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Superior Tribunal de Justiça

AgRg no AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 707.870 - PR (2005/0154916-2)

RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX

AGRAVANTE : CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A ELETROBRÁS

ADVOGADO : FLORIANO DUTRA NETO E OUTRO(S)

AGRAVADO : MADEIREIRA MIGUEL FORTE S/A

ADVOGADO : RICARDO ANTÔNIO TONIN FRONCZAK E OUTRO

INTERES. : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : DOLIZETE FÁTIMA MICHELIN E OUTRO(S)

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. LITISCONSÓRCIO PASSIVO ENTRE ELETROBRÁS E UNIÃO FEDERAL. ART. 191 DO CPC. INAPLICABILIDADE. (EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO SOBRE ENERGIA ELÉTRICA. PRESCRIÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS.)

1. O litisconsórcio que se forma com o ingresso do assistente,

representado por advogado diverso do assistido impõe a aplicação da regra do art. 191 do CPC, que subsistirá enquanto perdurar a pluralidade de sujeitos na parte. (Precedentes do STF e do STJ: AI-AgR 524171 / SP, 2ª Turma, Rel. Min. Joaquim Barbosa, DJ 28/04/2006; AgRg no Ag 713023 / RS, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ 27/03/2006; AgRg no Ag 694100 / SC , 2ª Turma, Rel. Min. Francisco Peçanha Martins, DJ 05/12/2005; AgRg no Ag 630734 / PR, 2ª Turma, Rel. Min. Franciulli Netto, DJ 02/05/2005; EDcl no AgRg no Ag 582049 / RS, 1ª Turma, Rel. Min. Denise Arruda, DJ 17/12/2004).

2. In casu, tendo sido interposto o recurso especial pela Eletrobrás,

apenas esta teria legitimidade para recorrer da decisão que inadmitira o seu apelo, implicando, dessa forma, o desfazimento do litisconsórcio e, conseqüentemente, o afastamento da regra insculpida no art. 191, do CPC.

3. Agravo Regimental desprovido.

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos, os Ministros da PRIMEIRA TURMA do Superior Tribunal de Justiça acordam, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Teori Albino Zavascki, Denise Arruda, José Delgado e Francisco Falcão votaram com o Sr. Ministro Relator.

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Superior Tribunal de Justiça

Brasília (DF), 17 de maio de 2007(Data do Julgamento)

MINISTRO LUIZ FUX Relator

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Superior Tribunal de Justiça

AgRg no AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 707.870 - PR (2005/0154916-2)

RELATÓRIO

O EXMO. SR. MINISTRO LUIZ FUX (Relator): Trata-se de agravo

regimental interposto pela CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A - ELETROBRÁS, em face de decisão de minha lavra, que restou assim ementada:

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. LITISCONSÓRCIO PASSIVO ENTRE ELETROBRÁS E UNIÃO FEDERAL. ART. 191 DO CPC. INAPLICABILIDADE. (EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO SOBRE ENERGIA ELÉTRICA. PRESCRIÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS.)

1. O litisconsórcio que se forma com o ingresso do assistente, representado por advogado diverso do assistido impõe a aplicação da regra do art. 191 do CPC, que subsistirá enquanto perdurar a pluralidade de sujeitos na parte. (Precedentes do STF e do STJ: AI-AgR 524171 / SP, 2ª Turma, Rel. Min. Joaquim Barbosa, DJ 28/04/2006; AgRg no Ag 713023 / RS, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ 27/03/2006; AgRg no Ag 694100 / SC , 2ª Turma, Rel. Min. Francisco Peçanha Martins, DJ 05/12/2005; AgRg no Ag 630734 / PR, 2ª Turma, Rel. Min. Franciulli Netto, DJ 02/05/2005; EDcl no AgRg no Ag 582049 / RS, 1ª Turma, Rel. Min. Denise Arruda, DJ 17/12/2004).

2. In casu, tendo sido interposto o recurso especial pela Eletrobrás, apenas esta teria legitimidade para recorrer da decisão que inadmitira o seu apelo, implicando, dessa forma, o desfazimento do litisconsórcio e, conseqüentemente, o afastamento da regra insculpida no art. 191, do CPC.

3. Agravo Regimental provido para, reconsiderando a decisão agravada, não conhecer do agravo de instrumento.

Sustentou a agravante que o prazo recursal deveria ser computado em dobro, posto tratar-se de litisconsórcio passivo com diferentes procuradores, o qual persistiria, uma vez ter sido interposto recurso especial também pela União.

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Superior Tribunal de Justiça

AgRg no AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 707.870 - PR (2005/0154916-2)

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. LITISCONSÓRCIO PASSIVO ENTRE ELETROBRÁS E UNIÃO FEDERAL. ART. 191 DO CPC. INAPLICABILIDADE. (EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO SOBRE ENERGIA ELÉTRICA. PRESCRIÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS.)

1. O litisconsórcio que se forma com o ingresso do assistente,

representado por advogado diverso do assistido impõe a aplicação da regra do art. 191 do CPC, que subsistirá enquanto perdurar a pluralidade de sujeitos na parte. (Precedentes do STF e do STJ: AI-AgR 524171 / SP, 2ª Turma, Rel. Min. Joaquim Barbosa, DJ 28/04/2006; AgRg no Ag 713023 / RS, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ 27/03/2006; AgRg no Ag 694100 / SC , 2ª Turma, Rel. Min. Francisco Peçanha Martins, DJ 05/12/2005; AgRg no Ag 630734 / PR, 2ª Turma, Rel. Min. Franciulli Netto, DJ 02/05/2005; EDcl no AgRg no Ag 582049 / RS, 1ª Turma, Rel. Min. Denise Arruda, DJ 17/12/2004).

2. In casu, tendo sido interposto o recurso especial pela Eletrobrás,

apenas esta teria legitimidade para recorrer da decisão que inadmitira o seu apelo, implicando, dessa forma, o desfazimento do litisconsórcio e, conseqüentemente, o afastamento da regra insculpida no art. 191, do CPC.

3. Agravo Regimental desprovido.

VOTO

O EXMO. SR. MINISTRO LUIZ FUX (Relator): A decisão agravada

ostenta o seguinte teor:

"Trata-se de Agravo Regimental interposto pela MADEIREIRA MIGUEL FORTE S/A em face de decisão monocrática desta relatoria que acolheu o recurso de embargos de declaração interposto pela FAZENDA NACIONAL, cuja ementa restou vazada nos seguintes termos:

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535 DO CPC. LITISCONSÓRCIO PASSIVO ENTRE ELETROBRÁS E UNIÃO FEDERAL. ART. 191

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Superior Tribunal de Justiça

COMPULSÓRIO SOBRE ENERGIA ELÉTRICA. PRESCRIÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS.

1. O litisconsórcio que se forma com o ingresso do assistente, representado por advogado diverso do assistido impõe a aplicação da regra do art. 191 do CPC.

2. "Ocorrente o fato objetivo da 'diversidade' de procuradores, a regra incide inexoravelmente. Desta forma, aplica-se o preceito, tanto no caso de assistência litisconsorcial, quanto no de assistência simples prevista no art. 50 do CPC." (FUX, Luiz; Curso de Direito Processual Civil, 3.ª Ed., Editora Forense, 2005, pág. 332)

3. Embargos de Declaração acolhidos para afastar a intempestividade. Agravo de instrumento provido, determinando-se a subida do recurso especial.

Alegou a agravante que o agravo de instrumento interposto pela Eletrobrás, com vistas à admissão do seu recurso especial, era intempestivo, porquanto não poderia ter sido aplicada à espécie o disposto no art. 191, do CPC, uma vez que, embora houvesse litisconsórcio com procuradores distintos entre a autarquia e a União, a legitimidade para interpor recurso da decisão denegatória cabia tão-somente à própria Eletrobrás.

Trouxe à colação precedentes desta Corte Superior corroborando a tese defendida.

Requereu a instauração do incidente de uniformização de jurisprudência, posto que haveria divergência entre o entendimento da 1ª Turma e o das 3ª, 4ª, 5ª e 6ª Turmas do STJ quanto à matéria sub examine.

É o relatório.

Deveras, após uma melhor análise da questão posta a exame, verifica-se que assiste razão à agravante.

Com efeito, o litisconsórcio assistencial, no qual as partes são representadas por procuradores distintos, impõe a aplicação da regra do art. 191 do CPC. Isto porque a ratio essendi do referido dispositivo legal é oferecer e garantir à parte ré a possibilidade do contraditório.

Nesse sentido, tivemos a oportunidade de assentar:

"Ocorrente o fato objetivo da "diversidade" de procuradores, a regra incide inexoravelmente. Desta forma, aplica-se o preceito, tanto no caso de assistência litisconsorcial, quanto no de assistência simples prevista no art. 50 do CPC."

(FUX, Luiz; Curso de Direito Processual Civil, 3.ª Ed., Editora Forense, 2005, pág. 332)

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Superior Tribunal de Justiça

Por conseguinte, tem-se que o privilégio do prazo em dobro só subsistirá enquanto permanecer a pluralidade de sujeitos na parte.

Perfilhando esse entendimento, confiram-se os seguintes precedentes desta Corte e do Pretório Excelso:

AGRAVO REGIMENTAL. ART. 191 DO CPC. PRAZO EM DOBRO. LITISCONSORTES COM PROCURADORES DISTINTOS. INAPLICABILIDADE. Desde a decisão de segundo grau apenas um dos litisconsortes figura como recorrente. Não há, portanto, como aplicar a disposição do art. 191, do CPC, que determina a contagem do prazo em dobro, para litisconsortes com procuradores distintos. Agravo regimental a que se nega provimento. (AI-AgR 524171 / SP, 2ª Turma, Rel. Min. Joaquim Barbosa, DJ 28/04/2006)

AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. LITISCONSORTES. PROCURADORES DISTINTOS. PRAZO EM DOBRO. INAPLICABILIDADE.

– Negado seguimento ao recurso especial, o prazo para a interposição do agravo de instrumento a esta Corte torna-se singelo, uma vez que o recorrente somente pode atacar a parte da decisão que lhe diz respeito. Precedentes.

Agravo regimental improvido. (AgRg no Ag 713023 / RS, 4ª TUrma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ 27/03/2006)

PROCESSO CIVIL - ADMINISTRATIVO - AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO - RECURSO ESPECIAL INTEMPESTIVO - LITISCONSÓRCIO PASSIVO INEXISTENTE. INAPLICABILIDADE DO ART. 191 DO CPC.

1 - Não incide na espécie a regra do artigo 191 do Código de Processo Civil, uma vez que o privilégio do prazo em dobro existe enquanto durar a pluralidade de partes.

2 - Agravo regimental improvido. (AgRg no Ag 694100 / SC , 2ª Turma, Rel. Min. Francisco Peçanha Martins, DJ 05/12/2005)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO - RECURSO ESPECIAL INTEMPESTIVO - ARTIGO 191 DO CPC - INAPLICÁVEL - DESFAZIMENTO DO LITISCONSÓRCIO - RECURSO POSTERIOR - PRAZO SINGELO.

Este Relator não conheceu do agravo de instrumento ao fundamento de que "in casu, não consta nos autos cópia da petição de interposição do recurso especial, bem como cópia das contra-razões ao recurso especial ou da certidão comprobatória de que decorreu o prazo para a

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Da análise detida dos autos, todavia, verifica-se que as referidas peças encontram-se nas fls. 377/442 e 485/494, respectivamente.

Nada obstante o reconhecimento da juntada da petição de interposição do recurso especial, bem como das contra-razões, não logra perspectiva de êxito a pretensão recursal, ante a intempestividade do recurso especial da ora agravante.

Vale lembrar que não incide na espécie a regra do artigo 191 do Código de Processo Civil, uma vez que o privilégio do prazo em dobro existe enquanto durar a pluralidade de partes. Se a decisão recorrida é prejudicial aos litisconsortes, mas apenas um recorre, o prazo em dobro existe em relação ao prazo desse recurso, mas passa a ser simples para os recursos posteriores.

Agravo regimental improvido. (AgRg no Ag 630734 / PR, 2ª Turma, Rel. Min. Franciulli Netto, DJ 02/05/2005)

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO REGIMENTAL. CABIMENTO. OMISSÃO. OBSCURIDADE. CONTRADIÇÃO. INOCORRÊNCIA DOS ALUDIDOS DEFEITOS.

1. Os embargos declaratórios constituem recurso de estritos limites processuais cujo cabimento requer estejam presentes os pressupostos

legais insertos no art. 535 do CPC.

2. Não se conta em dobro o prazo para recorrer, quando só um dos litisconsortes haja sucumbido (Súmula 641/STF).

3. Embargos de declaração rejeitados. (EDcl no AgRg no Ag 582049 / RS, 1ª Turma, Rel. Min. Denise Arruda, DJ 17/12/2004)

In casu, tendo sido interposto o recurso especial pela Eletrobrás, apenas esta teria legitimidade para recorrer da decisão que inadmitira o seu apelo, implicando, dessa forma, o desfazimento do litisconsórcio e, conseqüentemente, o afastamento da regra insculpida no art. 191, do CPC.

Ex positis, DOU PROVIMENTO ao agravo regimental, para reconsiderando a decisão agravada, não conhecer do agravo de instrumento."

Destarte, não trouxe a agravante qualquer argumento que infirmasse a decisão que pretendia ver reformada, razão pela qual esta há de manter-se pelos seus próprios fundamentos.

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Ex positis , NEGO PROVIMENTO ao agravo regimental.

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CERTIDÃO DE JULGAMENTO

PRIMEIRA TURMA

AgRg no AgRg nos EDcl no

Número Registro: 2005/0154916-2 Ag 707870 / PR

Números Origem: 200170000397022 200504010387831

EM MESA JULGADO: 17/05/2007

Relator

Exmo. Sr. Ministro LUIZ FUX Presidente da Sessão

Exmo. Sr. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI Subprocuradora-Geral da República

Exma. Sra. Dra. DEBORAH MACEDO DUPRAT DE BRITTO PEREIRA Secretária

Bela. MARIA DO SOCORRO MELO

AUTUAÇÃO

AGRAVANTE : CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A ELETROBRÁS

ADVOGADO : FLORIANO DUTRA NETO E OUTRO(S)

AGRAVADO : MADEIREIRA MIGUEL FORTE S/A

ADVOGADO : RICARDO ANTÔNIO TONIN FRONCZAK E OUTRO

INTERES. : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : DOLIZETE FÁTIMA MICHELIN E OUTRO(S)

ASSUNTO: Tributário - Empréstimo Compulsório - Energia Elétrica

AGRAVO REGIMENTAL

AGRAVANTE : CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A ELETROBRÁS

ADVOGADO : FLORIANO DUTRA NETO E OUTRO(S)

AGRAVADO : MADEIREIRA MIGUEL FORTE S/A

ADVOGADO : RICARDO ANTÔNIO TONIN FRONCZAK E OUTRO

INTERES. : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : DOLIZETE FÁTIMA MICHELIN E OUTRO(S)

CERTIDÃO

Certifico que a egrégia PRIMEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:

A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.

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Superior Tribunal de Justiça

Os Srs. Ministros Teori Albino Zavascki, Denise Arruda, José Delgado e Francisco Falcão votaram com o Sr. Ministro Relator.

Brasília, 17 de maio de 2007

MARIA DO SOCORRO MELO Secretária

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