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Grupo Redatorial Editor: Patrícia Tavares Edição: GS1® Portugal. DIREÇÃO 2015 Presidente: JOHNSON & JOHNSON - Eng. Paulo Gomes Vice-Presidente: SONAE MC - Eng. Luís Moutinho Diretores: AUCHAN –
Dr. Américo Ribeiro, NESTLÉ - Eng. João de Castro Guimarães, SOGRAPE - Dr. Manuel Sousa Pinto
Miguel Lopera, presidente e CEO da GS1
®Global Office: “A GS1
deve transformar-se no Google Maps da informação de produto”
Transparência no consumo: para o presidente e CEO da GS1® Global Office (GO),
entrevistado pela consultora PricewaterhouseCoopers (PWC) no âmbito do Plano Estratégico 2015-18/20, esta é a grande macrotendência de mercado nos próximos anos, acompanhada por aspetos colaterais relevantes, como o envolvimento dos consumidores, a rastreabilidade ou “a última milha” (isto é, o modelo de loja do futuro). Segundo Miguel Lopera, “a GS1 deve transformar-se no Google Maps da informação de produto (facilitador)”.
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REFLEXÃO ESTRATÉGICA
SEMINÁRIO INTERNACIONAL PARA O SECTOR SAÚDE
“Da promessa à ação”: Seminário Internacional de Saúde da
GS1
®Portugal reuniu mais de 160 stakeholders no Infarmed
O Seminário Internacional de Saúde da GS1® Portugal reuniu mais de 160
stakeholders da saúde no auditório do Infarmed para, “da promessa à ação”, abordar
a implementação de standards globais no setor. Veja os principais momentos e descarregue as apresentações.
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BANCA
Eurofinance convida GS1 Portugal para conferência sobre “Gestão
financeira, de tesouraria e de risco para empresas em Portugal”
João de Castro Guimarães, diretor executivo da GS1® Portugal, participou, a 18 de
junho, na conferência da Eurofinance sobre “Gestão financeira, de tesouraria e de risco para empresas em Portugal” para responder a uma das perguntas do momento: “Qual o estado da adoção da faturação eletrónica em Portugal e qual a experiência até agora?”
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III FÓRUM SOLUTION PROVIDERS
24 Setembro, Auditório Microsoft
GS1
®Portugal leva o desafio global do omnichannel à Microsoft
A terceira edição do Fórum Solution Providers da GS1® Portugal já tem data marcada:
24 de setembro. “O desafio global do omnichannel” é o mote deste evento, que nos últimos anos tem proporcionado a troca de ideias e networking entre o setor das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e a GS1® Portugal. O ponto de
encontro é, mais uma vez, na Microsoft Portugal.
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SERVIÇOS DA GS1
Um portefólio de serviços para acrescentar valor aos negócios dos
nossos Associados
Enquanto entidade de utilidade pública e plataforma colaborativa, nos últimos anos a GS1® Portugal colocou em marcha um conjunto de grupos de trabalho e projetos
colaborativos nos quais participam diferentes operadores económicos e cujas
recomendações têm vindo a ser implementadas com grande sucesso. Deles nasceu um portefólio de serviços que acrescenta valor aos negócios dos nossos Associados. Vão da consultoria e conformidade dos dados a modelos integrados de formação.
Transparência no consumo: para o presidente e CEO da GS1® Global Office (GO),
entrevistado pela consultora PricewaterhouseCoopers (PWC) no âmbito do Plano Estratégico 2015-18/20, esta é a grande macrotendência de mercado nos próximos anos, acompanhada por aspetos colaterais relevantes, como o envolvimento dos consumidores, a rastreabilidade ou “a última milha” (isto é, o modelo de loja do futuro). Segundo Miguel Lopera, “a GS1 deve transformar-se no Google Maps da informação de produto (facilitador)”.
Na perspetiva do responsável máximo da GS1® GO, os vetores de atuação de cada
Organização-Membro passam por: i) implementar standards e serviços globais, e ii) criar comunidades setoriais e serviços locais. Elogiando “as profundas mudanças operadas nos últimos anos pela atual Direção da GS1® Portugal, que fizeram com que o
país se destacasse no mundo GS1”, Miguel Lopera sustenta que “é preciso agora passar para a cadeia da procura, evoluindo do B2B para o B2C/B2B2C”.
Acima de tudo, conclui o CEO e presidente da GS1® GO, “a GS1 deve estar focada
estrategicamente em standards, serviços e soluções”. Do lado das empresas e marcas associadas, o desafio passa, nomeadamente, pela criação de um novo cargo, o de Chief
Data Officer (CDO), posição que permite assegurar – e demonstrar ao mercado – que
a informação de produto é de qualidade e uma variável estratégica e incontornável do negócio.
Saiba mais na revista Código 560.
REFLEXÃO ESTRATÉGICA
Miguel Lopera, presidente e CEO da GS1
®Global Office: “A GS1
Manuel Teixeira, Secretário de Estado da Saúde: “O título deste seminário é particularmente bem encontrado, pois aquilo que era apenas uma promessa na Saúde, começa a ser uma realidade em Portugal e noutros países. Sem a boa inovação (disruptiva), os sistemas de saúde não são sustentáveis”
Gonçalo Caetano, consultor, AVALOR: “Estamos aqui a falar de algo que melhora a qualidade de vida dos pacientes, mas também de ganhos de eficiência que aumentam a competitividade. E, além destes ganhos de eficiência não se fazerem à custa da menor qualidade dos serviços prestados, a adoção de standards globais permite internacionalizar o negócio e assegurar a sustentabilidade do setor da Saúde”. María Ramirez, Coordenadora de Garantia de Qualidade, Servicio Andaluz de Saúde: “O inconformismo é a receita do êxito. E, para caracterizar o processo de implementação dos standards, na Andaluzia costumamos dizer: e porque não?”
Nuno Loureiro, diretor de logística, CHLN: “Os hospitais precisam de reduzir os custos relativos à sua atividade, mas sem pôr em causa a qualidade dos cuidados de saúde prestados, pelo que os standards ajudam a atingir esses dois objetivos”
Descarregue as apresentações dos oradores aqui Veja os principais momentos do seminário aqui
Entrevista com Ulrike Kreysa,
Vice-Presidente da GS1
®Healthcare
GS1 Portugal: Qual é a sua opinião sobre seminários
organizados para o sector da saúde? E sobre este, em particular?
Ulrike Kreysa: É fundamental gerar mais atenção
em torno da cadeia de valor em todo o mundo e,
especificamente, na Europa. Eventos como este seminário são muito importantes para atingir esse objetivo e, no caso de Portugal, para compreender com exatidão a mensagem e o papel da GS1 e o caminho que o resto do mundo está a percorrer no sentido da harmonização.
GS1 Portugal: Enquanto vice-presidente da GS1
Healthcare, contacta com muitas especificidades nos cuidados de saúde de dezenas de países. Qual é a sua opinião sobre o trabalho que tem sido feito em Portugal em nome de uma linguagem comum neste setor tão importante? Que conselho nos deixaria?
Ulrike Kreysa: Eu penso que o principal problema está do
lado da indústria farmacêutica, devido à necessidade de respeitar a utilização de um código nacional, obrigatório por lei. No entanto, é um código que apenas tem validade num país e que não cumpre os requisitos de globalidade que atualmente se impõem ao setor, nem a Diretiva dos Medicamentos Falsificados. Os parceiros têm de trabalhar em conjunto e com a GS1 para ultrapassar esta limitação.
GS1 Portugal: Neste seminário foram também
mencionados alguns factos e números sobre os benefícios da adoção de standards globais na saúde, em Portugal. Considera que estudos como o que foi realizado no nosso país são uma boa prática para potenciar a harmonização?
UlrikeKreysa: São realmente muito importantes e,
por isso, é ainda mais importante divulgá-los a todos os stakeholders nacionais, mas também à escala
internacional. Por exemplo, nas Conferências Globais que a GS1 Healthcare realiza anualmente. Quantos mais casos existirem, mais fácil será para todos os intervenientes da cadeia compreenderem a importância da utilização de uma linguagem única e inequívoca que seja percebida em Portugal, na Europa e no mundo.
SEMINÁRIO INTERNACIONAL PARA O SECTOR SAÚDE
“Da promessa à ação”: Seminário Internacional de Saúde da GS1
®Portugal reuniu mais de 160 stakeholders no Infarmed
O Seminário Internacional de Saúde da GS1 Portugal reuniu mais de 160 stakeholders da saúde no auditório do Infarmed para, “da promessa à ação”, abordar a
implementação de standards globais no setor.
Há um ano, a iniciativa tinha juntado cerca de uma centena para conhecer um estudo pioneiro sobre as vantagens da adoção de standards globais na cadeia de valor da saúde, em Portugal. Desta vez, a fasquia foi ultrapassada partilhando alguns dos casos nacionais de sucesso na obtenção de mais eficiência e segurança graças a uma linguagem única, inequívoca e transversal aos vários agentes na cadeia.
Ulrike Kreysa, vice-presidente da GS1 Healthcare, sublinhou a necessidade de garantir uma cadeia de valor eficiente para os diversos stakeholders e segura para o Paciente” “Há um movimento em direção à harmonização em toda a Europa”, apontou ainda. Portugal e Itália estão ainda de fora, mas a dar os primeiros passos no mesmo sentido.
BANCA
João de Castro Guimarães, diretor executivo da GS1 Portugal, participou, a 18 de
junho, na conferência da Eurofinance sobre “Gestão financeira, de tesouraria e de risco para empresas em Portugal” para responder a uma das perguntas do momento: “Qual é o estado da adoção da faturação eletrónica em Portugal e qual foi a experiência até agora?”
“A faturação eletrónica está para ficar”. Mas o processo de faturação nem sempre passa pela desmaterialização dos dados, gerando custos em processamento e em tempo. Em muitas empresas são criados PDF’s que podem ser enviados eletronicamente, mas cujos dados não podem ser tratados de forma eletrónica. Os benefícios da faturação eletrónica, recorrendo à desmaterialização de dados, são claros: poupanças em custos de processamento e em tempo, melhorias na visibilidade dos fluxos e melhoria de segurança.
“Os benefícios são de tal ordem que, em muitos países, são os próprios governos a incentivar a troca do papel pelas faturas eletrónicas”, apontou o diretor executivo da GS1 Portugal.
Eurofinance convida GS1 Portugal para conferência sobre “Gestão
financeira, de tesouraria e de risco para empresas em Portugal”
A terceira edição do Fórum Solution Providers da GS1® Portugal já tem data marcada:
24 de setembro. “O desafio global do omnichannel” é o mote deste evento que, nos últimos anos, tem proporcionado a troca de ideias e networking entre o setor das
Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a GS1 Portugal. O ponto de encontro é, mais uma vez, na Microsoft Portugal.
O desafio crítico que se impõe nas cadeias de valor de Bens de Grande Consumo e das Marcas continua a ser o de dar resposta às expectativas de Consumidores e Clientes em plena era da omnicalidade – isto é, em que as barreiras entre o online, mobile e offline se esbatem e o consumidor exige cada vez mais convergência e integração nas experiências de pesquisa e compra.
Afinal, o consumidor digital deseja ter a mesma satisfação, quer seja no espaço físico da loja, laptop, tablet ou smartphone, via TV inteligente, redes sociais ou em sites de compras em grupo.
Qual é o Elo essencial que faltava entre o consumidor e os negócios? E como é que os Standards GS1 podem ajudar os parceiros de negócio a falar a mesma linguagem para facilitar a relação com o consumidor… na web?
As respostas serão dadas no fórum.
Conheça o Programa e inscreva-se aqui.
III FÓRUM SOLUTION PROVIDERS
Enquanto Entidade de Utilidade de Pública e plataforma colaborativa, nos últimos anos a GS1® Portugal colocou
em marcha um conjunto de Grupos de Trabalho e Projetos Colaborativos nos quais participam diferentes operadores económicos e cujas recomendações têm vindo a ser implementadas com grande sucesso. Deles, nasceu um portefólio de serviços que acrescentam valor aos negócios dos nossos associados. Vão da consultoria e conformidade dos dados a modelos integrados de formação.
O portefólio de serviços da GS1 Portugal
Serviços de consultoria e conformidade
dos dados
• Verificação da qualidade dos dados (560 Validata)
Verificação e análise da qualidade dos dados de produto assegurando a correta identificação dos artigos comerciais (alegações nutricionais, por exemplo) com o objetivo de apoiar as empresas a cumprir a regulamentação.
• Gestão Automática de Códigos GS1 (Registo Nacional de Códigos)
Um Portal de Registo de Códigos que permite a gestão integrada de códigos de barras.
• Recolha de dados e imagens
Avaliações de conformidade da impressão da Etiqueta Logística nas caixas de transporte com base nas Normas GS1.
• Consultoria e Qualidade de Dados
Testes realizados no campo de operações (loja ou armazém) que permitem medir a inconformidade de leitura dos códigos barras quer seja no POS ou em armazém.
• Rastreabilidade
De forma a facilitar a adoção e um quadro de
conformidade comum, a GS1 Portugal possui técnicos certificados que apoiam as empresas a aplicar os processos de certificação de rastreabilidade.
Serviços Colaborativos
• Portal de Sincronização de Dados (SYNC PT)
Um catálogo global de produtos, isto é, um repositório de dados de produto. Uma plataforma da GS1 Portugal focada nas necessidades de negócio, desenhada para prestar serviços de valor acrescentado para B2B, B2C e B2B2C.
• Fatura Eletrónica para Micro e PME (560 e.Invoice)
Um serviço gratuito de desmaterialização dos documentos que permite reduzir custos e aumentar a eficiência nos processos administrativos de encomenda e faturação, cumprindo os requisitos dos Retalhistas.
• Estudo de Níveis de Serviço Logístico
Um estudo que evidencia os níveis de satisfação na relação entre Produtores & Distribuidores no que diz respeito à gestão de mercadorias, ao longo de todo o processo de order to cash (da encomenda ao pagamento).
Conheça as ações de formação da GS1 Portugal aqui
SERVIÇOS DA GS1
®Um portefólio de serviços para acrescentar valor aos negócios
dos nossos Associados
Modelos de Formação • Formação interempresas • Formação à Medida • Roadshows Regionais • Workshops Setoriais • Workshops Multitemáticos