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Aula LÍNGUA PORTUGUESA. Prof. DIEGHO CAJARAVILLE

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LÍNGUA

PORTUGUESA

Prof. DIEGHO CAJARAVILLE

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01

Aula

01

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AULA INAUGURAL

1. APRESENTAÇÃO ... 3

2. DESENVOLVIMENTO DA MATÉRIA ... 5

2.1 O QUE É REDAÇÃO OFICIAL? ... 6

2.2 IMPESSOALIDADE... 6

2.3 LINGUAGEM DOS ATOS E COMUNICAÇÕES OFICIAIS ... 7

2.4 CONCISÃO E CLAREZA ... 7

3. PRONOMES DE TRATAMENTO ... 7

3.1 EMPREGO DOS PRONOMES DE TRATAMENTO ... 8

3.2 VOCATIVO ... 11

4. FECHAMENTO PARA AS COMUNICAÇÕES ... 13

4.1 MODELOS DE IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO ... 13

5. PADRÃO OFÍCIO ... 14

5.1 PARTES DO DOCUMENTO NO PADRÃO OFÍCIO ... 14

5.2 AVISO E OFÍCIO ... 18 5.2.1 FORMA E ESTRUTURA ... 18 5.3MEMORANDO ... 21 5.3.1 DEFINIÇÃO E FINALIDADE ... 22 5.3.2 FORMA E ESTRUTURA ... 22 6. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS ... 24 6.1 DEFINIÇÃO E FINALIDADE ... 24 6.2 FORMA E ESTRUTURA ... 25 7. MENSAGEM ... 27 8. TELEGRAMA ... 27 8.1 FORMA E ESTRUTURA ... 27 9. FAX ... 27 9.1 FORMA E ESTRUTURA ... 28 10. CORREIO ELETRÔNICO ... 28 10.1 FORMA E ESTRUTURA ... 28 10.2 VALOR DOCUMENTAL ... 29 11. QUESTÕES COMENTADAS ... 29 12. CONSIDERAÇÕES FINAIS ... 38 13. RESUMO DA AULA ... 39

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1. Apresentação

Olá pessoal, muito prazer!

Meu nome é Diegho Cajaraville. Sou formado em letras (Português / Literatura) atuante em concursos públicos, pré-técnicos e pré-militares há vários anos. Atualmente sou servidor público federal e ministro aulas de Língua Portuguesa, Redação e Redação Oficial, para diversos concursos, e é claro, sempre ajudando os concurseiros a desvendar os mistérios da Língua Portuguesa e com isso a conquistar a tão sonhada no serviço público.

Nosso curso é 100% focado no concurso para a TRE-ACRE, elaborado pela banca, um pouco desconhecida até para mim, AOCP (Assessoria em Organizações de Concursos Públicos). Andei estudando esta banca, com a finalidade de levar para você, os tópicos mais cobrados e as famosas “pegadinhas” que as bancas adoram. Ao meu ver não é nenhum bicho de sete cabeças, comparado a outras bancas, pelo que andei analisando ela possui um perfil parecido com a FCC e Cesgranrio, das mais conhecidas. Ao longo deste curso irei apontando as partes cobradas com mais ênfase por esta banca em suas provas e também alertarei você querido concurseiro, quanto algumas “maldades” ou “pegadinhas” que a banca tentará lhe induzir, mas é claro, que você estará ligadíssimo quanto a isso.

Meu amigo concurseiro e futuro servidor do Tribunal Regional Eleitoral, prontos para irem em busca de seus salários:

Cargo Expectativa de Remuneração

Nível Superior

R$ 8.803,97

Nível Médio

R$ 5.365,92

Lembrem-se essa é uma expectativa de remuneração, mas com certeza a remuneração é muito maior, além é claro de seus benefícios!!!

Estarei sempre à disposição para qualquer esclarecimento. Não tenha inibição em expor suas dúvidas, pois só as tem quem estuda, não é mesmo?

Nos exercícios, o concurseiro será apresentado às questões da referida banca, que não são muitas, porém irei colocar questões de outras bancas para a fixação. .

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Neste curso teórico também trataremos das novas regras ortográficas, e, em relação isso, cabe o seguinte aviso. O acordo já está em vigor e, por isso, nada impede que a banca exija do candidato conhecimento sobre o assunto. Além disso, as bancas já adaptaram suas provas à nova grafia.

Com a minha vasta experiência em concursos, sendo como concurseiro ou como professor, costumo citar aos meus alunos que dois elementos são fundamentais para a preparação de qualquer candidato são eles: DEDICAÇÃO e HUMILDADE.

Pois aquele que acha que sabe muito, e que não é preciso estudar, uma matéria ou outra, certamente será aquele que terá bastante dificuldade para conseguir a sua tão sonhada aprovação.

Nosso objetivo não é tornar-lhes especialistas em Língua Portuguesa, nosso objetivo é auxiliar os que aqui estão em busca de um melhor desempenho nas provas desta disciplina.

Nosso curso será baseado em teoria e muitas questões comentas. Estudei centenas de provas de modo a lhe proporcionar o melhor em termos de didática.

Não estude Língua Portuguesa só na última hora e estude pouco. Nossa disciplina tem sido o diferencial entre aprovação e não aprovação em concursos públicos. As bancas estão pegando cada vez mais pesado, por isso, estude com afinco e entusiasmo.

Meu querido aluno, leia atentamente a frase motivacional logo abaixo:

“ Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado” Abraham Lincoln

É isso que você deve fazer, agora, futuro SERVIDOR ! Abaixo verão como nossas aulas serão distribuídas!

Aula Data Assunto

01 07/05/2015 Redação das Correspondências Oficiais

02 15/05/2015 Verbo, Flexão Verbal e Nominal

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04 28/05/2015 Tipos de Sujeito, Vozes Verbais e Concordância

05 04/06/2015 Sintaxe de Oração (Coordenativas e Subordinativas)

06 11/06/2015 Pontuação

07 18/06/2015 Regência e Crase

08 25/06/2015 Tipologia textual, compreensão e interpretação de texto

09 27/06/2015 Ortografia, Acentuação Gráfica

10 08/06/2015 Colocação Pronominal

Vamos ao que interessa: Estudar a nossa matéria.

2. Desenvolvimento da Matéria

Correspondência Oficial:

O material teórico desta aula será baseado no Manual de Redação Oficial da Presidência da República. Serei bem objetivo nesta aula norteando você ao que realmente a banca Cespe/UnB adora cobrar em suas provas. Esse tópico não tem muito mistério, iremos praticar bastante com exercícios, para que esse ponto de nossa matéria circule no nosso sangue.

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2.1 O que é Redação Oficial?

Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige seus atos normativos e comunicações.

A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Esses atributos decorrem da Constituição, que dispõe, no artigo 37: “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios fundamentais de toda administração pública, claro estes, que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e comunicações oficiais. A publicidade implica, pois, necessariamente, clareza e concisão.

Esses mesmos princípios (impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal) aplicam-se às comunicações oficiais: elas devem sempre permitir uma única interpretação e ser estritamente impessoais e uniformes, o que exige o uso de certo nível de linguagem. A finalidade básica da redação oficial é comunicar com impessoalidade e máxima clareza.

Apresentadas essas características fundamentais da redação oficial, passarei à análise de cada uma delas.

2.2 Impessoalidade

A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala ou pela escrita. No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público (Ex: Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão e etc). Já o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto de cidadãos, ou outro órgão público de todos os poderes.

O tratamento impessoal decorre das seguintes características: 1. da ausência de impressões individuais de quem comunica; 2. da impessoalidade de quem recebe a comunicação;

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2.3 Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais

As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão, por isso usa-se como finalidade precípua de informar em expedientes oficiais com clareza e objetividade. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. A língua escrita como a falada compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça.

A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado.

2.4 Concisão e Clareza

Um texto Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Deve-se evitar eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de palavras e ideias. É interessante cortar palavras inúteis, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.

Um texto Claro deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Define-se como texto claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. A ocorrência, em textos oficiais, de trechos obscuros e de erros gramaticais provém principalmente da falta da releitura, dos textos oficiais. A pressa com que são elaboradas certas comunicações quase sempre compromete sua clareza.

3. Pronomes de Tratamento

Esses pronomes são empregados no trato com as pessoas, familiarmente ou cerimoniosamente.

Os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”. Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere,

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e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.

Quando esses pronomes estão na função de objeto indireto ou complemento nominal, antecedidos da preposição “a”, não recebem crase, pois não admitem artigo.

 Ex: Refiro-me a Vossa Senhoria.

Também são pronomes de tratamento o senhor, a senhora, e você, vocês. O senhor e a senhora são empregados num tratamento formal; você e vocês, no tratamento familiar e amigável, ou seja, informal.

Dentre os pronomes de tratamento, somente senhora admite artigo “a”, por isso, se esse pronome for precedido de preposição “a”, haverá crase:

1. Ex: Refiro-me à senhora Vanessa.

3.1 Emprego dos Pronomes de Tratamento

O emprego dos pronomes de tratamento seguem a tradição secular. Sendo assim, são de uso consagrado. Segue abaixo a lista dos pronomes de tratamento mais usados.

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Pronomes de Tratamento

Abreviaturas

Usado Para Singular Plural

Você v. vv. Pessoas familiares, íntimas

Senhor, Senhora Sr, Srª Srs, Srª(s) Pessoas com as quais se mantém um certo distanciamento respeitoso

Vossa Senhoria V. Sª V. Sª(s) Pessoas de cerimônia, principalmente em textos escritos como: correspondências comerciais, ofícios, requerimento etc.

Vossa Excelência V. Exª V. EXª(s) Altas autoridades: Presidente da república, senadores, deputados, embaixadores etc.

Vossa Eminência V. Emª V. Em(s) Cardeais

Vossa Alteza V. A VV. AA Príncipes e Duques Vossa Santidade V. S --- O Papa

Vossa Reverendíssima V. Rev()ª V. Em(s)ª(s) Sacerdotes e religiosos em geral Vossa Paternidade V. P VV. PP Superiores de ordens religiosas Vossa Magnificência V. Magª V. Magª(s) Reitores de universidades Vossa Majestade V. M VV. MM Reis e rainhas

Irei agora pormenorizar os que mais aparecem em nossas provas de concursos, são eles: Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

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 do Poder Executivo: - Presidente da República;

- Vice – Presidente da República - Ministros de Estado;

- Governadores e Vice-Governadores de Estados e do Distrito Federal; - Oficiais-Generais das Forças Armadas;

- Embaixadores;

- Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargo de natureza especial; - Secretários de Estado dos Governos Estaduais

- Prefeitos Municipais

 do Poder Legislativo:

- Deputados Federais e Senadores

- Ministros do Tribunal de Contas da União - Deputados Estaduais e Distritais

- Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais - Presidente das Câmaras Legislativas Municipais

 do Poder Judiciário:

- Ministro dos Tribunais Superiores - Membros de Tribunais

- Juízes

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3.2 Vocativo

O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Exemplos:

 Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

 Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,  Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal,

As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo: Exemplos:

 Senhor Senador,  Senhor Juiz,  Senhor Ministro,  Senhor Governador,

Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD), às autoridades arroladas na lista anterior. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária a sua repetida evocação.

Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é:

Senhor Beltrano, (…)

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Ao Senhor Beltrano

Rua da Quitanda, n° 333 25342-450 – Rio de Janeiro. Rj

Fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.

Importante mencionar que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.

A forma Vossa Magnificência, empregada por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. Corresponde ao seguinte vocativo:

Magnífico Reitor, (….)

Os pronomes de tratamento para religiosos, de acordo com a hierarquia eclesiástica, são:

Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é: Santíssimo Padre,

(…)

Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos cardeais. O vocativo correspondente é:

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Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou

Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal,

Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos.

4. Fechamento para as Comunicações

O fechamento das comunicações possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para o fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria n° 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia 15 padrões. Com a finalidade de simplificar e uniformizar, este Manual estabelece apenas o emprego de dois fechamentos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial, que são elas:

 para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente;

 para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior: Atenciosamente;

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Todas as comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura, exceto as comunicações assinadas pelo Presidente da República.

Então a forma de identificação deve ser a seguinte:

( espaço para assinatura) NOME

Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República ( espaço para assinatura)

Ministro de Estado da Justiça

5. Padrão Ofício

Existem três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Com a finalidade de uniformizar, pode-se adotar uma diagramação única, que siga o que chamamos de padrão ofício. As peculiaridades de cada um serão tratadas mais a frente.

5.1 Partes do Documento no Padrão Ofício

1. Timbre: No alto da folha. Deve conter o símbolo do órgão, o nome do órgão e do

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GABINETE DA REITORIA

CAMPUS UNIVERSITÁRIO REITOR JOÃO DAVID FERREIRA LIMA - TRINDADE CEP: 88.040-900 - FLORIANÓPOLIS - SC

TELEFONE: (48) 3721-9320 – FAX: (48) 3721-8422

E-MAIL: gr@contato.ufsc.br

2. Tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede, com alinhamento à esquerda e sem ponto final.

Memorando nº 1/2014/GR Ofício nº 1/2014/DDP/SEGESP

3. Local e data em que foi assinado por extenso, com alinhamento à direita, ponto final e sem o número zero antes do dia.

Florianópolis, 1º de janeiro de 2014.

4. Destinatário: O nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação, com alinhamento à esquerda.

Ofício:

A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal

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Ministro da Educação Endereço

Memorando:

Ao Senhor Chefe do Gabinete da Reitoria

Ao Senhor Secretário de Relações Internacionais

5. Assunto: Resumo do teor do documento. Em negrito e com alinhamento à esquerda. Sem ponto final.

Assunto: Produtividade do órgão na Gestão 20012-2016 Assunto: Necessidade de servidores no Centro Tecnológico

6. Texto Introdução

Desenvolvimento Conclusão

7. Fecho: 2,5 cm de distância da margem à esquerda. Atenciosamente,

Respeitosamente,

8. Assinatura do autor da comunicação e identificação do signatário: Centralizado. (espaço para assinatura)

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Reitora

Diagramação do Padrão Ofício

Fonte: Times New Roman Tamanho da fonte: Texto em geral: 12 Citações: 11

Notas de rodapé: 10

Espaçamento: Simples entre as linhas e uma linha em branco após cada parágrafo. Papel: A-4 (29,7 x 21,0 cm)

Parágrafos: Distância de 2,5 cm da numeração do parágrafo à esquerda. Margens:

Lateral esquerda: 3,0 cm de largura Lateral direita: 1,5 cm de largura

Entre o logotipo e o início do texto: 5,0 cm de altura Margem inferior: 1,5 cm de altura

Margem superior (a partir da segunda página): 3,5 cm de altura Numeração de páginas: Obrigatória a partir da segunda página. Cores:

Impressão preta em papel branco.

(18)

5.2 Aviso e Ofício

Aviso e Ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única

diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estados, para autoridades da mesma hierarquia, sendo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos tem como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também como particulares.

5.2.1 Forma e Estrutura

Quanto a sua forma, aviso e ofício seguem o modelo padrão ofício, com acréscimo do vocativo, que invoca o destinatário, seguido de vírgula.

Exemplos:

 Excelentíssimo Senhor Presidente da República,  Senhor Ministro.

Devem constar no cabeçalho ou no rodapé do ofício as seguintes informações do remetente:  nome do órgão ou setor;

 endereço postal;

 telefone e endereço de correio eletrônico.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE TRIBOBO

GABINETE DA REITORIA

CAMPUS UNIVERSITÁRIO REITOR RONALDO DA SILVA CEP: 88.010-500 - FLORIANÓPOLIS - SC TELEFONE: (48) 3721-0000 – FAX: (48) 3721-0000

E-MAIL: gr@contato.ufsc.br

Ofício n.º 28/2014/GR

Florianópolis, 1 de janeiro de 2014.

A Sua Excelência o Senhor Deputado (Nome do destinatário) Camara dos Deputados

70.160-900 – Brasília.DF

Assunto: Resumo do teor do documento

Senhor Deputado,

(20)

2. Desenvolvimento.

3. Conclusão.

Atenciosamente,

NOME Cargo

(21)

Modelo de Aviso

5.3

Memorando

Aviso n°45/SCT-PR

Brasília, 27 de fevereiro de 2014

A Sua Excelência o Senhoria ( Nome e Cargo)

Assunto: Seminário sobre o uso de energia Senhor Ministro,

Convido Vossa Excelência a participar da sessão de abertura...

O seminário mencionado inclui-se nas atividades do Programa Nacional das...

Atenciosamente.

(Nome do signatário) (cargo do signatário)

(22)

5.3.1

Definição e Finalidade

O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.

Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público.

Sua característica principal é a agilidade. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos. Para evitar desnecessário aumento do número de comunicações, os despachos ao memorando devem ser dados no próprio documento e, no caso de falta de espaço, em folha de continuação. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado, assegurando maior transparência à tomada de decisões, e permitindo que se historie o andamento da matéria tratada no memorando.

5.3.2

Forma e Estrutura

Quanto a sua forma, o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. Exemplos:

 Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração;  Ao Sr. Subchefe para Assuntos Jurídicos.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE TRIBOBO

GABINETE DA REITORIA

CAMPUS UNIVERSITÁRIO REITOR RONALDO DA SILVA CEP: 88010-500 - FLORIANÓPOLIS - SC TELEFONE: (48) 3721-0000 – FAX: (48) 3721-0000

E-MAIL: gr@contato.ufsc.br

Memorando n.º 118/2014/GR

Em 3 de janeiro de 2014.

Ao Senhor Chefe do Departamento de Administração

Assunto: Resumo do teor do documento

1. Introdução.

(24)

3. Conclusão. Atenciosamente, NOME Cargo

6

Exposição de Motivos

6.1 Definição e Finalidade

Exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para:

 informá-lo de determinado assunto;  propor alguma medida; ou

 submeter a sua consideração projeto de ato normativo.

Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado.

Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério, a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos, sendo, por essa razão, chamada de interministerial.

(25)

6.2 Forma e Estrutura

Formalmente, a exposição de motivos tem a apresentação do padrão ofício. O anexo que acompanha a exposição de motivos que proponha alguma medida ou apresente projeto de ato normativo, segue o modelo descrito adiante.

A exposição de motivos, de acordo com sua finalidade, apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo.

No primeiro caso, o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República, sua estrutura segue o modelo antes referido para o padrão ofício.

(26)

Em n° 00146/1991-MRE

Brasília, 24 de maio de 2014

Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

O Presidente Barack Obama anunciou, no último dia 15, significativa mudança da posição...

Respeitosamente,

Nome Cargo

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7. Mensagem

É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação.

8. Telegrama

Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar os procedimentos burocráticos, passa a receber o título de telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de telegrafia, telex, etc.

Por tratar-se de forma de comunicação dispendiosa aos cofres públicos e tecnologicamente superada, deve restringir-se o uso do telegrama apenas àquelas situações que não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que a urgência justifique sua utilização e, também em razão de seu custo elevado, esta forma de comunicação deve pautar-se pela concisão.

8.1 Forma e Estrutura

Não há padrão rígido, devendo-se seguir a forma e a estrutura dos formulários disponíveis nas agências dos Correios e em seu sítio na Internet.

9. Fax

O fax (forma abreviada já consagrada de fac-simile) é uma forma de comunicação que está sendo menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. É utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento há premência, quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe.

(28)

Se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora rapidamente.

9.1 Forma e Estrutura

Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a estrutura que lhes são inerentes.

É conveniente o envio, juntamente com o documento principal, de folha de rosto, i. é., de pequeno formulário com os dados de identificação da mensagem a ser enviada.

10. Correio Eletrônico

O correio eletrônico ("e-mail"), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos.

10.1 Forma e Estrutura

Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.

O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente.

Para os arquivos anexados à mensagem deve ser utilizado, preferencialmente, o formato Rich Text. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo..

Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.

(29)

10.2 Valor Documental

Nos termos da legislação em vigor, para que a mensagem de correio eletrônico tenha valor documental, isto é, para que possa ser aceito como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma estabelecida em lei.

Bom pessoal!

No decorrer desta teoria citei as documentações mais importantes, como também as que mais aparecem nas provas de concursos. Agora vamos aos nossos exercícios para massificar tudo aquilo que estudamos anteriormente. Lembrem-se “Repetição até exaustão leva a perfeição” e a perfeição para nós é a tão sonhada aprovação.

11. Questões Comentadas

1) CESPE - 2014 – TJ-SE - Nas comunicações oficiais dirigidas a ministros de tribunais superiores, deve-se empregar a forma de tratamento Vossa Excelência. Caso possua o título de doutor, o ministro destinatário pode, ainda, ser designado como doutor.

Gabarito: Certo

Comentário: Para os Ministros dos Tribunais Superiores você deve empregar o pronome de tratamento Vossa Excelência, em se tratando, de doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.

2) CESPE - 2014 – TJ-SE - Os atributos da comunicação oficial, a exemplo da clareza, concisão, formalidade e uniformidade, estão associados aos princípios que, segundo a Constituição Federal, norteiam a administração pública, como os da publicidade e da impessoalidade.

(30)

Comentário: A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Fundamentalmente esses atributos decorrem da Constituição, que dispõe, no artigo 37: “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados,do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios fundamentais de toda administração pública, claro está que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e comunicações oficiais.

3) CESPE - 2014 - TJ-SE - No envelope de uma comunicação destinada a um juiz de direito, deve-se adotar o seguinte modelo de endereçamento:

Ao Senhor [nome do juiz] Juiz de Direito Rua Tal, n.º 456 49000-000 — Aracaju – SE Gabarito: Errado

Comentário: A questão erra no primeiro tópico do endereçamento ao citar “ Ao Senhor”, como juiz de direito é uma autoridade o certo seria “ Sua Excelência o Senhor”

4) CESPE - 2014 – TJ-SE - A mensagem que tenha por finalidade recomendar autoridades para a ocupação de cargos deve ser acompanhada do curriculum vitae do indicado, devidamente assinado.

Gabarito: Certo

Comentário: As mensagens que submetem ao Senado Federal a indicação de pessoas para ocuparem determinados cargos (magistrados dos Tribunais Superiores, Ministros do TCU, Presidentes e Diretores do Banco Central, Procurador-Geral da República, Chefes de Missão Diplomática, etc.), devem acompanhar a mensagem, seu curriculum vitae devidamente assinado, têm em vista que a Constituição, no seu art. 52, incisos III e IV, atribui àquela Casa do Congresso Nacional competência privativa para aprovar a indicação.

(31)

5) CESPE - 2013 - STF - Analista Judiciário - Área Judiciária - Na indicação de nome ao cargo de ministro do STF, o presidente da República deverá fazer uso de uma mensagem, à qual deverá anexar curriculum vitae, devidamente assinado, do indicado.

Gabarito: Certo

Comentário: Olha ae de novo, repetida a questão. Não precisa nem comentar né. Então concluímos que nas indicações para cargos da alta administração federal, as mensagens deverão constar em anexo, o curriculum vitae do indicado ao cargo, devidamente assinado pelo mesmo.

6) CESPE - 2014 – TJ-SE - Embora aviso e ofício sigam o mesmo padrão formal — o padrão ofício —, as funções desses documentos são distintas.

Gabarito: Certo

Comentário: Aviso e Ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estados, para autoridades da mesma hierarquia, sendo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos tem como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também como particulares. Preste a atenção, pois a banca que induzir o candidato ao erro e algumas vezes ela consegue.

7) CESPE - 2014 – TJ-SE - O trecho seguinte é adequado para constar de um memorando: Solicita-se a esse respeitável departamento, o envio, ao Setor de Limpeza e Conservação, dos materiais arrolados abaixo.

Gabarito: Errado

Comentário: Uma das características das comunicações oficias e sua formalidade, quando a questão cita em seu trecho “respeitável departamento” ela erroneamente usa-se da informalidade, tornando assim a questão incorreta.

(32)

8) CESPE - 2014 – TJ-SE - A redação oficial consiste na comunicação tanto do poder público quanto do particular, com o objetivo de transmitir mensagem de interesse público relevante.

Gabarito: Errado

Comentário: A questão erra quando cita que a redação oficial consiste na comunicação do particular. Porém o Ofício é correspondência destinada de assuntos oficiais pelos órgãos ou entidades de administração pública entre si ou com cidadãos em geral. Na minha humilde opinião a questão deveria ser ANULADA, pois seu enunciado peca em sua clareza, induzido as muitas pessoas a interpretações diferentes.

9) CESPE - 2014 – TJ-SE - O uso de uma forma específica de linguagem administrativa contraria as normas de redação das correspondências oficiais.

Gabarito: Certo

Comentário: Nas correspondências oficiais, deve-se obedecer à norma culta da língua, prescindindo-se (dispensando) de uma linguagem específica administrativa, embora se possa utilizar linguagem técnica quando necessário.

10) CESPE - 2014 – TJ-SE - Todo expediente oficial deve ser claro, qualidade para a qual concorrem a impessoalidade, a concisão e o uso do padrão culto da língua.

Gabarito: Certo

Comentário: Essa não precisa nem de comentário né, a questão citou todas as características da correspondência oficial.

11) CESPE - 2014 – TJ-SE - O uso do vocativo Excelentíssimo Senhor atende ao requisito da formalidade de tratamento nas comunicações oficiais dirigidas a reitores de universidades.

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Comentário: O vocativo adequado para o tratamento do reitor de uma universidade é “Magnífico Reitor”.

12) CESPE - 2014 – TJ-SE - Os adjetivos empregados em referência aos pronomes de tratamento em uma comunicação oficial devem sempre estar flexionados no masculino, de maneira a resguardar o requisito da uniformidade na redação oficial.

Gabarito: Errado

Comentário: Adjetivos referidos ao pronome de tratamento empregado em expedientes oficiais devem ser flexionados quanto ao gênero de acordo com o sexo da pessoa a quem se destina a comunicação.

13) CESPE - 2014 – TC-DF - Para encaminhar documentos ao Supremo Tribunal Federal, o TCDF deve utilizar a modalidade de comunicação oficial denominada memorando.

Gabarito: Errado

Comentário: O ofício é correspondência destinada a tratar de assuntos oficiais pelos órgãos ou entidades da administração pública entre si ou com cidadãos em geral. O Memorando é uma modalidade de comunicação oficial interna.

14) CESPE - 2014 – TC-DF - A regra da formalidade exigida nas comunicações oficiais está preservada no trecho a seguir: “Nos termos do plano geral de flexibilização da carga horária funcional, solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam alocados três novos funcionários neste Departamento”.

Gabarito: Certo

Comentário: É isso ae pessoal, o texto apresentado está super formal. A redação de documentos oficiais deve obedecer a determinadas regras formais, tais como impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem e formalidade de tratamento.

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15) CESPE - 2014 – MEC - Nas comunicações endereçadas ao ministro da Educação, a forma de tratamento empregada deve ser Vossa Excelência, e o vocativo utilizado deve ser Excelentíssimo Senhor.

Gabarito: Errado

Comentário: A questão erra ao falar "vocativo utilizado deve ser Excelentíssimo Senhor.", o vocativo em questão é para chefes de poder. O certo seria o vocativo “ Senhor Ministro”

16) CESPE - 2014 – MEC - O ministro da Educação, caso precise submeter projeto de ato normativo à consideração do presidente da República, deverá redigir uma exposição de motivos.

Gabarito: Certo

Comentário: A exposição de motivos é o expediente dirigido ao presidente da República ou ao vice-presidente para informá-lo de determinado assunto, propor-lhe alguma medida ou submeter à sua consideração projeto de ato normativo. Nos casos em que o assunto tratado na exposição de motivos envolva mais de um ministério, o referido documento deverá ser assinado por todos os ministros concernidos.

17) CESPE - 2014 – MEC - Em comunicações de mero encaminhamento de documento, só deverá haver parágrafos de desenvolvimento se o autor desejar fazer observações a respeito do documento encaminhado.

Gabarito: Certo

Comentário: Questão bem objetiva

18) CESPE - 2014 – MEC - Caso a autoridade competente do MEC pretenda enviar aviso ao ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Informação, sua comunicação deverá obedecer aos princípios de impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e formalidade.

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Comentário: As características da redação oficial, o enunciado da questão já deixou bem explicita

19) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Nos avisos, o fecho adequado é Atenciosamente, visto que tal documento é emitido por ministros para autoridade de mesma hierarquia.

Gabarito: Certo

Comentário: O aviso é expedido exclusivamente por ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, lembrem-se da única diferença entre aviso e ofício

20) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - A linguagem desse tipo de texto deve ser formal, impessoal, clara e concisa, características decorrentes da submissão dos documentos oficiais aos princípios da administração pública.

Gabarito: Certo

Comentário: As características da redação oficial referentes a uniformidade, formalidade, impessoalidade, clareza, concisão e uso do padrão culto de linguagem decorrem do mandamento constitucional segundo o qual a administração pública obedecerá aos princípios de impessoalidade, publicidade e eficiência, entre outros.

21) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Em ofícios ou memorandos, o local e a data do documento devem ser informados logo abaixo da indicação do nome e do endereço do destinatário.

Gabarito: Errado

Comentário: Nas correspondências oficiais, tanto como ofício e memorando, a data deve ser colocada no alto, à direita.

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22) CESPE - 2014 – MTE - No âmbito da administração pública, arquiva-se, se necessário, a cópia xérox do fax, meio de comunicação utilizado para transmissão de mensagens urgentes e para o envio de documentos que não possam ser encaminhados por meio eletrônico.

Gabarito: Certo

Comentário: O fax é utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento há premência, quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe e se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora rapidamente.

23) CESPE - 2014 – MTE - A mensagem e o ofício possuem praticamente a mesma estrutura, mas suas finalidades são diferentes: a mensagem é usada para comunicação entre autoridades de mesma hierarquia, sendo dispensada a assinatura do seu signatário; o ofício é utilizado para comunicação com o público, sendo obrigatória a assinatura do seu signatário.

Gabarito: Errado

Comentário: A mensagem e o ofício não possuem a mesma forma e o que é usado por autoridades da mesma hierarquia é o aviso e não a mensagem, além disso não dispensada a assinatura.

24) CESPE - 2014 – Caixa - Em comunicações oficiais endereçadas a senador da República, deve-se empregar o vocativo Excelentíssimo Senhor Doutor.

Gabarito: Errado

Comentário: O vocativo “ Excelentíssimo Senhor” é para ser usado para endereçar comunicações aos chefes de poderes.

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25) CESPE - 2014 – Caixa - Deve-se empregar o fecho Atenciosamente em comunicação oficial enviada a ministro de Estado pelo presidente da República

Gabarito: Certo

Comentário: O manual estabelece o emprego de dois fechos para comunicações oficiais: Respeitosamente, para autoridades superiores; e Atenciosamente, para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.

26) CESPE - 2014 – Caixa - Uma das formas de se garantir a impessoalidade dos textos oficiais consiste na supressão do nome próprio do signatário de uma comunicação, que deve ser identificado apenas por meio da menção ao cargo que ele ocupa.

Gabarito: Errado

Comentário: Percebe-se a impessoalidade quando das comunicações oficiais decorrem: a) ausência de impressões individuais de quem comunica; b) da impessoalidade do próprio assunto tratado; c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado, além é claro da concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade de que nos valemos para elaborar os expedientes oficiais.

27) CESPE - 2014 – FUB - Em correspondências internas assinadas pelo reitor e destinadas às autoridades universitárias da UnB, devem-se empregar o fecho Atenciosamente e o pronome de tratamento Vossa(s) Senhoria(s).

Gabarito: Certo

Comentário: Já deu para perceber que as questões são parecidas, a banca muda uma ou outra coisa, mas a essência da questão é sempre a mesma.

28) CESPE - 2014 – SUFRAMA - Caso quisesse conferir mais formalidade e polidez ao documento, o técnico deveria ter utilizado os tratamentos Doutor, Ilustríssimo ou Digníssimo, para se dirigir ao coordenador-geral.

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Gabarito: Errado

Comentário: Lembre-se que as formas “ilustríssimo” e “Digníssimo” estão abolidas pelo MROPR e “ Doutor” é utilizado para quem possui o título de doutorado, pois é um título acadêmico.

29) CESPE - 2014 – SUFRAMA - Quando enviar documento de mesma natureza ao técnico, o coordenador-geral deverá empregar o fecho Atenciosamente

Gabarito: Certo

Comentário: Olha isso, repetição da questão apenas quando palavras diferentes. O manual estabelece o emprego de dois fechos para comunicações oficiais: Respeitosamente, para autoridades superiores; e Atenciosamente, para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.

30) CESPE - 2014 – SUFRAMA - O servidor utilizou o memorando de maneira inadequada, uma vez que esse expediente, cujo caráter é meramente administrativo, não poderia ter sido empregado para a exposição de sugestão.

Gabarito: Errado

Comentário: O memorando pode ter caráter meramente administrativo ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias, diretrizes etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público. Sua característica principal é a agilidade. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos.

12. Considerações Finais

Caros alunos! Espero que tenham gostado de nossa aula demonstrativa e que juntos possamos terminar essa jornada! Será dessa maneira que conduziremos nossas aulas, muita teoria, muitos esquemas e várias questões.

(39)

Por hoje é só. Pratique bastante para que possamos gabaritar este assunto nas provas da banca Cespe, pois como já mencionei não é nenhum bicho de sete cabeças. Espero você na próxima aula para massacrar o bicho papão da Língua Portuguesa para concursos.

Um abraço Professor Diegho Cajaraville. Qualquer dúvida é só enviar um e-mail para dieghocaja@concurseiro24horas.com.br, que estarei à sua disposição para tirar as dúvidas.

13. Resumo da Aula

1. O que é Redação Oficial ?

Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige seus atos normativos e comunicações.

A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Esses atributos decorrem da Constituição, que dispõe, no artigo 37: “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios fundamentais de toda administração pública, claro está que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e comunicações oficiais. A publicidade implica, pois, necessariamente, clareza e concisão.

Esses mesmos princípios (impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal) aplicam-se às comunicações oficiais: elas devem sempre permitir uma única interpretação e ser estritamente impessoais e uniformes, o que exige o uso de certo nível de linguagem. A finalidade básica da redação oficial e comunicar com impessoalidade e máxima clareza.

Apresentadas essas características fundamentais da redação oficial, passarei à análise de cada uma delas.

1.1 Impessoalidade

A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala ou pela escrita. No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público ( Ex: Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão e etc). Já o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto de cidadãos, ou outro órgão público de todos os poderes.

(40)

1.2 A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais

As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão, por isso usa-se como finalidade precípua de informar em expedientes oficiais com clareza e objetividade. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. A língua escrita como a falada compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça.

A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado.

1.3 Concisão e Clareza

Um texto Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Deve-se evitar eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de palavras e ideias. É interessante cortar palavras inúteis, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.

Um texto claro deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Define-se como texto claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. A ocorrência, em textos oficiais, de trechos obscuros e de erros gramaticais provém principalmente da falta da releitura, dos textos oficiais. A pressa com que são elaboradas certas comunicações quase sempre compromete sua clareza.

2. Pronomes de Tratamento

Esses pronomes são empregados no trato com as pessoas, familiarmente ou cerimoniosamente.

Os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa ( à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “ Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”. Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o

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correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.

Quando esses pronomes estão na função de objeto indireto ou complemento nominal, antecedidos da preposição ”a”, não recebem crase, pois não admitem artigo.

 Ex: Refiro-me a Vossa Senhoria.

Também são pronomes de tratamento o senhor, a senhora, e você, vocês. O senhor e a senhora são empregados num tratamento formal; você e vocês, no tratamento familiar e amigável, ou seja, informal.

Dentre os pronomes de tratamento, somente senhora admite artigo “a”, por isso, se esse pronome for precedido de preposição “a”, haverá crase:

 Ex: Refiro-me à senhora Vanessa.

3. Fechamento para as Comunicações

O fechamento das comunicações possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para o fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria n° 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia 15 padrões. Com a finalidade de simplificar e uniformizar, este Manual estabelece apenas o emprego de dois fechamentos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial, que são elas:

 para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente,

 para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior: Atenciosamente,

4. Modelos de Identificação do Signatário

Todas as comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura, exceto as comunicações assinadas pelo Presidente da República.

(42)

5. Padrão Ofício

Existem três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Com a finalidade de uniformizar, pode-se adotar uma diagramação única, que siga o que chamamos de padrão ofício. As peculiaridades de cada um serão tratadas mais a frente.

6. Exposição de Motivos 6.1 Definição e Finalidade

Exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para:

 informá-lo de determinado assunto;  propor alguma medida; ou

 submeter a sua consideração projeto de ato normativo.

Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado.

Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério, a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos, sendo, por essa razão, chamada de interministerial.

6.2 Forma e Estrutura

Formalmente, a exposição de motivos tem a apresentação do padrão ofício. O anexo que acompanha a exposição de motivos que proponha alguma medida ou apresente projeto de ato normativo, segue o modelo descrito adiante.

A exposição de motivos, de acordo com sua finalidade, apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo.

(43)

No primeiro caso, o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República, sua estrutura segue o modelo antes referido para o padrão ofício.

7. Mensagem

7.1 Definição e Finalidade

É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação.

8. Telegrama

8.1 Definição e Finalidade

Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar os procedimentos burocráticos, passa a receber o título de telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de telegrafia, telex, etc.

Por tratar-se de forma de comunicação dispendiosa aos cofres públicos e tecnologicamente superada, deve restringir-se o uso do telegrama apenas àquelas situações que não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que a urgência justifique sua utilização e, também em razão de seu custo elevado, esta forma de comunicação deve pautar-se pela concisão.

8.2 Forma e Estrutura

Não há padrão rígido, devendo-se seguir a forma e a estrutura dos formulários disponíveis nas agências dos Correios e em seu sítio na Internet.

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9.1 Definição e Finalidade

O fax (forma abreviada já consagrada de fac-simile) é uma forma de comunicação que está sendo menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. É utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento há premência, quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe.

Se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora rapidamente.

9.2 Forma e Estrutura

Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a estrutura que lhes são inerentes.

É conveniente o envio, juntamente com o documento principal, de folha de rosto, i. é., de pequeno formulário com os dados de identificação da mensagem a ser enviada.

10. Correio Eletrônico 10.1 Definição e Finalidade

O correio eletrônico ("e-mail"), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos.

10.2 Forma e Estrutura

Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.

O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente.

Para os arquivos anexados à mensagem deve ser utilizado, preferencialmente, o formato Rich Text. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu

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Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.

10.3 Valor Documental

Nos termos da legislação em vigor, para que a mensagem de correio eletrônico tenha valor documental, isto é, para que possa ser aceito como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma estabelecida em lei.

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14. Questões sem Comentários

1) CESPE - 2014 – TJ-SE - Nas comunicações oficiais dirigidas a ministros de tribunais superiores, deve-se empregar a forma de tratamento Vossa Excelência. Caso possua o título de doutor, o ministro destinatário pode, ainda, ser designado como doutor.

2) CESPE - 2014 – TJ-SE - Os atributos da comunicação oficial, a exemplo da clareza, concisão, formalidade e uniformidade, estão associados aos princípios que, segundo a Constituição Federal, norteiam a administração pública, como os da publicidade e da impessoalidade.

3) CESPE - 2014 - TJ-SE - No envelope de uma comunicação destinada a um juiz de direito, deve-se adotar o seguinte modelo de endereçamento: Ao Senhor [nome do juiz] Juiz de Direito Rua Tal, n.º 456 49000-000 — Aracaju – SE

4) CESPE - 2014 – TJ-SE - A mensagem que tenha por finalidade recomendar autoridades para a ocupação de cargos deve ser acompanhada do curriculum vitae do indicado, devidamente assinado.

5) CESPE - 2013 - STF - Analista Judiciário - Área Judiciária - Na indicação de nome ao cargo de ministro do STF, o presidente da República deverá fazer uso de uma mensagem, à qual deverá anexar curriculum vitae, devidamente assinado, do indicado.

6) CESPE - 2014 – TJ-SE - Embora aviso e ofício sigam o mesmo padrão formal — o padrão ofício —, as funções desses documentos são distintas.

7) CESPE - 2014 – TJ-SE - O trecho seguinte é adequado para constar de um memorando: Solicita-se a esse respeitável departamento, o envio, ao Setor de Limpeza e Conservação, dos materiais arrolados abaixo.

8) CESPE - 2014 – TJ-SE - A redação oficial consiste na comunicação tanto do poder público quanto do particular, com o objetivo de transmitir mensagem de interesse público relevante.

9) CESPE - 2014 – TJ-SE - O uso de uma forma específica de linguagem administrativa contraria as normas de redação das correspondências oficiais.

10) CESPE - 2014 – TJ-SE - Todo expediente oficial deve ser claro, qualidade para a qual concorrem a impessoalidade, a concisão e o uso do padrão culto da língua.

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11) CESPE - 2014 – TJ-SE - O uso do vocativo Excelentíssimo Senhor atende ao requisito da formalidade de tratamento nas comunicações oficiais dirigidas a reitores de universidades. 12) CESPE - 2014 – TJ-SE - Os adjetivos empregados em referência aos pronomes de tratamento em uma comunicação oficial devem sempre estar flexionados no masculino, de maneira a resguardar o requisito da uniformidade na redação oficial.

13) CESPE - 2014 – TC-DF - Para encaminhar documentos ao Supremo Tribunal Federal, o TCDF deve utilizar a modalidade de comunicação oficial denominada memorando. 14) CESPE - 2014 – TC-DF - A regra da formalidade exigida nas comunicações oficiais está preservada no trecho a seguir: “Nos termos do plano geral de flexibilização da carga horária funcional, solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam alocados três novos funcionários neste Departamento”.

15) CESPE - 2014 – MEC - Nas comunicações endereçadas ao ministro da Educação, a forma de tratamento empregada deve ser Vossa Excelência, e o vocativo utilizado deve ser Excelentíssimo Senhor.

16) CESPE - 2014 – MEC - O ministro da Educação, caso precise submeter projeto de ato normativo à consideração do presidente da República, deverá redigir uma exposição de motivos.

17) CESPE - 2014 – MEC - Em comunicações de mero encaminhamento de documento, só deverá haver parágrafos de desenvolvimento se o autor desejar fazer observações a respeito do documento encaminhado.

18) CESPE - 2014 – MEC - Caso a autoridade competente do MEC pretenda enviar aviso ao ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Informação, sua comunicação deverá obedecer aos princípios de impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e formalidade.

19) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Nos avisos, o fecho adequado é Atenciosamente, visto que tal documento é emitido por ministros para autoridade de mesma hierarquia.

20) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - A linguagem desse tipo de texto deve ser formal, impessoal, clara e concisa, características decorrentes da submissão dos documentos oficiais aos princípios da administração pública. 21) CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Em ofícios ou memorandos, o local e a data do documento devem ser informados logo abaixo da indicação do nome e do endereço do destinatário.

22) CESPE - 2014 – MTE - No âmbito da administração pública, arquiva-se, se necessário, a cópia xérox do fax, meio de comunicação utilizado para transmissão de mensagens urgentes e para o envio de documentos que não possam ser encaminhados por meio eletrônico.

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23) CESPE - 2014 – MTE - A mensagem e o ofício possuem praticamente a mesma estrutura, mas suas finalidades são diferentes: a mensagem é usada para comunicação entre autoridades de mesma hierarquia, sendo dispensada a assinatura do seu signatário; o ofício é utilizado para comunicação com o público, sendo obrigatória a assinatura do seu signatário.

24) CESPE - 2014 – Caixa - Em comunicações oficiais endereçadas a senador da República, deve-se empregar o vocativo Excelentíssimo Senhor Doutor.

25) CESPE - 2014 – Caixa - Deve-se empregar o fecho Atenciosamente em comunicação oficial enviada a ministro de Estado pelo presidente da República

26) CESPE - 2014 – Caixa - Uma das formas de se garantir a impessoalidade dos textos oficiais consiste na supressão do nome próprio do signatário de uma comunicação, que deve ser identificado apenas por meio da menção ao cargo que ele ocupa.

27) CESPE - 2014 – FUB - Em correspondências internas assinadas pelo reitor e destinadas às autoridades universitárias da UnB, devem-se empregar o fecho Atenciosamente e o pronome de tratamento Vossa(s) Senhoria(s). 28) CESPE - 2014 – SUFRAMA - Caso quisesse conferir mais formalidade e polidez ao documento, o técnico deveria ter utilizado os tratamentos Doutor, Ilustríssimo ou Digníssimo, para se dirigir ao coordenador-geral.

29) CESPE - 2014 – SUFRAMA - Quando enviar documento de mesma natureza ao técnico, o coordenador-geral deverá empregar o fecho Atenciosamente

30) CESPE - 2014 – SUFRAMA - O servidor utilizou o memorando de maneira inadequada, uma vez que esse expediente, cujo caráter é meramente administrativo, não poderia ter sido empregado para a exposição de sugestão.

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Gabarito 1) C 2) C 3) E 4) C 5) C 6) C 7) E 8) E 9) C 10) C 11) E 12) E 13) E 14) C 15) E 16) C 17) C 18) C 19) C 20) C 21) E 22) C 23) E 24) E 25) C 26) E 27) C 28) E 29) C 30) E

Referências

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