Assistência de enfermagem a pacientes
Assistência de enfermagem a pacientes
acometidos com afecções respiratórias:
acometidos com afecções respiratórias:
Asma brônquica e pneumonia
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Doenças respiratórias são aquelas que atingem órgãosDoenças respiratórias são aquelas que atingem órgãos
do sistema
do sistema respiratóriorespiratório;;
Mais frequêntes são: bronquite, rinite, sinusite, asma,Mais frequêntes são: bronquite, rinite, sinusite, asma,
ggrriippee, , eennffiisseemma a ppuullmmoonnaarr, , ccâânncceer r dde e ppuullmmããoo,, tuberculose e pneumonia;
tuberculose e pneumonia;
Nesta pesquisa iremos abordar duas doenças:Nesta pesquisa iremos abordar duas doenças:
aa A
Assm
maa
B
Brrô
ônnqquuiiccaa ee aa P
Pnneu
eum
mo
onniiaa
;;
AAboborrdadandndo o rarapipidadamemennte te tatambmbéém m sosobrbre e a a DPDPOOCC
(Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
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Doenças respiratórias são aquelas que atingem órgãosDoenças respiratórias são aquelas que atingem órgãos
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Mais frequêntes são: bronquite, rinite, sinusite, asma,Mais frequêntes são: bronquite, rinite, sinusite, asma,
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(Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
EEsta pesquisa tem por objetivos, investigar, a partir dasta pesquisa tem por objetivos, investigar, a partir da
pesquisa bibliográfica, e informar aos profissionais da área pesquisa bibliográfica, e informar aos profissionais da área de saúde, sobre alguns aspectos das doenças respiratórias de saúde, sobre alguns aspectos das doenças respiratórias co
como mo coconcnceieitoto, , fifisisiopopatatolologogiaia, , etetioiolologigia, a, clclasassisifificacaçãçãoo,, manif
manifestaçestações clínicaões clínicas,s, diagnódiagnósticostico,, tratamtratamento e ento e assisassistênciatência de
F
ISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA
CRÔNICA
CRÔNICA
É caracterizado por limitação de fluxo de ar aos
pulmões;
É uma doença crônica, progresssiva e não totalmente
reversível;
Agrupa duas enfermidades diferentes: a bronquite
DPOC
DPOC
FISIOPAT
OLOGIA
Segundo Smeltzer et al (2009), a limitação do fluxo de ar
é progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões quando são diariamente irritados pela inalação de substâncias nocivas.
DPOC
DPOC
estreitamento nas vias aéreas periféricas
formação de tecido cicatricial
DPOC
DPOC
BRONQUITE CRÔNICA
É caracterizada por excesso de secreção mucosa na árvore brônquica,
levando a sintomas de tosse crônica ou de repetição junto com expectoração, pelo menos em 3 meses do ano, e em dois anos sucessivos (SMELTZER; BARE,2009).
DPOC
DPOC
Irritação constante das vias aéreas
hipertrofia e o aumento no número de glândulas que secretam o muco
inflamação nos bronquíolos limitando o fluxo de ar
Espessamento das paredes brônquicas
a luz brônquica se estreita e o muco pode tamponar a via aérea
DPOC
DPOC
E
NFISEMA
É caracterizada pela distensão anormal dos espaços
aéreos além dos bronquíolos terminais com a destruição da parede dos alvéolos, ocorrendo o comprometimento das trocas de O2 por CO2.
Destruição da parede dos alvéolos
Diminuição contínua da área de superfície alveolar em contato direto com os capilares pulmonares
Aumento do espaço morto
Difusão de oxigênio prejudicada
Hipoxemia
DPOC
DPOC
DPOC
DPOC
F
AT
O
RES
D
E R
IS
CO
Estabelecido Provável Possível
Tabagismo (80 a 90%) Poluição Baixo peso ao nascer
Def. alfa anti-tripsina Tab. Passivo na infância Inf. resp. na Infância
DPOC
DPOC
MA
NIFE
STAÇÕE
SC
LÍNICA
S Tosse crônica;
Produção de escarro; Dispnéia de esforços.
DPOC
DPOC
D
iagnóstico
Q
uadro clínico
Exames compl.
DPOC
DPOC
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
DPOC ASMA
Início na Meia-idade Início precoce ( frequentemente na
infância)
Progressão lenta dos sintomas Sintomas recorrentes História de tabagismo de longo prazo Alergia, rinite alérgica
DPOC
DPOC
COMPLICAÇÕES
Insuficiência e a falência respiratórias; Pneumonia;
Atelectasia; Pneumotórax;
DPOC
DPOC
TRATAMENTO A cessação do tabagismo; Broncodilatadores; Corticosteróides; Oxigenoterapia;DEFINIÇÃO
Segundo Busse (2001), a asma é uma doença inflamatória
crônica, caracterizada por aumento da reatividade das vias aéreas inferiores (hiper-responsividade brônquica) a uma variedade de estímulos e por limitação variável ao fluxo aéreo.
ASMA BRÔNQUICA
Na patogenia da asma, está envolvida uma variedade de células e
mediadores inflamatórios que promovem broncoconstricção, secreção de muco, exsudação de plasma e hiper-responsividade da via aérea (BUSSE,2001);
A asma difere de outras doenças pulmonares obstrutivas pelo fato de
que ela é reversível em sua maioria;
A asma pode ser uma doença disruptiva, afetando a frequência na
escola e no trabalho, escolhas ocupacionais, atividade física e qualidade de vida em geral (Smeltzer, 2009).
ASMA BRÔNQUICA
Exposição crônica aos irritantes
das vias aéreas ou alérgenos;
Sazonais (grama, pólen de
arvores e ervas silvestres);
Perenes (mofo, poeira,barata,
pêlos de animais);
Exercício;
Estresse ou desconforto
emocional;
Medicamentos;
Infecções virais do trato
EPIDEMIOLOGIA
Segundo dados da OMS 4% a 12% da população mundial tem
asma, ou seja, 100 a 150 milhões de pessoas;
No Brasil: estima-se que 10% da população tenha asma,
aproximadamente 16 milhões de pessoas;
Hospitalizações por asma são frequentes e são indicadores
relevantes adotados para estimar o risco de morte;
273.000 internações por asma em 2007 (Bahia, São Paulo e
Paraná);
2000 portadores de asma evoluíram para a morte
ASMA BRÔNQUICA
AA asma constituí-se na terceira causa de internação peloasma constituí-se na terceira causa de internação pelo
S
SUUSS;;
Quando consideramos as internações de pessoas com menosQuando consideramos as internações de pessoas com menos
de
de 440 anos, a asma passa a ocupar a segunda posição com0 anos, a asma passa a ocupar a segunda posição com
255.000 casos.
255.000 casos.
F
Fonte:onte:Conselho de programaConselho de programas em asma e s em asma e riniterinite
ASMA BRÔNQUICA
ASMA BRÔNQUICA
EEm serviços de urgência brasileiros, a asma tem sidom serviços de urgência brasileiros, a asma tem sido
responsável por 16% dos atendimentos em pediatria e
responsável por 16% dos atendimentos em pediatria e
12% dos atendimentos de urgência em
12% dos atendimentos de urgência em adultos;adultos;
EEm 2001:m 2001:
33.000 óbitos por DPOC;33.000 óbitos por DPOC;
30.000 por pneumonia;30.000 por pneumonia;
2.500 por asma;2.500 por asma;
FFalha da identificação da gravidade das exacerbações,alha da identificação da gravidade das exacerbações,
resultando em tratamento emergencial inadequado e
resultando em tratamento emergencial inadequado e
retar
retardo nas do nas hospitalizações.hospitalizações.
ASMA BRÔNQUICA
ASMA BRÔNQUICA
Fonte:www.crisesdeasma.com Fonte:www.crisesdeasma.com
FI
FISSIIOPOPAATTOOLLOOGGIIAA
AA patologia subjacente na asma é a inflamação reversível epatologia subjacente na asma é a inflamação reversível e
difusa das vias
difusa das vias aéreas;aéreas;
AA inflamação leva à obstrução devido os seguintes inflamação leva à obstrução devido os seguintes fatores:fatores:
IInchaço das membranas nchaço das membranas que revque revestem as estem as vias aéreas;vias aéreas;
Contração da musculatura lisa brônquica que envolve as viasContração da musculatura lisa brônquica que envolve as vias
aéreas (broncoespasmo);
aéreas (broncoespasmo);
Produção aumentada de Produção aumentada de mucomuco..
ASMA BRÔNQUICA
ASMA BRÔNQUICA
ASMA BRÔNQUICA
MANIFESTAÇÕES CLÍ NICAS
Na exacerbação, a sudorese e a
taquicardia podem acontecer juntamente com a hipoxemia grave e a
cianose central;
Hipoxemia grave e com risco de
vida pode acontecer na asma, porém é relativamente incomum;
Dor torácica , dispnéia grave,
cianose e taquipnéia, deve ser radiografado para avaliar a presença de pneumotórax.
DIAGNÓSTICO
Anamnese, exame clínico e provas de função pulmonar e
avaliação da alergia.
Anamnese
História familiar, ambiental e ocupacional completa.
Diagnóstico Clínico:
São indicativos de asma:
Dispnéia, tosse crônica, sibilância, aperto no peito e desconforto torácico;
Sintomas episódicos; melhora espontânea ou pelo uso de medicações específicas para asma.
Diagnósticos alternativos excluídos. Diagnóstico Funcional
Espirometria:
método de escolha na determinação da limitação ao fluxo de ar e estabelecimento do diagnóstico de asma.- Permite o registro dos vários volumes e fluxos de ar;
- Obstrução das vias aéreas caracterizada por redução do volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) para abaixo de 80% do previsto;
- Capacidade vital forçada para abaixo de 75% e 68% em criança.
Diagnóstico de alergia
A anamnese cuidadosa é importante para a identificação da exposição a alérgenos relacionados com a asma;
A sensibilização alérgica pode ser confirmada através de testes cutâneos ou determinação de concentração sanguínea de IgE específica;
Testes cutâneos e sensibilização por alérgenos inaláveis devem ser realizados utilizando-se extratos biologicamente padronizados.
TERAPIA MEDICAMENTOSA
Medicamentos de ação prolongada.
Anti-inflamatórios (corticosteróides)
Ex.: Hidrocortisona, prednisona;
Agonistas beta-adrenérgicos de ação
prolongada
Ex.: Salmeterol, formoterol, terbutalina
Medicamentos de alívio rápido
Agonistas beta-adrenérgicos de ação
curta
Ex.: Salbutamol, fenoterol
ASMA BRÔNQUICA
MEDIDAS PREVENTIVAS
Identificar as substancias que precipitam os sintomas; Poeira, baratas, determinados tipos de tecidos, animais
de estimação, cavalos, detergentes, sabões, determinados alimentos, mofos e pólens;
educação para o autocuidado e
tratamento farmacológico são os pilares do tratamento da asma;
Deve-se fornecer informações a
pessoa com asma e seus familiares e o desenvolvimento de certas habilidades;
Controle e qualidade de vida;
Compreensão básica dos mecanismos
da asma e dos objetivos do tratamento.
ASMA BRÔNQUICA
Os programas educacionais podem ser em grupo ou
individuais;
Devem dispor de material básico para esta finalidade:
dispositivos para uso de medicação inalatória, planos de auto-manejo por escrito e amostras de medicação.
ASMA BRÔNQUICA
FATORES DESENC ADE ANTES E AÇÕES
PARA REDUZIR A EXPOSIÇÃO N AASMA
Alérgenos da poeira domiciliar;
Fumaça de cigarro;
Animais com pêlo;
Mofo;
Baratas;
Atividades físicas;
É uma inflamação do parênquima pulmonar causada por diversos
microorganismos;
É a terceira causa de internações entre indivíduos com 65 anos de
idade ou mais (FUNASA, 2010).
CLASSIFICAÇÃO
Pneumonia adquirida na comunidade (PAC);
Pneumonia adquirida no hospital (PAH) ou nosocomial; Pneumonia no hospedeiro imunocomprometido ;
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA
COMUNIDADE
COMUNIDADE
Organismo responsávelEpidemiologia Aspectos clínicos Complicações
Streptococcus pneumoniae (pneumonia estreptocócica) Idosos,DPOC,insuficiê ncia cardíaca,gripe. -Dor torácica; -Envolve um ou mais lobos Derrame pleural,superinfecçõ es,pericardite Haemophilus influenzae Pac. de instituições de cuidados prolongados; diabetes, crianças < de 5 anos Febre,calafrios,tosse produtiva Abscesso pulmonar,derrame pleural,epiglotite Vírus influenzaA e B,adenovírus (Pneumonia viral) Mais comuns em lactentes e crianças Infecção respiratória aguda;bronquite; pleurisia Infecção bacteriana, broncopneumonia
Ocorre na comunidade ou nas 48 horas pós
PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL
PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL
Início dos sintomas de pneumonia com mais de 48 horas
depois da admissão nos pacientes sem evidência de infecção no momento da internação.
Fonte: SMELTZER t al
Organismo
responsável Epidemiologia Aspectos clínicos Complicações
P seudomonas aeruginosa (Pneumonia por Pseudomonas) Doença pulmonar preexistente, câncer,pessoas debilitadas Febre,calafrios,tosse produtiva, leucocitose Hemorragia e infarto pulmonar Staphylococcus aureus( Pneumonia estafilocócica) Usuários de drogas IV, complicação da gripe endêmica Hipoxemia grave, bacteremia, infecção necrotizante Derrame pleural,abscesso pulmonar, meningite
PNEUMONIA NO HOSPEDEIRO
PNEUMONIA NO HOSPEDEIRO
IMUNOCOMPROMETIDO
IMUNOCOMPROMETIDO
Ocorre com uso de corticosteróides ou imunossupressores,
quimioterapia, ventilação mecânica,AIDS;
Fonte: SMELTZER ett
Organismo
responsável Epidemiologia Aspectos clínicos Complicações
P neumocystis jiroveci
( Pneumonia por
P neumocystis)
Pac. comAIDS e que
recebem terapia imunossupressora para câncer,transplante de órgãos Tosse improdutiva, febre, dispnéia Insuficiência respiratória Aspergillus fumigatus (Pneumonia fúngica) Pacientes imunocomprometi-dos e neutropênicos Tosse,hemoptise, bolas de fungos na radiografia Disseminação para o cérebro, miocárdio e tireóide
PNEUMONIA POR
PNEUMONIA POR
BRONCOASPIRAÇÃO
BRONCOASPIRAÇÃO
Decorrente da entrada de substâncias
endógenas ou exógenas na via aérea inferior;
I
nfecção bacteriana;
A
contece tanto no ambiente hospitalar
FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA Vias de contaminação:
V
ias aéreas:
- via inalatória (microgotículas );
-via aspirativa através de refluxo gastroesofágico, aspiração d mecônio, broncoaspiração.
V
ia hematogênica:
focos infecciosos em pele, vias urináriasintestino, abdome.
FISIOPATOLOGIA
FISIOPATOLOGIA-- CONTCONT..
Microorganismos Lesão da mucosa resp. Descamação
celular Exsudação alveolar e brônquica Afluxo de
neutrófilos e da atividade intra-alveolar (proc. Inflamatório)
FISIOPATOLOGIA
FISIOPATOLOGIA-- CONTCONT..
O processo pode permanecer localizado dentro do segmento ou lobo - pneumonia lobar ou segmentar ²
ou então, dependendo da imunidade do
paciente(fisiológica/patológica), se estender por meio do exsudato contaminado através dos bronquíolos ou por via hematogênica -BCP.
PNEUMONIA
F
AT
O
RES
D
E R
IS
CO P
ARA
P
A
C:
Hospedeiro:
Faixa etária, estado nutricional, estado imunitário, viroses pregressas, malformações anatômicas e patologias de bases.
Ambientais:
Poluição atmosférica e intradomiciliar (cigarro) , aglomerações (creches, escolas).
Sócioeconômicos:
Habitação, saneamento, vacinação,
renda familiar, etc.
FATORES DE RISCO PARA PAH:
Pneumopatias crônicas ± DPOC;
Imunossupressão, desnutrição,
alcoolismo;
Cirurgia/Imobilidade/anestesia;
Antibioticoterapia;
Cânula traqueal ou sonda para
nutrição;
Ventilação Mecânica;
Internação prolongada;
Outros.
PNEUMONIA
MANIFESTAÇÕES CLÍNIC AS
Gerais:
Febre, calafrios, cefaléia, irritabilidade,
mialgias, letargia e queixas
gastrintestinais.
Pulmonares:
Batimento de asa de nariz, taqui, dis, orto
ou apnéia, tiragem subcostal e abdominal;
Tosse;
FR, AP: estertores;
Dor torácica, limitação dos movimentos respiratórios;
PNEUMONIA
HISTÓRICO E ACHADOS DIAGNÓSTICOS:
Anamnese
Exame
Físico:
Inspeção: simetria, expansão, presença de tiragem subcostal ou bat. de asa de nariz;
Ausculta pulmonar: + estertores, murmúrios vesiculares rude ou diminuídos;
Palpação: frêmito tóraco-vocal aumentado;
PNEUMONIA
DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICO:
Delimita a extensão do acometimento;
Presença de complicações: atelectasia e
derrame pleural;
Sugere etiologia do processo:
DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICO:
Broncopneumonia Pneumonia Viral
DIAGNÓSTICO L ABORATORIAL:
HC: pouco valor, leucocitose com
neutrofilia, anemia e plaquetopenia;
VHS e PCR: aumentados;
Hemocultura: não é indicada em
pneumonia simples e sim nos casos
que requer internação;
Cultura do trato respiratório;
Bacterioscopia do derrame pleural;
Biópsia pulmonar, transbrônquica.
TRATAMENTO:
Bact eri ana: tratada com antibióticos;
V ir al : os antibióticos não tratam pneumonias
virais. Algumas delas podem responder aos
antivirais, mas o tratamento geralmente
recomendado é repouso e hidratação adequada,
além do uso antitérmicos;
My coplasma: é tratado com antibiótico. Mas a
recuperação pode não ser imediata. Fungos:
antifúngicos tratam as pneumonias causadas por
fungos.
MEDIDAS PREVENTIVAS:
Vacinação: prevenção específica contra infecção
pneumocócica e outras infecções (otite média e ITRS).
Pneumocócica 10: Menores de 2 anos. Pneumocócica 23:
Maiores de 65 anos ;
Pessoas imunucompetentes;
Pessoas vivendo em ambientes fechados;
Pessoas com doenças respiratórias;
Crianças menores de 02 anos doenças crônicas.
MEDIDAS PREVENTIVAS PAH
:
Cuidados adequados com pacientes submetido a
ventilação mecânica, SNG e SNE;
Higiene oral adequada;
Mudar o decúbito frequentemente e promover os
exercícios de expansão pulmonar e tosse;
Uso racional de antimicrobianos;
Usar fluidos estéreis nos reservatórios de
umidificadores e nebulizadores, que deverão ser colocados imediatamente antes do uso;
Limpar, esterilizar ou desinfectar todos os
equipamentos reutilizáveis ou dispositivos utilizados na terapia respiratória e em anestesia.
HISTÓRICO DE ENFERMAGEM
História de reações alérgicas à medicamentos e alimentos; Identificação dos medicamentos que estão sendo usados; Alterações na temperatura e pulso;
Quantidade, odor e coloração das secreções; Frequência e gravidade da tosse;
Ausculta pulmonar (SMELTZER; BARE,2009).
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM, INTERVENÇÕES E RESULTADOS ESPERADOS ATRIBUÍDOS AOS
CLIENTES PORTADORES DE ASMA BRÔNQUICA E PNEUMONIA DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM JUSTI FICATIVA RESULTADOS ESPERADOS
DE1: Desobstrução ineficaz das vias aéreas relacionada a dor ao tossir, ao aumento da produção de muco, às secreções persistentes e aos broncoespasmos. - Orientar a pessoa a respeito do método apropriado de tosse controlada. - Expansão pulmonar e mobilização das secreções;
evitar a tosse
descontrolada;
- O cliente deverá assumir uma posição confortável que facilita o aumento da troca gasosa;
- Deverá demonstrar a tosse efetiva.
-- Ensinar ao cliente as medidas para redução da viscosidade das secreções; -Avaliar a tosse, anotando as características da secreção: cor, consistência, quantidade e presença de sangue; - Prevenção da atelectasia; - Auscultar os pulmões antes e depois do tratamento; - Eficácia do tratamento.
DE2: Risco de alteração na função respiratória relacionada à produção excessiva de secreções. - Promover exercícios respiratórios; - Expansão pulmonar e mobilização das secreções;
- O cliente apresentará campos pulmonares claros. - Encorajar a ingesta oral
adequada de líquidos, conforme indicada.
- Fluidificação das secreções;
DE3: Intoler ância à atividade relacionada à fadiga e à oxigenação insuficiente para a atividade. -Explicar as atividades e os fatores que aumentam a demanda de oxigênio;
- Fumo, temperaturas extremas, estresse, excesso de peso;
-O cliente irá demonstrar os métodos de tosse efetiva, de respiração, e de conservação de energia; - Identificará um nível de atividade realista para obter ou manter.
-Proporcionar ao cliente idéias para a conservação de energia; - Estimular períodos de repouso; - Redução da fadiga; - Aumentar, gradualmente, as atividades diárias do cliente à medida que aumenta a sua toler ância;
- Melhora da função respiratória; - Ensinar ao cliente as técnicas respiratórias eficientes, como a diafragmática e com os lábios comprimidos; - Desencorajar a respiração curta, rápida e manter os alvéolos inflados por mais tempo;
- Estimular a realização de exercícios ativos de amplitude de movimentos tr ês vezes ao dia;
-Manter a força muscular; - Melhora a força da musculatura acessória e da função respiratória.
DE4: Risco de nutrição desequilibrada: menos do que as necessidades cor porais relacionado à anorexia, secundária à dispnéia e à fadiga. -Estimular a ingesta alimentar; - Ensinar ou auxiliar o indivíduo a repousar antes das refeições
- Fadiga e inapetência.
- O indivíduo deverá ingerir a exigência nutricional diária, de acordo com seu nível de atividade e suas necessidades metabólicas.
DE5: Risco para mucosa oral alterada relacionada à respiração pela boca, a expectoração frequente e a diminuição da ingesta de líquidos secundário ao mal estar. -Estimular a ingesta hídrica; - Orientar e auxiliar na higiene oral; - Prevenção de infecções e halitose.
O paciente não apresenta lesões na cavidade oral.
DE6: Risco para déficit de volume líquido relacionado a grande perda insensível de líquidos secundários a febre e a hiperventilação. - Estimular a ingesta hídrica; - Fluidicar as secreções e reposição hídrica;
- O paciente fará ingestão de líquidos e não apresentará sinais de hipertemia. - Monitorizar eletr ólitos séricos; - Avaliar possíveis distúrbios hidroeletrolíticos
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
DE EN
FERMAGEM
DE EN
FERMAGEM
AVALIAÇÃO
Processo contínuo e sistemático de comparação das
respostas do cliente com seus resultados esperados (CRUZ, 1995).
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
A assistência de enfermagem aos pacientes com afecções
do sistema respiratório é semelhante na maioria das patologias que afetam o tal sistema, onde observamos que a prevenção das crises, ou até mesmo do adoecimento, é a melhor forma de evitar complicações futuras.
RE
FERÊNCIAS
RE
FERÊNCIAS
ALMEIDA, José Roberto de et al : Pneumonias adquiridas na comunidade em pacientes
idosos: aderência ao Consenso Brasileiro sobre Pneumonias. Jornal brasileiro de pneumologia, vol.30, n. 3, 2004.
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chronic obstructive pulmonary disease. American Journal of Respiratory Critical Care Medicine, 2004.
BECKER, A. et al. Canadian Network For Asthma Care; Canadian Thoracic Society. Canadian
PediatricAsthma Consensus Guidelines, 2003.
BOUSQUET, J.et al . Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma, 2002.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008
FREIRE,HBM.Infecções pneumocócicas: considerações atuais. J Pediatr. 2008;78:3-5.
FUNASA:Saneamento para promoção da saúde. Disponível em: www.funasa.gov.br.Acesso em
14/04/2010,às 14 horas.
SMELTZER, Suzanne C.; BARE, Brenda G. Brunner & Suddarth Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica.11.ed,v.1.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2009.