Juliana Baroni
em “Dance
Dance Dance”:
Band e Globo
já produzem
novelas digitais
Guia de
compras
Como escolher
melhores
TVs, conversores
e antenas
Tudo o que você precisa para
entrar na era da TV digital
D
omingo, as emissoras de TV aberta em São Paulo começam a transmitir no novo sistema di-gital. Quem tiver o equipamento ade-quado receberá imagens e som em alta definição. Em um ano, deve ser possível intera-gir com os programas de TV de maneira próxima ao que fa-zemos com as páginas da internet.O que é preciso para entrar na era da TV digital? Nesta edição, o Metro vai resolver todas as suas dúvidas. Será que vale a pena fazer essa transição agora? Para quem se preocupa muito com o bolso, a resposta é não, já que o preço dos equipamentos tende a baixar com o tempo.
O Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) estréia na televisão aberta, para quem recebe o sinal através de
uma antena, e não para quem tem TV por assinatura. Emissoras de TV aberta como Band, Globo, SBT e Record são obrigadas a transmitir o sinal digital para a cidade de São Paulo a partir deste domingo. Depois, a novidade será estendida a outras capitais e ci-dades brasileiras.
Algumas empresas de TV a cabo e via satélite têm sinal digital, mas de baixa definição e incompatível com o SBTVD. Em breve vão oferecer aos seus clientes novos conversores para que eles também possam ver a programa-ção das emisssoras brasileiras em alta definição.
O Metro dá
dicas para
quem quer
estar entre
os pioneiros
da alta
definição
SÃO PAULO - 30 DE NOVEMBRO DE 2007
Quanto custa
Antena UHF Para quem tem TV de alta definição Conversor de alta definição (Com conexão HDMI e sinal de alta definição)R$ 1.000
R$ 1.100
+
R$ 100
Antena UHFPara quem vai comprar o pacote completo TV de alta definição (Com conversor embutido, 42 polegadas, full HD)
R$ 8.000
R$ 8.100
+
R$ 100
RICARDO ANDERÁOS Diretor-Editorialsexta-feira 30 de novembro de 2007 www.metropoint.com
02
tv digital
A TV digital na sua casa
A TV digital que estréia domingo é a TV aberta, captada por antenas externas no alto de casas ou edifícios. A mudança não afeta o sinal das TVs por assinatura.
O QUE MUDA
• imagem de alta definição em proporção de tela de cinema
• som surround com 5 canais, para quem tem home theater
• em breve, interatividade, como na internet
SE VOCÊ TEM UMA
TV CONVENCIONAL…
SE VOCÊ
TEM UMA TV DE
ALTA DEFINIÇÃO...
COMPRE...
COMPRE...
NÃO COMPRE...
...uma antena UHF e um conversor de TV digital de alta definição (os canais de TV aberta convencio-nais em São Paulo usam antenas VHF)
...uma das novas TVs de alta definição compatíveis com o sistema brasileiro (dispensa set top box) e instale uma antena UHF em sua casa
...um conversor de TV digital (set top box), porque, por ora, você tem pouco a ganhar com isso. TV convencional (tela 4:3)
+
+
Antena VHF Antena UHF Antena UHFSet top box para alta definição
TV de alta definição convencional (tela 16:9)
TV de alta definição do sistema brasileiro (tela 16:9)
+
SE VOCÊ QUER
ENTRAR NA
ERA DIGITAL...
A
passagem da TV em preto-e-branco para a colorida, há 25 anos, foi fácil de entender e sim-ples de fazer. Bastava com-prar um aparelho em co-res, conectá-lo na mesma antena, ligar na tomada e continuar usando a TV do mesmo jeito que antes. Já a transição para o sistema di-gital é mais complexa de fa-zer e de entender por diver-sos motivos.Enquanto a TV em cores trazia apenas uma novi-dade, o sistema digital traz várias. Suas imagens são em alta definição e com proporção de tela de ci-nema. O som tem cinco ca-nais e qualidade de CD. Até o final de 2008 será possí-vel interagir com os progra-mas, de forma similar ao que acontece com páginas da internet. Sem contar a transmissão da programa-ção das emissoras para ce-lulares e computadores.
Outra diferença funda-mental é que, em 1972, só existia a TV aberta, captada por antenas externas (ins-taladas no topo de casas e edifícios) ou internas. Hoje, além da TV aberta, existem
também as TVs por assina-tura, a cabo e via satélite – esta última captada por an-tenas parabólicas de pe-quenas dimensões. Sem contar aqueles que captam o sinal da TV diretamente dos satélites, sem pagar as-sinatura, através de parabó-licas de grandes dimen-sões, na chamada banda C. Com tantos cenários dife-rentes muita gente se per-gunta: como eu consigo sintonizar a novidade em minha casa?
O fato é que nesta es-tréia do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) só é possível receber o sinal aberto, através de antenas do padrão UHF, externas ou internas. Além disso é preciso ter uma TV de alta definição e um conversor para o SBTVD – também chamado de set top box. Outra opção é comprar uma das novíssimas TVs de alta definição com o con-versor embutido. O pessoal da TV por assinatura terá de esperar conversores es-pecíficos. Já quem possui uma parabólica da banda C pode ter novidades mais cedo do que imagina. RA
Como sintonizar a novidade
em casa
O governo federal definiu um cronograma para a implantação da TV digital aberta no país. A largada é em São Paulo, neste domingo. No primeiro semestre de
2008
é a vez de Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Até2011
as emissoras são obrigadas a transmitir o sinal digital para todas as capitais brasileiras. E até o final de2013
todas as cidades onde hoje há sinal de TV aberta convencional devem ter também transmissão pelo sistema digital. Até2016
os dois sistemas vão coexistir: quem não quiser gastar com a aquisição de uma nova TV ou mesmo de um conversor (também chamado de set top box) não precisa se preocupar com isso.Mas
depois de 2016,
o atual sistema analógico sai do ar definitivamente. Se quiser continuar vendo TV em um aparelhoconvencional, de tubo, você será obrigado a comprar um conversor de baixa definição.
Há dois tipos de conversor chegando ao mercado. O primeiro, de alta definição, é para quem já tem TV de alta definição em casa – os aparelhos comprados nos últimos anos são
incompatíveis com o SBTVD. O segundo, de baixa definição, é para quem tem TV convencional. Sua vantagem é eliminar eventuais fantasmas na recepção da TV convencional. Com a TV digital ou a imagem aparece com melhor qualidade ou não é nem sequer exibida. RA
Relaxe: sua TV atual vai
funcionar até 2016
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04
tv digital
Quanto mais pontos na tela, maior a definição
A TV convencional tem tela mais “quadrada”, na proporção 4:3. A TV digital tem tela retangular, na proporção 16:9. Os televisores digitais podem ser do tipo HDTV Ready, com alta definição, ou Full HD, com altíssima definição. Entenda melhor essas diferenças:
720 X 480 pontos TV convencional SD • SD - Standard Definition, definição padrão, o sistema de transmissão atual • HDTV Ready -High Definition Television, ou TV de alta definição • Full HD - Full High Definition, ou alta definição completa
TV convencional SD
TV digital HDTV Ready ou Full HD
Parte da imagem cortada na TV SD
1.280 X 720 pontos
TV digital de alta definição HDTV Ready 1.920 X 1.080 pontos
TV digital de altíssima definição Full HD
Q
uanto mais pontos em uma tela, mais ví-vidas e definidas são as imagens que aparecem nela. Quem usa computado-res já está acostumado com essa idéia. Com a evolução desses equipamentos, as imagens dos PCs vêm me-lhorando a cada ano. Agora, o mesmo conceito chega à sala de casa com a estréia da TV digital. Tudo seria mais simples se houvesse apenas duas definições de tela na televisão: a convencional e a do novo sistema digital. Infe-lizmente, a coisa não é bem assim. A TV convencional, também conhecida pela si-gla SD, de “standard defini-tion”, tem 720 pontos na ho-rizontal por 480 pontos na vertical – muita gente conti-nua falando em 480 linhas horizontais, porque é assimque a gente vê numa TV de tubo, daquelas mais co-muns. A primeira geração de televisores de alta definição, que chegou ao mercado nos anos 90 e é comercializada com a sigla HDTV Ready (ou “pronta para a TV de alta de-finição”), tem 1.280 X 720 pontos na tela. A segunda geração, lançada nesta dé-cada e comercializada com a sigla Full HD (ou “alta
defini-ção completa”), tem 1.920 X 1.080 pontos na tela. Há mo-delos de plasma e LCD com as duas diferentes definições de tela.
O SBTVD (Sistema Brasi-leiro de TV Digital) vai trans-mitir imagens em Full HD. Entretanto é muito impor-tante notar que hoje no mer-cado encontramos os dois ti-pos de aparelho à venda. Os modelos Full HD são mais
caros. Mas, como uma TV tem vida útil que beira os 15 anos, são, sem dúvida, os mais recomendados.
Outra novidade que che -ga com a TV digital é o som em cinco canais, com quali-dade de CD. Mas, para apro-veitar esse recurso, é neces-sário um home theater com-patível com os conversores (ou televisores com conver-sor embutido) do SBTVD. RA
Depois de anos hesitando entre adotar o sistema japonês, europeu ou norte-americano de TV digital, o governo brasileiro acabou decidindo criar um sistema próprio. A base tecnológica é o sistema japonês, com quem o Brasil firmou um acordo de transferência de tecnologia no ano passado. Mas o software que vai controlar o conversor e proporcionar a interatividade – e que pode, grosso modo, ser definido como o
“Windows” da TV digital – será 100% brasileiro. Para isso, o governo decidiu usar um software que já vem sendo desenvolvido há anos pela Universidade da Paraíba e pela PUC do Rio de Janeiro, chamado Ginga.
Apesar de as universidades afirmarem que o software
está pronto, as indústrias de aparelhos eletro-eletrônicos não concordam. Dizem que não tiveram tempo de testá-lo e desenvolver aparelhos compatíveis. Por isso, a primeira geração de conversores e televisores com conversor embutido saem de fábrica sem esse software, e sem a prometida interatividade. Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, Walter Duran, diretor de tecnologia da Philips, disse que os consumidores que adquirirem conversores da empresa agora, sem interatividade, e desejarem um com essa
funcionalidade daqui a um ano, serão obrigados a comprar outro aparelho. Já a Sony promete atualização do software do conversor gratuitamente. RA
Interatividade fica para
o final do ano que vem
Alta definição de imagem
e som é primeiro benefício
Conversor Positivo DigiTV Baixa definição SD, exibe imagens com no máximo 720 x 480 pontos de resolução (indicado apenas para TVs convencionais). Tem saídas de vídeo composto e RF. Bloqueio de programação por faixa etária. R$ 500
Conversor Aiko HD 1018 Alta definição Full HD. Saídas HDMI, componente e composto. Tem guia de programação das emissoras e bloqueio de programação por faixa etária. Conector USB, lê arquivos JPEG, MP3 e MPEG. R$ 1.000
Conversor Sony Bravia DMX-DT1
Alta definição Full HD. Saída HDMI. Controle remoto integrado ao da TV Sony. Tem guia de programação das emissoras e bloqueio de programação por faixa etária. O fabricante garante atualização de software do conversor no futuro, gratuitamente, bastando levar o aparelho a uma assistência técnica autorizada. R$ 999
Conversor Philips DTR-1007
Alta definição Full HD. Saídas HDMI, vídeo componente e composto. Controle remoto, guia de programação e bloqueio por faixa etária. Conector USB, lê arquivos JPEG, MP3 e MPEG. R$ 1.100 Conversor Semp Toshiba DC 2008H
Alta definição Full HD. Saídas HDMI, componente e composto. Tem guia de programação das emissoras e bloqueio de programação por faixa etária. Conector USB, lê arquivos JPEG, MP3 e MPEG. R$ 1.200
Conversor Gradiente DHD-800
Alta definição Full HD. Saídas HDMI, componente e composto. R$ 799
Conversor Visiontec VT-7000 Alta definição Full HD.
Saídas HDMI, componente e composto. Tem guia de programação das emissoras e bloqueio de programação por faixa etária. R$ 700
Guia de compras - conversores
SE AN G A LLUP /GET T Y I M A G ES
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06
tv digital
Analógico versus digital
Cada emissora de TV aberta transmite seu sinal numa faixa de freqüência de 6 Mhz.
NOVO SISTEMA DIGITAL
O QUE ELA TEM:
SISTEMA ANALÓGICO ATUAL
Sinal VHF
Sinal UHF
Antena
doméstica
VHF
Antena
doméstica
UHF
TV convencional (4:3)
TV digital
Pelo sistema atual, essa faixa é consumida com a transmissão de um único canal analógico.
No novo sistema, essa faixa pode transmitir um canal de alta definição, um canal móvel e até a 3 canais com definição igual à atual.
1 canal
analógico
SD
1 canal móvel 1 canal digital F ull HD 2 a 3 canais digitais SD• Imagem de alta definição (16:9) som surround 5 canais
• TV no computador (pode gravar programas no disco rígido)
• TV no celular (necessário telefone compatível)
O
novo sistema digital promete alterar a maneira como nos relacionamos com a televi-são. E isso não vai aconte-cer apenas devido à me-lhoria na qualidade de ima-gem e de som. No curto prazo, a mudança mais sen-sível será a incorporaçãode algumas facilidades já disponíveis para quem é as-sinante de serviços a cabo ou via satélite, como o guia de programação na tela, por exemplo. A sofisticação dos televisores e conver-sores, em breve, deve dis-seminar também a possibi-lidade de gravação de nos-sos programas preferidos, para assistirmos no horário que for mais conveniente. Quando o software brasi-leiro Ginga finalmente ficar pronto e for instalado nesses aparelhos, o que deve acontecer em um ano, a interatividade vai abrir um leque enorme de possibilidades. O limite será a imaginação dos ro-teiristas e diretores artísti-cos das emissoras. Uma das mudanças mais revolucio-nárias é que a programa-ção das emissoras brasilei-ras de televisão vai saltar da TV instalada na sala de
visitas ou aos pés da cama para aparelhos móveis, como computadores, tele-fones celulares e laptops. Para as emissoras, isso cria terreno para inovações criativas e comerciais. E para nós, telespectadores, aprofunda o vínculo com nossos programas preferi-dos, dos telejornais às no-velas, do futebol aos pro-gramas de auditório. O mais incrível é que todas essas novidades vão trafe-gar por uma freqüência igual à que transmite ape-nas um programa de TV em definição convencional SD (“standard definition”). Hoje, cada emissora tem concessão pública para transmitir o sinal conven-cional em uma faixa de 6 Mhz do espectro eletroma-gnético. Nessa mesma faixa, o novo Sistema Brasi-leiro de Televisão Digital pode transmitir um canal
em alta definição Full HD, um canal móvel para com-putadores ou celulares e até três canais com defini-ção de imagem igual aos do atual sistema analógico. Tudo graças à compressão dos sinais, possibilitada pela digitalização da infor-mação. RA
TV digital vai muito
além da televisão
Antena externa Philips MANT940 Antena externa de alta performance, com amplificador de sinal embutido. Indicada para residências distantes das emissoras que transmitem o sinal digital. Deve ser conectada diretamente ao conversor set top box ou à TV com conversor embutido. R$ 109
Receptor para computadores Gradiente USB TV DTV PC 300 Conector para notebooks e computadores desktop no padrão USB. Recebe os sinais digitais da TV e os exibe em uma janela na tela do PC. Permite gravar programas no disco rígido ou pausar uma transmissão ao vivo. R$ 399
Receptor para computadores Philips Oneseg
Conector para notebooks e computadores desktop no padrão USB. Recebe os sinais digitais da TV e os exibe em uma janela na tela do PC. Permite gravar programas no disco rígido ou pausar uma transmissão ao vivo. Disponível no primeiro trimestre de 2008. R$ 370
Receptor para computadores TecTey MobTV MT-100 Conector para notebooks e computadores desktop no padrão USB. Recebe os sinais digitais da TV e os exibe em uma janela na tela do PC. Permite gravar programas no disco rígido ou pausar uma transmissão ao vivo. R$ 370
Guia de compras - receptores
Antena interna Philips SDV2210 Compacta e com alta performance, sintoniza tanto sinais UHF quanto VHF. Deve ser instalada no interior das residências, ao lado do conversor set top box ou da TV com conversor embutido. R$ 39,90
O
pontapé inicial da TV de alta definição acontece às 20h30 do próximo domingo, em um evento na Sala São Paulo. Com a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva, a cerimônia será transmitida em cadeia na-cional de TV. No formato de um noticiário, produ-zido em conjunto pelas emissoras, terá lado a lado âncoras de telejornalismo da Band, Globo, Rede TV, Record, Cultura e SBT. As transmissões, entretanto, começam antes da cerimô-nia oficial. A partir das 15h30 da tarde, a rodada do Campeonato Brasileiro já será exibida em formato digital de alta definição pela Band. Essa emissora, aliás, já produz sua novela “Dance Dance Dance” 100% em alta definição, bem como a Globo, com “Duas Caras”. Os desa- fios para a produção de conteúdo em alta defini-ção vão muito além da aquisição de novos equi-pamentos e do treina-mento de técnicos een-genheiros. Detalhes que não aparecem nas trans-missões da TV convencio-nal, como improvisações nos cenários e imperfei-ções na pele e nas roupas de atrizes e atores, ficam evidentes em alta defini-ção. Nessa nova era, as emissoras brasileiras preci-sam se preocupar muito mais com detalhes de ilu-minação, cenografia, ma-quiagem e figurinos. Por isso, a princípio, uma pe-quena parte da programa-ção será exibida em alta definição. Na Globo, além da novela, somente o “Globo Repórter” e alguns quadros do “Fantástico”. No SBT, filmes e o “Qual é a Música”. Na Record, so-mente alguns filmes. Já a Band é mais agres-siva: além da novela das oito, a emissora vai transmitir a partir de domingo todos os seus telejornais no novo sis-tema, além dos principais jogos de futebol.
TV Philips 42PFL7932D 42 polegadas
Resolução 1920 X 1080p, com conversor embutido. Tem recurso Incredible Surround, para som de maior qualidade, e entrada HDMI para conexão a PCs e consoles de videogame de última geração. R$ 7.999
TV Philips LCD Full HD 52PFL7932D 52 polegadas Resolução 1920 X 1080p, com conversor embutido. Possui recurso Incredible Surround, para som de maior qualidade, e entrada HDMI para conexão com PCs e consoles de videogame de última geração. R$ 12.999
Guia de compras TVs com
conversor
TV Samsung LCD Full HD LN52F81 52 polegadas Resolução 1920 X 1080p com conversor embutido. Alto brilho e contraste. Três entradas HDMI para conexão a PCs e videogames. Entradas para todos os formatos de vídeo e conexão USB para exibir fotos e arquivos digitais. R$ 14.999
TV Samsung LCD Full HD LN40F81 40 polegadas Resolução 1920 X 1080p com conversor embutido. Alto brilho e contraste. Três entradas HDMI para conexão a PCs e videogames, entradas para todos os formatos de vídeo e conexão USB para exibir fotos e arquivos digitais. R$ 7.999