totalmente flash se refere aos modelos 450F e 850F.

(2)

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VMware e VMAX/VMAX3 são marcas registradas ou comerciais da VMware, Inc. nos Estados Unidos e/ou em outras jurisdições. Todas as outras marcas comerciais aqui mencionadas pertencem a seus respectivos proprietários.

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ÍNDICE

SUMÁRIO EXECUTIVO ... 5

PÚBLICO-ALVO ... 5

INTRODUÇÃO ... 6

Modelos de hardware do VMAX

3

... 6

VMAX TOTALMENTE FLASH ... 7

HYPERMAX OS ... 8

Hipervisor incorporado ... 8

D@RE (Data at Rest Encryption) ... 8

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ... 9

Mainframe Enabler ... 9

GDDR – Geographically Dispersed Disaster Restart ... 9

Unisphere

®

... 9

NOVOS RECURSOS ... 10

Provisionamento virtual no VMAX3, arrays pré-configurados, pools de recurso

de armazenamento ... 10

Trilha com tamanho de 56KB ... 10

FAST (Fully Automated Storage Tiering) ... 11

Provisionamento de SLOs ... 11

TimeFinder SnapVX ... 12

zDP™ – z Systems Data Protector ... 13

SRDF melhorado ... 14

APRIMORAMENTOS DE HARDWARE ... 14

Engines do VMAX3 ... 14

Emulação multi-core: capacidade de processamento onde ela é mais necessária ... 15

Dynamic Virtual Matrix/fabric Infiniband ... 16

Emulações de director ... 17

Compartimento para FLASH ... 17

Infraestrutura de back-end/drive SAS 6 Gb/s ... 18

(4)

Aprimoramentos de compatibilidade com o sistema IBM z ... 18

Compatibilidade com gaveta Disk Array Enclosure ultra densa e combinações

de DAEs ... 19

Local RAID: desempenho e os benefícios da configuração física ... 19

Configurações densas de gabinete único ... 20

Dispersão de gabinetes (rack) ... 20

Racks de terceiros ... 21

(5)

SUMÁRIO EXECUTIVO

As organizações em todo o mundo precisam de infraestruturas de TI que possam fornecer acesso instantâneo e contínuo aos grandes (e cada vez maiores) volumes de dados associados ao tradicional processamento on-line e em lote de transações, e aos casos de uso de Big Data, como data warehousing e lógica analítica. Isso precisa ser concretizado por meio de redução contínua no TCO

(Total Cost of Ownership, custo total de propriedade), melhoria nos SLAs (Service Level Agreement, contratos de nível de serviço) e redução dos riscos associados ao armazenamento de dados. Muitas delas têm obrigação contratual com SLAs que descrevem os níveis necessários de serviço, geralmente com penalidades associadas a inconformidades. As organizações estão tentando entender como a nova geração de aplicativos de “sistemas de envolvimento”, baseada no mundo de redes sociais, telefonia móvel, nuvem e Big Data (coletivamente chamada de “3ª plataforma” pela IDC), pode ser aproveitada no mainframe (conhecido como 1ª plataforma) que funciona como o “sistema de registro” para a maioria dos grandes organizações. Novas ameaças à integridade e à disponibilidade de dados estão surgindo quase semanalmente, e as organizações de TI precisam responder com técnicas de última geração para proteger seus dados. Há décadas a EMC tem ajudado empresas a resolver problemas de armazenamento em mainframe, e agora está redefinindo o array de armazenamento tradicional, transformando-o em uma “plataforma de serviços de dados” que se tornará a ponte entre a 1ª e a 3ª plataforma a fim de modernizar e oferecer a última geração da computação e do armazenamento em nuvem híbrida com o que há de melhor em disponibilidade, integridade de dados e gerenciamento de TCO. As arquiteturas modernas de armazenamento em mainframe exigem:

• Dimensionamento de capacidade em grande escala • Dimensionamento de desempenho em grande escala

• Flexibilidade para lidar com cargas de trabalho altamente variáveis e ainda assim manter níveis de serviço consistentes o tempo todo

• Proteção física e lógica contra ameaças à integridade e disponibilidade dos dados.

• Uma infraestrutura de proteção de dados que pode ser dimensionada entre um número ilimitado de arrays, sysplexes e locais físicos

• Custos reduzidos por meio de hiperconvergência de infraestrutura

• Um modelo de uso que é automatizado e praticamente 100% livre de ajustes, unificando o gerenciamento com outras plataformas e reduzindo ainda mais o TCO

Os arrays VMAX 100K, 200K, 400K, 450F e 850F habilitados para mainframe são projetados para atender e superar esses requisitos por meio de:

• Dimensionamento até 480 drives em um só gabinete com duas engines, sendo possível misturar drives com tecnologia Flash e SAS

• Aproveitando uma arquitetura scale-out com até 8 engines, 384 núcleos, cache de 16 TB e 256 conexões de host físico • Arrays totalmente flash que aproveitam a avançada arquitetura Dynamic Virtual Matrix em um único nível de armazenamento • SLOs (Service Level Objective, objetivo de nível de serviço) e uma arquitetura híbrida que atribui dinamicamente os

recursos do sistema para onde eles são mais necessários

• As soluções de replicação local e remota mais avançadas do setor

• Uma plataforma de armazenamento convergente capaz de executar cargas avançadas de trabalho de aplicativos e de armazenamento no VMAX3

• Um modelo de facilidade de uso que é exclusivo no setor de armazenamento high-end Este artigo explica como o VMAX3 fornece esses recursos e muito mais para ambientes de mainframe.

PÚBLICO-ALVO

(6)

INTRODUÇÃO

O VMAX3 da EMC está incrivelmente bem posicionado para solucionar o desafio dos CIOs de adotar um datacenter modernizado e centrado em flash ao mesmo tempo em que tentam simplificar, automatizar e consolidar as operações de TI. O VMAX3 não é apenas maior, melhor e mais rápido (o que de fato é), o VMAX3 é uma plataforma flexível de serviços de dados que aborda especificamente os novos requisitos do datacenter moderno em mainframe ao mesmo tempo em que continua a oferecer os níveis de confiabilidade e disponibilidade nos quais nossos clientes já confiam há anos.

Com o VMAX3, o array de nível 1 líder do setor evoluiu para uma plataforma de hardware de provisionamento thin com um conjunto completo e avançado de serviços de dados de software, incluindo o zDP (z Data Protector), uma nova e revolucionária solução de proteção de dados que possibilita uma recuperação rápida de corrupção lógica dos dados, seja a partir de erros simples de

processamento ou provocados de maneira maliciosa. Os serviços de dados do VMAX são fornecidos por uma plataforma de hardware altamente resiliente e ágil que oferece cache global, flexibilidade de CPU (processamento), desempenho e HA (High Availability, alta disponibilidade) em escala para atender aos mais exigentes requisitos de armazenamento.

O VMAX3 também simplifica radicalmente o gerenciamento em escala por meio de SLOs. Os SLOs simplificam o trabalho e responde às perguntas do administrador de armazenamento de “quantos discos de qual tipo é necessário alocar” e “onde meus dados precisam ser colocados” com um simples “qual o desempenho que um aplicativo precisa?”. A automatização no VMAX3 atribui os recursos necessários para satisfazer a meta de desempenho, ajustando tudo continuamente a fim de mantê-la. Agora o

gerenciamento de armazenamento de nível 1 pode ser feito em questão de minutos e não exige administradores altamente

capacitados em armazenamento de TI. Ao oferecer esses recursos, o VMAX3 melhora a produtividade geral da equipe, dando tempo para que seus integrantes se concentrem nas necessidades dos negócios e não no gerenciamento de tecnologia.

Os arrays EMC VMAX3 dão continuidade ao legado de todos os arrays Symmetrix, DMX e VMAX que surgiram antes deles. Eles permitem que os departamentos de TI consolidem, economizem e reduzam o risco em suas infraestruturas de datacenter enquanto fornecem armazenamento de missão crítica com a escala, o desempenho, a disponibilidade, a segurança e a agilidade da EMC com os quais as empresas têm contado por anos.

Modelos de hardware do VMAX

3

A família VMAX3 com HYPERMAX OS 5977 abrange 3 novos modelos de array, o VMAX 100K, o VMAX 200K e o VMAX 400K (chamados de arrays VMAX3). Todos os três modelos podem ser configurados como arrays totalmente flash ou arrays híbridos (disco flash e tradicional), e todos compartilham os mesmos produtos de software e recursos de hardware. O principal diferencial entre modelos é o número de núcleos de CPU por engine, total de portas FICON, cache e a capacidade total. Os números máximos de escalabilidade são apresentados na Figura 1.

(7)

Os arrays VMAX3 fornecem desempenho e escala incomparáveis. Do VMAX 100K com 1 ou 2 engines ao VMAX 400K com até 8 engines, esses novos arrays oferecem aumento drástico da densidade de armazenamento por placa de piso, já que agora engines e compartimentos de disco de alta capacidade (para drives de 2,5 e 3,5 pol.) estão consolidados no mesmo gabinete do sistema. Além disso, os arrays VMAX 100K, 200K e 400K dão suporte a:

• Configurações híbridas ou totalmente flash

• Dispersão do gabinete do sistema de até 25 metros (82 pés) em relação ao primeiro gabinete do sistema • Rack opcional de terceiros

Os arrays VMAX3 são compatíveis com drives SAS nativos de 2,5 pol. e 6 Gb/s, drives de 3,5 pol. ou uma combinação dos dois tipos de drive. Os gabinetes individuais do sistema podem acomodar 1 ou 2 engines e até 4 ou 6 gavetas DAE de alta densidade.

Todos os arrays VMAX3 são 100% provisionados virtualmente e pré-configurados de fábrica. Os arrays são desenvolvidos para fornecer gerenciamento simplificado, desempenho extremo e dimensionamento em grande escala ocupando um pequeno espaço. Com o VMAX3, o armazenamento pode ser provisionado rapidamente com um objetivo de nível de serviço desejado para atender às necessidades das mais exigentes cargas de trabalho em escala.

VMAX TOTALMENTE FLASH

Os mais avançados sistemas totalmente flash do mundo são os novos arrays VMAX 450F e VMAX 850F, exibidos na Figura 2 abaixo. Esses modelos se baseiam respectivamente na tecnologia de engine do VMAX 200k e 400k, com vários pontos de capacidade usando os novos SSDs de 3,8 TB, 1,9 TB e 960 GB atender aos ambientes sigilosos que exigem mais desempenho e hiperconsolidação. Os novos sistemas totalmente flash:

• Aproveitam a avançada arquitetura Dynamic Virtual Matrix e o HYPERMAX OS

• Implementam o empacotamento “V-Brick” simplificado que combina 1 engine VMAX3, 2 DAEs e 54 TB de capacidade de armazenamento. Têm capacidade adicional implementada mediante a adição de pacotes de flash de 13 TB.

• Comportam mainframe, sistemas abertos, IBM i e armazenamento em block e file com 99,9999% de disponibilidade • Oferecem os serviços de dados líderes do setor em todos os modelos, inclusive replicação avançada, gerenciamento de

armazenamento, proteção de dados, acesso à nuvem híbrida e criptografia de dados.

• Aproveitam os mais recentes drives flash de 3,8 TB, 1,9 TB e 960 GB em um único pacote flash configurável com 13 TB utilizáveis.

Os arrays totalmente FLASH VMAX são produtos separados e não podem receber upgrade a partir da família VMAX3, mas os arrays VMAX3 ainda podem ser configurados com drives totalmente flash usando os drives de 900 GB e de 1,9 TB.

(8)

HYPERMAX OS

As versões anteriores do sistema operacional da família VMAX eram chamadas de Enginuity. A partir do VMAX3, o sistema operacional interno é chamado de HYPERMAX OS, o primeiro sistema operacional convergente do setor com armazenamento aberto e hipervisor. O HYPERMAX OS combina alta disponibilidade, gerenciamento de I/O, qualidade de serviço, validação de integridade de dados,

armazenamento com classificação por níveis e segurança de dados líderes do setor com uma plataforma de aplicativos aberta. Ele conta com o primeiro hipervisor de armazenamento em tempo real e não disruptivo que gerencia e protege serviços incorporados ao ampliar a alta disponibilidade do VMAX aos serviços que, normalmente, seriam executados fora do array. Ele também dá acesso direto a recursos de hardware para maximizar o desempenho. O upgrade do hipervisor pode ser feito de modo não disruptivo.

O hipervisor do VMAX3 reduz os requisitos externos de hardware e sistema de rede, e fornece níveis mais altos de disponibilidade, além de reduzir drasticamente a latência. O HYPERMAX OS executa a Dynamic Virtual Matrix, aproveitando sua flexibilidade de scale-out de núcleos, cache e interfaces de host.

O HYPERMAX OS oferece:

• O gerenciamento dos recursos do sistema para otimizar de maneira inteligente o desempenho entre os requisitos de uma ampla gama de I/O e garantir a disponibilidade do sistema por meio de recursos avançados de monitoramento, detecção e correção de falhas

• Recursos simultâneos de facilidade de manutenção e manutenção

• A base para recursos de software específicos disponíveis por meio do software de gerenciamento de armazenamento, continuidade de negócios e recuperação de desastres da EMC.

• Serviços funcionais para arrays VMAX3 e para um grande pacote de produtos de software de aplicativos de armazenamento da EMC.

Priorização automatizada de tarefas, incluindo manutenção básica de sistema, processamento de I/O e de aplicativos

Hipervisor incorporado

O HYPERMAX OS obteve seu nome a partir da inclusão de um hipervisor que permite que os serviços de dados incorporado sejam executados diretamente no storage array, proporcionando níveis completamente novos de eficiência para cargas de trabalho corporativas. Atualmente esse ambiente de sistema operacional guest é usado para oferecer esses serviços:

1. Monitoramento e controle de um único VMAX3 por meio de um Solutions Enabler de hospedagem de guest de “ferramentas”, SMI-S e Unisphere para monitoramento de desempenho e gerenciamento de array

2. Os componentes de lógica analítica do FAST (Fully Automated Storage Tiering, armazenamento com classificação totalmente automatizada por níveis) para reconhecimento de padrões, bem como serviços de tradução de dica fornecido pelo host 3. Embedded NAS (eNAS), que fornece compartilhamento de arquivos multiprotocolo flexível e seguro (NFS, CIFS/SMB 3.0),

bem como várias identidades de servidor de arquivos (servidores CIFS e NFS)

D@RE (Data at Rest Encryption)

Os dados em armazenamento corporativo precisam estar protegidos dentro e fora do VMAX. A D@RE (Data at Rest Encryption) garante a redução ou a eliminação da potencial exposição de dados confidenciais em mídias descartadas, extraviadas ou roubadas. A D@RE fornece criptografia de back-end no array e baseada em hardware para sistemas VMAX3 executando o HYPERMAX OS. A criptografia em cada drive de disco (criptografia “back-end”) protege suas informações contra acesso não autorizado mesmo quando os drives são removidos do sistema. A D@RE fornece criptografia no back-end usando módulos de I/O SAS que incorporam a criptografia de dados em repouso XTS-AES de 256 bits. Esses módulos criptografam e descriptografam os dados que estão sendo gravados ou lidos em um drive. Todos os drives configurados são criptografados, inclusive os sobressalentes. Além disso, todos os dados do array ficam criptografados, inclusive conteúdo do file system do Symmetrix e do compartimento.

(9)

A D@RE incorpora o RSA® Embedded Key Manager para gerenciamento de chaves, que fornece uma DEK (Device Encryption Key, chave de criptografia de dispositivo) exclusiva e independente para todos os drives no array, inclusive para drives sobressalentes. As chaves da D@RE são autogerenciadas, e não é necessário replicar as chaves em locais remotos ou em snapshots de volume. Enquanto a chave utilizada para criptografar os dados estiver protegida, os dados criptografados não podem ser lidos. Além de proteger contra ameaças relacionadas à remoção física da mídia, isso também significa que a mídia pode ser prontamente realocada mediante a destruição da chave de criptografia usada para proteger os dados anteriormente armazenados em tal mídia.

A D@RE é compatível com todos os recursos dos sistemas VMAX3, permitindo a criptografia da emulação de qualquer volume ou tipo de drive local compatível e oferece criptografia avançada sem degradação no desempenho nem interrupção dos aplicativos ou infraestrutura existentes.

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO

Mainframe Enabler

O MFE (Mainframe Enabler) é um pacote de produtos baseados em z/OS para o gerenciamento de seu VMAX em um ambiente z/OS. É possível usar comandos MFE para monitorar o status e a configuração de dispositivos, e para executar operações de controle em dispositivos e objetos de dados em seu ambiente de armazenamento EMC VMAX.

O Mainframe Enabler 8.0 ou posterior é necessário para arrays VMAX3 que executam o HYPERMAX OS versão 5977 do 1º trimestre de 2016. O MFE 8.0 também é retrocompatível com arrays VMAX e Symmetrix mais antigos.

GDDR – Geographically Dispersed Disaster Restart

A GDDR (Geographically Dispersed Disaster Restart) é a principal solução de automação de continuidade de negócios da EMC para paralisações planejadas e não planejadas. A GDDR foi criada para operações planejadas de troca de local de datacenter e para operações de reinício após desastres, desde a perda de capacidade de computação e/ou acesso ao disk array até a perda total de um único datacenter ou um desastre regional, inclusive a perda de dois datacenters. A GDDR foi aprimorada para comportar o VMAX3. A versão 5.0 inclui suporte para a nova função de replicação local TimeFinder SnapVX, descrita abaixo.

Unisphere

®

O Unisphere permite que os clientes provisionem, gerenciem e monitorem facilmente os ambientes VMAX. O Unisphere 8.1 foi aprimorado para comportar os novos recursos da família VMAX3.

Com o HYPERMAX OS, é possível executar o Unisphere for VMAX como um sistema operacional guest diretamente dentro do hipervisor nativo do VMAX3, eliminando a necessidade de um host externo de gerenciamento e os adaptadores fibre channel associados para controlar e gerenciar o array VMAX3 em um ambiente com conexão FICON. A opção de gerenciamento incorporado precisa ser especificada durante o pedido do sistema VMAX3, pois os requisitos de CPU e memória precisam ser adequadamente dimensionados. Consulte a documentação do Unisphere for VMAX, disponível em https://support.EMC.com para obter mais informações.

O Unisphere oferece navegação simples com “botões grandes” e otimiza operações para simplificar e reduzir o tempo necessário para gerenciar o VMAX. Ele também simplifica o gerenciamento de armazenamento sob uma estrutura comum.

O Unisphere for VMAX contém um número de painéis de controle orientados a tarefas para tornar intuitivo e fácil o monitoramento e a configuração dos sistemas VMAX. Como exemplo, o painel de controle do grupo de armazenamento exibe informações sobre grupos de armazenamento de aplicativos e se eles estão ou não atendendo aos seus respectivos requisitos de SLO. Os

(10)

NOVOS RECURSOS

Provisionamento virtual no VMAX3, arrays pré-configurados, pools de recurso de

armazenamento

Todos os arrays VMAX3 vêm pré-configurados de fábrica com pools de provisionamento virtual prontos para uso. O VMAX3 combina todos os seus drives em um SRP (Storage Resource Pool, pool de recursos de armazenamento) que oferece armazenamento físico para thin devices que são apresentados aos hosts. O pool de recursos de armazenamento é gerenciado pelo FAST® (Fully Automated Storage Tiering, armazenamento com classificação totalmente automatizada por níveis), que é habilitado por padrão e não exige configuração inicial pelo administrador de armazenamento, o que reduz o tempo até o I/O e simplifica radicalmente o gerenciamento do armazenamento VMAX3. Com o SRP, a capacidade é monitorada no nível do SRP e pools de discos, níveis de RAID e vinculação de thin device deixam de ser estruturas que o administrador de armazenamento precisa gerenciar. Todos os thin devices estão prontos para uso após a criação e o RAID é implementado sob as camadas do SRP como parte da pré-configuração. A Figura 3 mostra os componentes do SRP e a relação com os SGs (Storage Groups, grupos de armazenamento) usados para o agrupamento dos thin devices aos aplicativos host. Observe que existe uma relação de 1:1 entre os grupos de discos e os pools de dados. Cada grupo de disco especifica um tipo de proteção do RAID, tamanho do disco, tecnologia de disco, velocidade da rotação, formando a base para cada um dos thin-pools pré-configurados. Cada array VMAX3 vem de fábrica com o arquivo bin (configuração) já criado. Isso significa que as práticas recomendadas para implementação — tamanhos TDAT, proteção do RAID e pools de dados — já estarão em vigor e não precisam mais ser criadas ou gerenciadas pelo administrador de armazenamento.

Figura 3: Componentes do pool de recursos de armazenamento

Com o novo modelo SRP pré-configurado, o VMAX3 oferece todos os benefícios do provisionamento thin sem nenhuma complexidade. Para obter mais detalhes sobre o gerenciamento, o monitoramento e a modificação de pools de recursos de armazenamento, consulte a parte Guia da CLI de gerenciamento de arrays do Solutions Enabler do conjunto Documentação do Solutions Enabler disponível em https://support.EMC.com/products/2071_Solutions-Enabler

Trilha com tamanho de 56KB

Os arrays VMAX3 são compatíveis com volumes CKD 3380 e 3390, usando um único tamanho de trilha de 56KB como a unidade de alocação para o armazenamento de SRPs para dispositivos com provisionamento thin. Quando dispositivos thin são criados em um array VMAX3, eles não consomem espaço do SRP até que recebam gravações.

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FAST (Fully Automated Storage Tiering)

O FAST automatiza a identificação dos dados de aplicativos ativos ou inativos com o objetivo de realocá-los entre diferentes pools de desempenho/capacidade em um storage array VMAX3. O FAST faz o monitoramento proativo das cargas de trabalho nos níveis de volume e de subvolume para identificar dados ativos que se beneficiariam com a movimentação para drives de melhor desempenho ao mesmo tempo em que identifica os dados menos ativos que poderiam ser transferidos para drives mais econômicos sem afetar o desempenho de acesso dos dados que estão sendo transferidos.

A engine FAST do VMAX3:

• Permite que você gerencie o desempenho por objetivo de nível de serviço

• Gerencia e oferece ativamente os níveis de desempenho para dados do aplicativo especificado • Fornece capacidade de alta disponibilidade para o processo FAST

• Oferece serviços de armazenamento definidos com base em uma configuração de drive mista

Provisionamento de SLOs

Um objetivo de nível de serviço é a meta do tempo de resposta para um grupo de armazenamento previamente definido. O SLO é transferido para o FAST, que fornece o desempenho. É possível adicionar thin devices aos grupos de armazenamento (provisionados), e esses grupos de armazenamento podem ser atribuídos a um SLO específico, definindo a expectativa de desempenho do grupo de armazenamento recém-provisionado. Em arrays configurados com várias tecnologias de drive, o FAST monitora e adapta-se continuamente para o desempenho da carga de trabalho, a fim de manter a meta de tempo de resposta definida pelo SLO.

Para cargas de trabalho de mainframe, o padrão SLO é chamado de “Otimizado”. Como seu nome sugere, ele otimiza o tempo de resposta em todos os grupos de armazenamento usando todos os recursos de drive no SRP. Existem dois objetivos de nível de serviço opcionais, diamante e bronze, que fornecem a capacidade de direcionar a carga de trabalho em direção ou para longe de flash drives no VMAX3. As características dos SLOs são fixas e não podem ser modificadas; entretanto, um SLO de grupo de

armazenamento pode ser alterado a qualquer momento pelo usuário para atender às metas dinâmicas de desempenho do aplicativo. A Tabela 1 lista as características de desempenho e os objetivos de nível de serviço de mainframe:

Objetivos de nível

de serviço de

mainframe

Comportamento

Diamond Desempenho FLASH

Otimizado

(padrão)

Atinge o desempenho ideal colocando a maior parte dos dados ativos em armazenamento de desempenho mais elevado e os dados menos ativos em

armazenamento econômico

Bronze

Desempenho de 10K RPM

Tabela 1: objetivos de nível de serviço para Mainframe

O tempo de resposta real de um aplicativo associado a cada objetivo de nível de serviço vai variar com base na carga de trabalho real do aplicativo e dependerá do tamanho médio de I/O, da taxa de leitura/gravação e do uso de replicação remota ou local.

(12)

É possível alterar a atribuição dos grupos de armazenamento de um objetivo de nível de serviço para outro sem interrupções. Portanto, se um objetivo de nível de serviço não oferecer desempenho suficiente, o usuário pode alterá-lo on-line para um melhor nível de objetivo de serviço (mais rápido) mesmo que o grupo de armazenamento esteja on-line. De modo oposto, o usuário pode mudar para um SLO de desempenho inferior para preservar um armazenamento mais rápido.

Assim que um aplicativo estiver em conformidade com seu objetivo de nível de serviço associado, as promoções para

armazenamento de desempenho mais rápido serão interrompidas. Futuras movimentações de dados para o aplicativo manterão o SLO do aplicativo abaixo do limite superior do SLO selecionado.

Com o Solutions Enabler e o Unisphere for VMAX, os SLOs predefinidos podem ser renomeados. Por exemplo, o diamante pode ser renomeado para missão crítica a fim de descrever seu uso dentro da empresa com maior precisão.

TimeFinder SnapVX

O software EMC TimeFinder® fornece cópias point-in-time de volumes que podem ser usadas para backups, teste, recuperação de dados, clonagem de sistema do banco de dados, atualizações de data warehouse ou qualquer outro processo que exige acesso paralelo a dados de produção.

O HYPERMAX OS 5977 for VMAX3 introduz o TimeFinder SnapVX, que combina os melhores aspectos das ofertas anteriores do

TimeFinder com novos recursos de facilidade de uso, maior escalabilidade e aprimoramento significativo da eficiência no uso de espaço. Em arrays que executam o HYPERMAX OS, o TimeFinder SnapVX permite criar cópias point-in-time (snapshots) de dados críticos no nível de volume. O SnapVX cria snapshots armazenando imagens pré-atualização de trilhas (deltas de snapshot) diretamente no SRP do dispositivo de origem. Esses snapshots “point-in-time” só consomem espaço quando trilhas de origem são atualizadas. Trilhas que não são atualizadas compartilham alocações em muitos snapshots, permitindo a criação de várias cópias point-in time de um volume sem consumir espaço adicional. O SnapVX também é um projeto de “snapshots sem destino”, o que significa que não é necessário um volume de destino para obter uma cópia point-in time de um volume. Em outras palavras, a captura de um “point-in-time” foi separada de seu uso. Portanto, com o SnapVX, você não precisa mais especificar um dispositivo de destino e pares de

origem/destino ao criar um snapshot. Se o aplicativo precisar usar os dados point-in-time a qualquer momento, você cria links do snapshot para um ou mais dispositivos de destino. Se houver vários snapshots, e o aplicativo precisar encontrar uma cópia point-in-time específica para acessar o host, é possível vincular e vincular novamente até que o snapshot correto seja localizado.

O SnapVX para volumes CKD é compatível com TimeFinder/Clone, TimeFinder/Snap (dispositivos virtuais) e TimeFinder/Mirror por meio de emulações que convertem os comandos de modo transparente em comandos do SnapVX. Ainda é possível executar trabalhos que usam comandos do TimeFinder/Clone, do TimeFinder/Snap e do TimeFinder/Mirror, mas o mecanismo subjacente no HYPERMAX OS é o SnapVX.

Nos arrays HYPERMAX OS, o SnapVX comporta até 256 snapshots por dispositivo de origem (inclusive os snapshots do modo de emulação). Os limites de sessão legados ainda se aplicam às emulações das ofertas anteriores do TimeFinder. Operações do SnapVX e legadas do TimeFinder, bem como emulação de Flashcopy, somente poderão coexistir em volumes de origem. Misturar essas tecnologias em volumes de origem e destino não é possível no momento.

(13)

Figura 4: Snapshots do TimeFinder SnapVX

Você pode definir os snapshots para finalização automática após um número especificado de dias ou em uma data e hora

especificadas. A Figura 4 mostra vários snapshots de um volume de produção com um tempo de vida de um dia. O HYPERMAX OS só vai encerrar o snapshot caso ele não tenha nenhum vínculo para volumes de destino. Caso ele tenha vínculos, o HYPERMAX OS finalizará o snapshot quando o último vínculo tiver sido desfeito. Gravações em um dispositivo de destino vinculado só serão

aplicadas ao destino vinculado e não vão alterar o point-in-time do próprio snapshot. Os snapshots podem ser excluídos em qualquer ordem sem afetar seu sequenciamento.

Para obter mais informações, consulte a Nota técnica — VMAX3 Local Replication Suite, TimeFinderSnapVX and TimeFinder Emulation

zDP™ – z Systems Data Protector

Nos últimos 20 anos, boa parte do foco na proteção de dados tem sido na recuperação da perda de um datacenter devido a desastres ou paralisações não planejadas. A ênfase tem sido em fornecer cópias de dados em locais alternados e em garantir que a integridade dos dados das cópias seja preservada. O objetivo tem sido disponibilidade com integridade dos dados.

Nos últimos anos, houve um número alarmante de exemplos de corrupção dos dados devido a erros de ou a agentes mal-intencionados e que resultam não em perda da disponibilidade de dados, mas na perda da integridade dos dados no ambiente de produção. Toda a tecnologia de replicação baseada em armazenamento implementada para proteger contra a perda de dados desde a invenção da replicação de dados não oferece nenhuma proteção contra corrupção dos dados e, na verdade, replica zelosamente os dados corrompidos para todos os locais de recuperação com velocidade e precisão impressionantes!

Com o risco de corrupção de dados adotando formatos novos e mais perigosos do que erros de processamento, que na melhor das hipóteses introduzem dados erráticos nos episódios mais sérios de hacks proativos e destruição de dados, a responsabilidade dos CIOs ultrapassou a recuperação rápida da perda do datacenter e passou a ser a recuperação rápida contra a perda da integridade dos dados. O zDP (z Data Protector) foi projetado para solucionar o problema de recuperação de corrupção lógica em grande escala. O zDP é um aplicativo EMC baseado em z/OS e que utiliza snapshots do SnapVX para permitir recuperação rápida de corrupção lógica dos dados. O zDP consegue isso fornecendo várias cópias de point-in-time frequentes e consistentes dos dados de maneira automatizada entre vários volumes a partir dos quais é possível realizar uma recuperação a nível de aplicativo. Ao oferecer acesso fácil a várias cópias point-in-time diferentes de dados (com granularidade de minutos), a correção precisa da corrupção de dados lógicos pode ser realizada usando os procedimentos de recuperação com base em aplicativos ou em armazenamento. O zDP oferece os seguintes benefícios:

• Tempos mais curtos de recuperação, pois menos dados precisam ser processados devido à granularidade das cópias point-in-time disponíveis

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• Perda mínima de dados em comparação ao método anterior de restaurar dados a partir de backups diários ou semanais. Isso é especialmente importante para dados não DBMS, que não têm as opções de recuperação granular fornecidas por arquivos de registros e cópias de imagem associadas a sistemas de gerenciamento de banco de dados.

Antes do zDP, a única maneira de se recuperar de corrupção lógica dos dados era uma cópia off-line, um BCV (Business Continuance Volume), às vezes conhecidos como uma “cópia ouro” ou um backup feito mídia física off-line ou virtual. Mesmo nos datacenters que praticam os mais recentes procedimentos de proteção de dados, muitas vezes, somente uma cópia off-line do “estado dos negócios” estava sendo feita por dia. Considerando que é possível criar 144 snapshots em um período de 24 horas (em intervalos de 10 minutos) com o zDP em comparação com um só BCV ou um backup em fita off-line, o zDP fornece 144 vezes a granularidade para se recuperar de uma situação que, caso contrária, poderia ser prejudicial ou fatal para seus negócios.

SRDF melhorado

A família produtos de software SRDF (Symmetrix Remote Data Facility) é o padrão ouro para replicação remota em ambientes cruciais. Desenvolvida para a arquitetura de hardware high-end VMAX líder do setor, a família de soluções SRDF conta com a confiança das empresas para a recuperação de desastres e continuidade de negócios há mais de duas décadas. O SRDF Assíncrono (SRDF/A) permite que os serviços de dados remotos forneçam 99,9999% de disponibilidade de dados (31,5 segundos de tempo de inatividade do sistema por ano) e operação 24 horas por dia, 7 dias por semana para sempre. O SRDF síncrono (SRDF/S) pode alcançar 99,99999% de disponibilidades (3,2 segundos de tempo de inatividade por ano). A família SRDF oferece flexibilidade de implementação inigualável e escalabilidade massiva para fornecer uma ampla gama de recursos de replicação à distância.

Outra alteração importante no VMAX3 é um aprimoramento do recurso DSE (Delta Set Extension, extensão do conjunto Delta), que é projetado para aumentar a disponibilidade em ambientes SRDF/A. Não é mais necessário configurar um pool separado no array e não é necessário que um pool DSE exista no array remoto (R2). Em vez disso, o SRP terá uma capacidade máxima de DSE associada a ele (especificada em GB). A capacidade DSE é especificada quando o array VMAX3 é configurado, resultando em uma configuração menos complexa para o administrador de armazenamento gerenciar.

O SRDF/A também foi aprimorado para fornecer os menores e mais previsíveis RPOs (Recovery Point Objective, objetivo de ponto de recuperação) enquanto opera sob estresse. Isso é feito por meio de um aprimoramento chamado MCM (Multi-cycle Mode, modo de vários ciclos) que permite a existência de mais de mais de dois conjuntos delta no array de origem. O MCM tem o benefício de alternância contínua do ciclo com base no tempo de ciclo definido pelo usuário, para que os ciclos agora sejam previsíveis e muito menores quando aplicados ao local secundário. Isso elimina a necessidade de DSE no local secundário.

O SRDF/S também foi aprimorado para fornecer melhor desempenho de dispositivos por meio da redução na sobrecarga do processamento de replicação.

Além disso, como todos os directors VMAX3 são capazes de dar suporte a um número variável de portas (até 16 portas para cada um dos directors configurados com emulação para SRDF), o número de grupos do SRDF compatíveis em um director VMAX3 SRDF (RA) aumentou de 64 para 250, que também é o número total de grupos SRDF permitidos por array VMAX3.

Todos os modelos do array VMAX3 também são capazes de dar suporte a compactação de hardware avançada para otimização de largura de banda em links IP e FC.

APRIMORAMENTOS DE HARDWARE

Engines do VMAX3

A infraestrutura de hardware do VMAX3 para todos os modelos (100K, 200K e 400K) foi projetada com base nas novas engines. Uma engine de VMAX3 é um par de director boards separadas fisicamente e alojadas no mesmo compartimento. Para aumentar a disponibilidade, cada director board é fisicamente independente, com seu próprio hardware redundante e alimentação de energia. No total, 1 director board comporta 2 processadores Intel Ivy Bridge com 24 (100K), 32 (200K) ou 48 núcleos físicos (400K), sendo que cada um deles é compatível com tecnologia (SMT2) multi-thread. Cada engine VMAX3 foi projetada para ser modular e redundante para facilidade de serviço e eliminação de qualquer paralisação off-line. Os directors podem ser removidos da parte

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frontal do rack para upgrades de serviço sem a necessidade de desconectar qualquer conexão entre módulos de I/O de front-end ou de back-end. As únicas diferenças físicas entre as engines dos vários modelos VMAX3 é a configuração dos módulos de memória DIMM e o número e a frequência operacional dos núcleos de CPU.

Todos os arrays VMAX3 contêm 2 MMCS (Management Module Control Systems) no gabinete do sistema 1. Isso ajuda a aumentar a disponibilidade do sistema, já que há vários pontos de acesso ao sistema para acesso remoto. Se houver uma falha em qualquer uma das MMCS, o sistema é capaz de dial-home a partir da MMCS restante para recuperação remota ou diagnosticar se a

substituição de hardware é necessária. O MMCS substitui o Service Processor que estava presente nos modelos anteriores do VMAX. A Figura 5 a seguir mostra os componentes comuns de hardware das engines do VMAX3 e o MMCS, que só é exigido no primeiro gabinete do sistema de cada array VMAX3.

Figura 5: visão posterior de engine totalmente configurada do VMAX3

Emulação multi-core: capacidade de processamento onde ela é mais necessária

É possível configurar os arrays VMAX3 para serem centrados em front-end (alocando mais núcleos de CPU para lidar com o I/O de host), centrados em back-end (alocando mais núcleos de CPU para lidar com o I/O de disco) ou usar a configuração padrão de linha de base, na qual os núcleos de CPU são distribuídos de maneira uniforme entre operações front-end e back-end. O mapeamento predefinido de núcleo de CPU permite a especificação das características de desempenho com base na utilização e nos perfis de I/O esperados. A maioria, mas nem todas as cargas de trabalho de mainframe exigem configurações centradas em front-end e, portanto, são configuradas na fábrica.

Essa flexibilidade é possibilitada por emulação multi-core, que melhora a utilização de CPU e porta física do HYPERMAX OS, estendendo a arquitetura comprovada de código do VMAX enquanto melhora o desempenho geral.

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Figura 6: emulação multi-core

A Figura 6 mostra a emulação multi-core padrão em arrays VMAX3. Os núcleos são agrupados para front-end, para back-end e para as funções do HYPERMAX OS. Vários núcleos de CPU no director trabalharão com I/O de todas as portas. Isso ajuda a garantir que as portas dos directors VMAX3 sempre estejam balanceadas.

Dynamic Virtual Matrix/fabric Infiniband

A Dynamic Virtual Matrix oferece a interface global de memória entre os directors que têm mais de uma engine. Ela é composta por vários elementos, inclusive endpoints HCA (Host Channel Adapter) Infiniband, interconexões (switches) Infiniband, e cabos seriais ópticos e cabos de cobre passivo-ativo de alta velocidade para oferecer uma interconexão com a Virtual Matrix.

Um fabric switch ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) reside em um MIBE (Management Interface Board Enclosure,

compartimento de placa de interface de gerenciamento) especial, que é responsável pela inicialização e pelo gerenciamento da Virtual Matrix. Cada porta fabric conecta-se com um switch Infiniband hospedado no primeiro gabinete do sistema. Os switches Infiniband só estão presentes nos sistemas com várias engines e são adicionados com o acréscimo de uma segunda engine. Os switches InfiniBand são instalados em pares e cada director tem um caminho para o fabric switch A e B. Os fabric switches são compatíveis com fontes de alimentação em espera para atividades de compartimento a fim de garantir que todos os caches de dados sejam arquivados.

Os arrays VMAX 100K e 200K aceitam 8 portas de interconexão; o VMAX 400K comporta 16 portas de interconexão. Eles são mostrados abaixo na Figura 7 e na Figura 8.

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Figura 8: fabric switch Infiniband de 18 portas para o VMAX

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400K

O cabeamento nos switches Infiniband é mais simples do que nos modelos anteriores do VMAX, permitindo um menor tempo de instalação pela equipe de campo da EMC.

Emulações de director

Como discutido anteriormente, o director do VMAX3 consiste em conjuntos de módulos de hardware ou placas que variam de acordo com o modelo e contêm CPUs Intel Ivy Bridge. Os director boards são configurados nas engines. Dentro de um sistema VMAX3, os directors trabalham juntos para aplicar seus recursos para o trabalho de muitas funções de baixo nível chamadas “emulações”, dez delas estão relacionadas na tabela a seguir.

Duas novas emulações do director foram apresentadas com o HYPERMAX OS 5977 no VMAX3: emulação IM (Infrastructure Manager) e HYPERMAX OS Data Services1. A emulação de IM é uma agregação de tarefas comuns de infraestrutura anteriormente distribuídas em todos os tipos de director. Essa consolidação tem como objetivo permitir que outros directors direcionem seus recursos de CPU para trabalho específico apenas de I/O, sem interferência das demandas das tarefas de infraestrutura. A emulação do HYPERMAX OS Data Services também fornece uma consolidação de várias funcionalidades, com as principais metas de reduzir a latência de

caminhos de I/O e apresentar melhor escalabilidade para vários aplicativos HYPERMAX OS.

Emulação Tipo Função

DS Back-end Serviços de disco (DA para discos SAS)

DX Back-end Director externo (usado para FAST.X e ProtectPoint) IM Intermediário Gerenciamento de infraestrutura

EDS Intermediário Serviços de dados do Enginuity

EF Front-end Front-End (FICON)

FA Front-end Front End (Fibre Channel)

FE Front-end Front End (FCoE Fibre Channel over Ethernet 10GbE) SE Front-end Front End (iSCSI Ethernet de 10 GbE)

RA Front-end Adaptador remoto (Fibre Channel)

RE Front-end Adaptador remoto (Ethernet de 10 GbE/GigE)

Tabela 2: Tipos de emulação no VMAX

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Compartimento para FLASH

A compartimentação é o processo de salvar dados da memória global em um espaço reservado no VMAX3 durante um evento off-line. O compartimento para FLASH oferece a compartimentação de dados da memória global em módulos flash de I/O internos. Esse recurso fornece as seguintes vantagens:

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• Melhor desempenho do array devido à maior memória global por director, capaz de ser salvo dentro de 5 minutos • Fisicamente, o VMAX3 pesa menos (é necessário usar menos baterias para salvar os dados frente a uma interrupção

de energia)

• O VMAX3 é mais fácil de configurar, pois não existe mais um requisito de reservar capacidade nos drives de back-end para o espaço de compartimento.

• Não é mais necessário um número mínimo de drives por engine

Infraestrutura de back-end/drive SAS 6 Gb/s

Todos os modelos VMAX3 utilizam drives SAS de 6 Gb/s com configuração de back-end que oferece desempenho aprimorado em relação à arquitetura do VMAX2. O SAS é um protocolo de alta velocidade e extremamente confiável que usa a mesma tecnologia de baixo nível da codificação de Fibre Channel. A topologia SAS é diferente do Fibre Channel, já que a SAS usa uma estrutura em árvore sem conexão com caminhos exclusivos para dispositivos individuais. As tabelas de roteamento armazenam esses caminhos e ajudam a direcionar o I/O para os locais necessários.

Compatibilidade com zHPF e FICON de 16 Gb/s

Todos os modelos VMAX3 comportam FICON de 16 Gb/s. Cada placa de adaptador de canal FICON (SLIC) no VMAX3 consiste em um módulo de I/O com 4 portas de 16 Gb/s baseado no chipset Qlogic padrão do setor que faz negociação automática com o host para comportar velocidades de link de 4, 8 e 16 Gb/s. É possível configurar até 32 portas FICON 16 Gb/s em cada engine do VMAX3.

O VMAX3 é 100% compatível com zHPF. Isso inclui:

• Compatibilidade com prefetch de lista e bidirecionalidade. Esses recursos permitem que um único I/O acesse com eficiência extents não adjacentes em um volume. Isso resulta em melhor desempenho; por exemplo, no DB2 ao acessar índices com taxas ruins de cluster (varreduras de índice desorganizadas).

• Comandos Format Write. Esse recurso melhora o desempenho dos utilitários, como carregamento de DB2, reorg, reconstruções e restaurações de índice ao possibilitar que os programas de canal que utilizam Format Writes entreguem grandes quantidades de dados em um só I/O.

• Exploração de zHPF por meio dos métodos de acesso BSAM, QSAM e BPAM.

Além disso, o VMAX3 oferece suporte para os seguintes aprimoramentos FICON anunciados com o IBM z13:

• Compatibilidade com FEC (Forward Error Correction) para FICON 16 Gb/s. Esse recurso melhora o controle sobre os erros de transmissão em links fibre com ruído e permite que a FICON opere com maior velocidade a distâncias mais longas

• FID (FICON Dynamic Routing), que permite que a FICON use políticas dinâmicas de roteamentos para ISL (Inter Switch Links) na SAN

• Parâmetros de leitura de diagnóstico para permitir que os produtos de gerenciamento de SAN exibam dados de diagnóstico para links de 16Gb/s.

Aprimoramentos de compatibilidade com o sistema IBM z

O VMAX3 adicionou compatibilidade para os seguintes recursos de serviços de cópia e IBM 2107:

• Suporte a CCW QHA (Query Host Access). O QHA é usado para determinar se um dispositivo tem grupos de caminho FICON ativos e é explorado por vários aplicativos host, inclusive pelo parâmetro VERIFY OFFLINE do utilitário ICKDSF para acesso LPAR antes de inicializar um volume.

• PPRC Soft Fence, que impede que os usuários acessem acidentalmente os volumes primários originais de PPRC após a ocorrência de uma falha Hyperswap ou PPRC primária.

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• NDSS (Non-Disruptive State Save). O NDSS tem como objetivo capturar informações de diagnóstico sob demanda no VMAX3 quando ocorrem determinados problemas em ambientes GDPS/PPRC

• zHyperwrite. Esse recurso é implementado no modo de suporte de PPRC (Metro Mirror) do VMAX3. Ele é explorado pelo DB2 em um ambiente habilitado para Hyperswap para gravar diretamente nos volumes PPRC primários e secundários que contêm os conjuntos de dados ativos de registros, ignorando a replicação de PPRC para I/Os de gravação e melhorando o tempo de resposta para esse componente essencial de desempenho do DB2.

Compatibilidade com gaveta Disk Array Enclosure ultra densa e combinações de DAEs

Os sistemas VMAX3 oferecem 2 tipos de compartimento de gaveta DAE (Disk Array Enclosure): DAEs de densidade ultra-alta (120 drives de 2,5 pol.) e densidade padrão (60 drives de 3,5 pol.). A Figura 9 mostra o hardware físico para cada tipo de DAE. As DAEs podem ser adicionadas aos sistemas em incrementos individuais caso esteja usando RAID 1, RAID 5 (3 + 1) e RAID 6 (6 + 2). Entretanto, se o sistema contiver RAID 5 (7 + 1) ou RAID 6 (14 + 2), a adição de DAEs só será possível em pares. Para flexibilidade máxima, as DAEs podem ser misturadas atrás das engines para acomodar drives dos modelos de 2,5 pol. e de 3,5 pol. no mesmo array. Uma engine do VMAX3 é capaz de comportar até 6 DAEs (720 drives de 2,5 pol., 360 drives de 3,5 pol.) ou uma DAE mista (combinação dos dois).

Quando o sistema é configurado na fábrica, os drives são distribuídos entre as engines em configurações balanceadas, fornecendo o desempenho ideal no array. Quando os drives são adicionados, espera-se que eles também sejam adicionados de forma balanceada. Cada DAE tem quatro zonas de alimentação e, portanto, continua operando apesar da perda de alimentação em qualquer zona (o que exigiria a perda de duas fontes de alimentação separadas, também conhecida como falha dupla). Se necessário, é possível configurar o RAID 6 (14 + 2) e RAID 5 (7 + 1) em 4 DAEs para que apenas um membro resida em qualquer zona de alimentação.

Figura 9: Gavetas DAE de 60 e de 120 drives

Local RAID: desempenho e os benefícios da configuração física

Os arrays VMAX 100K, 200K e 400K implementam RAID local, que requer que todos os membros de um grupo de RAID estejam associados à mesma engine. Isso garante acesso local e controle sobre o I/O para todos os membros do RAID e reduz o número de mensagens e operações de memória global que precisa ser realizado para operações de RAID, reduzindo a sobrecarga de I/O e melhorando o desempenho do RAID.

O RAID local também elimina a necessidade de cabeamento entre gabinetes (entre estruturas) em DAEs diretas/encadeadas em série. Isso permite a separação física de um sistema VMAX3 com várias estruturas em nível de engine/gabinete (para posicionar as estruturas em torno de qualquer obstáculo ou entre um corredor no datacenter), fazendo com que o sistema VMAX3 seja o sistema de armazenamento mais flexível do setor.

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Configurações densas de gabinete único

Todos os arrays VMAX3 podem ser configurados com um único mecanismo por gabinete e até 6 DAEs. Como alternativa, um sistema pode ser configurado para ter 2 engines por gabinete de sistema com 4 DAEs (até 480 drives de 2,5 pol.) para fornecer uma configuração de armazenamento muito mais densa. Com drives de 3,8 TB (10.000 RPM), os sistemas de engine dupla podem conter mais de 500 TB (bruto) por rack, com 64 portas de host e até 4 TB de cache em uma única placa de piso padrão. A Figura 10 mostra o layout de engine única e configuração densa.

Figura 10: VMAX3 engine única (esquerda) e VMAX3 com configuração densa (direita)

Dispersão de gabinetes (rack)

Os racks dos sistemas VMAX3 100K, 200K e 400K podem ficar fisicamente separados a distâncias de até 25 metros para evitar colunas e outros obstáculos no datacenter, sem que seja necessário reservar placas de piso vazias para o futuro crescimento do array. Qualquer gabinete do sistema VMAX3 pode ser colocado em qualquer lugar em seu data center desde que esteja a até 25 metros do primeiro gabinete do sistema que hospeda os switches Infiniband Dynamic Virtual Matrix. A Figura 11 mostra uma possível opção de dispersão (separação) para um VMAX 400k de 8 engines com 2 gabinetes de sistema adjacentes e 6 gabinetes do sistema distribuídos a uma distância de 25 m do gabinete do sistema 1.

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Figura 11: Dispersão de gabinetes com o VMAX3

Racks de terceiros

Todos os arrays VMAX 100K, 200K e 400K são compatíveis com os racks de 19 pol. padrão do setor e racks opcionais de terceiros para facilidade de adaptação à infraestrutura existente de seu datacenter. Os racks de terceiros precisam satisfazer as dimensões definidas no Guia de Planejamento da família EMC VMAX VMAX 100K, 200k, 400K disponível em https://support.EMC.com

CONCLUSÃO

Como o array de nível 1 comprovado em campo e líder do setor, agora o VMAX3 está disponível para clientes de mainframe e oferece um conjunto completo de avançados serviços de dados de software, incluindo uma nova e revolucionária solução de proteção contínua de dados para os usuários de mainframe, o zDP. Os serviços de dados do VMAX são fornecidos por uma plataforma de hardware altamente resiliente e ágil que oferece cache global, flexibilidade de CPU, desempenho e o maior número de portas FICON entre qualquer array do setor para satisfazer as mais exigentes necessidades de infraestrutura de armazenamento, seja ela

convergente (cargas de trabalho de mainframe e outras executadas no mesmo VMAX3) ou não.

Os arrays VMAX3 são projetados e desenvolvidos para simplicidade de gerenciamento, desempenho extremo, hiperconsolidação e dimensionamento massivo em um espaço ocupado denso. Com a família VMAX3, o gerenciamento de desempenho de

armazenamento tornou-se mais independente com o novo modelo de implementação de objetivo de nível de serviço.

A EMC lançou a primeira Dynamic Virtual Matrix do setor de armazenamento e deixou os serviços de dados mais próximos do armazenamento que eles acessam, eliminando a necessidade de proliferação dos funcionalmente limitados “dispositivos de dados” no datacenter. A plataforma de serviços de dados do VMAX3 viabiliza decisões flexíveis de infraestrutura de armazenamento que não estão limitadas ao que é possível dentro da “estrutura” de um dispositivo. Essa abordagem oferece hiperconsolidação, um excelente

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custo total de propriedade, gerenciamento simples e ágil, enquanto supera as necessidades atuais e futuras dos clientes para armazenamento em mainframe.

Referências

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