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DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. Documento de acompanhamento da

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COMISSÃO EUROPEIA

Bruxelas, 24.2.2011 SEC(2011) 223 final

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

Documento de acompanhamento da

Proposta de directiva do Parlamento Europeu e do Conselho

que altera as Directivas 89/666/CEE, 2005/56/CE e 2009/101/CE no que respeita à interconexão dos registos centrais, registos comerciais e registos das sociedades

SEC(2011) 222 final COM(2011) 79 final

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1. INTRODUÇÃO

A actual crise financeira veio chamar de novo a atenção para a importância da transparência nos mercados financeiros, nomeadamente em matéria das actividades e do governo das sociedades. As conclusões do Conselho de 25 de Maio de 2010 confirmaram que um melhor acesso a informações actualizadas e fiáveis sobre as empresas poderá fomentar maior confiança no mercado e ajudar a dinamizar a retoma e a competitividade das empresas europeias1.

Os registos de empresas desempenham, neste aspecto, um papel fundamental; registam, analisam e armazenam a informação relativa às empresas, nomeadamente a forma jurídica das sociedades, a sede social, o capital, os representantes legais e as contas anuais, e disponibilizam ao público essa informação.

Aproveitando as oportunidades proporcionadas pelo mercado único, as empresas expandem cada vez mais as suas actividades para além das fronteiras nacionais. Consequentemente, há uma necessidade crescente de cooperação transfronteiras entre os registos de empresas e uma procura crescente de acesso a informação sobre as sociedades num contexto transfronteiras, quer para fins comerciais quer para facilitar o acesso à justiça.

Em 5 de Novembro de 2009, a Comissão Europeia adoptou um Livro Verde sobre a interconexão dos registos de empresas2, acompanhado de um relatório intercalar3. O Livro Verde serviu de base para uma consulta pública, em que quase todos os participantes manifestaram o seu apoio à melhoria da interconexão dos registos de empresas na UE4.

Em 25 de Maio de 2010, o Conselho «Competitividade» adoptou conclusões que acolhiam favoravelmente a iniciativa da Comissão no sentido de melhorar a interconexão dos registos de empresas. O relatório do Parlamento Europeu instava igualmente a Comissão e os Estados-Membros a tentarem obter progressos neste domínio5. Por último, também os pareceres do Comité Económico e Social Europeu6 e do Comité das Regiões7 expressaram um forte apoio à iniciativa da Comissão.

O relatório da avaliação de impacto foi examinado pelo Comité de Avaliação de Impacto através de processo escrito. O Comité emitiu um parecer favorável em 15 de Setembro de 2010, na sequência do qual foram feitas algumas alterações ao relatório.

2. CONTEXTO

Os registos de empresas existem em todos os Estados-Membros, organizados a nível nacional, regional ou local. Em 1968, foram adoptadas regras comuns para definir normas mínimas de 1 9678/10. 2 COM(2009) 614 final. 3 SEC(2009) 1492. 4

Síntese das respostas recebidas:

http://ec.europa.eu/internal_market/company/business_registers/index_en.htm 5 2010/2055 (INI). 6 INT 517. 7 CdR 20/2010.

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divulgação (registo e publicação) de informações empresariais8. Desde 1 de Janeiro de 2007, os Estados-Membros devem igualmente manter registos electrónicos das empresas9 e permitir a terceiros o acesso em linha ao conteúdo desses registos.

As informações actualizadas e fiáveis sobre as empresas são fundamentais para os consumidores, para os actuais ou potenciais parceiros de negócios, para as administrações públicas e para a justiça, também no contexto transfronteiras. Além disso, a cooperação entre os registos de empresas dos diferentes Estados-Membros é explicitamente exigida pelos instrumentos jurídicos europeus adoptados na última década para facilitar as fusões transfronteiriças de sociedades de responsabilidade limitada10 e a transferência para além-fronteiras da sede social de uma Sociedade Europeia (SE)11 ou de uma Sociedade Cooperativa Europeia (SCE)12.

Desde 1992, existe um mecanismo de cooperação voluntária entre os registos de empresas na Europa. Actualmente, o chamado Registo Europeu de Empresas (EBR)13 combina os registos oficiais de empresas de 19 Estados-Membros e de seis outras jurisdições europeias. Entre 2006 e 2009, o EBR participou no projecto de investigação BRITE14, que tem por objectivo desenvolver uma plataforma tecnológica para a interoperabilidade dos registos de empresas de toda a Europa. O EBR enfrenta, contudo, desafios significativos em termos de expansão, de financiamento e de governação; o actual mecanismo de cooperação não é satisfatório para os potenciais utilizadores.

Outro projecto pertinente é o Sistema de Informação do Mercado Interno (IMI), uma ferramenta electrónica destinada a apoiar a cooperação administrativa quotidiana entre administrações públicas no contexto da Directiva Serviços (2006/123/CE) e da Directiva Qualificações Profissionais (2005/36/CE). Os serviços do IMI poderão apoiar também a aplicação de outras directivas.

Por último, o portal europeu da justiça electrónica será o principal ponto de acesso à informação jurídica, às instituições jurídicas e administrativas, aos registos, às bases de dados e a outros serviços, com vista a acelerar as actividades quotidianas dos cidadãos, dos peritos jurídicos e outros e do aparelho judicial.

8

Directiva 2009/101/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Setembro de 2009, tendente a coordenar as garantias que, para protecção dos interesses dos sócios e de terceiros, são exigidas nos Estados-Membros às sociedades, na acepção do segundo parágrafo do artigo 48.º do Tratado, a fim de tornar equivalentes essas garantias em toda a Comunidade, JO L 258 de 1.10.2009, p. 11.

9

Directiva 2003/58/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de Julho de 2003, que altera a Directiva 68/151/CEE no que diz respeito aos requisitos de publicidade relativamente a certas categorias de sociedades, JO L 221 de 4.9.2003, p. 13.

10

Directiva 2005/56/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Outubro de 2005, relativa às fusões transfronteiriças das sociedades de responsabilidade limitada, JO L 310 de 25.11.2005, p. 1.

11

Regulamento (CE) n.º 2157/2001 do Conselho, de 8 de Outubro de 2001, relativo ao Estatuto da Sociedade Europeia (SE), JO L 294 de 10.11.2001, p. 1.

12

Regulamento (CE) n.º 1435/2003 do Conselho, de 22 de Julho de 2003, relativo ao Estatuto da Sociedade Cooperativa Europeia (SCE), JO L 207 de 18.8.2003, p.1.

13

http://www.ebr.org/

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3. SUBSIDIARIEDADE

Quase duas décadas de experiência com o EBR mostram que a auto-regulação não é suficiente para atingir os objectivos desta iniciativa. Por outro lado, esses objectivos não podem ser realizados pelos Estados-Membros, dado que é necessário estabelecer um conjunto de regras comuns e criar condições para a cooperação transfronteiras entre os registos de empresas nacionais. Se tais disposições fossem estabelecidas a nível nacional, poderiam revelar-se incompatíveis entre si e não adequadas para a realização dos objectivos pretendidos. Por conseguinte, é necessário adoptar medidas a nível da UE.

4. OBJECTIVOS

Os objectivos gerais desta iniciativa são aumentar a confiança no mercado único e a competitividade das empresas europeias, bem como melhorar o desempenho das administrações públicas, promovendo a cooperação entre os registos de empresas na Europa. Os objectivos específicos incluem a garantia de um ambiente empresarial mais seguro para consumidores, mutuantes e outros parceiros comerciais, o aumento da segurança jurídica, a redução dos encargos administrativos que recaem sobre as sociedades e a aceleração dos procedimentos.

Esta iniciativa visa, em especial:

• Garantir que o registo comercial de uma sociedade forneça informações actualizadas sobre a situação da empresa ao(s) registo(s) de empresas das suas sucursais no estrangeiro, em toda a Europa;

• Desenvolver um quadro de cooperação entre registos comerciais no quadro dos procedimentos de fusão e de transferência de sede transfronteiras;

• Facilitar o acesso transfronteiras à informação oficial sobre as empresas, determinando um conjunto mínimo comum de informações actualizadas sobre as empresas que deverão ser disponibilizadas em rede a terceiros por todos os Estados-Membros.

5. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA, OPÇÕES E IMPACTO

As questões relativas à interconexão dos registos de empresas podem ser agrupadas em três secções distintas: falta de informações comerciais actualizadas no registo das sucursais estrangeiras, dificuldades de cooperação no quadro dos procedimentos de fusão e de transferência de sede transfronteiras e dificuldades no acesso transfronteiras à informação sobre as empresas.

O impacto das possíveis opções políticas foi avaliado em função dos seguintes critérios: eficácia, impacto sobre as partes interessadas (consumidores, mutuantes, etc.), redução dos encargos administrativos, segurança jurídica, flexibilidade e custos.

5.1. Cenários em termos de custos

Os custos dependem da solução técnica que for escolhida. A escolha dos instrumentos informáticos terá de ser feita na fase de execução. Assim, as implicações da presente iniciativa em matéria de TIC são indirectas. A avaliação de impacto incluiu uma avaliação de alto nível dos custos em função das diferentes tecnologias. A principal diferença entre essas

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tecnologias é que o EBR permite o intercâmbio automático de dados e o tratamento de um grande volume de dados em simultâneo. O IMI requer um intercâmbio manual de dados e é adequado para volumes limitados de comunicações electrónicas.

O IMI é gerido pela Comissão, que suporta, portanto, os respectivos custos. A extensão do EBR/BRITE deve ser financiada pelos Estados-Membros, salvo se forem disponibilizados fundos da UE para este efeito.

O Cenário 1 considerou os custos caso se utilizem como base o EBR e o projecto BRITE, alargando o âmbito da actual colaboração aos oito Estados-Membros restantes. O custo global desse alargamento ascenderia a 164 472 euros, podendo os custos anuais de manutenção atingir 495 000 euros.

O Cenário 2 analisou os custos de desenvolvimento de uma solução com base no IMI. Os Estados-Membros não participam nos custos de manutenção e armazenamento informático do IMI. Em 2009, os custos suportados pela Comissão ascenderam a cerca de 518 000 euros. A introdução de um novo domínio exigiria algum investimento, no seio da Comissão, em termos de desenvolvimento e de assistência.

O Cenário 3 estimou os custos de criação de uma nova rede de registos de empresas, com base nos custos de criação do IMI e do EBR. Até 2009, o custo total do desenvolvimento do IMI ascendeu a quase 2 milhões de euros, além de custos de manutenção de cerca de 770 000 euros (excluindo o custo dos recursos humanos). O custo da criação de raiz de uma rede segundo o modelo EBR ascenderia a 11,06 milhões de euros, com custos anuais de manutenção que poderiam atingir 405 000 euros. Tendo em conta o elevado custo dessa opção e o desejo dos Estados-Membros de que seja tirado partido dos resultados já alcançados neste domínio (EBR, BRITE e IMI), este cenário foi rejeitado.

5.2. Falta de informações comerciais actualizadas no registo das sucursais no estrangeiro

A 11.ª Directiva Direito das Sociedades exige que as sociedades divulguem determinados actos e indicações quando criam uma sucursal noutro Estado-Membro. Contudo, é frequente que as empresas não actualizem essas informações. Esta omissão pode ter consequências significativas para a protecção dos consumidores e dos parceiros comerciais, nomeadamente quando o registo em que a sucursal está inscrita não é notificado da dissolução ou da insolvência da sociedade que a criou (15% dos casos analisados). Tendo em conta o número total de sucursais estrangeiras na Europa (mais de 112 000), 16 800 sucursais estrangeiras registadas poderão estar nessa situação.

A ausência de informações actualizadas no registo comercial em que está inscrita uma sucursal estrangeira aumenta o risco do ambiente empresarial para consumidores e mutuantes, reduzindo a segurança jurídica. Por outro lado, a ausência de cooperação entre registos de empresas representa uma encargo administrativo para as sociedades, que poderia ser reduzido em 69 milhões de euros15.

Foram analisadas quatro opções:

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• Opção A1: Manutenção do statu quo

• Opção A2: Recomendar regras pormenorizadas quanto ao método de cooperação que os registos de empresas teriam de cumprir para a actualização das informações relativas às sucursais transfronteiras

• Opção A3: Estabelecer uma obrigação legal de cooperação por via electrónica para os registos de empresas no que respeita à actualização do registo de sucursais estrangeiras, especificando os detalhes técnicos dessa cooperação

• Opção A4: Estabelecer uma obrigação legal de cooperação por via electrónica para os registos de empresas no que respeita à actualização do registo de sucursais estrangeiras, especificando os detalhes técnicos da cooperação através de um acto delegado/acordo de governação

A avaliação de impacto concluiu que a opção preferível é a opção A4. Embora as opções A2-A4 possam resultar numa maior eficácia, a opção A2 não garante a segurança jurídica nem a aplicação das mesmas regras em todos os Estados-Membros. As opções A3 e A4 permitiriam reduzir os encargos administrativos e proporcionariam segurança jurídica. A opção A3, que garantiria o nível mais elevado de uniformidade, não permitiria qualquer flexibilidade. A opção A4 complementaria a legislação através de um acto delegado e, como tal, permitiria que os diferentes registos tivessem em conta as suas especificidades. Os custos das opções A3 e A4 seriam semelhantes.

5.3. Dificuldades na cooperação entre registos de empresas no quadro dos processos de fusão e de transferência de sede transfronteiras

A cooperação transfronteiras entre registos de empresas no quadro dos processos de fusão e de transferência de sede transfronteiras é explicitamente exigida pelos instrumentos jurídicos europeus. Todavia, esses instrumentos não fornecem orientações sobre o método de envio da notificação. Na prática, as notificações entre registos de empresas são geralmente transmitidas por correio normal, na língua da autoridade emissora. Tendo em conta o reduzido número de processos que se verificam actualmente, os registos de empresas têm conseguido, até aqui, tratar as notificações manualmente, mas prevêem dificuldades se o número desses processos vier a aumentar.

As dificuldades de cooperação entre registos de empresas nas fusões e transferências de sede transfronteiras têm um impacto negativo em matéria de segurança jurídica. Se existisse a obrigação de cooperar sempre que fosse criada uma SE ou uma SCE através de fusão transfronteiriça, os encargos administrativos para essas empresas poderiam ser reduzidos. Foram analisadas quatro opções:

• Opção B1: Manutenção do statu quo

• Opção B2: Recomendar regras pormenorizadas quanto ao método de cooperação que os registos de empresas teriam de cumprir no quadro dos procedimentos de fusão e de transferência de sede transfronteiras

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• Opção B3: Estabelecer requisitos legais que especifiquem os detalhes técnicos da cooperação entre registos de empresas no quadro dos procedimentos de fusão e de transferência de sede transfronteiras

• Opção B4: Estabelecer requisitos legais de cooperação e especificar os detalhes técnicos dessa cooperação no quadro dos procedimentos de fusão e de transferência de sede transfronteiras através de um acto delegado/acordo de governação

A avaliação de impacto concluiu que a opção preferível é a opção B4. Na medida em que, com excepção da constituição de SE ou de SCE através de fusão transfronteiriça, já existem obrigações legais de cooperação entre registos de empresas no quadro dos processos transfronteiras, apenas será necessária uma disposição legal de delegação de poderes à Comissão. A opção B3 afigura-se demasiado rígida, enquanto as opções B2 e B4 proporcionariam a necessária flexibilidade aos Estados-Membros. No entanto, a opção B4 (acto delegado) é a solução mais adequada, uma vez que implica obrigatoriamente todos os Estados-Membros, ao passo que a opção B2 manteria o carácter voluntário da participação. As opções B3 e B4 permitiriam reduzir os encargos administrativos para as sociedades em relação com a instituição de SE e de SCE através de fusão transfronteiras. Os custos poderiam ser limitados, em função da escolha dos instrumentos de TIC.

5.4. Dificuldades no acesso transfronteiras à informação sobre as empresas

Apesar de a informação comercial sobre as sociedades se encontrar facilmente disponível no país onde estas se encontram registadas, o acesso a essa mesma informação a partir de outro Estado-Membro pode ser dificultado por obstáculos de natureza técnica ou linguística. O EBR não abrange os 27 Estados-Membros, e as informações acessíveis através da rede variam de um país para outro.

A ausência de um identificador único para cada sociedade torna difícil a sua identificação em situações transfronteiras (por exemplo, concentrações ou grupos de empresas). A frequência da actualização das informações comerciais não se encontra harmonizada e os utilizadores dos dados não dispõem de informação sobre a sua fiabilidade nos diferentes Estados-Membros.

O acesso transfronteiras limitado à informação sobre as sociedades aumenta o risco do ambiente empresarial para os consumidores e para os actuais ou potenciais parceiros comerciais. Deste facto resulta também uma menor segurança jurídica. Foram analisadas quatro opções:

• Opção C1: Manutenção do statu quo

• Opção C2: Recomendar regras pormenorizadas para os registos de empresas, no sentido de assegurar um melhor acesso à informação transfronteiras

• Opção C3: Estabelecer para os Estados-Membros a obrigação de participação numa rede electrónica de registos de empresas, especificando a lista das informações a transmitir através da mesma, a frequência da actualização das informações registadas e os detalhes técnicos da cooperação

• Opção C4: Estabelecer para os Estados-Membros a obrigação de participação numa rede electrónica de registos de empresas, determinando a lista das informações a transmitir

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através da mesma e a frequência da actualização das informações registadas, especificando

os detalhes técnicos da cooperação através de um acto delegado/acordo de governação A avaliação de impacto concluiu que a opção preferível é a opção C4. A opção C2 apresenta algum potencial, enquanto que as opções C3 e C4 teriam um impacto positivo garantido nas partes interessadas. A adopção de medidas não legislativas (opção C2) não permitiria garantir a segurança jurídica no que respeita ao acesso à informação. As opções C3 e C4 criariam um quadro jurídico claro, mas a opção C3 exigiria alterações legislativas na eventualidade de mudanças a nível dos detalhes técnicos. A opção C4 asseguraria a flexibilidade necessária. As diferentes opções não têm qualquer incidência em termos de encargos administrativos, mas os seus custos poderão ser significativos.

6. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

A Comissão acompanhará a fase de aplicação das disposições e providenciará um quadro para um debate estruturado entre peritos nacionais (por exemplo através de workshops) sobre os detalhes do acto delegado. O efeito das medidas deverá ser avaliado cinco anos após a data de transposição das disposições.

Referências

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