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Reator Tubular

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Academic year: 2021

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Reator Tubular

Reator Tubular

Características

Características

Principais

Principais

Este reator recebe na literatura os nomes d

Este reator recebe na literatura os nomes de reator com escoa

e reator com escoa

(PFR

(PFR

 – 

 – 

Plug Flow Reactor), reator tubular ideal (Ideal Tubular

Plug Flow Reactor), reator tubular ideal (Ideal Tubular

com escoamento sem mistura (Unmixed Flow).

com escoamento sem mistura (Unmixed Flow).

Consiste de um tubo vazio por onde

Consiste de um tubo vazio por onde passa a mistura reacional.

passa a mistura reacional.

Os reagentes são continuamente consumidos à medida qu

Os reagentes são continuamente consumidos à medida quee

avançam no reator ao longo de seu comprimento.

avançam no reator ao longo de seu comprimento.

Normalmente encontrado tanto na forma de um tubo longo,

Normalmente encontrado tanto na forma de um tubo longo,

quanto na de vários reatores menores em um feixe de

quanto na de vários reatores menores em um feixe de tubos.

tubos.

Principais Utilizações

Principais Utilizações



É utilizado especialmente em reações em fase gasosa.

É utilizado especialmente em reações em fase gasosa.

Vantagens

Vantagens

Manutenção relativamente fácil

Manutenção relativamente fácil

Produz a conversão mais alta por volume de reator dentre os r

Produz a conversão mais alta por volume de reator dentre os r

escoamento.

escoamento.

Desvantagens

Desvantagens

Difícil de controlar a temperatura do reator, podendo ocorrer p

Difícil de controlar a temperatura do reator, podendo ocorrer p

quando a reação

quando a reação é exotérmica.

é exotérmica.

Exemplos de aplicação

Exemplos de aplicação

na web

na web

Fotodegradação de dimetil sulfeto em fase gasosa utilizando r

Fotodegradação de dimetil sulfeto em fase gasosa utilizando r

contendo TiO2/H5PW10V2O40

contendo TiO2/H5PW10V2O40

- Laboratório de Ciências Qu

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Universidade Estadual do Norte Fluminense -

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Trabalho inscrit

Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química.

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Imobilização da enzima ascorbato oxidase em reator tubular p

Imobilização da enzima ascorbato oxidase em reator tubular p

quantificação amperométri

quantificação amperométri

ca de

ca de

ácido ascórbico em

ácido ascórbico em

amostras

amostras

Núcleo de Pesquisa em Instrumentação e

Núcleo de Pesquisa em Instrumentação e Separações Analític

Separações Analític

Departamento de Química, Instituto de

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Ciências Exatas, UFJF - Trabalho inscrito na 32ª Reunião An

Ciências Exatas, UFJF - Trabalho inscrito na 32ª Reunião An

Sociedade Brasileira de Química.

Sociedade Brasileira de Química.

Trabalhos relevantes

Trabalhos relevantes

desenvolvidos com

desenvolvidos com

este reator

este reator

Inspeção de Reatores Tubulares por

Inspeção de Reatores Tubulares por

Correntes Parasitas

Correntes Parasitas

- Indú

- Indú

petroquímicas que atuam no ramo de fabricação do PVC têm,

petroquímicas que atuam no ramo de fabricação do PVC têm,

plantas, um equipamento de fundamental importância no proc

plantas, um equipamento de fundamental importância no proc

chama reator tubular...

chama reator tubular...

Flutuações Estocásticas para a Distribuição de Tempos de Res

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Reator Tubular de

Reator Tubular de

Polimerização

Polimerização

- A caracterização da fluido

- A caracterização da fluido

reator tubular de polimerização foi realizada através da técnic

reator tubular de polimerização foi realizada através da técnic

estímulo, sendo usada a perturbação com

estímulo, sendo usada a perturbação com traçador...

traçador...

Estudo da intensidade luminosa no cultivo de

Estudo da intensidade luminosa no cultivo de

Arthrospira (Spi

Arthrospira (Spi

platensis em reator tubular utilizando sulfato de amônio

platensis em reator tubular utilizando sulfato de amônio

como

como

nitrogênio por processo

(2)

verificados a influência de diferentes intensidades luminosas e

alimentação utilizando o sulfato de amônio, em cultivos realiz

reatores tubulares por processo descontínuo alimentado...

Desenvolvimento de processo contínuo de copolimerização e

reator tubular - O objetivo deste trabalho é apresentar o desen

uma copolimerização em emulsão de acetato de vinila e acrilat

uma coluna pulsada com pratos perfurados (CPPP). A fim de

flexibilidade operacional, a coluna é composta de 5 seções...

Simulação da combustão de carvão pulverizado em reator tub

condições das ventaneiras do alto-forno - A injeção de carvão

através das ventaneiras é uma boa maneira de substituir coque

estabilidade de um alto-forno. Esta técnica abriu opções...

SIMULAÇÃO DE UM REATOR TUBULAR PARA A OBTENÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO INTRODUÇÃO

Na nova era, a informação e o conhecimento assumem grande importância na preparação dos indivíduos e empresas ao entendimento e a

adaptação a realidade.

A simulação é então uma das ferramentas

que permite aos diversos profissionais, realizar as

atividades que se propõe. Através dela eles podem adquirir capacidade de identificar, formular e

solucionar problemas ligados às atividades do projeto, operação e gerenciamento do trabalho e do sistema de produção de bens e/ou serviços (Gavira, 2003).

A simulação de sistemas é um método

numérico de resolução de sistemas, que consiste na observação do desempenho de um modelo que representa um sistema definido a partir do problema a ser resolvido (Clovis, 1995).

A simulação computacional pode ser utilizada para a aquisição, organização e construção do conhecimento e da visão sistemática. Esse

(3)

recurso favorece a educação e o treinamento das pessoas, e consequentemente, sua adaptação às rápidas mudanças da sociedade. É um modelo empregado para estudar o desempenho de um sistema por meio da formulação de um modelo matemático, o qual deve reproduzir, de maneira mais fiel possível, as características do sistema original (Gavira, 2003). Desta forma, o analista precisa selecionar a estrutura conceitual na qual o modelo vai se apoiar para a descrição do sistema (Soares, 1990).

Neste trabalho, estuda-se o desenvolvimento e a aplicação de um programa computacional de simulação na linguagem FORTRAN utilizando uma sub-rotina chamada IVPRK. Para a

projeção do reator, foi necessário o uso de

equa-ções diferencias ordinárias devido à complexidade da expressão da taxa de reação. O presente trabalho descreve o comportamento de um reator

utilizado na fabricação de ácido sulfúrico. A primeira etapa consiste na queima de enxofre em uma fornalha para a formação de dióxido de enxofre (SO2). Após este passo, o dióxido de enxofre é convertido a trióxido de enxofre (SO3), utilizando um catalisador, o qual é a base de vanádio

suportado, conforme demonstrado na Equação 1. 2 2 3

1 2

SO + O → SO (1) Portanto, a simulação se baseia num reator tubular, ou seja, de fluxo continuo, que possui no

interior de seus tubos o catalisador e, cujas paredes são resfriadas por um líquido em ebulição a

(4)

temperatura constante.

O reator tubular é um tipo de reator muito

usado na indústria, consistindo em um tubo cilín-drico geralmente operando em regime

estacioná-rio, como é o caso do reator simulado. Neste reator os reagentes são consumidos à medida que

avançam ao longo de seu comprimento (Fogler, 2002).

Devido ao fato do reator simulado neste

projeto operar em regime estacionário, pode-se

afirmar que a conversão dos reagentes em produtos é independente do tempo em cada ponto do

sistema (Incropera e DeWitt, 1996).

O ácido sulfúrico é o ácido mais importante

economicamente. Na década de 60, a quantidade de ácido sulfúrico produzido e consumido em um país avaliava o grau de desenvolvimento industrial do mesmo. Este produto químico tem destaque na produção de fertilizantes agrícolas, como os

superfosfatos e o sulfato de amônio. É ainda utilizado nas indústrias petroquímicas (no refino de

petróleo), de papel, de corantes, na produção de

compostos orgânicos, de outros ácidos, na limpeza de metais e ligas metálicas, e nos acumuladores de chumbo (baterias de automóveis) (Usberco

e Salvador, 2002).

Uma das principais propriedades do ácido

acima citado é a sua ação oxidante e, principalmente desidratante, quando concentrado. Assim,

ele carboniza os carboidratos, como os açúcares,

(5)

2002).

Figura 1 –Modelo estruturado do programa desenvolvido

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Pela Figura 2 é possível observar que, quase linearmente, a medida que os reagentes passam pela massa de catalisador, aumenta a conversão, ou seja, mais produto vai sendo formado. Porém a taxa de conversão é pequena, sendo

necessárias algumas mudanças nas condições do reator para aumentar a eficiência do processo. Principal Inicial IVP RK FCN Dados Entalpia Somatório Pressões Taxa

Constantes Figura 2 –Gráfico da conversão em função da massa do catalisador.

A Figura 3 demonstra o perfil da temperatura à medida que os reagentes passam pela massa de catalisador. É possível observar que aproximadamente a partir das 17 lb de catalisador, ou seja, pouco mais que a massa total do catalisador, a temperatura já permanece praticamente constante.

Figura 3 - Gráfico da temperatura em função da massa do catalisador.

(6)

O programa computacional desenvolvido

apresenta as características observadas na Figura 4. Neste programa é encontrada, na primeira coluna a numeração de passos, na segunda coluna a massa do catalisador utilizado, na terceira coluna a conversão da matéria prima em produto

e a temperatura é observada na quarta coluna. Figura 4 –Visualização do programa rodado Caso seja necessária alguma alteração nos dados iniciais, na taxa de reação ou em algum outro ponto do projeto, é possível apenas uma mudança na sub-rotina especifica, para a

obtenção de um programa com características ou diferentes.

CONCLUSÃO

Com a realização do programa apresentado é possível dizer que os resultados obtidos são coincidentes com os esperados teoricamente, já

que no caso da produção de acido sulfúrico, a

medida que os reagentes passam através do catalisador dentro do reator aumenta quase que linearmente a formação dos produtos. Isto foi observado através do gráfico construído a partir dos

dados obtidos no programa desenvolvido. NOMENCLATURA

∆Cp = somatório das capacidades caloríficas dos reagentes e do produto (Btu.lbmol

-1 .°R -1 ).

(7)

dCp = variação da capacidade capacidade calorí-fica.

dW dT

= derivada da temperatura em função da massa do catalisador.

dW dX

= derivada da taxa de conversão dos reagentes em função da massa do catalisador. ε = coeficiente de expansão.

FA0 = vazão molar de alimentação (lbmol.h -1

.tubo -1 ).

∆H = variação da entalpia (Btu.lbmol SO2 -1

).

k = constante de velocidade (lbmol SO2.lb -1 cat -1 . s -1 . atm

(8)

-1 ).

Kp = constante de equilíbrio (atm -1/2

).

mL = massa específica do leito de partículas (lb.ft

-3 ).

PA0 = pressão total de alimentação (atm). 2

PSO

= pressão parcial do reagente SO2 (atm). O2

P = pressão parcial do reagente O2 (atm). 3

PSO

= pressão parcial do produto SO3 (atm). R = constante dos gases ideais (Btu.lbmol -1

.°R -1 ).

rA = taxa de reação (lbmol/ft 3

).

(9)

Ta = temperatura do fluído refrigerante (°R). U = coeficiente de transferência de calor (Btu.h -1 .ft -2 .°R -1 ).

X = taxa de conversão dos reagentes (mol.ft -3

). SO2

Θ = fração de SO2 de alimentação do reator. 2

Θo

= fração de O2 de alimentação do reator. 3 ΘSO

= fração de SO3 de alimentação do reator.

∑ΘiCpi= somatório das frações de alimentação de

cada composto multiplicada pela capacidade calorífica de cada componente (Btu.lbmol -1

.°R -1

)

Reator Tubular Ideal (PFR)

É aquele no qual elementos de fluido reagentes (plugs) movem-se através de um tubo,

como plugs movendo paralelo ao eixo do tubo. Este modelo de fluxo é referido como

(10)

plug flow ou fluxo empistonado. O perfil de velocidade em uma dada seção transversal

é achatado e assume-se que não existe difusão axial ou mistura de elementos de

fluido. As variáveis como temperatura e composição variam com a posição ao longo

do comprimento do reato

Referências

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