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Prof o a Maria Clo Cl r o ind n a d So S ar o es FFior o avant an i c or o ind n a fg r E c s o c l o a de

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Academic year: 2021

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(1)

Escola de Veterinária da UFG Escola de Veterinária da UFG Departamento de Medicina Veterinária Departamento de Medicina Veterinária Disciplina de Clínica dos Grandes Animais Disciplina de Clínica dos Grandes Animais

Prof

Prof

aa

Maria

Maria Clorinda

Clorinda Soares

Soares Fioravanti

Fioravanti

[email protected]

[email protected]

Localização

Localização

É um grande órgão, subdividido em É um grande órgão, subdividido em lobos distintos e situados na porção lobos distintos e situados na porção

anterior direita da cavidade anterior direita da cavidade abdominal, em estreita associação abdominal, em estreita associação

ao diafragma e estômago ao diafragma e estômago

(2)

±

± OO fígadofígado éé aa maiormaior glândulaglândula isoladaisolada dodo corpocorpo

±

± GGlândulalândula tubulartubular compostacomposta

Estrutura

Estrutura

Estrutura

Estrutura

; ;HepatócitosHepatócitos ;

;Células dos ductos biliaresCélulas dos ductos biliares ;

;Células endoteliaisCélulas endoteliais

;

; Células de Células de KupfferKupffer ;

;Células de Ito (estocagem de gordura)Células de Ito (estocagem de gordura) ;

(3)

Š

Š OsOs hepatócitoshepatócitos agrupamagrupam--sese em

em placas,placas, formandoformando unidades

unidades morfológicasmorfológicas Š

Š OsOs sinusoídessinusoídes hepáticoshepáticos formam

formam oo leitoleito vascularvascular intralobular

(4)

Š

ŠAs membranas dos As membranas dos hepatócitos

hepatócitos formam formam placas que possuem placas que possuem depressões que se depressões que se opõem umas às outras opõem umas às outras -- sistema de sistema de

canalículos biliares canalículos biliares Š

ŠA bile é secretada no A bile é secretada no interior dos

interior dos

canalículos e atinge os canalículos e atinge os ductulos

ductulos biliares das biliares das áreas portais, que se áreas portais, que se unem e deixam o unem e deixam o fígado por meio dos fígado por meio dos ductos hepáticos ductos hepáticos

(5)

Subunidade funcional tradicional - lóbulo

Subunidade anatômica e funcional mais precisa - ácino

Rapapport (1973) Rapapport (1973)

Compreende

Compreende trêstrês partespartes:: “

“zonazona 11 -- formadaformada pelospelos hepatócitoshepatócitos localizados

localizados emem tornotorno dodo espaçoespaço portaporta (região(região centroacinar)

centroacinar) “

“zonazona 22 -- formadaformada pelospelos hepatócitoshepatócitos queque envolvem

envolvem aa zonazona 11 (região(região mediozonal)mediozonal) “

“zonazona 33 -- constituídaconstituída pelospelos hepatócitoshepatócitos próximos

próximos dada veiaveia hepáticahepática terminalterminal (região(região periacinar)

periacinar)

Ácino Hepático

Ácino Hepático

(6)

Ácino

Ácino Hepático de Hepático de Rappaport Rappaport

((EngelkingEngelking & & AnwerAnwer, 1992), 1992)

Função

Função

-- Secreção e excreção de bileSecreção e excreção de bile

-- Metabolismo das Metabolismo das proteinasproteinas, dos , dos carboidratos e dos lipídios

carboidratos e dos lipídios

-- Desintoxicação e neutralizaçãoDesintoxicação e neutralização

-- Produção de albumina, fibrinogênio, Produção de albumina, fibrinogênio, fatores da coagulação,

fatores da coagulação, heparinaheparina, ..., ...

-- Armazenamento de cobre e ferroArmazenamento de cobre e ferro

-- Ativação e síntese de vitaminas Ativação e síntese de vitaminas

-- Regulação do volume sangüíneoRegulação do volume sangüíneo

(7)

sinais da insuficiência hepática

sinais da insuficiência hepática -- mais de mais de 70% do órgão é lesionado 70% do órgão é lesionado

Capacidade de

Capacidade de

armazenamento,

armazenamento,

reserva funcional e

reserva funcional e

poder de regeneração

poder de regeneração

É regulada por diversos hormônios É regulada por diversos hormônios

e pela disponibilidade de e pela disponibilidade de

aminoácidos aminoácidos

Regeneração

••Fator de crescimento epidérmico (EGF)Fator de crescimento epidérmico (EGF)

••Fator transformador de crescimento alfa (Fator transformador de crescimento alfa (αα TGF)TGF) ••Fator de crescimento de Fator de crescimento de hepatócitoshepatócitos (HGF)(HGF)

••Fator de crescimento de fibroblastos ácidos (Fator de crescimento de fibroblastos ácidos (α α FGF)FGF) ••Substância estimuladora hepática (HSS)Substância estimuladora hepática (HSS)

••NoraepinefrinaNoraepinefrina

••VassopressinaVassopressina e e AngiotensinaAngiotensina ••Insulina e Insulina e GlucagonGlucagon

(8)

¾

¾

Anamnese

Anamnese

¾

¾

Sinais Clínicos

Sinais Clínicos

¾

¾

Provas Laboratoriais

Provas Laboratoriais

¾

¾

Biópsia

Biópsia

¾

¾

Diagnóstico por Imagem

Diagnóstico por Imagem

Diagnóstico da Doença Hepática

Diagnóstico da Doença Hepática

Como diagnosticar??? Como diagnosticar??? Icterícia? Icterícia? Hepatomegalia Hepatomegalia? ? Dor abdominal? Dor abdominal? Ascite? Ascite?

Sinais clínicos associados a lesão hepática Sinais clínicos associados a lesão hepática

não são

não são patognomônicospatognomônicos e podem ser e podem ser observados em outras condições observados em outras condições

(9)

Principais Achados Clínicos

Principais Achados Clínicos

Gerais: Gerais: ™ ™AnorexiaAnorexia ™ ™DepressãoDepressão ™ ™LetargiaLetargia ™

™Perda de pesoPerda de peso

™ ™DiarréiaDiarréia ™ ™DesidrataçãoDesidratação Específicos: Específicos: ™

™Aumento do volume Aumento do volume abdominal (

abdominal (organomegaliaorganomegalia, , efusão e

efusão e hipotôniahipotônia muscular)muscular)

™

™IcteríciaIcterícia

™

™Fezes Fezes acólicasacólicas

™ ™EncefalopatiaEncefalopatia ™ ™CoagulopatiasCoagulopatias

Diagnóstico Clínico

Diagnóstico Clínico

Difícil avaliação clínica

Difícil avaliação clínica

inspeção e palpação

inspeção e palpação

(10)

Construção do Diagnóstico

Construção do Diagnóstico

Importante estabelecer se alteração Importante estabelecer se alteração

hepática é

hepática é primáriaprimária ou ou secundáriasecundária a a outra alteração como:

outra alteração como: hiperadrenocorticismo, Diabete hiperadrenocorticismo, Diabete mellitus, pancreatite, insuficiência mellitus, pancreatite, insuficiência

cardíaca congestiva, etc cardíaca congestiva, etc

Construção do Diagnóstico

Construção do Diagnóstico

Importante Diferenciar

Importante Diferenciar

Doença Hepática

Doença Hepática

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

(11)

Variedade de processos que causam lesão Variedade de processos que causam lesão

hepatocelular e/ou colestase hepatocelular e/ou colestase

Pode

Pode serser moderadamoderada aa severa,severa, agudaaguda ouou cronica

cronica ee incluiinclui comocomo causascausas:: -- HipóxiaHipóxia

-- DoençaDoença metabólicametabólica -- IntoxicaçõesIntoxicações

-- InflamaçõesInflamações -- NeoplasiasNeoplasias --TraumasTraumas

-- ObstruçãoObstrução dede ductosductos biliaresbiliares

Doença Hepática

Doença Hepática

Resultados dos Resultados dos testes diagnósticos testes diagnósticos variam muito variam muito dependem do dependem do processo e da processo e da extenção da doença extenção da doença Os animais podem Os animais podem apresentar doença apresentar doença hepática e ausência hepática e ausência de insuficiência de insuficiência hepática hepática

Doença Hepática

Doença Hepática

(12)

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

Ocorre quando muito poucos hepatócitos mantêm sua função normal

O fígado falha em em retirar do sangue substâncias que normalmente são eliminadas e não sintetizam adequadamente produtos como albumina, colesterol, glicose e uréia.

Alterações que levam a insuficiência hepática incluem shunts portosistêmicos e

processos que causam destruição de hepatócitos (>70% a 80%), por doença

crônica ou lesão aguda massiva

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

(13)

A atividade sérica das enzimas pode ser normal se não houver destruição ativa no momento de colheita da amostra, ou se quantidade de hepatócitos viáveis não for suficiente para produzir alterações perceptívies

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

˜

˜SuperaçãoSuperação dada reservareserva funcionalfuncional ˜

˜ DiferençaDiferença entreentre falhafalha hepáticahepática totaltotal ee seletiva

seletiva (algumas(algumas funçõesfunções podempodem falharfalhar enquanto

enquanto outrasoutras permanecempermanecem íntegras)íntegras)

˜

˜FalhaFalha dede excreçãoexcreção -- citoesqueletocitoesqueleto

(colestase

(colestase ee icterícia)icterícia)

˜

˜FalhaFalha nana detoxificaçãodetoxificação(encefalopatia)(encefalopatia)

˜

˜ FalhaFalha nana síntesesíntese

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

(14)

Doença Hepatobiliar de Bovinos

Principais Tipos

9

9Abscessos hepáticos secundários a Abscessos hepáticos secundários a ruminitesruminites ((FusobacteriumFusobacterium necrophorumnecrophorume e CorynebacteriumCorynebacterium pyogenes

pyogenes)) 9

9FasciolíaseFasciolíase,,

9

9Hemoglobinúria bacilar (Hemoglobinúria bacilar (ClostridiumClostridium haemolyticum

haemolyticum, , C. C. novyinovyiTipo D)Tipo D) 9

9Hepatite bacteriana secundária a septicemiaHepatite bacteriana secundária a septicemia

Doença Hepatobiliar de Bovinos

Principais Tipos

9

9PestePeste negranegra ((ClostridiumClostridium novyinovyiTipoTipo B)B) 9

9IntoxicaçãoIntoxicação porpor ferroferro devidadevida aa hematínicoshematínicos injetáveis

injetáveis

9

9IntoxicaçãoIntoxicação porpor cobrecobre devidadevida aa suplementossuplementos injetáveis

injetáveis

9

9IntoxicaçãoIntoxicação porpor zincozinco

9

(15)

Doença Hepatobiliar de Bovinos

Principais Tipos

9

9NeoplasiaNeoplasia hepáticahepática

9

9ColangiohepatiteColangiohepatite crônicacrônica

9

9ColelitíaseColelitíase

9

9LipidoseLipidose hepáticahepática secundáriasecundária aa cetosecetose

9

9FotossensibilizaçãoFotossensibilização hepatógenahepatógena (várias(várias plantasplantas ee fungos)fungos)

Senecio brasiliensis

Senecio brasiliensis (flor(flor--dasdas--almas)almas)

Crotalaria sp

Crotalaria sp(xique(xique--xique)xique)

Cestrum laevigatum

(16)

Enterolobium sp

Enterolobium sp (tamboril)(tamboril)

Stryphnodendrum sp

Stryphnodendrum sp (barbatimão)(barbatimão)

Lantana camara

Lantana camara (chumbinho)(chumbinho)

Algas azuis

(17)

Esporidesmina

Esporidesmina -- Pithomyces chartarumPithomyces chartarum

Plantas Tóxicas e Micotoxinas

9

9Alcalóide de Alcalóide de pirrolizidinapirrolizidina

9

9Cirrose biliar (trevo híbrido, Cirrose biliar (trevo híbrido, TrifoliumTrifolium hybridum

hybridum, e outras causas), e outras causas) 9

9FotossensibilizaçãoFotossensibilização hepatógenahepatógena (várias (várias plantas e fungos)

plantas e fungos)

9

9LeucoencefalomalaciaLeucoencefalomalacia eqüina (envenenamento eqüina (envenenamento por milho embolorado,

por milho embolorado, FusariumFusarium moniliformemoniliforme)) 9

9AflatoxicoseAflatoxicose

(18)

Enfermidades Infecciosas e Inflamatórias

9

9DoençaDoença dede TizzerTizzer ((BacillusBacillus piliformispiliformis)) 9

9RinopneumoniteRinopneumonite neonatalneonatal

9

9 DoençaDoença dede TheilerTheiler (insuficiência(insuficiência hepáticahepática aguda

aguda dosdos eqüinoseqüinos secundáriasecundária àà utilizaçãoutilização dede biológicos

biológicos dede origemorigem equinaequina))

9

9HepatiteHepatite bacterianabacteriana secundáriasecundária aa septicemiasepticemia

Doença Hepatobiliar de Equinos

Outras Causas

9

9IntoxicaçãoIntoxicação porpor ferroferro dede hematínicoshematínicos injetáveis

injetáveis emem potrospotros

9

9ColangiteColangite

9

9ColelitíaseColelitíase

9

9CarcinomaCarcinoma hepáticohepático

9

9HiperlipemiaHiperlipemia//lipidoselipidose hepáticahepática

9

9HiperbilirrubinemiaHiperbilirrubinemia dodo jejumjejum

(19)

Provas Laboratoriais

Provas Laboratoriais

Biópsia

Biópsia

Técnicas de Diagnóstico por Imagem

Técnicas de Diagnóstico por Imagem

Diagnóstico da Doença Hepática

Diagnóstico da Doença Hepática

Provas Laboratoriais

Provas Laboratoriais

Diagnóstico da Doença Hepática

Diagnóstico da Doença Hepática

São muito utilizadas para determinar se a São muito utilizadas para determinar se a disfunção hepática é responsável pelo sinal disfunção hepática é responsável pelo sinal

clínico manifestado clínico manifestado

A avaliação bioquímica seriada permite o A avaliação bioquímica seriada permite o

acompanhamento da progressão ou acompanhamento da progressão ou regressão da enfermidade e da resposta ao regressão da enfermidade e da resposta ao

tratamento tratamento

(20)

Provas Laboratoriais

Provas Laboratoriais

Diagnóstico da Doença Hepática

Diagnóstico da Doença Hepática

De acordo com o padrão e a magnitude da De acordo com o padrão e a magnitude da elevação da atividade sérica das enzimas elevação da atividade sérica das enzimas

pode

pode--se estimar se a doença é se estimar se a doença é primariamente hepatocelular, biliar, primariamente hepatocelular, biliar,

hepatobiliar ou vascular hepatobiliar ou vascular

Devido

Devido aa multiplicidademultiplicidade dede funçõesfunções dodo fígadofígado aa exploração

exploração hepáticahepática devedeve basearbasear--sese nosnos testestestes dede::

Š

Šintegridadeintegridade celularcelular -- enzimasenzimas dosdos hepatócitoshepatócitos ee ductos

ductos biliaresbiliares

Š

Šfunçãofunção excretoraexcretora biliarbiliar -- bilirrubinabilirrubina ee ácidosácidos biliares

biliares

Š

Šinsuficiênciainsuficiência hepatocelularhepatocelular -- proteínasproteínas ee lipídioslipídios

Š

Štestestestes dede reaçãoreação inflamatóriainflamatória -- globulinasglobulinas ee fibrinogênio

fibrinogênio

Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais

(21)

As

As alteraçõesalterações nana atividadeatividade dasdas enzimasenzimas séricasséricas geralmente

geralmente indicamindicam um,um, ouou aa combinaçãocombinação dosdos seguintes

seguintes eventoseventos::

Š

Šnecrosenecrose celularcelular

Š

Šalteraçãoalteração dada permeabilidadepermeabilidade dada membranamembrana celular

celular

Š

Šincapacidadeincapacidade dodo organismoorganismo emem eliminareliminar aa enzima

enzima

Š

Šaumentoaumento dada produçãoprodução

Š

Šreduçãoredução nana produçãoprodução

Enzimas

Enzimas

Enzimas

Enzimas

Situações

Situações clínicasclínicas queque causamcausam elevaçãoelevação dada atividade

atividade séricasérica dasdas enzimas,enzimas, masmas nãonão estãoestão necessariamente

necessariamente associadasassociadas aa doençadoença hepáticahepática primária

primária::

Alterações Endócrinas Alterações Endócrinas

-- HiperadrenocorticismoHiperadrenocorticismo -- Diabete mellitusDiabete mellitus

Alterações Gastrointestinais Alterações Gastrointestinais

-- PancreatitePancreatite -- DiarréiaDiarréia -- ConstipaçãoConstipação

(22)

Enzimas

Enzimas

Infecções Sistêmicas Infecções Sistêmicas -- SepticemiaSepticemia -- VirosesViroses -- RiquetsiosesRiquetsioses Hipotensão Hipotensão

-- Doença cardíacaDoença cardíaca -- Desidratação severaDesidratação severa -- ChoqueChoque

Hipóxia Hipóxia

-- Insuficiência cardíacaInsuficiência cardíaca -- Doença pulmonarDoença pulmonar -- Anemia severaAnemia severa -- Inalação de fumaçaInalação de fumaça

Enzimas

Enzimas

Desordens Ósseas Desordens Ósseas

-- CrescimentoCrescimento

-- Doença metabólicaDoença metabólica -- NeoplasiaNeoplasia -- OsteomieliteOsteomielite Outras Causas Outras Causas -- NeoplasiaNeoplasia -- DrogasDrogas

(23)

Abordagem Diagnóstica

Vazamento de enzimas que refletem lesão de Vazamento de enzimas que refletem lesão de

hepatócitos hepatócitos

••Aspartato aminotransferaseAspartato aminotransferase(AST)(AST)

• Lactato desidrogenaseLactato desidrogenase(LDH)(LDH)

• Glutamato desidrogenaseGlutamato desidrogenase(GLDH)(GLDH)

• Ornitina carbamiltransferase Ornitina carbamiltransferase (OCH)(OCH)

• SorbitolSorbitol desidrogenase desidrogenase (SDH)(SDH)

Principais

Principais Enzimas

Enzimas

™

™AspartatoAspartato aminotransferaseaminotransferase (AST)(AST)

Š

Šlargamentelargamente distribuídadistribuída nosnos tecidos,tecidos, especialmente

especialmente nosnos músculosmúsculos ee nono fígadofígado (hepatócitos)

(hepatócitos)

Š

Šocorremocorrem aumentosaumentos significativossignificativos ouou moderados

moderados nosnos casoscasos dede necrosenecrose hepatocelular,

hepatocelular, fibrose,fibrose, neoplasianeoplasia ee amiloidoseamiloidose

Š

Šdeterminaçãodeterminação emem conjuntoconjunto comcom aa CKCK parapara excluir

(24)

Outras

Outras Enzimas

Enzimas

™

™GlutamatoGlutamato desidrogenasedesidrogenase (GLDH)(GLDH)

Š

Šéé umauma enzimaenzima citosólicacitosólica poucopouco específicaespecífica ee com

com razoávelrazoável sensibilidadesensibilidade (diagnóstico(diagnóstico dede hepatopatias

hepatopatias agudas,agudas, masmas nãonão crônica)crônica) nana maioria

maioria dasdas espéciesespécies

Š

Šéé maismais estávelestável queque aa SDH,SDH, masmas menosmenos estável

estável queque aa maioriamaioria dasdas outrasoutras enzimasenzimas maismais comumente

comumente usadasusadas parapara oo diagnósticodiagnóstico dasdas hepatopatias

hepatopatias

Outras Enzimas

Outras Enzimas

™

™OrnitinaOrnitina carbamiltransferasecarbamiltransferase (OCH)(OCH)

Š

Šhepatoespecífica,hepatoespecífica, porémporém nãonão fornecefornece maismais informações

informações queque asas transaminases,transaminases, excetoexceto para

para grandesgrandes animaisanimais

Š

(25)

Outras Enzimas

Outras Enzimas

™

™LactatoLactato desidrogenasedesidrogenase (LDH)(LDH)

Š

Šéé encontradaencontrada emem tecidostecidos corporaiscorporais queque utilizam

utilizam aa glicoseglicose comocomo fontefonte dede energiaenergia

Š

Šnãonão éé específicaespecífica dede qualquerqualquer tecidotecido

Outras Enzimas

Outras Enzimas

™

™SorbitolSorbitol desidrogenasedesidrogenase (SDH)(SDH)

Š

Šrelativamenterelativamente hepatoespecíficahepatoespecífica nana maioriamaioria das

das espéciesespécies

Š

Šrápida deterioração na geladeira e rápida deterioração na geladeira e temperatura ambiente

temperatura ambiente e o soro deve ser e o soro deve ser analizado dentro de 8 a 12 horas

analizado dentro de 8 a 12 horas

Š

Ša atividade sérica aumenta em < 12 horas e a atividade sérica aumenta em < 12 horas e pode retornar ao normal logo após uma pode retornar ao normal logo após uma agressão única (3

(26)

Vazamento de enzimas que refletem Vazamento de enzimas que refletem doença hepática colestática e/ou lesão de doença hepática colestática e/ou lesão de

ductos biliares ductos biliares

• Fosfatase alcalina (FA)

• Gama glutamiltransferase (GGT)

Abordagem Diagnóstica

Principais

Principais Enzimas

Enzimas

™

™GamaGama glutamiltransferaseglutamiltransferase (GGT)(GGT)

Š

Šéé detectadadetectada principalmenteprincipalmente nasnas célulascélulas dosdos ductos

ductos biliares,biliares, indicandoindicando lesãolesão biliarbiliar

Š

Špodepode serser empregadaempregada comocomo índiceíndice dede colestase

colestase parapara bovinosbovinos

Š

(27)

Principais

Principais Enzimas

Enzimas

™

™GamaGama glutamiltransferaseglutamiltransferase (GGT)(GGT)

Š

Š suasua atividadeatividade éé altaalta nono colostrocolostro dede vacasvacas ee em

em bezerrosbezerros récemrécem--nascidos,nascidos, porpor issoisso podepode ser

ser usada,usada, emem bovinos,bovinos, comocomo medidamedida dede transferência

transferência dede imunidadeimunidade passivapassiva

Principais

Principais Enzimas

Enzimas

™

™FosfataseFosfatase alcalinaalcalina (FA)(FA)

Š

Šestáestá presentepresente nono citoplasmacitoplasma dede todastodas asas células

células epiteliaisepiteliais ee ósseas,ósseas, éé excretadaexcretada nana bile

bile

Š

Šatividadeatividade séricasérica variavaria comcom aa idadeidade ee comcom oo órgão

órgão afetadoafetado

Š

(28)

Avaliação da Função Excretora

Avaliação da Função Excretora

™

™

Bilirrubina

Bilirrubina

™

™

Ácidos biliares

Ácidos biliares

Abordagem Diagnóstica

Bile É

É umauma substânciasubstância complexacomplexa contendocontendo::

--SaisSais biliaresbiliares

--PigmentosPigmentos biliaresbiliares (bilirrubina)(bilirrubina) --FosfataseFosfatase alcalinaalcalina

--ÁguaÁgua ee eletrólitoseletrólitos

--LipídiosLipídios (colesterol(colesterol ee fosfolipídios)fosfolipídios)

Ácidos biliares

Atuam

Atuam nana digestãodigestão ee absorçãoabsorção dede gordura

gordura ee sãosão produzidosproduzidos pelopelo metabolismo

metabolismo dodo colesterolcolesterol

Avaliação da Função Excretora

Avaliação da Função Excretora

(29)

Bilirrubina

Produzida

Produzida pelapela digestãodigestão dada hemoglobinahemoglobina nas

nas célulascélulas dodo sistemasistema mononuclearmononuclear fagocitáriofagocitário

É

É insolúvelinsolúvel nana água,água, éé captadacaptada pelopelo hepatócito

hepatócito (enzima(enzima glucoroniltransferase)glucoroniltransferase) ee éé conjugada

conjugada comcom oo ácidoácido glucurônicoglucurônico.. DessaDessa forma

forma acrescentaacrescenta--sese grupamentosgrupamentos polarespolares àà molécula

molécula dede bilirrubina,bilirrubina, tornandotornando--aa hidrossolúvel

hidrossolúvel

Avaliação da Função Excretora Avaliação da Função Excretora

Avaliação da Função Excretora

Avaliação da Função Excretora

™

™BilirrubinaBilirrubina

Š

Švaloresvalores plasmáticosplasmáticos sãosão diretamentediretamente proporcionais

proporcionais aa produçãoprodução ee ee inversamenteinversamente proporcionais

proporcionais aoao clearenceclearencedodo hepatócitohepatócito

Š

Šaa distribuiçãodistribuição emem conjugadaconjugada ee nãonão conjugada

conjugada permitepermite inferirinferir sobresobre asas causascausas dodo aumento

aumento

Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais

(30)

As

As causascausas dede hiperbilirrubinemiahiperbilirrubinemia sãosão::

¾

¾SuperproduçãoSuperprodução dede bilirrubinabilirrubina –– hemólisehemólise

¾

¾QuedaQueda nana absorção,absorção, conjugação,conjugação, ouou secreção

secreção dada bilirrubinabilirrubina pelospelos hepatócitoshepatócitos –– doença

doença hepáticahepática severasevera

¾

¾ReduçãoRedução nono fluxofluxo biliarbiliar (colestase)(colestase) –– resultado

resultado dede processosprocessos obstrutivosobstrutivos extraextra ouou intra

intra--hepáticohepático

Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais

(31)

Icterícia

É

É umum sinalsinal clínicoclínico queque apareceaparece comcom freqüência

freqüência nasnas doençasdoenças dodo fígadofígado ee dodo sistema

sistema biliarbiliar ee tambémtambém nono cursocurso dasdas anemias

anemias hemolíticashemolíticas

Tipo de bilirrubina

Tipo de bilirrubina

(Indireta ou Não Conjugada e Direta ou (Indireta ou Não Conjugada e Direta ou

Conjugada) Conjugada)

Hemograma

Hemograma

Urinálise

Urinálise

Cor das fezes

Cor das fezes

Testes de função hepática

Testes de função hepática

(32)

Avaliação da Função Excretora

Avaliação da Função Excretora

™

™ÁcidosÁcidos biliaresbiliares

Š

Šaa mensuraçãomensuração dosdos ácidosácidos biliaresbiliares temtem mostrado

mostrado--sese umauma eficienteeficiente provaprova dede funçãofunção hepática

hepática

Š

Šéé indicadorindicador maismais sensívelsensível queque aa bilirrubinabilirrubina ee asas aminotransferasesaminotransferases

Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais

(33)

Abordagem Diagnóstica

Avaliação da Função Secretora

Avaliação da Função Secretora

™

™ProteínasProteínas séricasséricas

Š

Š albuminaalbumina ŠŠ globulinasglobulinas ŠŠfibrinogêniofibrinogênio

™

™LipidogramaLipidograma

Š

Štriglicerídeostriglicerídeos ŠŠcolesterolcolesterol ŠŠfosfolipídiosfosfolipídios

Š

Šácidosácidos graxosgraxos

Š

ŠVLDL VLDL ŠŠHDL HDL ŠŠLDLLDL

Avaliação da Função Secretora

Avaliação da Função Secretora

™

™ProteínasProteínas séricasséricas

aa determinaçãodeterminação dosdos valoresvalores dada proteínaproteína plasmática

plasmática totaltotal ee dede suassuas fraçõesfrações fornecemfornecem importantes

importantes informaçõesinformações sobresobre oo estadoestado fisiológico

fisiológico ee enfermidadesenfermidades dosdos animaisanimais

Š

Š albuminaalbumina ŠŠglobulinasglobulinas ŠŠ fibrinogêniofibrinogênio aa albumina,albumina, oo fibrinogêniofibrinogênio ee asas globulinas,globulinas, exceto

exceto certascertas gamaglobulinas,gamaglobulinas, sãosão sintetizadassintetizadas no

no fígadofígado

Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais

(34)

Avaliação da Função Secretora

Avaliação da Função Secretora

™

™LipidogramaLipidograma

Š

Šosos níveisníveis séricosséricos dosdos triglicerídeos,triglicerídeos, colesterol

colesterol ee fosfolipídiosfosfolipídios ee ácidosácidos graxosgraxos são

são ocasionalmenteocasionalmente mensuradosmensurados parapara avaliar

avaliar aa funçãofunção hepáticahepática

Š

Šraramenteraramente sãosão medidasmedidas asas lipoproteínaslipoproteínas (VLDL, (VLDL, HDLHDL ee LDL)LDL) Provas Laboratoriais Provas Laboratoriais Abordagem Diagnóstica Abordagem Diagnóstica

Testes Bioquímicos Laboratoriais

Testes Bioquímicos Laboratoriais

Š

Š DetectamDetectam umauma alteraçãoalteração hepatocelular,hepatocelular, estase

estase biliarbiliar ouou disfunçãodisfunção metabólicametabólica

Š

Š NãoNão determinamdeterminam aa exataexata naturezanatureza dada lesão

lesão -- causacausa ee distribuiçãodistribuição

Š

Š NãoNão fornecemfornecem informaçõesinformações sobresobre aa reversibilidade

reversibilidade dada lesãolesão ouou oo estadoestado dede funcionabilidade

(35)

Exames

Exames

Bioquímicos

Bioquímicos

Biópsia

Biópsia

z z

Diagnóstico

Diagnóstico

z

z

Perfil Metabólico

Perfil Metabólico

Abordagem Diagnóstica

Abordagem Diagnóstica

Biópsia

Biópsia

Š

ŠDeterminarDeterminar oo diagnósticodiagnóstico definitivodefinitivo

Š

Š ProcedimentoProcedimento simples,simples, fácilfácil ee seguroseguro

Š

Š OO estabelecimentoestabelecimento dodo diagnósticodiagnóstico depende

depende dodo tamanhotamanho dada amostraamostra ee dada interpretação

(36)

Biópsia

Biópsia

Amostras de Fígado Amostras de Fígado ¾ ¾agulhaagulha semelhante

semelhante aa Tru Tru--Cut

Cut convencional,convencional, porém

porém dede maiormaior calibre calibre Comprimento Comprimento dodo mandril mandril 2525,,00 cm,cm, comprimento comprimento dada cânula cânula 2323,,00 cm,cm, diâmetro

diâmetro internointerno da da cânulacânula 00,,77 cmcm ee externoexterno 00,,88 cmcm

Biópsia

Biópsia

Amostras de Fígado Amostras de Fígado ¾ ¾agulhaagulha

(37)

Colorações Histológicas

Colorações Histológicas -- FígadoFígado

Coloração com tricromo Coloração com tricromo demonstra vários tipos demonstra vários tipos de colágeno I,

de colágeno I,

normalmente presente normalmente presente nos espaços portas, nos espaços portas, além de permitir melhor além de permitir melhor visualização dos

visualização dos processos fibróticos processos fibróticos

(38)

Colorações Histológicas

Colorações Histológicas -- FígadoFígado

A coloração para o ferro permite evidenciar a A coloração para o ferro permite evidenciar a

hemossiderina e pode ser usada para hemossiderina e pode ser usada para

demonstrar a intoxicação pelo ferro demonstrar a intoxicação pelo ferro

Colorações Histológicas

Colorações Histológicas -- FígadoFígado

Cobre pode ser detectado diretamente Cobre pode ser detectado diretamente

pelos métodos da

pelos métodos da rodaminarodamina ou ácido ou ácido rubeanico

(39)

Outras Técnicas

Outras Técnicas -- FígadoFígado

Imunoistoquímica tem se tornado rotina na Imunoistoquímica tem se tornado rotina na maioria dos laboratórios de patologia. Apesar maioria dos laboratórios de patologia. Apesar

de sua enorme aplicação na pesquisa, seu de sua enorme aplicação na pesquisa, seu papel no diagnóstico de doenças hepáticas papel no diagnóstico de doenças hepáticas

ainda é limitado ainda é limitado

(40)

Š

ŠFotossensibilizaçãoFotossensibilização

Š

ŠEncefalopatiaEncefalopatia HepáticaHepática

Š

Š DistúrbiosDistúrbios MetabólicosMetabólicos -- hemorragiashemorragias ee hipoalbuminemia

hipoalbuminemia

Š

ŠAlteraçõesAlterações VascularesVasculares ee HemodinâmicasHemodinâmicas

Š

Š HemóliseHemólise IntravascularIntravascular

Resposta a Agressão

Resposta a Agressão

Distúrbios Secundários

Distúrbios Secundários

(41)

Definição

Emergência

Emergência clínicaclínica dede origemorigem multifatorial,

multifatorial, caracterizadacaracterizada porpor estadoestado neurológico

neurológico anormalanormal emem pacientespacientes comcom insuficiência

insuficiência hepáticahepática gravegrave Aparecimento

Aparecimento abruptoabrupto ouou progressivoprogressivo ee insidioso

insidioso

Encefalopatia Hepática

Encefalopatia Hepática

(42)

Aminoácidos Aminoácidos NH NH44++ NH NH44++ uréia uréia RIM RIM COLON COLON FIGADO FIGADO

(43)

”

” RefletemRefletem oo tipotipo ee aa duraçãoduração dada desordemdesordem hepática

hepática

”

” AsAs anormalidadesanormalidades metabólicasmetabólicas podempodem serser::

••deficiênciadeficiência dede vitaminasvitaminas ••tendênciatendência aa hemorragiahemorragia

••anormalidadesanormalidades hematológicashematológicas ••hipoalbuminemiahipoalbuminemia

Distúrbios Metabólicos

Distúrbios Metabólicos

(44)

Alterações Vasculares e

Alterações Vasculares e

Hemodinâmicas

Hemodinâmicas

Freqüentemente a doença hepática Freqüentemente a doença hepática crônica é acompanhada por extensa crônica é acompanhada por extensa cicatrização do fígado, o que aumenta a cicatrização do fígado, o que aumenta a

resistência ao fluxo sangüíneo resistência ao fluxo sangüíneo

Alterações Vasculares e Hemodinâmicas

Alterações Vasculares e Hemodinâmicas

Conseqüências:

9

9Anastomoses vasculares portossistêmicas Anastomoses vasculares portossistêmicas adquiridas

adquiridas

9

9Transudação de fluido para a cavidade Transudação de fluido para a cavidade abdominal

(45)

Terapêutica das Hepatopatias Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Bovinos

A – Repouso e Confinamento B – Manutenção da Alimentação C – Manejo Alimentar

D – Manutenção da Glicemia - aplicação de dextrose ou de seus precurssores

(propilenoglicol ou glicerol)

E - Uso de tranquilizantes (fenobarbital)

Terapêutica das Hepatopatias Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Bovinos

A – Repouso e Confinamento B – Manutenção da Alimentação C – Manejo Alimentar

D – Manutenção da Glicemia - aplicação de dextrose ou de seus precurssores

(propilenoglicol ou glicerol)

(46)

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

A – Repouso e Confinamento

¾ Devem ser mantidos sob o mínimo de estresse, o que reduz as possibilidades de agressão, além de facilitar a observação e o tratamento.

¾ Quando possível devem ser separados e estabulados (especialmente se houver manifestações de fotossensibilização).

¾ Os exercícios devem ser limitados, bem como a exposição a luz solar.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

B – Manutenção da Alimentação

¾Cavalos com evidências clinico-patológicas de hepatopatia devem alimentar-se.

¾A manutenção do apetite é um indicador positivo de prognóstico e guia terapêutico.

(47)

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

C – Manejo Alimentar

¾Evitar suplementos ricos em proteína.

¾Feno de alfafa é rico em proteína - não utilizar.

¾Caso o animal não aceite a troca brusca de alimento, diminuir a quantidade do alimento rico em proteína.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

C – Manejo Alimentar

¾Grãos de alta qualidade (aveia, cevada e milho) que fornecem carboidratos facilmente digeríveis devem ser oferecidos em pequenas quantidades. ¾Sorgo apresenta quantidades relativamente altas de aminoácidos de cadeia ramificada e deve ser adicionado em quantidades limitadas para melhorar a qualidade da proteína da mistura de grãos.

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Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

C – Manejo Alimentar

¾Melaço é fonte de energia facilmente digerível e pode favorecer o consumo de alimentos em cavalos com diminuição do apetite - eficácia não provada.

¾Preparações de múltiplas vitaminas do complexo B tem sido administradas.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

C – Manejo Alimentar

¾Preparações intravenosas de proteínas e aminoácidos devem ser evitadas - balanço incorreto de aminoácidos.

¾Suplementação oral de aminoácidos de cadeia ramificada pode ser utilizada para corrigir o desbalanceamento entre AACR e AAA.

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Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

D – Manutenção da Glicemia

¾ Os casos de depressão severa ou encefalopatia requerem cuidados de suporte mais vigorosos.

¾ Necessidade de energia prontamente metabolízável - contínua infusão intravenosa de glicose.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

D – Manutenção da Glicemia

¾ A taxa de administração de fluidos deve ser ajustada para fornecer de 50 a 100g de glicose por hora. Isto significa 1 a 2 L de dextrose a 5% por hora.

¾ Esta quantidade não é suficiente para garantir toda a energia necessária – alimentação.

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Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

D – Manutenção da Glicemia

¾ Podem ser usadas soluçõe s hipertônicas (10 % a 50% de glicose) - desenvolvimento de tromboflebite.

¾Manutenção pode ser feita durante 2 a 3 dias com infusão contínua de dextrose a 5%, gota a gota - glicose entre 100 a 180mg/dL.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

D – Manutenção da Glicemia

¾ A terapia com glicose deve ser monitorada (plasma e urina) e a taxa de administração ajustada para 100 a 170mg/dL.

¾Suplementação oral de dextrose pode ser utilizada (melaço de milho) quando outra opção não está disponível.

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Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

E – Controle da formação e absorção de toxinas entéricas

¾Podem ser usados catárticos moderados.

¾Antibióticos de ação intestinal também podem ser usados ( neomicina 10 a 15g 4Xdia) - sinais nervosos.

Terapêutica das Hepatopatias

Terapêutica das Hepatopatias

Doença Hepatobiliar de Equinos

F – Outras Medidas

¾Antibioticoterapia sistêmica -colangiohepatite supurativa.

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Hortobagyi

National Park

Hungria

Przewalski's Horse Hungarian Gray Cattle

Referências

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