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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA

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Academic year: 2021

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(1)

MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA DO AMBIENTE

PROJECTO DE INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO

(2)

In Portuguese legal framework, water supply systems for human consumption drinking and sanitation for urban wastewater can be classified as multi-municipal or municipal.

multi-municipal systems

"... Those who serve at least two municipalities and require a

predominant investment made ​​by the State due to reasons of national interest ..."

municipal systems

"... All the others, as well as those managed through associations of municipalities (in this case, thereby involving two or more

(3)

Tem-se distinguido, nos sistemas de abastecimento de água que servem vários municípios, os sistemas "em alta" dos sistemas "em baixa":

 os primeiros englobam as componentes do abastecimento que respeitam à captação, ao tratamento e à adução e, por vezes, aos reservatórios de entrega;

 os segundos englobam as componentes do abastecimento que têm a ver com a distribuição, com os respectivos ramais de ligação, incluindo os reservatórios de entrega nos casos em que eles, por meras razões de acordos estabelecidos, não façam parte da "alta".

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De modo semelhante, tem-se considerado de forma distinta, nos sistemas de saneamento de águas residuais que servem vários municípios, os sistemas "em alta" e os sistemas "em baixa", mas aqui "em alta" equivalendo a jusante e "em baixa" correspondendo a montante:

 nos sistemas "em baixa" incluem-se as redes de colectores com os ramais de ligação correspondentes, e as estações elevatórias inerentes a estas redes;

 nos sistemas "em alta" consideram-se, no todo ou nos trechos de jusante, os emissários, interceptores e estações elevatórias inerentes, e, ainda, as estações de tratamento e os dispositivos e instalações de destino final dos efluentes.

(5)

Os sistemas multimunicipais são objecto de exploração e gestão … directamente efectuada pelo Estado ou atribuída, em regime de concessão, a entidade pública de natureza empresarial ou a empresa que resulte da associação de entidades públicas, em posição obrigatoriamente maioritária no capital social, com entidades privadas .… (Decreto-Lei nº 379/93, de 5 de Novembro).

A exploração e a gestão dos sistemas municipais e dos sistemas

intermunicipais ... pode ser directamente efectuada pelos respectivos municípios e associações de municípios ou atribuída, em regime de concessão, a entidade pública ou privada de natureza empresarial, bem como a associação de utilizadores .... (Decreto-Lei nº 379/93, de 5 de Novembro).

(6)

Os regimes jurídicos das concessões da exploração e gestão dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais estão consagrados, respectivamente, nos Decretos-Lei nº 319/94, de 24 de Dezembro, e nº 162/96, de 4 de Setembro.

O regime jurídico das concessões da exploração e gestão dos

sistemas municipais e dos sistemas intermunicipais de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais está estabelecido no Decretos-Lei nº 379/93, de 5 de Novembro, e nº 147/95, de 21 de Junho.

(7)

Os municípios podem assegurar a exploração e gestão directas dos sistemas simplesmente municipais e dos sistemas intermunicipais, através de um dos seguintes modelos:

 serviços municipais;

 serviços municipalizados;

 empresas públicas municipais;

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Componentes Órgãos Objectivo / função

Captação Obras de captação

Captar água bruta nas origens (superficiais e subterrâneas) elegíveis nos termos do estipulado no DL 236/98, de 1 de Agosto, de acordo com as disponibilidades e as necessidades.

Tratamento Estações de tratamento

de água (ETA)

Produzir a água potável a partir de água bruta, obedecendo às normas de qualidade (DL 306/2007, de 27 de Agosto - Anexo I).

Elevação Estações elevatórias e

sobre-pressoras

Bombear água (bruta ou tratada) entre um ponto de cota mais baixa e um ou mais pontos de cota mais elevada.

Transporte ou adução Adutores, aquedutos e

canais

Conjunto de obras destinadas a transportar a água desde a origem à distribuição. O transporte pode ser: em pressão (por gravidade e por bombagem); com superfície livre (aquedutos e canais).

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Componentes Órgãos Objectivo / função

Armazenamento Reservatórios

Servir de volante de regularização, compensando as flutuações de consumo face à adução.

Constituir reservas de emergência (combate a incêndios ou em casos de interrupção voluntária ou acidental do sistema de montante).

Equilibrar as pressões na rede de distribuição. Regularizar o funcionamento das bombagens.

Distribuição Rede geral pública de distribuição de água

Conjunto de tubagens e elementos acessórios, como sejam juntas, válvulas de seccionamento e de descarga, redutores de pressão, ventosas, bocas de rega e lavagem, hidrantes e instrumentação (medição de caudal, por exemplo), destinado a transportar água para distribuição.

Ligação domiciliária Ramais de ligação

Asseguram o abastecimento predial de água, desde a rede pública até ao limite da propriedade a servir, em boas condições de caudal e pressão.

Distribuição interior Redes interiores dos

edifícios

Conjunto de tubagens e elementos acessórios para distribuição de água no interior dos edifícios.

(12)

O Decreto-Lei nº 236/98, de 1 de Agosto, estabelece normas, critérios e objectivos de qualidade com a finalidade de proteger o meio aquático e melhorar a qualidade das águas em função dos seus principais usos (consumo humano, suporte da vida aquícola, balneares e rega). São, ainda, definidas as normas de descarga de águas residuais.

Este diploma define os requisitos a observar na utilização das águas para os seguintes fins:

 águas para consumo humano (superficiais e subterrâneas);  águas para suporte da vida aquícola (águas piscícolas e

conquícolas);  águas balneares;  águas de rega.

(13)

São excluídas as seguintes categorias de água:  águas minerais naturais;

 águas de nascente, nos parâmetros de qualidade que são contemplados em legislação específica;

 águas utilizadas na recarga de lençóis freáticos;

 águas que, pelos usos específicos, requeiram características de qualidade diferentes;

 águas para uso industrial, excepto aquelas a que se refere o artigo 20º do diploma;

 águas destinadas a fins terapêuticos, a piscinas e a outros recintos com diversões aquáticas;

 águas de bacias naturais ou artificiais utilizadas para a criação intensiva de peixes.

(14)

CLASSIFICAÇÃO

Águas superficiais

Consoante a sua qualidade, as águas superficiais, destinadas à produção de água para consumo humano, são classificadas nas

categorias A1, A2 e A3, de acordo com as normas de qualidade fixadas no Anexo I.

Águas subterrâneas

Considerar-se-ão aptas, para poderem ser utilizadas como origem de água para a produção de água para consumo humano, as águas subterrâneas que apresentem qualidade superior ou igual à da

categoria A1 das águas doces superficiais destinadas à produção de água para consumo humano (Anexo I).

(15)

O Decreto-Lei nº 306/2007, de 27 de Agosto, estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano, procedendo à

revisão do Decreto-Lei nº 243/2001, de 5 de Setembro, que transpôs,

para o ordenamento jurídico interno, a Directiva nº 98/83/CE, do Conselho, de 3 de Novembro, tendo por objectivo proteger a saúde hu-mana dos efeitos nocivos resultantes da eventual contaminação dessa água e assegurar a disponibilização tendencialmente universal de água salubre, limpa e desejavelmente equilibrada na sua composição.

Este diploma estabelece, ainda, os critérios de repartição da responsabilidade pela gestão de um sistema de abastecimento público de água para consumo humano, quando a mesma seja partilhada por

(16)

A autoridade competente para a coordenação e fiscalização da

aplicação do Decreto-Lei é a Entidade Reguladora dos Serviços de

Águas e Resíduos (ERSAR).

Este Decreto-lei define a autoridade de saúde para a sua aplicação, na

componente de saúde pública, para os sistemas municipais, particu-lares, multimunicipais ou intermunicipais.

A autoridade de saúde assegura de forma regular e periódica a vigilância sanitária da qualidade da água para consumo humano fornecida pelas entidades gestoras, bem como as demais funções definidas no diploma.

(17)

NORMAS DE QUALIDADE

A água destinada ao consumo humano deve respeitar os valores para-métricos dos parâmetros constantes das Partes I, II e III, do Anexo I, do diploma.

Quando a protecção da saúde humana assim o exija, a DGS fixa os valores aplicáveis a outros parâmetros não incluídos no Anexo I, do diploma, cujos valores paramétricos devem respeitar o disposto no n.º 2, do artigo 8.º.

(18)

VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE

O controlo da qualidade da água realiza-se de acordo com o Anexo II;

A verificação do cumprimento dos valores paramétricos fixados é feita:

 no caso da água fornecida a partir de uma rede de distribuição, no ponto em que, no interior de uma instalação ou estabelecimento, saí- das torneiras normalmente utilizadas para consumo humano;

 no caso da água fornecida a partir de fontanários não ligados à rede de distribuição, no ponto de utilização;

 no caso da água fornecida por entidades gestoras “em alta”, nos pontos de amostragem dos pontos de entrega aos respectivos utilizadores;  no caso da água fornecida a partir de camiões, navios-cisterna e

(19)

VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE

 no caso da água destinada à venda em garrafas e outros recipientes, com ou sem fins comerciais, no fim da linha de enchimento;

 no caso da água utilizada numa empresa da indústria alimentar, no ponto de utilização.

No caso do primeiro ponto anterior, a responsabilidade das entidades gestoras cessa sempre que se comprove que o incumprimento dos valores paramétricos fixados no diploma é imputável ao sistema de distribuição predial ou à sua manutenção, excepto nas instalações e nos estabelecimentos em que se fornece água ao público, tais como escolas, hospitais e restaurantes, caso em que deve esclarecer, por escrito, os responsáveis desses estabelecimentos ou instalações sobre os incumprimentos dos valores paramétricos decorrentes dos seus sistemas específicos, logo que deles tenham conhecimento.

(20)

PROGRAMA DE CONTROLO DA QUALIDADE DA ÁGUA

As entidades gestoras devem dispor, no início de cada ano civil, de um PCQA,

aprovado pela autoridade competente (por exemplo, a ERSAR).

O PCQA é elaborado nos termos definidos no Anexo III e deve ser submetido à

aprovação da autoridade competente:

 no caso das entidades gestoras “em alta”, até 15 de Setembro do ano

anterior ao período a que diz respeito;

 no caso das entidades gestoras “em baixa”, até 30 de Setembro do ano anterior ao período a que diz respeito.

(21)

PROGRAMA DE CONTROLO DA QUALIDADE DA ÁGUA

O requerimento de aprovação do PCQA é apresentado em suporte informático e

através de uma plataforma informática que funciona no sítio da Internet da

autoridade competente, designada por PCQA-online, sendo as subsequentes

comunicações, no âmbito do respectivo procedimento, realizadas por meios electrónicos.

O PCQA considera-se tacitamente aprovado na ausência de pronúncia da

autoridade competente no prazo máximo de 45 dias, contado a partir de 30 de Setembro.

A não aprovação do PCQA não dispensa as entidades gestoras de realizarem o

controlo da qualidade da água para consumo humano, de acordo com o disposto no diploma.

(22)

UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS ANALÍTICOS

Os ensaios de controlo da qualidade devem ser realizados recorrendo a

méto-dos analíticos constantes do Anexo IV.

Os laboratórios de ensaios podem recorrer a métodos analíticos alternativos aos especificados no n.º 1 do Anexo IV, desde que comprovem que os resulta-dos obtiresulta-dos são, no mínimo, tão fiáveis como os que seriam obtiresulta-dos pelos méto-dos especificaméto-dos.

Para os parâmetros enunciados nos n.os 2 e 3 do Anexo IV, os laboratórios de

ensaios podem utilizar qualquer método, desde que comprovem que o mesmo satisfaz os requisitos de desempenho analítico estabelecidos no referido anexo. Para as colheitas de amostras e para os ensaios de controlo da qualidade para os quais não estejam especificados métodos de recolha de amostras e análise no Anexo IV, devem observar-se os métodos constantes de documentos norma-tivos nacionais ou internacionais ou reconhecidos pela autoridade competente.

(23)

A EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA é uma sociedade

anóni-ma de capitais integralmente públicos, detida a 100% pela AdP - Águas de

Portugal, SGPS, SA.

A Empresa é responsável por um sistema de abastecimento que se desenvolve ao longo de mais de 2 100 km, desde a albufeira de Castelo do Bode até à cidade de Lisboa.

A EPAL abastece de água com qualidade cerca de 3 milhões de pessoas, de 34 concelhos da margem norte do rio Tejo, correspondendo a uma área total abastecida de cerca de 6 950 km².

Mantém relações contratuais com cerca de 380 mil clientes directos, do concelho de Lisboa, onde assegura o abastecimento domiciliário de água.

(24)

O sistema de produção e trans-porte é constituído por 3 sub-sistemas que se desenvolvem ao longo de mais de 700 km de adutores, com uma capacidade nominal de produção que pode atingir 1 000 000 m³/dia e uma capacidade de reserva de cerca de 337 230 m³.

Estes subsistemas são dotados de 2 ETA (Asseisseira e Vale da Pedra), 32 EE, 36 reservató-rios e 19 postos de cloragem.

(25)

A água produzida pelos 3 sub- -sistemas é aduzida pelos respe-ctivos adutores de Castelo do Bode, do Tejo e do Alviela e, ainda, pelo adutor Vila Franca

de Xira-Telheiras, com uma

capacidade de transporte de 240 000 m³/dia, e pelo adutor de Circunvalação, com uma capaci-dade de transporte na ordem dos 410 000 m³/dia.

(26)

Water intake tower

Reservoir Walk bridge

(27)

Equilibrium chimney

Transmission main

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Castelo do Bode pumping station Castelo do Bode dam

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Edifício de exploração

P de transformação

Edifício dos reagentes Desidratação de lamas

Espessadores

Cisterna de água tratada Armazenamento de cloro e CO2 Mistura rápida Floculadores Filtros Armazenamento da água de lavagem do filtros Oficinas

(30)
(31)

A rede de distribuição de água desen-volve-se ao longo de mais de 1 400 km, abrangendo uma área de 83 km² e servindo uma população residente de 564 000 habi-tantes

A gestão da rede de distribuição é suportada por um conjunto de infra-estruturas e órgãos, designadamente 14 reservatórios, 9 estações elevatórias, 60 grupos electrobomba, 4 postos de clora-gem e 93 000 ramais de ligação domici-liária.

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(33)

A Águas do Algarve, SA é uma sociedade anónima de direito privado com capitais maioritariamente públicos criada pelo DL 168/2000, de 5 de Agosto, por fusão das sociedades Águas do Sotavento Algarvio, SA e Águas do Barlavento Algarvio, SA.

Abastece “em alta” os concelhos de Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António, estando previsto o abastecimento também ao município de Monchique.

O objecto social da sociedade é a exploração e gestão dos Sistemas

Multimunicipais de Captação, Tratamento e Abastecimento de Água ao Sotavento e Barlavento Algarvios, criados pelo DL 379/93, de 5 de Novembro,

ficando, pela deliberação da Assembleia Geral de 5 de Março de 2001, a exercer também a actividade de exploração e gestão do Sistema Multimunicipal

(34)

ETA BELICHE

ETA TAVIRA ETA ALCANTARILHA

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(36)

A ETA de Alcantarilha tem uma capacidade máxima de tratamento de 259 000 m3/dia, repartida por três linhas, tratando água superficial proveniente da

albufeira do Funcho e água subterrânea das captações de Vale da Vila e de Benaciate, prevendo-se captar água na albufeira de Odelouca, a partir de 2012.

Esta ETA situa-se a cerca de 10 km de Silves e a 12 km da barragem do Funcho, junto à localidade de Alcantarilha - Gare. A sua construção iniciou-se em Outubro de 1998 e concluiu-se no final de 1999.

A capacidade máxima de produção é de 259 000 m3/dia, correspondente a

um caudal de 3 m3/s, equivalente a uma população de 620 000 hab, prevista

para o ano de 2025. Devido ao carácter flutuante da população a servir, a ETA é constituída por três linhas de tratamento em paralelo, por forma a responder às necessidades de abastecimento de água, tanto em época alta como em época baixa.

(37)

A água tratada nesta ETA destina-se ao abastecimento “em alta” dos concelhos de Albufeira, Aljezur, Lagoa, Lagos, Monchique, Portimão, Loulé (Oeste), Silves e Vila do Bispo, todos pertencentes ao Sistema Multimunicipal

de Abastecimento de Água ao Algarve, podendo, se necessário, através da

estação elevatória reversível, abastecer também o Sotavento Algarvio.

O esquema geral do tratamento foi concebido para dar resposta a situações adversas, no respeitante às características da água captada na origem, de forma a garantir a qualidade necessária para consumo humano.

A captação, de água superficial, é efectuada a partir da albufeira do Funcho e futuramente da albufeira de Odelouca. A adução de água à ETA de Alcantarilha efectua-se graviticamente, através de uma conduta com 2,5 m de diâmetro e cerca de 12 km de extensão.

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LINHA DE TRATAMENTO DE ÁGUA

 Chegada da água bruta;  Pré-oxidação;

 Mistura rápida;

 Coagulação / adsorção / floculação / decantação;  Filtração;

 Desinfecção;  Água tratada.

LINHA DE TRATAMENTO DE LAMAS

 Cisterna de água da lavagem dos filtros de areia e cisterna de lamas;  Desidratação de lamas (filtros prensa);

 Cisterna de águas da lavagem das prensas e cisterna do filtrado da prensa;  Decantadores de águas residuais de processo.

(39)
(40)

A ETA das Fontaínhas trata água superficial proveniente da albufeira da Bravura e tem uma capacidade de produção de 29 000 m3/dia. Abrangendo

especialmente os concelhos de Aljezur, Lagos e Vila do Bispo, serve uma população aproximada de 52 000 hab.

A ETA das Fontaínhas, infra-estrutura integrada no Sistema Multimunicipal de

Abastecimento de Água do Algarve, está localizada na freguesia de

Mexilhoeira Grande, concelho de Portimão. Tem uma capacidade de tratamento de, aproximadamente, 26 000 m3/dia (300 L/s) e produz água, em

conjunto com a ETA de Alcantarilha, para os municípios de Aljezur, Lagos e Vila do Bispo.

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LINHA DE TRATAMENTO DE ÁGUA

 Chegada da água bruta;  Pré-oxidação;

 Coagulação / floculação / adsorção;  Decantação;

 Filtração;  Desinfecção;

 Ajuste final de pH;  Água tratada.

LINHA DE TRATAMENTO DE LAMAS

 Cisterna de água da lavagem dos filtros de areia e cisterna de lamas;  Desidratação de lamas (filtros prensa);

 Cisterna de águas da lavagem das prensas e cisterna do filtrado da prensa;  Decantadores de águas residuais de processo.

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(43)

A ETA do Beliche, localizada junto à barragem com o mesmo nome, tem uma capacidade de 13 000 m3/dia. Abrangendo os concelhos de Castro Marim e

Vila Real de Santo António, esta ETA serve uma população máxima de, aproximadamente, 60 000 hab.

A ETA do Beliche está integrada no Sistema Multimunicipal de Abastecimento

de Água do Algarve e trata água superficial proveniente das albufeiras de

Odeleite e Beliche. Os processos de tratamento adoptados permitem obter uma água de excelente qualidade. As técnicas utilizadas são extremamente eficazes na remoção de substâncias indesejáveis na água de origem. (natureza biológica, microbiológica e química). Somente desta forma é garantido um tratamento de uma água com elevada qualidade e de excelentes características organolépticas.

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LINHA DE TRATAMENTO DE ÁGUA

 Chegada de água bruta;  Ozonização;  Remineralização;  Coagulação;  Adsorção;  Decantação;  Filtração;  Afinação final de pH;  Desinfecção;  Água tratada.

LINHA DE TRATAMENTO DE LAMAS

 Cisterna de águas sujas e cisterna de lamas;  Espessador de lamas;

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A ETA de Tavira está integrada no Sistema Multimunicipal de Abastecimento

de Água do Algarve tratando água superficial proveniente das albufeiras de

Odeleite e Beliche e tem uma capacidade máxima de produção de 190 000 m3/dia, repartida por duas fases, com capacidade de 95 000 m3 cada.

A população máxima servida actualmente é da ordem dos 460 000 hab, esperando-se que venha a atingir os 530 000 hab, no ano 2024.

(47)

A água tratada nesta estação de tratamento destina-se à produção “em alta” para os concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Faro, Loulé, Olhão, S. Brás de Alportel, Tavira e Vila Real de Santo António, todos pertencentes ao Sistema

Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve, podendo, se

necessário, através da estação elevatória reversível, abastecer, a partir do Sotavento Algarvio, conforme tem sido prática nos últimos anos devido à escassez de água, a qual só virá a ser ultrapassada com a conclusão da barragem de Odelouca, no Barlavento Algarvio.

Os processos de tratamento adoptados permitem obter uma água de excelente qualidade. As tecnologias utilizadas são extremamente eficazes na remoção de substâncias indesejáveis na água de origem, caso ocorram (natureza biológica, microbiológica e química). Somente desta forma é garantida uma produção de uma água com elevada qualidade e de excelentes características organolépticas.

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LINHA DE TRATAMENTO DE ÁGUA

 Chegada de água bruta;  Ozonização;  Remineralização;  Coagulação;  Adsorção;  Decantação lamelar;  Filtração;  Desinfecção;  Ajuste final de pH;  Água tratada.

LINHA DE TRATAMENTO DE LAMAS

 Cisterna de águas residuais do processo e lamas;

 Floculação / decantação / espessamento de lamas (Densadeg);  Espessador de lamas;

Referências

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