Evolução das Vendas de Veículos - Brasil
90% 95% 100% 250 275300 Flex Gasolina % Flex - média anual
75% 80% 85% 90% 150 175 200 225 u n ida de s 60% 65% 70% 50 75 100 125 1. 000 u 50% 55% 0 25 50 n/0 5 r/ 05 ai/0 5 ul/0 5 et/ 05 v/0 5 n/0 6 r/ 06 ai/0 6 ul/0 6 et/ 06 v/0 6 n/0 7 r/ 07 ai/0 7 ul/0 7 et/ 07 v/0 7 n/0 8 r/ 08 ai/0 8 ul/0 8 et/ 08 v/0 8 n/0 9 r/ 09 ai/0 9 ul/0 9 et/ 09 2005 2006 2007 2008 2009* Vendas - Flex 847 1.424 2.032 2.355 2.018 Part. - Flex/Total 52% 80% 89% 92% 93% ja n ma ma ju se nov jan ma ma ju se nov jan ma am ju se nov jan ma ma ju se nov jan ma ma ju se /
A despeito da queda no último trimestre de 2008 e da crise internacional que derrubou as vendas de veículos na maioria dos países, as vendas internas permaneceram aquecidas.
Preço do petróleo x Gasolina brasileira na Bomba
235
250
Petróleo (Brent)
Gasolina (Bomba)
US$ 146/barril
175
190
205
220
235
0
130
145
160
175
Bas
e
1
0
0
70
85
100
115
US$ 36/barril55
ou
t-05
de
z-05
fe
v-06
ab
r-06
jun-06
ag
o-06
ou
t-06
de
z-06
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ab
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jun-07
ag
o-07
ou
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de
z-07
fe
v-08
ab
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jun-08
ag
o-08
ou
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z-08
fe
v-09
ab
r-09
jun-09
ag
o-09
ou
t-09
a
a
a
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Fonte: ICE Futures e ANP
O preço da gasolina no Brasil manteve-se estável, apesar da volatilidade sofrida pelo petróleo no mercado internacional.
Evolução das Vendas de Hidratado - Centro-Sul x Paridade
80%
1.600
Saídas - Hidratado Paridade C-Sul Paridade - 70%
70%
75%
1.200
1.400
³
60%
65%
800
1.000
1.
000 m
55%
60%
600
800
50%
400
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05
ju
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05
jan
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06
jul
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6
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06
jan
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7
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7
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07
ja
n/
08
ab
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08
jul
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ou
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08
jan
/0
9
ab
r/
09
jul
/0
9
Com as vendas aquecidas dos carros flex e a paridade dos preços abaixo dos 70%, o consumo de etanol hidratado continuou crescente.
Evolução da Moagem e Produção de Etanol
Anidro
Hidratado
Cana Moída
25 000
30.000
500 000
600.000
04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10* Mix 50% 48% 49% 44% 39% 43% RI 142 142 147 144 141 13515 000
20.000
25.000
300 000
400.000
500.000
³
0 t
10.000
15.000
200.000
300.000
m
³
1.
00
0
5.000
0
100.000
04/05
05/06
06/07
07/08
08/09
09/10*
04/05
05/06
06/07
07/08
08/09
09/10*
04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10* Unidades Produtoras - C-Sul 214 223 242 266 296 315Crescimento anual 9 19 24 30 19
A oferta também cresceu com o vigoroso volume de investimento dos últimos anos. Nesta safra a produção de etanol será menor prejudicada pela produtividade e maior mix na
produção de açúcar.
Evolução dos preços do Etanol
1.300
Anidro - Esalq
Hidratado - Esalq
Anidro - previsão
Hidratado - previsão
1 000
1.100
1.200
300
Crise Æ Inexistência de crédito e Produção na entressafra.800
900
1.000
R$/
m
³
500
600
700
500
jan
-0
5
ab
r-05
jul
-0
5
ou
t-05
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-0
6
ab
r-06
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-0
6
ou
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-0
7
ab
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-0
7
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-0
8
ab
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-0
8
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-0
9
ab
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jul
-0
9
ou
t-09
A produção durante a entressafra e a escassez de crédito fizeram os preços do etanol não reagir, mesmo durante a entressafra.
Exportações Brasileiras x Petróleo Brent
140
160
700.000
Exportação - etanol
Preço - Brent
100
120
140
400 000
500.000
600.000
rri
l
60
80
200 000
300.000
400.000
US
$
/b
a
r
m³
0
20
40
-100.000
200.000
ja
n-05
ab
r-05
jul
-0
5
ou
t-05
ja
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ab
r-06
jul
-0
6
ou
t-06
ja
n-07
ab
r-07
jul
-0
7
ou
t-07
ja
n-08
ab
r-08
jul
-0
8
ou
t-08
ja
n-09
ab
r-09
jul
-0
9
No mercado externo, as exportações brasileiras sofreram duro golpe quando as cotações do petróleo despencaram, uma vez que os combustíveis fósseis voltaram a ser interessantes
economicamente. Fonte: Secex e ICE Futures
Consumo de etanol na Suécia
E85 paridade 95% 100% 25.000 30.000 p 80% 85% 90% 20.000 5/G as olin a) -m³ 70% 75% 10 000 15.000 ade Pr eç os (E 8 Ve nd as E 85 -55% 60% 65% 5.000 10.000 Pa rid a 50% 55% -ju n/ 08 ju l/08 ago /0 8 se t/ 08 ou t/0 8 no v/ 08 de z/ 08 ja n/ 09 fev /0 9 m ar /0 9 ab r/ 09 mai /0 9 ju n/ 09 ju l/09 ago /0 9 Fonte: SPIComo exemplo temos a Suécia, que defendia o uso do etanol por questões ambientais e passou a tomar suas decisões com base no critério de eficiência econômica.
Resumindo slides anteriores
Antes da Crise...
No Brasil:
– Preços dos derivados de petróleo mantiveram-se estáveis, não acompanhando a
volatilidade do mercado internacional;
– Vendas de veículos continuaram aquecidas;
– Oferta e demanda de etanol crescente, porém sem margem ao produtor;
– A CRISE INTERNACIONAL atingiu as usinas alavancadas e dependentes do g p
crédito;
– Euforia exacerbada em investimentos Î Inaugurações de novas UP´s e aumento
da capacidade de produção das existentes, baseado em estimativa de demanda
externa que não se realizou.q
No Exterior:
– Preços do petróleo no maior patamar histórico, o que colocava os biocombustíveis ç p p , q
em posição de destaque tanto econômico quanto ambientalmente:
• EUA com elevado volume de importação e alta demanda no mercado interno;
• Plantas do CBI operando no limite da capacidade instalada durante o verão americano;
Resumindo slides anteriores
Durante a Crise...
No Brasil:
– Continuidade da política de preços para a Gasolina e GNV, mesmo com a queda
abrupta dos preços do petróleo;
– Com a redução do IPI, as vendas de veículos novos permaneceram aquecidas
;
• Resultado: consumo de etanol crescente a preços baixos.
– Usinas com alto grau de endividamento e necessidade imediata de caixa;
• Depreciação do preço do etanol em plena entressafra de 2008/09 e no início desta safra
• Depreciação do preço do etanol em plena entressafra de 2008/09 e no início desta safra.
– Significativa queda nos investimentos e surgimento das operações de consolidação
(Fusões e aquisições):
• Atraso nas inaugurações das unidades em construção;
• Paralisação de diversos investimentos previstos
• Paralisação de diversos investimentos previstos.
No Exterior:
– Com o preço do petróleo em queda, tudo mudou:
• Países defensores do meio-ambiente passaram a priorizar o interesse econômico Æ
redução significativa do uso de biocombustíveis;
• Ociosidade nas plantas do Caribe;
• Arbitragem fechada para exportações;g p p ç ;
A
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Reflexões a cerca da crise – Questões internas
Apesar de estarmos driblando os efeitos da crise, resta-nos refletir
sobre as incertezas futuras do setor:
• Etanol tem dependência do mercado interno, no qual a demanda é
extremamente dependente do regime tributário: extremamente dependente do regime tributário:
» Mantido venda anual de FFV Î Crescimento anual MÁXIMO da moagem de 35 a 40
milhões de toneladas na região Centro-Sul.
• Existência de um preço máximo para o hidratadoÎ 70% do preço da gasolina;
ã
• Compradores com maior poder de comercialização:
» Alta dispersão de vendedores e concentração de compradores.
• Desequilíbrio entre oferta e demanda Î safra, entressafra e formação de
estoques Î desestabilização dos preços;
• Precariedade logística Î Modal rodoviário é predominante Æ encarecimento
do produto e redução da margem do produtor:
» Frete responsável por 15/20% do preço do etanol.
A
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Reflexões a cerca da crise – Questões externas
Apesar de estarmos driblando os efeitos da crise, precisamos
refletir sobre estes pontos:
– Questões externas:
• Falta de comprometimento internacional com os biocombustíveis:
» Uso depende dos preços dos derivados de petróleo;
» Muitos países sem inclusão dos biocombustíveis na matriz energética.
• Etanol americano poderá a competir com o Brasil nas exportações:
» EUA tem capacidade industrial instalada maior que a necessidade para atender a meta RFS2;
» Maior produtor mundial de etanol e milho.
• Não é considerado uma commodity internacional:
» Etanol produzido de diferentes vegetais; » Etanol produzido de diferentes vegetais; » Diferentes especificações do produto;
» Falta de mais países exportadores – Discreto volume exportado pelo Brasil representa 70% das transações internacionais do etanol.
• Existência de subsídios em alguns países, barreiras tarifárias e não-tarifárias g
impostas ao etanol;
• Alto custo da Exportação do etanol brasileiro torna-o pouco competitivo Æ custo
logístico absorve até 25% do preço do etanol:
» Necessidade de maior investimento em toda cadeia logística.
O FUTURO DO ETANOL !!!
Marco Regulatório para o Etanol:
– Incluir o Etanol na Matriz Enérgica Brasileira;
– Equalização tributária entre as UF´s;
– Definir Política de Estoque Regulador que garanta volume na entressafra e reduza a alta
volatilidade.
Abertura sem barreiras de Mercado Internacional.
Rigor nas análises dos novos investimentos:
– Cadenciar investimentos para tamanho da demanda no mercado interno e externo;p ;
– Avaliar a localização das novas UP´s, especialmente no tocante ao escoamento.
Reduzir custo na produção e comercialização do etanol:
– Mecanização, economia de escala, etc;
– Forte investimento logístico (evitar o modal rodoviário) tancagens e portos;Forte investimento logístico (evitar o modal rodoviário), tancagens e portos;
– Aumentar a competitividade do etanol em relação à gasolina e ao GNV:
• ICMS menor que os combustíveis fósseis;
• Melhorar tecnologia dos carros Flex (consumo menor).
– Proporcionar maior equilíbrio entre o vendedor e comprador:
• Criar maior número de Empresas Comercializadoras.