Prova m10 Tipo 001

11 

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Texto

(1)

COMP

COMPANHIA

ANHIA P

PARAI

ARAIBANA

BANA DE GÁS - PB

DE GÁS - PBGÁS

GÁS

Técnico (função gás)

Técnico (função gás)

Concurso Público para provimento de cargos de

Concurso Público para provimento de cargos de

Conhecimentos Básicos

Conhecimentos Básicos

Conhecimentos Específicos

Conhecimentos Específicos

I N S T R U Ç Õ E S

I N S T R U Ç Õ E S

P R O

P R O V

V A

A

-

- V

Ver

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o:

-correspondeasuaopçãodecargo.

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 Não

 Não serão

serão aceitas

aceitas reclamações

reclamações posteriores.

posteriores.

-

- Pa

Para

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VOCÊDEVE:

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ATENÇÃO

ATENÇÃO

 A

 A

C

C D

D E

E

FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS

FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS

Novembro/2007

Novembro/2007

 ____________

 ______________________________________________________________________________________ ______   Caderno de Prova, Cargo M10, Tipo 001

 Caderno de Prova, Cargo M10, Tipo 001   0000000000000000   0000000000000000  00001−0001−001  00001−0001−001 Nº de Inscrição Nº de Inscrição   MODELO   MODELO

(2)

2

PBGAS-Conhecimentos

Básicos

2

CONHECIMENTOS BÁSICOS

Atenção:

As questões de números 1 a 12 baseiam-se no

texto apresentado baixo.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de 

Domicílios (Pnad), diversos indicadores sociais de nossa popu- 

lação apresentaram melhoria entre 2005 e 2006. No plano do 

mercado de trabalho, houve aumento da renda média do 

trabalhador e no número de trabalhadores com carteira 

assinada e queda nos índices de desemprego e no nível de 

desigualdade de rendimentos.

No que se refere à queda da desigualdade, podemos 

mobilizar como vetor de causalidade a preservação das 

políticas de valorização do salário mínimo. Nesse caso, além 

dos efeitos benéficos para as ocupações de menos prestígio no 

setor formal, a positividade igualmente residiu em seus efeitos 

indiretos sobre a economia informal, as aposentadorias do 

regime geral e o nível de rendimento das camadas mais 

humildes do funcionalismo público. Também vale lembrar que 

em muitas localidades brasileiras, em especial nas regiões 

Norte e Nordeste, uma das poucas formas de circulação da 

renda monetária provém justamente do rendimento daquelas 

duas categorias. Assim, mesmo que tal evolução impacte as 

contas públicas, para fins de nossa análise suas derivações 

foram notadamente progressistas.

Outro dado relevante apresentado pela Pnad 2006 diz 

respeito aos indicadores da população separada por sexo e cor.

No primeiro caso, os indicadores revelaram um progressivo 

aumento da taxa de participação das mulheres no mercado de 

trabalho e também uma queda na diferença de remuneração 

média entre homens e mulheres. Quanto à cor, destaca-se a 

persistência de um crescimento relativo da população brasileira 

autodeclarada negra e de decréscimo da população autodecla- 

rada branca.

Uma resposta para esse movimento

− 

  a de que essas 

alterações teriam sido geradas por fatores demográficos

− 

é,

porém, hipoteticamente frágil se se considerar que não 

ocorreram alterações significativas entre os grupos em termos 

de taxas de fecundidade e de mortalidade ou migração externa.

A informação é uma boa notícia por sinalizar que mais pessoas 

no Brasil estão assumindo sua cor negra, abrindo mão de uma 

ideologia de fundo racista que as fazia desvalorizar o próprio 

biótipo. Isso ocorre em um contexto histórico de fortalecimento 

do movimento negro e de uma transformação positiva da 

imagem pública do negro no seio da sociedade. Quem sai 

ganhando com essas transformações é o próprio povo 

brasileiro, que tem valorizado aquilo que possui de mais belo: 

sua diversidade em termos físicos e culturais.

A pergunta que permanece seria se esse quadro pode 

ser considerado plenamente satisfatório. A resposta que 

daríamos é não. As melhorias verificadas no mercado de 

trabalho não foram suficientes para que ele se recuperasse 

inteiramente, após anos de desajuste estrutural da economia.

Além disso, mesmo a queda da desigualdade social acaba se 

combinando de forma paradoxal com a persistência da violência 

urbana, sugerindo que a melhoria dos indicadores não está se 

vinculando a um processo de melhoria do conjunto do nosso 

tecido social.

(Adaptado de Marcelo Paixão, O Estado de S. Paulo, Aliás, J 6, 16 de setembro de 2007)

1.

Resume-se corretamente o texto da seguinte maneira:

(A) Indicadores sociais revelam na pesquisa que o

mercado de trabalho tem absorvido a mão-de-obra

feminina, em situação igualitária à dos homens, bem

como um expressivo aumento da população negra

no país.

(B) Nas regiões Norte e Nordeste, a melhoria de

indi-cadores baseia-se na contribuição da renda obtida

por aposentados e funcionários públicos mais

humil-des, pela ausência de um mercado de trabalho mais

valorizado socialmente.

(C) Uma acentuada queda da desigualdade

econômico-social tem sido detectada em dados de pesquisas,

em todo o país, sinalizando um expressivo processo

de expansão do poder econômico das camadas

mais humildes da população.

(D) A valorização do salário mínimo nem sempre surte

efeitos benéficos devido à existência de expressivo

número de empregos no setor informal, que

compro-mete a possibilidade de melhores condições de vida

aos trabalhadores.

(E) Pesquisa revela que houve melhoria no nível de

empregos e que as mulheres passaram a ganhar

mais, com maior participação no mercado de

trabalho, além de uma valorização da cor negra na

população brasileira.

 _________________________________________________________ 

2.

O autor do texto considera que

(A) o desenvolvimento da população mais pobre ainda é

pouco perceptível, apesar de ter havido ligeira

melhora nos indicadores sociais.

(B) a economia informal acaba sendo uma alternativa de

melhoria de renda, especialmente nas regiões onde

há menor oferta de trabalho.

(C) a diminuição do número de brancos na população

brasileira assinala a melhoria considerável das

condições de vida da população negra.

(D) houve progresso nas condições socioeconômicas da

população mais humilde, mesmo com a ressalva de

uma possível pressão sobre as contas públicas.

(E) são bastante satisfatórias as conclusões decorrentes

da análise dos dados da pesquisa, tendo em vista o

avanço obtido nas relações sociais no país.

(3)

PBGAS-Conhecimentos B

á

sicos2 3

3. A resposta que dar 

í 

amos

é 

 n 

ã 

o. (

ú

ltimo par

á

grafo)

O argumento utilizado no contexto para embasar a opini

ã

o acima encontra-se

(A) na diversidade f

í

sica e cultural do povo brasileiro e nas transforma

çõ

es ocorridas.

(B) na insuficiente recupera

çã

o do mercado de trabalho e na persist

ê

ncia da viol

ê

ncia urbana.

(C) no mercado de trabalho ainda pouco estruturado, sem condi

çõ

es para absorver a m

ã

o-de-obra feminina. (D) no n

ú

mero maior de pessoas que se declaram

ne-gras, em oposi

çã

o

à

  diminui

çã

o no n

ú

mero de brancos.

(E) nas diferen

ç

as da remunera

çã

o m

é

dia, mais baixa para as mulheres do que para os homens.

 _________________________________________________________ 

4. ... a de que essas altera 

çõ 

es teriam sido geradas por  fatores demogr 

á 

ficos ... (in

í

cio do 4o par

á

grafo)

O autor afasta a hip

ó

tese transcrita acima com a

observa-çã

o de que

(A) n

ã

o h

á

 altera

çõ

es significativas nas taxas de fecun-didade e de mortalidade, nem nos

í

ndices de

migra-çã

o externa.

(B) o movimento de valoriza

çã

o da cor negra trouxe uma imagem positiva desse bi

ó

tipo na sociedade brasileira.

(C) houve decr

é

scimo da popula

çã

o declarada como branca, em propor

çã

o ao n

ú

mero dos declarados negros.

(D) n

ã

o se detectou crescimento relativo da popula

çã

o brasileira, nem no n

ú

mero de negros, nem no de brancos.

(E) n

ã

o h

á

, ainda, possibilidade concreta de avaliar a corre

çã

o dos dados obtidos, embora se trate de uma boa not

í

cia.

 _________________________________________________________ 

5. ... uma das poucas formas de circula 

çã 

o da renda mone-  t 

á 

ria prov 

é 

m justamente do rendimento daquelas duas  categorias. (2o par

á

grafo)

A express

ã

o grifada acima retoma, no contexto, as re-fer

ê

ncias a

(A) ganho real do sal

á

rio m

í

nimo e emprego no servi

ç

o p

ú

blico.

(B) queda da desigualdade e efeitos sobre a economia informal.

(C) recursos recebidos por aposentados e funcion

á

rios p

ú

blicos de sal

á

rios mais baixos.

(D) ganhos da economia informal e valoriza

çã

o do poder de renda do sal

á

rio m

í

nimo.

(E) emprego de funcion

á

rios p

ú

blicos mais humildes e queda da desigualdade social.

Aten

çã

o: Para responder

à

s quest

õ

es de n

ú

meros 6 e 7, considere a frase abaixo.

Assim, mesmo que tal evolu 

çã 

o impacte as contas  p 

ú 

blicas ... (2o par

á

grafo)

6. A frase transcrita denota, no contexto, no

çã

o de

(A) causa, tendo em vista a expans

ã

o da economia informal. (B) ressalva, devido a um aumento de valor do sal

á

rio

m

í

nimo.

(C) conseq

üê

ncia, que levou

à

  necess

á

ria valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo.

(D) finalidade, considerando-se o maior prest

í

gio do setor formal da economia.

(E) temporalidade, pois assinala situa

çã

o concomitante entre o aumento do sal

á

rio e seus efeitos.

 _________________________________________________________ 

7. O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima est

á

 tamb

é

m grifado na frase: (A) Entre os fatores apontados pela pesquisa, deve ser

considerado o controle dos

í

ndices de infla

çã

o. (B) Com a valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo, percebe-se

um aumento do poder de compra dos trabalhadores mais humildes.

(C) A

ú

ltima pesquisa Pnad assinala expressiva melhoria das condi

çõ

es de vida em todas as regi

õ

es do pa

í

s. (D)

É

 desej

á

vel que ocorra uma redu

çã

o dos

í

ndices de

viol

ê

ncia urbana, consolidando as boas not

í

cias trazidas pela pesquisa.

(E) Segundo a pesquisa, a renda obtida por aposen-tados acaba sendo ve

í

culo de movimenta

çã

o da economia regional.

 _________________________________________________________ 

8. Isso ocorre em um contexto hist 

ó 

rico de fortalecimento do  movimento negro ... (4o par

á

grafo)

O pronome grifado acima garante o desenvolvimento do par

á

grafo por referir-se explicitamente

à

(A) desvaloriza

çã

o do bi

ó

tipo da popula

çã

o de origem negra.

(B) imagem p

ú

blica nem sempre positiva das pessoas de cor negra.

(C) informa

çã

o de ter havido aumento dos

í

ndices demogr

á

ficos entre os negros.

(D) consci

ê

ncia da exist

ê

ncia de preconceitos raciais na sociedade brasileira.

(E) aceita

çã

o da origem negra por um n

ú

mero maior de indiv

í

duos desse segmento.

 _________________________________________________________ 

9. ... que tem valorizado aquilo que possui de mais belo: sua  diversidade em termos f 

í 

sicos e culturais.  (final do 4o pa-r

á

grafo)

O emprego dos dois-pontos introduz, considerando-se o contexto,

(A) explica

çã

o da afirmativa anterior. (B) declara

çã

o textual de novo interlocutor.

(C) interrup

çã

o intencional da progress

ã

o das id

é

ias. (D) entona

çã

o exclamativa para real

ç

ar o sentido do

par

á

grafo.

(E) caracteriza

çã

o de uma afirmativa que ultrapassa o sentido do par

á

grafo.

(4)

4 PBGAS-ConhecimentosB

á

sicos2

10. No que se refere

à 

  queda da desigualdade, podemos  mobilizar como vetor de causalidade a preserva 

çã 

o das  pol 

í 

ticas de valoriza 

çã 

o do sal 

á 

rio m 

í 

nimo. (2o par

á

grafo) Em outras palavras, o sentido da afirmativa acima est

á

retomado, com clareza e corre

çã

o, em:

(A)

À

 referir-se na queda da desigualdade, a valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo deve-se como seu meio de causalidade.

(B) Com refer

ê

ncia

à

  queda da desigualdade, tal fato

é

devido

à

s constantes pol

í

ticas voltadas a um valor maior do sal

á

rio m

í

nimo.

(C) A presen

ç

a das pol

í

ticas de valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo referem-se

à

  queda da desigualdade, que s

ã

o um dos fatores de sua causa.

(D) Com o referir-se

à

 queda da desigualdade,

é

 devido

à

  presen

ç

a das pol

í

ticas de valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo a sua causalidade, que a preserva.

(E) A queda da desigualdade, como vetor de sua causa,

é

  o fato que deve-se as pol

í

ticas de valoriza

çã

o do sal

á

rio m

í

nimo.

 _________________________________________________________ 

11. ... uma das poucas formas de circula 

çã 

o da renda  monet 

á 

ria prov 

é 

m justamente do rendimento daquelas  duas categorias. (2o par

á

grafo)

A frase cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima

é

:

(A) Um dos resultados favor

á

veis da pesquisa diz respeito ao aumento da renda m

é

dia do trabalhador. (B) Houve queda no n

í

vel de desigualdade nos

rendi-mentos obtidos por trabalhadores do sexo masculino e naqueles obtidos por mulheres.

(C) A pesquisa remete a conclus

õ

es otimistas acerca da queda da desigualdade social no Brasil, apesar da perman

ê

ncia da viol

ê

ncia urbana.

(D) Os dados da pesquisa assinalam uma recupera

çã

o significativa do rendimento m

é

dio do trabalhador, especialmente em algumas regi

õ

es.

(E) Os dados, apesar de positivos, mostram um quadro social ainda bastante violento, contr

á

rio a qualquer comemora

çã

o mais otimista.

 _________________________________________________________ 

12. A concord

â

ncia verbo-nominal est

á

  inteiramente correta na frase:

(A) Os dados da pesquisa apontaram para um aumento no n

ú

mero de trabalhadores admitidos com carteira assinada.

(B) O controle dos

í

ndices inflacion

á

rios vieram aumen-tar progressivamente o poder de consumo da popula

çã

o brasileira.

(C) Constatou-se, nos resultados da pesquisa,

í

ndices que demonstram crescente melhoria das condi

çõ

es de vida no pa

í

s.

(D) Ainda n

ã

o se tornaram poss

í

veis controlar os altos

í

ndices de viol

ê

ncia urbana, apesar da preocupa

çã

o dos respons

á

veis pela seguran

ç

a.

(E) Altera

çõ

es positivas em rela

çã

o ao aumento da ren-da do trabalhador foi detectado nos ren-dados obtidos pela pesquisa Pnad.

Aten

çã

o: As quest

õ

es de n

ú

meros 13 a 20 baseiam-se no texto apresentado baixo.

A hist 

ó 

ria de sua viagem

é 

 quase t 

ã 

o conhecida e reve-  renciada quanto a de Crist 

ó 

ã 

o Colombo. O naturalista ingl 

ê 

s  Charles Darwin iniciou em 1831 uma viagem pelo mundo a  bordo do Beagle, um pequeno navio de explora 

çã 

o cient 

í 

fica. Quando voltou

à 

  Inglaterra, cinco anos depois, trazia na  bagagem um conjunto de id 

é 

ias revolucion 

á 

rias que mudariam  para sempre a geografia da alma humana tanto quanto  Colombo mudou a geografia terrestre. Darwin, como se sabe,

é 

autor da teoria da evolu 

çã 

o das esp 

é 

cies. Tamanha foi a for 

ç 

a  das revela 

çõ 

es de Darwin sobre a origem e a transforma 

çã 

o do  mundo animal, das plantas e, em especial, da humanidade, que  quase ningu 

é 

m consegue ter uma vis 

ã 

o muito clara hoje em dia  de como se pensavam essas coisas antes dele. Poucas  revolu 

çõ 

es tiveram esse poder.

Quando Darwin lan 

ç 

ou A origem das espécies , cientistas e intelectuais de todos os matizes tiveram de se  posicionar diante dos argumentos do naturalista. Apesar do  rigor cient 

í 

fico das pesquisas que conduzira, suas conclus 

õ 

es  ofendiam a todos. Conceitos arraigados na biologia ca 

í 

ram por  terra. A cria 

çã 

o do mundo descrita na B 

í 

blia foi desmontada. Os  ataques

à 

s suas id 

é 

ias prosseguiram por todo o s 

é 

culo XX . O  naturalista foi acusado de solapar os valores tradicionais da  sociedade e de defender o determinismo gen 

é 

tico. Depois de  quase 150 anos, a vit 

ó 

ria das id 

é 

ias de Darwin

é 

 inequ 

í 

voca. O  desenvolvimento da gen 

é 

tica, a partir do s 

é 

culo XX , ajudou a  explicar como funciona a transmiss 

ã 

o das caracter 

í 

sticas  heredit 

á 

rias. Darwin, por 

é 

m, n 

ã 

o viveu o suficiente para ver  esse mecanismo ser demonstrado.

O naturalista sabia que suas id 

é 

ias cairiam como uma  bomba sobre uma sociedade habituada a buscar a verdade nas  p 

á 

ginas da B 

í 

blia. Em sua consci 

ê 

ncia, Darwin −   que era 

religioso −   debatia-se com quest 

õ 

es morais aflitivas.

À

  medida 

que seus estudos sobre a evolu 

çã 

o das esp 

é 

cies se desenvol-  viam, entravam em choque com todos os dogmas religiosos.

Suas id 

é 

ias, aperfei 

ç 

oadas por seus disc 

í 

pulos, s 

ã 

o hoje  um consenso entre os bi 

ó 

logos. Mas continuam a incomodar o  pensamento religioso. A teoria de que todas as formas de vida  nasceram da

“ 

sopa primeva 

” 

 e evolu 

í 

ram ao longo dos mil 

ê 

nios  se choca frontalmente com o maior dos dogmas, o que reza que  o homem

é 

 a cria 

çã 

o suprema de Deus e foi feito

à 

 sua imagem  e semelhan 

ç 

a. Neste in 

í 

cio de s 

é 

culo, em que se observa uma  busca intensa pela espiritualidade e pelo misticismo como  ant 

í 

doto

à 

s atribula 

çõ 

es da vida moderna, a ira das religi 

õ 

es  contra Darwin tem se acirrado.

(Adaptado de Gabriela Carelli e Leoleli Camargo. Veja. 9 de maio de 2007, p. 114-119)

(5)

PBGAS-Conhecimentos B

á

sicos2 5

13. A

ú

nica afirmativa INCORRETA, segundo o que diz o texto,

é

: (A) As id

é

ias de Darwin alteraram por completo a vis

ã

o de base religiosa de que o homem tenha surgido exatamente como

é

 hoje, por obra divina.

(B) Apesar da aceita

çã

o geral da teoria da evolu

çã

o das esp

é

cies, ainda h

á

  defesa de fundo religioso do relato b

í

blico da cria

çã

o do homem.

(C) Darwin viveu um grande dilema, estabelecido entre sua forma

çã

o, de cren

ç

a nos dogmas religiosos, e a ci

ê

ncia, que o levou

à

  teoria da evolu

çã

o das esp

é

cies.

(D) A teoria darwiniana, conjunto de princ

í

pios que podem ser demonstrados cientificamente,

é

  aceita sem contesta

çã

o at

é

  hoje, mesmo sendo contr

á

rios aos dogmas religiosos.

(E) Embora Darwin tivesse sido um rigoroso cientista e apresentado argumentos convincentes para comprovar sua teoria, ele enfrentou resist

ê

ncias por muito tempo.

 _________________________________________________________ 

14. O segmento cujo sentido original est

á

 corretamente trans-crito, em outras palavras,

é

:

(A) trazia na bagagem um conjunto de id 

é 

ias revolucio-  n 

á 

rias =  ideais revolucion

á

rios formaram o objetivo das pesquisas.

(B) de solapar os valores tradicionais da sociedade= de tradicionalmente considerar os valores sociais. (C) a vit 

ó 

ria das id 

é 

ias de Darwin

é 

 inequ 

í 

voca= Darwin

e suas id

é

ias tiveram uma inexpressiva vit

ó

ria.

(D) debatia-se com quest 

õ 

es morais aflitivas= afligia-se por conta dos debates em torno dos preceitos

é

ticos. (E) s 

ã 

o hoje um consenso entre os bi 

ó 

logos = t

ê

m

aceita

çã

o un

â

nime dos bi

ó

logos.

 _________________________________________________________ 

15. H

á

  rela

çã

o causa e conseq

üê

ncia, respectivamente, no seguinte segmento do texto:

(A) A hist 

ó 

ria de sua viagem

é 

  quase t 

ã 

o conhecida e  reverenciada quanto a de Crist 

ó 

ã 

o Colombo.

(B) Tamanha foi a for 

ç 

a das revela 

çõ 

es de Darwin sobre  a origem e a transforma 

çã 

o do mundo animal, das  plantas e, em especial, da humanidade, que quase  ningu 

é 

m consegue ter uma vis 

ã 

o muito clara hoje  em dia ...

(C) O desenvolvimento da gen 

é 

tica, a partir do s 

é 

culo  XX , ajudou a explicar como funciona a transmiss 

ã 

o  das caracter 

í 

sticas heredit 

á 

rias.

(D) O naturalista sabia que suas id 

é 

ias cairiam como  uma bomba sobre uma sociedade habituada a  buscar a verdade nas p 

á 

ginas da B 

í 

blia.

(E)

À

  medida que seus estudos sobre a evolu 

çã 

o das  esp 

é 

cies se desenvolviam, entravam em choque  com todos os dogmas religiosos.

 _________________________________________________________ 

16. −  que era religioso−  (3

o

 par

á

grafo) Os travess

õ

es

I. podem ser corretamente substitu

í

dos por v

í

rgulas.

II. introduzem uma pausa maior no contexto, para real

ç

ar o sentido do segmento isolado por eles.

III. o segmento tem sentido explicativo dentro do contexto. Est

á

 correto o que se afirma em

(A) I, apenas. (B) III, apenas. (C) I eII, apenas. (D) II eIII, apenas. (E) I,II eIII.

17. Apesar do rigor cient 

í 

fico das pesquisas que conduzira ... (2o par

á

grafo)

O tempo e o modo em que se encontra o verbo grifado acima indicam

(A) a

çã

o passada anterior a outra, tamb

é

m passada. (B) fato que acontece habitualmente.

(C) a

çã

o repetida no momento em que se fala. (D) situa

çã

o presente em um tempo passado. (E) situa

çã

o passada num tempo determinado.

 _________________________________________________________ 

18. ... de como se pensavam essas coisas antes dele.  (final do 1o par

á

grafo)

A forma verbal grifada acima pode ser substitu

í

da corretamente por

(A) havia pensado.

(B) deveriam ser pensadas. (C) eram pensadas.

(D) seria pensada.

(E) tinham sido pensados.

 _________________________________________________________ 

19. A frase inteiramente correta quanto ao uso ou n

ã

o do sinal indicativo de crase

é

:

(A) Os seres vivos sofrem muta

çõ

es gen

é

ticas e podem pass

á

-las

à

  seus descendentes, postas a prova pelas condi

çõ

es ambientais em que eles est

ã

o. (B) Antes de Darwin, havia a vers

ã

o religiosa, segundo

à

  qual todas as esp

é

cies vivas tinham sido criadas por Deus, sendo o homem exatamente igual

à

 ele. (C) Segundo Darwin, as esp

é

cies vivas tendem

à

se

diferenciar com o decorrer das eras e esp

é

cies

troncos

v

ã

o dando origem

à

 outras que se diversi-ficam como

galhos

.

(D)

À

  luz dos conhecimentos anteriores a ele, Darwin provocou uma revolu

çã

o sem precedentes na ci

ê

ncia, com sua teoria da evolu

çã

o das esp

é

cies. (E) A publica

çã

o do livro A origem das esp

é

cies p

ô

s

fim

à

 conceitos arraigados na sociedade, cabendo

à

tr

ê

s grandes seguidores confirmar a teoria darwiniana.

 _________________________________________________________ 

20. A frase redigida com clareza e corre

çã

o

é

:

(A) Darwin esteve no Brasil por duas vezes, onde fez o trageto de ida e de volta, com sua viagem de cinco anos no pequeno navio de explora

çã

o cient

í

fica. (B) A excur

çã

o brasileira de Darwin, de cuja dura

çã

o foi

quinze dias, lhe fez considerar a farinha de mandio-ca

o mais importante alimento na subsist

ê

ncia do brasileiro

.

(C) Ao aportar no litoral da Bahia, numa escala de sua viagem a bordo do Beagle, Darwin ficou extasiado com a vegeta

çã

o

à

 sua frente, como

uma vis

ã

o das mil e uma noites

.

(D) At

é

 mesmo o papa BentoXVI entrou, tem um m

ê

s, na discu

çã

o sobre a vers

ã

o do surgimento do universo e do homem, afirmando-se que a teoria da evolu

çã

o n

ã

o

é

 conclusiva.

(E) O naturalista ingl

ê

s foi um homem estudioso e co-me

ç

ando a escrever seu livro em 1838 s

ó

  publicou em 1859, sendo que passou 21 anos entre os dogmas religiosos e a ci

ê

ncia.

(6)

PBGAS-Tec-gas-M10 6

CONHECIMENTOS ESPEC

Í 

FICOS 21. Considere:

I

II

III

Os equipamentos, de uso comum na constru

çã

o de redes de distribui

çã

o de g

á

s natural, representados nas figuras

I,II eIII, referem-se, respectivamente, a

(A) valetadeira, escavadeira de solo, trituradora de galhos.

(B) trator de esteira, boby cat , retro-escavadeira.

(C) perfuratriz horizontal, compactador de vala, escavadeira.

(D) carregadeira, moto-scraper , motoniveladora.

(E) cortadora de concreto de esteira, niveladora, colheitadeira.

 _________________________________________________________ 

22. Considerando o transporte e armazenamento dos tubos de polietileno, analise:

I. Os tubos devem ser transportados e armazenados de modo a impedir a entrada de mat

é

rias estranhas e protegidos da a

çã

o das intemp

é

ries.

II. As marca

çõ

es impressas no tubo devem ser feitas de tal modo que, com a armazenagem, intemp

é

ries e m

é

todos de instala

çã

o e uso, as marcas se mantenham leg

í

veis, somente durante o per

í

odo de execu

çã

o da obra.

III. Durante o transporte e armazenagem em obra n

ã

o se devem colocar pesos em cima dos tubos, pois podem ocasionar ovaliza

çõ

es. Deve-se tamb

é

m evitar que outros corpos, principalmente se tiverem arestas pronunciadas, entrem em contacto com os tubos.

É

 correto o que consta em (A) I, apenas.

(B) II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II eIII, apenas. (E) I,II eIII.

23. As v

á

lvulas a serem aplicadas em rede de distribui

çã

o de g

á

s devem ser

(A) de materiais met

á

licos dotados de autolubrifica

çã

o, devendo permitir o acionamento cont

í

nuo com pelo menos 2,5 voltas, considerando a necessidade de poder oferecer total estanqueidade e bloqueio imediato, mesmo na posi

çã

o aberta.

(B) do tipo corte r

á

pido,

¼

 de volta, compat

í

veis com as press

õ

es de servi

ç

o previstas, sendo que todos os materiais utilizados na constru

çã

o das v

á

lvulas devem resistir

à

s a

çõ

es mec

â

nicas, qu

í

micas e t

é

rmicas

à

s quais possam ser submetidos, em condi

çõ

es normais de instala

çã

o e funcionamento. (C) constru

í

das pelo princ

í

pio de carretel, em que o

deslizamento suave garante o fechamento por bloqueio do tipo sede mec

â

nica, desde que confeccionadas com adi

çã

o de silicone, tornando-a muito mais precisas e mais baratas na concep

çã

o de projeto.

(D) sempre precedidas de Unidade de

Conserva-çã

o/Manuten

çã

o com lubrificador, necess

á

rios para que os componentes instalados na rede n

ã

o sofram engripamentos e corros

õ

es ao longo da distribui

çã

o. (E) testadas em bancada de teste, a cada 100 horas de

funcionamento, para que as caracter

í

sticas de temperatura e press

ã

o n

ã

o sofram altera

çõ

es e nem se desregulem em regime de plena opera

çã

o.

 _________________________________________________________ 

24. Na soldagem de tubula

çõ

es de polietileno pelo processo de eletrofus

ã

o, as fases a serem cumpridas s

ã

o:

(A) prepara

çã

o das pe

ç

as; aquecimento e soldagem; e arrefecimento.

(B) lixamento e raspagem; execu

çã

o da t

ê

mpera da

á

rea a ser soldada; fus

ã

o e limpeza.

(C) escareamento; pr

é

-soldagem; e execu

çã

o da solda calor

í

fera.

(D) raspagem; alinhamento das extremidades; soldagem e frisamento.

(E) tamboreamento; rasqueteamento de precis

ã

o; aquecimento e resfriamento ultra r

á

pido.

 _________________________________________________________ 

25. O g

á

s natural, al

é

m da aplica

çã

o como combust

í

vel e na gera

çã

o de energia,

é

  usado na ind

ú

stria petroqu

í

mica e na de fertilizantes, sendo utilizado como mat

é

ria-prima para a produ

çã

o, respectivamente, de

(A) fenol e pot

á

ssio. (B) etanol e calc

á

reo. (C) metanol e am

ô

nia.

(D) isobutano e sulfato de mangan

ê

s. (E) propanol e carbonato de c

á

lcio.

 _________________________________________________________ 

26. S

ã

o DESVANTAGENS do uso do g

á

s natural como elemento energ

é

tico em sistemas de transforma

çã

o de energia:

(A) alta emiss

ã

o de particulados, apesar de ser mais limpo, e baixo poder calor

í

fero.

(B) maior custo das instala

çõ

es e dificuldade na regulagem da combust

ã

o.

(C) menor rendimento energ

é

tico e limita

çã

o da matriz energ

é

tica.

(D) dificuldade de ser transportado e dificuldade de ser liquificado.

(E) dispers

ã

o de vazamento mais lenta e limita

çã

o na escala de press

ã

o.

(7)

PBGAS-Tec-gas-M10 7 27. Sobre a origem do g

á

s natural,

é

 correto afirmar:

(A)

É

 um g

á

s inodoro, t

ó

xico e mais pesado que o ar, o que o torna um produto com caracter

í

sticas asfixiantes, independentemente de ser uma fonte de energia limpa, que pode ser usada nas ind

ú

strias, substituindo outros combust

í

veis mais poluentes, como lenha e carv

ã

o.

(B) O g

á

s natural

é

  obtido por processos induzidos laboratorialmente, seguindo o mesmo processo das rea

çõ

es presentes na natureza, com a vantagem de obten

çã

o de resultados com qualidade equivalente ou melhor do que o produto natural, com o diferencial do custo reduzido.

(C) Trata-se de um composto org

â

nico n

ã

o-f

ó

ssil formado pelo ac

ú

mulo da energia solar ativa nas rochas bas

á

lticas que inibem o processo de decomposi

çã

o de materiais org

â

nicos, o que contaminaria o g

á

s.

(D) O g

á

s natural

é

 uma mistura de hidrocarbonetos leves que, sob condi

çõ

es normais de temperatura e press

ã

o atmosf

é

rica, permanece no estado liquefeito, estando suscet

í

vel

à

  mudan

ç

as de estado em fun

çã

o do volume acumulado num mesmo bols

ã

o.

(E) O g

á

s natural

é

 extra

í

do de jazidas naturais subterr

â

neas formadas por rochas sedimentares porosas e perme

á

veis e cobertas por estratos imperme

á

veis que impedem a sua sa

í

da para o exterior.

 _________________________________________________________ 

28. Com rela

çã

o aos procedimentos de ensaios de estanqueidade,

é

 correto afirmar:

(A) O primeiro ensaio da rede deve ser realizado com ar comprimido sob press

ã

o de, no m

á

ximo, 5 vezes a press

ã

o m

á

xima de trabalho admitida em norma.

(B) Deve ser usado man

ô

metro com fundo de escala de, no m

í

nimo, 1,5 a press

ã

o de ensaio, com sensibilidade e di

â

metro adequados para registrar a leitura m

á

xima e as varia

çõ

es de press

ã

o.

(C) A rede deve ficar submetida

à

  press

ã

o de ensaio, por um tempo n

ã

o inferior a 60 minutos, ap

ó

s estabilizada a press

ã

o de ensaio, sem apresentar vazamento.

(D) Pode-se realizar um segundo ensaio com os equipamentos de rede instalados, com press

ã

o m

í

nima 50% maior que a de trabalho, para verificar a estanqueidade de tubula

çã

o.

(E) Devem ser realizados tr

ê

s ensaios de estanqueidade de rede: o primeiro com os ramais isoladamente e ainda n

ã

o cobertos, o segundo com a rede toda n

ã

o coberta e o terceiro com a rede toda coberta.

29. Com rela

çã

o ao dimensionamento das tubula

çõ

es de g

á

s natural,

é

 correto afirmar:

(A) A press

ã

o de c

á

lculo de entrada do g

á

s natural deve ser de 1,96 kPa.

(B) A press

ã

o m

á

xima de opera

çã

o admitida para condu

çã

o do g

á

s natural nas redes prim

á

rias

é

de 200 kPa.

(C) A press

ã

o m

í

nima de opera

çã

o admitida para condu

çã

o do g

á

s natural nas redes secund

á

rias

é

 de 10,0 kPa.

(D) O regulador de primeiro est

á

gio

é

  destinado a reduzir a press

ã

o do g

á

s natural, antes da entrada na rede prim

á

ria, para, no m

á

ximo, 200 kPa.

(E) As v

á

lvulas posicionadas nas redes prim

á

rias de g

á

s natural devem ser dimensionadas para suportar, sem vazar, a press

ã

o de 750 kPa.

 _________________________________________________________ 

30. A malha de distribui

çã

o do g

á

s natural pode ser constitu

í

da por materiais

(A) polivin

í

licos, termofixos. (B) termopl

á

sticos, met

á

licos. (C) sinterizados, geof

í

sicos. (D) extrudados, pirof

ó

ricos.

(E) tramados em tecidos, poliolef

í

nicos.

 _________________________________________________________ 

31. Uma rede de alimenta

çã

o de ponto de utiliza

çã

o

é

 aquela posicionada

(A) no ponto de processamento de g

á

s. (B)

à

 montante do medidor.

(C) no Pipeline fuel . (D)

à

 jusante do medidor. (E) para proteger o difusor.

 _________________________________________________________ 

32. Nas situa

çõ

es em que o g

á

s produzido nos po

ç

os de explora

çã

o de petr

ó

leo e n

ã

o

é

  vendido, a destina

çã

o dada a essa produ

çã

o

é

(A) a transfer

ê

ncia para as refinarias, para que sejam tratados e comercializados como g

á

s combust

í

vel veicular.

(B) o armazenamento em esta

çõ

es de estocagem, permitindo grandes volumes em raz

ã

o da alta taxa de compress

ã

o.

(C) a utiliza

çã

o como moeda de troca com fornecedores de servi

ç

os e produtos, nos processos licitat

ó

rios. (D) o envazamento e a transfer

ê

ncia para pontos de

grande consumo, como por exemplo, a regi

ã

o sul e sudeste do Brasil.

(E) a queima do g

á

s excedente no flare  das plataformas, uma vez que n

ã

o pode ser armazenado.

(8)

PBGAS-Tec-gas-M10 8

33. O g

á

s natural classifica-se em duas categorias. Uma das categorias

é

 conhecida como

g

á

s associado

, que

é

(A) transportado para os pontos de utiliza

çã

o em baixas

temperaturas e na fase liquefeita.

(B) aquele que, no reservat

ó

rio, est

á

  livre ou em presen

ç

a de quantidade muito pequena de

ó

leo. (C) distribu

í

do por meio de gasoduto dotado de

diafragma para estabilizar a press

ã

o de transporte. (D) aquele que, no reservat

ó

rio, est

á

  dissolvido no

ó

leo

ou sob a forma de capa de g

á

s.

(E) transportado a altas press

õ

es e em temperatura ambiente.

 _________________________________________________________ 

34. O g

á

s natural distribu

í

do pela PBG

Á

S tem origem e processamento, respectivamente, no Estado e cidade de (A) Para

í

ba / Souza.

(B) Para

í

ba / Campina Grande. (C) Pernambuco / Olinda. (D) Cear

á

 / Fortaleza.

(E) Rio Grande do Norte / Guamor

é

.

 _________________________________________________________ 

35. O gasoduto

é

  o conjunto de todos os tubos e conex

õ

es que comp

õ

em a linha de transporte do g

á

s natural. Um gasoduto de distribui

çã

o deve ter profundidade m

í

nima de (A) 300 mm. (B) 600 mm. (C) 1000 mm. (D) 120 mm. (E) 150 mm.  _________________________________________________________ 

36. Para o funcionamento eficiente de equipamentos que operam com g

á

s natural, deve-se providenciar

(A) veda

çã

o e revis

ã

o a cada cinco anos.

(B) que estejam estanques e com os registros bloqueados.

(C) limpeza e regulagem constantes.

(D) ajuste e prepara

çã

o para opera

çõ

es a altas press

õ

es.

(E) que sejam ligados pelo menos uma hora antes do uso e mantidos em opera

çã

o por, no m

á

ximo, 5 horas.

 _________________________________________________________ 

37. Ao ser produzido, o g

á

s deve passar, inicialmente, por equipamentos projetados para retirar a

á

gua, os hidrocarbonetos que estiverem em estado l

í

quido e as part

í

culas s

ó

lidas como p

ó

, e produtos de corros

ã

o. Os equipamentos usados para esse fim s

ã

o denominados de (A) processadores de reinje

çã

o.

(B) vasos separadores. (C) c

á

psulas de desbloqueio. (D) compressores de alta press

ã

o. (E) aeradores bio-sol

ú

veis.

38. O transporte do g

á

s natural gasoso

é

  feito por meio de dutos ou, em alguns casos, em cilindros de alta press

ã

o. J

á

  no estado l

í

quido, o g

á

s

é

  transportado por meio de navios, barca

ç

as e caminh

õ

es criog

ê

nicos. Nestas condi

çõ

es, para facilitar o armazenamento, os par

â

metros m

é

dios de temperatura e volume s

ã

o, respectivamente, (A) −160°C e o volume

é

 reduzido cerca de 600 vezes. (B) −30°C e o volume

é

 reduzido cerca de 15 vezes. (C) 20°C, com volume reduzido em 20 vezes.

(D) 8°C, com volume reduzido em 5 vezes. (E) 0°C, com volume dobrado.

 _________________________________________________________ 

39. A atividade de integridade estrutural de dutos consiste em avaliar tecnicamente um conjunto de informa

çõ

es multidisciplinares, muitas vezes considerando-se centenas de dados em diferentes formatos. O hist

ó

rico destes dados e destas informa

çõ

es ao longo de anos

é

que fortalece esta metodologia. S

ã

o crit

é

rios da empresa operadora o rigor e o n

í

vel de detalhe de um determinado programa de integridade de dutos. A metodologia mais empregada

é

 a utiliza

çã

o de um mesmo crit

é

rio, padr

ã

o ou norma para diferentes dutos. A

ú

ltima evolu

çã

o nos programas de integridade consiste em a

çõ

es e gest

ã

o da integridade espec

í

ficas para cada duto, ou seja, aplicam-se diferentes n

í

veis de exig

ê

ncias e crit

é

rios para dutos com diferentes hist

ó

ricos de opera

çã

o e de ocorr

ê

ncias. Em rela

çã

o

à

s fam

í

lias de defeitos classificadas e observadas em dutos,

é

 correto tratarem-se de defeitos (A) locacionais, que dizem respeito

à

s altera

çõ

es

causadas pela falta de conformidade de localiza

çã

o dos itens em rela

çã

o

à

s plantas.

(B) operacionais, relativos

à

  mudan

ç

a de forma, como: amassamento/mossa (Dent ), ovaliza

çã

o, enrugamento (Wrinkle ) e flambagem local (Local Buckle ).

(C) geom

é

tricos, referentes

à

s trincas, dupla lamina

çã

o e desalinhamento de soldas.

(D) planares, que referem-se

à

s localiza

çõ

es espaciais das superf

í

cies.

(E) volum

é

tricos, relacionados com a perda de material met

á

lico, como corros

ã

o interna, corros

ã

o externa, cava e sulco.

 _________________________________________________________ 

40. Uma das propostas a serem obtidas no processo de inspe

çã

o de dutos

é

 proceder

à

  limpeza e

à

  identifica

çã

o de anomalias em gasodutos e oleodutos. Sobre este procedimento, analise a figura abaixo.

O equipamento representa um (A) pig de mapeamento magn

é

tico. (B) lit

ó

grafo intra-estruturado. (C) gip geom

é

trico.

(D) scanner  de ultra-som.

(E) espectr

ô

metro multi-freq

ü

encial.

(9)

PBGAS-Tec-gas-M10 9 41. Durante o processo de inspe

çã

o, fiscaliza

çã

o e controle

de dutos de gasodutos, ensaios devem ser executados. Nestas a

çõ

es, os ensaios n

ã

o-destrutivos utilizados s

ã

o: (A) correntes parasitas; raios-UV; part

í

culas

penetrantes; fluxo temporal.

(B) l

í

quido penetrante; prote

çã

o cat

ó

dica; radiologia industrial esferoidal; radiologia.

(C) ultra-som; part

í

culas magn

é

ticas; correntes parasitas;

í

ris.

(D) hidrost

á

tico; estanqueidade; an

á

lise de vibra

çõ

es; emiss

ã

o ac

ú

stica.

(E) dimensionamento microgr

á

fico; caixa de v

á

cuo; termografia; ensaio visual.

 _________________________________________________________ 

42.

Extremidade da tubula

çã

o interna destinada a receber o medidor

 refere-se

à

 defini

çã

o de

(A) ponto de utiliza

çã

o. (B) prumada individual. (C) ponto de inspe

çã

o. (D) ponto de instala

çã

o. (E) medidor individual.

 _________________________________________________________ 

43. Analise a representa

çã

o gr

á

fica abaixo:

 I II III IV 

Planta

Elevação

Os acesss

ó

rios I, II, III e IV  correspondem, respectivamente, a:

(A) V

á

lvula Diafragma; Conex

ã

o Roscada T

ê

; V

á

lvula Roscada Gaveta; e V

á

lvula Flangeada Reten

çã

o.

(B) V

á

lvula Flangeada Diafragma; Conex

ã

o Flangeada T

ê

; V

á

lvula Flangeada Gaveta; e V

á

lvula Flangeada Macho.

(C) V

á

lvula Flangeada Agulha; Conex

ã

o Flangeada T

ê

; Conex

ã

o Flangeada Reten

çã

o; e V

á

lvula de Reten

çã

o Flangeada.

(D) V

á

lvula Globo de Press

ã

o; Conex

ã

o Flangeada T

ê

; Conex

ã

o Flangeada Reten

çã

o; e V

á

lvula Flangeada Macho.

(E) V

á

lvula de Gaveta; Conex

ã

o Roscada T

ê

; V

á

lvula Roscada Gaveta; e V

á

lvula Roscada de Reten

çã

o.

44. Considerando as propriedades f

í

sicas da mat

é

ria e as necessidades de trabalho na ind

ú

stria de g

á

s, analise:

I. O g

á

s natural liquefeito sofre grande press

ã

o para passar do estado gasoso para o l

í

quido.

II. O g

á

s natural transportado por gasodutos fica sob grande press

ã

o

à

  montante da tubula

çã

o, mas perde press

ã

o

à

 jusante dessa mesma tubula

çã

o.

III. Para que o g

á

s natural seja transportado em grandes quantidades de uma

ú

nica vez, como nos navios mercantes, o produto deve passar por um tratamento criog

ê

nico.

É

 correto o que consta em (A) II, apenas.

(B) I, apenas.

(C) I,II eIII.

(D) III, apenas.

(E) II eIII, apenas.

 _________________________________________________________ 

45. Na composi

çã

o do g

á

s natural s

ã

o encontrados contaminantes que, em fun

çã

o do volume, interferem na qualidade do g

á

s. Assim sendo, dentre os contaminantes do g

á

s natural,

é

 correto mencionar:

(A) di

ó

xido de carbono; etano;

ó

xido nitroso; hexacloreto de metila.

(B) compostos de enxofre; etano; iso-butano; cloreto de s

ó

dio.

(C) am

ô

nia; pentano; hidr

ó

xido de c

á

lcio; pot

á

ssio. (D) n-butano; nitrog

ê

nio; g

á

s sulf

í

drico; metano.

(E) nitrog

ê

nio; di

ó

xido de carbono; vapor d'

á

gua; g

á

s sulf

í

drico.

 _________________________________________________________ 

46. Para a inspe

çã

o de dutos de GN, quanto ao uso de  jateamento ou esmerilhamento nas opera

çõ

es de prepara

çã

o das superf

í

cies para a execu

çã

o de ensaio ultra-s

ô

nico,

é

 correto afirmar:

(A) Desde que seja feita uma pr

é

-usinagem, pode ser aplicado.

(B) Quando forem utilizados transdutores com alta freq

üê

ncia, deve ser evitado.

(C) N

ã

o

é

 recomend

á

vel no ensaio em dutos.

(D) Dependendo do acabamento superficial do material, pode ser aplicado.

(E)

É

  procedimento previsto em norma nos casos de fiscaliza

çã

o de duto em laborat

ó

rio.

(10)

PBGAS-Tec-gas-M10 10

47. A An

á

lise Preliminar de Riscos

 –

  APR

é

  uma t

é

cnica de identifica

çã

o de riscos. Em decorr

ê

ncia da investiga

çã

o de determinadas situa

çõ

es, elementos importantes dos riscos locais podem ser identificados, a saber:

(A) implanta

çã

o de sistemas preventivos para preserva

çã

o ambiental; prioriza

çã

o de situa

çõ

es de riscos na preven

çã

o de desastres ambientais; verifica

çã

o das condi

çõ

es do gasoduto para intensificar a distribui

çã

o de g

á

s; estratifica

çã

o dos componentes do g

á

s, como forma de prever riscos de acidentes nos dutos.

(B) defini

çã

o, origem, composi

çã

o, caracter

í

sticas dos riscos naturais; contrata

çã

o de empresas especializadas que cumprem os requisitos legais; mapeamento de situa

çõ

es em que ocorreram riscos ambientais; quantifica

çã

o das incid

ê

ncias de casos de contamina

çã

o do meio ambiente.

(C) redu

çã

o dos custos do tempo no planejamento de a

çõ

es preventivas aplicadas

à

s redes de g

á

s; adequa

çã

o das situa

çõ

es de implanta

çã

o

à

s normas existentes; estratifica

çã

o dos efeitos da m

á

distribui

çã

o de g

á

s em gasodutos; relacionar as falhas operacionais nas centrais de distribui

çã

o de g

á

s. (D) aplica

çã

o de procedimento em instala

çõ

es j

á

 

exis-tentes para corre

çõ

es/adequa

çõ

es da seguran

ç

a do processo; manuten

çã

o dos n

í

veis de riscos abaixo das estat

í

sticas para o setor; promo

çã

o de a

çõ

es corretivas nos casos de ocorr

ê

ncia de sinistros; reconhecimento de situa

çõ

es de riscos e perdas. (E) identifica

çã

o de situa

çõ

es que possam produzir

perigos ou perdas; identifica

çã

o dos perigos e suas poss

í

veis causas; estimativa qualitativa dos efeitos ou conseq

üê

ncias da ocorr

ê

ncia de tais situa

çõ

es; indica

çã

o de medidas para minimizar os riscos e ou perdas.

 _________________________________________________________ 

48. O valor da sec

çã

o, em m2, de um tubo de sec

çã

o de 250 mm2

é

(A) 0,000250. (B) 0,00250. (C) 0,0250. (D) 0,250. (E) 2,25.  _________________________________________________________ 

49. Na fiscaliza

çã

o de dutos, o t

é

cnico promoveu o acompanhamento do ensaio com l

í

quido penetrante e verificou que havia vest

í

gios de

ó

leo na superf

í

cie do duto e, nesta condi

çã

o, deve recomendar ao operador, para remo

çã

o dos vest

í

gios,

(A) a aplica

çã

o de pano seco e sopro de ar comprimido. (B) a aplica

çã

o de solvente ou removedor na superf

í

cie. (C) o escovamento com escova de a

ç

o e querosene. (D) o lixamento seguido de lavagem com

á

gua. (E) a limpeza com

á

gua e sab

ã

o.

 _________________________________________________________  50. A medida 123.000 Kg.m/s2 /m2 equivale a (A) 0,123 MPa. (B) 123 Pa. (C) 123 Kgf. (D) 1,23 Urb. (E) 12,3 Pouds.

51. O g

á

s natural

é

  composto, basicamente, de uma mistura onde prevalece o g

á

s

(A) propano. (B) metano. (C) acetileno. (D) oxig

ê

nio. (E) nitrog

ê

nio.

 _________________________________________________________ 

52. O g

á

s natural

é

 obtido por meio de

(A) extra

çã

o direta de reservat

ó

rios subterr

â

neos. (B) fermenta

çã

o controlada de etanol.

(C) compostagem de lixo inorg

â

nico, como pl

á

sticos. (D) destila

çã

o do petr

ó

leo.

(E) decomposi

çã

o do

ó

leo de mamona.

 _________________________________________________________ 

53. O g

á

s natural, como mat

é

ria-prima ou insumo,

é

 utilizado nos processos de

I. alimenta

çã

o direta (combust

ã

o e pot

ê

ncia);

II. produ

çã

o de gasoqu

í

micas;

III. produ

çã

o de combust

í

veis sint

é

ticos.

É

 correto o que consta em (A) I, apenas.

(B) II, apenas. (C) I,II e III. (D) III, apenas. (E) II e III, apenas.

 _________________________________________________________ 

54. No que concerne

à

 utiliza

çã

o do g

á

s natural na ind

ú

stria,

é

correto afirmar:

(A) Na ind

ú

stria, o g

á

s natural

é

  utilizado como combust

í

vel para fornecimento de calor, gera

çã

o de eletricidade e de for

ç

a motriz, como mat

é

ria-prima nos setores qu

í

mico, petroqu

í

mico e de fertilizantes, e como redutor sider

ú

rgico na fabrica

çã

o de a

ç

o. (B) A ind

ú

stria do g

á

s natural assegura entrega eficiente

de recipientes, com rapidez e seguran

ç

a. Os pedidos devem ser feitos somente por meio da internet ou pelo Servi

ç

o de Entrega Programada, com garantia de entrega em condom

í

nios com fornecimento ininterrupto.

(C) O g

á

s natural

é

  resultado do espec

í

fico craqueamento de hidrocarbonetos naturais nos grandes estabelecimentos qu

í

micos, sendo um pro-duto intermedi

á

rio para a produ

çã

o sint

é

tica de muitos derivados org

â

nicos.

(D) O g

á

s natural se emprega na ind

ú

stria qu

í

mica como solvente, como protetor de outros produtos contra eventuais riscos de oxida

çã

o ou deteriora

çã

o ou como inibidor de poss

í

veis combust

õ

es e explos

õ

es. (E) Utiliza-se o g

á

s natural na fabrica

çã

o de compostos

org

â

nicos fluorados com diversas aplica

çõ

es: pl

á

sticos resistentes a temperaturas elevadas (teflon), produtos farmac

ê

uticos, em particular hormonas, fluidos refrigerantes e ve

í

culos para aerossois (freon).

(11)

PBGAS-Tec-gas-M10 11 55. Com rela

çã

o aos assuntos relativos ao desenvolvimento

sustent

á

vel e

à

  preserva

çã

o do meio-ambiente, como controle de polui

çã

o atmosf

é

rica e outros,

é

  correto afirmar, acerca do g

á

s natural:

(A) A facilidade de transporte atrav

é

s de cilindros facilita a estocagem em

á

reas menores.

(B) N

ã

o requer estocagem, eliminando os riscos poss

í

veis relativos ao armazenamento de combust

í

veis.

(C) A disponibilidade do g

á

s atrai novas empresas, contribuindo para a gera

çã

o de empregos na regi

ã

o. (D) Por ser mais leve que o ar, o g

á

s natural tende a se

acumular nas partes mais elevadas quando em ambientes fechados.

(E) Sua queima produz uma combust

ã

o limpa, pois substitui formas de energias poluidoras como carv

ã

o, lenha e

ó

leo combust

í

vel.

 _________________________________________________________ 

56. Com rela

çã

o

à

  capacidade calor

í

fica do g

á

s natural,

é

correto afirmar que

(A) o g

á

s de soprano tem mais poder calor

í

fico que o g

á

s natural.

(B) o g

á

s natural apresenta maior poder calor

í

fico que o g

á

s liquefeito de petr

ó

leo.

(C) o g

á

s natural tem mais poder calor

í

fico que o nitrog

ê

nio.

(D) o g

á

s liquefeito de petr

ó

leo apresenta maior poder calor

í

fico que o g

á

s natural.

(E) tanto o g

á

s natural quanto a gasolina t

ê

m o mesmo poder calor

í

fico.

 _________________________________________________________ 

57. Analise.

A regulagem e o controle na aplica

çã

o de gases nos pontos de consumo

é

  feito por meio de v

á

lvulas. O equipamento representado

é

 uma v

á

lvula reguladora para uso em (A) acetileno. (B) oxig

ê

nio. (C) nitrog

ê

nio. (D) vapor de

á

gua. (E) g

á

s natural.

58. Considere a tabela abaixo.

Combustí vel Consumo médio de um carro com motor 2.0 na cidade

Preço do combustí vel

Gasolina 7 km/L R$ 2,35/L Álcool 5 km/L R$ 1,40/L GN 10 km/m3 R$ 1,10/L

De acordo com a tabela,

é

  poss

í

vel calcular o custo final para cada combust

í

vel utilizado, ap

ó

s o carro ter trafegado 100 km. Para gasolina,

á

lcool e g

á

s natural, os valores dos custos corretos s

ã

o, respectivamente,

(A) R$ 26,86; R$ 16,80; R$ 12,10. (B) R$ 33,57; R$ 28,00; R$ 11,00. (C) R$ 134,28; R$ 84,00; R$ 60,50. (D) R$ 234,99; R$ 140,00; R$ 110,00. (E) R$ 3.357,00; R$ 2.800,00; R$ 1.100,00.  _________________________________________________________ 

59. De maneira geral, o transporte da produ

çã

o bruta e em grandes quantidades de g

á

s natural, pode ser realizado por meio de gasodutos, com o g

á

s

(A) misturado

à á

gua, e, por meio de navios, com o g

á

s congelado na forma s

ó

lida.

(B) na forma l

í

quida e resfriada, e, por meio de navios, com o g

á

s em estado natural.

(C) em estado natural e, em navios, com o g

á

s resfriado e l

í

quido.

(D) misturado a

ó

leos diversos e, em navios, com o g

á

s congelado em estado s

ó

lido.

(E) resfriado na forma l

í

quida e, em navios, que utilizam bal

õ

es para transporte do g

á

s na forma natural.

 _________________________________________________________ 

60. Analise:

I. O g

á

s natural

é

  um combust

í

vel f

ó

ssil encontrado em rochas porosas no subsolo, podendo estar associado ou n

ã

o ao petr

ó

leo.

II. Mais leve que o ar, o g

á

s natural dissipa-se facilmente na atmosfera em caso de vazamento.

III.

É

  incolor e inodoro, queimando com uma chama quase impercept

í

vel. Por quest

õ

es de seguran

ç

a, o GN comercializado

é

 odorizado.

É

 correto o que consta em (A) I, apenas.

(B) II, apenas.

(C) III, apenas.

(D) I,II eIII.

(E) II eIII, apenas.

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Referências

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