RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 ..
SUPLEMENTO P
SUPLEMENTO P
ARA
ARA
O PROFESSO
O PROFESSO
R
R
Este suplemento é para
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 ..
SUMÁRIO
SUMÁRIO
Parte I – Comentários gerais
Parte I – Comentários gerais
1.
1.
Sobre
Sobre
a
a
obra
obra
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...4
...4
2.
2.
Objetivos gerais
Objetivos gerais
da
da
obra
obra
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
.
.
4
4
3.
3.
A organiza
A organizaçã
çã
o dos cap
o dos capí
í
tulos
tulos
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
5
5
•
•
Abertura
Abertura
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
5
5
•
•
Desenvolviment
Desenvolviment
o dos
o dos
conte
conteú
ú
dos conceituais
dos conceituais
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
5
5
•
•
Atividades pr
Atividades pr
á
á
ticas/pesquis
ticas/pesquis
a
a
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
.
.
5
5
•
•
Revis
Revisã
ã
o
o
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
....
....
5
5
•
•
Exerc
Exercí
í
cios
cios
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
.
.
5
5
•
•
Leitura
Leitura
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
5
5
4.
4.
Como proceder com as atividades pr
Como proceder com as atividades pr
á
á
ticas/pesquisa
ticas/pesquisa
...
...
...
...
...
...
...6
...6
5.
5.
Sugest
Sugestõ
õ
es
es
de
de
atividades complementares
atividades complementares
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
6
6
•
•
Trabalhar atividades l
Trabalhar atividades l
ú
ú
dicas com o prop
dicas com o propó
ó
sito
sito
de estudar um conceito qu
de estudar um conceito qu
í
í
mico
mico
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
....
....
7
7
•
•
Provocar
Provocar
questionamentos
questionamentos
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
7
7
•
•
Propor semin
Propor seminá
á
rios
rios
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...8
...8
•
•
Levar a m
Levar a mí
í
dia para a sala de aula
dia para a sala de aula
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
....
....
8
8
•
•
Elaborar
Elaborar
projetos
projetos
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...9
...9
•
•
Utilizar trabalhos de fechamento do curso
Utilizar trabalhos de fechamento do curso
...
...
...
...
...
...
...
...
...10
...10
6.
6.
Avalia
Avaliaçã
çã
o
o
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
..
..
10
10
•
•
Descobrir
Descobrir
,
,
registrar e
registrar e
relatar
relatar
procedimentos...
procedimentos...
...
...
...
...
...10
...10
•
•
Obter informa
Obter informaçõ
çõ
es sobre a apreens
es sobre a apreensã
ã
o de conte
o de conteú
ú
dos
dos
...
...
...
...
...
...
....
....
10
10
•
•
Analisar
Analisar
atitudes
atitudes
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...10
...10
•
•
T
T
rabalhar com diversos tipos
rabalhar com diversos tipos
de atividades
de atividades
...
...
...
...
...
...
...
...
...10
...10
•
•
Evidenciar organiza
Evidenciar organizaçã
çã
o, esfor
o, esfor
ç
ç
o e dedica
o e dedicaçã
çã
o
o
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
10
10
•
•
Perceber avan
Perceber avanç
ç
os e dificuldades em rela
os e dificuldades em rela
çã
çã
o
o
ao conte
ao conteú
ú
do
do
avaliado
avaliado
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...10
...10
•
•
Avaliar
Avaliar
e
e
instruir
instruir
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...10
...10
•
•
Auto-avaliar-se
Auto-avaliar-se
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
.
.
11
11
7.
7.
Sugest
Sugestõ
õ
es de leitura para
es de leitura para
o professor
o professor
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...12
...12
Parte II – O volume 2: a Físico-Química
Parte II – O volume 2: a Físico-Química
8.
8.
Conte
Conteú
ú
dos e objetivos espec
dos e objetivos especí
ficos dos cap
ficos dos capí
í
í
tulos
tulos
...
...
...
...
...
...
...
...
....
....
17
17
9.
9.
Coment
Comentá
á
rios sobre cap
rios sobre capí
í
tulos, exerc
tulos, exercí
í
cios e atividades pr
cios e atividades pr
á
á
ticas/pesquisa...22
ticas/pesquisa...22
10.
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 ..
1
1
S
S
o
o
b
b
r
r
e
e
a
a
o
o
b
b
r
r
a
a
Esta obraEsta obra
é
é
dividida em tr dividida em trê
ê
s volumes e traz a seles volumes e traz a seleçãçã
o de to de tóó
picos programpicos programáá
ticos essenciaisticos essenciaisà
à
disciplina de Qu
disciplina de Quí
í
mica com uma linguagem clara, objetiva e fundada no rigor conceitual. Osmica com uma linguagem clara, objetiva e fundada no rigor conceitual. Osassuntos s
assuntos sã
ã
o abordados de maneira ampla e detalhada.o abordados de maneira ampla e detalhada.I
I
Volume 1
Volume 1
—
—
Qu
Quí
í
mica Geral
mica Geral
No primeiro cap
No primeiro capí
í
tulo,tulo,é
é
dada uma visdada uma visãã
o da preseno da presençç
a da Qua da Quíí
mica no dia-a-dia das pessoas,mica no dia-a-dia das pessoas,mostrando o quanto a sociedade depende da Qu
mostrando o quanto a sociedade depende da Quí
í
mica e, de um modo mais genmica e, de um modo mais genéé
rico, da Cirico, da Ciêê
n-n-cia. No segundo cap
cia. No segundo capí
í
tulo, apresentam-se os fentulo, apresentam-se os fenôô
menos f menos fí
í
sicos e qusicos e quíí
micos mais comuns na vidamicos mais comuns na vidadi
diá
á
ria. No terceiro capria. No terceiro capíí
tulo, mostram-se, mediante um percurso histtulo, mostram-se, mediante um percurso históó
rico, as tentativas dosrico, as tentativas doscientistas em explicar a mat
cientistas em explicar a maté
é
ria e suas transformaria e suas transformaçõçõ
es. Os tr es. Os trê
ê
s primeiros caps primeiros capíí
tulos, enfim, dtulos, enfim, dãã
oodestaque
destaque
à
à
trilogia mattrilogia matéé
ria/transformaria/transformaçõçõ
es da matées da maté
ria/explicaria/explicaçõçõ
es sobre a mates sobre a matéé
ria ou, em ou-ria ou, emou-tras palavras,
tras palavras,
“
“
ao que se vao que se vê”ê”
na Natureza ao nosso redor (mundo macroscna Natureza ao nosso redor (mundo macroscó
ó
pico) epico) e“
“
como secomo seexplica
explica”
”
essa Natureza (mundo microscessa Natureza (mundo microscóó
pico). O tema prossegue com a evolupico). O tema prossegue com a evoluçãçã
o do modeloo do modeloat
atô
ô
mico e seu encaixe na classificamico e seu encaixe na classificaçãçã
o perio perióó
dica dos elementos. Sdica dos elementos. Sãã
o expostas, a seguir, as ido expostas, a seguir, as idéé
iasiasfundamentais sobre as liga
fundamentais sobre as ligaçõ
çõ
es entre oses entre osá
á
tomos, a estrutura das moltomos, a estrutura das moléé
culas e as for culas e as forç
ç
as que agemas que agementre elas. Os cap
entre elas. Os capí
í
tulos 8, 9 e 10 stulos 8, 9 e 10 sãã
o dedicados ao estudo das principais funo dedicados ao estudo das principais funçõçõ
es inorges inorgââ
nicas enicas esuas rea
suas reaçõ
çõ
es. Esse estudo ir es. Esse estudo irá
á
esclarecer dois fatos:esclarecer dois fatos:“
“
o que aconteceo que acontece””
nos fennos fenôô
menos qumenos quíí
micos emicos e“
“
como acontecemcomo acontecem””
esses fenesses fenôô
menos. Do capmenos. Do capíí
tulo 11 em diante, entra-se, por assim dizer, natulo 11 em diante, entra-se, por assim dizer, naparte quantitativa da Qu
parte quantitativa da Quí
í
mica, abordando o mol, a massa molar, o aspecto quantitativo domica, abordando o mol, a massa molar, o aspecto quantitativo docomportamento dos gases, o c
comportamento dos gases, o cá
á
lculo de f lculo de fó
ó
rmulas e o crmulas e o cáá
lculo estequiomlculo estequioméé
trico.trico.I
I
Volume 2
Volume 2
—
—
F
Fí
í
sico-Qu
sico-Quí
í
mica
mica
O primeiro cap
O primeiro capí
í
tulo trata das idtulo trata das idéé
ias fundamentais sobre o tema soluias fundamentais sobre o tema soluçõçõ
es, a saber: solubili-es, a saber:solubili-dade e miscibilisolubili-dade, concentra
dade e miscibilidade, concentraçã
çã
o de soluo de soluçõçõ
es, misturas e reaes, misturas e reaçõçõ
es entre solues entre soluçõçõ
es e anes e anáá
liselisevolum
volumé
é
trica. O segundo captrica. O segundo capíí
tulo aborda as propriedades coligativastulo aborda as propriedades coligativas–
–
de inde iníí
cio scio sãã
o explicadoso explicadosos fen
os fenô
ô
menos coligativos e smenos coligativos e sóó
depois as leis e os cdepois as leis e os cáá
lculos correspondentes. Sob o aspecto didlculos correspondentes. Sob o aspecto didá
á
--tico, a separa
tico, a separaçã
çã
o do estudo dos equilo do estudo dos equilíí
brios em tr brios em trê
ê
s caps capíí
tulostulos–
–
equilequilíí
brio qubrio quíí
mico homogmico homogêê
neo,neo,equil
equilí
í
brio qubrio quíí
mico imico iôô
nico e equilnico e equilíí
brio qubrio quíí
mico heterogmico heterogêê
neoneo–
–
destaca melhor cada uma dessasdestaca melhor cada uma dessasid
idé
é
ias junto aos alunos. O tema eletroquias junto aos alunos. O tema eletroquí
í
mica encontra-se dividido em dois capmica encontra-se dividido em dois capíí
tulos. No captulos. No capíí
--tulo 8, h
tulo 8, há
á
um melhor detalhamento dos fenum melhor detalhamento dos fenôô
menos de oxirredumenos de oxirreduçãçã
o, incluindo-se ao, incluindo-se aíí
oobalanceamento por oxirredu
balanceamento por oxirreduçã
çã
o e, por fim, o estudo das pilhas. No capo e, por fim, o estudo das pilhas. No capíí
tulo 9, estudam-se atulo 9, estudam-se aeletr
eletr
ó
ó
lise e as leis que regem os lise e as leis que regem os fenfenôô
menos da eletroquí menos da eletroquí
mica. O capmica. O capíí
tulo final, sobre as reatulo final, sobre as reaçõçõ
esesnucleares,
nucleares,
é
é
tratado de modo simplificado, tornando o assunto mais objetivo.tratado de modo simplificado, tornando o assunto mais objetivo.I
I
Volume 3
Volume 3
—
—
Qu
Quí
í
mica Org
mica Orgâ
â
nica
nica
As fun
As fun
çõ
çõ
es orges orgââ
nicas snicas sãã
o tratadas, neste volume, de forma objetiva e simplificada. Ho tratadas, neste volume, de forma objetiva e simplificada. Háá
tambtambé
é
m, na parte inicial, a apresentam, na parte inicial, a apresentaçãçã
o e as aplicao e as aplicaçõçõ
es dos produtos orges dos produtos orgââ
nicos de impor-nicos deimpor-t
tâ
â
ncia industrial. Nos capncia industrial. Nos capíí
tulos 6 e 7, foi feito um tulos 6 e 7, foi feito um estudo detalhado da estrutura, das proprie-estudo detalhado da estrutura, dasproprie-dades f
dades f
í
í
sicas e da isomeria dos compostos orgsicas e da isomeria dos compostos orgââ
nicos. Na seqnicos. Na seqüêüê
ncia, analisam-se detalha-ncia, analisam-sedetalha-damente as rea
damente as reaçõ
çõ
es orges orgââ
nicas, a saber: reanicas, a saber: reaçãçã
o de substituio de substituiçãçã
o, reao, reaçãçã
o de adio de adiçãçã
o e reao e reaçãçã
o deo deelimina
eliminaçã
çã
o nas molo nas moléé
culas orgculas orgââ
nicas, seguindo-se o estudo do car nicas, seguindo-se o estudo do cará
á
ter ter áá
cido-bcido-báá
sico e do car sico e do cará
á
--ter oxirredutor existentes na qu
ter oxirredutor existentes na quí
í
mica orgmica orgââ
nica. No final deste volume, tem-se um estudonica. No final deste volume, tem-se um estudoespec
especí fico, mas simplificado, dos glic fico, mas simplificado, dos glic
í
í
í
dios, dos lipdios, dos lipíí
dios, dos aminodios, dos aminoáá
cidos, das protecidos, das proteíí
nas e dosnas e dospol
polí
í
meros sintmeros sintéé
ticos.ticos.2
2
O
O
b
b
je
je
t
t
i
i
v
v
o
o
s g
s g
e
e
r
r
a
a
i
i
s d
s d
a
a
o
o
b
b
r
r
a
a
Promover a autonomia em rela
Promover a autonomia em relaçã
çã
o ao aprendizado, tendo como ponto de partida a refle-o ao aprendizado, tendo como ponto de partida arefle-x
xã
ã
o, o racioco, o raciocíí
nio, a organizanio, a organizaçãçã
o e a consolidao e a consolidaçãçã
o de ho de háá
bitos de estudo.bitos de estudo.Propiciar a compreens
Propiciar a compreensã
ã
o da evoluo da evoluçãçã
o do pensamento ciento do pensamento cientíí
fico com a amplia fico com a ampliaçãçã
o de con-o decon-ceitos e modelos.
ceitos e modelos.
Fornecer embasamento cient
Fornecer embasamento cientí fico para a tomada de decis fico para a tomada de decisõ
í
õ
es, utilizando a anes, utilizando a anáá
lise de dados.lise de dados.Estimular a an
Estimular a aná
á
lise cr lise crí
í
tica mediante o pensamento cienttica mediante o pensamento cientí fico. fico.í
Parte I
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 ..
Desenvolver a cidadania por meio de uma mudan
Desenvolver a cidadania por meio de uma mudanç
ç
a de ha de háá
bito e/ou de postura diante dosbito e/ou de postura diante dosproblemas ambientais, sociais e econ
problemas ambientais, sociais e econô
ô
micos.micos.Ampliar as possibilidades de representa
Ampliar as possibilidades de representaçõ
çõ
es servindo-se da linguagem ques servindo-se da linguagem quíí
mica, exercitan-mica,exercitan-do a representa
do a representaçã
çã
o simbo simbóó
lica das transformalica das transformaçõçõ
es ques quíí
micas e traduzindo, para esta linguagem,micas e traduzindo, para esta linguagem,os fen
os fenô
ô
menos e as transformamenos e as transformaçõçõ
es ques quíí
micas da natureza.micas da natureza.Desenvolver a capacidade do uso da matem
Desenvolver a capacidade do uso da matemá
á
tica como uma ferramenta nos dados quantita-tica como uma ferramenta nos dadosquantita-tivos qu
tivos quí
í
micos, tanto na construmicos, tanto na construçãçã
o quanto na ano quanto na anáá
lise e na interpretalise e na interpretaçãçã
o de gr o de grá
á
ficos e tabelas. ficos e tabelas.3
3
A
A
o
o
r
r
g
g
a
a
n
n
i
i
z
z
a
a
çã
çã
o dos cap
o dos cap
í
í
tulos
tulos
Os cap
Os capí
í
tulos conttulos contêê
m as seguintes partes: abertura, desenvolvimento dos contem as seguintes partes: abertura, desenvolvimento dos conteúú
dosdosconceituais, atividades pr
conceituais, atividades pr
á
á
ticas/pesquisa, revisticas/pesquisa, revisãã
o, exerco, exercíí
cios e leitura.cios e leitura.I
I
Abertura
Abertura
A abertura de cada cap
A abertura de cada capí
í
tulo visa a enfatizar as relatulo visa a enfatizar as relaçõçõ
es da Ques da Quíí
mica com aspectos da socie-mica com aspectos dasocie-dade, como a tecnologia e o trabalho. A inten
dade, como a tecnologia e o trabalho. A intençã
çã
ooé
é
mostrar ao aluno que a Qumostrar ao aluno que a Quíí
micamicaé
é
parteparteintegrante de nossas vidas.
integrante de nossas vidas.
I
I
Desenvolvimen
Desenvolvimen
to dos
to dos
conte
conteú
ú
dos conceituais
dos conceituais
Ao longo de cada cap
Ao longo de cada capí
í
tulo aparecem boxes (textos identificados por quadros de tulo aparecem boxes (textos identificados por quadros de cor roxa)cor roxa)nos quais
nos quais
é
é
apresentada uma das seguintes situaapresentada uma das seguintes situaçõçõ
es: aprofundamento das informaes: aprofundamento das informaçõçõ
es estu-esestu-dadas; rela
dadas; relaçõ
çõ
es entre os ves entre os váá
rios ramos da Cirios ramos da Ciêê
ncia, como a Quí ncia, como a Quí
mica, a Fmica, a Fíí
sica, a Matemsica, a Matemáá
tica e atica e aBiologia; fatos da hist
Biologia; fatos da histó
ó
ria da Ciria da Ciêê
ncia; temas de ecologia,ncia; temas de ecologia,é
é
tica; etc.tica; etc.Esses textos objetivam tornar a Ci
Esses textos objetivam tornar a Ciê
ê
ncia mais pr ncia mais pró
ó
xima da realidade do aluno. Pretendemxima da realidade do aluno. Pretendemtamb
també
é
m levar o aluno a perceber que o conhecimento cientm levar o aluno a perceber que o conhecimento cientíí
fico representa um esfor fico representa um esforç
ç
o o dadahumanidade para o seu pr
humanidade para o seu pr
ó
ó
prio desenvolvimento.prio desenvolvimento.Quando alguma lei cient
Quando alguma lei cientí fica ou alguma descoberta importante fica ou alguma descoberta importante
í
é
é
citada, uma biografiacitada, uma biografiasucinta do pesquisador respons
sucinta do pesquisador responsá
á
vel pelo feitovel pelo feitoé
é
apresentada, relacionando a construapresentada, relacionando a construçãçã
o o dadaCi
Ciê
ê
ncia ao trabalho humano encia ao trabalho humano eà
à
é
é
poca histpoca históó
rica em que essas contribuirica em que essas contribuiçõçõ
es foram elaboradas.es foram elaboradas.I
I
Atividades pr
Atividades prá
á
ticas/pesquisa
ticas/pesquisa
Todos os cap
Todos os capí
í
tulos trazem, por ttulos trazem, por tóó
picos abordados, a sepicos abordados, a seçãçã
o Atividades pr o Atividades prá
á
ticas/pesquisa.ticas/pesquisa.S
Sã
ã
o sugesto sugestõõ
es de montagens e experimentos que utilizam materiais, equipamentos e es de montagens e experimentos que utilizam materiais, equipamentos e reagentesreagentesde f
de f
á
á
cil obtencil obtençãçã
o e/ou aquisio e/ou aquisiçãçã
o. As atividades pr o. As atividades prá
á
ticas/pesquisa visam a ilustrar e a esclarecer ticas/pesquisa visam a ilustrar e a esclarecero assunto estudado de maneira simples e segura.
o assunto estudado de maneira simples e segura.
I
I
Revis
Revisã
ã
o
o
Ap
Apó
ó
s a apresentas a apresentaçãçã
o de cada item, ou de uma so de cada item, ou de uma séé
rie de tórie de tó
picos, tem-se a sepicos, tem-se a seçãçã
o Reviso Revisãã
o.o.Nela s
Nela sã
ã
o abordadas questo abordadas questõõ
es simples, com a finalidade de chamar es simples, com a finalidade de chamar a atena atençãçã
o do aluno para oso do aluno para ospontos e os conceitos fundamentais da teoria que acabou de ser desenvolvida.
pontos e os conceitos fundamentais da teoria que acabou de ser desenvolvida.
I
I
Exerc
Exercí
í
cios
cios
Nesta parte,
Nesta parte,
é
é
apresentadapresentada uma a uma sséé
rie de exercrie de exercíí
cioscios retirados dosretirados dosú
ú
ltimos vestibularesltimos vestibularesde todo o Brasil. Dentro de cada s
de todo o Brasil. Dentro de cada sé
é
rie estrie estãã
o incluo incluíí
dos exercdos exercíí
cios propostos e exerccios propostos e exercíí
ciosciosresolvidos (estes
resolvidos (estes
ú
ú
ltimos sltimos sãã
o destacados com um fundo de cor laranja), nos quais so destacados com um fundo de cor laranja), nos quais sãã
ooexplicitados problemas e detalhes fundamentais sobre o t
explicitados problemas e detalhes fundamentais sobre o tó
ó
pico estudado. Para facilitar opico estudado. Para facilitar otrabalho em sala de aula ou em casa, os exerc
trabalho em sala de aula ou em casa, os exercí
í
cios propostos foram organizados em umacios propostos foram organizados em umaordem crescente de dificuldade.
ordem crescente de dificuldade.
Quando o assunto tratado for mais longo ou apresentar maior dificuldade, haver
Quando o assunto tratado for mais longo ou apresentar maior dificuldade, haver
á
á
umaumas
sé
é
rie de exercrie de exercíí
cioscioscomplementares que poder complementares que poderã
ã
o ser trabalhados em classe ou, ento ser trabalhados em classe ou, entãã
o, comoo, comotrabalho extra de aprofundamento.
trabalho extra de aprofundamento.
H
Há
á
ainda, no final de cada capainda, no final de cada capíí
tulo, uma setulo, uma seçãçã
o chamada Desafio, com uma so chamada Desafio, com uma séé
rie de ques-rie deques-t
tõ
õ
es, um pouco mais dif es, um pouco mais difí
í
cil que as anteriores, envolvendo assuntos de capcil que as anteriores, envolvendo assuntos de capíí
tulos anteriores.tulos anteriores.I
I
Leitura
Leitura
Ao final de cada cap
Ao final de cada cap
í
í
tulo htulo háá
uma leitura de cunho mais geral uma leitura de cunho mais geral seguida de algumas questseguida de algumas questõõ
esessimples sobre o texto, visando a fornecer aos alunos, mediante discuss
simples sobre o texto, visando a fornecer aos alunos, mediante discussõ
õ
es e reflexes e reflexõõ
es, condi-es,condi-çõ
çõ
es para que eles desenvolvam uma postura cr es para que eles desenvolvam uma postura crí
í
tica em relatica em relaçãçã
o ao mundo em que vivem.o ao mundo em que vivem.As leituras que aparecem nos cap
As leituras que aparecem nos capí
í
tulos podem ser trabalhadas como tema para pesqui-tulos podem ser trabalhadas como tema parapesqui-sa ou sob o ponto de vista da problem
sa ou sob o ponto de vista da problemá
á
tica do texto. Tambtica do texto. Tambéé
mmé
é
importante sempre esti-importante sempreesti-mular que os alunos falem, leiam e escrevam sobre os mais variados assuntos relacionados
mular que os alunos falem, leiam e escrevam sobre os mais variados assuntos relacionados
à
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 ..
4
4
Co
Co
mo
mo
pr
pr
oc
oc
ed
ed
er
er
co
co
m a
m a
s a
s a
ti
ti
vi
vi
da
da
de
de
s p
s p
r
r
á
á
ticas/pesquisa
ticas/pesquisa
No Ensino Fundamental, os alunos tiveram contato com v
No Ensino Fundamental, os alunos tiveram contato com vá
á
rios campos do conhecimentorios campos do conhecimentoqu
quí
í
mico por meio da disciplina de Cimico por meio da disciplina de Ciêê
ncias. Agora, no Ensino Mncias. Agora, no Ensino Méé
dio, eles estdio, eles estãã
o em condio em condiçõçõ
esesde aprofundar, detalhar e utilizar esses conhecimentos, desenvolvendo, de forma mais ampla,
de aprofundar, detalhar e utilizar esses conhecimentos, desenvolvendo, de forma mais ampla,
capacidades como abstra
capacidades como abstraçã
çã
o, racioco, raciocíí
nio, investiganio, investigaçãçã
o, associao, associaçãçã
o, ano, anáá
lise e compreenslise e compreensãã
o o dedefen
fenô
ô
menos e fatos qumenos e fatos quíí
micos e interpretamicos e interpretaçãçã
o da pr o da pró
ó
pria realidade.pria realidade.É
É
importante perceber que a Quimportante perceber que a Quíí
micamicaé
é
uma ciuma ciêê
ncia experimental, nncia experimental, nãã
o significandoo significandoque todos os t
que todos os tó
ó
picos devam ser realizados experimentalmente em sala de aula, como de-picos devam ser realizados experimentalmente em sala de aula, comode-monstra
monstraçã
çã
o, ou em laborato, ou em laboratóó
rio, mas que alguns o sejam para que o aluno compreenda orio, mas que alguns o sejam para que o aluno compreenda oque
que
é
é
ciciêê
ncia e mncia e méé
todo cienttodo cientíí
fico. Os enunciados das atividades pr fico. Os enunciados das atividades prá
á
ticas propostas trazem,ticas propostas trazem,propositadamente, exposi
propositadamente, exposiçõ
çõ
es sucintas es sucintas para que para que os alunos os alunos possam possam trabalhar tambtrabalhar també
é
m m aapr
pr
ó
ó
pria capacidade de solucionar pequenos problemas de ordem pr pria capacidade de solucionar pequenos problemas de ordem prá
á
tica. Para cada umatica. Para cada umadessas atividades,
dessas atividades,
é
é
importante alertar o alunimportante alertar o aluno acerca dos perigos a que todos esto acerca dos perigos a que todos estãã
o sujeitoso sujeitosquando trabalham com materiais t
quando trabalham com materiais tó
ó
xicos, corrosivos e/ou inflamxicos, corrosivos e/ou inflamáá
veis. O uso de luvas eveis. O uso de luvas eó
ó
culos apropriados sempre deve ser recomendado. Havendo tempo hculos apropriados sempre deve ser recomendado. Havendo tempo háá
bil,bil,é
é
ú
ú
til propor til proporalguma pesquisa antes de se realizar a atividade pr
alguma pesquisa antes de se realizar a atividade pr
á
á
tica, pesquisa esta envolvendo as pro-tica, pesquisa esta envolvendo aspro-priedades dos produtos qu
priedades dos produtos quí
í
micos utilizados, suas aplicamicos utilizados, suas aplicaçõçõ
es e relaes e relaçõçõ
es com o meio ambien-es com o meioambien-te e com os seres humanos. Em alguns casos, as atividades desta se
te e com os seres humanos. Em alguns casos, as atividades desta seçã
çã
o esto estãã
o diretamenteo diretamenterelacionadas a pesquisas.
relacionadas a pesquisas.
Considerando a import
Considerando a importâ
â
ncia da interpretancia da interpretaçãçã
o de um experimento, vale a pena construir,o de um experimento, vale a pena construir,com os alunos, um relat
com os alunos, um relató
ó
rio da primeira atividade pr rio da primeira atividade prá
á
tica, lembrando que ele deve conter:tica, lembrando que ele deve conter:I
I Nome do aluno ou nomes dos alunos integrantes do grupoNome do aluno ou nomes dos alunos integrantes do grupo I I DataData I I TTí
í
tulotulo I I IntroduIntroduçãçã
oo I I ObjetivoObjetivo II Material e reagente utilizadoMaterial e reagente utilizado I
I Procedimento adotadoProcedimento adotado I
I Dados experimentaisDados experimentais I
I An Aná
á
lise dos dados experimentais (o professor pode elaborar perguntas que, por meiolise dos dados experimentais (o professor pode elaborar perguntas que, por meiodos dados coletados, levem o aluno
dos dados coletados, levem o aluno
à
à
ananáá
lise desses dados)lise desses dados)I
I DiscussDiscussã
ã
o e concluso e conclusãã
o (o professor pode inserir um fato ou uma noto (o professor pode inserir um fato ou uma notí
í
cia de jornal relacio-cia de jornalrelacio-nado ao experimento realizado)
nado ao experimento realizado)
I
I Refer Refer
ê
ê
ncias bibliogr ncias bibliográ
á
ficas ficasO professor poder
O professor poder
á
á
utilizar o relatutilizar o relatóó
rio das atividades pr rio das atividades prá
á
ticas como instrumento de avaliaticas como instrumento de avaliaçãçã
o.o.Os resultados alcan
Os resultados alcanç
ç
ados podem ser discutidos em sala de aula, poisados podem ser discutidos em sala de aula, poisé
é
importante que osimportante que osalunos tenham sempre em mente que a Qu
alunos tenham sempre em mente que a Quí
í
micamicaé
é
uma ciuma ciêê
ncia experimental e que, algumasncia experimental e que, algumasvezes, os resultados esperados podem n
vezes, os resultados esperados podem nã
ã
o ser obtidos.o ser obtidos.É
É
essencial aessencial aê
ê
nfase do professor para onfase do professor para ofato de que
fato de que
“
“
nnãã
o existe experio existe experiêê
ncia que nãncia que nã
o deu certoo deu certo””
. Toda experi. Toda experiêê
ncia tem seu resultado, encia tem seu resultado, ecabe ao professor e ao aluno aproveitar a ocasi
cabe ao professor e ao aluno aproveitar a ocasi
ã
ã
o para explorar e discutir os fatores provo para explorar e discutir os fatores prováá
veisveisque levaram ao resultado n
que levaram ao resultado nã
ã
o esperado, lembrando que alguns dos fatores mais comuns so esperado, lembrando que alguns dos fatores mais comuns sã
ã
o:o:I
I Qualidade do equipamento e do reagente utQualidade do equipamento e do reagente utilizado.ilizado. I
I Fator humanoFator humano
–
–
grau de preparo do experimentador, capacidade de observagrau de preparo do experimentador, capacidade de observaçãçã
o, atitu-o,atitu-de em rela
de em relaçã
çã
o ao trabalho, habilidades manuais, etc.o ao trabalho, habilidades manuais, etc.I
I Local de trabalhoLocal de trabalho
–
–
vento, umidade, temperatura, etc. Muitas vezes o ambiente domvento, umidade, temperatura, etc. Muitas vezes o ambiente doméé
s-s-tico
tico
é
é
impr impró
ó
prio para a realizaprio para a realizaçãçã
o da atividade pr o da atividade prá
á
tica.tica.I
I NNí
í
vel de controle experimentalvel de controle experimental–
–
nnúú
mero de varimero de variáá
veis f veis fí
í
sicas e/ou qusicas e/ou quíí
micas que podemmicas que podemalterar (ou
alterar (ou
“
“
mascarar mascarar”
”
) o resultado experimental.) o resultado experimental.As atividades podem ser desenvolvidas em grupo, em duplas ou individualmente,
As atividades podem ser desenvolvidas em grupo, em duplas ou individualmente,
lem-brando que o trabalho em grupo favorece a comunica
brando que o trabalho em grupo favorece a comunicaçã
çã
o oral, a socializao oral, a socializaçãçã
o e a troca deo e a troca deexperi
experiê
ê
ncias.ncias.5
5
S
S
u
u
g
g
e
e
s
s
t
t
õ
õ
es de atividades complementares
es de atividades complementares
Algumas sugest
Algumas sugestõ
õ
es de procedimentos e atividades que podem es de procedimentos e atividades que podem auxiliar o desenvolvimentoauxiliar o desenvolvimentodo pensamento cient
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 .. I
I
Trabalhar atividades l
Trabalhar atividades lú
ú
dicas com o prop
dicas com o propó
ó
sito de estudar um
sito de estudar um
conceito qu
conceito qu
í
í
mico
mico
As atividades l
As atividades lú
ú
dicas sempre fazem sucesso em sala de aula e, por esse motivo, devem ser dicas sempre fazem sucesso em sala de aula e, por esse motivo, devem seraproveitadas.
aproveitadas.
É
É
necessnecessáá
rio, por rio, poré
é
m, selecionar aquelas que tenham conseqm, selecionar aquelas que tenham conseqüêüê
ncias relevantes noncias relevantes nopensamento qu
pensamento quí
í
mico. Veja um exemplo a seguir.mico. Veja um exemplo a seguir.Para que os alunos entendam
Para que os alunos entendam o significado de um modelo e a importo significado de um modelo e a importâ
â
ncia da existncia da existêê
ncia dencia demodelos para explicar o mundo microsc
modelos para explicar o mundo microscó
ó
pico, especialmente ao iniciar o estudo sobre os mo-pico, especialmente ao iniciar o estudo sobre osmo-delos at
delos atô
ô
micos, o professor pode fazer uso de vmicos, o professor pode fazer uso de vá
á
rias caixas de filmes fotogr rias caixas de filmes fotográ
á
ficos ou caixas de ficos ou caixas def
f
ó
ó
sforos vazias (sforos vazias (éé
importante que sejam de mesmo tamanho e mesma apar importante que sejam de mesmo tamanho e mesma aparê
ê
ncia), colocandoncia), colocandoum
um nnú
ú
mero diferente de clipes, pedrinhas ou bolinhas de gude em cada uma das caixas emero diferente de clipes, pedrinhas ou bolinhas de gude em cada uma das caixas efechando-as em seguida. Depois ele deve distribuir essas caixas aos grupos de alunos, uma
fechando-as em seguida. Depois ele deve distribuir essas caixas aos grupos de alunos, uma
caixa para cada grupo.
caixa para cada grupo.
É
É
importante que eles nimportante que eles nãã
o abram as caixas. O professor deve, ento abram as caixas. O professor deve, entãã
o,o,pedir que eles anotem as observa
pedir que eles anotem as observaçõ
çõ
es feitas e o proves feitas e o prováá
vel formato do material que estvel formato do material que estáá
dentrodentrodas caixas, assim como a quantidade. Pode pedir tamb
das caixas, assim como a quantidade. Pode pedir també
é
m que os alunos imaginem o provm que os alunos imaginem o prováá
velvelconte
conteú
ú
do das caixas.do das caixas.Uma outra atividade l
Uma outra atividade lú
ú
dica interessante pode ser utilizada para introduzir readica interessante pode ser utilizada para introduzir reaçõçõ
es ques quíí
micasmicas(na verdade, essa atividade pode ser empregada em v
(na verdade, essa atividade pode ser empregada em vá
á
rios momentos, como, por exemplo, narios momentos, como, por exemplo, naintrodu
introduçã
çã
o da lei de Lavoisier ou no co da lei de Lavoisier ou no cáá
lculo estequiomlculo estequioméé
trico). O professor ir trico). O professor irá
á
usar cusar cíí
rculos derculos decartolinas de diferentes cores (uma cor
cartolinas de diferentes cores (uma cor para cada elemento qupara cada elemento quí
í
mico) e tamanhos (segundo osmico) e tamanhos (segundo osraios at
raios atô
ô
micos), almicos), aléé
m de setas tambm de setas tambéé
m feitas de cartolina. Cada grupo ir m feitas de cartolina. Cada grupo irá
á
receber um conjuntoreceber um conjuntode c
de cí
í
rculos com as devidas identificarculos com as devidas identificaçõçõ
es e setas. O professor, entes e setas. O professor, entãã
o, deve pedir que, tomandoo, deve pedir que, tomandocomo base uma mol
como base uma molé
é
cula de hidrogcula de hidrogêê
nio e uma de cloro, cada grupo monte a reanio e uma de cloro, cada grupo monte a reaçã
çã
o de obten-o deobten-çã
çã
o do cloreto de hidrogo do cloreto de hidrogêê
nio.nio.É
É
importante que o professor enfatize que o produto ser importante que o professor enfatize que o produto será
á
forma-forma-do apenas com os c
do apenas com os cí
í
rculos colocados como reagentes. Os alunos devem anotar no caderno orculos colocados como reagentes. Os alunos devem anotar no caderno oque ocorreu, fazendo uso de f
que ocorreu, fazendo uso de f
ó
ó
rmulas qurmulas quíí
micas. Em seguida, o professor ir micas. Em seguida, o professor irá
á
pedir que sejampedir que sejamobtidos outros produtos.
obtidos outros produtos. Ao final dessa atividade, os alunos dever Ao final dessa atividade, os alunos dever
ã
ã
o perceber que, para formar o perceber que, para formarprodutos diferentes das mol
produtos diferentes das molé
é
culas em questculas em questãã
o,o,é
é
necessnecessáá
rio que haja um rearranjo entre osrio que haja um rearranjo entre osá
á
tomos dos reagentes.tomos dos reagentes.I
I
Provocar questionamentos
Provocar questionamentos
Quando o professor provoca uma d
Quando o professor provoca uma dú
ú
vida, estvida, estáá
empregando um dos recursos mais eficien-empregando um dos recursos maiseficien-tes no processo de ensino e aprendizagem. Veja os dois exemplos a seguir.
tes no processo de ensino e aprendizagem. Veja os dois exemplos a seguir.
Ao iniciar o estudo sobre as transforma
Ao iniciar o estudo sobre as transformaçõ
çõ
es da mates da matéé
ria, o professor expria, o professor expõõ
e a seguinte situa-e a seguintesitua-çã
çã
o: uma garrafa fechada, contendoo: uma garrafa fechada, contendoá
á
gua gelada,gua gelada,é
é
colocada sobre uma mesa e, apcolocada sobre uma mesa e, apóó
s certos certotempo, observa-se que a superf
tempo, observa-se que a superf
í
í
cie externa da garrafa ficacie externa da garrafa fica“
“
suadasuada””
. O professor, ent. O professor, entãã
o, pergun-o,pergun-ta aos alunos o que aconteceu. V
ta aos alunos o que aconteceu. V
á
á
rias respostas srias respostas sãã
o dadas e devem ser anotadas no quadro-de-o dadas e devem ser anotadas noquadro-de-giz. O professor deve orientar a discuss
giz. O professor deve orientar a discussã
ã
o na classe por meio de perguntas, para que os alunoso na classe por meio de perguntas, para que os alunospercebam o que realmente ocorreu.
percebam o que realmente ocorreu.
Um outro exemplo diz respeito ao estudo das propriedades das subst
Um outro exemplo diz respeito ao estudo das propriedades das substâ
â
ncias. O professor ncias. O professorpode colocar duas curvas de aquecimento de duas amostras de uma mesma subst
pode colocar duas curvas de aquecimento de duas amostras de uma mesma substâ
â
ncia pura,ncia pura,aquecidas com a mesma fonte de calor, e perguntar aos alunos por que elas s
aquecidas com a mesma fonte de calor, e perguntar aos alunos por que elas sã
ã
o diferentes, jo diferentes, jáá
que se trata da mesma substque se trata da mesma substâ
â
ncia pura, ou, entncia pura, ou, entãã
o, qual alterao, qual alteraçãçã
o experimental poderia ser feitao experimental poderia ser feitapara que os gr
para que os gr
á
á
ficos das duas amostras fossem iguais. Provavelmente v ficos das duas amostras fossem iguais. Provavelmente vá
á
rias respostas ser rias respostas serã
ã
oodadas e devem ser anotadas no quadro-de-giz. O pro
dadas e devem ser anotadas no quadro-de-giz. O professor deve orientar a discussfessor deve orientar a discuss
ã
ã
o na classeo na classepor meio de perguntas, para que os alunos percebam o que varia num caso e noutro (por
por meio de perguntas, para que os alunos percebam o que varia num caso e noutro (por
exemplo, massas diferentes).
exemplo, massas diferentes).
140 140 T ( T (°°C)C) 120 120 100 100 80 80 60 60 40 40 20 20 1 10 0 220 0 330 0 440 0 550 0 660 0 tteemmppoo (min) (min) 140 140 T ( T (°°C)C) 120 120 100 100 80 80 60 60 40 40 20 20 4 40 0 880 0 11220 0 11660 0 22000 0 22440 t0 teemmppoo (min) (min)
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 .. I
I
Propor semin
Propor seminá
á
rios
rios
O semin
O seminá
á
rio proporciona a oportunidade do trabalho em grupo, o que favorece a discus-rio proporciona a oportunidade do trabalho em grupo, o que favorece adiscus-s
sã
ã
o e a reflexo e a reflexãã
o sobre diferentes ido sobre diferentes idéé
ias a respeito de um mesmo assunto. O discurso socialias a respeito de um mesmo assunto. O discurso socialé
é
essencial para mudar ou refor
essencial para mudar ou refor
ç
ç
ar conceitos.ar conceitos.Os resultados s
Os resultados sã
ã
o significativos, em termos de aprendizagem, quando o semino significativos, em termos de aprendizagem, quando o semináá
rio estimulario estimulaa criatividade dos estudantes para a interpreta
a criatividade dos estudantes para a interpretaçã
çã
o e a representao e a representaçãçã
o de feno de fenôô
menos e/ou proprie-menos e/ouproprie-dades qu
dades quí
í
micas por meio de situamicas por meio de situaçõçõ
es e objetos do cotidiano.es e objetos do cotidiano.Para exemplificar, o professor pode propor e
Para exemplificar, o professor pode propor e orientar, no estudo de reaorientar, no estudo de rea
çõ
çõ
es de combustes de combustãã
ooem qu
em quí
í
mica orgmica orgââ
nica, um seminnica, um semináá
rio sobre as vantagens e as desvantagens de alguns tipos derio sobre as vantagens e as desvantagens de alguns tipos decombust
combustí
í
veis. Cada grupo ficar veis. Cada grupo ficará
á
responsresponsáá
vel por um tipo de combustvel por um tipo de combustíí
vel, por exemplo: gvel, por exemplo: gáá
ssnatural veicular, gasolina,
natural veicular, gasolina,
diesel
diesel
,,á
á
lcool.lcool.I
I
Levar a m
Levar a mí
í
dia para a sala de aula
dia para a sala de aula
Levar para a classe um fato o
Levar para a classe um fato ocorrido e noticiado nos meios de comunicacorrido e noticiado nos meios de comunicaçã
çã
o (jornal, revista,o (jornal, revista,r
r
á
á
dio, TV, internet)dio, TV, internet)é
é
sempre muito eficaz ao ensino esempre muito eficaz ao ensino eà
à
aprendizagem da Quaprendizagem da Quíí
mica, pois favore-mica, poisfavore-ce situa
ce situaçõ
çõ
es nas quais os alunos poder es nas quais os alunos poderã
ã
o interpretar, analisar e associar os to interpretar, analisar e associar os tó
ó
picos aprendidospicos aprendidoscom os fatos noticiados, al
com os fatos noticiados, alé
é
m de, muitas vezes, estimular a postura cr m de, muitas vezes, estimular a postura crí
í
tica do aluno.tica do aluno.A seguir, veja um exemplo que pode ser empregado na abordagem de deslocamento do
A seguir, veja um exemplo que pode ser empregado na abordagem de deslocamento do
equil
equilí
í
brio qubrio quíí
mico.mico.Algumas c
Algumas có
ó
pias da notpias da notíí
cia em questcia em questãã
o podem ser distribuo podem ser distribuíí
das entre grupos de alunos ou,das entre grupos de alunos ou,ent
entã
ã
o, o professor pode ler a noto, o professor pode ler a notíí
cia para a classe.cia para a classe.Dissolução no mar de gás carbônico da queima de combustíveis
Dissolução no mar de gás carbônico da queima de combustíveis
fósseis será nocivo a seres marinhos, como corais
fósseis será nocivo a seres marinhos, como corais
Nos próximos séculos, os humanos poderão ver os oceanos
Nos próximos séculos, os humanos poderão ver os oceanos
em seu estado mais ácido nas
em seu estado mais ácido nas
últimas centenas de milhões de anos.
últimas centenas de milhões de anos.
Causado pela queima de combustíveis fósseis, como car-
Causado pela queima de combustíveis fósseis, como
car-vão e derivados de petróleo, o aumento agudo de acidez seria trágico para muitas formas de
vão e derivados de petróleo, o aumento agudo de acidez seria trágico para muitas formas de
vida marinha.
vida marinha.
Um estudo feito pela equipe do pesquisador americano Ken Caldeira, do Laboratório
Um estudo feito pela equipe do pesquisador americano Ken Caldeira, do Laboratório
Nacio-nal Lawrence Livermore, na Califórnia (EUA), aponta o gás carbônico como o principal
nal Lawrence Livermore, na Califórnia (EUA), aponta o gás carbônico como o principal
respon-sável pela tragédia. Ele também é o vilão do problema conhecido como efeito estufa
sável pela tragédia. Ele também é o vilão do problema conhecido como efeito estufa
(aqueci-mento da atmosfera pela retenção de radiação solar sob
mento da atmosfera pela retenção de radiação solar sob
um cobertor de gases, agravado pela
um cobertor de gases, agravado pela
atividade humana).
atividade humana).
A queima dos combustíveis fósseis aumenta a quantidade de gás carbônico no ar. Parte
A queima dos combustíveis fósseis aumenta a quantidade de gás carbônico no ar. Parte
desse gás se dissolve no oceano e
desse gás se dissolve no oceano e
aumenta a acidez da água. Isso
aumenta a acidez da água. Isso
prejudica o desenvolvimento
prejudica o desenvolvimento
de organismos marinhos, como formas de plâncton, corais e outros animais, e a formação de
de organismos marinhos, como formas de plâncton, corais e outros animais, e a formação de
esqueletos e conchas de carbonato de cálcio, essencial para essas
esqueletos e conchas de carbonato de cálcio, essencial para essas
formas de vida, fica dificulta-
formas de vida, fica
dificulta-da com o ambiente ácido.
da com o ambiente ácido.
”Até hoje, a absorção de gás
”Até hoje, a absorção de gás
carbônico pelo mar sempre foi considerada uma coisa boa, já
carbônico pelo mar sempre foi considerada uma coisa boa, já
que ela tirava esse gás do ar e diminuía fenômenos como o efeito estufa. Tinha até gente
que ela tirava esse gás do ar e diminuía fenômenos como o efeito estufa. Tinha até gente
querendo injetar gás carbônico de usinas e fábricas diretamente no mar”, disse à
querendo injetar gás carbônico de usinas e fábricas diretamente no mar”, disse à
FolhaFolhaCaldei-
Caldei-ra, 47, em entrevista por telefone. “Agora nós vemos que não é bem assim.”
ra, 47, em entrevista por telefone. “Agora nós vemos que não é bem assim.”
Marinho, Marcus Vinicius.
Marinho, Marcus Vinicius.Folha de S.PauloFolha de S.Paulo, Folha Ci, Folha Ciêência, Sncia, Sãão Paulo, 25 set. 2003.o Paulo, 25 set. 2003.
Deve-se fazer o aluno perceber os trechos da not
Deve-se fazer o aluno perceber os trechos da notí
í
cia que estcia que estãã
o relacionados com a Quo relacionados com a Quíí
micamicae, ent
e, entã
ã
o, lano, lançç
ar um desafio a ele: pedir que procure a explicaar um desafio a ele: pedir que procure a explicaçãçã
o quo quí
í
mica de como o aumento domica de como o aumento dog
gá
á
s carbs carbôô
nico dissolvido no oceano dificulta a formanico dissolvido no oceano dificulta a formaçãçã
o de esqueletos e conchas de carbonato deo de esqueletos e conchas de carbonato dec
cá
á
lcio. Aplcio. Apóó
s a discusss a discussãã
o sobre as possí o sobre as possí
veis razveis razõõ
es ques quíí
micas para esse fato, pode-se concluir commicas para esse fato, pode-se concluir comtoda a classe que uma das explica
toda a classe que uma das explicaçõ
çõ
es poderia ser dada pelo deslocamento do equiles poderia ser dada pelo deslocamento do equilíí
brio qubrio quíí
mico.mico.Com o aumento de CO
Com o aumento de CO22nana
á
á
gua, o equilgua, o equilíí
brio CObrio CO2(g)2(g)HH22OO(l)(l) HH22COCO3(aq)3(aq)é
é
deslocadodeslocadopara a direita, ou seja, h
para a direita, ou seja, há
á
a formaa formaçãçã
o de Ho de H22COCO33, aumentando assim a concentra, aumentando assim a concentraçãçã
o deo deá
á
cidocidocarb
carbô
ô
nico no oceano.nico no oceano.Com o aumento da concentra
Com o aumento da concentra
çã
çã
o de Ho de H22COCO33, o equil, o equilíí
brio Hbrio H22COCO3(aq)3(aq)CaCOCaCO3(s)3(s) Ca(HCOCa(HCO33))2(aq)2(aq)tamb
també
é
mmé
é
deslocado para a direita, no sentido do aumento de concentradeslocado para a direita, no sentido do aumento de concentraçãçã
o de Ca(HCOo de Ca(HCO33))22,,aumentando ent
aumentando entã
ã
o a dissoluo a dissoluçãçã
o do carbonato de co do carbonato de cáá
lcio e comprometendo assim a formalcio e comprometendo assim a formaçãçã
o deo deesqueletos e conchas calc
RR ee pp rr oo dd uu çç ãã oo pp rr oo ii bb ii dd aa .. AA rr tt .. 11 88 44 dd oo CC óó dd ii gg oo PP ee nn aa ll ee LL ee ii 99 .. 66 11 00 dd ee 11 99 dd ee ff ee vv ee rr ee ii rr oo dd ee 11 99 99 88 .. I
I Elaborar projetosElaborar projetos
Um projeto, desde que bem planejado e estruturado,
Um projeto, desde que bem planejado e estruturado,
é
é
uma ferramenta importantuma ferramenta importantíí
ssimassimano ensino e na aprendizagem da Qu
no ensino e na aprendizagem da Quí
í
mica, pois desperta no aluno a curiosidade, a capacidademica, pois desperta no aluno a curiosidade, a capacidadeinvestigativa e associativa, assim como o interesse pela Ci
investigativa e associativa, assim como o interesse pela Ciê
ê
ncia e, alncia e, aléé
m disso, pode levar om disso, pode levar oaluno e a comunidade a mudan
aluno e a comunidade a mudanç
ç
as de postura diante da problemas de postura diante da problemáá
tica abordada, estimulandotica abordada, estimulandoe desenvolvendo a cidadania.
e desenvolvendo a cidadania.
Para elaborar um projeto,
Para elaborar um projeto,
é
é
essencial, primeiramente, justificar a necessidade dele. Depois,essencial, primeiramente, justificar a necessidade dele. Depois,é
é
importante traimportante traçç
ar como esse projeto ser ar como esse projeto será
á
implementado, o que abrange: a escolha do pimplementado, o que abrange: a escolha do púú
bli-bli-co-alvo, dos professores envolvidos, a defini
co-alvo, dos professores envolvidos, a definiçã
çã
o de quantidade de horas semanais necesso de quantidade de horas semanais necessáá
riasriaspara a consecu
para a consecuçã
çã
o dele, a definio dele, a definiçãçã
o da durao da duraçãçã
o do projeto e como o trabalho dos alunos e/ouo do projeto e como o trabalho dos alunos e/ouda comunidade poder
da comunidade poder
á
á
ser divulgado por ele.ser divulgado por ele.Al
Alé
é
m disso, um projeto m disso, um projeto deve ter muito bem definido os objetivos a deve ter muito bem definido os objetivos a serem atingidos, asserem atingidos, asmetodologias utilizadas, os recursos necess
metodologias utilizadas, os recursos necessá
á
rios, os conterios, os conteúú
dos abordados, como ser dos abordados, como será
á
a ava-aava-lia
liaçã
çã
o dos alunos no projeto e a avaliao dos alunos no projeto e a avaliaçãçã
o do projeto pelos alunos e, por fim, a bibliografiao do projeto pelos alunos e, por fim, a bibliografiautilizada.
utilizada.
Um tema interessante e abrangente que pode ser trabalhado
Um tema interessante e abrangente que pode ser trabalhado
é
é
o lixo, e a justificativa dao lixo, e a justificativa daescolha desse tema pode ser, entre outras, o aumento da
escolha desse tema pode ser, entre outras, o aumento da produprodu
çã
çã
o de lixo nas cidades brasilei-o de lixo nas cidadesbrasilei-ras, tornando-se cada vez mais importante analisar as condi
ras, tornando-se cada vez mais importante analisar as condi
çõ
çõ
es que regem a produes que regem a produçãçã
o desseso dessesres
resí
í
duos, incluindo sua minimizaduos, incluindo sua minimizaçãçã
o na origem, seu manejo e as o na origem, seu manejo e as condicondiçõçõ
es existentes de trata-es existentes detrata-mento e disposi
mento e disposiçã
çã
o dos reso dos resíí
duos em cada cidade brasileira.duos em cada cidade brasileira.O p
O pú
ú
blico-alvo pode ser, por exemplo, os alunos da 1blico-alvo pode ser, por exemplo, os alunos da 1..aasséé
rie do Ensino Mrie do Ensino Méé
dio e a comuni-dio e acomuni-dade. Os professores envolvidos podem ser das mais variadas disciplinas, como, por exemplo:
dade. Os professores envolvidos podem ser das mais variadas disciplinas, como, por exemplo:
Qu
Quí
í
mica, Biologia, Fmica, Biologia, Fíí
sica, Geografia, Histsica, Geografia, Históó
ria e Artes.ria e Artes.Dependendo da disponibilidade dos alunos e dos professores, o projeto pode ter uma
Dependendo da disponibilidade dos alunos e dos professores, o projeto pode ter uma
dura
duraçã
çã
o de dois a quatro meses.o de dois a quatro meses.A implementa
A implementaçã
çã
o pode ser feita com reunio pode ser feita com reuniõõ
es semanais, com duraes semanais, com duraçãçã
o de mais ou menoso de mais ou menostr
tr
ê
ê
s horas, podendo utilizar s horas, podendo utilizar e-mail e-mail para avisos e trocas de idpara avisos e trocas de idéé
ias; os professores que participar ias; os professores que participarã
ã
oodo projeto devem preparar atividades, orientar os alunos na pesquisa, nos experimentos e nas
do projeto devem preparar atividades, orientar os alunos na pesquisa, nos experimentos e nas
discuss
discussõ
õ
es, ales, aléé
m de auxiliar na organizam de auxiliar na organizaçãçã
o dos dados coletados para a elaborao dos dados coletados para a elaboraçãçã
o de umo de umtrabalho final (como a cria
trabalho final (como a criaçã
çã
o de uma cano de uma cançãçã
o, de uma peo, de uma peçç
a teatral, um pa teatral, um pôô
ster, uma maquetester, uma maqueteou alguma montagem de imagens) que poder
ou alguma montagem de imagens) que poder
á
á
ser apresentado, por exemplo, na feira deser apresentado, por exemplo, na feira deCi
Ciê
ê
ncias da escola.ncias da escola.Os objetivos de um projeto cujo tema seja o lixo podem ser v
Os objetivos de um projeto cujo tema seja o lixo podem ser vá
á
rios. A seguir ser rios. A seguir serã
ã
ooexemplificados alguns.
exemplificados alguns.
I
I Definir e classificar os resDefinir e classificar os resí
í
duos sduos sóó
lidos quanto aos potenciais riscos de contaminalidos quanto aos potenciais riscos de contaminaçãçã
o doo domeio ambiente e quanto
meio ambiente e quanto
à
à
natureza ounatureza ouà
à
origem do resorigem do resíí
duo.duo.I
I Conhecer os impactos ambientais provocados pelo lanConhecer os impactos ambientais provocados pelo lanç
ç
amento sem controle de resamento sem controle de resíí
duosduoss
só
ó
lidos no meio ambiente urbano.lidos no meio ambiente urbano.I
I Conhecer as tConhecer as té
é
cnicas e/ou os processos de tratamento (lixcnicas e/ou os processos de tratamento (lixãã
o, compostagem, aterroo, compostagem, aterrosanit
sanitá
á
rio, incinerario, incineraçãçã
o, plasma, pir o, plasma, piró
ó
lise) e desinfeclise) e desinfecçãçã
o (desinfeco (desinfecçãçã
o quo quí
í
mica, desinfecmica, desinfecçãçã
oot
té
é
rmicarmica–
–
autoclave e microondas, e radiaautoclave e microondas, e radiaçãçã
o ionizante) mais adequados a cada tipo deo ionizante) mais adequados a cada tipo deres
resí
í
duo sduo sóó
lido, a fim de reduzir ou eliminar os danos ao meio ambiente.lido, a fim de reduzir ou eliminar os danos ao meio ambiente.I
I Analisar as condi Analisar as condi
çõ
çõ
es relacionadas ao controle da produes relacionadas ao controle da produçãçã
o dos reso dos resíí
duos, incluindo aduos, incluindo aminimiza
minimizaçã
çã
o desses reso desses resíí
duos na origem, o manejo deles, alduos na origem, o manejo deles, aléé
m do tratamento e da dis-m do tratamento e dadis-posi
posiçã
çã
o dos reso dos resíí
duos na cidade de Sduos na cidade de Sãã
o Paulo.o Paulo.I
I Conscientizar o futuro cidadConscientizar o futuro cidadã
ã
o da importo da importââ
ncia da participancia da participaçãçã
o dele na preservao dele na preservaçãçã
o doo domeio ambiente.
meio ambiente.
Podem-se utilizar, como metodologias, o trabalho em grupo, a exposi
Podem-se utilizar, como metodologias, o trabalho em grupo, a exposiçã
çã
o em classe, oo em classe, otrabalho experimental em laborat
trabalho experimental em laborató
ó
rio e o debate.rio e o debate.Os recursos auxiliares a esse projeto podem ser: o uso de um laborat
Os recursos auxiliares a esse projeto podem ser: o uso de um laborató
ó
rio, o uso da internet,rio, o uso da internet,uma visita ao lix
uma visita ao lixã
ã
o da cidade ou a uma usina de compostagem, quando a cidade possuir uma.o da cidade ou a uma usina de compostagem, quando a cidade possuir uma.Os conte
Os conteú
ú
dos a serem abordados em um tema como esse podem ser os dos a serem abordados em um tema como esse podem ser os resresí
í
duos sduos sóó
lidoslidos(produ
(produçã
çã
o e destino; classificao e destino; classificaçãçã
o; caracter o; caracterí
í
sticas; doensticas; doençç
as provocadas; servias provocadas; serviçç
os de limpezaos de limpezap
pú
ú
blica; tratamento: compostagem, aterro sanitblica; tratamento: compostagem, aterro sanitáá
rio, incinerario, incineraçãçã
o, plasma, pir o, plasma, piró
ó
lise, desinfec-lise,desinfec-çã
çã
o quo quíí
mica, desinfecmica, desinfecçãçã
o to téé
rmicarmica–
–
autoclave e microondas, e radiaautoclave e microondas, e radiaçãçã
o ionizante; disposio ionizante; disposiçãçã
oofinal dos res
final dos res
í
í
duos provenientes do tratamento; resduos provenientes do tratamento; resíí
duos sduos sóó
lidos; geralidos; geraçãçã
o de energia) e ao de energia) e alegisla